Fala aí, galera que tá lendo. Meu nome é Roberto, tenho 34 anos e faz 16 que tô rodando as estradas do meu país, Argentina. No começo, ia como ajudante e, pouco depois, virei motorista. Depois de um tempo, consegui comprar minha própria carreta e agora sou dono dela.
Sou casado, tenho 2 filhos, minha esposa é dona de casa, Susana, 28 anos, missioneira. Conheci ela numa das minhas viagens pro Paraguai e, há 6 anos, a gente vive junto. No próximo relato, se vocês aceitarem, vou contar com mais detalhes.
A pressa de escrever isso é porque tô em Puerto Madryn, lugar lindo, e tava procurando uma companhia na cidade. Entrei no site e comecei a ler as histórias que o pessoal posta aqui. E tenho várias pra contar pra vocês.
Mês passado, saí de Buenos Aires com a carreta carregada pra descarregar em Trelew. Como a viagem foi direta, só dei uma paradinha rápida, cheguei com tempo de sobra pra passar em Madryn e dar um abraço no meu primo, Osvaldo, que mora aqui há 4 anos. A gente sempre se fala por telefone, onde der, já que eu vivo na estrada e ele trabalha na pesca num navio chinês. Ele é meu primo mais velho, vai fazer 40 esse mês. Quando cheguei na cidade, no posto de gasolina, liguei pra casa dele pra passar a noite lá e, no dia seguinte, terminava meu trampo na cidade vizinha.
Liguei, quem atendeu foi a Laura, a mulher dele. Ela me passou o endereço e, quinze minutos depois, tava chegando de táxi no local, porque a carreta ficou guardada no posto YPF. Desci com minha mochila do Boca Juniors, onde guardo uma muda de roupa pra chegar apresentável pros clientes. Bati na porta e quem atendeu foi a mulher do meu primo. Cumprimentei ela, e ela disse que o Osvaldo tava pescando, que tava feliz em me ver e pra eu entrar. Eu já conhecia essa mulher, porque várias vezes, sempre no fim de ano, entre brindes e danças de família, ela rebolava a raba. Então, alguma coisa dentro de mim começou a se remexer.
Entrei, a gente foi batendo papo sobre tudo: família, meus filhos... é isso. da vida de cada um, ela sempre me contando como é difícil a vida lá, já que está sozinha e meu primo embarca por 3 meses e descansa um, sozinho. Sinceramente, minha cabeça estava em outra coisa, na tensão da direção, num acidente que vi, uns km antes de chegar, enfim, coisas do ofício. Ela me trouxe umas toalhas e me ofereceu o banho dela, pra eu tomar banho. Eles têm dois banheiros, um embaixo de cortesia mas com um chuveiro e o banheiro dela no quarto principal.
Laura é uma paraguaia linda, de pele branca, cabelo e olhos pretos. Não tem mais de 1,60, não tem muito peito mas uma bunda impressionante. Cintura bem fina e quadris lindos, sempre muito observada nas festas de família. Abri o chuveiro e fiquei debaixo do jato pensando um monte de coisas (juro, nem uma boa!!) ainda lembrava, no ano novo de 2008, quando depois do concurso familiar de reggaeton, que a gente ganhava, nos encontramos na cozinha e, procurando ela, só fiz notar o volume que tinha debaixo da minha calça social... e ela, sem dizer muito, me falou tudo.. "sou a mulher do Osvaldo".
Como tinha chegado sem avisar, e por mau costume, revirei o cesto de roupa suja que tinha ao lado da porta do banheiro. Pra minha surpresa, encontrei 3 calcinhas, manchadas de corrimento.. tanta ausência deve estar custando caro.. e na porta do armário, um desodorante estava coberto por uma camisinha.. agora sim, entendia as calcinhas sujas.. "Já tá a comida", ouvi lá de baixo, vesti um moletom cortado como bermuda, sem cueca e uma camiseta de uma borracharia amiga. Perfume no peito, perfume no pescoço, cabelo penteado pra trás e desci pra comer!
