Esta é uma história real, mas imaginária. Há um tempo atrás, estávamos eu e meu grande amor na cama e me deu na telha perguntar se ela tinha alguma fantasia, e ela respondeu que não. O assunto morreu ali, ou pelo menos parecia.
Uma tarde, brincando com nosso passado, a gente comentava o que eu gostava nela antes de estarmos juntos. Comecei a contar os segredos mais íntimos que, na época, faziam parte da minha fantasia. Enquanto falávamos disso, a gente foi ficando um pouco excitados, começamos a nos beijar e nos acariciar, cada vez com mais vontade. Meus dedos iam entrando na bunda e na buceta dela, enquanto ela me batia uma punheta e eu continuava com meu relato. Naquele momento, começamos a transar e ela pedia pra eu fazer aquilo lembrando como eu a desejava. Devo admitir que a excitação dos dois era total. Tivemos uma sessão de carinhos incríveis, ela me chupou inteiro e pediu pra eu gozar na boca dela. Depois, pediu pra eu tentar pela bunda, mas é realmente difícil pra mim porque quero que ela sinta prazer, não dor. A hora vai chegar. Então, acabei gozando de novo, mas nas costas dela. Continuamos nos mimando e depois fomos embora.
À noite, a gente se viu de novo, mas por cinco minutos. Conversamos, demos um beijo e ela foi embora, mas ao sair, disse: “Você não tem ideia de como meu amigo mexeu com minha cabeça depois que a gente conversou.” E foi embora.
Devo admitir que fiquei com tanto ciúme que cheguei a ficar puto, ao mesmo tempo que pensava: “Que idiota, se ela tá falando de mim.”
Dois dias depois, fomos pro apartamento e começamos a nos beijar e a nos tocar. Eu sentia que voava e era levado pro paraíso (só ela consegue isso), mas não queria perder minha chance e perguntei quem ela tava comendo, e ela respondeu: “Meu amigo, e daí?”
O ciúme me devorava, mas tentei não deixar transparecer. Não queria estragar o clima, então entrei na brincadeira. Comecei a chupar ela toda enquanto batia uma punheta nela, o ponto fraco dela. Meus dedos percorriam o corpo inteiro dela, e minha boca também. Ela brincava com meu pau, mas realmente estava com o amigo dela. Pedi pra ela me deixar participar e Disse: "Quero que você nos veja enquanto ele me fode." Tentei imaginar a situação e reconheço que tinha um gosto agridoce, mas ela estava tão gostosa que entrei na brincadeira. Pedi pra ela me chupar enquanto ele comia ela, e ela aceitou sem hesitar. Ficamos um tempão nessa até gozar juntos. Ela disse de novo que aquela situação a excitava. Repetimos isso por muito tempo, inclusive eu mando mensagem dizendo que sou o amigo e ela responde como se fosse real, a gente faz de tudo até ficar tão quente que dá vontade de se acabar.
Cada dia gosto mais de brincar assim porque é o nosso jogo, e cada dia me apaixono mais por ela porque é a mulher da minha vida. Uns dias atrás me mandaram um relato de um ménage, a gente leu junto, ficamos bem excitados e acabamos transando com toda a paixão. Na semana seguinte, levei outro relato que eu não tinha lido. Ela disse: "Deixa comigo que quero ler." Depois me contou e me deixava com tesão só de ouvir e ver o sorriso cúmplice dela quando dava algum detalhe, tipo: "Ela começou a olhar pra ele, e ele comeu a boca dela enquanto descia a mão pra tirar a pica da calça e começar a chupar, enquanto a parceira dela olhava e se masturbava."
Sei que esse tipo de coisa mexe com a fantasia dela. No outro dia perguntei o que ela faria se tivesse um ménage, se preferia uma mulher ou um homem, e ela respondeu sem pensar: "Com um HOMEM." A gente sempre continua brincando que eu tô fodendo ela enquanto o amigo faz ela chupar a pica dele, ou vice-versa. Sei que essa fantasia excita nós dois. Tanto que, quando ela me conta, não consigo parar de imaginar a situação e minha cabeça vai longe. Por isso tô contando qual seria a fantasia que acho que ela curtiria. Daí a realizar, tem um abismo de distância. Mas as fantasias são um ótimo tempero pra qualquer casal, principalmente se eles se amam loucamente e estão seguros desse amor.
