Minha prima virgem Paola

Minha prima Paola veio morar com a gente faz um ano, porque veio estudar em Brasília. Ela tem 18 anos, uns 1,60m, morena, e como toda veracruzana tem uma bunda larga e redonda, bem dotada. De peito, não sei as medidas certas, mas tem um par que, não importa o que vista, parece bem grandinho e redondo. Ela dividia o quarto com minha irmã de 26 anos.

Eu, por minha vez, tenho 24 anos, 1,70m, magro, atlético, cabelo preto, moreno e de costas largas. Eu não via minha priminha de outro jeito até os 15 anos dela. Ela usava um vestido que valorizava o busto, dava pra ver bem aquele par de melões, e, bom, quando ela veio morar com a gente e entrou no colégio, usava calças justas que deixavam ver a bunda grande e redonda, sem ser gorda.

Tudo começou uma vez que meus pais foram viajar pra Veracruz, minha irmã foi com o namorado e eu fiquei sozinho com ela. Enquanto jantávamos, conversávamos sobre as pessoas do bairro onde a gente mora. Eu gosto de várias minas que moram na rua, e ela me perguntou que nota eu dava pra cada uma. Depois que acabaram, começamos com os conhecidos e depois com os parentes. E claro, ela me perguntou que nota eu dava pra ela, e eu falei que, sem dúvida, um 8,5. Digamos que o rosto dela, apesar de não ser feio, não é o melhor atributo. Fomos pro quarto e continuamos conversando sobre isso, e ela comentou que de onde vem, um povoado em Veracruz, não dá pra ter privacidade, porque todo mundo te conhece e sabe o que você faz ou não, e que por isso nem sabia como usar camisinha.

Por causa da confiança que a gente tinha, eu falei que podia ensinar ela a usar uma, e falei sério. Pensei em explicar com algum objeto, ensinar de um jeito normal, como qualquer palestrante faria numa escola. Ela me perguntou se eu seria capaz de fazer isso, e sem nenhum pudor eu falei que sim. Sim. Peguei um dos meus preservativos que guardo no meu armário e quando ela viu, fez uma cara meio nervosa e surpresa. Peguei uma vela que tenho, que era larga o bastante, e expliquei o jeito certo de usar. Mas quando peguei a vela, ela fez uma cara de decepção, acho que pensou que eu ia tirar o pau e colocar na frente dela. Ela disse:

— Ei, mas isso é uma vela…
— Ué, sim. O que você queria, que eu tirasse ele e te mostrasse como fazer?

Naquela hora, a libido subiu à cabeça e em questão de segundos eu vi ela ali, com uma camisola que marcava os biquinhos dos peitos e as pernas cruzadas. Pensei: por que caralhos eu não vou poder fazer nada? Ela já deve estar toda molhada, perguntando sobre camisinha, então por que não? Continuei…

— Pra mim não teria problema, mas e se pra você tiver? E, principalmente, não quero arrumar confusão com sua mãe ou meus pais, porque e se você contar e der merda com mal-entendido?
— Ah, como assim? Já te contei que quase transei com um dos meus ex-namorados e sei das suas sacanagens. Então você sabe muito e eu sei muito…
— Bom…

Sem mais vergonha, baixei minha pijama — que, por sinal, com toda a conversa, já tinha subido a ¾ — e mostrei como se coloca. Naquela hora, ficou dura de vez, enquanto eu olhava pros peitos dela e as pernas cruzadas.

Aquela noite passou sem mais nada, mas a partir daí, sempre que podia, abraçava ela por trás ou ficava de brincadeira. E pra ser sincero, ela nem sempre correspondia, então por um tempo desisti. Umas três semanas depois, meus pais viajaram de novo e minha irmã foi com o namorado pra Cuernavaca. De tarde, saí com meus primos e voltei só de noite. Quando ia dormir, ela entrou no meu quarto.

— Ei, posso te pedir um favor?
— Fala…
— É que minha prima não tá e eu vi um filme de terror na TV, fiquei nervosa. Queria saber se posso ficar um pouco com você.
— Ué, claro. problema

A gente conversou um pouco e aí eu falei que já tava com sono e ela disse pra não ser assim, que tava com medo. Nisso eu falei pra ela deitar comigo porque eu já queria dormir, e foi o que ela fez. Quando deitou, ficou de barriga pra cima do lado direito da cama. Eu sempre durmo de bruços, e, pelo que eu lembro, tava com os braços dobrados.

Depois de uns 10 minutos, tirei o braço e dobrei ele na minha direção, mas comecei a fingir umas respiradas pesadas pra simular que já tava dormindo e baixei a mão. Com meus dedos, eu tava apertando um peito dela, ela não fazia nenhum movimento, de repente senti que ela começou a esfregar o outro peito e senti um movimento nas pernas dela e no braço direito, bem leve, como se ela tivesse abrindo as pernas e se metendo os dedos.

