Amiguinhos e amiguinhas, vou roubar mais um tempinho da sua atenção gentil. Trago direto da fábrica de perversões com sede em Almagro, Cidade de Buenos Aires, uma nova história onde se misturam sexo, perversões, autobiografias e pesadelos, medos e abismos mentais.
Sempre temperados com alguma surpresinha escondida.
Ideal pro bolso furado do cavalheiro e pro bolso traseiro da calça jeans da moça, pelo módico preço do prazer de saber que vocês me leram. Se quiser deixar seu comentário, é super bem-vindo!
Pra fazer companhia, deixo uma musiquinha da minha banda favorita, Radiohead!
Um abraço enorme pra todo mundo que sempre me apoiou, apesar das minhas piadas ruins e/ou lisérgicas de madrugada! 😬
http://www.goear.com/files/localplayer.swf?file
[/swf]http://www.goear.com/files/localplayer.swf?fileAVAREZA (Relato de uma maldição)
Lembro quando me perdi, me desviei do mundo; saí da corrida e não houve minuto lá fora nem sino que me salvasse.
Eu tinha tudo, talvez não exatamente tudo, mas sim muito, muitíssimo dinheiro e posses (todas transformáveis em ouro, não por nostalgia, mas pelo seu valor intrínseco).
Inchei minha fortuna em troca de favores nem sempre limpos, por causa do meu vício em dinheiro, saí da lei às vezes de formas não muito elegantes, mas sempre encontrava um salvo-conduto que me recolocava no circuito.
Com o tempo, aprendi que o dinheiro era meu único amigo confiável, que todo mundo ao meu redor era comprável, que tudo tinha um preço e então, isso era negociável; principalmente se negociado comigo e meus seguranças.
Eu tinha um sistema organizado com o qual garantia a fidelidade daqueles macacos musculosos, eles vinham de famílias pobres, que eram mantidas com o salário miserável que eu dava e, ao castrá-los, tirava toda motivação de adrenalina, exceto matar e bater.
Cheguei à conclusão, depois de quebrar costelas, joelhos, dedos e mandíbulas de devedores inadimplentes, que isso não trazia um grande lucro e que, além disso, me custava ter soldados cada vez mais bem treinados e mais selvagens... por isso inventei um método mais engenhoso de cobrança.
Maridos com mulheres gostosas frequentemente tinham dívidas comigo, que eram saldadas com a carne das mulheres da casa, sempre convencendo "pacificamente" seus maridos, era isso ou quebrar vários ossos e queimar suas casas para abater parte das dívidas.
É incrível o quão convincente pode ser uma reputação violenta e três caras de dois metros de altura, totalmente desequilibrados e armados.
Uma das poucas coisas que me excitava mais do que revisar minha caixa de peças de ouro era pegar a mulher de outro, enquanto ele olhava e, em alguns casos, curtia vendo como comiam a buceta da mulher dele, chegando a bater uma punheta em silêncio, sem piscar; talvez tentando não perder um segundo do que acontecia a metros do seu ser imundo.
O mais suculento que me vem à mente é uma sequência de um acerto de contas: pegamos uma família jantando. Era inverno e lá fora fazia muito frio, então decidimos entrar sem bater.
Eram três: marido (devedor, viciado em jogo e cheirador), mulher e filha.
A menina era um sonho, 20 anos recém-completados, a mulher 42 e era uma mais gostosa que a outra.
Ambas loirinhas, a filha tinha tranças, eram altas, de olhos verdes, e até as ruguinhas leves que surgiam nos cantos dos olhos a deixavam muito interessante quando sorria, embora essa mulher não tenha sorrido muitas vezes naquela noite.
Chegamos a um acordo: a dívida era reduzida pela metade e eu deixava uns 10.000 novos pra ele apostar e tentar ganhar pra sair um pouco do buraco. Em troca, eu levava as posses mais preciosas dele naquela noite, ficando as duas à minha completa mercê para futuros favores sexuais, quando eu quisesse. De quebra, evitava que eu o matasse pelos 500.000 que ele me devia.
