Meu nome é Lucía e tenho 18 anos. Atualmente moro com meu irmão de 19 anos e minha mãe de 42. Meus pais se divorciaram há alguns anos, então quase não vemos meu pai, e nós somos muito unidos.
Mesmo que pareça ruim eu dizer isso, tenho um corpo muito bem formado, coisa que herdei da minha mãe, que na idade dela ainda se mantém em boa forma porque faz ginástica pra isso. Mas, mesmo assim, depois da separação ela não teve outro parceiro...
Essa história começa num dia em que voltei das aulas mais cedo porque o professor que dava a aula antes do horário de saída faltou.
Como sempre, cheguei em casa e entrei, e embora soubesse que minha mãe e meu irmão estariam em casa naquela hora, estranhei não ouvir nenhum barulho. Eu estava indo pro meu quarto quando, sem ser vista, peguei meu irmão saindo do quarto da minha mãe, e ela, beijando ele na boca, disse: - Hoje você se comportou muito bem e me fez gozar como nunca, espero que amanhã a gente repita.
Eu saí de casa na hora e enrolei pra voltar no horário de sempre, mas não sabia o que pensar do que tinha visto e ouvido. E, mesmo desconfiando, estava determinada a descobrir. Com essa ideia, no dia seguinte fingi que ia pra aula como sempre, mas assim que saí, voltei a entrar sem ser vista e subi pro sótão, onde tinha uma fresta no chão que dava exatamente em cima do quarto da minha mãe. De lá, eu ia poder observar tudo o que acontecesse.
Não precisei esperar muito até ver minha mãe e meu irmão entrando no quarto se beijando apaixonadamente.
Depois, começaram a se despir devagar, e assim pude ver o corpo estupendo da minha mãe, com os peitos redondos e firmes que davam vontade de chupar, a bunda bem formada e a buceta totalmente depilada, que tentaria até um santo.
Também pude observar o pau do meu irmão, que no começo me surpreendeu pelo tamanho, mas depois me senti orgulhosa de ele ser tão bem dotado.
Depois disso, minha Meu irmão se deitou na cama de barriga pra cima e minha mãe começou a chupar a pica dele, engolindo até a garganta, mesmo que pelo tamanho não conseguia colocar tudo na boca, até que meu irmão jorrou todo o leite dele, e minha mãe tentou não desperdiçar nem uma gota, mas era tanto que escorreu pelo canto dos lábios dela.
Depois foi minha mãe quem se deitou de barriga pra cima e meu irmão começou chupando os peitos dela, se agarrando naqueles bicos como um bezerro, e depois foi descendo a cabeça até chegar na buceta dela, enfiando a cara nela e dando uma lambida que fez minha mãe gozar, ou pelo menos foi o que me pareceu pelos gemidos dela e porque ela pedia pro meu irmão — mais, não para, Aaaahhhhhh — nos momentos seguintes meu irmão subiu em cima dela e começou a meter, primeiro devagar e depois mais rápido, enquanto minha mãe dizia — mais forte, dá todo o teu leite pra sua mamãe. Siiiii.
Mas a parada não terminou aí porque depois que meu irmão gozou dentro dela e depois de descansar um pouco, minha mãe começou a chupar a pica dele de novo até ela ficar toda dura.
Nessa hora minha mãe ficou de quatro e pediu pro meu irmão meter no cu dela — Mete no cu da sua mamãe que eu sei que você gosta tanto quanto eu — e meu irmão, sem precisar ser convencido, enfiou com força, o que fez os dois gozarem pra caralho, até que meu irmão descarregou de novo dentro dela aquele líquido que ela tanto queria.
Eles ficaram largados na cama, exaustos depois da sessão de foda. Eu, sem conseguir me segurar, enfiava a mão na minha racha com um tesão incontrolável e, durante aquele tempo, gozei várias vezes que nem uma louca.
Depois de observar tudo o que contei, saí de casa e fingi que tinha chegado da escola como sempre. Mas o que eu pensava dia e noite era como fazer pra que meu irmão fizesse comigo o mesmo que fez com a mamãe, e mesmo sendo virgem, sonhava em ter aquela pica enorme dentro de mim.
Um dia em que meu irmão e eu ficamos sozinhos, resolvi tentar. excitá-lo pra ver se conseguia que me fodesse. Me vesti do jeito mais provocante que pude, colocando uma minissaia de couro preto e, por cima, um top transparente que deixava ver meus peitos redondos e bronzeados, e não coloquei calcinha nem sutiã.
