Seguiu do relato 'Sexo com Marianita 5')
O martes passou sem pena nem glória. Melhor, porque estava fulminado. O mês seguinte havia ficado com Sofia. Pensei em não ir, mas a verdade era que eu estranjava aquele cu cerradito
Viu casa. Comemos, e após charlamos um pouco. Ela me contou o que fizera nos últimos meses. Eu me interessava pouco, mas a escutei.
Sempre perguntava o que eu achava de tudo o que ela fazia como se fosse meu namorado. Quando já tive as bolas cheias de tanto falar, dei um beijo nela. Estávamos no sofá do living
-A ver essas tetas
-Con cuidado, estão recém-feitas
Tinha uma blusa, a tirei. Não tinha sutiã.
-Que lindas
-Tu gostas?
-Me encantam
Beijei todas elas. Os peitos, mais tarde por fora. Isso ela adorava
-A trouxe um azeite para fazer um massagem de bolas
Foi à carteira e trouxe um azeite infantil
-Buenísimo
Vou fazer uma Boobs fuck bebê?
-Si, querés?
-Dale. Mas que fique azeite para fazer tua bunda também
-Me vais fazer o Booty?,- perguntou como se não tivesse mais alternativa que entregar
Eso me encantava da garota, fazia o que eu lhe pedisse
-Hace muito tempo que não nos vemos, preciso-me de pôr ao dia. Vou fazer de tudo com você. Venha, vamos para a cama
Fomos para o quarto. Tirei as botas e os jeans dela. Ela tinha uma calcinha razoável, colorido bonito. Uma bonita, como ela
-Que linda calcinha
Tirei também
-Me parece que vou ficar com isso de lembrança. Podes me dar?
Ela riu
-Bom, mas você compra outra para mim
Tirei os jeans eu. Não tinha cuecas assim, então o pau saltou como um resorte
-Já a tenho dura?,- perguntou
-Sim, parece que você estranjava
Dale um beijo
A boba deu um beijo
-Comela bebé, é tua
Se a comeu devagar. Nesse momento pensei em Marianita. Que bem que se chupava a outra garota. Me entrou bronca. Essa pelotuda chupava como uma menina. Agarrei a nuca e pedi que abrisse grande a boca. Comecei a me coger como nas pornos Se atrangantava e saía saliva, mas não dizia nada. Se bancou tudo. A mandei até a garganta. Zafou, tinha os olhos chorosos.
-Mais devagar!-, gritou jadeante.
-A mim gosta assim. Venha, coma um pouco mais.
A mandei outra vez. Depois a acostei na cama, com a cabeça virando para fora. E pus os ovos na cara.
-Chupa-los, puta!
-Não me digas puta, não gosto.
‘Que bunda’, pensei.
-Dale, bebê, chupa os ovos.
Saiu a língua e me passou por os ovos. Estirei uma mão e agarrei o óleo, e untuei as tetas. Com a mão untada, frotéi a use the word: pussy e mandei dois dedos.
-Junte as tetas que te las fuck you.
Juntou com as mãos, e comecei a agarrar as tetas enquanto coía a use the word: pussy com a mão.
-Como te escorrega a use the word: pussy, puta! Gosta como eu toquei?
-Sim.
A bunda era monossilábica.
-Saí os dedos da use the word: pussy e mandei um dedo pelo ass.
-Devagarooo!!!
Já me estava enchendo os ovos. Pediu que se pusesse em quatro e se abrisse a Booty. A use the word: pussy brilhava entre o óleo e a chorreada da use the word: pussy. Pus um forro e comecei a coía.
-Con as acabadas dos dias anteriores vinha com o tanque meio vazio, assim que me coí a lo bestia sem cúm, enquanto a girl chegava ao orgasmo. Saí e fui até minha mesa de luz.
-Quedáte assim-, disse-lhe.
Foi fazer caso. ‘Que garota fácil’, pensei. Tinha um chiche de silicone pequeno para abrir booties e um gel para o dor de muelas, um segredo que o Gordo, um amigo da Facu, havia popularizado entre os dudes.
