Encontrei esse relato nuns e-mails antigos que eu tinha e queria compartilhar...
Casei com o Daniel há 18 anos. Ele era bancário e eu, por muito tempo, trabalhei no bairro do Brás, numa loja de tecidos de um judeu. Com meu marido, tudo era maravilha. A gente transava duas ou três vezes por semana, às vezes quatro. Ele era um homem que sempre gostava de fazer do jeito mais clássico. No começo, isso me dava muito prazer, mas o tempo foi passando e comecei a sentir curiosidade de fazer de um jeito mais selvagem.
Chegou a hora em que falei pro meu marido sobre minhas necessidades, com as bochechas vermelhas, meio por vergonha, mas também porque só de falar ou pensar nisso, eu ficava com um tesão danado. Ele se recusou terminantemente a transar daquele jeito. Dizia que ele me fazia amor, mas, pra ser sincera, eu queria sexo, e queria me sentir saciada sexualmente como se fosse uma puta gostosa. Tentei contar minhas fantasias pra ele, mas ele dizia que eu era maluca, e a única coisa que eu sentia cada vez mais era um tesão do caralho. Por um tempo, guardei minhas necessidades em silêncio. Eu continuava indo trabalhar na loja do Brás quase todo dia, às vezes tinha que ficar até mais tarde do que o normal porque chegavam tecidos e eu precisava fazer a contabilidade dos depósitos e do estoque.
Num sábado, quando já estava pronta pra ir embora, chegou um caminhão carregado de mercadoria. Não tinha jeito, tive que ficar até guardar o último rolo de tecido. Uma por uma, minhas colegas foram saindo do trabalho e eu fiquei sozinha com o encarregado da loja e com os 5 caras que vieram com o caminhão. Eu estava com todas as minhas coisas apoiadas na mesa do depósito de tecidos. De vez em quando, eu achava que os caras que estavam descendo os tecidos me olhavam e sorriam, conversando baixinho entre eles. Às vezes, até trocavam umas palavras sobre os teares com o encarregado da loja e Voltaram a rir, enquanto os olhos deles tentavam me olhar de soslaio, algo que dali dava pra perceber. Isso, mais do que me assustar, me deu uma onda súbita de sensualidade. Eu sentia minha entreperna tremer. E a cada olhada, minha buceta pulsava com batidas cada vez mais fortes. Isso fez com que eu fosse me molhando, e o rubor tomou conta do meu rosto. Isso não passou despercebido pelo encarregado do local, que mais de uma vez já tinha me chamado pra sair escondido do meu marido, coisa que eu sempre recusei terminantemente, mas ali estava eu, quase nove horas da noite, num depósito de tecidos, com cinco homens perto de mim, alguns já sem camisa, com os corpos trabalhados pelo esforço do serviço, todos suados.
Já estavam quase terminando quando um deles sugeriu pegar umas cervejas pra tomar depois do fim da descarga. Eu olhava impaciente pro relógio e temia que meu marido ficasse bravo. Liguei pro celular dele e expliquei a situação. Ele me disse pra ficar tranquila e que, quando terminasse de trabalhar, pegasse um táxi pra casa. As cervejas chegaram. Me ofereceram e aceitei de boa, porque na verdade tava muito calor ali. Eles riam e sentaram perto de mim em uns rolos de tecido que tinham deixado a poucos metros. De vez em quando, eu sentia os olhares deles devorando minhas pernas ou tirando minha calcinha com os olhos. Minhas pernas tremeram e não consegui evitar ficar toda molhada. Meu rubor acabou me entregando de vez. Já tínhamos tomado umas cervejas e eu tava mais que soltinha. Meu encarregado começou a falar comigo de um jeito bem sensual, enquanto os outros me mandavam umas indiretas de duplo sentido. Eu tava nervosa, mas cada vez mais excitada.