No fundo, sinto que a fantasia de dois homens estuprando ela bagunça a cabeça dela. Então vamos ver o que rola com essa loucura. acontece que um dia eu convido ela pra sair pra algum lugar de encontros, a gente chega, senta num lugar maneiro, e na entrada avisam que lá todo mundo tem que ficar pelado mas com um roupão vestido, cada um senta numa mesa, sozinho ou com o parceiro, quem quiser chegar em alguém pode, e pode se aproximar tanto quanto a outra pessoa deixar. Então, a gente pegou nossos roupões e foi se trocar, mas não sem antes trocar uns amassos. Chegamos no salão cheio de mesas e sofás, tinha bastante gente, sozinha e em casais, alguns dançavam na pista e outros tomavam drinks. Cada um observava as pessoas, a gente comentava o que via: casais de mulheres se beijando, dois casais dançando e trocando beijos e mais um pouco, os amassos entre a gente continuavam cada vez mais quentes, a gente tinha combinado de ver como era a parada e se algo passasse pela cabeça de um, consultava o outro. Num momento a gente vê um cara chegar na mesa do lado e começar a conversar com a mina que tava sozinha, depois de um tempo os três levantam e vão pros quartos, enquanto isso outro casal é abordado por um cara, a mulher não responde e ele levanta e vai embora. A gente riu e eu perguntei se ela tava bem, ela tava meio nervosa, e foi quando um cara moreno, gato, sem ser muito bombado, parecido com o de Divisão Miami, se aproxima. Ele pede licença pra sentar e começa a conversar, até aí tudo normal, ela começou a participar da conversa de boa, depois de um tempo vi que ele começou a se aproximar pra falar, ela ria e apertava minha mão, comecei a sentir um suor na mão dela, tentei ficar na minha pra não cortar a fantasia dela, num momento ele coloca a mão na perna dela, na altura da coxa mas por baixo do roupão. Ela não falou nada, cada vez olhava menos pra mim e ele se aproximava mais pra falar, praticamente falando no ouvido dela. De repente ele dá um selinho nela e ela me olha com um sorriso. Cúmplice, eu tava afim de ir embora, mas não queria tirar nada da mulher que mais amo no mundo. Ela respondeu com outro beijo, só que mais longo, enquanto ele subia a mão até a buceta dela. Ela se aproximou de mim e me beijou, pedindo se podia continuar um pouco mais, coisa que não respondi porque vi que ela tinha deixado a raba dela ao alcance das mãos dele. Ele não perdeu tempo e começou a acariciar ela toda enquanto beijava o pescoço dela. Ela continuava me beijando, com a respiração cada vez mais forte. De repente, ela se virou e começou a beijar ele na boca, enquanto descia as mãos até o pau dele. Ele começou a se deitar e ela foi se jogando por cima. Eu acariciava a raba dela cada vez com mais tesão. Tudo era tão estranho, eu queria matar ele, mas me enlouquecia ver ela daquele jeito, em todos os sentidos. Depois de um tempo, ela foi descendo com os beijos, pelo peito até chegar no pau dele, que começou a beijar bem devagar. Tenho que admitir que era maior que o meu. Ela me olhou e disse: "quero continuar, pai". Não respondi. Fiquei observando ela fazer aquilo enquanto batia uma pra ela do jeito que ela gosta. Ela tava linda como sempre, de vez em quando virava a cabeça pra me olhar, mas sem parar de chupar o pau e as bolas dele. Já tava todo mundo muito tarado. Eu cuidava pra ele não fazer nada que incomodasse ela ou que ela não quisesse. Porque ali acabava o jogo. Do nada, ele se levantou e convidou a gente pra um dos quartos mais privados. Ela arrumou a roupa, me olhou e disse: "vamos, quero que você me olhe". Ela pegou na mão de nós dois, um de cada lado, a gente entrou. O quarto era