Tudo o que vou contar aconteceu numa noite que ia ser só um jantar entre dois casais.
Tudo começou porque a amiga da minha namorada disse pra gente marcar um dia e jantar na casa de alguém, os quatro juntos. Como eu gosto de cozinhar, falei que eu arrumava o lugar e cuidava da comida, e que a bebida e a diversão ficavam por conta do resto.
Então marcamos pra uma sexta à noite de inverno, que era perfeita porque o tempo não tava bom pra passear nem sair pra lugar nenhum.
Já tinha planejado o jantar: uma salada de acompanhamento com filés de lombo ao molho de cogumelos e batatas rústicas fritas cortadas em cubinhos.
O resto do pessoal trouxe umas bandejas de doces e castanhas pra petiscar junto com as doses de bebida das garrafas que trouxeram.
Combinamos de todo mundo chegar às dez, e isso me dava tempo no começo da noite pra deixar tudo pronto quando eles chegassem. Tava arrumando a mesa pros quatro, colocando a louça e até uns copos que comprei pra ocasião, quando ouvi a campainha e fui abrir a porta. Eles vieram todos juntos. Falei pra entrarem e me darem os casacos, e eles começaram a tirar. Pra minha surpresa, minha namorada e a outra mina estavam usando vestidos curtos e decotados, enquanto os homens estavam de roupa normal.
Incentivei eles a entrarem e sentarem na mesa, que já tava pronta, menos a comida, que tava na cozinha, pronta e tampada pra não esfriar.
Com a comida na mesa e servida, começamos a beber um espumante que comprei pra ocasião e a conversar de boa sobre como tinha sido o dia de cada um, até terminar o jantar.
Eu, com a ideia de que a noite não acabasse depois da comida, e vendo que o tempo tinha piorado — começou a chover e trovejar —, arrumei os sofás na sala, um de frente pro outro, e uma mesinha baixa no meio pra colocar as taças e os petiscos.
Depois que cada casal ocupou um sofá e já tava tudo pronto, Ouvi um trovão e as luzes apagaram. Todo mundo ficou tenso, mas eu, sem perder tempo, fui direto na gaveta do móvel bar pegar umas velas até a luz voltar. Depois do susto e tal, continuamos conversando e bebendo nossos copos, agora com bebidas mais fortes. A gente ria e falava sem tabu sobre assuntos mais quentes, trocando olhares uns pros outros por causa da situação. A amiga (Maria) da minha namorada (Elena), já bem bebida igual ao resto de nós, me perguntou se eu tinha um baralho. Respondi que sim, que tava na mesma gaveta onde peguei as velas.
Ela levantou, pegou o baralho, colocou na mesa e disse com um sorriso safado: "Então, a que a gente joga?" Ninguém falou nada, aí ela completou: "Vamos jogar a carta mais alta." Eu respondi que a gente devia apostar algo pra deixar mais interessante. Ela riu, olhou pra todo mundo e disse: "A gente aposta a roupa." Ninguém falou nada, então Maria começou a embaralhar enquanto avisava que ia tirar os coringas e que, se saíssem, seriam especiais.
Com o baralho já na mesa e a luz fraca das velas, cada um pegou uma carta e no final todo mundo mostrou. Eu empatei com o Antônio, o namorado da Maria, e as duas meninas tiraram cartas bem altas. Elas olharam pra gente e mandaram: "Tirem as camisas." Já sem camisa, peito nu, a gente tirou outra carta. Aí veio a surpresa: saiu um coringa, e as meninas disseram que todo mundo tinha que ficar de roupa íntima.
Começamos a tirar os sapatos, e os homens foram baixando as calças enquanto as meninas, que só usavam vestidos, tiraram eles e deixaram à mostra a roupa íntima: umas calcinhas fio dental que exibiam as bundas redondas e empinadas, realçando o sexo, e sutiãs justinhos. A gente, de cueca, vendo a situação, começou a ficar com um belo volume por baixo da roupa, e elas não se faziam de rogadas ao olhar pros nossos pacotes. já bem proeminentes. Mesmo assim, pegamos as cartas de novo, mas dessa vez quem tirasse a carta mais alta mandava. Então mostramos nossas jogadas e, porra, peguei um rei, que era a carta mais alta. Parei por um segundo pra pensar e, em seguida, olhei pras minas e falei que queria que elas começassem a se beijar e se apalpar. O Antonio me olhou e deu um sorrisão. Elas, ao ouvir isso, sentaram uma do lado da outra e começaram a se beijar, enquanto a gente, sentado na frente, olhava e ficava ainda mais excitado. O clima esquentou porque as duas começaram a brincar com as línguas e a se pegar nos peitos.
