ESTHER, a cunhada dela, e EU...
Tenho uma amiga chamada Esther. Ela tem 24 anos e se casou há pouco tempo com um cara muito legal. Conheço ela desde que nasceu, porque tenho uma relação quase familiar com os pais dela. Ela é morena, não muito alta, e é bem gostosa, além de ser muito bonita. Eu tenho 37 anos, sou normal, casado, e por causa do meu trabalho como vendedor, costumo ter bastante tempo livre.
Isso que vou contar aconteceu há alguns dias. Espero que vocês gostem.
Acontece que, por uns motivos pessoais nada legais, a gente se encontrou no hospital. Não nos víamos desde o casamento dela, então ficamos felizes em nos trombar. Depois dos cumprimentos, conversamos um pouco e combinamos de nos ver numa ocasião melhor. Essa não demorou a aparecer. Dois dias depois, cruzei com ela de novo no mercadinho da cidade. Ela estava acompanhada da cunhada dela, Mônica, uma mina de 32 anos super gente boa e que também é de dar água na boca. Ela é um pouco mais alta que a Esther e loira natural, com uns olhos azuis lindos. A gente se cumprimentou e fomos tomar um café. Ficamos quase uma hora contando sobre os últimos meses (a Mônica tinha casado há pouco, antes da Esther), a vida de casados e essas coisas. As duas estavam de férias e os maridos delas trabalhando, então tinham combinado de almoçar juntas.
— Por que vocês não vêm almoçar lá em casa? — perguntei num momento da conversa. — Eu também tô sozinho.
Minha mulher estava de plantão de 24 horas no hospital e só ia terminar na manhã seguinte, e eu podia tirar a tarde de folga se a coisa se estendesse. Elas se olharam.
— Assim, de quebra, vocês veem o apartamento novo — falei.
— E quem cozinha? — perguntou a Mônica.
— Eu, claro — respondi.
— Valeu — disse a Esther.
Terminamos o café e combinamos de nos encontrar em casa à uma hora pra começar a preparar o almoço. Comprei o que precisava e voltei pra casa. Elas chegaram na hora certa. Tinham trocado de roupa e, como era verão, as duas estavam de camiseta de manga curta e minissaia. Bem soltinhas, mas discretinhas. Eu nem imaginava que pudesse rolar algo, embora já tivesse batido uma pensando nelas várias vezes, mas ter as duas na minha casa me dava um certo tesão.
— Vamos beber, — falei, abrindo umas garrafinhas de cerveja que estavam geladas.
Batemos um papo na cozinha, tomando cerveja e comendo um aperitivo que eu tinha preparado pra elas.
— Vamos, — disse a Esther. — Mostra o apartamento pra gente.
— Tá bom, impaciente, — respondi.
Levantamos e mostrei o apê pra elas. A Mônica amou o quarto, que, por sinal, é um arraso, e a Esther ficou vidrada na minha sala de relax, toda no estilo marroquino, com almofadas e narguilé.
— Lindíssimo, — disse a Mônica.
— Dá pra ver que tem grana, — falou a Esther, pegando outra cerveja.
Bebemos umas quantas antes do almoço, já pegando o embalo. Durante a comida, quase viramos duas garrafas de Albariño, então no final já estávamos bem à vontade. Preparei uns cafés gelados e trouxe os licores que estavam frios. Resumindo, quando levantamos da mesa, estávamos meio altinhos.
— Podíamos fumar um narguilé, — sugeriu a Esther.
— É, bora, — concordou a Mônica, e fomos tomar as doses nas almofadas.
— Beleza, — falei. — Vou arrumar a mesa e preparar os copos.
Disse onde estavam as garrafas e fui limpar a mesa. Quando estava com os copos, minha esposa ligou. Contei sobre o almoço e passei o telefone pras meninas, que queriam falar com ela (elas se dão super bem).
— Suas safadas, — disse minha esposa rindo. — Da próxima vez, esperem eu estar junto. Vocês se divertindo e eu aqui trampando.
— É a vida, — respondeu a Esther.
— Cuidem bem dele, — falou, se referindo a mim. — Ele não aguenta nada.
— Fica tranquila, se ele vacilar, conto pro meu marido e a cidade inteira fica sabendo, — disse a Mônica rindo.
