A Vizinha Gostosa VIII

Como a duas casas da nossa, morava seu Júlio, um senhor de uns 60 anos, acompanhado da esposa, dona Brenda, uma mulher de 52 anos, muito amiga da minha avó. Num sábado de manhã cedo, seu Júlio tinha pedido à minha avó minha ajuda pra arrumar um quartinho elevado, que ficava no fundo do quintal da casa dele.
Era quase meio-dia quando cheguei, e imediatamente seu Júlio me levou até o lugar que ele queria arrumar. Era um quarto que ficava em cima do cômodo da lavanderia, e onde se subia por uma escada íngreme encostada na parede. Educadamente, ele me pediu pra ajudar a esposa dele a tirar umas caixas pro quintal, pra abrir espaço.
— Eu — disse ele com voz chorosa —, infelizmente já não tô pra esses trâmites e não posso fazer força.
Seu Júlio tinha sobrevivido a uma doença grave e a um derrame cerebral, que agora o obrigava a se apoiar numa bengala pra andar. Era um homem alto e de boa aparência, apesar da idade avançada, muito gentil e prestativo, a quem devíamos mais de um favor.
Dona Brenda, por sua vez, era a esposa do seu Júlio. Mulher baixinha, com cabelo tingido, tinha uns olhos lindos e uma personalidade encantadora. Com 1,56 m de altura e um pouco cheinha, tinha um quadril bonito e uma bunda grande. Mas o mais chamativo era aquele par de peitos grandes e bem formados que ela adorava exibir através de decotes generosos.
O quartinho estava cheio de várias caixas, e tinha num canto uma cama coberta com uma colcha velha verde, que tinha juntado bastante poeira com o tempo. Também tinha um armário, uma cômoda pequena e uma penteadeira com o espelho dela.
A cama estava ocupada por vários enfeites de cristal, e quando dona Brenda se inclinou pra pegá-los, me deu um show com a vista imponente da generosa porção dos peitos dela, nada desprezíveis, que dava pra ver pelo decote profundo. Obviamente, ela não tava de sutiã, e as tetas da mulher pendiam soltas. abraçadeira e se mostravam para mim em toda sua plenitude e esplendor.
Não pude evitar sentir desejo ao apreciar os atributos da moça, e me recriminei por aquele instinto animal que todos guardamos dentro de nós e que faz aflorar pensamentos sexuais.
Comecei a descer para o quintal algumas das caixas que estavam perto da entrada e, quando subi novamente, vi ela ajeitando um dos seios dentro do vestido. Pela minha cabeça passaram de novo umas ideias loucas, fazendo-me iludir de me tornar o receptor dos favores daquela mulher. Um novo sentimento de culpa me invadiu e tentei me convencer de que devia me comportar como um cavalheiro e me limitar a cumprir o favor que me haviam pedido.
— Osky, quero te pedir um favor.
— Sim, diga, dona Brenda.
— Por favor, sobe naquela cadeira e pega aquela caixa grande que está em cima do armário.
— Com todo prazer.
Subi na cadeira e, involuntariamente, olhei para baixo de novo. Pude apreciar, mais uma vez, o esplendoroso panorama dos seios dela através do decote e fiquei olhando besta. Ela sorriu para mim e tocou suavemente um peito com cada mão, num gesto que não soube interpretar. Um tanto perturbado, voltei à minha tarefa. Passei a caixa para ela, e ela anunciou que a levaria para o quintal.
Ao se aproximar do primeiro degrau, ela inesperadamente tropeçou e caiu de bruços no chão, onde começavam as escadas. Minha reação foi imediata e a segurei firmemente para evitar que caísse. Não foi minha intenção, mas naquele momento coloquei uma mão sobre o seio esquerdo dela e senti um choque de desejo no corpo, enquanto perguntava como ela estava.
— A senhora está bem, dona Brenda? Não se machucou?
— Não, não. Estou bem; só um pouco assustada.
— Se machucou? Deixa eu ajudar.
— Obrigada, estou bem; me ajuda a levantar.
Ofereci apoio para ela se levantar e, com a bunda, ela se encostou no meu púbis, provocando uma ereção que, acho, não passou despercebida para ela. Por causa de Naquela queda e do jeito que eu a segurei, o peito dela tinha escapado do vestido e eu não conseguia tirar as mãos daquela carne firme e quente, com um mamilo rosa escuro que ficava duro ao meu toque e convidava ao amor. A mulher deu alguns passos e se virou, enquanto tentava arrumar o decote, deixando por um instante a teta aparecer na minha frente.

