A história que vou contar pra vocês é real. Me chamo Mathiaz, tenho 53 anos e estudo na Universidade de UNNE. Tudo aconteceu no final de setembro. Não me considero um bom aluno, aliás, não sou. Sou daquele tipo que estuda só nos dias antes da prova, e aí acontece o que acontece com quase todo mundo. Eu reprovo. Ou, como a gente costuma dizer entre os alunos… sou reprovado.
O caso é que fui fazer em setembro uma prova da minha faculdade, que eu tinha rodado em junho. Fiquei surpreso por ter rodado em junho, porque é uma matéria de que gosto muito. Não sei se por causa da disciplina ou da professora. No fundo, acho que é pela segunda. Vocês já me entendem. A professora se chama Nuria, é uma das professoras mais novas da universidade, chegou ano passado, deve ter uns 26 anos, mais ou menos. Ela é morena com mechas loiras, cabelo cacheado, a juba chega até o meio das costas. É magrinha, e quando digo magrinha… digo 95 de cintura.
Não tem muito peito, deve estar entre 130 e 140, mais perto dos 130. E tem uma bunda de tirar o fôlego de qualquer um. A bunda dela eu conheço de cor, porque acho que era a única coisa que eu prestava atenção nas aulas dela. Como ela sempre ficava de costas pra gente, olhando pro quadro… Agora vocês já sabem por que eu reprovei. É redondinha, bem feita, com os dois glúteos bem apertados, dá pra ver que é de academia.
Ela sabe que tem uma bunda gostosa, e por isso usava todo dia na aula calças justas que marcavam tudo perfeitamente e que caíam nela de um jeito do caralho. Ela tem uma calça branca que fica muito bem nela, mas muito bem mesmo, vocês já me entendem, e como sabe que fica bem, usa quase toda semana.
Resumindo, quando fiz a prova dela em junho, achei que tinha passado, porque tinha me preparado bem, mas tirei um 2. Fazer o quê. Então me preparei pra setembro. E dessa vez eu tinha estudado direitinho, mas tirei um 4,5. E decidi ir na revisão da prova, que era no escritório dela. E cara a cara. Com ela, sem mais ninguém.
Tinha muita gente quando cheguei, mas fui esperto e me enfiei. Quando passei pra ver a prova, lá estava ela com a juba solta nos ombros. Vestia uma camisa branca, com os dois botões de cima desabotoados, que deixava ver um sutiã preto lindo. E uma calça justa verde camuflada que se apertava na bunda dela como ímã grudando no metal. Quem me dera ser calça! Pensei.
Quando entrei, ela mandou eu sentar, e me surpreendeu me chamar pelo nome, porque poucos professores decoram o nome dos alunos, mas não liguei. Revisamos a prova juntos. E ela não queria me passar, faltando só meio ponto pra tirar 5. Falei que ela não podia fazer isso comigo, que eu tinha estudado pra caralho a matéria dela e que não dava pra me reprovar.
A Nuria parecia que não tava nem aí pro que eu tava falando, só dizia que não dava pra me aprovar, que a prova não tava pra 5. Aí ela falou que, como tinha muita gente esperando, se eu quisesse revisar a prova de novo, era pra esperar até o final. E foi o que fiz, foram passando um por um todos os meus colegas que tinham rodado, uns com mais sorte que outros. Até que finalmente saiu o último. A Nuria saiu pra me chamar, falando pra eu entrar, que a gente ia revisar a prova de novo. Entramos os dois, e eu sentei. Diferente de antes, ela não sentou na cadeira dela, mas em cima da mesa, com as pernas cruzadas na minha direção.