Meu coração batia igual uma locomotiva e um frio percorria minhas costas inteiras. Sem pensar duas vezes, meu encarregado me beijou de boca aberta e enfiou a mão por baixo da minha saia. Eu tentei afastá-lo, mas se já tava excitada antes, com aquilo fiquei ainda mais. entregue de bandeja, que mais, embora o medo ainda estivesse em mim. Os dedos dele conferiram o quanto eu já estava molhada e, sem mais volta, ele enfiou a outra mão e puxou minha calcinha pra baixo, jogou na cara de um dos caras e enfiou um dedo dentro da minha pussy, que já estava totalmente cheia dos meus sucos. Entrou sem dificuldade. Tentei resistir, mas aquilo era um prazer, e logo me deixei tocar e meter não só mais um dedo, mas três juntos, que entravam e saíam todos encharcados dos meus fluidos. Olhei pro lado, extasiada. O cara que estava com minha calcinha a cheirava com cara de embriaguez. Isso me esquentou ainda mais. E fui me esquecendo de que era uma mulher casada e que estava sendo violentada à força. À força? Agora duvido disso, já que não fiz muito pra tentar me livrar daquela situação. Com minhas mãos, joguei tudo que estava na mesa no chão, enquanto um dos caras me despia a camisa, que caiu no chão junto com meu sutiã. Abri minhas pernas e não me importei mais com nada. Agarrei a cabeça do meu chefe e empurrei pra baixo. Ele se apossou da minha pussy como um selvagem.
Comecei a me contorcer de prazer. Um deles aproximou a cock da minha boca e rapidamente me agarrei nela, enquanto outro encostou a cock dura nos meus peitos, se punhetando com o que os outros estavam fazendo. Meu chefe tocava minha pussy com uma doçura e uma maestria incomparável, enfiava e tirava os três dedos como se nada fosse, e eu não parava mais de gemer e sacudir meus quadris pra cima e pra baixo pra dar e receber mais e mais prazer. Gozei rapidinho. Mas ele não se contentava com aquilo e queria mais. Me disse que eu era uma puta de merda como todas as cuties, e eu disse que sim, que era, e que queria ser a puta deles naquela noite. Me sentia fora de mim. O cara que estava se punhetando nos meus peitos os encheu de cum e aproximou a cock cheia de porra da minha boca. Nunca tinha chupado o pau do meu marido com gozo, mas eu estava muito emputecida e não Não me importava nada, só queria trepar, trepar e trepar, e ali tinha cinco paus duros todos pra mim. Com minha calcinha, um limpou a porra das minhas tetas e começou a chupar, morder e beliscar elas. Eu berrava de luxúria. Me chamavam de puta e isso me enlouquecia ainda mais.
Meu chefe meteu na minha buceta, partindo-me ao meio como se nada fosse. Pulei de prazer na mesa e arqueei meu corpo. Sentia nas minhas nádegas as bolas dele batendo no meu cu. Ele começou a serrar sem piedade. Nessa altura, eu gritava pra ele não parar, pra me comer mais forte, mais selvagem, mais violentamente, até que minhas palavras o deixaram quente igual um garanhão e ele inundou toda minha buceta com o esperma dele, grosso e fervendo. Ele tirou, deixando espaço pro primeiro que tava do lado. Eu chupava uma rola e, alternadamente, outra.
Eu tava como possuída pelo prazer. O que tava me comendo me agarrou pelo cu e me levantou no ar sem parar de me comer. Me sentia no céu do prazer. Ele me comeu não sei quanto tempo assim, até sentir o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas. Me colocaram de quatro nuns retalhos de pano e, enquanto um me dava a rola dele pra eu chupar, um se jogou no chão pra chupar minha buceta, e outro se posicionou atrás de mim pra chupar meu cu. Minha bunda derretia de prazer com aquela língua tão perfeccionista. Quando já tava meio dilatado, com dedo no meu buraquinho traseiro, ele apoiou a cabeça da rola dura contra meu cu e começou a empurrar uma e outra vez. A dor era terrível, mas, cada vez mais, o prazer também me invadia. Quando aquela rola entrou toda finalmente, o prazer era indescritível. Ele começou a me foder como se eu fosse a puta mais gostosa de Buenos Aires. Nessa altura, eu me sentia isso mesmo e adorava. O que tava embaixo se ajeitou e colocou como pôde a rola perto da minha buceta toda molhada. Combinaram os movimentos com o que tava me enterrando pelo cu e foi metendo sem muitos problemas, já que tava totalmente ensopada de meu cum. E assim, foi como senti pela primeira vez, três picas dentro de mim, uma na boca, uma no cu e a terceira enterrada como um cacete na pussy.
