Vou botar vocês a par. Meu nome é Raúl. Sou um cara de 20 anos, de Madri, Espanha. Moro num bairro bem normal da capital, e minha família é bem normal na questão econômica e social. Meus pais, que pouco têm a ver com a história, também são bem normais. Meu pai trabalha numa empresa e minha mãe é vendedora numa loja. O outro membro da família é minha irmã Sandra, que tem 4 anos a mais que eu.
Fisicamente, sou um cara bem normal. Não sou o gostosão, mas também não reclamo. Tenho 1,80m e peso uns 75 quilos. Vou à academia pra manter a forma e passar um tempo com os amigos. Não sou trincado, mas tô em forma. Como eu disse, tudo bem normal. A única coisa que talvez fuja um pouco do normal e que teve um papel importante no que vou contar é o tamanho da minha pica. Não tô me gabando nem deixando de me gabar, é só o que é: se eu disser que tenho 16cm. Na média nacional, vocês vão pensar. Mas é que esse é o tamanho quando não tá ereta. Quando fica, chega a 23cm. Na real, mais perto de 24cm do que de 22cm. Mas é o que é. Tenho 23cm. Quanto à grossura, também não reclamo. A verdade é que minha pica, no sexo, me abriu várias portas. Porque entre minhas amigas correu o boato sobre minha pica, e várias quiseram experimentar, e muitas repetiram.
Sobre minha irmã, vou falar um pouco pra vocês terem uma ideia. De altura, ela é um pouco mais baixa que eu, tem uns 1,70m ou algo assim, e é magrinha, o que faz o par de peitos que ela tem chamar ainda mais atenção. Sem dúvida, a melhor parte do corpo dela, já que de rosto é uma garota normal, com cabelo cacheado e castanho claro. Bom, a bunda dela também não é ruim, mas comparando com os peitos... nada. Agora sei que ela usa um tamanho 100, mas como eu disse, por ser magrinha, chama mais atenção.
A verdade é que nunca tinha reparado na minha irmã num sentido sexual. Reconheço que, obviamente, o tamanho dos peitos dela não passa despercebido. Meus amigos também faziam comentários sobre elas. Mas não era algo que me tirasse o sono. Imagino que minha irmã também não tinha reparado em mim nesse sentido, já que não sabia o tamanho do meu pau. Mas acho que tudo mudou depois do que aconteceu um dia.
Foi num dia que cheguei em casa à tarde e não tinha ninguém. Decidi ir pro meu quarto bater uma punheta. Liguei o computador, coloquei um filme, me deitei na cama e fiquei pelado.
O filme era um da Jenna Jameson, bem bom. Então fiquei no clima rapidinho. Já tava há mais de 10 minutos me masturbando quando tudo aconteceu. Sem perceber, a porta do meu quarto se abriu e minha irmã apareceu. Minha cama fica bem do lado da porta, quando você entra à esquerda, então assim que ela virou a cabeça, me viu completamente pelado me tocando. Assim que entrou e me viu, eu congelei e ela disse:
— Nossa, pensei que não tinha ninguém.
Aí o olhar dela fixou no meu pau e ela falou:
— Caralho...
E saiu do quarto.
Fiquei ali pensando, com o pau na mão, no que tinha acontecido. Minha irmã tinha acabado de me pegar batendo uma. Pensei no constrangimento do momento. Mas meu pau não tinha baixado nem um pouco, porque também tava pensando na cara dela e na expressão que fez quando viu meu pau. A situação me deu muito tesão, admito. Então na hora continuei me masturbando até gozar, soltando uns bons jatos.
Depois de um tempo, saí do quarto. Não sabia se minha irmã ainda estava lá. Passei pela sala e ela tava lá vendo TV. Quando passei e ela me viu, disse:
— Ei, Raul, desculpa. É que pensei que não tinha ninguém em casa e queria entrar pra ver uma coisa no computador (que fica no meu quarto).
— Relaxa, não percebi que tinha deixado a porta do meu quarto aberta.
— É, não esperava te encontrar assim. Ei, posso te perguntar uma coisa? — ela disse.
— Claro, fala.
— É que não esperava te encontrar assim, mas menos ainda... ainda ver algo assim. É que fiquei chocada. Quanto mede o teu pau?
Fiquei gelado. Minha irmã tava me perguntando quanto media meu pau.
- Ué, 23 cm - falei, - por quê?
- ¿¿¿¿¿23?????. Nossa, nunca tinha visto um assim. Caralho, suas amigas devem ficar bem satisfeitas, né?
- Bom, verdade é que nenhuma reclamou.
A conversa tava bem relaxada e eu comecei a me sentir à vontade com o que a gente tava falando, e também excitado com as perguntas que minha irmã tava fazendo. Pra terminar, ela disse:
- Bom, então é isso, tudo conversado. Sinceramente, depois de ver isso, não me arrependo de ter te pego no flagra hehehe
- Hehehehe
Nos dias seguintes, o comportamento dela comigo, embora sempre nos déssemos bem, ficou muito mais próximo. Era como se ela fosse mais liberal e, verdade, eu também me soltava cada vez mais. Ela entrava várias vezes no meu quarto como quem não quer nada, pra ver se via alguma coisa, porque dava pra notar, até que um dia resolvi me colocar na situação de novo.