Umas lágrimas escaparam quando ele entendeu que estava encurralado por uma besta com a qual não se podia raciocinar: esse era eu.
Ele começou a tremer enquanto me olhava com cara de carneiro no matadouro, pedindo piedade em silêncio, e eu disse:
— Vou ter que quebrar seus dois tornozelos pra você chorar com razão? Ou vai assumir suas cagadas e entender que aqui não tem muita escolha?
— Não, mas eu... — disse o cuzão.
— Poucas coisas me dão mais nojo do que um filho da puta cagão que não pensa antes de fazer certas merdas ou apostas, que é a mesma coisa nesse caso! Além disso, você desprezou o dinheiro, achando que ia sair impune disso? Devia arrancar um olho seu...
Os capangas bateram um pouco nele.
— Não batam na cara, quero que ele possa ver o que vamos fazer. Na barriga e nos rins, rapazes!
Depois de uns golpes pra amansar, subimos as escadas pra tomar um banho, as duas mulheres e eu, e o bom marido e/ou Padre, pra que o senhor não esqueça que com dinheiro não se brinca.
Na banheira, a mulher se acomodou atrás de mim e a filha na frente, pra eu ter a vista mais agradável e pra que a mais habilidosa cuidasse de mim, de quebra talvez a filha aprendesse alguma coisa. Elas tinham se convencido de que aquilo não era brincadeira depois de ver a surra que o idiota da casa levou, isso deixou elas mais dóceis e prestativas.
Depois do banho, de cansar de chupar a boca carnuda e delicada da filha, de sentir as mãos dedicadas e experientes da esposa e relaxar com a água quente, fomos pro quarto de casal.
Antes, mandei o marido se despir, expondo assim uma ereção considerável dele.
Mandei ele buscar uma garrafa de champanhe na geladeira, pra soltar um pouco mais as mulheres, adicionando alguma substância, um "aditivo" especial pra elas se motivarem e derrubarem todas as barreiras; se é que ainda tinha alguma.
Quando o marido entrou, a esposa tinha trocado um estado de raiva e nojo por causa do tesão do maridinho viciado; por uma emoção muito mais interessante pra mim: vingança.
Ela tinha me pedido pra falar um minuto com a filha antes, a sós, e eu deixei.
A garota concordava enquanto olhava pro chão com vergonha, a cara toda vermelha e os mamilos rosados enormes inchados formando uma espécie de cone, coroando um par de peitos fenomenais, sem serem grandes mas com aquele formato de pera, com uma certa caída.
Os peitos da mãe eram realmente grandes, imaculados, e os mamilos estavam eretos, eu queria morder eles enquanto hipnotizava elas com o olhar, deitado na cama.
A bunda da mãe não era das melhores, mas dava pra ver que já tinha rodado bastante, diferente da da garota, que era magrinha e arredondada, delicada e talvez até virginal.
Quando o marido chegou, preparei as taças com o "ajudante" e as duas beberam até o fim.
Elas se sentiam tontas, mas quando se deitaram do meu lado, ao acariciar a generosa entreperna da esposa, notei como a A umidade escorria deliciosamente.
Beijava as duas, aproximando os rostos delas cada vez mais, até sussurrar:
— Sejam boazinhas, se beijem.
A garota segurou o rosto da mãe e, tremendo, deu um beijo que terminou numa exploração com a língua de cada canto da boca gloriosa da mãe, por um bom tempo.
Não lembro se o que mais me excitava era ter duas mulheres tão gostosas à minha mercê, a perversão do pai olhando e se esquentando, ou pensar no barato que me custou conseguir os favores de duas mulheres assim.