— Parece que estou te dando um show. Que vergonha!
— Não se preocupe — respondi sem conseguir tirar os olhos do busto dela.

Com a desculpa de ajudá-la a chegar na cama com segurança, passei meu braço esquerdo por baixo do braço de dona Brenda, de um jeito que minha mão alcançava o lado da teta esquerda dela disfarçadamente, enquanto dona Brenda, como quem não quer nada, passou a mão direita de leve, roçando o volume nas minhas calças.

Deixei ela sentada na cama e subi de novo na cadeira para continuar descendo caixas da parte de cima do armário. Ela, já recuperada, se aproximou de mim e, com a voz suave, disse enquanto colocava a mão na minha perna esquerda:

— Cuidado, Osky. Não vá cair.
— Não se preocupe — respondi.

Ela começou a falar o quanto agradecia minha ajuda e o quanto sentia falta de um homem em casa, já que seu Júlio não conseguia satisfazê-la em nada. Fez questão de enfatizar essas últimas palavras. Falava enquanto apertava minha perna, e meu volume evidente ficava bem na altura do rosto dela.

De repente, ela colocou a mão direta e descaradamente no meu órgão genital, me fazendo dar um pulo. Nessa altura, o tesão já tinha tomado conta dos dois. Nós dois estávamos caminhando para uma fornicação iminente, meio disfarçada, mas claramente desejada e, por que não dizer, premeditada.