Quando vimos aquilo, quase ao mesmo tempo, eu e o Antonio baixamos as cuecas, deixando à mostra nossos paus enormes de tão tesudos, e começamos a bater punheta enquanto elas nos olhavam e tiravam os sutiãs sem parar de se beijar, mostrando os peitos com os mamilos durinhos de tesão, até tirarem as calcinhas, deixando ver as bucetas depiladinhas e com os pelos bem cuidados. Eu e o Antonio estávamos loucos, não aguentávamos mais de tanto tesão naquela situação. Elas pararam por um segundo e mandaram a gente sentar. Em seguida, se ajoelharam na frente dos nossos paus inchadíssimos e começaram a dar uns boquetes dos sonhos. A situação de estar chupando meu pau e ver outra mina pelada do meu lado chupando o pau de outro cara era super excitante.
As minas continuaram assim, chupando nossos paus e, de vez em quando, passando a língua nas nossas bolas, colocando elas na boca pra soltar de novo e continuar chupando vara, até que viram que se continuassem, a gente ia gozar na boca delas. Então se levantaram, se olharam, se aproximaram e cochicharam algo no ouvido uma da outra. A gente, na expectativa, esperou até que as duas, quase ao mesmo tempo, falaram que a gente ia ser os cachorros delas e que faria tudo o que elas, nossas donas, mandassem.
Sem sair do sofá, as duas ficaram de pé na nossa frente e subiram no sofá, deixando suas... Sexos na altura das nossas bocas, a situação fazia meu sangue ferver porque já sentia o cheiro dos sucos que começavam a brotar da racha da Elena. As duas disseram para a gente esticar as línguas, que queriam que seus cachorrinhos lambessem suas rachas. Então, sem mais delongas, começamos a comer as bucetas delas, enfiando a língua entre os lábios e lambendo o clitóris. Assim continuamos por um tempo, enquanto as duas gemiam de prazer, se tocavam e, de vez em quando, se beijavam apaixonadamente, ou uma chupava os peitos da outra, até que primeiro a Maria começou a gritar de gosto e gozou na boca do Antonio. A Elena, vendo aquilo, não aguentou mais as investidas da minha língua e me inundou a boca com seus suquinhos salgados.
Depois disso, elas sentaram ao nosso lado e começaram a nos beijar e a tocar nossas picas, sem deixar de vez em quando de se atracar uma na outra e se beijar. Quando viram que a gente tava com os paus bem duros, mandaram a gente ficar de pé, e elas se ajoelharam as duas no sofá, mostrando suas bundas e suas bucetas úmidas e pulsando. E veio uma nova ordem das nossas donas: "Cachorrinhos, queremos que vocês nos montem como dois bons filhos da puta no cio." Então, sem mais preâmbulos, enfiamos nossos nabos nas rachas delas, que estavam fervendo. Elas gemiam de prazer ao sentir nossos paus entrando, enormes e inchados.
A Maria, gritando, disse pra Elena deixar o cachorrinho dela, que queria experimentar. A Elena respondeu que ficaria com o dela. E, para nosso espanto, nos desgrudamos delas. A Maria veio pra mim, agarrou meu sexo como se fosse uma coleira e me levou pra um dos sofás, enquanto a Elena fazia o mesmo com o Antonio. A Maria, sem cerimônia, me fez sentar no sofá e começou a me punhetar, cada vez aproximando mais da boca. Cheirou meu pau, esticou a língua e começou a percorrer todo o meu nabo, chupando como se fosse arrancar ele fora, até que se jogou no sofá, subiu as pernas pernas e disse que queria que eu fodesse ela, enquanto Elena não tinha perdido tempo com Antonio e diretamente o sentou no sofá e montou nele, quicando e fodendo como uma louca, falando as putarias mais inimagináveis, depois saiu daquela montaria e se jogou no chão, abrindo as pernas e pedindo pra Antonio meter nela. Quando Antonio estava prestes a gozar, Elena percebeu e se afastou pra ficar atrás dele, pegou na pica dele e bateu uma punheta até ele começar a gozar. Maria gozou de novo enquanto eu a fodia, e depois disso me afastei, mas ela ainda não estava satisfeita e se colocou de quatro, abrindo o cu com as mãos, mostrando um rabo bem aberto e uma buceta escorrendo suco. Na sequência, gritando, me disse pra dar no cu dela, que queria sentir o rabo cheio de carne. Eu, sem pensar duas vezes, fui atrás dela e enfiei meu membro de uma vez só no cu dela e continuei até não aguentar mais e inundei o cu dela com meu gozo.