Tava tomando banho, mas deixei a porta sem trancar, pensando que ela entraria sem mais nem menos, mas não. Ela bateu e perguntou:
- Raul, você demora muito? É que quero escovar os dentes antes de sair.
Eu falei:
- Tô terminando, mas entra que não tá trancado.
Aí ela entrou e foi pegar a escova de dentes, mas antes acho que ficou se maquiando. Minha toalha pra me secar tava do lado de fora e, em vez de pedir pra ela pegar, não pensei duas vezes: abri a cortina do chuveiro e saí. Ela se virou e me olhou.
- Porra, mano, você não se inibe, hein?
- Ué, você já me viu, né? Que diferença faz? Pra mim, pelo menos, tanto faz.
- É, verdade.
E ela perguntou:
- Você acabou de bater uma punheta ou o quê?
Comecei a secar a cabeça e respondi: - Não, por quê?
- Ah, pensei que sim. Tá com ele bem inchado, como vocês homens dizem...
- Não, nada disso. É assim que ele fica normal.
- Normal assim? Normal, nada. Porra, mas quanto você tem aí assim?
- Uns 16cm - eu falei
- Nossa, que loucura! Mas isso já é maior que a de muito cara duro. Fico pasma.
- Bom, o que você quer que eu faça.
- Não, nada, nada. Pra mim tá ótimo. Mas é que a gente não é de pedra. E ainda mais com uma coisa dessas.
Depois de falar isso, ela foi embora e meu pau ficou duro na hora com o comentário que ela tinha acabado de fazer.
A partir daquele dia, não consegui evitar de começar a reparar cada vez mais na minha irmã como a mulher que ela era. E além disso, uma mulher muito gostosa. Com uma bunda boa e uns peitos como eu nunca tinha provado.
Pensei que depois disso tudo nossa relação ia ficar mais estranha, mas na verdade foi o contrário. Ela se mostrava bem próxima e começou a andar em casa, principalmente quando nossos pais não estavam (eles viajam muito), bem mais leve de roupa do que o normal. Alguns dias com uns shorts bem curtinhos desses que as minas usam de pijama e por cima um top desses justo ou uma camiseta curtinha que as minas também usam muito. Mas além disso, percebi que ela começava a usar sem sutiã, porque dava pra notar pra caralho no movimento dos peitos dela. E muitas outras vezes os bicos apareciam. Eu, claro, não conseguia evitar de reparar cada vez mais. Parecia que ela fazia de propósito. Então eu comecei a entrar na brincadeira e também ficava mais à vontade em casa, usando um pijama de shorts. Mas além disso, usava sem cueca pra aparecer mais o volume e o movimento do meu pau. E com os shorts, muitas vezes deitado no sofá ou com algum movimento, a cabeça do meu pau aparecia por baixo do short. Era todo um jogo de olhares. Ela no meu pau e eu nos peitos dela. A gente se comportava de um jeito bem normal e natural. Como se nada estivesse acontecendo. Mas os olhares existiam. Nós dois tentávamos provocar sem parecer.
Teve um dia em que não Consegui evitar que o tamanho do meu pau ficasse evidente. Era um dia em que fazia bastante calor à noite. Meus pais tinham saído para um jantar e nem eu nem minha irmã saímos. Eu estava na sala deitado no sofá vendo um filme e minha irmã estava no quarto dela. Depois de um tempo, minha irmã saiu e veio para o sofá. Ela saiu vestida com uma daquelas camisetas compridas que as minas usam às vezes. Chegava um pouco abaixo da bunda. Dava pra ver perfeitamente que ela não estava usando sutiã. Embora eu já imaginasse, porque como eu disse, já estava começando a ser normal, e por baixo eu pensei que ela estivesse usando os shorts curtos que ela costumava usar. Mas quando ela chegou na sala e sentou, percebi que por baixo ela só estava usando uma calcinha fio dental branca bem pequena. Fiquei besta olhando e meu pau subiu na hora. Dá pra imaginar que com um troço duro daquele, o volume enorme aparecia e claro que ela percebeu rápido e me disse:
- Porra, como é que ficou duro assim de repente, hein?
Eu respondi sem me acanhar:
- É só olhar como você vem. Dá pra ver tudo.
- Nossa, nem tinha percebido. Como eu estava assim no quarto... Bom, mas não tem problema, né? Embora eu já vi que você ficou animado, ou pelo menos seu amiguinho aí embaixo, kkkkkk. Bom, vou te deixar tranquilo. Vou dormir. Até amanhã.
Fiquei alucinado no sofá com o pau totalmente duro. Não consegui, nem quis, evitar bater uma punheta monstra pensando descaradamente na minha irmã.