Desci assim vestida pra sala onde meu irmão estava e sentei na frente dele. Assim que ele percebeu minha presença, me olhou e, ao notar como eu estava vestida, se surpreendeu um pouco, mas logo desviou o olhar pros meus peitos e depois pras minhas pernas, que eu abri pra ele ver minha buceta — coisa que ele fez, e o que viu com certeza o excitou, porque na calça dele dava pra ver o pau crescendo. Naquele momento, eu me despi completamente e falei com malícia:
— Gostou? — ao que ele respondeu — Claro, irmãzinha. — Fui me aproximando dele e, me abaixando, puxei a calça dele pra baixo e depois a cueca. Quando fiz isso, aquele pau enorme saltou pra frente que nem uma catapulta. Peguei ele com minhas mãos e, mesmo nunca tendo feito aquilo antes, comecei a chupar. Ele empurrou minha cabeça, mas não precisava, porque o prazer era tanto que eu não queria soltar e tentava enfiar tudo na boca, mesmo que, pelo tamanho, não coubesse.
Depois de um tempinho, ele descarregou todo o leite na minha boca. Tentei engolir, mas era tanto que não consegui engolir tudo, mas o que engoli eu adorei. Meu irmão ainda estava com o pau duro, o que me encantou, e pelo visto ele queria continuar aproveitando meu corpo, porque me fez deitar num sofá e começou a chupar meus peitos. Eu me sentia maravilhada com aquilo e, depois de um tempo, ele se dedicou a chupar minha buceta. Eu me senti no paraíso e tive meu primeiro orgasmo.
Depois de se despir, ele me perguntou se eu era virgem. Respondi que sim, mas que queria que fosse ele a me desvirgar. Ele concordou, dizendo que ficaria feliz em ser o primeiro. Então começou a meter o pau devagar até bater no meu hímem, deu uma estocada forte pra romper, e eu soltei um gritinho. gritei, mas ele abafou tapando minha boca com a dele, enfiando a língua até minha garganta.
Depois do primeiro momento, não senti mais dor nenhuma, então meu irmão parou de me beijar e continuou enfiando o pau dele cada vez mais fundo, o que me deixava louca de prazer. Depois de enfiar tudo e eu me acostumar, ele começou um vai e vem suave, mas profundo. Estávamos no auge da foda quando vejo minha mãe entrar pela porta. Ela ficou olhando para a gente, primeiro surpresa, mas depois satisfeita, porque disse: — Vejo que estão tendo uma festinha, pena que não fui convidada. — Naquele momento, meu irmão encheu minha buceta com o leite dele, me levando ao meu segundo orgasmo.
Enquanto a gente descansava, minha mãe se despiu completamente e se aproximou de mim, perguntando se eu tinha gostado do meu irmãozinho e que agora era ela quem ia me fazer gozar. Dito isso, me beijou o corpo todo, parando na minha buceta, e começou a lamber melhor do que meu irmão tinha feito, se posicionando de um jeito que a buceta dela ficou ao alcance da minha boca, então eu lambi a dela. Foi um 69 perfeito, que aproveitamos do começo ao fim, as duas chegando ao orgasmo ao mesmo tempo.
Meu irmão, nesse meio tempo, já tinha se recuperado completamente e, ao nos ver gozando daquele jeito, estava com o pau todo duro e exigiu enfiar no meu cu. No começo, resisti, porque o pau dele era grande demais, mas ele pegou um creme e foi enfiando um dedo, depois dois e até três dedos no meu buraco, que foi abrindo. Feito isso, colocou a ponta do pau no meu cu e foi enfiando devagar, até que metade do tronco estava dentro, esperando eu me acostumar.
Eu estava sentindo bastante dor e meus olhos se encheram de lágrimas, então minha mãe me consolava me beijando e dizendo: — No começo dói, mas depois você vai gozar como nunca.
Aos poucos, a dor passou e meus gemidos de dor se transformaram em gemidos de prazer. Quando ele percebeu isso... mano, ele terminou de enfiar a rola inteira, começando a meter e tirar, primeiro devagar e depois mais forte, até que espalhou dentro de mim aquele líquido que me deixava louca de prazer. E não sei se gozei mais com isso do que quando ele me desvirginou, de tanto que curti.
Depois dessas experiências, transamos muito frequentemente com meu irmão, com minha mãe ou entre os três sempre que queremos, porque tanto minha mãe, meu irmão quanto eu estamos sempre prontos pra isso e nunca mostramos sinais de cansaço.
Embora eu tenha tido relações sexuais com outras pessoas, homens e mulheres, o que mais curto é quando faço em casa e em família.
Mesmo que pareça ruim eu dizer isso, tenho um corpo muito bem formado, coisa que herdei da minha mãe, que na idade dela ainda se mantém em boa forma porque faz ginástica pra isso. Mas, mesmo assim, depois da separação ela não teve outro parceiro...
