O que vem a seguir é uma breve, humilde e simples, mas não menos emocionante, resenha do que foi a temporada sexual outono-inverno de 2009:Aproveito a ocasião pra agradecer e mandar um salve, já que nada disso seria possível sem meu principal patrocinador: www.elchat.com
A Julieta tem 31 anos, é de San Justo, quase professora de história mas trabalha como vendedora numa loja de roupas, é quem fazia as "plantões" pra mim nos sábados à noite, super obcecada por mim, de rosto é bonitinha, tem uns peitões bons, é muito gente boa, me adora, mas sei lá, não é culta, é meio grosseirona, muito básica, não pronuncia os esses (isso me irrita pra caralho), não fecha a questão pra mim, o pior é que intelectualmente não temos nada em comum (eu gosto de mulher inteligente), sexualmente não é muito boa, estreou comigo aos 28 anos, ficou 10 anos com um namorado sem transar (inacreditável!) e estreou comigo na segunda noite, chupa mal porque não gosta de fazer, fica louca quando chupo os peitos dela e com a penetração, só essas duas coisas que dá pra fazer com ela, não tem interesse em fazer mais nada, enquanto eu meto nela ela grita "como eu gosto, como eu gosto" de um jeito constante e engraçado kkkk, já cheguei a me segurar pra não rir na hora, queria ter gravado esse áudio alguma vez
Outro dia fui visitar ela no apartamento novo, a gente gosta de conversar por horas, ela fez umas milanesas muito gostosas, me disse que não quer mais que a gente transe, que tá apaixonada demais por mim e que se a gente não for namorar, ela sofre, "amigos não" foi a sentença dela, mas sei que o sim dela é mole...
Mariana, 39 anos, de Ramos Mejía, uma filha de 8 (Bianca), é tipo uma amiga ou irmã, uma prima, super inteligente, brilhante, psicóloga, professora, me arruma o PC, a TV, tá sempre à disposição, mas não é bonita, nem de rosto nem de corpo, gosto muito dela, transamos incrivelmente bem, chupa super bem (nunca vi nada igual), fazemos de tudo, na segunda noite tivemos uma conversa que fez ela melhorar muito no sexo, ela era muito geisha, muito ativa, praticamente me estuprava, queria fazer tudo sozinha, tive que explicar que tudo é 50% e 50%, que me Deixa o papel ativo - masculino pra mim e deixa ela se foder, que aceite o papel feminino dela. Desde aquele dia melhorou pra caralho, ela era muito quietinha, comecei a pedir pra ela botar as sensações pra fora com a voz, os gemidos, os gritos, que eu precisava ouvir ela, e ela começou a fazer super bem, diz que sou o professor de canto dela kkkkk, tá apaixonadona, Bianca também.
Uma vez ela começou a chorar e falou que tava apaixonada por mim, "como eu tenho que me comportar? O que mais eu tenho que fazer?" Eu não sabia o que dizer, foi estranho, me sinto culpado, gosto muito dela, mas sinto que não rola.
Marta, 43, (odeio o nome Marta, então chamo ela de Malena) diretora de escola, de Monte Grande, alta, 1,75, tipo vedete, 110 de peito, monstruosos, canta muito bem e toca violão e piano, muito inteligente, muito sensível, muito boa pessoa. Ela me disse um mês atrás que tava despedaçada por dentro quando eu falei que não queria namoro (agora é comigo...), começou a chorar aqui em casa, foi muito estranho.
Transamos super bem, ela faz tudo certo, tem um filho de 18 chamado Martín que ontem queimou os olhos soldando, coitado. Parece que agora aceitou que sejamos amigos, tá me ajudando com a parada das escolas. De corpo é uma gostosa, de rosto mais ou menos, sei lá, é um pouco velha. Na rua me abraçava e me dava um não sei o quê, eu gosto de novinhas. Como amiga eu quero ela, cozinha divinamente, mas mais que isso não quero.
Adriana, 26, professora de jardim de infância... de Caballito, TN (tudo negativo), nem cara nem corpo, transamos bem mas ela chupa mal, me implora pra fazer a Booty nela, é burra, sem cultura, não temos nada em comum, acho ela insuportável. Também me disse que mesmo que entre a gente só tivesse sexo, ela precisava botar o coração em tudo que fazia, que sentia minha falta, blá blá, fala o tempo todo dos alunos dela, não trabalha muito, é meio preguiçosa, medíocre, muito ignorante. Um dia ela trouxe um bolo.