Depois de se beijarem longamente, empurrei delicadamente as cabeças delas para baixo e me deram um boquete de antologia. Dava pra ver as línguas se roçando, percorrendo o tronco, as bolas, a cabeça da piroca, sentir a garota chupando a cabeça como se a vida dela dependesse disso, enquanto a mãe enfiava as duas bolas na boca desesperada.
Fechei os olhos e relaxei, me recostando pra deixar meus outros sentidos se encherem do que rolava: os sons do jeito que tavam me chupando se misturavam com outro som, estranho, que eu não distinguia direito... ao olhar pro lado, descobri que era o imbecil, batendo uma como um animal, babando.
Me deu nojo e comecei a perder a ereção. Com um sinal, os caras levaram ele arrastado pra fora do quarto enquanto ele gritava igual um louco: queria ficar olhando.
Senti um pouco de pena, falei pra um dos caras deixarem ele olhar pelo buraco da fechadura e comecei a rir.
Fazia muito tempo que não ria com tanta satisfação como agora.
A risada cortou quando senti uns dedos cutucando entre as nádegas.
Me levantei e a filha, enquanto com uma mão punhetava a mãe que me chupava de quatro, oferecendo a buceta inteira pra filha, com a outra mão cutucava entre minhas nádegas procurando meu cu.
Deixei ela brincar um pouquinho e me levantei de repente:
— Agora é minha vez de brincar, vem cá, puta, você vai ver.
— Não, por favor, que eu... nunca...
—Cala a boca ou eu quebro todos os seus dentes, vou te mostrar como se faz uma bunda.
Eu tava com a pica explodindo, sabia que não ia durar muito comendo aquela anjinha, mas não podia me dar ao luxo de perder isso.
Mandei ela ficar de quatro, a mãe deitar, e falei: "já que você gosta da buceta da mamãe, chupa ela direito, senão te mato, garota."
Sem dizer nada, cuspi no cu da mina, que se abria desafiador e apertado na minha frente.
Enfiei o dedo do meio e sentia ela reclamando gemendo enquanto não parava de chupar freneticamente o clitóris da mulher, que beliscava os próprios mamilos, de olhos fechados e boca entreaberta.
Depois de alargar um pouco o cu, encaixei a ponta da pica naquele ânus lindo, maravilhoso e bem fechadinho e comecei a empurrar com força.
Foi difícil, ela se mexia, se contorcia, e tive que dar um tapa na nuca dela enquanto lembrava quem mandava aqui.
Peguei ela pelo cabelo e empurrei, empurrei até quase enfiar as bolas no cu dela, bombei como se fosse a última foda; adorava como ela gemia a cada estocada, mas faltava algo.
Então peguei ela pelo cabelo e falei:
— Enfia todos os dedos que couberem nessa buceta divina que a sua mãe tem, agora.
Quando eu tava quase gozando, ela já tinha enfiado o quarto dedo e girava a mão pra alargar a entrada, enquanto a mãe empurrava o pulso dela pra dentro pedindo aos gritos "mais, mais, sua filha da puta, assim!".
Comecei a gozar, não resisti à imagem de ver a mãe se levantando gritando quando entrou a mão inteira da filha, até o punho, literalmente!
Despejei uma quantidade de porra como nunca na vida enquanto torturava o clitóris daquela garota, acariciando bruscamente e sabendo que ela adorava, foi lindo ver o cu dela se contraindo tentando fechar e não conseguindo, ver a porra escapando de dentro dela enquanto ela continuava se masturbando a buceta como se estivesse possuída, ainda com a outra mão dentro da mãe dele, toda extasiada.
Voltei pro banheiro pra me lavar, troquei de roupa e fui embora, deixando mais uma surra naquele imbecil, só por prazer; embora duvide que caiba mais algum prazer na minha alma.
Também lembro de um negócio que deu errado... pelo qual ainda tô pagando.
Tentei cobrar uns ciganos e, como era de esperar, me fodi e agora carrego uma maldição pra vida toda.