espetacular. Ela parou na frente dele e começou a beijar ele com muita paixão enquanto batia uma pra ele. Jogou ele na cama, depois se ajoelhou, chupou ele dos pés à cabeça, ao mesmo tempo que pedia pra eu comer ela toda, coisa que fiz com muito prazer. A gente tava em silêncio, só o barulho das nossas bocas se ouvia e uma música bem baixinha. Depois de um tempo, ela disse: "quero que vocês façam tudo em mim". Ela se deitou na cama. cama, peguei a cabeça dele e puxei pra baixo, ela se contorcia de prazer, me pediu pra beijar ela e me comeu a boca. Depois de um tempo, ele se levantou e começou a roçar a pica na buceta dela enquanto mordia os peitos dela. Aproveitei pra pedir pra ela me chupar, foi incrível. De repente, ela começou a se mexer como uma louca, me olhou e perguntou: "Deixa eu dar pra ele?". Não sabia o que dizer, já tínhamos passado do limite e não dava pra voltar atrás. "Fala que me ama e eu deixo". Ela me olhou nos olhos, disse "te amo, mas isso é outra coisa, é só um jogo..." Me afastei e comecei a olhar pra eles. Ela deixou tudo rolar, ele fazia ela vibrar cada vez que metia mais fundo, até fazer ela gozar várias vezes. Depois, ela se virou e ficou de quatro, mas com ele debaixo dela metendo na buceta, e ela disse: "Love, chupa minha bunda". Não demorei um segundo pra lamber a bunda dela, passar saliva e lubrificar. Bem devagar, fui colocando até conseguir. Ela me olhava por cima do ombro. Nós dois estávamos dentro dela. Quando ele não aguentou mais, se levantou e pediu pra gozar na cara dela enquanto ela chupava ele. Eu continuei, cada vez mais forte, até gozarmos os três juntos. Ficamos um tempão no quarto, fumamos um cigarro e depois ele foi embora. Nos olhamos e ela disse: "Valeu por confiar em mim". Nos beijamos e depois transamos com toda a paixão do mundo, como nunca antes. Depois, tomamos banho juntos e fomos pra casa. No caminho, ela disse: "Nem sei o nome dele e também não tô nem aí".
Senti alguém me balançar e abri os olhos. Era ela, minha vida, me perguntando se tava acontecendo algo. Respondi: "Nada, love, só tava sonhando. Te amo."
Fim.
Uma tarde, brincando com nosso passado, a gente comentava o que eu gostava nela antes de estarmos juntos. Comecei a contar os segredos mais íntimos que, na época, faziam parte da minha fantasia. Enquanto falávamos disso, a gente foi ficando um pouco excitados, começamos a nos beijar e nos acariciar, cada vez com mais vontade. Meus dedos iam entrando na bunda e na buceta dela, enquanto ela me batia uma punheta e eu continuava com meu relato. Naquele momento, começamos a transar e ela pedia pra eu fazer aquilo lembrando como eu a desejava. Devo admitir que a excitação dos dois era total. Tivemos uma sessão de carinhos incríveis, ela me chupou inteiro e pediu pra eu gozar na boca dela. Depois, pediu pra eu tentar pela bunda, mas é realmente difícil pra mim porque quero que ela sinta prazer, não dor. A hora vai chegar. Então, acabei gozando de novo, mas nas costas dela. Continuamos nos mimando e depois fomos embora.
À noite, a gente se viu de novo, mas por cinco minutos. Conversamos, demos um beijo e ela foi embora, mas ao sair, disse: “Você não tem ideia de como meu amigo mexeu com minha cabeça depois que a gente conversou.” E foi embora.
Devo admitir que fiquei com tanto ciúme que cheguei a ficar puto, ao mesmo tempo que pensava: “Que idiota, se ela tá falando de mim.”
Dois dias depois, fomos pro apartamento e começamos a nos beijar e a nos tocar. Eu sentia que voava e era levado pro paraíso (só ela consegue isso), mas não queria perder minha chance e perguntei quem ela tava comendo, e ela respondeu: “Meu amigo, e daí?”