Esses caras me comiam sem dó, de vez em quando uma pica escapava e eles tinham que enfiar de novo pra me comer juntos de novo. Nem ideia de quantas vezes gozei nesse tempo todo. Isso era a glória e eu não tava disposta a perder nada. Primeiro, o que tava atrás encheu minha tiny ass de cum, e entre meus gemidos e suspiros por um novo orgasmo, o que tava na frente encharcou minha pussy de cum. As duas picas ficaram moles e escorrendo porra. Elas foram descansar. Os outros que esperaram a vez me pegaram entre gritos e xingamentos que só me deixavam mais puta de tesão. Até que também terminaram me ensopando de cum. Todos ficaram exaustos, e eu morta. Me lavei e me vesti no vestiário das mulheres. Quando saí, meu chefe tava lá, sorrindo pra mim, se oferecendo pra me levar em casa.
Quando cheguei, meu marido tava largado na cama dormindo, vestido. Não queria incomodar ele e me sentia suja pelo que fiz. Me deitei e não conseguia dormir. Os dias foram passando e esse sentimento de culpa foi se transformando em prazer e depois, em luxúria. Eu precisava dar como a slut que eu sentia que era. Depilei quase toda a pussy, deixando só um tufinho de pelo na pelve, e comecei a andar sem calcinha quando saía de casa pra ir trabalhar, lógico, que eu colocava no trabalho pra voltar pra casa. Meu chefe começou a me comer e também a me foder cada vez mais seguido. Pra mim já era uma necessidade dar pra ele ou outro macho. A cock do meu marido já não bastava e eu queria conhecer todas, pelo menos, todas que fossem possíveis. Meu chefe não só me comia ele, mas também trouxe um amigo numa noite marcada e me comeram os dois, me dando no salário no fim do mês uma grana nada desprezível. de grana que, obviamente, meu marido achava que era das horas extras que eu trabalhava cada vez mais pesado. Foi assim que um dia, não aguentando mais, e cheia de curiosidade, me deu na telha de entrar num cabaré pra tomar alguma coisa, e foi pra mim como entrar num mundo mágico, onde o sexo dava pra sentir no ar assim que passava pela porta de entrada... mas isso é outra história, que vou contar pra vocês bem em breve.
Casei com o Daniel há 18 anos. Ele era bancário e eu, por muito tempo, trabalhei no bairro do Brás, numa loja de tecidos de um judeu. Com meu marido, tudo era maravilha. A gente transava duas ou três vezes por semana, às vezes quatro. Ele era um homem que sempre gostava de fazer do jeito mais clássico. No começo, isso me dava muito prazer, mas o tempo foi passando e comecei a sentir curiosidade de fazer de um jeito mais selvagem.
Chegou a hora em que falei pro meu marido sobre minhas necessidades, com as bochechas vermelhas, meio por vergonha, mas também porque só de falar ou pensar nisso, eu ficava com um tesão danado. Ele se recusou terminantemente a transar daquele jeito. Dizia que ele me fazia amor, mas, pra ser sincera, eu queria sexo, e queria me sentir saciada sexualmente como se fosse uma puta gostosa. Tentei contar minhas fantasias pra ele, mas ele dizia que eu era maluca, e a única coisa que eu sentia cada vez mais era um tesão do caralho. Por um tempo, guardei minhas necessidades em silêncio. Eu continuava indo trabalhar na loja do Brás quase todo dia, às vezes tinha que ficar até mais tarde do que o normal porque chegavam tecidos e eu precisava fazer a contabilidade dos depósitos e do estoque.
Num sábado, quando já estava pronta pra ir embora, chegou um caminhão carregado de mercadoria. Não tinha jeito, tive que ficar até guardar o último rolo de tecido. Uma por uma, minhas colegas foram saindo do trabalho e eu fiquei sozinha com o encarregado da loja e com os 5 caras que vieram com o caminhão. Eu estava com todas as minhas coisas apoiadas na mesa do depósito de tecidos. De vez em quando, eu achava que os caras que estavam descendo os tecidos me olhavam e sorriam, conversando baixinho entre eles. Às vezes, até trocavam umas palavras sobre os teares com o encarregado da loja e Voltaram a rir, enquanto os olhos deles tentavam me olhar de soslaio, algo que dali dava pra perceber. Isso, mais do que me assustar, me deu uma onda súbita de sensualidade. Eu sentia minha entreperna tremer. E a cada olhada, minha buceta pulsava com batidas cada vez mais fortes. Isso fez com que eu fosse me molhando, e o rubor tomou conta do meu rosto. Isso não passou despercebido pelo encarregado do local, que mais de uma vez já tinha me chamado pra sair escondido do meu marido, coisa que eu sempre recusei terminantemente, mas ali estava eu, quase nove horas da noite, num depósito de tecidos, com cinco homens perto de mim, alguns já sem camisa, com os corpos trabalhados pelo esforço do serviço, todos suados.
