Olá amigos, aqui vai meu primeiro post. São narrativas que publiquei no meu blog e espero que vocês gostem. Elas têm a ver com certos eventos que realmente aconteceram, com um toque de energia literária. Aguardo seus comentários e, se gostaram, agradeço qualquer pontinho. Fantasia Triangular
Fazia muito tempo que a Graciela ficava fantasiando sobre a possibilidade de um encontro sexual com o Gastón, só que ela não sabia que naquela noite a oportunia ia aparecer. Naquele dia rolava a clássica festa de fim de ano da Empresa. Eles se conheciam há muito tempo, uns 10 anos, e tinham um nível de confiança e comunicação foda; falavam sobre seus dramas sentimentais com seus parceiros num nível de sigilo que tava crescendo nos últimos meses. Tinha rolado a típica passagem de contar histórias simples, abertas, comuns, pra confissões íntimas, até aquelas que deixam o parceiro mal na fita. Ele sempre achou ela gostosa, observou as várias fases dela, a maternidade, a educação e criação dos filhos. Mas sempre tinha um tom sexual nas conversas, claro que disfarçado pela comédia; que permite, através da piada, jogar umas expressões que de outra forma seriam inaceitáveis entre duas pessoas que se dizem só amigas. O Gastón adorava os quadris largos dela, aquele rabo imponente que nos últimos tempos tinha engordado um pouco demais, mas que compensava na dose de voluptuosidade. As tetas generosas e enormes dela mantinham o volume majestoso, embora a firmeza tivesse cedido depois da amamentação. Mas, independente disso, o conjunto era muito tesudo: quadris largos, rabão e tetonas. Geralmente, por causa da vergonha e do pudor natural dela, a Graciela usava roupas que escondiam os peitos, mas naquela noite foi exceção, ela deixou de lado essa preocupação habitual. Ela tinha fantasiado mais de uma vez em ser comida pelo Gastón, mas mesmo em algumas oportunidades enquanto transava com o marido, ela tinha fantasiado que aquela pica que entrava e saía vertiginosamente da sua humanidade era na verdade do Gastón e que o marido observava a cena se masturbando. Essa fantasia tinha sido muito eficaz e com ela chegou ao orgasmo mais de uma vez. Agora tinha a oportunidade de se deitar com o autor da sua fantasia. Ele estava relativamente bêbado e propõe se retirar no meio da festa, com a desculpa de levá-la depois para casa; a forma insistente da proposta transparecia intenções que iam além da gentileza. E era exatamente assim, pouco tempo depois de entrar no carro ele para o veículo e propõe terminar a noite de uma maneira diferente, se permitir dar vazão à fantasia e ao prazer. Ela no começo se sente acanhada, inibida, surge sua conhecida timidez e vergonha, mas por dentro a ideia a excitava, mais do que isso, ela se sentia terrivelmente tesuda e que ele descobrisse essa circunstância lhe dava ainda mais vergonha. Tudo isso cessou quando ele se atira sobre ela e com seus lábios cobre por inteiro sua boca. Rapidamente sua língua percorre sua intimidade escondida e se entrelaça vertiginosamente com a dela; não foi muito tempo necessário para que suas mãos percorressem seu sutiã rendado e de renda, a promessa visual da generosidade dos seus peitos se fazia presente ao apalpar com a mão tanta carne deliciosa, logo notou que seus mamilos estavam eretos, pediam, imploravam, para serem chupados e mordidos. Ela, por sua vez, e em sinal de aprovação e reciprocidade, deslizou suavemente sua mão delicada na protuberância da calça do Gastón e notou que, apesar do álcool e da idade, seus reflexos estavam intactos. Logo sua mão afastou o sutiã que apertava de forma imponente suas tetas para poder trabalhá-las diretamente, sem intermediários. Agora sim, ela tinha em suas mãos o tesouro tantas vezes desejado. Logo ele dirigiu sua boca para a região para chupar tão deliciosa oferenda. Aí notou, tal como havia Sonhei que os mamilos dela eram uma circunferência marrom enorme, muito maior que a média das mulheres, com duas pontas grossas e duras. Levei a boca até eles, tentando enfiar