Essa história começa num dia em que voltei das aulas mais cedo porque o professor que dava a aula antes do horário de saída faltou.
Como sempre, cheguei em casa e entrei, e embora soubesse que minha mãe e meu irmão estariam em casa naquela hora, estranhei não ouvir nenhum barulho. Eu estava indo pro meu quarto quando, sem ser vista, peguei meu irmão saindo do quarto da minha mãe, e ela, beijando ele na boca, disse: - Hoje você se comportou muito bem e me fez gozar como nunca, espero que amanhã a gente repita.
Eu saí de casa na hora e enrolei pra voltar no horário de sempre, mas não sabia o que pensar do que tinha visto e ouvido. E, mesmo desconfiando, estava determinada a descobrir. Com essa ideia, no dia seguinte fingi que ia pra aula como sempre, mas assim que saí, voltei a entrar sem ser vista e subi pro sótão, onde tinha uma fresta no chão que dava exatamente em cima do quarto da minha mãe. De lá, eu ia poder observar tudo o que acontecesse.
Não precisei esperar muito até ver minha mãe e meu irmão entrando no quarto se beijando apaixonadamente.
Depois, começaram a se despir devagar, e assim pude ver o corpo estupendo da minha mãe, com os peitos redondos e firmes que davam vontade de chupar, a bunda bem formada e a buceta totalmente depilada, que tentaria até um santo.
Também pude observar o pau do meu irmão, que no começo me surpreendeu pelo tamanho, mas depois me senti orgulhosa de ele ser tão bem dotado.
Depois disso, minha Meu irmão se deitou na cama de barriga pra cima e minha mãe começou a chupar a pica dele, engolindo até a garganta, mesmo que pelo tamanho não conseguia colocar tudo na boca, até que meu irmão jorrou todo o leite dele, e minha mãe tentou não desperdiçar nem uma gota, mas era tanto que escorreu pelo canto dos lábios dela.
Depois foi minha mãe quem se deitou de barriga pra cima e meu irmão começou chupando os peitos dela, se agarrando naqueles bicos como um bezerro, e depois foi descendo a cabeça até chegar na buceta dela, enfiando a cara nela e dando uma lambida que fez minha mãe gozar, ou pelo menos foi o que me pareceu pelos gemidos dela e porque ela pedia pro meu irmão — mais, não para, Aaaahhhhhh — nos momentos seguintes meu irmão subiu em cima dela e começou a meter, primeiro devagar e depois mais rápido, enquanto minha mãe dizia — mais forte, dá todo o teu leite pra sua mamãe. Siiiii.
Mas a parada não terminou aí porque depois que meu irmão gozou dentro dela e depois de descansar um pouco, minha mãe começou a chupar a pica dele de novo até ela ficar toda dura.
Nessa hora minha mãe ficou de quatro e pediu pro meu irmão meter no cu dela — Mete no cu da sua mamãe que eu sei que você gosta tanto quanto eu — e meu irmão, sem precisar ser convencido, enfiou com força, o que fez os dois gozarem pra caralho, até que meu irmão descarregou de novo dentro dela aquele líquido que ela tanto queria.
Eles ficaram largados na cama, exaustos depois da sessão de foda. Eu, sem conseguir me segurar, enfiava a mão na minha racha com um tesão incontrolável e, durante aquele tempo, gozei várias vezes que nem uma louca.
Depois de observar tudo o que contei, saí de casa e fingi que tinha chegado da escola como sempre. Mas o que eu pensava dia e noite era como fazer pra que meu irmão fizesse comigo o mesmo que fez com a mamãe, e mesmo sendo virgem, sonhava em ter aquela pica enorme dentro de mim.
Um dia em que meu irmão e eu ficamos sozinhos, resolvi tentar. excitá-lo pra ver se conseguia que me fodesse. Me vesti do jeito mais provocante que pude, colocando uma minissaia de couro preto e, por cima, um top transparente que deixava ver meus peitos redondos e bronzeados, e não coloquei calcinha nem sutiã.
Desci assim vestida pra sala onde meu irmão estava e sentei na frente dele. Assim que ele percebeu minha presença, me olhou e, ao notar como eu estava vestida, se surpreendeu um pouco, mas logo desviou o olhar pros meus peitos e depois pras minhas pernas, que eu abri pra ele ver minha buceta — coisa que ele fez, e o que viu com certeza o excitou, porque na calça dele dava pra ver o pau crescendo. Naquele momento, eu me despi completamente e falei com malícia:
— Gostou? — ao que ele respondeu — Claro, irmãzinha. — Fui me aproximando dele e, me abaixando, puxei a calça dele pra baixo e depois a cueca. Quando fiz isso, aquele pau enorme saltou pra frente que nem uma catapulta. Peguei ele com minhas mãos e, mesmo nunca tendo feito aquilo antes, comecei a chupar. Ele empurrou minha cabeça, mas não precisava, porque o prazer era tanto que eu não queria soltar e tentava enfiar tudo na boca, mesmo que, pelo tamanho, não coubesse.