O ciúme me devorava, mas tentei não deixar transparecer. Não queria estragar o clima, então entrei na brincadeira. Comecei a chupar ela toda enquanto batia uma punheta nela, o ponto fraco dela. Meus dedos percorriam o corpo inteiro dela, e minha boca também. Ela brincava com meu pau, mas realmente estava com o amigo dela. Pedi pra ela me deixar participar e Disse: "Quero que você nos veja enquanto ele me fode." Tentei imaginar a situação e reconheço que tinha um gosto agridoce, mas ela estava tão gostosa que entrei na brincadeira. Pedi pra ela me chupar enquanto ele comia ela, e ela aceitou sem hesitar. Ficamos um tempão nessa até gozar juntos. Ela disse de novo que aquela situação a excitava. Repetimos isso por muito tempo, inclusive eu mando mensagem dizendo que sou o amigo e ela responde como se fosse real, a gente faz de tudo até ficar tão quente que dá vontade de se acabar.
Cada dia gosto mais de brincar assim porque é o nosso jogo, e cada dia me apaixono mais por ela porque é a mulher da minha vida. Uns dias atrás me mandaram um relato de um ménage, a gente leu junto, ficamos bem excitados e acabamos transando com toda a paixão. Na semana seguinte, levei outro relato que eu não tinha lido. Ela disse: "Deixa comigo que quero ler." Depois me contou e me deixava com tesão só de ouvir e ver o sorriso cúmplice dela quando dava algum detalhe, tipo: "Ela começou a olhar pra ele, e ele comeu a boca dela enquanto descia a mão pra tirar a pica da calça e começar a chupar, enquanto a parceira dela olhava e se masturbava."
Sei que esse tipo de coisa mexe com a fantasia dela. No outro dia perguntei o que ela faria se tivesse um ménage, se preferia uma mulher ou um homem, e ela respondeu sem pensar: "Com um HOMEM." A gente sempre continua brincando que eu tô fodendo ela enquanto o amigo faz ela chupar a pica dele, ou vice-versa. Sei que essa fantasia excita nós dois. Tanto que, quando ela me conta, não consigo parar de imaginar a situação e minha cabeça vai longe. Por isso tô contando qual seria a fantasia que acho que ela curtiria. Daí a realizar, tem um abismo de distância. Mas as fantasias são um ótimo tempero pra qualquer casal, principalmente se eles se amam loucamente e estão seguros desse amor.
No fundo, sinto que a fantasia de dois homens estuprando ela bagunça a cabeça dela. Então vamos ver o que rola com essa loucura. acontece que um dia eu convido ela pra sair pra algum lugar de encontros, a gente chega, senta num lugar maneiro, e na entrada avisam que lá todo mundo tem que ficar pelado mas com um roupão vestido, cada um senta numa mesa, sozinho ou com o parceiro, quem quiser chegar em alguém pode, e pode se aproximar tanto quanto a outra pessoa deixar. Então, a gente pegou nossos roupões e foi se trocar, mas não sem antes trocar uns amassos. Chegamos no salão cheio de mesas e sofás, tinha bastante gente, sozinha e em casais, alguns dançavam na pista e outros tomavam drinks. Cada um observava as pessoas, a gente comentava o que via: casais de mulheres se beijando, dois casais dançando e trocando beijos e mais um pouco, os amassos entre a gente continuavam cada vez mais quentes, a gente tinha combinado de ver como era a parada e se algo passasse pela cabeça de um, consultava o outro. Num momento a gente vê um cara chegar na mesa do lado e começar a conversar com a mina que tava sozinha, depois de um tempo os três levantam e vão pros quartos, enquanto isso outro casal é abordado por um cara, a mulher não responde e ele levanta e vai embora. A gente riu e eu perguntei se ela tava bem, ela tava meio nervosa, e foi quando um cara moreno, gato, sem ser muito bombado, parecido com o de Divisão Miami, se aproxima. Ele pede licença pra sentar e começa a conversar, até aí tudo normal, ela começou a participar da conversa de boa, depois de um tempo vi que ele começou a se aproximar pra falar, ela ria e apertava minha mão, comecei a sentir um suor na mão dela, tentei ficar na minha pra não cortar a fantasia dela, num momento ele coloca a mão na perna