Elas se despediram e me devolveram o celular.
— Então, amor, aproveita que eu continuo trabalhando. Vou desligar porque tão me chamando, — ela disse e desligou na sequência.
Terminei de arrumar os copos e entramos na sala. Deitamos nos sofás e preparei um narguilé com uma ervinha. tinha. Fumamos ela logo depois de pegar. A Esther tava na minha frente sentada numa almofada. De repente, ela se balançou e caiu pra trás levantando as pernas, o que me deixou ver com todos os detalhes a calcinha fio dental branca que ela tava usando. Senti uma pulsada no meu pau. A Mónica tava se acabando de rir e eu acompanhei, a Esther também não parava de rir sem se mexer, na posição que tinha ficado, mostrando a buceta pra gente sem se importar.
Vamos pra cima, falei dando a mão pra levantar ela.
Outro baseado, falou a Mónica.
Preparei e começamos a fumar. Tava muito gostoso, então a gente se deitou um pouco. Minha cara ficou aos pés da Mónica, dando pra ver parte das pernas dela. Eu tava ficando com tesão.
Que é isso?, falou a Esther tirando uma caixinha da estante que tava do lado.
Era meu jogo de strip-poker. Tinha ele há pouco tempo e jogava com minha mulher pra quebrar um pouco a monotonia.
Olha eles, falou a Mónica rindo, e pareciam uns bobos.
Fiquei vermelho mas respondi.
Mulher, uma coisa diferente do normal é bem-vinda.
A conversa foi por esse caminho. O álcool e a maconha tinham nos desinibido e a gente começou a contar umas intimidades sobre calcinhas e tal.
Viu, eu não gosto de calcinhas como a dela, falou a Mónica se referindo à Esther. Prefiro umas mais clássicas.
Pois são super confortáveis, respondeu.
Elas entram no teu cu e incomodam, falou a Mónica.
Não entram, retrucou a Esther.
Deixa eu ver, falou a Mónica.
A Esther ficou parada.
Mas se a gente já viu quando você caiu, ou é vergonha?, falou a Mónica.
Ela se levantou e ficou na frente da Mónica levantando a minissaia.
Meu pau deu um pulo. A buceta da Esther ficou na minha frente. Dava pra adivinhar a rachinha e os pelinhos que ela tinha.
Deixa eu ver as tuas, falou a Esther.
A Mónica se levantou e subiu a mini. Umas calcinhas azuis apareceram na minha frente. Eu tava no limite.
Quais são mais gostosas?, perguntou a Esther me olhando.
Meu Deus, como tava a situação. As duas Eu tinha as duas na minha frente, meio bêbadas, com as saias levantadas e mostrando as calcinhas.
— Bom — falei, fazendo cara de interessante —, pelo modelo eu gosto das da Mônica, mas pela cor eu gosto das suas, Esther.
— Que jeito bom de sair dessa — respondeu Mônica.
— Vamos — disse Esther, sentando de novo —, jogar uma partida disso aqui.
Ela pegou a caixa e abriu.
— Fala aí — disse ela —, explica como joga.
— Têm certeza? — perguntei. — Não quero clima ruim.
— Claro, seu idiota — respondeu Mônica, sentando. — Você não vai ver nada que já não tenha visto antes, se a gente perder, claro.
Expliquei as regras e começamos. Depois de algumas rodadas, as duas estavam só de lingerie e eu só de calça. Perdi a rodada seguinte, então tive que tirar a calça, o que me deu bastante vergonha porque eu tava duraço.
— Vai — disse Esther —, não enrola, a gente tá cumprindo nossa parte.
— Que seja o que Deus quiser — pensei.
Levantei e tirei a calça, deixando minha cueca à mostra com o volume do meu pau bem evidente.
— É por nossa causa? — perguntou Mônica, apontando pro volume.
— O que você acha? — respondi. — Não tô vendo mais ninguém aqui.
O que aconteceu depois eu acho que nunca vou esquecer. Esther se ajoelhou e passou a mão no meu volume, enquanto Mônica ficou atrás de mim e começou a beijar minhas costas.
— Isso não tá acontecendo — pensei.
