Era um sábado como qualquer outro, eu estava sozinho em casa, entediado e pensando em como passar o resto da tarde, talvez algum filme no PC… talvez entrar num chat e me esquentar com alguma das tantas minas que entram especialmente aos sábados procurando a mesma coisa.
Ouvi batidas na porta, não sei quem pode ser, normalmente não recebo visitas. Por curiosidade, fui até a porta pra ver quem era… e oh, surpresa.
Como se o destino arrumasse as cartas pra fazer a jogada perfeita… ali, atrás da minha porta, estava VOCÊ. Com seu cabelo preto preso, aqueles jeans apertados que sabem desenhar perfeitamente sua silhueta tão feminina e uma blusa que mostrava um pouco mais quando você se abaixava…
Ao abrir a porta, nos cumprimentamos efusivamente, como quase sempre, mas quando você deu um passo dentro do meu território… meus lábios, sem dúvida, buscaram o sabor dos seus… de repente você se exaltou… quando eu disse, não tem ninguém… tudo se transformou. Sentir de novo seus lábios apertando os meus… esse seu jeito tão único de me fazer sentir a umidade da sua boca… e o movimento tão particular da sua língua… me deixou a mil. Paramos com a respiração entrecortada… seguimos o protocolo normal… as perguntas que, na real, eram desnecessárias pra mim… Como você está? Por que veio sozinha? Etc., etc.
Assim, chegamos à sala, te convidei pra sentar e perguntei se queria beber algo, ao que você respondeu que sim…
Enquanto servia água num copo, minhas mãos tremiam, meu coração parecia querer sair do peito a cada batida… e uma ereção que minha calça deixava à mostra o que sempre acontece comigo quando você está por perto.
Quando te dei o copo com água, me aproximei de novo… agora, só saboreando com minha língua a suavidade da sua… sem ser um beijo profundo… mais externo, pra definir de alguma forma.
Sem dizer nada, coloquei minhas pernas prendendo as suas, sentado sobre seus joelhos, você estava prisioneira minha… melhor dizendo… eu, seu. Imagina só, aconteceu… nem sei quanto tempo passou, porque eu tava tão concentrado aproveitando cada roçada em você… cada respiro que eu sentia…
E eu abria os olhos pra te ver aqui, me beijando, fechava de novo pra gravar essa sensação, pra respirar seu cheiro… pra continuar sonhando.
A gente respirava num ritmo acelerado, se olhava nos olhos e depois se beijava de novo… nossas línguas brincavam aquela perversidade de vai e vem, de se arrastar uma pela outra… de saborear cada cantinho, de te ver com a cor bem acentuada no rosto, de me ver naquele par de olhos lindos que do mesmo jeito me contemplavam extasiados.
Num instante de sanidade dentro do momento apaixonado, eu beijava seu pescoço, suave e devagar, fazendo você sentir o quanto te desejo e sussurrando no seu ouvido bem baixinho… te amo… te amo… te amo…
E você respondia sem dizer palavra, mas o movimento do seu corpo dizia mais do que eu poderia querer ouvir.
Me levantei pra tirar a camisa, ao mesmo tempo que tirava sua blusa… essa imagem nunca vou conseguir apagar da minha mente, te ver de sutiã, procurando minha boca de novo, pra gente se entregar de novo ao jogo macabro do êxtase… minhas mãos percorriam suas costas, procurando o fecho que parecia não querer cooperar com minha intenção de tirar, foi você quem, num instante, desabotoou, ficando à mercê de MIM. Tirei ele e minhas mãos acariciavam suavemente as bordas dos seus seios, sentia seus mamilos endurecidos enquanto meus lábios desciam pelo seu pescoço até chegar neles…
Então me deslizei e fiquei de joelhos, meus lábios rodeavam seu mamilo, que correspondia à provocação e despertava, minha língua massageava ele… percorria e desenhava devagar, todo o contorno, pra depois chupar suave e firme.
Voltava a procurar seus lábios, como perguntando se você tava gostando do que tava rolando no seu peito…
Pra voltar e aproveitar de novo a beleza dos seus seios.
Suas mãos, se perdiam entre meu… cabelo quando eu te chupava forte… e me apertava contra você, e eu respondia prolongando o carinho…
Num instante, puxei você pra deitar totalmente no sofá e você por cima de mim…
Minhas mãos então rodeavam sua cintura enquanto a gente continuava mergulhado em beijos mais que ternos… provocantes, desafiando um ao outro, pedindo abertamente pra não parar…
Seu corpo se encaixava no meu, me deixando fazer você sentir o tesão que tava me dando, meu corpo começava a se mexer de leve, pra provocar mais de você, pra me fazer notar mais na sua intimidade.