Já estavam quase terminando quando um deles sugeriu pegar umas cervejas pra tomar depois do fim da descarga. Eu olhava impaciente pro relógio e temia que meu marido ficasse bravo. Liguei pro celular dele e expliquei a situação. Ele me disse pra ficar tranquila e que, quando terminasse de trabalhar, pegasse um táxi pra casa. As cervejas chegaram. Me ofereceram e aceitei de boa, porque na verdade tava muito calor ali. Eles riam e sentaram perto de mim em uns rolos de tecido que tinham deixado a poucos metros. De vez em quando, eu sentia os olhares deles devorando minhas pernas ou tirando minha calcinha com os olhos. Minhas pernas tremeram e não consegui evitar ficar toda molhada. Meu rubor acabou me entregando de vez. Já tínhamos tomado umas cervejas e eu tava mais que soltinha. Meu encarregado começou a falar comigo de um jeito bem sensual, enquanto os outros me mandavam umas indiretas de duplo sentido. Eu tava nervosa, mas cada vez mais excitada.
Meu coração batia igual uma locomotiva e um frio percorria minhas costas inteiras. Sem pensar duas vezes, meu encarregado me beijou de boca aberta e enfiou a mão por baixo da minha saia. Eu tentei afastá-lo, mas se já tava excitada antes, com aquilo fiquei ainda mais. entregue de bandeja, que mais, embora o medo ainda estivesse em mim. Os dedos dele conferiram o quanto eu já estava molhada e, sem mais volta, ele enfiou a outra mão e puxou minha calcinha pra baixo, jogou na cara de um dos caras e enfiou um dedo dentro da minha pussy, que já estava totalmente cheia dos meus sucos. Entrou sem dificuldade. Tentei resistir, mas aquilo era um prazer, e logo me deixei tocar e meter não só mais um dedo, mas três juntos, que entravam e saíam todos encharcados dos meus fluidos. Olhei pro lado, extasiada. O cara que estava com minha calcinha a cheirava com cara de embriaguez. Isso me esquentou ainda mais. E fui me esquecendo de que era uma mulher casada e que estava sendo violentada à força. À força? Agora duvido disso, já que não fiz muito pra tentar me livrar daquela situação. Com minhas mãos, joguei tudo que estava na mesa no chão, enquanto um dos caras me despia a camisa, que caiu no chão junto com meu sutiã. Abri minhas pernas e não me importei mais com nada. Agarrei a cabeça do meu chefe e empurrei pra baixo. Ele se apossou da minha pussy como um selvagem.
Comecei a me contorcer de prazer. Um deles aproximou a cock da minha boca e rapidamente me agarrei nela, enquanto outro encostou a cock dura nos meus peitos, se punhetando com o que os outros estavam fazendo. Meu chefe tocava minha pussy com uma doçura e uma maestria incomparável, enfiava e tirava os três dedos como se nada fosse, e eu não parava mais de gemer e sacudir meus quadris pra cima e pra baixo pra dar e receber mais e mais prazer. Gozei rapidinho. Mas ele não se contentava com aquilo e queria mais. Me disse que eu era uma puta de merda como todas as cuties, e eu disse que sim, que era, e que queria ser a puta deles naquela noite. Me sentia fora de mim. O cara que estava se punhetando nos meus peitos os encheu de cum e aproximou a cock cheia de porra da minha boca. Nunca tinha chupado o pau do meu marido com gozo, mas eu estava muito emputecida e não Não me importava nada, só queria trepar, trepar e trepar, e ali tinha cinco paus duros todos pra mim. Com minha calcinha, um limpou a porra das minhas tetas e começou a chupar, morder e beliscar elas. Eu berrava de luxúria. Me chamavam de puta e isso me enlouquecia ainda mais.