toda aquela carne dentro da minha boca, e comecei a dar mordidinhas nessas pontas, o que fez elas ficarem ainda mais duras. Nessa geografia, as sardas que cobriam os peitos dela se destacavam. Graciela não conseguiu segurar os gemidos de prazer, e mostrar algo que sempre escondeu: ela adorava ser comida e ficava com tesão muito fácil. Quando a mão chegou na virilha dela, a buceta dela jorrava fluidos e pedia aos berros que a boca do Gastão mergulhasse fundo nela. Quando ele mostrou o pau, Graciela levou à boca e mostrou toda a sua habilidade na hora, mamava o pau com uma destreza danada. Na chupada, os lábios carnudos e salientes dela se destacavam, e ela ia aumentando o ritmo frenético, alternando entre a rola e as bolas, que eram engolidas e lambidas como se fossem um petisco gostoso. Com tanto tesão, foram para um motel para dar vazão a toda essa putaria. Lá dentro, se fundiram num corpo só, na posição conhecida como 69. Gastão abriu a bunda de Graciela como gomos de laranja, e a língua dele brincou com o buraquinho, enquanto com os dedos ele tirava o fluxo que saía da buceta dela e espalhava em volta do cu. Ao mesmo tempo, a ponta dos dedos dele procurava ansiosa o clitóris, que se destacava como um pinto pequeno, sinal de puro tesão libidinal. Ela, por sua vez, não parava de mexer no pau, que, como um vulcão em erupção, lutava para não deixar o magma branco vazar e assim prolongar o ato. Sabendo que não ia aguentar muito mais tanto tesão, ele se preparou para penetrá-la; para isso, se posicionou. De costas e de leggings, o pau dele erguido enfiado na buceta dilatada da Graciela, que tava toda molhada e com os lábios emoldurados por uma moita grossa de pelos pretos e crespos. Sentada no pau dele, Gastão segura as nádegas enormes dela enquanto enfia o dedo indicador no cuzinho dela, invocando a fantasia de dupla penetração, e vai marcando o ritmo desejado no sobe e desce. Ela, por sua vez, aumenta a frequência aos poucos, disparando numa escalada que só para no gemido orgásmico estrondejante. As pernas do Gastão ficam irritadas de tanto as nádegas volumosas baterem repetido. Ao ouvir o som do prazer saindo da boca da Graciela, ele sente que não aguenta mais tanta calentura guardada e, sem falar nada, tira o pau da caverna dela e leva até a boca e os peitos dela, como oferenda no altar consagrado. Os jatos de porra saem violentos sobre os lábios, espirrando pra todo lado. Ele puxa ela pelos cabelos na direção do pau, num sinal claro de que quer a boca dela. Graciela chupa o pau escorrendo, já na transição pro descanso depois da batalha pesada, e os restos aguados da goleira escorrem pelo canto dos lábios dela. Por uns dias, eles não se viram mais — era difícil se encontrar depois de terem passado dos limites sociais que a amizade impõe. Graciela diz que se sente uma pessoa muito ruim pelo que fez, justo ela, que enlouquece o marido com ciúmes sem motivo. Ao mesmo tempo, e como um bônus do conhecimento profundo que têm um do outro, ele sabe das fantasias amorosas do marido dela sobre um menage à trois. Usando isso como solução terapêutica, Gastão propõe que, no meio do ato sexual, quando ele, como sacerdote, convocar os demônios do Deus Eros, a fantasia triangular tão comum se realize. Claudio, ela concorda com isso, adicionando um elemento real, dizendo que tem a impressão de que, se ele oferecer a participação na figura geométrica para Gastón, acredita que ele aceitaria. Após o coito, Claudio a questiona sobre a confissão feita e os indícios de realidade dela, ao que ela, com evidente pudor, responde com sua crença afirmativa. Os preparativos são feitos e a data é marcada; como preâmbulo, fazem um jantar, abundantemente regado com álcool como desinibidor. No início, sentem-se desconfortáveis, percebendo a distância entre a fantasia e sua concretização, mas, gradualmente, com garrafas de champanhe, vão relaxando. A questão é quem dá o primeiro passo. Terminado o jantar e a sobremesa, Claudio sai da cozinha e pega Graciela por