Relato de sexo de gente comun

Bom, companheiros do Poringa, essa é a minha primeira história e minha primeira contribuição pra essa comunidade linda. Espero que gostem.
Na minha vida, conheci muitas mulheres gostosas, sexo bom, papos interessantes, mas nunca tudo junto numa pessoa só: amante da espontaneidade, da adrenalina, da falta de vergonha e com sede de sexo.
Não quero começar como se fosse um conto, quero começar como se tivesse contando pra um amigo, então vai aqui.
Vocês não fazem ideia do inferno que essa mina pode causar com seu 1,70m, morena, peitos bem formados e definidos, uma bunda que faz qualquer um suspirar e um jeito de se vestir que realça todos os atributos dela. Ela usa muitos decotes, vestidos ou calças sociais e uma coisa que me deixa louco são os sapatos, que ela usava perfeitamente com o resto do corpo. Quando a conheci, já percebi o que esperava dela, o que queria dela, o que buscava nela. Por sorte, tive a chance de conhecê-la na aula, já que a gente estudava na mesma universidade, e com várias horas por semana juntos, dá pra puxar um papo fácil.
Lembro que um dia a convidei pra tomar um café no intervalo entre duas aulas que a gente tinha naquele dia, e a conversa tava ótima, bem divertida. Sozinhos no segundo andar, na sala de fumantes do café, sentados nuns sofás tão compridos que passam da sua cabeça, e assim fica muito gostoso tentar qualquer coisa. Eu tava levando a conversa pra onde queria, e queria sexo com ela. Café no meio, sorrisos, deixava ela à vontade com elogios originais e indiretas de que queria algo com ela. Ciente disso, ela se faz de sonsa e fala que vai ao banheiro.
Eu, pensando que talvez minha atitude tivesse incomodado ela, decidi mudar o rumo da conversa pra quando ela voltasse, mas longe de eu estar certo, ela para na minha frente e diz:
– Você quer algo comigo, né? Porque eu também.
Pasmo e encantado pela beleza dessa mulher parada na minha frente e decidida a querer. Ela agora direcionou a conversa, eu fiquei ouvindo as palavras dela. Ela me dizia coisas como que eu emanava sexo, que eu a fiz sentir muito à vontade e que ela ficou olhando pra minha entreperna de um jeito que eu nem percebia. Ela sentou do meu lado e me beijou com força, pegando na minha pica que já naquela hora tava explodindo, abaixando o decote e mostrando os peitos dela, que eu lambi com força. E, senhores, vou falar com toda sinceridade: naquele momento, eu sentia um mar de porra escorrendo por mim, e o líquido pré-gozando já tava chegando. Já todo molhado, falei pra ela que não aguentava mais, que a calça tava apertando demais, que eu tava muito excitado e que queria levar ela pra um hotel. Aí ela respondeu que não, que não costuma ir pra hotel só depois de um café, que preferia fazer ali mesmo, que a adrenalina de transar em público dá mais fome de sexo.

Eu nunca tinha vivido uma situação assim, a não ser num carro, mas tava cego e, claro, falei que sem problema nenhum. O que eu senti naquele momento era fantástico: uma gostosa sentada do meu lado, abaixando o zíper da minha calça jeans e fazendo caminho com a mão pra pegar na minha pica. Com a ponta do dedo indicador, ela tocava a cabeça dela. Quando fez isso, ela falou:
— É verdade, você se molhou, promíscuo.
E tirando a mão da minha calça, levou o dedo à boca e lambeu.

Eu já tava louco. Desabotoei a calça jeans, abaixei até os joelhos e convidei ela com um sinal pra chupar minha pica. Enquanto ela chupava, levantei um pouco o vestido dela e, com os dedos, puxei a calcinha fio dental, que tava bem molhada, e falei:
— Você também, garota sexy, se molhou.
E ela continuou chupando com mais força e fúria. A buceta dela tava toda depilada, quentinha e mais que lubrificada. Comecei a enfiar um dedo, depois dois. Lembro que tirava os dedos e chupava eles, e ela também chupava, e eu enfiava os dedos de novo na bucetinha dela.

Aquela imagem de estarmos nos dando prazer ao mesmo tempo, entrelaçados, e ouvindo as vozes dos outros clientes que estavam no térreo é o que... O que me excita hoje em dia toda vez que quero bater uma.
Ela pega, se levanta, me dá um beijo. Lembro que não senti nojo do meu próprio gosto saindo da boca dela, nem liguei. Na hora, já de pé na minha frente, ela puxa a tanga, levanta um pouco o vestido até as coxas e senta em cima de mim. Me fez ficar com vontade por um tempo, brincando com a ponta da minha cabeça e a buceta dela, esfregando e me olhando com tesão. Foi aí que ela disse que eu tenho um pau lindo e se deixou cair de uma vez. Lembro dos olhos dela, que se fecharam, e da boca, que se abriu soltando um suspiro. Ela começou a se mexer feito louca, tapando a boca pra não gritar. Enquanto isso, eu chupava os peitos dela. A gente continuou assim por vários minutos até eu falar que tava perto de gozar. Ela respondeu pra eu esperar mais um pouco, que ela ia junto também. Seguimos assim até gozarmos um no outro (que gozada boa). Não vou mentir: a gente terminou de transar, e ela pegou um guardanapo de pano. Tava escorrendo tanto que ela teve que se secar um pouco, porque de vestido ia ficar muito na cara o que tinha rolado. Eu fiz o mesmo da minha parte (pode parecer longa a história, mas tudo isso aconteceu em não mais que 12 minutos). A gente se vestiu e se ajeitou um pouco. Acendi dois cigarros, um pra mim e um pra ela, e chamei o garçom pedindo dois cafés e a conta...
O que tinha acontecido não deu tempo de ser assunto na conversa enquanto tomávamos o café. A gente só falou das coisas que podíamos fazer de novo mais pra frente. Combinamos de repetir, mas o que não tínhamos combinado era que, depois de 5 anos, estaríamos morando juntos, com data pra casar e, de vez em quando, alguma cena de sexo sem freio rola na nossa vida, seja num cinema, num ônibus, etc...
É isso, pessoal... Se vocês gostaram, prometo contar outra história. Tenham respeito, porque essa mulher agora é minha "mulher", e não venham com insultos nem palavras sujas.

2 comentários - Relato de sexo de gente comun

Te recontra felicito, pero me gustaria muuuuuuuuchooooo ver una foto de tu mujer 🤤 🤤 🤤