Minhas mãos deslizavam pelas suas nádegas, apertando você mais contra mim no ritmo que eu me mexia, safadas sentiam a borda da sua calcinha pra voltar a percorrer aquele rabo lindo que mil noites sonhei em acariciar… que mil vezes vi rebolando quando passava na minha frente.
Seus peitos no meu peito, estavam tremendo de tesão, seu rosto mostrava a paixão que brotava a cada roçada no meu.
Me levantei ao mesmo tempo que puxei você pra ficar de pé, nos olhando nos olhos, nos beijando fundo… você me abraçou forte e suas mãos percorriam minhas costas enquanto as minhas te percorriam toda.
De repente descia pra saborear seus peitos, pra provocar aqueles bicos que tinham uma cor que contrastava ainda mais com o tom da sua pele.
Peguei uma das suas mãos e coloquei no volume inconfundível que tava entre minhas pernas… senti como você apertava, acariciava de leve e de repente com força.
Então, minhas mãos desabotoaram sua calça… ficando solta e à mercê das minhas mãos… não, amor, não tirei, percorri estrepitosamente a dobra da sua calcinha, sentindo a textura das suas pernas, do seu quadril e da sua bunda.
Nossas bocas pareciam fundidas uma na outra, era uma luta sem trégua entre sua língua e a minha… era um jogo de loucura querendo ser ao mesmo tempo o vencedor e o vencido…
Desabotoei então minha calça e desci até os joelhos, ao mesmo tempo que fazia o mesmo com a sua. teu…
Ohh… sentir teu corpo semidesnudo colado no meu, sentir você excitada e se apertar contra mim, me causava uma sensação extrema, sei que do mesmo jeito você sentia o mesmo porque me dizia com teu movimento. Tuas unhas se cravavam nas minhas costas suavemente, deslizavam até minhas nádegas e voltavam pras minhas costas, sentia uma corrente elétrica que tensionava completamente minhas pernas. Minhas mãos não paravam de acariciar essa bunda tão perfeita que me enlouquece quando você anda, fuçavam entre sua calcinha sentindo por completo as formas de você.
Podia sentir o quanto você tava molhada, teu rosto corado te deixava mais gostosa do que já é, tua respiração entrecortada pedia aos berros pra eu não parar.
Então me separei de você pra te abraçar por trás, minhas mãos acariciavam suavemente teus peitos enquanto meus lábios percorriam teu pescoço, ao mesmo tempo que fazia você sentir a excitação do meu corpo… nós dois levávamos o mesmo ritmo de movimento, rebolando e nos apertando um no outro.
Queríamos nos fundir na carícia suprema, mas do mesmo jeito, continuar nos acariciando.
Minha mão deslizou até tua barriga baixa, sentindo teu pelo pubiano corado, te acariciava até chegar nas tuas pernas, pra voltar de novo até teus mamilos eretos, pedindo mais briga, gritando mais pelos meus lábios.
Tua mão, safada e sensual, pousou sobre o endurecido do meu corpo, você acariciava forte… de cima pra baixo, me fazendo gemer, me roubando a fala por completo… depois, você fez o mesmo mas por baixo da calcinha… uau… foi como um choque elétrico sentir tua mão percorrer essa parte de mim.
Você acariciava por instantes ternamente e em outros, selvagem, que a dor se misturava com o prazer, tua mão segurava firme… mmmm… me contorcendo em cada carícia… em cada movimento.
Nos beijamos de novo no mesmo instante que eu deslizava pra fora de você, teus jeans ao mesmo tempo com tua roupa íntima.
Nos ajoelhamos frente a frente, como nos apresentando no íntimo. Meu pau sentia que ia estourar e se encaixava no seu corpo…
Você estava toda molhada, completamente lubrificada igual a mim, a gente se roçava no mesmo movimento, minhas mãos te apertavam contra meu corpo e eu me mexia cada vez mais gostoso.
Você se virou pra continuar assim, encaixados um no outro… nos sentindo, nos curtindo.
Você se mexia no meu ritmo… meu pau queria te penetrar sem querer fazer isso… era um momento tão gostoso, erótico e sensual.
Eu te acariciava toda, minhas mãos iam dos seus peitos até seu clitóris, curtia o roçar das suas pernas e a perfeição da sua bunda encaixada em mim…
Você entendia o quanto eu curtia esse jogo perverso e mágico. De te fazer amor sem ainda entrar em você…
Eu te deitei no sofá, sem parar um segundo de saborear seus lábios, aí me afastei um instante e procurei o brilho dos seus olhos…
— Você imaginou esse momento? — perguntei.
— Sim, mas tinha medo de que, se eu te falasse, você levasse a mal.
— Como você pode imaginar isso? Será que não te mostrei o quanto você é importante pra mim? Será que não fiz de tudo pra te conquistar? Como você poderia pensar que um simples roçar ia te fazer mal?