Por mais que tente, não consigo escapar dessa cruz e, mesmo tentando, não consigo morrer, já faz mais de trezentos anos.
Vejo como tudo ao meu redor vai mudando, vi como me transformaram em escravo naquele acampamento com um pacto de sangue com o diabo, vi como meu dinheiro sumiu, como fui roubado por aqueles que eu roubei na ânsia de conseguir mais e mais, como caí na minha própria armadilha e agora, a única esperança que me resta é que um dia o inferno congele e eu seja libertado dessa magia cigana.
E essa é a história da minha queda, do meu fim eterno.[/swf]
Sempre temperados com alguma surpresinha escondida.
Ideal pro bolso furado do cavalheiro e pro bolso traseiro da calça jeans da moça, pelo módico preço do prazer de saber que vocês me leram. Se quiser deixar seu comentário, é super bem-vindo!
Pra fazer companhia, deixo uma musiquinha da minha banda favorita, Radiohead!
Um abraço enorme pra todo mundo que sempre me apoiou, apesar das minhas piadas ruins e/ou lisérgicas de madrugada! 😬
http://www.goear.com/files/localplayer.swf?file
[/swf]http://www.goear.com/files/localplayer.swf?fileAVAREZA (Relato de uma maldição)
Lembro quando me perdi, me desviei do mundo; saí da corrida e não houve minuto lá fora nem sino que me salvasse.
Eu tinha tudo, talvez não exatamente tudo, mas sim muito, muitíssimo dinheiro e posses (todas transformáveis em ouro, não por nostalgia, mas pelo seu valor intrínseco).
Inchei minha fortuna em troca de favores nem sempre limpos, por causa do meu vício em dinheiro, saí da lei às vezes de formas não muito elegantes, mas sempre encontrava um salvo-conduto que me recolocava no circuito.
Com o tempo, aprendi que o dinheiro era meu único amigo confiável, que todo mundo ao meu redor era comprável, que tudo tinha um preço e então, isso era negociável; principalmente se negociado comigo e meus seguranças.
Eu tinha um sistema organizado com o qual garantia a fidelidade daqueles macacos musculosos, eles vinham de famílias pobres, que eram mantidas com o salário miserável que eu dava e, ao castrá-los, tirava toda motivação de adrenalina, exceto matar e bater.
Cheguei à conclusão, depois de quebrar costelas, joelhos, dedos e mandíbulas de devedores inadimplentes, que isso não trazia um grande lucro e que, além disso, me custava ter soldados cada vez mais bem treinados e mais selvagens... por isso inventei um método mais engenhoso de cobrança.
Maridos com mulheres gostosas frequentemente tinham dívidas comigo, que eram saldadas com a carne das mulheres da casa, sempre convencendo "pacificamente" seus maridos, era isso ou quebrar vários ossos e queimar suas casas para abater parte das dívidas.
É incrível o quão convincente pode ser uma reputação violenta e três caras de dois metros de altura, totalmente desequilibrados e armados.
Uma das poucas coisas que me excitava mais do que revisar minha caixa de peças de ouro era pegar a mulher de outro, enquanto ele olhava e, em alguns casos, curtia vendo como comiam a buceta da mulher dele, chegando a bater uma punheta em silêncio, sem piscar; talvez tentando não perder um segundo do que acontecia a metros do seu ser imundo.
O mais suculento que me vem à mente é uma sequência de um acerto de contas: pegamos uma família jantando. Era inverno e lá fora fazia muito frio, então decidimos entrar sem bater.
Eram três: marido (devedor, viciado em jogo e cheirador), mulher e filha.
A menina era um sonho, 20 anos recém-completados, a mulher 42 e era uma mais gostosa que a outra.
Ambas loirinhas, a filha tinha tranças, eram altas, de olhos verdes, e até as ruguinhas leves que surgiam nos cantos dos olhos a deixavam muito interessante quando sorria, embora essa mulher não tenha sorrido muitas vezes naquela noite.