Paola, 22, "a perio", é jornalista, de San Miguel, super inteligente, talentosa, trabalhadora, inocente, um anjo de Deus, é Feita, a gente se dava incrivelmente bem. Faz 4 meses que ela arrumou um namorado e veio me dar a notícia. Começou a chorar, disse que a gente tinha que parar, que sabia que comigo não ia dar em nada e que tinha conhecido alguém com quem poderia ter futuro. A gente fez uma última noite muito linda, muito emocionante, choramos os dois. Agora ela me deletou do MSN e não responde meus e-mails. Eu queria que a gente tivesse ficado como amigos. Amo ela e sinto muita falta da inteligência dela e das observações que fazia. Ela adorava ouvir minhas músicas e dar opinião, a gente se masturbava na câmera e pessoalmente, enquanto se olhava e conversava. Sinto muita falta dela, ela é uma grande escritora. Não vejo por que a gente não pode pelo menos trocar e-mails de vez em quando. Decisões femininas drásticas...
Veronica, 17 anos, de Bolívar, uma cidade a uns 400 km daqui, acho. Ela veio durante o verão em fevereiro pra me conhecer. Alta, gostosa, magra, loira de cabelo comprido, tipo modelo. Obviamente não vou ficar sério com uma mina dessa idade. Ela é muito tímida, muito boa, tem o egoísmo típico dessa idade, sofre muito com a ausência da mãe, que morreu quando ela era pequena. Mora com o pai, que é bem mais velho. A primeira vez dela foi comigo, foi muito lindo. Ela nunca tinha visto um pau nem em foto, adorou. "Gosto quando ele fica bem grandão", ela dizia kkkk. Tive que ter paciência porque ela tinha medo da penetração. A gente passou vários dias fazendo oral até ela se animar.
Ela tem problemas financeiros sérios. Quando veio pra cá, ficou na casa de uma tia e um dia, na cama, me contou que quase não comia. Quando descobri, pulei e preparei um jantarão pra ela, com entrada e sobremesa. Ela começou a vir todo dia em casa e eu ensinava ela a cozinhar. Levava ela no mercado e ensinava a comprar, e sempre dava uma sacolinha com comida: leite, queijo, macarrão, frango, fruta pra ela ter na casa da tia.
A Julieta tem 31 anos, é de San Justo, quase professora de história mas trabalha como vendedora numa loja de roupas, é quem fazia as "plantões" pra mim nos sábados à noite, super obcecada por mim, de rosto é bonitinha, tem uns peitões bons, é muito gente boa, me adora, mas sei lá, não é culta, é meio grosseirona, muito básica, não pronuncia os esses (isso me irrita pra caralho), não fecha a questão pra mim, o pior é que intelectualmente não temos nada em comum (eu gosto de mulher inteligente), sexualmente não é muito boa, estreou comigo aos 28 anos, ficou 10 anos com um namorado sem transar (inacreditável!) e estreou comigo na segunda noite, chupa mal porque não gosta de fazer, fica louca quando chupo os peitos dela e com a penetração, só essas duas coisas que dá pra fazer com ela, não tem interesse em fazer mais nada, enquanto eu meto nela ela grita "como eu gosto, como eu gosto" de um jeito constante e engraçado kkkk, já cheguei a me segurar pra não rir na hora, queria ter gravado esse áudio alguma vez
Outro dia fui visitar ela no apartamento novo, a gente gosta de conversar por horas, ela fez umas milanesas muito gostosas, me disse que não quer mais que a gente transe, que tá apaixonada demais por mim e que se a gente não for namorar, ela sofre, "amigos não" foi a sentença dela, mas sei que o sim dela é mole...
Mariana, 39 anos, de Ramos Mejía, uma filha de 8 (Bianca), é tipo uma amiga ou irmã, uma prima, super inteligente, brilhante, psicóloga, professora, me arruma o PC, a TV, tá sempre à disposição, mas não é bonita, nem de rosto nem de corpo, gosto muito dela, transamos incrivelmente bem, chupa super bem (nunca vi nada igual), fazemos de tudo, na segunda noite tivemos uma conversa que fez ela melhorar muito no sexo, ela era muito geisha, muito ativa, praticamente me estuprava, queria fazer tudo sozinha, tive que explicar que tudo é 50% e 50%, que me Deixa o papel ativo - masculino pra mim e deixa ela se foder, que aceite o papel feminino dela. Desde aquele dia melhorou pra caralho, ela era muito quietinha, comecei a pedir pra ela botar as sensações pra fora com a voz, os gemidos, os gritos, que eu precisava ouvir ela, e ela começou a fazer super bem, diz que sou o professor de canto dela kkkkk, tá apaixonadona, Bianca também.