Passaram-se alguns dias com as mesmas brincadeiras e besteiras, embora cada vez mais descaradas. Ela se abaixava na menor oportunidade pra me mostrar os peitos e eu já não escondia mais o volume do meu pacote em muitas ocasiões. A verdade é que eu já não aguentava mais. Ia de pau duro em pau duro e já não conseguia parar de olhar pros peitos e pra bunda dela. Então decidi dar o próximo passo pra ver o que acontecia.
Cheguei em casa uma tarde. Eram mais ou menos 9 da noite. Tinha ficado de bobeira com uma mina que me tinha me deixado mais quente que pica de índio. Então minha intenção era chegar e ir pro meu quarto onde tá o computador pra bater uma boa punheta. Mas quando cheguei, meu pai tava passando umas paradas do trabalho e fodeu meu plano. Foi aí que me veio a ideia. Fiquei pensando um pouco, porque me dava um certo vergonha, mas no final decidi me jogar. Coloquei meu short pra ficar em casa e uma camiseta e fui pro quarto da minha irmã. Minha ideia era, já que ela tem trinco na porta e também tem TV com DVD, pedir pra poder bater uma punheta no quarto dela vendo um filme pornô, por causa do tesão que tinham me deixado. Entrei no quarto dela. A TV tava ligada, mas ela tava na mesa escrevendo alguma coisa. Entrei, cumprimentei ela e foi isso que a gente conversou:
- Oi Sandra, ei, posso te pedir uma coisa?
- Sim, claro. Fala.
- É uma coisa meio... especial.
- Porra! Não me assusta. Vai, fala.
- Então, olha, é que eu tava flertando com uma mina que no final não quis nada e me deixou com um tesão do caralho e o pai tá no computador fazendo umas paradas. Aí queria te pedir se você não se importa de deixar eu ver um pornô aqui um pouco pra poder me aliviar.
Ela ficou chocada e depois começou a rir e falou:
- Hahahaha caralho. Você é um puta safado. Não me importo, mas é que tô aqui fazendo umas coisas...
Foi aí que vi minha chance.
- Bom, não tem problema. Pra mim não tem problema se você ficar. Se você não se importa, pra mim tanto faz. Até porque, você já viu a minha rola, né?
- Caralho, mano. Dá pra ver que você tá com vontade. Tá bom, vai, faz o que quiser.
Ao ouvir ela falar isso, fiquei duro na hora. Ia ficar pelado na frente da minha irmã e bater uma punheta na frente dela. A situação me dava um puta tesão. Tava meio nervoso, mas o tesão e a vontade eram maiores. Ela ficou na mesa que é do lado da cama, e as duas olhando pra televisão. Coloquei o DVD Pornô, apertei o play e me deitei na cama. Ela tava na mesa escrevendo, até que de repente eu baixei a calça e apareceu meu pau duro igual pedra. Acho que nunca tinha visto ele tão duro. Parecia até maior ainda. Assim que tirei ele pra fora, ela levantou a cabeça e eu vi ela olhando, e ela disse:
- Nossa senhora! Como ele tá, hein? Te deixaram com tesão mesmo, parece maior do que quando eu vi outro dia. Mas verdade seja dita, você tem um pau enorme, tem que admitir. Caralho, que pau!
- Muito obrigado. É que se você ainda fala essas coisas, ele fica mais duro ainda.
Dito isso, comecei a bater uma sem parar. Geralmente é normal que os caras, quando batem uma, como vão mais rápido, aguentem menos tempo. Mas a verdade é que não é o meu caso. Nesse sentido, tenho bastante sorte, porque costumo aguentar muito. Às vezes fico mais de 20 minutos me masturbando sem parar até gozar. Quando já tava há 5 minutos nessa, percebi que ela tava olhando pra mim e também pro filme, e eu disse:
- Ei, não se acanhe, hein? Não me importo se você olhar, fica tranquila.
- É que eu tava reparando que você tem ele maior do que os caras do filme. Que loucura!
Eu ri, mas não parei. Continuei batendo uma sem parar. Tava rápido e com força. Tava com muito tesão. Adorava saber que ela tava ali do lado olhando pro meu pau. Além disso, percebi que ela também devia estar ficando a fim, porque tava com um top justo sem sutiã e os bicos dos peitos aparecendo pra caralho. Embaixo, tava com um shortinho de pijama. Já tava há mais de 10 minutos me masturbando sem parar. Ela percebeu que eu tava rápido e pensou como é que eu não gozava. Foi aí que aconteceu algo que eu nem imaginava, mas que amei:
- Mas você ainda não terminou? - Ela perguntou. Se já faz um tempão que você tá batendo uma super rápido.
- Ainda falta um pouco. Costumo aguentar bastante.
- Caralho. Além de ter um pau enorme, ainda aguenta muito. Eu tô alucinada. as amigas vão ficar muito, mas muito contentes.
Então ela me disse a frase que mudou tudo:
- Vai ver que você vai precisar de ajuda pra terminar...
Fiquei calado e pensei que era a minha chance. Tinha que aproveitar a situação e falei:
- Então, ó, quer me ajudar?
- Olha ele, não é esperto nem nada. E ainda por cima aposto que você não tem coragem.
- Quem não tem? Eu, por mim, tô aqui. Quem se acanha é você. Aposto.