Chegamos a um acordo: a dívida era reduzida pela metade e eu deixava uns 10.000 novos pra ele apostar e tentar ganhar pra sair um pouco do buraco. Em troca, eu levava as posses mais preciosas dele naquela noite, ficando as duas à minha completa mercê para futuros favores sexuais, quando eu quisesse. De quebra, evitava que eu o matasse pelos 500.000 que ele me devia.
Umas lágrimas escaparam quando ele entendeu que estava encurralado por uma besta com a qual não se podia raciocinar: esse era eu.
Ele começou a tremer enquanto me olhava com cara de carneiro no matadouro, pedindo piedade em silêncio, e eu disse:
— Vou ter que quebrar seus dois tornozelos pra você chorar com razão? Ou vai assumir suas cagadas e entender que aqui não tem muita escolha?
— Não, mas eu... — disse o cuzão.
— Poucas coisas me dão mais nojo do que um filho da puta cagão que não pensa antes de fazer certas merdas ou apostas, que é a mesma coisa nesse caso! Além disso, você desprezou o dinheiro, achando que ia sair impune disso? Devia arrancar um olho seu...
Os capangas bateram um pouco nele.
— Não batam na cara, quero que ele possa ver o que vamos fazer. Na barriga e nos rins, rapazes!
Depois de uns golpes pra amansar, subimos as escadas pra tomar um banho, as duas mulheres e eu, e o bom marido e/ou Padre, pra que o senhor não esqueça que com dinheiro não se brinca.
Na banheira, a mulher se acomodou atrás de mim e a filha na frente, pra eu ter a vista mais agradável e pra que a mais habilidosa cuidasse de mim, de quebra talvez a filha aprendesse alguma coisa. Elas tinham se convencido de que aquilo não era brincadeira depois de ver a surra que o idiota da casa levou, isso deixou elas mais dóceis e prestativas.
Depois do banho, de cansar de chupar a boca carnuda e delicada da filha, de sentir as mãos dedicadas e experientes da esposa e relaxar com a água quente, fomos pro quarto de casal.
Antes, mandei o marido se despir, expondo assim uma ereção considerável dele.
Mandei ele buscar uma garrafa de champanhe na geladeira, pra soltar um pouco mais as mulheres, adicionando alguma substância, um "aditivo" especial pra elas se motivarem e derrubarem todas as barreiras; se é que ainda tinha alguma.
Quando o marido entrou, a esposa tinha trocado um estado de raiva e nojo por causa do tesão do maridinho viciado; por uma emoção muito mais interessante pra mim: vingança.
Ela tinha me pedido pra falar um minuto com a filha antes, a sós, e eu deixei.
A garota concordava enquanto olhava pro chão com vergonha, a cara toda vermelha e os mamilos rosados enormes inchados formando uma espécie de cone, coroando um par de peitos fenomenais, sem serem grandes mas com aquele formato de pera, com uma certa caída.
Os peitos da mãe eram realmente grandes, imaculados, e os mamilos estavam eretos, eu queria morder eles enquanto hipnotizava elas com o olhar, deitado na cama.
A bunda da mãe não era das melhores, mas dava pra ver que já tinha rodado bastante, diferente da da garota, que era magrinha e arredondada, delicada e talvez até virginal.
Quando o marido chegou, preparei as taças com o "ajudante" e as duas beberam até o fim.
Elas se sentiam tontas, mas quando se deitaram do meu lado, ao acariciar a generosa entreperna da esposa, notei como a A umidade escorria deliciosamente.
Beijava as duas, aproximando os rostos delas cada vez mais, até sussurrar:
— Sejam boazinhas, se beijem.
A garota segurou o rosto da mãe e, tremendo, deu um beijo que terminou numa exploração com a língua de cada canto da boca gloriosa da mãe, por um bom tempo.