-Con o gel se adormeciam o cu. E o dor sentiam quando já tinham roto. Uma hijadeputez que se aplicava às cuties que te culeabas de vez em quando ou que te perdoavam tudo. Sofia entrava nas duas categorias.
-Apliquei o gel e devagarito mandei o chiche.
-Te dói.
-Não, pouco.
Pus outro vez por a argollita. E me a coitou um tempo mais. Quando já estava no clima, saquei-a. A use the word: pussy chorria para a puta. Agarrei a calcinha que estava jogada na cama e pus-a dentro da argola.
- O que fazes?
- Para que eu fique com o cheiro desses brinquedos bebé. Vos relaxa o traseiro e abre bem com as duas mãos.
Saquei o chichi. Apliquei um pouco mais de gel anestésico. E pus-a lentamente sem tirar o forro (se não se te dorme também a bunda, ja!).
- Sentiu?
- Sim.
- Doeu-te?
- Não, mas dê-me devagar.
Desacelerei e continuei a coituar até o fundo. Depois deixei que se acostumbrasse.
- Como aperta esse ass bebé.
- Não dou a ninguém, só para você.
- É meu esse cu?
- É seu.
- Gosta que te rompa o bum então?
- Quando me faze devagar, sim.
Vamos pôr um pouco mais de gel para que entre sem problemas.
Saquei-a. Na verdade queria ver esse ass aberto.
-Abre bem meu amor.
E tirei um pouco de azeite de bebé. Pus-a outra vez e comecei a revolver o traseiro. A babe agarrava as saianas e se mordia os lábios. De vez em quando escapava um “ayyy”.
- Como estou abrindo sua bunda meu amor.
-Ayyy, ayyy
- Vamos ver como estou abrindo?
Saquei-a. O cu estava roxo. Pus-a outra vez e comecei a romper o traseiro a pirizos.
-Ayyy me queima.
- Queima seu ass puta?
-Siiiiii, ayyy
Tinha cara de dor. Saquei-a e tirei o forro, tirei um chorro de azeite na bunda e pus-a outra vez. Outra vez bombiei o traseiro. Ainda não acabava. A girl começou a gritar como louca enquanto lhe descocia o traseiro.
Acordei-me dos gritos de Caro (irmã de Marianita) enquanto Martín se culiava com ela. E a bunda reagiu, os testículos se tensaram.
- Queima seu ass puta?
-Sim mal, para.
-Ahí te apago o incêndio do cu com leite. Tomala toda, senti.
Mandei um leite, outro e outro. A bunda lateia.
- Como você... Reguei o bêbê. Me le tirei em cima e dei um beijo. -Me encantou puta. Ela não contestava, tinha os olhos apertados. -Te dóu muito? -Me lo rompiste mal. -A ver, deixe-me ver se te lastime. Saquei a cock e mirei aquele cu abierto e colorado. Cheio de cúm. -Abrí-lo mais que não vejo. Ela separou os cantos. A boba fazia o que eu lhe dizia. Eu só queria ver-lhe o cu cheio de cúm e abierto como uma flor.
- Anda para o banheiro e sente-te no bidet com água fria para que se te pase o ardor. Banha-te e depois venha, que te ponho cremita para o dor. - Eu me tirei na cama. Enquanto ela se banhava, eu pensava se a garota me diria que sim para fazer um trio com Marianita. Sofia, se a apertasse, me dizia que sim a tudo.
Ela voltou ao rato. Apliquei a cremita. - Te gustó meu Booty? - Me encantou, é recerradita. Bah, agora não. - Sos malo. - Não sou malo, você me calenta muito. - Então por que não me chamas mais? - Porque você quer que sejamos namorados, e eu ando de joda.
- Sos um filho de puta, pelo menos mente-me que não saís com outras,- se girou na cama. Eu até então lhe acariciava o Booty. Estava zangada. - Porque te vou mentir? - Porque te amo e me faz mal que me digas. - Prefiro ser sincero, se não for pior.