Aos poucos, fui apertando o peito dela um pouco mais e, de repente, quando ouvi um gemidinho bem baixo, levantei o braço e me ajeitei de novo pra fingir que tava bem dormido. Ela não fez nenhum movimento, pensei que quando eu tirasse a mão ela ia se mexer, mas não, continuou na mesma posição e, depois de 3 minutos, coloquei os dedos de novo no peito dela, e ela continuou fazendo o que tava fazendo. De repente, ela soltou um gemido um pouco mais alto, sem chegar a ser barulhento. Acordei meio sonolento e falei:

- Ainda tá aqui? - Ai, o que você quer? Tô com medo. - Bom, tudo bem, fica então, vou te abraçar pra você não ter mais medo.

Passei o braço esquerdo por cima da barriga dela, na base dos peitos. Ela ficou parada. Como vi que não reclamou, passei o outro braço por baixo do pescoço e abracei ela por completo. Depois de alguns minutos, comecei a soltar umas respiradas pesadas pra fazer ela acreditar que eu tava dormindo de novo. Aos poucos, fui colocando minhas mãos relaxadas nos peitos dela, sem apertar muito, ela voltou a fazer movimentos com as pernas e agora eu sentia melhor o movimento do braço direito dela, eram quase imperceptíveis, mas acho que ela tava se tocando, meu pau já tava durasso. De repente, ela se virou de lado, me dando as costas, pegando nas minhas mãos e envolvendo ela, roçando nos peitos dela. Assim que senti isso, parei de respirar um pouco e me encostei nela, fazendo ela sentir parte do meu pau na bunda dela. Quando isso aconteceu, comecei a respirar mais fundo de novo, e ela fazia movimentos pequenos com o quadril, enquanto eu deixava minhas mãos caírem completamente moles sobre os peitos dela. De olhos fechados, eu sentia a bunda dela através do meu short de pijama fino e os peitos dela como nunca. Pensei em simplesmente baixar a pijama e comer ela, mas tentei pensar direito e decidi levar as coisas com inteligência. Depois de um bom tempo, eu "acordei" e falei:

- Já se sente mais calma? - Mais ou menos. - Então, se quiser, pode ir dormir no seu quarto.

E foi o que ela fez. Era só questão de saber chegar pra comer ela. No fim de semana seguinte, minha irmã foi com o namorado dela pro sítio o fim de semana inteiro, e de noite, com meus pais já dormindo, ela veio no meu quarto e pediu pra ver o e-mail dela. Enquanto eu lia, perguntei:

- O que você achou daquela parada da camisinha? - Muito obrigada, valeu mesmo por ter me ensinado, sinceramente me sinto mais segura. - Na real, eu te ensinaria mais coisas, mas você é minha prima.

Fazer o quê, já tinha dito e tinha que ver a reação dela pra saber se dava pra continuar com o plano. Ela ficou pensando e falou:

- Ué, e daí? Na real, até me ajudaria pra quando eu estiver com alguém. - É, mas não dá pra eu te ensinar como fazer, e olha, não é por nada não, mas se tem uma coisa que eu curto muito e sou bom é fazer oral. - E como é? Como é a sensação?

Eu, com malícia, pensava em deixar ela com tesão na conversa pra depois ela topar alguma coisa. Conhecendo a maioria das mulheres, quando você faz oral nelas, elas sempre querem que você meta e não param depois que começa. Respondi:

- Então, é muito bom, você sente a umidade da Saliva na sua coisa, bom, no caso dela, na buceta dela, e o fato de sentir a língua no seu pau é uma delícia do caralho, com a umidade é uma sensação indescritível, o gosto, ver a outra pessoa curtindo aquilo. Não conheço ninguém que não goste. - Eu queria saber como é a sensação...

Fiz que fiquei pensando e falei pra ela:

- Me veio uma ideia... melhor não, deixa pra lá. - Fala, fala, não seja assim... - Não, é que talvez você fique brava ou se ofenda, não, esquece. - Fala logo, prometo que seja o que for, não vou ficar brava nem me ofender. - Bom, então é que eu ia te propor se você gostaria que eu fizesse isso em você, pra você sentir, e pra falar a verdade, eu tô super a fim de fazer.

Ela fingiu que tava impressionada e ficou pensando.

- Aqui? Agora? - Ué, sim, não precisa de mais nada. - É que tenho vergonha de você me ver. - Bom, se quiser, apago a luz pra não ver nada, e ainda por cima os sentidos ficam mais aguçados e a sensação fica ainda mais gostosa. - Tá bom, mas você também tira a parte de baixo (pra mim, melhor ainda). - OK, deita na cama, tira a calcinha e abre as pernas.

Apaguei a luz e tirei o pijama, ela tirou a calcinha. Fui direto ao assunto, primeiro dei uma lambida na virilha dela.