Não lembro se o que mais me excitava era ter duas mulheres tão gostosas à minha mercê, a perversão do pai olhando e se esquentando, ou pensar no barato que me custou conseguir os favores de duas mulheres assim.
Depois de se beijarem longamente, empurrei delicadamente as cabeças delas para baixo e me deram um boquete de antologia. Dava pra ver as línguas se roçando, percorrendo o tronco, as bolas, a cabeça da piroca, sentir a garota chupando a cabeça como se a vida dela dependesse disso, enquanto a mãe enfiava as duas bolas na boca desesperada.
Fechei os olhos e relaxei, me recostando pra deixar meus outros sentidos se encherem do que rolava: os sons do jeito que tavam me chupando se misturavam com outro som, estranho, que eu não distinguia direito... ao olhar pro lado, descobri que era o imbecil, batendo uma como um animal, babando.
Me deu nojo e comecei a perder a ereção. Com um sinal, os caras levaram ele arrastado pra fora do quarto enquanto ele gritava igual um louco: queria ficar olhando.
Senti um pouco de pena, falei pra um dos caras deixarem ele olhar pelo buraco da fechadura e comecei a rir.
Fazia muito tempo que não ria com tanta satisfação como agora.
A risada cortou quando senti uns dedos cutucando entre as nádegas.
Me levantei e a filha, enquanto com uma mão punhetava a mãe que me chupava de quatro, oferecendo a buceta inteira pra filha, com a outra mão cutucava entre minhas nádegas procurando meu cu.
Deixei ela brincar um pouquinho e me levantei de repente:
— Agora é minha vez de brincar, vem cá, puta, você vai ver.
— Não, por favor, que eu... nunca...
—Cala a boca ou eu quebro todos os seus dentes, vou te mostrar como se faz uma bunda.
Eu tava com a pica explodindo, sabia que não ia durar muito comendo aquela anjinha, mas não podia me dar ao luxo de perder isso.
Mandei ela ficar de quatro, a mãe deitar, e falei: "já que você gosta da buceta da mamãe, chupa ela direito, senão te mato, garota."
Sem dizer nada, cuspi no cu da mina, que se abria desafiador e apertado na minha frente.
Enfiei o dedo do meio e sentia ela reclamando gemendo enquanto não parava de chupar freneticamente o clitóris da mulher, que beliscava os próprios mamilos, de olhos fechados e boca entreaberta.
Depois de alargar um pouco o cu, encaixei a ponta da pica naquele ânus lindo, maravilhoso e bem fechadinho e comecei a empurrar com força.
Foi difícil, ela se mexia, se contorcia, e tive que dar um tapa na nuca dela enquanto lembrava quem mandava aqui.
Peguei ela pelo cabelo e empurrei, empurrei até quase enfiar as bolas no cu dela, bombei como se fosse a última foda; adorava como ela gemia a cada estocada, mas faltava algo.
Então peguei ela pelo cabelo e falei:
— Enfia todos os dedos que couberem nessa buceta divina que a sua mãe tem, agora.
Quando eu tava quase gozando, ela já tinha enfiado o quarto dedo e girava a mão pra alargar a entrada, enquanto a mãe empurrava o pulso dela pra dentro pedindo aos gritos "mais, mais, sua filha da puta, assim!".
Comecei a gozar, não resisti à imagem de ver a mãe se levantando gritando quando entrou a mão inteira da filha, até o punho, literalmente!
Despejei uma quantidade de porra como nunca na vida enquanto torturava o clitóris daquela garota, acariciando bruscamente e sabendo que ela adorava, foi lindo ver o cu dela se contraindo tentando fechar e não conseguindo, ver a porra escapando de dentro dela enquanto ela continuava se masturbando a buceta como se estivesse possuída, ainda com a outra mão dentro da mãe dele, toda extasiada.
Voltei pro banheiro pra me lavar, troquei de roupa e fui embora, deixando mais uma surra naquele imbecil, só por prazer; embora duvide que caiba mais algum prazer na minha alma.