- Se quedou callada. Cambié de tema. - Estou mal porque estou estressado (me desculpei). Preciso de férias. - Por que não vais a algum lado? - Pensava ir-me uma semana. - Aonde? - Não sei, ao Brasil. A Búzios... - Que lindo. - Querés vir? - La cara se iluminou à garota. - Vos me convidás? - Eu te regalo o viaje, vamos os dois sozinhos uma semana. - Em serio? - Em serio. Mas você tem que me fazer um presente a mim.
- Já te dei o Booty... - Por isso, já me a diste, agora quero outra coisa. - O que é? - Uma festa. - Qual festa? - Com você e uma amiga. - Me estás jodiendo. - Não. - Querés que te entregue uma amiga? Vos estais louco! - Não estou louco. Estou quente. E não quero que tragas uma amiga. A consigo. Eu vou para outra. Eu quero foder você e uma amiga minha. É uma fantasia que eu tenho há muito tempo.
-Seguro que já tenho uma das putas amigas suas em mente.
Não respondi. Era óbvio.
-E também te fodo a ela?
-E se não, o quê?
-Nada que ver.
-Como você me faz a bunda?
-Bom-no (disse assim, em dois tempos).
-E enquanto eu culeo você, que você chupe a pussy?
-Sou um masturbador!
-Sim, sou um masturbador. Se você não gosta, vá embora.
-Nooo (com tom de bebota).
-Então, prende-se naquela que eu proponho e, em seguida, vamos para o Brasil passar bem.
Se quedó callada.
-Pensalo.
-Bom, mas seja feia a outra (outro vez com tom de bebota).
-Eu quero bebê.
Era mentira, mas lhe disse para abrandá-la. Que fácil era a garota! Mas incontrolável. Pensei que o de Bozios não se ia fazer nunca. Que filho de puta sou, pensei. Pensei também que quando estás em um filho de puta, todas as coisas vão bem e quando você é bom, não.
Depois chupé um peito enquanto jogava com sua pussy. A puta respondeu rápido e abriu as pernas.
-A ideia é que a outra seja tão linda como você, assim, você se comerá ela como eu estou me comendo você agora.
Não esperei sua resposta e desci para chupar-lhe o uso da palavra: pussy.
O martes passou sem pena nem glória. Melhor, porque estava fulminado. O mês seguinte havia ficado com Sofia. Pensei em não ir, mas a verdade era que eu estranjava aquele cu cerradito
Viu casa. Comemos, e após charlamos um pouco. Ela me contou o que fizera nos últimos meses. Eu me interessava pouco, mas a escutei.
Sempre perguntava o que eu achava de tudo o que ela fazia como se fosse meu namorado. Quando já tive as bolas cheias de tanto falar, dei um beijo nela. Estávamos no sofá do living
-A ver essas tetas
-Con cuidado, estão recém-feitas
Tinha uma blusa, a tirei. Não tinha sutiã.
-Que lindas
-Tu gostas?
-Me encantam
Beijei todas elas. Os peitos, mais tarde por fora. Isso ela adorava
-A trouxe um azeite para fazer um massagem de bolas
Foi à carteira e trouxe um azeite infantil
-Buenísimo
Vou fazer uma Boobs fuck bebê?
-Si, querés?
-Dale. Mas que fique azeite para fazer tua bunda também
-Me vais fazer o Booty?,- perguntou como se não tivesse mais alternativa que entregar
Eso me encantava da garota, fazia o que eu lhe pedisse
-Hace muito tempo que não nos vemos, preciso-me de pôr ao dia. Vou fazer de tudo com você. Venha, vamos para a cama
Fomos para o quarto. Tirei as botas e os jeans dela. Ela tinha uma calcinha razoável, colorido bonito. Uma bonita, como ela
-Que linda calcinha
Tirei também
-Me parece que vou ficar com isso de lembrança. Podes me dar?
Ela riu
-Bom, mas você compra outra para mim
Tirei os jeans eu. Não tinha cuecas assim, então o pau saltou como um resorte
-Já a tenho dura?,- perguntou
-Sim, parece que você estranjava
Dale um beijo
A boba deu um beijo
-Comela bebé, é tua
Se a comeu devagar. Nesse momento pensei em Marianita. Que bem que se chupava a outra garota. Me entrou bronca. Essa pelotuda chupava como uma menina. Agarrei a nuca e pedi que abrisse grande a boca. Comecei a me coger como nas pornos Se atrangantava e saía saliva, mas não dizia nada. Se bancou tudo. A mandei até a garganta. Zafou, tinha os olhos chorosos.