- Kkkk, dá muita cócega (vamos ver se você ainda vai sentir cócega agora). - Cala a boca e aproveita...

Comecei a passar a língua na buceta dela e quase não sentia pelos, o que mostra que ela depila, passava a língua devagar na buceta, deixando escorrer bastante saliva pra ela sentir a umidade. Aos poucos, a respiração dela foi aumentando, e conforme aumentava, eu acelerava os movimentos da minha língua, então decidi ir direto pro clitóris, já brincava rapidinho com ele e continuava molhando a área toda.

Ela, por sua vez, já respirava rápido e empurrava minha cabeça contra a buceta dela, por instinto, imagino, e nisso acelerou a respiração de um jeito brusco e arqueou as costas toda. de repente e com força, soltava gemidos bem altos, fiz um "ssshhhhttt!" pra ela baixar a voz e ela deitou de novo. Continuei e subi minhas mãos por baixo da camisola e fiquei apalpando os peitos dela, redondos, firmes, brincava suavemente com os biquinhos, ela não fez absolutamente nada além de continuar respirando ofegante. Seguia e seguia, ela arqueou as costas de novo, quase sentando totalmente.

Depois desse segundo orgasmo, eu já tava que não me aguentava mais, com a pica super dura, subi e comecei a chupar os peitos dela em volta da auréola dos biquinhos, molhava tudo e ela abriu as pernas totalmente, me agarrava a cabeça apertando contra o peito dela. Continuava respirando ofegante e eu troquei de peito e depois de chupar em volta do biquinho e molhar bastante, chupei o biquinho e ela deu uma respirada bem forte e aumentou ainda mais a respiração enquanto minha língua brincava com o biquinho, sem morder. Levantei e falei:

- Quer saber como é fazer isso?

- Me olhando, ficou pensando e disse:

- Você quer? - A verdade é que já tô bem excitado e não queria ficar assim, assim você já teria mais experiência quando estiver com outra pessoa. - Tá bom.

Abracei ela, virando eu e virando ela, sentei na cabeceira da cama, peguei ela no colo e sentei nas minhas pernas, as dela me rodearam pela cintura, peguei a camisinha, abri e coloquei. Agarrei ela pelas nádegas e subi ela na minha pica. Falei pra ela ir enfiando devagarzinho e que ela levasse o ritmo pra não machucar. Foi assim, foi enfiando devagarzinho e falou que tava doendo, falei que era normal porque não tava acostumada, mas que ia passar aos poucos. Da minha parte, sentia a buceta bem apertada e sentia um prazer do caralho apesar da camisinha, sentia a buceta dela bem molhada e não demoraria pra entrar toda.

De repente, ela se deixou cair por completo, tava totalmente dentro, eu ajudava ela a subir e descer agarrando pelas nádegas. até que, aos poucos, ela começou a fazer sozinha. Aprendeu rápido e fazia com pressa. Depois de um mete-saca em meia velocidade, virei ela e ficamos deitados, ela com as pernas levantadas nos meus ombros (posição de missionário). Comecei de novo devagar, e só se ouvia a respiração ofegante dela. Eu brincava com as mãos nos peitos redondos dela e dava uns chupões de vez em quando.

Como vi que não tava mais doendo, aumentei a velocidade aos poucos até chegar numa penetração rápida, e ela respirava cada vez mais rápido. Isso me deixou mais excitado, e com força total, sentindo o quanto a buceta dela era apertada, o quanto tava molhada, ouvindo os gemidinhos de prazer dela, gozei.

Fiquei por cima dela até meu orgasmo passar completamente, e fui pro banheiro que fica do lado do meu quarto. Coloquei o pijama de novo e, quando entrei no quarto, ela disse que ia pro quarto dela, tava muito cansada. Me deu um beijo na bochecha e falou que tinha gostado muito.

Nunca mais tocamos no assunto. Dois meses depois, ela foi morar numa pensão por causa de uns probleminhas de família. Espero que tenham gostado do relato, 100% real, nada de fantasia.



















Mi virgen prima Paola











9 comentários - Minha prima virgem Paola

BUENISIMO MAN..

RESUCITADO - la banda de P!
DE LOS 4 FANTASTICOS[/ALIGN]
la verdad.....la tengo she dura men! 😉 muuuyyyy bueno
zarpado :buenpost:

maucho[/size]54 -[/size] la banda de P! (el miembro que no postea :D)
maguito dijo:la verdad.....la tengo she dura men! 😉 muuuyyyy bueno

idem! 😬 😀 😀
wenisimo lo tuyo +5
Sos un Winner! jejeje esta parte estuvo mortal :\'\'Si hubiera aparecido el genio en ese momento, no hubiera sabido qué pedirle: un polvo eterno, o un pasaje a Siberia.\'\'
JA>JA>JA