Começou a olhar minha prova, dizendo que não via nada que pudesse aumentar minha nota meio ponto. De repente, me perguntou se eu me importava dela tirar os sapatos, que os pés dela tavam doendo de ficar com os sapatos tanto tempo. Ela tava usando uns sapatos marrons, então estranhei ela falar que os pés doíam, porque esses sapatos não machucam. Quando tirou os sapatos e cruzou as pernas de novo, os pés dela, descalços, cobertos só por umas meia-calça cor da pele, ficaram na altura da minha virilha. Acho que ela percebeu isso e cruzou mais as pernas na minha direção, de um jeito que as pernas dela ficaram entre as minhas, mas mais pra cima. Eu só ficava olhando o sutiã preto que aparecia por baixo da camisa dela. Tive a sensação de que ela percebeu, mas fingiu que não tava ligando. Começou a mexer as pernas enquanto olhava minha prova, e não sei se de propósito, os pés dela roçavam de leve no meu volume.
Cada vez eu tremia mais, e ela cada vez me roçava mais, já sem medo nenhum. Senti que comecei a ficar excitado, e meu pau começou a crescer e apertar a calça. Nessa hora ela se levantou e, me entregando a prova, chegou perto e falou: — Viu, não consigo achar nada que possa te dar o meio ponto que falta.
Como ela tava descalça e o chão tava frio, me perguntou se podia sentar na minha perna, porque os pés dela estavam congelando. Eu fiquei sem graça, sem saber o que dizer, afinal, era minha professora, mas só concordei com a cabeça.
Ela sentou na minha perna e começou a me mostrar o que eu tinha errado na prova. Até que, não sei bem como aconteceu, percebi que ela segurava a prova com a mão esquerda e, com a direita, tava passando a mão no meu pau por cima da calça. Foi aí que meu pinto ficou durasso, no máximo que podia. Ela sentiu e disse: — Vamos passar um tempinho gostoso.
Ela se jogou na minha boca e me beijou como ninguém nunca me beijou, mexendo a língua em cada canto da minha boca, com desejo, com paixão, com tesão… Tirei a camisa dela com decisão e comecei a apalpar os peitos dela por cima do sutiã. Ela levantou da minha perna e se deitou na mesa dela, enquanto desafivelava a calça e puxava até os joelhos.
Terminei de tirar a calça dela e vi que ela tava de fio-dental preto, combinando com o sutiã. Durou um minuto no corpo dela, logo tirei, abri as pernas dela e comecei a chupar aquela buceta depilada. até o último detalhe. Ela estava muito gostosa. Depois se levantou, me sentou de novo na cadeira, tirou tudo que eu estava vestindo e começou a lamber minha rola de baixo pra cima, mas sem tocar na cabeça. Isso me excitou ainda mais. Eu desejava com tesão que ela tocasse minha glande com a língua suculenta dela. Ela me fez sofrer por uns dois minutos, mas finalmente chegou: -Siiiiim –Eu gemi.
Ela começou a chupar minha cabeça com vontade, como se fazia tempo que não comia uma boa rola. Quando terminou de me chupar, sem deixar eu levantar da cadeira, ela sentou na minha rola, enfiando tudo pra dentro. Que quentinho que tava. Ela começou a se mexer pra cima e pra baixo sem parar. Até que ela chegou no momento ápice: -Ahhh, vou gozar –Ela sussurrou no meu ouvido.
Eu não gozei junto com ela, então ela levantou da minha rola, se abaixou de novo e enfiou minha rola na boca dela de novo. Dessa vez, com quatro lambidas que ela deu, eu cheguei na ejaculação. Gozei como nunca tinha gozado na vida, e de um jeito que nunca tinha feito antes, na boca dela.
Foi assim que eu transei pela primeira vez com minha professora. Já faz quase 1 mês que a gente tá saindo, porque depois disso ela me disse que tava apaixonada por mim desde abril, e que não tinha falado nada porque eu era aluno dela, e porque não sabia como eu ia reagir. Então a gente começou a sair, e de vez em quando (toda semana) a gente foge pra sala dela e transa sem freio. Não sei se é porque a gente se deseja com paixão, ou porque a gente tem tesão em ser pego no flagra e sermos expulsos os dois.