Também lembro de um negócio que deu errado... pelo qual ainda tô pagando.
Tentei cobrar uns ciganos e, como era de esperar, me fodi e agora carrego uma maldição pra vida toda.
Por mais que tente, não consigo escapar dessa cruz e, mesmo tentando, não consigo morrer, já faz mais de trezentos anos.
Vejo como tudo ao meu redor vai mudando, vi como me transformaram em escravo naquele acampamento com um pacto de sangue com o diabo, vi como meu dinheiro sumiu, como fui roubado por aqueles que eu roubei na ânsia de conseguir mais e mais, como caí na minha própria armadilha e agora, a única esperança que me resta é que um dia o inferno congele e eu seja libertado dessa magia cigana.
E essa é a história da minha queda, do meu fim eterno.[/swf]
28 comentários - A Ganância (Relato de uma maldição)
felicitaciones amigo 😉
Gracias por el post y por compartir con todo P! el compañerismo y la diversión.
Te saluda tu amigo SDPV 😉
Bexxxos!
Mónica
Van points, favoritos, y espero MP para asistir a tu próxima criatura. 😉
Como dijeron por ahí arriba, la caracterización del mafioso \"cobra deudas\" es GENIAL.
La escena de la madre e hija es DE ANTOLOGÍA!
La verdad de la milanesa es que......
IMPONENTE RELATO!
[por tu perfil veo que tenés otros, los voy a ir leyendo y comentando con el paso de los días]
Saludos. 😉
la caracterizacion del \"cobrador de deudas\" es fantastica, y concuerdo con los amigos de arriba...la narracion del trio es impresionante!! (apelando al fetiche/perversion de mirar a tu pareja teniendo sexo con otro)
excelente relato pablo, atrapante como los anteriores!! 😉
Abrazo amigo!!
Imponente....
Grandioso...!
Stephen king triple XXX!
el tema no lo conocía, totalmente adecuado!
excelente maestro!
para cuando el libro 😀 😀 😀
nos vemos segui asi te dejo +5 suerte
<<< Valuz!!! >>>
fulldiego - la banda de P!
Felicitaciones amigo¡¡ Se supera en cada uno de los pecados 😀 😀
Los vivillos terminan muertos en vida jeje
Felicitaciones!!
+10
GRACIAS POR PERMITIRNOS SOÑAR
LLUVIA DE BENDICIONES PARA EL GRAN PABLO ALMAGRO!!!
brujo777 P! después del amor mi mejor compañía
😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳
Usted viene a ser un discípulo de Tarantino !!!
GRAN LABURO !!! 😉
La maldicion a mi me parece le da el toque especial al relato,gracias por seguir compartiendo tus cuentos
LA PIRATITA 😉
Pablito clavó un clavito ......
Y si, otro mas en esta secuela!!!
Pablo, escribís de una forma que realmente provoca.
Tenia ganas de meterme en el cuento y \"recagarte a trompadas\" y tambien tenia miedo de tus matones.
Y me calenté con la perdida de límites entre madre e hija.
Menos mal que fue eun sueño... uhhh nooooo
estoy despiertooooooooo. Jajajaja.
Genial otra vez me preció muy bueno!
El final es abrupto quizas en tu LIBRO de
para extenderlo un poco más.
Te felicito
Bruce.
un abrazo Pablo...
Muy buen post!! 😛 😛
Besitos!!
\"FRUTILLITA\"
y por ultimo eres un groso
TALENTO08 P! Gracias por el post,
ACUERDATE, COMENTAR ES UN ORGASMO
Como siempre mis felicitaciones otra obra de arte.
Ya que hablamos de avaricia acordate d euqe tenes que empezar a cobrar 😀 😀 😀
como veras todavia no termino de leer tus pecados capitales, es decir, todavia no acabo 😀 😀 😀
lareinadelnilo
la banda de P!
relato!!!
Besos,Olivia.