- Eu me acanhar? Vai ver.
Ela se levantou da mesa, sentou na cama do meu lado e, sem pensar duas vezes, pegou minha rola com a mão. Meu corpo todo deu um pulo. Foi uma sensação incrível sentir a mão da minha irmã na minha rola, que tava maior, mais grossa e mais dura do que eu nunca tinha visto.
- Meu Deus. Mas minha mão não dá conta de pegar ela inteira. Viu, irmãozinho, como eu tive coragem? Caralho, que rola que você tem, cara. Isso é demais. Nunca vi, muito menos toquei, algo parecido. Que pedaço de rola que você tem!
- Já vi que você gostou. Fico feliz que tenha gostado. Mas não ia me ajudar?
- Sim, claro. Já que tô aqui...
Ela se sentou de frente pra mim e começou a bater uma. Primeiro devagar, pra cima e pra baixo. Ela se deliciava na minha rola. Não parava de olhar e falar:
- Que rola, meu Deus.
Aos poucos foi aumentando o ritmo até bater uma bem rápida. Eu tava no céu. Com a outra mão, começou a tocar minhas bolas suavemente, sem parar de me punhetar. Eu tava no paraíso. Minha irmã tava me masturbando e eu tinha bem do lado aqueles peitões dela se mexendo no ritmo da punheta. Os bicos pareciam que iam furar a camiseta. Passaram uns 5 ou 6 minutos me punhetando sem parar quando ela falou:
- Pô. Com tanta rola, canso de bater uma. Meu Deus, como você aguenta, filho da puta. Com a velocidade que tô sacudindo.
- Ó, já que tamo nessa, se você tirar a camiseta, talvez o processo acelere... Que eu também queria ver um negócio.
- Mas olha que você é um safado. Me Você tá aqui se punhetando e ainda quer que eu mostre os peitos, né? Pois é, verdade seja dita, você tem razão. Você não viu nada ainda.
Dito isso, ela soltou meu pau e, sentada do meu lado, tirou a camiseta. E na minha frente apareceram os melhores peitos que eu já vi na vida. Grandes, como eu imaginava, naturais, com os mamilos grandes e duros, no centro de umas aréolas perfeitas. Uns peitos maravilhosos, pelo menos pra mim.
Fiquei completamente besta. Quase nem percebi que ela logo pegou meu pau de novo e começou a bater uma com força outra vez. A cada sacudida que ela dava no meu pau, o balanço dos peitos dela me deixava hipnotizado.
— Bom, ficou mudo, foi? — ela disse — Gostou ou não? Você não para de olhar. Imagino que sim, né?
— Se eu gostei? Você pode falar do meu pau, mas seus peitos não são normais. Eu também nunca tinha visto uns peitos assim, sério. Que melancias você tem. Parece que nós dois fomos bem servidos. Sandra, posso tocar neles?
— Pô, você não se segura, hein? Tá bom, vale. Total, já tô te punhetando...
Não pensei nem um segundo e coloquei a mão num dos peitos dela. Que sensação! Eram perfeitos. Peguei com as duas mãos. Eram enormes. Comecei a amassar os peitos dela e a beliscar de leve os mamilos. Minha irmã começou a suspirar, mas não parava de olhar e de bater uma no meu pau. Comecei a sentir que ia gozar. Dá pra imaginar que, com um pau desse tamanho e o tempo que aguentei pra não gozar, a quantidade de porra que ia sair. Falei pra ela não parar, que eu ia gozar. Ela tava inclinada sobre mim, quase de quatro. De repente, não aguentei mais e do meu pau começaram a jorrar esguichos de sêmen. O primeiro disparo foi parar no pescoço dela, um segundo nos peitos dela e dois menores no braço e na mão dela. Fiquei no paraíso. Ela continuou batendo uma mais devagar. Olhou pra minha cara de felicidade e disse:
— Bom, e aí? Ficou satisfeito, né? Olha como me deixou. Pronto. Caralho, achei que não ia parar de sair.
- Porra, foi a melhor punheta da minha vida. Muito obrigado, maninha.
- Na real, eu admito que também foi a melhor siririca que já fiz num cara. Mas é claro, com uma pica dessas, como não seria? Sério, maninho, tu tem uma pica descomunal. Deve deixar as mina toda acabada, né?
- Bom, até agora nenhuma reclamou. Pelo contrário.
- Não me surpreende. Vou tomar um banho que olha como você me deixou.
- Esqueci de falar que costumo gozar bastante. Foi um prazer. Adorei ver seus peitos. Eles são perfeitos, sério. Caralho, que peitão!!!
- Fico feliz que você gostou, embora já imaginasse.
- Outro dia, se quiser, a gente repete...
- Então olha, na real, eu também acho que não seria nada mal a gente se dar outro presente outro dia. Adoro ver esse pedaço de pica em movimento.
Dito isso, ela piscou um olho e sorriu pra mim. Limpou meu gozo por cima e vestiu uma camiseta pra ir tomar banho. Só de pensar que ela tinha dito que a gente ia repetir, fez minha pica ficar dura que nem pedra de novo.