Mas tava sim. Esther puxou minha cueca pra baixo e colocou meu pau na boca dela, começando um boquete de lascar. Peguei a Mônica e beijei ela, enquanto uma das minhas mãos foi direto pra buceta dela. Enfiei por dentro da calcinha e acariciei a racha dela, que tava completamente molhada. Tava derretendo. Procurei o clitóris e masturbei ele, enfiando de vez em quando um dedo dentro da buceta. Esther continuava no dela, chupando meu pau com muita habilidade. Se continuasse assim, eu ia gozar rápido e não queria isso.
— Não para, continua — suspirava Mônica.
Logo ela gozou.
— Ahhhhhhhhh — gritou, enquanto soltava os fluidos dela.
Eu tive tapar a boca dela com a mão pra que os vizinhos não ouvissem.
Ufa, ela disse, se jogando no sofá.
Levantei a Esther e sentei ela do lado. De joelhos, beijei as coxas dela subindo até a buceta. Acariciei por cima da calcinha, beijei e depois afastei o pano pra chupar ela.
Ummmmmm, ela suspirou ao sentir minha língua dentro.
Tinha desejado chupar aquela bucetinha há muito tempo e agora tava toda à minha disposição. Chupei, beijei, lambi até levar ela a um orgasmo brutal. Ela se mexia sem parar, pegando minha cabeça e apertando contra a buceta dela.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou, soltando os fluidos.
Mônica sentou do lado dela e tapou a boca dela com a sua. Isso me deixou ainda mais tarado. Ela beijou de língua, acariciando os peitos dela já fora do sutiã. Com certeza, não era a primeira vez e provavelmente o tesão juntas ia acabar nisso. No fim do orgasmo, Mônica virou a cabeça.
Cê gosta, hein?, perguntou com cara de safada.
Como resposta, me movi e fiquei na altura da virilha dela. Tirei a calcinha e enfiei a cabeça na buceta dela. Esther tirou o sutiã dela e chupou os mamilos da cunhada com delicadeza. Ela não aguentou muito e gozou entre espasmos e gemidos. Ainda não tinha terminado quando me levantei e, de uma vez, enfiei o pau na buceta dela até o talo.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gritou.
Tava completamente molhada e muito quente. Esther tinha se levantado e, de pé, colocou a buceta na altura do rosto dela. Mônica chupou a boceta, se mexendo por causa da foda que tava levando. Peguei os peitos apertando o ritmo da penetração.
Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, não para, filho da puta, ela gritou.
Cê gosta?, hein, puta, respondi.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou gozando enquanto chupava a buceta da Esther.
Saí dela e sentei do lado. Peguei a Esther pela cintura e deixei ela cair de uma vez no meu pau.
Ohhhhhhhhhhhhhhh, ela suspirou ao sentir a vara toda dentro.
Segurei a cintura dela, subindo e descendo sem descanso. Quando era pequenininha, era bem fácil de manusear. Sentia a buceta dela molhada e quente no meu pau. Ela não parava de gemer, cada metida era um tremor. Cravou as unhas nas minhas costas, começou a tremer e a soltar os sucos, mordendo o sofá com a boca pra não gritar.
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gemia.
Quando acabou, ficou completamente relaxada, caindo em cima de mim. Levantei ela, tirei meu pau e sentei ela de novo. Mônica estava do lado, se levantou e pegou o chuchu com a boca. Segurando ela pelo cabelo, comecei a foder a boquinha dela. Ela passava a mão nas minhas bolas e na minha rachinha do cu, o que me deixa doidão.
Muito bem, muito bem, eu suspirava.
Esther entrou na festa, as duas passando meu pau de uma pra outra como se fosse um baseado. Não aguentei mais. Meu chuchu entrou direto na boca de Esther, fodendo ela até eu gozar.
Ahhhhhhhhh, Siiiiiiiii, gritei, soltando uma porrada de porra na boca dela.
Tirei o pau e enfiei na Mônica no mesmo lugar, terminando de gozar na cara dela.
Ufffffffffffffffffffffffff, suspirei, vendo as duas com a cara cheia de porra.
Sentei no meio das duas. Esther levantou e foi no banheiro se lavar, Mônica seguiu ela. Quando voltaram, acendemos um cigarro. Nos olhamos e, sem precisar falar nada, soubemos que essa não seria nem a primeira nem a última vez que algo assim rolaria.