Estando todos nessa situação de orgia, fodendo sem parar, as minas cansaram da troca e cada um voltou com seu par. Peguei Elena com vontade e sussurrei no ouvido dela se ela tinha gostado de como o cachorrinho dela fodia ou o rabo do outro cachorro. Ela respondeu pra eu calar a boca e continuar fodendo ela, que queria meu gozo quente na boca dela. Ao ouvir isso, quase não aguentei, me levantei e comecei a gozar no rosto dela e na boca meio aberta. Antonio, que estava com Maria montada nele, viu isso e disse pra ela sair de cima, que queria gozar na boca dela. Maria não reclamou e começou a chupar ele até conseguir que um jato de porra jorrasse do pau dele.
Depois disso, as duas estavam sentadas no sofá, cada uma com seu parceiro, terminando de limpar o gozo que escorria pelo rosto delas, e nós do lado delas com as picas começando a murchar depois de tanta foda. quantidade de sexo.
Continuamos assim um pouco no sofá até que cada um pegou sua parceira pra levar pro quarto e a noite terminar na intimidade dos lençóis.
Acho que quando todo mundo se enfiou debaixo dos lençóis, a gente caiu no sono, porque na manhã seguinte estávamos com boa aparência no café da manhã.
Essa é a primeira das histórias que escrevo, espero que não seja a última e poder continuar contando pra vocês.
Tudo começou porque a amiga da minha namorada disse pra gente marcar um dia e jantar na casa de alguém, os quatro juntos. Como eu gosto de cozinhar, falei que eu arrumava o lugar e cuidava da comida, e que a bebida e a diversão ficavam por conta do resto.
Então marcamos pra uma sexta à noite de inverno, que era perfeita porque o tempo não tava bom pra passear nem sair pra lugar nenhum.
Já tinha planejado o jantar: uma salada de acompanhamento com filés de lombo ao molho de cogumelos e batatas rústicas fritas cortadas em cubinhos.
O resto do pessoal trouxe umas bandejas de doces e castanhas pra petiscar junto com as doses de bebida das garrafas que trouxeram.
Combinamos de todo mundo chegar às dez, e isso me dava tempo no começo da noite pra deixar tudo pronto quando eles chegassem. Tava arrumando a mesa pros quatro, colocando a louça e até uns copos que comprei pra ocasião, quando ouvi a campainha e fui abrir a porta. Eles vieram todos juntos. Falei pra entrarem e me darem os casacos, e eles começaram a tirar. Pra minha surpresa, minha namorada e a outra mina estavam usando vestidos curtos e decotados, enquanto os homens estavam de roupa normal.
Incentivei eles a entrarem e sentarem na mesa, que já tava pronta, menos a comida, que tava na cozinha, pronta e tampada pra não esfriar.
Com a comida na mesa e servida, começamos a beber um espumante que comprei pra ocasião e a conversar de boa sobre como tinha sido o dia de cada um, até terminar o jantar.
Eu, com a ideia de que a noite não acabasse depois da comida, e vendo que o tempo tinha piorado — começou a chover e trovejar —, arrumei os sofás na sala, um de frente pro outro, e uma mesinha baixa no meio pra colocar as taças e os petiscos.