Fisicamente, sou um cara bem normal. Não sou o gostosão, mas também não reclamo. Tenho 1,80m e peso uns 75 quilos. Vou à academia pra manter a forma e passar um tempo com os amigos. Não sou trincado, mas tô em forma. Como eu disse, tudo bem normal. A única coisa que talvez fuja um pouco do normal e que teve um papel importante no que vou contar é o tamanho da minha pica. Não tô me gabando nem deixando de me gabar, é só o que é: se eu disser que tenho 16cm. Na média nacional, vocês vão pensar. Mas é que esse é o tamanho quando não tá ereta. Quando fica, chega a 23cm. Na real, mais perto de 24cm do que de 22cm. Mas é o que é. Tenho 23cm. Quanto à grossura, também não reclamo. A verdade é que minha pica, no sexo, me abriu várias portas. Porque entre minhas amigas correu o boato sobre minha pica, e várias quiseram experimentar, e muitas repetiram.
Sobre minha irmã, vou falar um pouco pra vocês terem uma ideia. De altura, ela é um pouco mais baixa que eu, tem uns 1,70m ou algo assim, e é magrinha, o que faz o par de peitos que ela tem chamar ainda mais atenção. Sem dúvida, a melhor parte do corpo dela, já que de rosto é uma garota normal, com cabelo cacheado e castanho claro. Bom, a bunda dela também não é ruim, mas comparando com os peitos... nada. Agora sei que ela usa um tamanho 100, mas como eu disse, por ser magrinha, chama mais atenção.
A verdade é que nunca tinha reparado na minha irmã num sentido sexual. Reconheço que, obviamente, o tamanho dos peitos dela não passa despercebido. Meus amigos também faziam comentários sobre elas. Mas não era algo que me tirasse o sono. Imagino que minha irmã também não tinha reparado em mim nesse sentido, já que não sabia o tamanho do meu pau. Mas acho que tudo mudou depois do que aconteceu um dia.
Foi num dia que cheguei em casa à tarde e não tinha ninguém. Decidi ir pro meu quarto bater uma punheta. Liguei o computador, coloquei um filme, me deitei na cama e fiquei pelado.
O filme era um da Jenna Jameson, bem bom. Então fiquei no clima rapidinho. Já tava há mais de 10 minutos me masturbando quando tudo aconteceu. Sem perceber, a porta do meu quarto se abriu e minha irmã apareceu. Minha cama fica bem do lado da porta, quando você entra à esquerda, então assim que ela virou a cabeça, me viu completamente pelado me tocando. Assim que entrou e me viu, eu congelei e ela disse:
— Nossa, pensei que não tinha ninguém.
Aí o olhar dela fixou no meu pau e ela falou:
— Caralho...
E saiu do quarto.
Fiquei ali pensando, com o pau na mão, no que tinha acontecido. Minha irmã tinha acabado de me pegar batendo uma. Pensei no constrangimento do momento. Mas meu pau não tinha baixado nem um pouco, porque também tava pensando na cara dela e na expressão que fez quando viu meu pau. A situação me deu muito tesão, admito. Então na hora continuei me masturbando até gozar, soltando uns bons jatos.
Depois de um tempo, saí do quarto. Não sabia se minha irmã ainda estava lá. Passei pela sala e ela tava lá vendo TV. Quando passei e ela me viu, disse:
— Ei, Raul, desculpa. É que pensei que não tinha ninguém em casa e queria entrar pra ver uma coisa no computador (que fica no meu quarto).
— Relaxa, não percebi que tinha deixado a porta do meu quarto aberta.
— É, não esperava te encontrar assim. Ei, posso te perguntar uma coisa? — ela disse.
— Claro, fala.
— É que não esperava te encontrar assim, mas menos ainda... ainda ver algo assim. É que fiquei chocada. Quanto mede o teu pau?
Fiquei gelado. Minha irmã tava me perguntando quanto media meu pau.
- Ué, 23 cm - falei, - por quê?
- ¿¿¿¿¿23?????. Nossa, nunca tinha visto um assim. Caralho, suas amigas devem ficar bem satisfeitas, né?
- Bom, verdade é que nenhuma reclamou.
A conversa tava bem relaxada e eu comecei a me sentir à vontade com o que a gente tava falando, e também excitado com as perguntas que minha irmã tava fazendo. Pra terminar, ela disse:
- Bom, então é isso, tudo conversado. Sinceramente, depois de ver isso, não me arrependo de ter te pego no flagra hehehe
- Hehehehe
Nos dias seguintes, o comportamento dela comigo, embora sempre nos déssemos bem, ficou muito mais próximo. Era como se ela fosse mais liberal e, verdade, eu também me soltava cada vez mais. Ela entrava várias vezes no meu quarto como quem não quer nada, pra ver se via alguma coisa, porque dava pra notar, até que um dia resolvi me colocar na situação de novo.
Tava tomando banho, mas deixei a porta sem trancar, pensando que ela entraria sem mais nem menos, mas não. Ela bateu e perguntou:
- Raul, você demora muito? É que quero escovar os dentes antes de sair.