trás, estampando um beijo sobre os lóbulos da orelha; suas mãos vão para os peitos dela e começam a massageá-los em círculos. Como consequência disso, as tetas dela se marcam de forma evidente, como presa tentando escapar da armadilha em que está presa. Tudo isso sob o olhar de Gastón, que começa a esfregar a calça correspondentemente. Avançando ainda mais, Claudio desabotoa a blusa de renda apertada, deixando à mostra o sutiã preto estruturado, cujo design realça e levanta as enormes tetas de Graciela, cuja pele pálida fica avermelhada facilmente com a fricção, destacando as abundantes sardas que a cobrem. Essa imagem excita ainda mais Gastón, que deseja se juntar à cena, mas ainda espera, por pudor, o sinal cúmplice do marido dando boas-vindas ao trio. A espera e a visualização aumentam a ansiedade e, com ela, o desejo. Claudio pergunta, como uma questão cuja resposta é óbvia, se ele gostaria de chupar as tetas da esposa dele; o que Claudio não sabe é que ele já teve o prazer de conhecê-las e, mais ainda, derramou seu gozo sobre elas; os mamilos de Graciela se eriçam, destacando-se. A rugosidade delas, ao mesmo tempo que adquirem um tom roxo intenso, sinal inequívoco da grande excitação que a percorre. Ela joga a cabeça para trás, mantém os olhos fechados e começa a soltar gemidos de prazer enquanto Cláudio não para de apalpar as tetas dela, que pendiam por cima do corpete, já libertas do jugo do espartilho e vencidas pelo próprio peso, as massas carnudas escorrem para os lados imponentes, enquanto ele sussurrava que ela era uma puta de merda que adora comer todas as picas juntas. Em seguida, Cláudio levanta a minissaia de Graciela e deixa à mostra as ligas pretas e o cinta-liga que contrastam com a brancura da pele dela, enfia a mão por dentro, massageia suavemente. O apalpar entre as pernas dela vai provocando um rebolado que transparece o desejo de ser atacada diretamente; é como uma súplica para que ele não enrole mais a situação e toquem a buceta dela diretamente. Cláudio diz: Se você quer que eu toque sua buceta e chupem ela, vai ter que implorar, puta de merda... Você gostaria que o Gastão chupasse ela, não é? Gostaria que ele enfiasse a pica até os ovos? Definitivamente, Cláudio assumiu o papel de mestre de cerimônias, ou melhor, de maestro da orquestra e, como tal, marca os tempos da música e o momento em que cada instrumento deve entrar. Ele volta a mão sobre a mata espessa de pelos que margeiam a buceta e pousa levemente os dedos sobre eles, de leve, como um pequeno e sutil roçar quase involuntário que gera nela a ânsia por mais. Cláudio faz as perguntas, mas não espera respostas verbais, e sim corporais; são os progressivos arrepios e gemidos de Graciela que "falam", que vão afirmando cada uma das proposições de Cláudio. Nisso, ela mostra experiência, denota que tem jogo de cintura, que é o papel habitual que está interpretando, que conhece os diálogos, conhece as pausas, e Como boa parceira, ela sabe respeitar o papel que tem, só que agora tem o Gastón pra assistir ao espetáculo e logo mais vai ser co-protagonista. Essa espera pela entrada em cena é o que vai deixando tudo mais quente, o segredo é saber medir os momentos, dosar eles, a hora certa pra que a melodia não saia desafinada. De repente, um novo elemento aparece: o Claudio manda o Gastón pegar a filmadora que tá no armário e convida ele pra gravar as cenas que vêm aí. Então o Claudio, de pé, tira o pau de dentro da roupa, ele tá duro, não muito comprido, mas bem grosso, e fala num tom firme pra Graciela chupar as bolas dele. Ela, feito um robô, começa a rotina: sentada debaixo dele, estica a língua e faz um movimento mecânico contra os ovos, igual uma puta lambendo um osso que acha gostoso. Aos poucos, o pau do Claudio foi crescendo de tamanho e ele enfia na boca dela; com esse gesto, ela começa uma chupada frenética. Enquanto isso, o Gastón, câmera na mão, registrava a cena, e o Claudio berrava: "Você é uma puta barata, nem faz isso por dinheiro, faz porque é