"Pouco antes, um homem muito parecido com você, mas com outro aspecto, subiu pra tomar banho", foram as palavras que me receberam quando cheguei na sala de jantar.. "e com tudo isso, que você não me sentiu..!!" retruquei. Ela estava preparando uma carne no forno e arrumando a mesa. Com o controle na mão, tentava ver algumas das más notícias que a gente Mostram nos noticiários... Ela continuava, como se nada fosse... calça azul, camiseta branca, cabelo preso... Não conseguia entender se quando cheguei ela já estava assim, mas sem nenhuma vergonha, eu olhava pra ela, mas de um jeito tão intenso, que ela se virava e sorria... "Aconteceu alguma coisa?", ela me perguntava... Eu só ria. Procurei entre os CDs que estavam na estante e coloquei nossa música... Reggaeton. E cada vez, um pouco mais alto... me aproximei do fogão, coloquei no mínimo... até desligar... aos poucos ela começava a mostrar alguns ritmos de dança, o que interpretei como um convite pra ação. Aumentei um pouco mais a música, não muito, e começamos a dançar... na segunda música, já estávamos mais perto... e quando chegou na quarta, ela já podia sentir as imperfeições do meu pau, porque segurando ela (desnecessariamente) pela cintura, eu fazia sentir o que ela precisava.
Ela não resistia, mexia a bunda e a cabeça com a mesma força que eu, esfregava ela por trás. Sem me importar de estar sem cueca, e sem vergonha nenhuma, eu começava a ameaçar... a mão direita, que segurava firme sua barriga, começava a subir e, sem pressa, roçava nos peitos dela. A música continuava, não falávamos, ela sempre de olhos fechados, fomos pra sala, só aí consegui virar ela e colocar de frente pra mim, com o pacote entalado na calça de moletom, parecia algo imenso, eu esfregava e esfregava, até que descobri que o compasso da música era misturado suavemente pelos gemidos de uma mulher que não dizia nada... Peguei no cabelo dela, com força mas não brutalmente, puxei pra trás e deixei exposto o pescoço dela. Minha língua percorria o pescoço dela e brincava com a orelha, depois de um tempinho nessa posição, tirei a camiseta dela e soltei o sutiã. Peitos bem pequenos, mamilos grandes e escuros, apontavam pra mim e eu, sem medo, comecei a morder eles... Me recostei no banco da copa, com as pernas abertas, continuei roçando nela. E Com a mão esquerda já começava a esfregar aquela área, já agora morna e molhada.
Sem dizer muito, puxei pra baixo as calças dela e uma daquelas calcinhas, parecidas com as de banho, sumiam na buceta que ela exibia. Tudo isso acontecia sem uma única palavra.. nós dois entendíamos o que estávamos fazendo.. meus dedos brincavam, mas sem entrar na buceta dela, que soltava saliva e cheiros.. eu, desesperado, puxava minha bermuda pra baixo e começava a levar direto, mas sem penetrar.. sentia que ela respirava mais rápido.. eu acompanhava a respiração dela com a fricção do meu pau na racha da buceta dela.. Não aguento mais, e com as mãos dela nas minhas costas, começava a primeira gozada dela. ahhhhhhh, ahhhhhhhh .. ahhhhhhh, sentia como as pernas dela tremiam.. e a barriga.. coloquei ela no sofá e de joelhos comecei a tentar secar aqueles líquidos.. brincava com os lábios dela e com a quantidade enorme de pelos que cobriam a buceta dela, ela gozou pela segunda vez.. do mesmo jeito, com os mesmos sons, movimentos, mas em maior quantidade.. só aí ela abriu os olhos, me olhou, me pegou pelo pescoço e me beijou. Depois de um beijo de língua bem gostoso, agora ela se ajoelhou e começou a beijar meu pau. É feio eu falar, mas eu mijo em qualquer lugar e sem medo, confiante no que a natureza me deu. Ela tentava engolir ele inteiro, mas engasgava e não queria.. então, ela rodeava com a língua e, com ela, brincava com minhas bolas. Já tava duro, levantei ela, mandei ela se abaixar e se apoiar no encosto do sofá e comecei a comer ela.. comia com força.. ela estava feliz e contente com o que estava acontecendo, e os gemidos dela eram a prova disso. Minhas bolas batiam no clitóris dela e isso a enlouquecia. Então, abusando do momento, tirei o pedaço da buceta dela e tentei achar o cu dela.. até agora, não tinha dado atenção pra ele. Com os movimentos e a recusa dela, parei de tentar.. Sentei, ela fez o mesmo. de frente pra mim, ela pegou minha pica com a mão e enfiou de novo na buceta, que dessa vez já tava bem arrombada, os lábios espalhados pra cada lado.. os pelos mal cuidados da buceta iam se soltando enquanto grudavam na cabeça da minha pica.. ela continuava no galope.. quando senti que ia gozar, me assustei!! Ela começou a dar uns gritos, de dor, de prazer.. eu senti, ela abriu as pernas e com a ponta dos dedos.. se esfregava no clitóris.. e jorrava líquidos.. !! Me deixou tão tesudo, que peguei ela pela cabeça e quando ia gozar, comecei a banhar a cara dela com porra morna.. grossa, amarga, ela reclamava..