Um abraço.
Tenho uma amiga chamada Esther. Ela tem 24 anos e se casou há pouco tempo com um cara muito legal. Conheço ela desde que nasceu, porque tenho uma relação quase familiar com os pais dela. Ela é morena, não muito alta, e é bem gostosa, além de ser muito bonita. Eu tenho 37 anos, sou normal, casado, e por causa do meu trabalho como vendedor, costumo ter bastante tempo livre.
Isso que vou contar aconteceu há alguns dias. Espero que vocês gostem.
Acontece que, por uns motivos pessoais nada legais, a gente se encontrou no hospital. Não nos víamos desde o casamento dela, então ficamos felizes em nos trombar. Depois dos cumprimentos, conversamos um pouco e combinamos de nos ver numa ocasião melhor. Essa não demorou a aparecer. Dois dias depois, cruzei com ela de novo no mercadinho da cidade. Ela estava acompanhada da cunhada dela, Mônica, uma mina de 32 anos super gente boa e que também é de dar água na boca. Ela é um pouco mais alta que a Esther e loira natural, com uns olhos azuis lindos. A gente se cumprimentou e fomos tomar um café. Ficamos quase uma hora contando sobre os últimos meses (a Mônica tinha casado há pouco, antes da Esther), a vida de casados e essas coisas. As duas estavam de férias e os maridos delas trabalhando, então tinham combinado de almoçar juntas.
— Por que vocês não vêm almoçar lá em casa? — perguntei num momento da conversa. — Eu também tô sozinho.
Minha mulher estava de plantão de 24 horas no hospital e só ia terminar na manhã seguinte, e eu podia tirar a tarde de folga se a coisa se estendesse. Elas se olharam.
— Assim, de quebra, vocês veem o apartamento novo — falei.
— E quem cozinha? — perguntou a Mônica.
— Eu, claro — respondi.
— Valeu — disse a Esther.
Terminamos o café e combinamos de nos encontrar em casa à uma hora pra começar a preparar o almoço. Comprei o que precisava e voltei pra casa. Elas chegaram na hora certa. Tinham trocado de roupa e, como era verão, as duas estavam de camiseta de manga curta e minissaia. Bem soltinhas, mas discretinhas. Eu nem imaginava que pudesse rolar algo, embora já tivesse batido uma pensando nelas várias vezes, mas ter as duas na minha casa me dava um certo tesão.
— Vamos beber, — falei, abrindo umas garrafinhas de cerveja que estavam geladas.
Batemos um papo na cozinha, tomando cerveja e comendo um aperitivo que eu tinha preparado pra elas.
— Vamos, — disse a Esther. — Mostra o apartamento pra gente.
— Tá bom, impaciente, — respondi.
Levantamos e mostrei o apê pra elas. A Mônica amou o quarto, que, por sinal, é um arraso, e a Esther ficou vidrada na minha sala de relax, toda no estilo marroquino, com almofadas e narguilé.
— Lindíssimo, — disse a Mônica.
— Dá pra ver que tem grana, — falou a Esther, pegando outra cerveja.
Bebemos umas quantas antes do almoço, já pegando o embalo. Durante a comida, quase viramos duas garrafas de Albariño, então no final já estávamos bem à vontade. Preparei uns cafés gelados e trouxe os licores que estavam frios. Resumindo, quando levantamos da mesa, estávamos meio altinhos.
— Podíamos fumar um narguilé, — sugeriu a Esther.
— É, bora, — concordou a Mônica, e fomos tomar as doses nas almofadas.
— Beleza, — falei. — Vou arrumar a mesa e preparar os copos.
Disse onde estavam as garrafas e fui limpar a mesa. Quando estava com os copos, minha esposa ligou. Contei sobre o almoço e passei o telefone pras meninas, que queriam falar com ela (elas se dão super bem).
— Suas safadas, — disse minha esposa rindo. — Da próxima vez, esperem eu estar junto. Vocês se divertindo e eu aqui trampando.
— É a vida, — respondeu a Esther.
— Cuidem bem dele, — falou, se referindo a mim. — Ele não aguenta nada.
— Fica tranquila, se ele vacilar, conto pro meu marido e a cidade inteira fica sabendo, — disse a Mônica rindo.