Eu falei:
- Tô terminando, mas entra que não tá trancado.
Aí ela entrou e foi pegar a escova de dentes, mas antes acho que ficou se maquiando. Minha toalha pra me secar tava do lado de fora e, em vez de pedir pra ela pegar, não pensei duas vezes: abri a cortina do chuveiro e saí. Ela se virou e me olhou.
- Porra, mano, você não se inibe, hein?
- Ué, você já me viu, né? Que diferença faz? Pra mim, pelo menos, tanto faz.
- É, verdade.
E ela perguntou:
- Você acabou de bater uma punheta ou o quê?
Comecei a secar a cabeça e respondi: - Não, por quê?
- Ah, pensei que sim. Tá com ele bem inchado, como vocês homens dizem...
- Não, nada disso. É assim que ele fica normal.
- Normal assim? Normal, nada. Porra, mas quanto você tem aí assim?
- Uns 16cm - eu falei
- Nossa, que loucura! Mas isso já é maior que a de muito cara duro. Fico pasma.
- Bom, o que você quer que eu faça.
- Não, nada, nada. Pra mim tá ótimo. Mas é que a gente não é de pedra. E ainda mais com uma coisa dessas.
Depois de falar isso, ela foi embora e meu pau ficou duro na hora com o comentário que ela tinha acabado de fazer.
A partir daquele dia, não consegui evitar de começar a reparar cada vez mais na minha irmã como a mulher que ela era. E além disso, uma mulher muito gostosa. Com uma bunda boa e uns peitos como eu nunca tinha provado.
Pensei que depois disso tudo nossa relação ia ficar mais estranha, mas na verdade foi o contrário. Ela se mostrava bem próxima e começou a andar em casa, principalmente quando nossos pais não estavam (eles viajam muito), bem mais leve de roupa do que o normal. Alguns dias com uns shorts bem curtinhos desses que as minas usam de pijama e por cima um top desses justo ou uma camiseta curtinha que as minas também usam muito. Mas além disso, percebi que ela começava a usar sem sutiã, porque dava pra notar pra caralho no movimento dos peitos dela. E muitas outras vezes os bicos apareciam. Eu, claro, não conseguia evitar de reparar cada vez mais. Parecia que ela fazia de propósito. Então eu comecei a entrar na brincadeira e também ficava mais à vontade em casa, usando um pijama de shorts. Mas além disso, usava sem cueca pra aparecer mais o volume e o movimento do meu pau. E com os shorts, muitas vezes deitado no sofá ou com algum movimento, a cabeça do meu pau aparecia por baixo do short. Era todo um jogo de olhares. Ela no meu pau e eu nos peitos dela. A gente se comportava de um jeito bem normal e natural. Como se nada estivesse acontecendo. Mas os olhares existiam. Nós dois tentávamos provocar sem parecer.
Teve um dia em que não Consegui evitar que o tamanho do meu pau ficasse evidente. Era um dia em que fazia bastante calor à noite. Meus pais tinham saído para um jantar e nem eu nem minha irmã saímos. Eu estava na sala deitado no sofá vendo um filme e minha irmã estava no quarto dela. Depois de um tempo, minha irmã saiu e veio para o sofá. Ela saiu vestida com uma daquelas camisetas compridas que as minas usam às vezes. Chegava um pouco abaixo da bunda. Dava pra ver perfeitamente que ela não estava usando sutiã. Embora eu já imaginasse, porque como eu disse, já estava começando a ser normal, e por baixo eu pensei que ela estivesse usando os shorts curtos que ela costumava usar. Mas quando ela chegou na sala e sentou, percebi que por baixo ela só estava usando uma calcinha fio dental branca bem pequena. Fiquei besta olhando e meu pau subiu na hora. Dá pra imaginar que com um troço duro daquele, o volume enorme aparecia e claro que ela percebeu rápido e me disse:
- Porra, como é que ficou duro assim de repente, hein?
Eu respondi sem me acanhar:
- É só olhar como você vem. Dá pra ver tudo.
- Nossa, nem tinha percebido. Como eu estava assim no quarto... Bom, mas não tem problema, né? Embora eu já vi que você ficou animado, ou pelo menos seu amiguinho aí embaixo, kkkkkk. Bom, vou te deixar tranquilo. Vou dormir. Até amanhã.
Fiquei alucinado no sofá com o pau totalmente duro. Não consegui, nem quis, evitar bater uma punheta monstra pensando descaradamente na minha irmã.
Passaram-se alguns dias com as mesmas brincadeiras e besteiras, embora cada vez mais descaradas. Ela se abaixava na menor oportunidade pra me mostrar os peitos e eu já não escondia mais o volume do meu pacote em muitas ocasiões. A verdade é que eu já não aguentava mais. Ia de pau duro em pau duro e já não conseguia parar de olhar pros peitos e pra bunda dela. Então decidi dar o próximo passo pra ver o que acontecia.