-Mais devagar!-, gritou jadeante.
-A mim gosta assim. Venha, coma um pouco mais.
A mandei outra vez. Depois a acostei na cama, com a cabeça virando para fora. E pus os ovos na cara.
-Chupa-los, puta!
-Não me digas puta, não gosto.
‘Que bunda’, pensei.
-Dale, bebê, chupa os ovos.
Saiu a língua e me passou por os ovos. Estirei uma mão e agarrei o óleo, e untuei as tetas. Com a mão untada, frotéi a use the word: pussy e mandei dois dedos.
-Junte as tetas que te las fuck you.
Juntou com as mãos, e comecei a agarrar as tetas enquanto coía a use the word: pussy com a mão.
-Como te escorrega a use the word: pussy, puta! Gosta como eu toquei?
-Sim.
A bunda era monossilábica.
-Saí os dedos da use the word: pussy e mandei um dedo pelo ass.
-Devagarooo!!!
Já me estava enchendo os ovos. Pediu que se pusesse em quatro e se abrisse a Booty. A use the word: pussy brilhava entre o óleo e a chorreada da use the word: pussy. Pus um forro e comecei a coía.
-Con as acabadas dos dias anteriores vinha com o tanque meio vazio, assim que me coí a lo bestia sem cúm, enquanto a girl chegava ao orgasmo. Saí e fui até minha mesa de luz.
-Quedáte assim-, disse-lhe.
Foi fazer caso. ‘Que garota fácil’, pensei. Tinha um chiche de silicone pequeno para abrir booties e um gel para o dor de muelas, um segredo que o Gordo, um amigo da Facu, havia popularizado entre os dudes.
-Con o gel se adormeciam o cu. E o dor sentiam quando já tinham roto. Uma hijadeputez que se aplicava às cuties que te culeabas de vez em quando ou que te perdoavam tudo. Sofia entrava nas duas categorias.
-Apliquei o gel e devagarito mandei o chiche.
-Te dói.
-Não, pouco.
Pus outro vez por a argollita. E me a coitou um tempo mais. Quando já estava no clima, saquei-a. A use the word: pussy chorria para a puta. Agarrei a calcinha que estava jogada na cama e pus-a dentro da argola.
- O que fazes?
- Para que eu fique com o cheiro desses brinquedos bebé. Vos relaxa o traseiro e abre bem com as duas mãos.
Saquei o chichi. Apliquei um pouco mais de gel anestésico. E pus-a lentamente sem tirar o forro (se não se te dorme também a bunda, ja!).
- Sentiu?
- Sim.
- Doeu-te?
- Não, mas dê-me devagar.
Desacelerei e continuei a coituar até o fundo. Depois deixei que se acostumbrasse.
- Como aperta esse ass bebé.
- Não dou a ninguém, só para você.
- É meu esse cu?
- É seu.
- Gosta que te rompa o bum então?
- Quando me faze devagar, sim.
Vamos pôr um pouco mais de gel para que entre sem problemas.
Saquei-a. Na verdade queria ver esse ass aberto.
-Abre bem meu amor.
E tirei um pouco de azeite de bebé. Pus-a outra vez e comecei a revolver o traseiro. A babe agarrava as saianas e se mordia os lábios. De vez em quando escapava um “ayyy”.
- Como estou abrindo sua bunda meu amor.
-Ayyy, ayyy
- Vamos ver como estou abrindo?
Saquei-a. O cu estava roxo. Pus-a outra vez e comecei a romper o traseiro a pirizos.
-Ayyy me queima.
- Queima seu ass puta?
-Siiiiii, ayyy
Tinha cara de dor. Saquei-a e tirei o forro, tirei um chorro de azeite na bunda e pus-a outra vez. Outra vez bombiei o traseiro. Ainda não acabava. A girl começou a gritar como louca enquanto lhe descocia o traseiro.
