O DIÁRIO DE UMA GAROTA DE PROGRAMA
Andrea, uma jovem da capital que se vira fazendo programa, conta intimidades de como é a vida de uma garota de programa.Quando fui num bar de swingUma das fantasias dos homens é ir a um bar de swing, e eu sei que essa moda vem crescendo muito nos últimos anos. Alguém me disse que só em Bogotá tem mais de 20 lugares desses onde o pessoal vai trocar de casais. O engraçado disso é o que eu sempre falo, desde que comecei o blog: eles sonham com isso, mas não fazem com as esposas ou namoradas, sempre procuram uma "outra". Por quê? Por machismo, já falei. Não quero nem imaginar se vissem as namoradas deles chupando outros caras e de quatro enquanto outros metem nela. Isso excita, mas dá raiva. Tô errada?Há mais de um ano, eu tive uma experiência assim e serviu pra perceber um monte de coisas. Um cliente me ligou, me convidou pra um drink no apartamento dele e, sem rodeios, disse que queria que eu fosse com ele a um bar de swing que ficava na estrada de La Calera. Eu aceitei. Nem preciso dizer que sou mente aberta pra todo tipo de proposta nesse sentido. Ele tava meio ansioso e nervoso, porque, segundo ele, era a primeira vez. Chamou um táxi (um táxi especial que só trabalhava pro bar de swing) e fomos pra lá.
E lá se vê de tudo: casais realmente tesudos que querem trocar, mas principalmente homens que querem fazer isso e mulheres que, sem ter outra opção, tentam agradar. Outros vão só pra fofocar, ver como é, mas ficam na vontade, porque pra entrar onde rola o sexo de verdade, tem que ficar pelado, ou quase, já que a ideia é andar de toalha e chinelo no máximo. Chinelo é obrigatório. Nesse lugar, a festa era dividida em três partes. No primeiro andar, tinha uma pista de dança com várias mesas ao redor. No segundo andar, se não me engano, uma sauna e um jacuzzi; e no terceiro, um salão enorme onde rolava a troca. Tinha uma cama em formato de coração, gigante, e vários sofás ao redor.
Quando chegamos, meu cliente disse pra sentarmos no primeiro andar. Lá, muita gente ainda tava vestida, exatamente como Assim que chegamos, parecia que estávamos numa balada, mas era meio engraçado porque a anfitriã da festa desfilava pela pista de dança vestida de coelhinha da Playboy, mostrando aquele corpaço, tentando esquentar o clima. Lá, o pessoal ia se sentando de quatro por mesa, preparando o terreno pra trocar as esposas, e todo mundo conversava normal, sobre trabalho, etc., como se estivessem se conhecendo.
A gente caiu numa mesa com um casal bem jovem, e o cara só falava que já tinha ido várias vezes e que adorava ver os outros comendo a namorada dele. Eu perguntei pra mina se era verdade, e ela disse que fazia mais por ele do que por ela, embora também gostasse.
A conversa esquentou pra caralho porque meu cliente, se passando por meu namorado, dizia que era ciumento e que queria me comer, e se por acaso outra mulher entrasse na parada. O namorado falou que a mina dele topava se a gente quisesse e que ele não se metia. E assim a conversa foi rolando, e combinamos de nos encontrar lá em cima, no terceiro andar.
Mas meu cliente ainda tava na dúvida. Passou um tempão antes de deixarmos a roupa no vestiário pra vestir aquela toalha e os chinelos. Já nessa hora, um pouco depois da meia-noite, o pessoal já tava nessa também. Na pista de dança, anunciaram um show, e era nada mais nada menos que um casal transando ao vivo. Um cara com uma pica enorme e uma coroa que parecia feliz pra caralho. Foi impressionante, eles treparam de todas as maneiras possíveis, e o povo foi esquentando. A anfitriã, com o microfone na mão, convidava todo mundo a subir pro terceiro andar. E foi o que aconteceu. Só se ouvia gemidos pra todo lado e uma porrada de gente pelada tentando se acomodar onde desse. Meu cliente me disse que não queria trocar, que só queria transar comigo, e fomos pra um canto, num sofá vermelho. Lá, ele começou a me masturbar com o dedo, por baixo da toalha, enquanto olhava o ambiente. Tava muito excitado vendo tanta mulher pelada. e todas gemendo de prazer. Depois não aguentou, tirou a toalha, subiu em cima de mim e meteu. De vez em quando, uns caras se aproximavam querendo entrar na brincadeira, mas ele mandava eles embora, dizia que a gente não queria. Mas aí eu tirei a toalha, sentei em cima dele, mas de costas pra ele, e fiquei olhando pros outros. Foi muito tesudo ver a putaria rolando com tanta gente. Tinha uma mulher de quatro, e o marido (parecia ser o marido) metia nela um pouco, depois tirava pra outro estranho (de camisinha) meter. E eles iam se revezando, ela sempre de quatro, e os dois comendo ela. Vi outra mina que levou dupla penetração: o marido tava embaixo, e eu ouvi quando ele pediu pro cara do lado meter no cu dela. E ele meteu.
Eu tava muito excitada porque era uma cena bem bizarra. Daí, depois de um tempo transando com meu cliente, apareceu o casal que a gente conheceu lá embaixo. Eles se aproximaram, pelados (os dois com corpos divinos), e o cara perguntou pro meu cliente se podia tocar meus peitos e que ele podia tocar os da namorada dele. Meu cliente topou, e eu — aí sim entra o ditado de que já que tamo no gasto — também topei. Ele começou a chupar meus peitos, eu ainda sentada no meu cliente, mas de costas, e quando ele colocou o pau duro na minha frente, só consegui bater uma punheta pra ele. Depois, veio a troca.
As duas ficamos de quatro, e eles dois metendo na gente por trás. Meu cliente gozou rapidão, eu senti ele gritar, enquanto o namorado da outra continuava me comendo e nada. Mas aí eu virei e falei pra ele terminar com a namorada dele. E foi o que ele fez: subiu nela e continuou.
Eu desci com meu cliente e fomos embora. Quando chegamos no apartamento dele, a gente comentou tudo, o que mais impressionou ele, etc., etc., e já com tesão de novo, a gente comeu de novo. Foi muito gostoso. E, sim, pra trabalhar com isso tem que ter um pouco de ninfomaníaca. Eu sei que eu tenho. Todas as putas, no fundo, curtem o que fazem. Não é Só por levantar grana pros filhos, como muitos acham. Essa história, não caiam mais nessa. Se querem dinheiro só, que vendam pastel.
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