Ela abaixou o zíper das minhas calças e, metendo a mão, tirou minha rola pra fora, começando a chupar sem esperar nada. Quase caí da cadeira com aquela sensação. Quis me jogar em cima dela e fazer amor. De repente, a voz de seu Júlio se ouviu, chamando pra ver umas fotos antigas que eu tinha na mão e que ele tinha encontrado numa das caixas que a gente tinha descido. Isso me assustou, a ponto de me fazer perder a ereção.
— Acho que é hora de ir embora, antes que o dom Júlio possa pensar mal — falei. — Além disso, minha avó já deve ter o almoço pronto.
Ela me olhou e disse:
— Vem logo depois de almoçar. O Júlio sempre tira um cochilo e acorda lá pelas quatro da tarde. Vou deixar a porta destrancada. Não toca a campainha. Só empurra a porta, entra e vem direto pra este quarto. Vou estar te esperando.
Sem saber o que responder, só sorri pra ela e saí.
Eram duas horas da tarde em ponto quando voltei pra casa da dona Brenda. A porta estava destrancada, exatamente como ela tinha dito. Entrei sem falar nada e fui até o quartinho de cima. Ela não estava lá, mas notei que a cama já estava arrumada, com lençóis e colcha limpos. Ouvi uns passos subindo a escada e vi a dona Brenda com um roupão florido e fresquinho, recém-saída do banho e cheirando a um perfume delicioso. Ela sorriu pra mim e disse:
— Agora sim, temos duas horas só pra gente.
Querendo agir rápido, a mulher se deitou de costas na cama e desamarrou o roupão, liberando completamente os peitos lindos dela, que ficaram se exibindo pra mim. Ao mesmo tempo, ela levantou um joelho e, com esse movimento, mostrou a calcinha rosa que deixava à mostra a buceta e a parte de baixo das duas nádegas deliciosas, uma manobra descarada da excitada coroa.
— O que você me diz, Osky? — perguntou.
Eu não sabia o que responder, só conseguia me deliciar com o quadro de exibicionismo que ela me oferecia; as pernas curtas balançavam na minha frente. Em seguida, o corpo da senhora girou 180 graus pra mostrar o outro lado, como se tentasse convencer o cliente de que a mercadoria vale o preço pedido, o preço da sexualidade juvenil.
— O que você acha? — insistiu.
— A senhora é muito gostosa. —atiné a dizer com certa hesitação.
Bobo que sou, respondi, mas não parava de contemplar toda a sexualidade da senhora, que não perdia um único detalhe do efeito que causava em mim.
— Não podemos perder tempo — sentenciou.
Entendi que ela queria urgentemente realizar o ato sexual e que eu lhe desse aquele pedaço de carne que estava preso na minha calça já inchada. A mulherzinha se sentou na cama e aproveitou para agarrar meu mastro duro, que já não aguentava mais o confinamento. Com os peitos balançando, avaliou o aparelho: uns bons 22 ou 23 centímetros.
— Uiiii… Osky, olha só o que temos aqui!
— Não é nada — respondi, nervoso.
— Que barbaridade! Tão novinho e tão bem dotado!
— Não diga isso, é normal, só isso.
As cartas já estavam na mesa, e sem mais pudor; a senhora abaixou o zíper que escondia o pedaço de carne que avermelhava por causa do sangue que corria pelo membro a uma velocidade assustadora, libertou-o e com a mão começou uma massagem deliciosa que me levava aos extremos do prazer. A pica parecia ter sido invadida por uma trepadeira que a envolvia por todo o comprimento, tal era a impressão que as veias inchadas do mastro causavam.
A batida dos nossos corações enchia o quartinho com um ritmo que se alternava de um coração ao outro. Minha calça escorregou pelas pernas e soltou um som causado pelo choque da fivela com o chão, enquanto a mulher, desesperadamente, se livrava do roupão. Apertou meus glúteos e a pica ereta foi se cravar no buraco bucal de dona Brenda, que, sem nenhum receio, começou a dar umas lambidas eletrizantes. A glande aparecia e desaparecia na boca dela e, cada vez que saía, ficava com uma cor mais escura, quase roxa.
A excitação estava no auge da potência. A velha se deixou cair de costas na cama, puxando-me junto, provocando de forma impressionante que o falo fosse introduzido diretamente na buceta molhada. buraco da mulherzinha. Era tanta a umidade da buceta que a capacidade da pica substituiu uma quantidade equivalente de sucos e, claro, entrou como se estivesse surfando num mar de prazer e eu instintivamente empurrei com minhas nádegas para aprofundar mais na intimidade da dona Brenda.
Meu instinto animal veio à tona e, colocando os joelhos na cama, peguei as pernas da mulher e a levantei até a altura do meu ventre para perfurar com toda a força aquela mulher que me oferecia sua intimidade; a sensação foi a melhor do momento. A velha sentia suas entranhas sendo invadidas pelo mastro e não queria que o intruso escapasse, então apertou as pernas para prender o membro e contraiu seu interior, e a massagem me proporcionava um prazer indescritível.
Decidi me sentar na cama e, ao mesmo tempo, apertava as nádegas da mulher, o que fiz com tanta veemência que parecia que a mulher ia se partir ao meio; literalmente, eu a estava despedaçando. Com os olhos fechados e erguendo o olhar para o teto, puxei as nádegas da mulher e o falo alcançava o lugar mais profundo da intimidade feminina, que, por sua vez, sentia a cabeça quase roçando a cama e, com as mãos, tentava dar estabilidade ao corpo, sentindo como a penetração lhe dava um gozo de proporções inimagináveis; um pouco de dor misturada com um formigamento prazeroso anunciava um clímax próximo; o sangue esquentava no ritmo das investidas.
O barulho de chapinhar que se ouvia num ritmo cardíaco aumentava a sensação de prazer; os corpos se tensionavam e as pernas tremiam; a força com que eu apertava as nádegas da mulher fez com que o tronco dela se erguesse, e eu a ajudei com uma mão nas costas, enquanto as pernas femininas abraçavam minha cintura e nossas bocas se fundiam num beijo molhado; os peitos comprimiam seu volume no meu peito e ocorria a inevitável descarga de sêmen. Uma corrente elétrica percorria ambos os corpos e o Na real, isso me forçou a dobrar as pernas e cair de joelhos na cama, enquanto a mulher sentava no colo dele, sem soltar o prisioneiro mastro, completamente enfiado.
As forças foram embora dos dois e a gente desabou pesado para o lado, as respirações ofegantes entregavam um corre quente enquanto a tarde seguia seu rumo, o tempo tinha passado sem piedade, e a qualquer hora seu Júlio ia acordar.
Que momento, que trepada, que burrice! — pensei, me sentindo culpado por ter traído meu vizinho gente boa, mas sabendo também que tinha valido a pena.
Se seu Júlio descobrisse isso, o resultado não ia me agradar, então me vesti rápido e saí do quarto onde a safadeza tinha rolado. Mal tinha descido pro quintal, seu Júlio apareceu apoiado na bengala. Quase sem prestar atenção no que ele falava, comecei a arrumar as caixas no pátio, enquanto via dona Brenda sorrindo da janela do quarto lá em cima.
FIM!

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FONTE: MARQUEZE-

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