Essa é minha história, e espero que com ela vocês tenham se divertido um pouco. Só espero que a Nuria não veja que eu contei nossa história, porque se ela descobrir, me mata. Ah! Ela não me aprovou, mas me consola ver ela todo dia na aula, naquela matéria que ela não quis me passar, mas não sei por que, tenho a sensação de que dessa vez eu passo…
O caso é que fui fazer em setembro uma prova da minha faculdade, que eu tinha rodado em junho. Fiquei surpreso por ter rodado em junho, porque é uma matéria de que gosto muito. Não sei se por causa da disciplina ou da professora. No fundo, acho que é pela segunda. Vocês já me entendem. A professora se chama Nuria, é uma das professoras mais novas da universidade, chegou ano passado, deve ter uns 26 anos, mais ou menos. Ela é morena com mechas loiras, cabelo cacheado, a juba chega até o meio das costas. É magrinha, e quando digo magrinha… digo 95 de cintura.
Não tem muito peito, deve estar entre 130 e 140, mais perto dos 130. E tem uma bunda de tirar o fôlego de qualquer um. A bunda dela eu conheço de cor, porque acho que era a única coisa que eu prestava atenção nas aulas dela. Como ela sempre ficava de costas pra gente, olhando pro quadro… Agora vocês já sabem por que eu reprovei. É redondinha, bem feita, com os dois glúteos bem apertados, dá pra ver que é de academia.
Ela sabe que tem uma bunda gostosa, e por isso usava todo dia na aula calças justas que marcavam tudo perfeitamente e que caíam nela de um jeito do caralho. Ela tem uma calça branca que fica muito bem nela, mas muito bem mesmo, vocês já me entendem, e como sabe que fica bem, usa quase toda semana.
Resumindo, quando fiz a prova dela em junho, achei que tinha passado, porque tinha me preparado bem, mas tirei um 2. Fazer o quê. Então me preparei pra setembro. E dessa vez eu tinha estudado direitinho, mas tirei um 4,5. E decidi ir na revisão da prova, que era no escritório dela. E cara a cara. Com ela, sem mais ninguém.
Tinha muita gente quando cheguei, mas fui esperto e me enfiei. Quando passei pra ver a prova, lá estava ela com a juba solta nos ombros. Vestia uma camisa branca, com os dois botões de cima desabotoados, que deixava ver um sutiã preto lindo. E uma calça justa verde camuflada que se apertava na bunda dela como ímã grudando no metal. Quem me dera ser calça! Pensei.
Quando entrei, ela mandou eu sentar, e me surpreendeu me chamar pelo nome, porque poucos professores decoram o nome dos alunos, mas não liguei. Revisamos a prova juntos. E ela não queria me passar, faltando só meio ponto pra tirar 5. Falei que ela não podia fazer isso comigo, que eu tinha estudado pra caralho a matéria dela e que não dava pra me reprovar.
A Nuria parecia que não tava nem aí pro que eu tava falando, só dizia que não dava pra me aprovar, que a prova não tava pra 5. Aí ela falou que, como tinha muita gente esperando, se eu quisesse revisar a prova de novo, era pra esperar até o final. E foi o que fiz, foram passando um por um todos os meus colegas que tinham rodado, uns com mais sorte que outros. Até que finalmente saiu o último. A Nuria saiu pra me chamar, falando pra eu entrar, que a gente ia revisar a prova de novo. Entramos os dois, e eu sentei. Diferente de antes, ela não sentou na cadeira dela, mas em cima da mesa, com as pernas cruzadas na minha direção.
Começou a olhar minha prova, dizendo que não via nada que pudesse aumentar minha nota meio ponto. De repente, me perguntou se eu me importava dela tirar os sapatos, que os pés dela tavam doendo de ficar com os sapatos tanto tempo. Ela tava usando uns sapatos marrons, então estranhei ela falar que os pés doíam, porque esses sapatos não machucam. Quando tirou os sapatos e cruzou as pernas de novo, os pés dela, descalços, cobertos só por umas meia-calça cor da pele, ficaram na altura da minha virilha. Acho que ela percebeu isso e cruzou mais as pernas na minha direção, de um jeito que as pernas dela ficaram entre as minhas, mas mais pra cima. Eu só ficava olhando o sutiã preto que aparecia por baixo da camisa dela. Tive a sensação de que ela percebeu, mas fingiu que não tava ligando. Começou a mexer as pernas enquanto olhava minha prova, e não sei se de propósito, os pés dela roçavam de leve no meu volume.