uma puta mesmo, porque adora ser bem comida". Finalmente, a convite do marido, o Gastón larga a filmadora e vai pras pernas da Graciela, começando a brincar com a língua nos buracos cheios de fluido que, nessa altura, pareciam uma cachoeira. Quando chega no clitóris já conhecido, o volume dele tava bem inchado por causa do sangue acumulado da excitação. Depois de dessensibilizar ele com várias chupadas e toques, ele prende o clitóris entre os dentes, regulando a pressão de acordo com os gritos da Graciela, que, com o prazer crescendo sem limite, vai alternando a mamada com gemidos até que finalmente tem um orgasmo clitoriano, com um grito abafado e os espasmos da pelve. A Graciela fica levemente exausta, mas ainda tem que matar a fome das duas picas que tão ao redor dela. Pra isso, vão pro quarto principal, onde Claudio manda Graciela ficar de quatro. Ela obedece, e o marido pega ela por trás enquanto ela enfia na boca o pau duro do Gastón. Claudio vai aumentando a metida aos poucos, enquanto fala: chupa, puta, chupa essa pica que você tanto gosta... Ao mesmo tempo, começa a dar tapas na bunda larga da Graciela, que fica vermelha fogo na hora. Dá pra ver que Graciela adora, pelos gemidos altos que saem da boca dela com cada tapa. Enquanto isso, o pau do Gastón fica duro pra caralho, implorando pra ser enfiado logo. Ver a Graciela sendo comida e esbofeteada deixa ele ainda mais excitado. Claudio manda Graciela se jogar na cama de lado, de um jeito que ele possa ver ela engolindo o pau do Gastón. Nessa posição, mais descansada, Gastón pega nos peitos da Graciela e puxa os bicos dela. Claudio tira o pau da Graciela e chama o Gastón pra meter. Rapidão, Gastón monta a Graciela no colo dele e enfia, enquanto Claudio fica em pé na cama atrás do Gastón e obriga a esposa a chupar a pica dele. Gastón encontra a buceta dela cheia de sucos, que fazem a metida ficar bem barulhenta. Por fim, Claudio se deita de barriga pra baixo na cama e manda o Gastón colocar a esposa dele em cima, de cócoras. Graciela encaixa o pau do marido entre as pernas dela e, na hora, ele some na caverna funda dela. Ao mesmo tempo, Claudio abre a bunda da Graciela como quem mostra uma joia valiosa, e fala pro Gastón: Cê não queria arrebentar bem o cu dela? Gastón concorda, passa a mão no pau, lubrifica com umas boas chupadas da Graciela, e se posiciona atrás dela. Observa o buraco marrom dilatado que se abre ainda mais com a extensão das nádegas que o Cláudio faz. Parece uma flor aberta esperando o beija-flor pra entrar lá dentro. Gastão endurece ainda mais o pau e finalmente parte pra cima da bunda enorme da Graciela, que solta um gemido alto na mesma hora. Os olhos do Cláudio e da Graciela não param de se olhar, como cúmplices que conseguiram realizar o objetivo com sucesso, finalmente a fantasia conjunta se concretizou: Graciela sendo comida por dois paus ao mesmo tempo. Cláudio observa extasiado a esposa sendo penetrada no cu, a excitação dele cresce descontroladamente e ele fala pra Graciela: "cê gosta de como tão arrombando teu cu, sua putinha?". Gastão percebe o tesão do Cláudio pela dificuldade que a dupla penetração fica com o pau do Cláudio crescendo e diminuindo o espaço da própria penetração anal. Os dois se fundem num beijo longo enquanto Gastão não para de bombar a bunda impressionante da Graciela, pra facilitar a fodida ele segura as cadeiras largas dela e empurra com força. Agora sim, o Cláudio não aguenta mais, tira o pau de dentro da carne da Graciela e, depois de um grito profundo e abafado, derrama o esperma branco e quente na boca da esposa, que engole a porra rapidinho. A porra do Cláudio é bem grossa, parece que derramou iogurte na cara da esposa. Na sequência, Graciela enfia o pau do Gastão na boca e chupa com força, enquanto o Cláudio convida ele a gozar dentro da boca da esposa. Gastão não perde tempo e derrama a genética dele dentro da Graciela, que, com o volume da ejaculação, tira o membro escorrendo e espalha os restos de esperma nos lábios dela. Agora os corpos estão deitados, ofegantes e exaustos, isso é só o começo...