Depois que cada casal ocupou um sofá e já tava tudo pronto, Ouvi um trovão e as luzes apagaram. Todo mundo ficou tenso, mas eu, sem perder tempo, fui direto na gaveta do móvel bar pegar umas velas até a luz voltar. Depois do susto e tal, continuamos conversando e bebendo nossos copos, agora com bebidas mais fortes. A gente ria e falava sem tabu sobre assuntos mais quentes, trocando olhares uns pros outros por causa da situação. A amiga (Maria) da minha namorada (Elena), já bem bebida igual ao resto de nós, me perguntou se eu tinha um baralho. Respondi que sim, que tava na mesma gaveta onde peguei as velas.
Ela levantou, pegou o baralho, colocou na mesa e disse com um sorriso safado: "Então, a que a gente joga?" Ninguém falou nada, aí ela completou: "Vamos jogar a carta mais alta." Eu respondi que a gente devia apostar algo pra deixar mais interessante. Ela riu, olhou pra todo mundo e disse: "A gente aposta a roupa." Ninguém falou nada, então Maria começou a embaralhar enquanto avisava que ia tirar os coringas e que, se saíssem, seriam especiais.
Com o baralho já na mesa e a luz fraca das velas, cada um pegou uma carta e no final todo mundo mostrou. Eu empatei com o Antônio, o namorado da Maria, e as duas meninas tiraram cartas bem altas. Elas olharam pra gente e mandaram: "Tirem as camisas." Já sem camisa, peito nu, a gente tirou outra carta. Aí veio a surpresa: saiu um coringa, e as meninas disseram que todo mundo tinha que ficar de roupa íntima.
Começamos a tirar os sapatos, e os homens foram baixando as calças enquanto as meninas, que só usavam vestidos, tiraram eles e deixaram à mostra a roupa íntima: umas calcinhas fio dental que exibiam as bundas redondas e empinadas, realçando o sexo, e sutiãs justinhos. A gente, de cueca, vendo a situação, começou a ficar com um belo volume por baixo da roupa, e elas não se faziam de rogadas ao olhar pros nossos pacotes. já bem proeminentes. Mesmo assim, pegamos as cartas de novo, mas dessa vez quem tirasse a carta mais alta mandava. Então mostramos nossas jogadas e, porra, peguei um rei, que era a carta mais alta. Parei por um segundo pra pensar e, em seguida, olhei pras minas e falei que queria que elas começassem a se beijar e se apalpar. O Antonio me olhou e deu um sorrisão. Elas, ao ouvir isso, sentaram uma do lado da outra e começaram a se beijar, enquanto a gente, sentado na frente, olhava e ficava ainda mais excitado. O clima esquentou porque as duas começaram a brincar com as línguas e a se pegar nos peitos.
Quando vimos aquilo, quase ao mesmo tempo, eu e o Antonio baixamos as cuecas, deixando à mostra nossos paus enormes de tão tesudos, e começamos a bater punheta enquanto elas nos olhavam e tiravam os sutiãs sem parar de se beijar, mostrando os peitos com os mamilos durinhos de tesão, até tirarem as calcinhas, deixando ver as bucetas depiladinhas e com os pelos bem cuidados. Eu e o Antonio estávamos loucos, não aguentávamos mais de tanto tesão naquela situação. Elas pararam por um segundo e mandaram a gente sentar. Em seguida, se ajoelharam na frente dos nossos paus inchadíssimos e começaram a dar uns boquetes dos sonhos. A situação de estar chupando meu pau e ver outra mina pelada do meu lado chupando o pau de outro cara era super excitante.
As minas continuaram assim, chupando nossos paus e, de vez em quando, passando a língua nas nossas bolas, colocando elas na boca pra soltar de novo e continuar chupando vara, até que viram que se continuassem, a gente ia gozar na boca delas. Então se levantaram, se olharam, se aproximaram e cochicharam algo no ouvido uma da outra. A gente, na expectativa, esperou até que as duas, quase ao mesmo tempo, falaram que a gente ia ser os cachorros delas e que faria tudo o que elas, nossas donas, mandassem.