Elas se despediram e me devolveram o celular.
— Então, amor, aproveita que eu continuo trabalhando. Vou desligar porque tão me chamando, — ela disse e desligou na sequência.
Terminei de arrumar os copos e entramos na sala. Deitamos nos sofás e preparei um narguilé com uma ervinha. tinha. Fumamos ela logo depois de pegar. A Esther tava na minha frente sentada numa almofada. De repente, ela se balançou e caiu pra trás levantando as pernas, o que me deixou ver com todos os detalhes a calcinha fio dental branca que ela tava usando. Senti uma pulsada no meu pau. A Mónica tava se acabando de rir e eu acompanhei, a Esther também não parava de rir sem se mexer, na posição que tinha ficado, mostrando a buceta pra gente sem se importar.
Vamos pra cima, falei dando a mão pra levantar ela.
Outro baseado, falou a Mónica.
Preparei e começamos a fumar. Tava muito gostoso, então a gente se deitou um pouco. Minha cara ficou aos pés da Mónica, dando pra ver parte das pernas dela. Eu tava ficando com tesão.
Que é isso?, falou a Esther tirando uma caixinha da estante que tava do lado.
Era meu jogo de strip-poker. Tinha ele há pouco tempo e jogava com minha mulher pra quebrar um pouco a monotonia.
Olha eles, falou a Mónica rindo, e pareciam uns bobos.
Fiquei vermelho mas respondi.
Mulher, uma coisa diferente do normal é bem-vinda.
A conversa foi por esse caminho. O álcool e a maconha tinham nos desinibido e a gente começou a contar umas intimidades sobre calcinhas e tal.
Viu, eu não gosto de calcinhas como a dela, falou a Mónica se referindo à Esther. Prefiro umas mais clássicas.
Pois são super confortáveis, respondeu.
Elas entram no teu cu e incomodam, falou a Mónica.
Não entram, retrucou a Esther.
Deixa eu ver, falou a Mónica.
A Esther ficou parada.
Mas se a gente já viu quando você caiu, ou é vergonha?, falou a Mónica.
Ela se levantou e ficou na frente da Mónica levantando a minissaia.
Meu pau deu um pulo. A buceta da Esther ficou na minha frente. Dava pra adivinhar a rachinha e os pelinhos que ela tinha.
Deixa eu ver as tuas, falou a Esther.
A Mónica se levantou e subiu a mini. Umas calcinhas azuis apareceram na minha frente. Eu tava no limite.
Quais são mais gostosas?, perguntou a Esther me olhando.
Meu Deus, como tava a situação. As duas Eu tinha as duas na minha frente, meio bêbadas, com as saias levantadas e mostrando as calcinhas.
— Bom — falei, fazendo cara de interessante —, pelo modelo eu gosto das da Mônica, mas pela cor eu gosto das suas, Esther.
— Que jeito bom de sair dessa — respondeu Mônica.
— Vamos — disse Esther, sentando de novo —, jogar uma partida disso aqui.
Ela pegou a caixa e abriu.
— Fala aí — disse ela —, explica como joga.
— Têm certeza? — perguntei. — Não quero clima ruim.
— Claro, seu idiota — respondeu Mônica, sentando. — Você não vai ver nada que já não tenha visto antes, se a gente perder, claro.
Expliquei as regras e começamos. Depois de algumas rodadas, as duas estavam só de lingerie e eu só de calça. Perdi a rodada seguinte, então tive que tirar a calça, o que me deu bastante vergonha porque eu tava duraço.
— Vai — disse Esther —, não enrola, a gente tá cumprindo nossa parte.
— Que seja o que Deus quiser — pensei.
Levantei e tirei a calça, deixando minha cueca à mostra com o volume do meu pau bem evidente.
— É por nossa causa? — perguntou Mônica, apontando pro volume.
— O que você acha? — respondi. — Não tô vendo mais ninguém aqui.
O que aconteceu depois eu acho que nunca vou esquecer. Esther se ajoelhou e passou a mão no meu volume, enquanto Mônica ficou atrás de mim e começou a beijar minhas costas.
— Isso não tá acontecendo — pensei.