dela, na altura da coxa mas por baixo do roupão. Ela não falou nada, cada vez olhava menos pra mim e ele se aproximava mais pra falar, praticamente falando no ouvido dela. De repente ele dá um selinho nela e ela me olha com um sorriso. Cúmplice, eu tava afim de ir embora, mas não queria tirar nada da mulher que mais amo no mundo. Ela respondeu com outro beijo, só que mais longo, enquanto ele subia a mão até a buceta dela. Ela se aproximou de mim e me beijou, pedindo se podia continuar um pouco mais, coisa que não respondi porque vi que ela tinha deixado a raba dela ao alcance das mãos dele. Ele não perdeu tempo e começou a acariciar ela toda enquanto beijava o pescoço dela. Ela continuava me beijando, com a respiração cada vez mais forte. De repente, ela se virou e começou a beijar ele na boca, enquanto descia as mãos até o pau dele. Ele começou a se deitar e ela foi se jogando por cima. Eu acariciava a raba dela cada vez com mais tesão. Tudo era tão estranho, eu queria matar ele, mas me enlouquecia ver ela daquele jeito, em todos os sentidos. Depois de um tempo, ela foi descendo com os beijos, pelo peito até chegar no pau dele, que começou a beijar bem devagar. Tenho que admitir que era maior que o meu. Ela me olhou e disse: "quero continuar, pai". Não respondi. Fiquei observando ela fazer aquilo enquanto batia uma pra ela do jeito que ela gosta. Ela tava linda como sempre, de vez em quando virava a cabeça pra me olhar, mas sem parar de chupar o pau e as bolas dele. Já tava todo mundo muito tarado. Eu cuidava pra ele não fazer nada que incomodasse ela ou que ela não quisesse. Porque ali acabava o jogo. Do nada, ele se levantou e convidou a gente pra um dos quartos mais privados. Ela arrumou a roupa, me olhou e disse: "vamos, quero que você me olhe". Ela pegou na mão de nós dois, um de cada lado, a gente entrou. O quarto era espetacular. Ela parou na frente dele e começou a beijar ele com muita paixão enquanto batia uma pra ele. Jogou ele na cama, depois se ajoelhou, chupou ele dos pés à cabeça, ao mesmo tempo que pedia pra eu comer ela toda, coisa que fiz com muito prazer. A gente tava em silêncio, só o barulho das nossas bocas se ouvia e uma música bem baixinha. Depois de um tempo, ela disse: "quero que vocês façam tudo em mim". Ela se deitou na cama. cama, peguei a cabeça dele e puxei pra baixo, ela se contorcia de prazer, me pediu pra beijar ela e me comeu a boca. Depois de um tempo, ele se levantou e começou a roçar a pica na buceta dela enquanto mordia os peitos dela. Aproveitei pra pedir pra ela me chupar, foi incrível. De repente, ela começou a se mexer como uma louca, me olhou e perguntou: "Deixa eu dar pra ele?". Não sabia o que dizer, já tínhamos passado do limite e não dava pra voltar atrás. "Fala que me ama e eu deixo". Ela me olhou nos olhos, disse "te amo, mas isso é outra coisa, é só um jogo..." Me afastei e comecei a olhar pra eles. Ela deixou tudo rolar, ele fazia ela vibrar cada vez que metia mais fundo, até fazer ela gozar várias vezes. Depois, ela se virou e ficou de quatro, mas com ele debaixo dela metendo na buceta, e ela disse: "Love, chupa minha bunda". Não demorei um segundo pra lamber a bunda dela, passar saliva e lubrificar. Bem devagar, fui colocando até conseguir. Ela me olhava por cima do ombro. Nós dois estávamos dentro dela. Quando ele não aguentou mais, se levantou e pediu pra gozar na cara dela enquanto ela chupava ele. Eu continuei, cada vez mais forte, até gozarmos os três juntos. Ficamos um tempão no quarto, fumamos um cigarro e depois ele foi embora. Nos olhamos e ela disse: "Valeu por confiar em mim". Nos beijamos e depois transamos com toda a paixão do mundo, como nunca antes. Depois, tomamos banho juntos e fomos pra casa. No caminho, ela disse: "Nem sei o nome dele e também não tô nem aí".
Senti alguém me balançar e abri os olhos. Era ela, minha vida, me perguntando se tava acontecendo algo. Respondi: "Nada, love, só tava sonhando. Te amo."
Fim.
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