Uma vez ela começou a chorar e falou que tava apaixonada por mim, "como eu tenho que me comportar? O que mais eu tenho que fazer?" Eu não sabia o que dizer, foi estranho, me sinto culpado, gosto muito dela, mas sinto que não rola.
Marta, 43, (odeio o nome Marta, então chamo ela de Malena) diretora de escola, de Monte Grande, alta, 1,75, tipo vedete, 110 de peito, monstruosos, canta muito bem e toca violão e piano, muito inteligente, muito sensível, muito boa pessoa. Ela me disse um mês atrás que tava despedaçada por dentro quando eu falei que não queria namoro (agora é comigo...), começou a chorar aqui em casa, foi muito estranho.
Transamos super bem, ela faz tudo certo, tem um filho de 18 chamado Martín que ontem queimou os olhos soldando, coitado. Parece que agora aceitou que sejamos amigos, tá me ajudando com a parada das escolas. De corpo é uma gostosa, de rosto mais ou menos, sei lá, é um pouco velha. Na rua me abraçava e me dava um não sei o quê, eu gosto de novinhas. Como amiga eu quero ela, cozinha divinamente, mas mais que isso não quero.
Adriana, 26, professora de jardim de infância... de Caballito, TN (tudo negativo), nem cara nem corpo, transamos bem mas ela chupa mal, me implora pra fazer a Booty nela, é burra, sem cultura, não temos nada em comum, acho ela insuportável. Também me disse que mesmo que entre a gente só tivesse sexo, ela precisava botar o coração em tudo que fazia, que sentia minha falta, blá blá, fala o tempo todo dos alunos dela, não trabalha muito, é meio preguiçosa, medíocre, muito ignorante. Um dia ela trouxe um bolo.
Paola, 22, "a perio", é jornalista, de San Miguel, super inteligente, talentosa, trabalhadora, inocente, um anjo de Deus, é Feita, a gente se dava incrivelmente bem. Faz 4 meses que ela arrumou um namorado e veio me dar a notícia. Começou a chorar, disse que a gente tinha que parar, que sabia que comigo não ia dar em nada e que tinha conhecido alguém com quem poderia ter futuro. A gente fez uma última noite muito linda, muito emocionante, choramos os dois. Agora ela me deletou do MSN e não responde meus e-mails. Eu queria que a gente tivesse ficado como amigos. Amo ela e sinto muita falta da inteligência dela e das observações que fazia. Ela adorava ouvir minhas músicas e dar opinião, a gente se masturbava na câmera e pessoalmente, enquanto se olhava e conversava. Sinto muita falta dela, ela é uma grande escritora. Não vejo por que a gente não pode pelo menos trocar e-mails de vez em quando. Decisões femininas drásticas...
Veronica, 17 anos, de Bolívar, uma cidade a uns 400 km daqui, acho. Ela veio durante o verão em fevereiro pra me conhecer. Alta, gostosa, magra, loira de cabelo comprido, tipo modelo. Obviamente não vou ficar sério com uma mina dessa idade. Ela é muito tímida, muito boa, tem o egoísmo típico dessa idade, sofre muito com a ausência da mãe, que morreu quando ela era pequena. Mora com o pai, que é bem mais velho. A primeira vez dela foi comigo, foi muito lindo. Ela nunca tinha visto um pau nem em foto, adorou. "Gosto quando ele fica bem grandão", ela dizia kkkk. Tive que ter paciência porque ela tinha medo da penetração. A gente passou vários dias fazendo oral até ela se animar.
Ela tem problemas financeiros sérios. Quando veio pra cá, ficou na casa de uma tia e um dia, na cama, me contou que quase não comia. Quando descobri, pulei e preparei um jantarão pra ela, com entrada e sobremesa. Ela começou a vir todo dia em casa e eu ensinava ela a cozinhar. Levava ela no mercado e ensinava a comprar, e sempre dava uma sacolinha com comida: leite, queijo, macarrão, frango, fruta pra ela ter na casa da tia.
3 comentários - Relatos Sexual Otoño-Invierno
Muchas gracias por el aporte, segui asi!!!!
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