Fazia muito tempo que a Graciela ficava fantasiando sobre a possibilidade de um encontro sexual com o Gastón, só que ela não sabia que naquela noite a oportunia ia aparecer. Naquele dia rolava a clássica festa de fim de ano da Empresa. Eles se conheciam há muito tempo, uns 10 anos, e tinham um nível de confiança e comunicação foda; falavam sobre seus dramas sentimentais com seus parceiros num nível de sigilo que tava crescendo nos últimos meses. Tinha rolado a típica passagem de contar histórias simples, abertas, comuns, pra confissões íntimas, até aquelas que deixam o parceiro mal na fita. Ele sempre achou ela gostosa, observou as várias fases dela, a maternidade, a educação e criação dos filhos. Mas sempre tinha um tom sexual nas conversas, claro que disfarçado pela comédia; que permite, através da piada, jogar umas expressões que de outra forma seriam inaceitáveis entre duas pessoas que se dizem só amigas. O Gastón adorava os quadris largos dela, aquele rabo imponente que nos últimos tempos tinha engordado um pouco demais, mas que compensava na dose de voluptuosidade. As tetas generosas e enormes dela mantinham o volume majestoso, embora a firmeza tivesse cedido depois da amamentação. Mas, independente disso, o conjunto era muito tesudo: quadris largos, rabão e tetonas. Geralmente, por causa da vergonha e do pudor natural dela, a Graciela usava roupas que escondiam os peitos, mas naquela noite foi exceção, ela deixou de lado essa preocupação habitual. Ela tinha fantasiado mais de uma vez em ser comida pelo Gastón, mas mesmo em algumas oportunidades enquanto transava com o marido, ela tinha fantasiado que aquela pica que entrava e saía vertiginosamente da sua humanidade era na verdade do Gastón e que o marido observava a cena se masturbando. Essa fantasia tinha sido muito eficaz e com ela chegou ao orgasmo mais de uma vez. Agora tinha a oportunidade de se deitar com o autor da sua fantasia. Ele estava relativamente bêbado e propõe se retirar no meio da festa, com a desculpa de levá-la depois para casa; a forma insistente da proposta transparecia intenções que iam além da gentileza. E era exatamente assim, pouco tempo depois de entrar no carro ele para o veículo e propõe terminar a noite de uma maneira diferente, se permitir dar vazão à fantasia e ao prazer. Ela no começo se sente acanhada, inibida, surge sua conhecida timidez e vergonha, mas por dentro a ideia a excitava, mais do que isso, ela se sentia terrivelmente tesuda e que ele descobrisse essa circunstância lhe dava ainda mais vergonha. Tudo isso cessou quando ele se atira sobre ela e com seus lábios cobre por inteiro sua boca. Rapidamente sua língua percorre sua intimidade escondida e se entrelaça vertiginosamente com a dela; não foi muito tempo necessário para que suas mãos percorressem seu sutiã rendado e de renda, a promessa visual da generosidade dos seus peitos se fazia presente ao apalpar com a mão tanta carne deliciosa, logo notou que seus mamilos estavam eretos, pediam, imploravam, para serem chupados e mordidos. Ela, por sua vez, e em sinal de aprovação e reciprocidade, deslizou suavemente sua mão delicada na protuberância da calça do Gastón e notou que, apesar do álcool e da idade, seus reflexos estavam intactos. Logo sua mão afastou o sutiã que apertava de forma imponente suas tetas para poder trabalhá-las diretamente, sem intermediários. Agora sim, ela tinha em suas mãos o tesouro tantas vezes desejado. Logo ele dirigiu sua boca para a região para chupar tão deliciosa oferenda. Aí notou, tal como havia Sonhei que os mamilos dela eram uma circunferência marrom enorme, muito maior que a média das mulheres, com duas pontas grossas e duras. Levei a boca até eles, tentando enfiar toda aquela carne dentro da minha boca, e comecei a dar mordidinhas nessas pontas, o que fez elas ficarem ainda mais duras. Nessa geografia, as sardas que cobriam os peitos dela se destacavam. Graciela não