Acordei-me dos gritos de Caro (irmã de Marianita) enquanto Martín se culiava com ela. E a bunda reagiu, os testículos se tensaram.
- Queima seu ass puta?
-Sim mal, para.
-Ahí te apago o incêndio do cu com leite. Tomala toda, senti.
Mandei um leite, outro e outro. A bunda lateia.
- Como você... Reguei o bêbê. Me le tirei em cima e dei um beijo. -Me encantou puta. Ela não contestava, tinha os olhos apertados. -Te dóu muito? -Me lo rompiste mal. -A ver, deixe-me ver se te lastime. Saquei a cock e mirei aquele cu abierto e colorado. Cheio de cúm. -Abrí-lo mais que não vejo. Ela separou os cantos. A boba fazia o que eu lhe dizia. Eu só queria ver-lhe o cu cheio de cúm e abierto como uma flor.
- Anda para o banheiro e sente-te no bidet com água fria para que se te pase o ardor. Banha-te e depois venha, que te ponho cremita para o dor. - Eu me tirei na cama. Enquanto ela se banhava, eu pensava se a garota me diria que sim para fazer um trio com Marianita. Sofia, se a apertasse, me dizia que sim a tudo.
Ela voltou ao rato. Apliquei a cremita. - Te gustó meu Booty? - Me encantou, é recerradita. Bah, agora não. - Sos malo. - Não sou malo, você me calenta muito. - Então por que não me chamas mais? - Porque você quer que sejamos namorados, e eu ando de joda.
- Sos um filho de puta, pelo menos mente-me que não saís com outras,- se girou na cama. Eu até então lhe acariciava o Booty. Estava zangada. - Porque te vou mentir? - Porque te amo e me faz mal que me digas. - Prefiro ser sincero, se não for pior.
- Se quedou callada. Cambié de tema. - Estou mal porque estou estressado (me desculpei). Preciso de férias. - Por que não vais a algum lado? - Pensava ir-me uma semana. - Aonde? - Não sei, ao Brasil. A Búzios... - Que lindo. - Querés vir? - La cara se iluminou à garota. - Vos me convidás? - Eu te regalo o viaje, vamos os dois sozinhos uma semana. - Em serio? - Em serio. Mas você tem que me fazer um presente a mim.
- Já te dei o Booty... - Por isso, já me a diste, agora quero outra coisa. - O que é? - Uma festa. - Qual festa? - Com você e uma amiga. - Me estás jodiendo. - Não. - Querés que te entregue uma amiga? Vos estais louco! - Não estou louco. Estou quente. E não quero que tragas uma amiga. A consigo. Eu vou para outra. Eu quero foder você e uma amiga minha. É uma fantasia que eu tenho há muito tempo.
-Seguro que já tenho uma das putas amigas suas em mente.
Não respondi. Era óbvio.
-E também te fodo a ela?
-E se não, o quê?
-Nada que ver.
-Como você me faz a bunda?
-Bom-no (disse assim, em dois tempos).
-E enquanto eu culeo você, que você chupe a pussy?
-Sou um masturbador!
-Sim, sou um masturbador. Se você não gosta, vá embora.
-Nooo (com tom de bebota).
-Então, prende-se naquela que eu proponho e, em seguida, vamos para o Brasil passar bem.
Se quedó callada.
-Pensalo.
-Bom, mas seja feia a outra (outro vez com tom de bebota).
-Eu quero bebê.
Era mentira, mas lhe disse para abrandá-la. Que fácil era a garota! Mas incontrolável. Pensei que o de Bozios não se ia fazer nunca. Que filho de puta sou, pensei. Pensei também que quando estás em um filho de puta, todas as coisas vão bem e quando você é bom, não.
Depois chupé um peito enquanto jogava com sua pussy. A puta respondeu rápido e abriu as pernas.
-A ideia é que a outra seja tão linda como você, assim, você se comerá ela como eu estou me comendo você agora.
Não esperei sua resposta e desci para chupar-lhe o uso da palavra: pussy.
4 comentários - Sexo com Marianita 6
son unos pijoteros man!!