Voltei a te beijar com tanta vontade, enquanto seu corpo relaxava completamente, me convidando a te fazer minha…
Ouvi batidas na porta, não sei quem pode ser, normalmente não recebo visitas. Por curiosidade, fui até a porta pra ver quem era… e oh, surpresa.
Como se o destino arrumasse as cartas pra fazer a jogada perfeita… ali, atrás da minha porta, estava VOCÊ. Com seu cabelo preto preso, aqueles jeans apertados que sabem desenhar perfeitamente sua silhueta tão feminina e uma blusa que mostrava um pouco mais quando você se abaixava…
Ao abrir a porta, nos cumprimentamos efusivamente, como quase sempre, mas quando você deu um passo dentro do meu território… meus lábios, sem dúvida, buscaram o sabor dos seus… de repente você se exaltou… quando eu disse, não tem ninguém… tudo se transformou. Sentir de novo seus lábios apertando os meus… esse seu jeito tão único de me fazer sentir a umidade da sua boca… e o movimento tão particular da sua língua… me deixou a mil. Paramos com a respiração entrecortada… seguimos o protocolo normal… as perguntas que, na real, eram desnecessárias pra mim… Como você está? Por que veio sozinha? Etc., etc.
Assim, chegamos à sala, te convidei pra sentar e perguntei se queria beber algo, ao que você respondeu que sim…
Enquanto servia água num copo, minhas mãos tremiam, meu coração parecia querer sair do peito a cada batida… e uma ereção que minha calça deixava à mostra o que sempre acontece comigo quando você está por perto.
Quando te dei o copo com água, me aproximei de novo… agora, só saboreando com minha língua a suavidade da sua… sem ser um beijo profundo… mais externo, pra definir de alguma forma.
Sem dizer nada, coloquei minhas pernas prendendo as suas, sentado sobre seus joelhos, você estava prisioneira minha… melhor dizendo… eu, seu. Imagina só, aconteceu… nem sei quanto tempo passou, porque eu tava tão concentrado aproveitando cada roçada em você… cada respiro que eu sentia…
E eu abria os olhos pra te ver aqui, me beijando, fechava de novo pra gravar essa sensação, pra respirar seu cheiro… pra continuar sonhando.
A gente respirava num ritmo acelerado, se olhava nos olhos e depois se beijava de novo… nossas línguas brincavam aquela perversidade de vai e vem, de se arrastar uma pela outra… de saborear cada cantinho, de te ver com a cor bem acentuada no rosto, de me ver naquele par de olhos lindos que do mesmo jeito me contemplavam extasiados.
Num instante de sanidade dentro do momento apaixonado, eu beijava seu pescoço, suave e devagar, fazendo você sentir o quanto te desejo e sussurrando no seu ouvido bem baixinho… te amo… te amo… te amo…
E você respondia sem dizer palavra, mas o movimento do seu corpo dizia mais do que eu poderia querer ouvir.
Me levantei pra tirar a camisa, ao mesmo tempo que tirava sua blusa… essa imagem nunca vou conseguir apagar da minha mente, te ver de sutiã, procurando minha boca de novo, pra gente se entregar de novo ao jogo macabro do êxtase… minhas mãos percorriam suas costas, procurando o fecho que parecia não querer cooperar com minha intenção de tirar, foi você quem, num instante, desabotoou, ficando à mercê de MIM. Tirei ele e minhas mãos acariciavam suavemente as bordas dos seus seios, sentia seus mamilos endurecidos enquanto meus lábios desciam pelo seu pescoço até chegar neles…
Então me deslizei e fiquei de joelhos, meus lábios rodeavam seu mamilo, que correspondia à provocação e despertava, minha língua massageava ele… percorria e desenhava devagar, todo o contorno, pra depois chupar suave e firme.
Voltava a procurar seus lábios, como perguntando se você tava gostando do que tava rolando no seu peito…
Pra voltar e aproveitar de novo a beleza dos seus seios.
Suas mãos, se perdiam entre meu… cabelo quando eu te chupava forte… e me apertava contra você, e eu respondia prolongando o carinho…
Num instante, puxei você pra deitar totalmente no sofá e você por cima de mim…
Minhas mãos então rodeavam sua cintura enquanto a gente continuava mergulhado em beijos mais que ternos… provocantes, desafiando um ao outro, pedindo abertamente pra não parar…
Seu corpo se encaixava no meu, me deixando fazer você sentir o tesão que tava me dando, meu corpo começava a se mexer de leve, pra provocar mais de você, pra me fazer notar mais na sua intimidade.
Minhas mãos deslizavam pelas suas nádegas, apertando você mais contra mim no ritmo que eu me mexia, safadas sentiam a borda da sua calcinha pra voltar a percorrer aquele rabo lindo que mil noites sonhei em acariciar… que mil vezes vi rebolando quando passava na minha frente.
