Galega orgia

Venas! Meu Primeiro Post! Este Relatinho, eu o roubei há muito tempo (há cerca de 8 anos atrás de uma página que nem me lembro) Descreve as aventuras de uma galega muito quente com o amigo do namorado durante um viagem a Ibiza. Espero que desfrutem... Seus Comentários serão apreciadosO conto está dividido em partes, assim não se aborrecem com tão longa história.A história que eu gostaria de relatar vosso ha representado uma das vivências mais excitantes que eu tenho tido até agora ao longo da minha vida sexual, tudo ocorreu o verão passado quando meu namorado Luis e eu decidimos alugar uma casa em Ibiza para passar lá nossas férias. Comentando com um casal amigo nosso, Carolina e Julián, eles acharam uma ideia estupenda, e nos asseguraram que gostariam de se juntar ao plano. De tudo isso saiu o aluguel de um bonito chalet, muito amplo, com jardim e piscina em uma zona residencial tranquila em Ibiza.

Um par de dias antes de começarmos as férias, Luis me perguntou se não me importaria demais que um bom amigo seu do trabalho, que se havia quedado descolgado esse verão, podia vir conosco. A ideia não me pareceu muito oportuna, pois um garoto desajustado ali, poderia cortar um pouco a diversão, mas como ao comentar o tema com Carolina e Julián não lhes pareceu mal e meu namorado insistiu tanto em que era um tipo muito legal e nos íamos divertir com ele, eu não pus maior objecção e aceitei sem rechistar.

Llevávamos já dois dias em Ibiza desfrutando do sol e do mar quando se aproximava o momento da chegada de David, que era como se chamava o amigo do meu namorado. Estávamos preparando todos os bártulos para passar o dia em uma cala que havia procurado Julián, e que segundo suas fontes, embora um pouco afastada era de uma beleza inusitada, quando tocou a campainha da porta, era David. Ao vê-lo fiquei verdaderamente surpresa, era um tipo espetacular, muito musculado, moreno e com um rosto realmente atraente, muito viril, com um mento perfeito e lábios carnudos dispostos a ser devorados. Começaram as apresentações, e pude observar como com seus olhos expressivos verdes repassou toda minha anatomia antes de me dar dois beijos nas faces com os quais senti um arrepiamento nada normal.

Que tola, eu havia me emocionado simplesmente vendo esse tipo, observando como Mirava através do meu vestido minúsculo meus peitos enormes e eriçados, minhas cadeiras, minhas pernas bem torneadas e morenas, sentindo o roçar da sua cara, angular, dura como aço. Todo passou em segundos, e a ideia de que David estivesse ali já não me desagradava absolutamente, mas me tirei como pude os pájaros da cabeça e lhe comentei o plano que tínhamos, dando-lhe meia hora para se preparar.

Partimos para a cala num todo terreno descapotável que havíamos alugado, chegamos a um pinheiro onde havia alguns carros estacionados e seguimos andando entre árvoles segundo as indicações de Julián até chegar a um lugar paradisíaco. A visão era magnífica, uma língua de areia fina e limpa saía entre os pinheiros e serpenteava por aquela avenida natural flanqueada por paredes escarpadas salpicadas de vegetação, até chegar para zambullir-se num mar cristalino de águas azul-turquesa.

Quedamos encantados com o lugar, não havia muita gente, assim que encontramos um bom local para desdobrar nossas toallas. Nos quitamos a roupa e de novo senti o mesmo arrepio que havia sentido anteriormente ao conhecer David, quando este se quedou em banho e pude ver seu belo corpo, seus largos ombros brilhantes, seu poderoso torso coberto de vello, seus abdominais marcados e divididos com um bonito fio de vello que morria no seu ombligo excitante, suas potentes e grossas pernas. Era realmente sexy, e seu banho ajustado marcava um bulto exuberante como indicativo inequívoco do que se ocultava debaixo.

Pus as minhas óculos de sol porque não queria que meu namorado, Luís, se desse conta das miradas que dedicava a seu amigo. Estivemos um bom tempo organizando nosso acampamento e ao finalizar, Luís, olhando em torno disse:

- Vocês se deram conta, aqui quase todo mundo está nu.

Olhamos para a gente que se encontrava na cala e nos demos conta de que tinha razão.

- Talvez este lugar invite a isso não?. - Disse Luís novamente.