Mas tava sim. Esther puxou minha cueca pra baixo e colocou meu pau na boca dela, começando um boquete de lascar. Peguei a Mônica e beijei ela, enquanto uma das minhas mãos foi direto pra buceta dela. Enfiei por dentro da calcinha e acariciei a racha dela, que tava completamente molhada. Tava derretendo. Procurei o clitóris e masturbei ele, enfiando de vez em quando um dedo dentro da buceta. Esther continuava no dela, chupando meu pau com muita habilidade. Se continuasse assim, eu ia gozar rápido e não queria isso.
— Não para, continua — suspirava Mônica.
Logo ela gozou.
— Ahhhhhhhhh — gritou, enquanto soltava os fluidos dela.
Eu tive tapar a boca dela com a mão pra que os vizinhos não ouvissem.
Ufa, ela disse, se jogando no sofá.
Levantei a Esther e sentei ela do lado. De joelhos, beijei as coxas dela subindo até a buceta. Acariciei por cima da calcinha, beijei e depois afastei o pano pra chupar ela.
Ummmmmm, ela suspirou ao sentir minha língua dentro.
Tinha desejado chupar aquela bucetinha há muito tempo e agora tava toda à minha disposição. Chupei, beijei, lambi até levar ela a um orgasmo brutal. Ela se mexia sem parar, pegando minha cabeça e apertando contra a buceta dela.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou, soltando os fluidos.
Mônica sentou do lado dela e tapou a boca dela com a sua. Isso me deixou ainda mais tarado. Ela beijou de língua, acariciando os peitos dela já fora do sutiã. Com certeza, não era a primeira vez e provavelmente o tesão juntas ia acabar nisso. No fim do orgasmo, Mônica virou a cabeça.
Cê gosta, hein?, perguntou com cara de safada.
Como resposta, me movi e fiquei na altura da virilha dela. Tirei a calcinha e enfiei a cabeça na buceta dela. Esther tirou o sutiã dela e chupou os mamilos da cunhada com delicadeza. Ela não aguentou muito e gozou entre espasmos e gemidos. Ainda não tinha terminado quando me levantei e, de uma vez, enfiei o pau na buceta dela até o talo.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gritou.
Tava completamente molhada e muito quente. Esther tinha se levantado e, de pé, colocou a buceta na altura do rosto dela. Mônica chupou a boceta, se mexendo por causa da foda que tava levando. Peguei os peitos apertando o ritmo da penetração.
Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, não para, filho da puta, ela gritou.
Cê gosta?, hein, puta, respondi.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou gozando enquanto chupava a buceta da Esther.
Saí dela e sentei do lado. Peguei a Esther pela cintura e deixei ela cair de uma vez no meu pau.
Ohhhhhhhhhhhhhhh, ela suspirou ao sentir a vara toda dentro.
Segurei a cintura dela, subindo e descendo sem descanso. Quando era pequenininha, era bem fácil de manusear. Sentia a buceta dela molhada e quente no meu pau. Ela não parava de gemer, cada metida era um tremor. Cravou as unhas nas minhas costas, começou a tremer e a soltar os sucos, mordendo o sofá com a boca pra não gritar.
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gemia.
Quando acabou, ficou completamente relaxada, caindo em cima de mim. Levantei ela, tirei meu pau e sentei ela de novo. Mônica estava do lado, se levantou e pegou o chuchu com a boca. Segurando ela pelo cabelo, comecei a foder a boquinha dela. Ela passava a mão nas minhas bolas e na minha rachinha do cu, o que me deixa doidão.
Muito bem, muito bem, eu suspirava.
Esther entrou na festa, as duas passando meu pau de uma pra outra como se fosse um baseado. Não aguentei mais. Meu chuchu entrou direto na boca de Esther, fodendo ela até eu gozar.
Ahhhhhhhhh, Siiiiiiiii, gritei, soltando uma porrada de porra na boca dela.
Tirei o pau e enfiei na Mônica no mesmo lugar, terminando de gozar na cara dela.
Ufffffffffffffffffffffffff, suspirei, vendo as duas com a cara cheia de porra.
Sentei no meio das duas. Esther levantou e foi no banheiro se lavar, Mônica seguiu ela. Quando voltaram, acendemos um cigarro. Nos olhamos e, sem precisar falar nada, soubemos que essa não seria nem a primeira nem a última vez que algo assim rolaria.
Um abraço.
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