Ficou no sofá, gozada, pelada e prometendo que na próxima vez.. tentaria me dar aquela bunda gostosa de rebolado.
Sou casado, tenho 2 filhos, minha esposa é dona de casa, Susana, 28 anos, missioneira. Conheci ela numa das minhas viagens pro Paraguai e, há 6 anos, a gente vive junto. No próximo relato, se vocês aceitarem, vou contar com mais detalhes.
A pressa de escrever isso é porque tô em Puerto Madryn, lugar lindo, e tava procurando uma companhia na cidade. Entrei no site e comecei a ler as histórias que o pessoal posta aqui. E tenho várias pra contar pra vocês.
Mês passado, saí de Buenos Aires com a carreta carregada pra descarregar em Trelew. Como a viagem foi direta, só dei uma paradinha rápida, cheguei com tempo de sobra pra passar em Madryn e dar um abraço no meu primo, Osvaldo, que mora aqui há 4 anos. A gente sempre se fala por telefone, onde der, já que eu vivo na estrada e ele trabalha na pesca num navio chinês. Ele é meu primo mais velho, vai fazer 40 esse mês. Quando cheguei na cidade, no posto de gasolina, liguei pra casa dele pra passar a noite lá e, no dia seguinte, terminava meu trampo na cidade vizinha.
Liguei, quem atendeu foi a Laura, a mulher dele. Ela me passou o endereço e, quinze minutos depois, tava chegando de táxi no local, porque a carreta ficou guardada no posto YPF. Desci com minha mochila do Boca Juniors, onde guardo uma muda de roupa pra chegar apresentável pros clientes. Bati na porta e quem atendeu foi a mulher do meu primo. Cumprimentei ela, e ela disse que o Osvaldo tava pescando, que tava feliz em me ver e pra eu entrar. Eu já conhecia essa mulher, porque várias vezes, sempre no fim de ano, entre brindes e danças de família, ela rebolava a raba. Então, alguma coisa dentro de mim começou a se remexer.
Entrei, a gente foi batendo papo sobre tudo: família, meus filhos... é isso. da vida de cada um, ela sempre me contando como é difícil a vida lá, já que está sozinha e meu primo embarca por 3 meses e descansa um, sozinho. Sinceramente, minha cabeça estava em outra coisa, na tensão da direção, num acidente que vi, uns km antes de chegar, enfim, coisas do ofício. Ela me trouxe umas toalhas e me ofereceu o banho dela, pra eu tomar banho. Eles têm dois banheiros, um embaixo de cortesia mas com um chuveiro e o banheiro dela no quarto principal.
Laura é uma paraguaia linda, de pele branca, cabelo e olhos pretos. Não tem mais de 1,60, não tem muito peito mas uma bunda impressionante. Cintura bem fina e quadris lindos, sempre muito observada nas festas de família. Abri o chuveiro e fiquei debaixo do jato pensando um monte de coisas (juro, nem uma boa!!) ainda lembrava, no ano novo de 2008, quando depois do concurso familiar de reggaeton, que a gente ganhava, nos encontramos na cozinha e, procurando ela, só fiz notar o volume que tinha debaixo da minha calça social... e ela, sem dizer muito, me falou tudo.. "sou a mulher do Osvaldo".
Como tinha chegado sem avisar, e por mau costume, revirei o cesto de roupa suja que tinha ao lado da porta do banheiro. Pra minha surpresa, encontrei 3 calcinhas, manchadas de corrimento.. tanta ausência deve estar custando caro.. e na porta do armário, um desodorante estava coberto por uma camisinha.. agora sim, entendia as calcinhas sujas.. "Já tá a comida", ouvi lá de baixo, vesti um moletom cortado como bermuda, sem cueca e uma camiseta de uma borracharia amiga. Perfume no peito, perfume no pescoço, cabelo penteado pra trás e desci pra comer!
"Pouco antes, um homem muito parecido com você, mas com outro aspecto, subiu pra tomar banho", foram as palavras que me receberam quando cheguei na sala de jantar.. "e com tudo isso, que você não me sentiu..!!" retruquei. Ela estava preparando uma carne no forno e arrumando a mesa. Com o controle na mão, tentava ver algumas das más notícias que a gente Mostram nos noticiários... Ela continuava, como se nada fosse... calça azul, camiseta branca, cabelo preso... Não conseguia entender se quando cheguei ela já estava assim, mas sem nenhuma vergonha, eu olhava pra ela, mas de um jeito tão intenso, que ela se virava e sorria... "Aconteceu alguma coisa?", ela me perguntava... Eu só ria. Procurei entre os CDs que estavam na estante e coloquei nossa música... Reggaeton. E cada vez, um pouco mais alto... me aproximei do fogão, coloquei no mínimo... até desligar... aos poucos ela começava a mostrar alguns ritmos de dança, o que interpretei como um convite pra ação. Aumentei um pouco mais a música, não muito, e começamos a dançar... na segunda música, já estávamos mais perto... e quando chegou na quarta, ela já podia sentir as imperfeições do meu pau, porque segurando ela (desnecessariamente) pela cintura, eu fazia sentir o que ela precisava.