conseguiu segurar os gemidos de prazer, e mostrar algo que sempre escondeu: ela adorava ser comida e ficava com tesão muito fácil. Quando a mão chegou na virilha dela, a buceta dela jorrava fluidos e pedia aos berros que a boca do Gastão mergulhasse fundo nela. Quando ele mostrou o pau, Graciela levou à boca e mostrou toda a sua habilidade na hora, mamava o pau com uma destreza danada. Na chupada, os lábios carnudos e salientes dela se destacavam, e ela ia aumentando o ritmo frenético, alternando entre a rola e as bolas, que eram engolidas e lambidas como se fossem um petisco gostoso. Com tanto tesão, foram para um motel para dar vazão a toda essa putaria. Lá dentro, se fundiram num corpo só, na posição conhecida como 69. Gastão abriu a bunda de Graciela como gomos de laranja, e a língua dele brincou com o buraquinho, enquanto com os dedos ele tirava o fluxo que saía da buceta dela e espalhava em volta do cu. Ao mesmo tempo, a ponta dos dedos dele procurava ansiosa o clitóris, que se destacava como um pinto pequeno, sinal de puro tesão libidinal. Ela, por sua vez, não parava de mexer no pau, que, como um vulcão em erupção, lutava para não deixar o magma branco vazar e assim prolongar o ato. Sabendo que não ia aguentar muito mais tanto tesão, ele se preparou para penetrá-la; para isso, se posicionou. De costas e de leggings, o pau dele erguido enfiado na buceta dilatada da Graciela, que tava toda molhada e com os lábios emoldurados por uma moita grossa de pelos pretos e crespos. Sentada no pau dele, Gastão segura as nádegas enormes dela enquanto enfia o dedo indicador no cuzinho dela, invocando a fantasia de dupla penetração, e vai marcando o ritmo desejado no sobe e desce. Ela, por sua vez, aumenta a frequência aos poucos, disparando numa escalada que só para no gemido orgásmico estrondejante. As pernas do Gastão ficam irritadas de tanto as nádegas volumosas baterem repetido. Ao ouvir o som do prazer saindo da boca da Graciela, ele sente que não aguenta mais tanta calentura guardada e, sem falar nada, tira o pau da caverna dela e leva até a boca e os peitos dela, como oferenda no altar consagrado. Os jatos de porra saem violentos sobre os lábios, espirrando pra todo lado. Ele puxa ela pelos cabelos na direção do pau, num sinal claro de que quer a boca dela. Graciela chupa o pau escorrendo, já na transição pro descanso depois da batalha pesada, e os restos aguados da goleira escorrem pelo canto dos lábios dela. Por uns dias, eles não se viram mais — era difícil se encontrar depois de terem passado dos limites sociais que a amizade impõe. Graciela diz que se sente uma pessoa muito ruim pelo que fez, justo ela, que enlouquece o marido com ciúmes sem motivo. Ao mesmo tempo, e como um bônus do conhecimento profundo que têm um do outro, ele sabe das fantasias amorosas do marido dela sobre um menage à trois. Usando isso como solução terapêutica, Gastão propõe que, no meio do ato sexual, quando ele, como sacerdote, convocar os demônios do Deus Eros, a fantasia triangular tão comum se realize. Claudio, ela concorda com isso, adicionando um elemento real, dizendo que tem a impressão de que, se ele oferecer a participação na figura geométrica para Gastón, acredita que ele aceitaria. Após o coito, Claudio a questiona sobre a confissão feita e os indícios de realidade dela, ao que ela, com evidente pudor, responde com sua crença afirmativa. Os preparativos são feitos e a data é marcada; como preâmbulo, fazem um jantar, abundantemente regado com álcool como desinibidor. No início, sentem-se desconfortáveis, percebendo a distância entre a fantasia e sua concretização, mas, gradualmente, com garrafas de champanhe, vão relaxando. A questão é quem dá o primeiro passo. Terminado o jantar e a sobremesa, Claudio sai da cozinha e pega Graciela por trás, estampando um beijo sobre os lóbulos da orelha; suas mãos vão para os peitos dela e começam a massageá-los em círculos. Como consequência disso, as tetas dela se marcam de forma evidente, como presa tentando