Sem sair do sofá, as duas ficaram de pé na nossa frente e subiram no sofá, deixando suas... Sexos na altura das nossas bocas, a situação fazia meu sangue ferver porque já sentia o cheiro dos sucos que começavam a brotar da racha da Elena. As duas disseram para a gente esticar as línguas, que queriam que seus cachorrinhos lambessem suas rachas. Então, sem mais delongas, começamos a comer as bucetas delas, enfiando a língua entre os lábios e lambendo o clitóris. Assim continuamos por um tempo, enquanto as duas gemiam de prazer, se tocavam e, de vez em quando, se beijavam apaixonadamente, ou uma chupava os peitos da outra, até que primeiro a Maria começou a gritar de gosto e gozou na boca do Antonio. A Elena, vendo aquilo, não aguentou mais as investidas da minha língua e me inundou a boca com seus suquinhos salgados.
Depois disso, elas sentaram ao nosso lado e começaram a nos beijar e a tocar nossas picas, sem deixar de vez em quando de se atracar uma na outra e se beijar. Quando viram que a gente tava com os paus bem duros, mandaram a gente ficar de pé, e elas se ajoelharam as duas no sofá, mostrando suas bundas e suas bucetas úmidas e pulsando. E veio uma nova ordem das nossas donas: "Cachorrinhos, queremos que vocês nos montem como dois bons filhos da puta no cio." Então, sem mais preâmbulos, enfiamos nossos nabos nas rachas delas, que estavam fervendo. Elas gemiam de prazer ao sentir nossos paus entrando, enormes e inchados.
A Maria, gritando, disse pra Elena deixar o cachorrinho dela, que queria experimentar. A Elena respondeu que ficaria com o dela. E, para nosso espanto, nos desgrudamos delas. A Maria veio pra mim, agarrou meu sexo como se fosse uma coleira e me levou pra um dos sofás, enquanto a Elena fazia o mesmo com o Antonio. A Maria, sem cerimônia, me fez sentar no sofá e começou a me punhetar, cada vez aproximando mais da boca. Cheirou meu pau, esticou a língua e começou a percorrer todo o meu nabo, chupando como se fosse arrancar ele fora, até que se jogou no sofá, subiu as pernas pernas e disse que queria que eu fodesse ela, enquanto Elena não tinha perdido tempo com Antonio e diretamente o sentou no sofá e montou nele, quicando e fodendo como uma louca, falando as putarias mais inimagináveis, depois saiu daquela montaria e se jogou no chão, abrindo as pernas e pedindo pra Antonio meter nela. Quando Antonio estava prestes a gozar, Elena percebeu e se afastou pra ficar atrás dele, pegou na pica dele e bateu uma punheta até ele começar a gozar. Maria gozou de novo enquanto eu a fodia, e depois disso me afastei, mas ela ainda não estava satisfeita e se colocou de quatro, abrindo o cu com as mãos, mostrando um rabo bem aberto e uma buceta escorrendo suco. Na sequência, gritando, me disse pra dar no cu dela, que queria sentir o rabo cheio de carne. Eu, sem pensar duas vezes, fui atrás dela e enfiei meu membro de uma vez só no cu dela e continuei até não aguentar mais e inundei o cu dela com meu gozo.
Estando todos nessa situação de orgia, fodendo sem parar, as minas cansaram da troca e cada um voltou com seu par. Peguei Elena com vontade e sussurrei no ouvido dela se ela tinha gostado de como o cachorrinho dela fodia ou o rabo do outro cachorro. Ela respondeu pra eu calar a boca e continuar fodendo ela, que queria meu gozo quente na boca dela. Ao ouvir isso, quase não aguentei, me levantei e comecei a gozar no rosto dela e na boca meio aberta. Antonio, que estava com Maria montada nele, viu isso e disse pra ela sair de cima, que queria gozar na boca dela. Maria não reclamou e começou a chupar ele até conseguir que um jato de porra jorrasse do pau dele.
Depois disso, as duas estavam sentadas no sofá, cada uma com seu parceiro, terminando de limpar o gozo que escorria pelo rosto delas, e nós do lado delas com as picas começando a murchar depois de tanta foda. quantidade de sexo.
Continuamos assim um pouco no sofá até que cada um pegou sua parceira pra levar pro quarto e a noite terminar na intimidade dos lençóis.
Acho que quando todo mundo se enfiou debaixo dos lençóis, a gente caiu no sono, porque na manhã seguinte estávamos com boa aparência no café da manhã.
Essa é a primeira das histórias que escrevo, espero que não seja a última e poder continuar contando pra vocês.
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