Cheguei em casa uma tarde. Eram mais ou menos 9 da noite. Tinha ficado de bobeira com uma mina que me tinha me deixado mais quente que pica de índio. Então minha intenção era chegar e ir pro meu quarto onde tá o computador pra bater uma boa punheta. Mas quando cheguei, meu pai tava passando umas paradas do trabalho e fodeu meu plano. Foi aí que me veio a ideia. Fiquei pensando um pouco, porque me dava um certo vergonha, mas no final decidi me jogar. Coloquei meu short pra ficar em casa e uma camiseta e fui pro quarto da minha irmã. Minha ideia era, já que ela tem trinco na porta e também tem TV com DVD, pedir pra poder bater uma punheta no quarto dela vendo um filme pornô, por causa do tesão que tinham me deixado. Entrei no quarto dela. A TV tava ligada, mas ela tava na mesa escrevendo alguma coisa. Entrei, cumprimentei ela e foi isso que a gente conversou:
- Oi Sandra, ei, posso te pedir uma coisa?
- Sim, claro. Fala.
- É uma coisa meio... especial.
- Porra! Não me assusta. Vai, fala.
- Então, olha, é que eu tava flertando com uma mina que no final não quis nada e me deixou com um tesão do caralho e o pai tá no computador fazendo umas paradas. Aí queria te pedir se você não se importa de deixar eu ver um pornô aqui um pouco pra poder me aliviar.
Ela ficou chocada e depois começou a rir e falou:
- Hahahaha caralho. Você é um puta safado. Não me importo, mas é que tô aqui fazendo umas coisas...
Foi aí que vi minha chance.
- Bom, não tem problema. Pra mim não tem problema se você ficar. Se você não se importa, pra mim tanto faz. Até porque, você já viu a minha rola, né?
- Caralho, mano. Dá pra ver que você tá com vontade. Tá bom, vai, faz o que quiser.
Ao ouvir ela falar isso, fiquei duro na hora. Ia ficar pelado na frente da minha irmã e bater uma punheta na frente dela. A situação me dava um puta tesão. Tava meio nervoso, mas o tesão e a vontade eram maiores. Ela ficou na mesa que é do lado da cama, e as duas olhando pra televisão. Coloquei o DVD Pornô, apertei o play e me deitei na cama. Ela tava na mesa escrevendo, até que de repente eu baixei a calça e apareceu meu pau duro igual pedra. Acho que nunca tinha visto ele tão duro. Parecia até maior ainda. Assim que tirei ele pra fora, ela levantou a cabeça e eu vi ela olhando, e ela disse:
- Nossa senhora! Como ele tá, hein? Te deixaram com tesão mesmo, parece maior do que quando eu vi outro dia. Mas verdade seja dita, você tem um pau enorme, tem que admitir. Caralho, que pau!
- Muito obrigado. É que se você ainda fala essas coisas, ele fica mais duro ainda.
Dito isso, comecei a bater uma sem parar. Geralmente é normal que os caras, quando batem uma, como vão mais rápido, aguentem menos tempo. Mas a verdade é que não é o meu caso. Nesse sentido, tenho bastante sorte, porque costumo aguentar muito. Às vezes fico mais de 20 minutos me masturbando sem parar até gozar. Quando já tava há 5 minutos nessa, percebi que ela tava olhando pra mim e também pro filme, e eu disse:
- Ei, não se acanhe, hein? Não me importo se você olhar, fica tranquila.
- É que eu tava reparando que você tem ele maior do que os caras do filme. Que loucura!
Eu ri, mas não parei. Continuei batendo uma sem parar. Tava rápido e com força. Tava com muito tesão. Adorava saber que ela tava ali do lado olhando pro meu pau. Além disso, percebi que ela também devia estar ficando a fim, porque tava com um top justo sem sutiã e os bicos dos peitos aparecendo pra caralho. Embaixo, tava com um shortinho de pijama. Já tava há mais de 10 minutos me masturbando sem parar. Ela percebeu que eu tava rápido e pensou como é que eu não gozava. Foi aí que aconteceu algo que eu nem imaginava, mas que amei:
- Mas você ainda não terminou? - Ela perguntou. Se já faz um tempão que você tá batendo uma super rápido.
- Ainda falta um pouco. Costumo aguentar bastante.
- Caralho. Além de ter um pau enorme, ainda aguenta muito. Eu tô alucinada. as amigas vão ficar muito, mas muito contentes.
Então ela me disse a frase que mudou tudo:
- Vai ver que você vai precisar de ajuda pra terminar...
Fiquei calado e pensei que era a minha chance. Tinha que aproveitar a situação e falei:
- Então, ó, quer me ajudar?
- Olha ele, não é esperto nem nada. E ainda por cima aposto que você não tem coragem.
- Quem não tem? Eu, por mim, tô aqui. Quem se acanha é você. Aposto.
- Eu me acanhar? Vai ver.
Ela se levantou da mesa, sentou na cama do meu lado e, sem pensar duas vezes, pegou minha rola com a mão. Meu corpo todo deu um pulo. Foi uma sensação incrível sentir a mão da minha irmã na minha rola, que tava maior, mais grossa e mais dura do que eu nunca tinha visto.