Depois de um tempinho, ele descarregou todo o leite na minha boca. Tentei engolir, mas era tanto que não consegui engolir tudo, mas o que engoli eu adorei. Meu irmão ainda estava com o pau duro, o que me encantou, e pelo visto ele queria continuar aproveitando meu corpo, porque me fez deitar num sofá e começou a chupar meus peitos. Eu me sentia maravilhada com aquilo e, depois de um tempo, ele se dedicou a chupar minha buceta. Eu me senti no paraíso e tive meu primeiro orgasmo.
Depois de se despir, ele me perguntou se eu era virgem. Respondi que sim, mas que queria que fosse ele a me desvirgar. Ele concordou, dizendo que ficaria feliz em ser o primeiro. Então começou a meter o pau devagar até bater no meu hímem, deu uma estocada forte pra romper, e eu soltei um gritinho. gritei, mas ele abafou tapando minha boca com a dele, enfiando a língua até minha garganta.
Depois do primeiro momento, não senti mais dor nenhuma, então meu irmão parou de me beijar e continuou enfiando o pau dele cada vez mais fundo, o que me deixava louca de prazer. Depois de enfiar tudo e eu me acostumar, ele começou um vai e vem suave, mas profundo. Estávamos no auge da foda quando vejo minha mãe entrar pela porta. Ela ficou olhando para a gente, primeiro surpresa, mas depois satisfeita, porque disse: — Vejo que estão tendo uma festinha, pena que não fui convidada. — Naquele momento, meu irmão encheu minha buceta com o leite dele, me levando ao meu segundo orgasmo.
Enquanto a gente descansava, minha mãe se despiu completamente e se aproximou de mim, perguntando se eu tinha gostado do meu irmãozinho e que agora era ela quem ia me fazer gozar. Dito isso, me beijou o corpo todo, parando na minha buceta, e começou a lamber melhor do que meu irmão tinha feito, se posicionando de um jeito que a buceta dela ficou ao alcance da minha boca, então eu lambi a dela. Foi um 69 perfeito, que aproveitamos do começo ao fim, as duas chegando ao orgasmo ao mesmo tempo.
Meu irmão, nesse meio tempo, já tinha se recuperado completamente e, ao nos ver gozando daquele jeito, estava com o pau todo duro e exigiu enfiar no meu cu. No começo, resisti, porque o pau dele era grande demais, mas ele pegou um creme e foi enfiando um dedo, depois dois e até três dedos no meu buraco, que foi abrindo. Feito isso, colocou a ponta do pau no meu cu e foi enfiando devagar, até que metade do tronco estava dentro, esperando eu me acostumar.
Eu estava sentindo bastante dor e meus olhos se encheram de lágrimas, então minha mãe me consolava me beijando e dizendo: — No começo dói, mas depois você vai gozar como nunca.
Aos poucos, a dor passou e meus gemidos de dor se transformaram em gemidos de prazer. Quando ele percebeu isso... mano, ele terminou de enfiar a rola inteira, começando a meter e tirar, primeiro devagar e depois mais forte, até que espalhou dentro de mim aquele líquido que me deixava louca de prazer. E não sei se gozei mais com isso do que quando ele me desvirginou, de tanto que curti.
Depois dessas experiências, transamos muito frequentemente com meu irmão, com minha mãe ou entre os três sempre que queremos, porque tanto minha mãe, meu irmão quanto eu estamos sempre prontos pra isso e nunca mostramos sinais de cansaço.
Embora eu tenha tido relações sexuais com outras pessoas, homens e mulheres, o que mais curto é quando faço em casa e em família.
16 comentários - Mama, Yo y mi Hermano
Muy bueno!!.....
En todos los relatos de FANTASIA que publico AroLoco siempre comentas lo mismo.... 🤔
dios,dios
no t das cuenta q es un relato pedazo de sorete inservible
y aparte no hables de enfermedad q vos dijiste q le romperias el orto a tu vieja
en todo caso se lo rompo yo 😉
bye bye
🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳
dios,dios
no t das cuenta q es un relato pedazo de sorete inservible
y aparte no hables de enfermedad q vos dijiste q le romperias el orto a tu vieja
en todo caso se lo rompo yo 😉
bye bye
🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
por cierto muy buena.
😀