Ela não resistia, mexia a bunda e a cabeça com a mesma força que eu, esfregava ela por trás. Sem me importar de estar sem cueca, e sem vergonha nenhuma, eu começava a ameaçar... a mão direita, que segurava firme sua barriga, começava a subir e, sem pressa, roçava nos peitos dela. A música continuava, não falávamos, ela sempre de olhos fechados, fomos pra sala, só aí consegui virar ela e colocar de frente pra mim, com o pacote entalado na calça de moletom, parecia algo imenso, eu esfregava e esfregava, até que descobri que o compasso da música era misturado suavemente pelos gemidos de uma mulher que não dizia nada... Peguei no cabelo dela, com força mas não brutalmente, puxei pra trás e deixei exposto o pescoço dela. Minha língua percorria o pescoço dela e brincava com a orelha, depois de um tempinho nessa posição, tirei a camiseta dela e soltei o sutiã. Peitos bem pequenos, mamilos grandes e escuros, apontavam pra mim e eu, sem medo, comecei a morder eles... Me recostei no banco da copa, com as pernas abertas, continuei roçando nela. E Com a mão esquerda já começava a esfregar aquela área, já agora morna e molhada.
Sem dizer muito, puxei pra baixo as calças dela e uma daquelas calcinhas, parecidas com as de banho, sumiam na buceta que ela exibia. Tudo isso acontecia sem uma única palavra.. nós dois entendíamos o que estávamos fazendo.. meus dedos brincavam, mas sem entrar na buceta dela, que soltava saliva e cheiros.. eu, desesperado, puxava minha bermuda pra baixo e começava a levar direto, mas sem penetrar.. sentia que ela respirava mais rápido.. eu acompanhava a respiração dela com a fricção do meu pau na racha da buceta dela.. Não aguento mais, e com as mãos dela nas minhas costas, começava a primeira gozada dela. ahhhhhhh, ahhhhhhhh .. ahhhhhhh, sentia como as pernas dela tremiam.. e a barriga.. coloquei ela no sofá e de joelhos comecei a tentar secar aqueles líquidos.. brincava com os lábios dela e com a quantidade enorme de pelos que cobriam a buceta dela, ela gozou pela segunda vez.. do mesmo jeito, com os mesmos sons, movimentos, mas em maior quantidade.. só aí ela abriu os olhos, me olhou, me pegou pelo pescoço e me beijou. Depois de um beijo de língua bem gostoso, agora ela se ajoelhou e começou a beijar meu pau. É feio eu falar, mas eu mijo em qualquer lugar e sem medo, confiante no que a natureza me deu. Ela tentava engolir ele inteiro, mas engasgava e não queria.. então, ela rodeava com a língua e, com ela, brincava com minhas bolas. Já tava duro, levantei ela, mandei ela se abaixar e se apoiar no encosto do sofá e comecei a comer ela.. comia com força.. ela estava feliz e contente com o que estava acontecendo, e os gemidos dela eram a prova disso. Minhas bolas batiam no clitóris dela e isso a enlouquecia. Então, abusando do momento, tirei o pedaço da buceta dela e tentei achar o cu dela.. até agora, não tinha dado atenção pra ele. Com os movimentos e a recusa dela, parei de tentar.. Sentei, ela fez o mesmo. de frente pra mim, ela pegou minha pica com a mão e enfiou de novo na buceta, que dessa vez já tava bem arrombada, os lábios espalhados pra cada lado.. os pelos mal cuidados da buceta iam se soltando enquanto grudavam na cabeça da minha pica.. ela continuava no galope.. quando senti que ia gozar, me assustei!! Ela começou a dar uns gritos, de dor, de prazer.. eu senti, ela abriu as pernas e com a ponta dos dedos.. se esfregava no clitóris.. e jorrava líquidos.. !! Me deixou tão tesudo, que peguei ela pela cabeça e quando ia gozar, comecei a banhar a cara dela com porra morna.. grossa, amarga, ela reclamava..
Ficou no sofá, gozada, pelada e prometendo que na próxima vez.. tentaria me dar aquela bunda gostosa de rebolado.
7 comentários - História da Rota Nº 1 * a mulher do meu primo