Minha surpresa era Mayúscula já que nunca havia ouvido nada a meu namorado sobre prática de nudismo, mas apenas a ideia de ver o David nu me estava começando a excitar. - Vem, eu me animo, quem mais?.- Disse de repente Julián desabotoando o biquíni e correndo para a água. Luís se despiou e foi rapidamente ao encontro dele, David os seguiu com tanta velocidade que não pude apreciar nada por mais esforço que pus. Carolina e eu não estávamos muito decididas assim, então ficamos na praia e decidimos tirar apenas a parte de cima do biquíni, deixando nossos peitos ao sol. Tenho que dizer que as tetas de Carolina são bastante grandes e não estão nada mal, mas embora esteja mal que eu o diga, elas têm muito mais bonitas e consideravelmente maiores. Minhas tetas são preciosas, e assim me fez saber todo aquele que as viu, incluindo Carolina. Além disso, Carolina está bem, talvez um pouco rellenita, mas pode ser considerada como uma tia boa, embora eu também a ganhe nesse sentido, meu corpo é fibroso e delgado com quadris largas, o que me torna muito atraente para os homens. Depois de um tempo, voltaram os três meninos, e eu aproveitando da impunidade que me davam as óculos de sol, pude observá-los com atenção. Sem dúvida, o menino mais espetacular era David. Luís e Julián eram tipos normais com penes normais, mas David era uma bomba, estava muito bem e seu pênis era consideravelmente maior que os outros dois, surgia de uma ensortijada mata de vello e descansava exultante sobre suas grandes e bem formadas pelotas. Dos pliegues do prepúcio asomava um glande rosado de aspecto delicioso no qual recriei meu olhar de desejo, estando meu namorado a cerca de meio metro. Me sentia mal por fazer isso, mas não podia evitar olhar com lascívia e assim fiquei absorta olhando-o até que após uma hora se puseram o biquíni para evitar queimaduras solares. Passamos o dia nadando, tomando sol e rindo, pois David além de macizo era muito animado e não parava. De fazer piadas, também Carolina que é muito graciosa. Acabamos o dia relaxados e decidimos voltar para casa. No caminho de volta Luís dirigia e Julián ocupava o posto de copiloto, então estávamos atrás Carolina ao lado de David e eu no outro. Iamos muito animados com a música bem alta, então não se podia escutar a conversa da frente nem viceversa.

Num momento que Carolina se pôs de pé para receber ar fresco em seu rosto, notei como uma mão acariciava minha perna suavemente, olhei e naturalmente era David, olhei nervosa e embora pensasse que estava apenas passando o sorriu forçada. A verdade é que me estava alterando, por um lado era loucura que me tocasse assim com meu namorado ali à frente e tantos possíveis testemunhas no carro, mas por outro lado, embora resistisse não podia evitar o gosto que me produzia sentir sua mão poderosa massageando meu muslo. Ele não parava e avançava chegando a minhas coxas, o que me produziu um sobressalto que me levou a pôr minha mão sobre a dele para tentar retirá-la. O esforço era inútil, era muito forte e conseguiu meter dois dedos por baixo de meu bikini acariciando suavemente o vello do pubis. Soltei um gemido leve e olhei nervosa se algum dos outros ocupantes do veículo estava se dando conta de algo, mas Luís e Julián conversavam animados e Carolina continuava elevada oferecendo seu rosto ao sol, e até me pareceu ver que tinha os olhos fechados. Meus esforços por retirá-lo foram tornando carícias sobre o dorso de sua mão e seu antebraço musculoso e velloso, enquanto ele com seus dedos fazia escarcejos desde o vello púbico até os arredores imediatos do meu sexo empapado. Nesse instante David aproximou sua boca ao meu pescoço e a recorreu suavemente com sua língua doce e quente, até parar na minha orelha, estava brincando com ela, lambendo-a lentamente, o que me produziu um grito de prazer que graças à música não se podia ouvir.

- Eu adoro suas tetas preciosa e vou te foder. Já és minha.- Eu sussurro David no ouvido.

Nesse momento meu namorado dirigiu-se para trás, falando alto para que se pudesse ouvir e disse:

- Ouve, David, não te queixas, lá atrás com duas garotas incríveis. Quem diria a ti, hein?

David então retirou a mão da minha entreperna, deixando-me desconsolada e inclinando-se para frente, respondeu:

-Retamente não me quejo, me tratam estupendamente deixando-me com suas garotas. Acho que vou passar genial com vocês, e tudo graças a ti, Luís.

Eu estava alucinada, realmente David jogava com a situação ao seu antojo e estava conquistando o controle sobre mim diante do amigo sem que ele sequer percebesse. Eu tentava resistir, mas não podia evitar o desejo de voltar a sentir sua mão sobre meu sexo. Menos mal que chegamos em casa logo. Ao descer do carro, jurei evitar contato físico com David na medida do possível e ser fiel ao meu namorado do qual estava enamorada.

Nos preparamos para sair para jantar fora e depois ir tomar uns copos, pois estávamos na ilha da marcha. Jantamos num restaurante típico uma paella de escândalo e conversamos animadamente até que se fez a hora adequada para ir a uma discoteca conhecida dançar um pouco.