- Meu Deus. Mas minha mão não dá conta de pegar ela inteira. Viu, irmãozinho, como eu tive coragem? Caralho, que rola que você tem, cara. Isso é demais. Nunca vi, muito menos toquei, algo parecido. Que pedaço de rola que você tem!
- Já vi que você gostou. Fico feliz que tenha gostado. Mas não ia me ajudar?
- Sim, claro. Já que tô aqui...
Ela se sentou de frente pra mim e começou a bater uma. Primeiro devagar, pra cima e pra baixo. Ela se deliciava na minha rola. Não parava de olhar e falar:
- Que rola, meu Deus.
Aos poucos foi aumentando o ritmo até bater uma bem rápida. Eu tava no céu. Com a outra mão, começou a tocar minhas bolas suavemente, sem parar de me punhetar. Eu tava no paraíso. Minha irmã tava me masturbando e eu tinha bem do lado aqueles peitões dela se mexendo no ritmo da punheta. Os bicos pareciam que iam furar a camiseta. Passaram uns 5 ou 6 minutos me punhetando sem parar quando ela falou:
- Pô. Com tanta rola, canso de bater uma. Meu Deus, como você aguenta, filho da puta. Com a velocidade que tô sacudindo.
- Ó, já que tamo nessa, se você tirar a camiseta, talvez o processo acelere... Que eu também queria ver um negócio.
- Mas olha que você é um safado. Me Você tá aqui se punhetando e ainda quer que eu mostre os peitos, né? Pois é, verdade seja dita, você tem razão. Você não viu nada ainda.
Dito isso, ela soltou meu pau e, sentada do meu lado, tirou a camiseta. E na minha frente apareceram os melhores peitos que eu já vi na vida. Grandes, como eu imaginava, naturais, com os mamilos grandes e duros, no centro de umas aréolas perfeitas. Uns peitos maravilhosos, pelo menos pra mim.
Fiquei completamente besta. Quase nem percebi que ela logo pegou meu pau de novo e começou a bater uma com força outra vez. A cada sacudida que ela dava no meu pau, o balanço dos peitos dela me deixava hipnotizado.
— Bom, ficou mudo, foi? — ela disse — Gostou ou não? Você não para de olhar. Imagino que sim, né?
— Se eu gostei? Você pode falar do meu pau, mas seus peitos não são normais. Eu também nunca tinha visto uns peitos assim, sério. Que melancias você tem. Parece que nós dois fomos bem servidos. Sandra, posso tocar neles?
— Pô, você não se segura, hein? Tá bom, vale. Total, já tô te punhetando...
Não pensei nem um segundo e coloquei a mão num dos peitos dela. Que sensação! Eram perfeitos. Peguei com as duas mãos. Eram enormes. Comecei a amassar os peitos dela e a beliscar de leve os mamilos. Minha irmã começou a suspirar, mas não parava de olhar e de bater uma no meu pau. Comecei a sentir que ia gozar. Dá pra imaginar que, com um pau desse tamanho e o tempo que aguentei pra não gozar, a quantidade de porra que ia sair. Falei pra ela não parar, que eu ia gozar. Ela tava inclinada sobre mim, quase de quatro. De repente, não aguentei mais e do meu pau começaram a jorrar esguichos de sêmen. O primeiro disparo foi parar no pescoço dela, um segundo nos peitos dela e dois menores no braço e na mão dela. Fiquei no paraíso. Ela continuou batendo uma mais devagar. Olhou pra minha cara de felicidade e disse:
— Bom, e aí? Ficou satisfeito, né? Olha como me deixou. Pronto. Caralho, achei que não ia parar de sair.
- Porra, foi a melhor punheta da minha vida. Muito obrigado, maninha.
- Na real, eu admito que também foi a melhor siririca que já fiz num cara. Mas é claro, com uma pica dessas, como não seria? Sério, maninho, tu tem uma pica descomunal. Deve deixar as mina toda acabada, né?
- Bom, até agora nenhuma reclamou. Pelo contrário.
- Não me surpreende. Vou tomar um banho que olha como você me deixou.
- Esqueci de falar que costumo gozar bastante. Foi um prazer. Adorei ver seus peitos. Eles são perfeitos, sério. Caralho, que peitão!!!
- Fico feliz que você gostou, embora já imaginasse.
- Outro dia, se quiser, a gente repete...
- Então olha, na real, eu também acho que não seria nada mal a gente se dar outro presente outro dia. Adoro ver esse pedaço de pica em movimento.
Dito isso, ela piscou um olho e sorriu pra mim. Limpou meu gozo por cima e vestiu uma camiseta pra ir tomar banho. Só de pensar que ela tinha dito que a gente ia repetir, fez minha pica ficar dura que nem pedra de novo.
A HISTÓRIA CONTINUA EM:
Entre irmãos rola o jogo (2)
7 comentários - Jogo entre irmãos
Pero... dejate de jodeeeeerrrrrr. 23 cms!!! No seas HDP!
Aunque sea mentí, decí que es de 18...
No sabés que podés herir susceptibilidades... 😢 😢 😢
Que ricas las tetas de \"su\" hermana.
Ojalá presente.
te felicito