Cada vez eu tremia mais, e ela cada vez me roçava mais, já sem medo nenhum. Senti que comecei a ficar excitado, e meu pau começou a crescer e apertar a calça. Nessa hora ela se levantou e, me entregando a prova, chegou perto e falou: — Viu, não consigo achar nada que possa te dar o meio ponto que falta.
Como ela tava descalça e o chão tava frio, me perguntou se podia sentar na minha perna, porque os pés dela estavam congelando. Eu fiquei sem graça, sem saber o que dizer, afinal, era minha professora, mas só concordei com a cabeça.
Ela sentou na minha perna e começou a me mostrar o que eu tinha errado na prova. Até que, não sei bem como aconteceu, percebi que ela segurava a prova com a mão esquerda e, com a direita, tava passando a mão no meu pau por cima da calça. Foi aí que meu pinto ficou durasso, no máximo que podia. Ela sentiu e disse: — Vamos passar um tempinho gostoso.
Ela se jogou na minha boca e me beijou como ninguém nunca me beijou, mexendo a língua em cada canto da minha boca, com desejo, com paixão, com tesão… Tirei a camisa dela com decisão e comecei a apalpar os peitos dela por cima do sutiã. Ela levantou da minha perna e se deitou na mesa dela, enquanto desafivelava a calça e puxava até os joelhos.
Terminei de tirar a calça dela e vi que ela tava de fio-dental preto, combinando com o sutiã. Durou um minuto no corpo dela, logo tirei, abri as pernas dela e comecei a chupar aquela buceta depilada. até o último detalhe. Ela estava muito gostosa. Depois se levantou, me sentou de novo na cadeira, tirou tudo que eu estava vestindo e começou a lamber minha rola de baixo pra cima, mas sem tocar na cabeça. Isso me excitou ainda mais. Eu desejava com tesão que ela tocasse minha glande com a língua suculenta dela. Ela me fez sofrer por uns dois minutos, mas finalmente chegou: -Siiiiim –Eu gemi.
Ela começou a chupar minha cabeça com vontade, como se fazia tempo que não comia uma boa rola. Quando terminou de me chupar, sem deixar eu levantar da cadeira, ela sentou na minha rola, enfiando tudo pra dentro. Que quentinho que tava. Ela começou a se mexer pra cima e pra baixo sem parar. Até que ela chegou no momento ápice: -Ahhh, vou gozar –Ela sussurrou no meu ouvido.
Eu não gozei junto com ela, então ela levantou da minha rola, se abaixou de novo e enfiou minha rola na boca dela de novo. Dessa vez, com quatro lambidas que ela deu, eu cheguei na ejaculação. Gozei como nunca tinha gozado na vida, e de um jeito que nunca tinha feito antes, na boca dela.
Foi assim que eu transei pela primeira vez com minha professora. Já faz quase 1 mês que a gente tá saindo, porque depois disso ela me disse que tava apaixonada por mim desde abril, e que não tinha falado nada porque eu era aluno dela, e porque não sabia como eu ia reagir. Então a gente começou a sair, e de vez em quando (toda semana) a gente foge pra sala dela e transa sem freio. Não sei se é porque a gente se deseja com paixão, ou porque a gente tem tesão em ser pego no flagra e sermos expulsos os dois.
Essa é minha história, e espero que com ela vocês tenham se divertido um pouco. Só espero que a Nuria não veja que eu contei nossa história, porque se ela descobrir, me mata. Ah! Ela não me aprovou, mas me consola ver ela todo dia na aula, naquela matéria que ela não quis me passar, mas não sei por que, tenho a sensação de que dessa vez eu passo…
4 comentários - Meu primeiro tesão com a professora
Aguanten las profes!!!
😀 😀