Dançávamos em grupo, e eu evitava estar perto de David, embora de vez em quando lhe olhasse de reojo. Estava tão atraente! Ele usava uma blusa branca de linho solta, com os primeiros botões desabotoados, o que deixava ver seus peitorais, e um calção claro relativamente solto. Por sua parte, também me dedicava olhares muito mais descarados.

Eu estava incrível, usando um vestido de noite colado à minha pele, que deixava ver meus peitos morenos pelo sol, e que marcava meu bunda, é claro sem sutiã. Começou a falar-lhe muito carinhosamente, segurando-o do braço e aproximando-se muito dele. Os meninos, que logo entenderam, faziam piadas sobre o novo ligue de David, mesmo Carolina comentava que era normal que ligasse fácil sendo tão atraente, mas eu, apesar de tentar seguir suas piadas, não estava todo à vontade. Sentia uns estúpidos ciúmes que tratava de disfarçar.

Pouco a pouco, David e a loira começaram a se animar e em pouco tempo suas línguas se uniam freneticamente num beijo apasionado, a loira acariciava o esplêndido cu da David enquanto este magreava as tetas da loira por ambos os lados com dedicação verdadeira. Depois de um tempo, desapareceram da nossa vista e eu continuei a dar voltas ao tema até que com a ajuda de Carolina, que não parava de contar piadas, rir e dançar, me esqueci.

Não seria demasiado tarde quando decidimos ir dormir. Luís, Julián e Carolina haviam bebido um pouco, então fui eu, que praticamente não bebo, a encarregada de conduzir. Ao chegar à casa, vimos um descapotável vermelho na porta e supusemos que era o carro da loira. Tratei de convencer todos (sem muito sucesso, é verdade) de não fazer demasiado barulho para não perturbar, pois provavelmente David e sua amiga estariam por lá.

Subimos às habitações, Carolina e Julián à sua e Luís e eu à nossa. Luís insistia em fazer o amor, mas convenci-lo de que não estava nas condições e mais que fazer-me caso, o que aconteceu é que se quedou dormido, desvesti-o e acostei-o. Quando eu já estava nua e pronta para ir para a cama, ouvi ruídos lá fora. A curiosidade foi mais forte do que eu, saí precipitadamente para fora sem parar para me vestir e dirigi-me sigilosamente até o local do som. Segundo me aproximava, podia-se ouvir mais nitidamente que se tratava de o que eu supunha, de gemidos. Escondeu-me atrás de um macizo e desde lá pude ver o que estava acontecendo.

A poucos metros de mim se encontrava David de pé, dando a espalda para mim, mostrando seu Estampa encantadora, com seu cu prieto, e aquela loira de joelhos à frente dele movendo a cabeça freneticamente adiante e atrás, presumivelmente sugando essa magnífica cock com que horas antes eu me havia deliciado observando-a em seu estado de repouso. Não podia aguentar a excitação, passei minha mão por meu sexo molhado e recorri com meus dedos cada um dos pliegues, recreando-me no botão do máximo prazer, frotando-o com energia. Introduzi com verdadeiro prazer meu dedo coração até o fundo de meu ser desejando até o delírio ser eu a loira da cena que contemplava.

David separou a garota, a voltou com rudeza apoiando-a contra uma mesa de jardim, levantou-lhe um pé e a penetró até o fundo com uma investida brutal. Eu via o violento ir e vir do cu de David, e como rebatia contra a loira que não parava de gritar como louca enquanto se bamboleava de maneira rotunda ao ritmo que impunha implacável David. Parecia que suas tetas iam escapar do seu corpo.

O que contemplava me excitava de tal maneira que meu dedo cada vez se movia com mais rapidez, e a mão que me restava livre não parava de jogar com a tremenda ereção dos meus pezones. Estava prestes a correr-me, e acabei fazendo-o entre múltiplas convulsões, ahogando meus gemidos que de todas formas não se haviam ouvido amortecidos pelo prolongado e ruidoso orgasmo da loira. Depois a vi dar-se a volta e arrodillar-se novamente à frente de David, por um momento quando sua cara se separou um pouco mais do corpo dele, pude perceber o elixir que cobria seu rosto, merecido prêmio a sua dedicação.

Permaneceram ali uns instantes e eu segui agachada observando-os, depois de um tempo, a loira se vestiu e com um beijo profundo e algumas carícias se despediu de David que permanecia nu. Quando ela saiu David se dirigiu para a casa e passou a escasos metros do meu esconderijo sem me ver. Me deram vontade de abalizar-me sobre ele, pedir-lhe que me fodesse ali mesmo como acabava De fazer sexo com minha amiga, mas não fiz, estava perdendo o controle, fui dormir e, ao observar Luís, refleti sobre meus pensamentos sobre fulana e como evitaria o inevitável.

3 comentários - Galega orgia

excelente relato amigo, muy bueno, y hoy te desvirgo en cuestiones de puntos claro, +1 😀
muy buen relato ... de 10´s ... mero pa calentar un rato ...! Galega orgia