escapar da armadilha em que está presa. Tudo isso sob o olhar de Gastón, que começa a esfregar a calça correspondentemente. Avançando ainda mais, Claudio desabotoa a blusa de renda apertada, deixando à mostra o sutiã preto estruturado, cujo design realça e levanta as enormes tetas de Graciela, cuja pele pálida fica avermelhada facilmente com a fricção, destacando as abundantes sardas que a cobrem. Essa imagem excita ainda mais Gastón, que deseja se juntar à cena, mas ainda espera, por pudor, o sinal cúmplice do marido dando boas-vindas ao trio. A espera e a visualização aumentam a ansiedade e, com ela, o desejo. Claudio pergunta, como uma questão cuja resposta é óbvia, se ele gostaria de chupar as tetas da esposa dele; o que Claudio não sabe é que ele já teve o prazer de conhecê-las e, mais ainda, derramou seu gozo sobre elas; os mamilos de Graciela se eriçam, destacando-se. A rugosidade delas, ao mesmo tempo que adquirem um tom roxo intenso, sinal inequívoco da grande excitação que a percorre. Ela joga a cabeça para trás, mantém os olhos fechados e começa a soltar gemidos de prazer enquanto Cláudio não para de apalpar as tetas dela, que pendiam por cima do corpete, já libertas do jugo do espartilho e vencidas pelo próprio peso, as massas carnudas escorrem para os lados imponentes, enquanto ele sussurrava que ela era uma puta de merda que adora comer todas as picas juntas. Em seguida, Cláudio levanta a minissaia de Graciela e deixa à mostra as ligas pretas e o cinta-liga que contrastam com a brancura da pele dela, enfia a mão por dentro, massageia suavemente. O apalpar entre as pernas dela vai provocando um rebolado que transparece o desejo de ser atacada diretamente; é como uma súplica para que ele não enrole mais a situação e toquem a buceta dela diretamente. Cláudio diz: Se você quer que eu toque sua buceta e chupem ela, vai ter que implorar, puta de merda... Você gostaria que o Gastão chupasse ela, não é? Gostaria que ele enfiasse a pica até os ovos? Definitivamente, Cláudio assumiu o papel de mestre de cerimônias, ou melhor, de maestro da orquestra e, como tal, marca os tempos da música e o momento em que cada instrumento deve entrar. Ele volta a mão sobre a mata espessa de pelos que margeiam a buceta e pousa levemente os dedos sobre eles, de leve, como um pequeno e sutil roçar quase involuntário que gera nela a ânsia por mais. Cláudio faz as perguntas, mas não espera respostas verbais, e sim corporais; são os progressivos arrepios e gemidos de Graciela que "falam", que vão afirmando cada uma das proposições de Cláudio. Nisso, ela mostra experiência, denota que tem jogo de cintura, que é o papel habitual que está interpretando, que conhece os diálogos, conhece as pausas, e Como boa parceira, ela sabe respeitar o papel que tem, só que agora tem o Gastón pra assistir ao espetáculo e logo mais vai ser co-protagonista. Essa espera pela entrada em cena é o que vai deixando tudo mais quente, o segredo é saber medir os momentos, dosar eles, a hora certa pra que a melodia não saia desafinada. De repente, um novo elemento aparece: o Claudio manda o Gastón pegar a filmadora que tá no armário e convida ele pra gravar as cenas que vêm aí. Então o Claudio, de pé, tira o pau de dentro da roupa, ele tá duro, não muito comprido, mas bem grosso, e fala num tom firme pra Graciela chupar as bolas dele. Ela, feito um robô, começa a rotina: sentada debaixo dele, estica a língua e faz um movimento mecânico contra os ovos, igual uma puta lambendo um osso que acha gostoso. Aos poucos, o pau do Claudio foi crescendo de tamanho e ele enfia na boca dela; com esse gesto, ela começa uma chupada frenética. Enquanto isso, o Gastón, câmera na mão, registrava a cena, e o Claudio berrava: "Você é uma puta barata, nem faz isso por dinheiro, faz porque é uma puta mesmo, porque adora ser bem comida". Finalmente, a convite do marido, o Gastón larga a filmadora e vai pras pernas da Graciela, começando a brincar com a língua nos buracos cheios de fluido que, nessa