Meu chefe meteu na minha buceta, partindo-me ao meio como se nada fosse. Pulei de prazer na mesa e arqueei meu corpo. Sentia nas minhas nádegas as bolas dele batendo no meu cu. Ele começou a serrar sem piedade. Nessa altura, eu gritava pra ele não parar, pra me comer mais forte, mais selvagem, mais violentamente, até que minhas palavras o deixaram quente igual um garanhão e ele inundou toda minha buceta com o esperma dele, grosso e fervendo. Ele tirou, deixando espaço pro primeiro que tava do lado. Eu chupava uma rola e, alternadamente, outra.
Eu tava como possuída pelo prazer. O que tava me comendo me agarrou pelo cu e me levantou no ar sem parar de me comer. Me sentia no céu do prazer. Ele me comeu não sei quanto tempo assim, até sentir o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas. Me colocaram de quatro nuns retalhos de pano e, enquanto um me dava a rola dele pra eu chupar, um se jogou no chão pra chupar minha buceta, e outro se posicionou atrás de mim pra chupar meu cu. Minha bunda derretia de prazer com aquela língua tão perfeccionista. Quando já tava meio dilatado, com dedo no meu buraquinho traseiro, ele apoiou a cabeça da rola dura contra meu cu e começou a empurrar uma e outra vez. A dor era terrível, mas, cada vez mais, o prazer também me invadia. Quando aquela rola entrou toda finalmente, o prazer era indescritível. Ele começou a me foder como se eu fosse a puta mais gostosa de Buenos Aires. Nessa altura, eu me sentia isso mesmo e adorava. O que tava embaixo se ajeitou e colocou como pôde a rola perto da minha buceta toda molhada. Combinaram os movimentos com o que tava me enterrando pelo cu e foi metendo sem muitos problemas, já que tava totalmente ensopada de meu cum. E assim, foi como senti pela primeira vez, três picas dentro de mim, uma na boca, uma no cu e a terceira enterrada como um cacete na pussy.
Esses caras me comiam sem dó, de vez em quando uma pica escapava e eles tinham que enfiar de novo pra me comer juntos de novo. Nem ideia de quantas vezes gozei nesse tempo todo. Isso era a glória e eu não tava disposta a perder nada. Primeiro, o que tava atrás encheu minha tiny ass de cum, e entre meus gemidos e suspiros por um novo orgasmo, o que tava na frente encharcou minha pussy de cum. As duas picas ficaram moles e escorrendo porra. Elas foram descansar. Os outros que esperaram a vez me pegaram entre gritos e xingamentos que só me deixavam mais puta de tesão. Até que também terminaram me ensopando de cum. Todos ficaram exaustos, e eu morta. Me lavei e me vesti no vestiário das mulheres. Quando saí, meu chefe tava lá, sorrindo pra mim, se oferecendo pra me levar em casa.
Quando cheguei, meu marido tava largado na cama dormindo, vestido. Não queria incomodar ele e me sentia suja pelo que fiz. Me deitei e não conseguia dormir. Os dias foram passando e esse sentimento de culpa foi se transformando em prazer e depois, em luxúria. Eu precisava dar como a slut que eu sentia que era. Depilei quase toda a pussy, deixando só um tufinho de pelo na pelve, e comecei a andar sem calcinha quando saía de casa pra ir trabalhar, lógico, que eu colocava no trabalho pra voltar pra casa. Meu chefe começou a me comer e também a me foder cada vez mais seguido. Pra mim já era uma necessidade dar pra ele ou outro macho. A cock do meu marido já não bastava e eu queria conhecer todas, pelo menos, todas que fossem possíveis. Meu chefe não só me comia ele, mas também trouxe um amigo numa noite marcada e me comeram os dois, me dando no salário no fim do mês uma grana nada desprezível. de grana que, obviamente, meu marido achava que era das horas extras que eu trabalhava cada vez mais pesado. Foi assim que um dia, não aguentando mais, e cheia de curiosidade, me deu na telha de entrar num cabaré pra tomar alguma coisa, e foi pra mim como entrar num mundo mágico, onde o sexo dava pra sentir no ar assim que passava pela porta de entrada... mas isso é outra história, que vou contar pra vocês bem em breve.
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