Seus peitos no meu peito, estavam tremendo de tesão, seu rosto mostrava a paixão que brotava a cada roçada no meu.
Me levantei ao mesmo tempo que puxei você pra ficar de pé, nos olhando nos olhos, nos beijando fundo… você me abraçou forte e suas mãos percorriam minhas costas enquanto as minhas te percorriam toda.
De repente descia pra saborear seus peitos, pra provocar aqueles bicos que tinham uma cor que contrastava ainda mais com o tom da sua pele.
Peguei uma das suas mãos e coloquei no volume inconfundível que tava entre minhas pernas… senti como você apertava, acariciava de leve e de repente com força.
Então, minhas mãos desabotoaram sua calça… ficando solta e à mercê das minhas mãos… não, amor, não tirei, percorri estrepitosamente a dobra da sua calcinha, sentindo a textura das suas pernas, do seu quadril e da sua bunda.
Nossas bocas pareciam fundidas uma na outra, era uma luta sem trégua entre sua língua e a minha… era um jogo de loucura querendo ser ao mesmo tempo o vencedor e o vencido…
Desabotoei então minha calça e desci até os joelhos, ao mesmo tempo que fazia o mesmo com a sua. teu…
Ohh… sentir teu corpo semidesnudo colado no meu, sentir você excitada e se apertar contra mim, me causava uma sensação extrema, sei que do mesmo jeito você sentia o mesmo porque me dizia com teu movimento. Tuas unhas se cravavam nas minhas costas suavemente, deslizavam até minhas nádegas e voltavam pras minhas costas, sentia uma corrente elétrica que tensionava completamente minhas pernas. Minhas mãos não paravam de acariciar essa bunda tão perfeita que me enlouquece quando você anda, fuçavam entre sua calcinha sentindo por completo as formas de você.
Podia sentir o quanto você tava molhada, teu rosto corado te deixava mais gostosa do que já é, tua respiração entrecortada pedia aos berros pra eu não parar.
Então me separei de você pra te abraçar por trás, minhas mãos acariciavam suavemente teus peitos enquanto meus lábios percorriam teu pescoço, ao mesmo tempo que fazia você sentir a excitação do meu corpo… nós dois levávamos o mesmo ritmo de movimento, rebolando e nos apertando um no outro.
Queríamos nos fundir na carícia suprema, mas do mesmo jeito, continuar nos acariciando.
Minha mão deslizou até tua barriga baixa, sentindo teu pelo pubiano corado, te acariciava até chegar nas tuas pernas, pra voltar de novo até teus mamilos eretos, pedindo mais briga, gritando mais pelos meus lábios.
Tua mão, safada e sensual, pousou sobre o endurecido do meu corpo, você acariciava forte… de cima pra baixo, me fazendo gemer, me roubando a fala por completo… depois, você fez o mesmo mas por baixo da calcinha… uau… foi como um choque elétrico sentir tua mão percorrer essa parte de mim.
Você acariciava por instantes ternamente e em outros, selvagem, que a dor se misturava com o prazer, tua mão segurava firme… mmmm… me contorcendo em cada carícia… em cada movimento.
Nos beijamos de novo no mesmo instante que eu deslizava pra fora de você, teus jeans ao mesmo tempo com tua roupa íntima.
Nos ajoelhamos frente a frente, como nos apresentando no íntimo. Meu pau sentia que ia estourar e se encaixava no seu corpo…
Você estava toda molhada, completamente lubrificada igual a mim, a gente se roçava no mesmo movimento, minhas mãos te apertavam contra meu corpo e eu me mexia cada vez mais gostoso.
Você se virou pra continuar assim, encaixados um no outro… nos sentindo, nos curtindo.
Você se mexia no meu ritmo… meu pau queria te penetrar sem querer fazer isso… era um momento tão gostoso, erótico e sensual.
Eu te acariciava toda, minhas mãos iam dos seus peitos até seu clitóris, curtia o roçar das suas pernas e a perfeição da sua bunda encaixada em mim…
Você entendia o quanto eu curtia esse jogo perverso e mágico. De te fazer amor sem ainda entrar em você…
Eu te deitei no sofá, sem parar um segundo de saborear seus lábios, aí me afastei um instante e procurei o brilho dos seus olhos…
— Você imaginou esse momento? — perguntei.
— Sim, mas tinha medo de que, se eu te falasse, você levasse a mal.
— Como você pode imaginar isso? Será que não te mostrei o quanto você é importante pra mim? Será que não fiz de tudo pra te conquistar? Como você poderia pensar que um simples roçar ia te fazer mal?
Voltei a te beijar com tanta vontade, enquanto seu corpo relaxava completamente, me convidando a te fazer minha…

1 comentários - Janeth, la prima que todos soñamos.