altura, pareciam uma cachoeira. Quando chega no clitóris já conhecido, o volume dele tava bem inchado por causa do sangue acumulado da excitação. Depois de dessensibilizar ele com várias chupadas e toques, ele prende o clitóris entre os dentes, regulando a pressão de acordo com os gritos da Graciela, que, com o prazer crescendo sem limite, vai alternando a mamada com gemidos até que finalmente tem um orgasmo clitoriano, com um grito abafado e os espasmos da pelve. A Graciela fica levemente exausta, mas ainda tem que matar a fome das duas picas que tão ao redor dela. Pra isso, vão pro quarto principal, onde Claudio manda Graciela ficar de quatro. Ela obedece, e o marido pega ela por trás enquanto ela enfia na boca o pau duro do Gastón. Claudio vai aumentando a metida aos poucos, enquanto fala: chupa, puta, chupa essa pica que você tanto gosta... Ao mesmo tempo, começa a dar tapas na bunda larga da Graciela, que fica vermelha fogo na hora. Dá pra ver que Graciela adora, pelos gemidos altos que saem da boca dela com cada tapa. Enquanto isso, o pau do Gastón fica duro pra caralho, implorando pra ser enfiado logo. Ver a Graciela sendo comida e esbofeteada deixa ele ainda mais excitado. Claudio manda Graciela se jogar na cama de lado, de um jeito que ele possa ver ela engolindo o pau do Gastón. Nessa posição, mais descansada, Gastón pega nos peitos da Graciela e puxa os bicos dela. Claudio tira o pau da Graciela e chama o Gastón pra meter. Rapidão, Gastón monta a Graciela no colo dele e enfia, enquanto Claudio fica em pé na cama atrás do Gastón e obriga a esposa a chupar a pica dele. Gastón encontra a buceta dela cheia de sucos, que fazem a metida ficar bem barulhenta. Por fim, Claudio se deita de barriga pra baixo na cama e manda o Gastón colocar a esposa dele em cima, de cócoras. Graciela encaixa o pau do marido entre as pernas dela e, na hora, ele some na caverna funda dela. Ao mesmo tempo, Claudio abre a bunda da Graciela como quem mostra uma joia valiosa, e fala pro Gastón: Cê não queria arrebentar bem o cu dela? Gastón concorda, passa a mão no pau, lubrifica com umas boas chupadas da Graciela, e se posiciona atrás dela. Observa o buraco marrom dilatado que se abre ainda mais com a extensão das nádegas que o Cláudio faz. Parece uma flor aberta esperando o beija-flor pra entrar lá dentro. Gastão endurece ainda mais o pau e finalmente parte pra cima da bunda enorme da Graciela, que solta um gemido alto na mesma hora. Os olhos do Cláudio e da Graciela não param de se olhar, como cúmplices que conseguiram realizar o objetivo com sucesso, finalmente a fantasia conjunta se concretizou: Graciela sendo comida por dois paus ao mesmo tempo. Cláudio observa extasiado a esposa sendo penetrada no cu, a excitação dele cresce descontroladamente e ele fala pra Graciela: "cê gosta de como tão arrombando teu cu, sua putinha?". Gastão percebe o tesão do Cláudio pela dificuldade que a dupla penetração fica com o pau do Cláudio crescendo e diminuindo o espaço da própria penetração anal. Os dois se fundem num beijo longo enquanto Gastão não para de bombar a bunda impressionante da Graciela, pra facilitar a fodida ele segura as cadeiras largas dela e empurra com força. Agora sim, o Cláudio não aguenta mais, tira o pau de dentro da carne da Graciela e, depois de um grito profundo e abafado, derrama o esperma branco e quente na boca da esposa, que engole a porra rapidinho. A porra do Cláudio é bem grossa, parece que derramou iogurte na cara da esposa. Na sequência, Graciela enfia o pau do Gastão na boca e chupa com força, enquanto o Cláudio convida ele a gozar dentro da boca da esposa. Gastão não perde tempo e derrama a genética dele dentro da Graciela, que, com o volume da ejaculação, tira o membro escorrendo e espalha os restos de esperma nos lábios dela. Agora os corpos estão deitados, ofegantes e exaustos, isso é só o começo...
9 comentários - Colegas de Escritório...e de Cama.
De todas formas voy a seguir posteando por aca, porque es un sitio formidable.