Relato 8!!

Já na cama, meus pais dormindo no andar de baixo e eu entediada sem saber o que fazer. Uma da manhã, não era hora de começar a ver um filme, então decidi que o melhor era ir dormir. Me deitei na cama e fechei os olhos…

De repente, senti alguém tapando minha boca e segurando minhas mãos com força. Abri os olhos e tinha um homem na minha frente, vestido de preto, e só dava pra ver os olhos dele. Fiquei assustada, a primeira coisa que pensei foi que devia dizer onde estava o dinheiro, mas ele se adiantou e falou algo que me surpreendeu e, ao mesmo tempo, me excitou: "Não vou te machucar, só quero que a gente se divirta juntos…"

Nesse momento, eu fiquei com medo mesmo, e ele percebeu. Me disse pra não gritar, que meus pais iam acordar e que, se eu não gritasse, ele me mostraria quem era. Fiquei curiosa pra saber quem estava me fazendo uma proposta daquelas, então concordei com a cabeça e aí vi quem era… José…

Ele tinha entrado na minha casa pra poder me fazer dele…

Ele amarrou minhas mãos atrás das costas enquanto sussurrava que eu ia me divertir pra caralho, que me deixasse levar, que ele sabia como me fazer gritar, de prazer. Começou a me beijar, controlando a situação, se afastando quando ele achava que já tava bom. Aquilo tava me deixando louca, eu precisava dele dentro de mim o mais rápido possível. Saber que era ele quem mandava me deixava doida. Ele mordeu meu lábio e desceu pelo meu pescoço, começou a me beijar, lamber, e de repente, se afastou. Começou a arrancar minha roupa, enquanto eu ficava cada vez mais excitada.

Fui falar que queria que ele me fodesse logo, e antes que eu pudesse dizer, ele falou que eu não podia falar, só quando ele permitisse. Aquele comentário me deixou maluca e fez minha calcinha ficar ainda mais molhada do que já tava. Aí, foi quando ele enfiou um dedo dentro da minha bucetinha, com força, pra ver se eu já tava pronta pra algo maior e mais grosso. Ele tirou o pau dele da calça e eu pude ver que era enorme, talvez a maior que eu já tinha visto. Aquilo ia caber dentro de mim?

Foi nesse momento que ele fez algo que eu não esperava: me pegou pelo cabelo e mandou eu abrir bem grande a boca. Assim que fiz, ele enfiou o pau inteiro na minha boca, mmmm até o fundo... Ele tava fodendo minha boca e eu tava amando. Ele se movia com força, o pau dele entrava e saía da minha boca cada vez mais rápido, a cada estocada com mais força. Era enorme!! Quase não cabia na minha boca de tão grande, e cada vez que eu imaginava o que viria depois, eu ficava mais molhada... Enquanto eu chupava, ele dizia que fazia tempo que não chupavam tão bem, e que sabia que eu ia fazer ele gozar muito com minha boquinha de puta...

Depois de um tempo, ele parou, se afastou um pouco e me olhou...
- Você tá molhada, né puta?

E enquanto falava, enfiou mais dois dedos dentro de mim. Tirava e colocava, devagar, me fazendo gemer de prazer. Parava e brincava com meu clitóris, acariciava suavemente, beliscava... Eu gemia cada vez mais e parecia que aquilo tava excitando ele tanto quanto a mim.

No meio dos meus gemidos, ele parou, e na hora enfiou o pau inteiro dentro de mim, sentindo ele bem duro e quente lá dentro. Uffa, aquilo acabou de me esquentar e eu mordi a mão pra não gritar... Ele me fodia com força, me segurando pelos ombros pra empurrar melhor, pra enfiar bem fundo, queria me foder metendo tudo até o talo. O pau dele tava me deixando louca! Ele não parava de me foder, e eu não parava de sussurrar que queria mais. Lembro que enquanto ele me enfiava, repetia sem parar que eu era a raposinha dele, e que eu tinha que obedecer, não podia falar senão ele parava de me foder e eu seria castigada. Cada vez ficava mais difícil não fazer barulho, a ponto de ele colocar o travesseiro na minha boca pra eu morder e assim não acordar meus pais e ter que acabar com aquele encontro furtivo.

As estocadas dele eram cada vez mais fortes, mais violentas, mas ao mesmo tempo mais gostosas. De repente, ela tirou ele inteiro e começou a brincar com meu clitóris, esfregava o pau dele contra ele, enfiava a cabecinha dentro de mim e tirava de novo, me deixando com vontade de ter ele de volta lá dentro. E assim continuou por um tempo, até que me mandou virar, que queria provar minha bunda e eu não podia recusar, senão ele ia me castigar. Decidi que por enquanto ia me comportar, talvez depois fizesse ele me castigar, só por curiosidade.

Então me virei e fiquei de quatro, deixando minha bunda bem aberta na frente dele. Ele foi bonzinho comigo e não enfiou direto, passou a língua primeiro, molhando bem, sentindo como a língua dele tentava entrar na minha bunda bem apertada. Depois, enfiou um dedo pra começar a me abrir, e devagar tirava e enfiava, bem lentinho, pra eu sentir bem na hora de entrar e sair; aí fez com dois dedos, também bem devagar mas enfiando até o fundo. Logo passou a fazer mais rápido, e finalmente, enfiou três dedos na minha bunda que já não era tão apertada.

Continuou brincando um pouco, até que tirou os dedos e foi quando achei que ele ia me foder... mas não fez isso, enfiou de novo na minha bucetinha, entrando e saindo com força, disse que queria me ver bem molhadinha antes de foder meu cu, que como bom dono, não ia me deixar sem prazer. Então tirou e mandou eu morder bem o travesseiro porque eu ia ver...

E de uma vez, enfiou o pau inteiro no meu cu, me fazendo gritar de dor e, ao mesmo tempo, de prazer. Começou a me foder bem forte, me segurava pelos quadris e cravava o pau inteiro no meu cu enquanto eu não parava de gritar, mas por sorte, meus gritos abafavam no travesseiro; ele me pegou pelos braços, puxou pra trás e segurou nas minhas costas, pra me ter completamente à mercê dele e poder me foder bem duro enquanto eu ficava submissa a ele e à paixão desenfreada dele.

Continuou nesse ritmo acelerado por um bom tempo... misturava com tapas às vezes suaves, e outras nem tanto. Tanto, que fizeram eu gozar umas duas vezes. Chegou uma hora que ele não aguentou mais, não suportou a pressão da minha bunda no pau dele e se afastou quando me avisou que ia gozar. Eu sabia que nunca tinham gozado nem em cima de mim, nem na minha boca, mas quando ele me olhou, eu soube que queria ser o primeiro a fazer isso. Ele chegou perto de mim e me encarou, e não precisou de palavras, eu já sabia o que fazer; aproximei meus lábios do pau já bem duro dele, abri a boca e esperei pra pegar tudo com a língua…

Não demorou pra ele gozar entre gemidos e suspiros enquanto segurava minha cabeça pra eu não me mexer e ser boazinha e obediente com ele. Encheu minha boca… tanto que um pouco escorreu até meus peitos. Depois disso, ele ficou bem parado, sem forças nem pra me falar nada. Eu ouvia ele respirando, tentando recuperar o fôlego depois daquilo, ele estava na minha frente mas já não me tocava, só escutava ele no escuro.

Quando se recuperou, ouvi ele se vestindo, senti o peso do corpo dele quando sentou na beira da cama. Foi aí que ele chegou perto de mim e me deu um beijo doce nos lábios, só um roçar dos dois. Eu soube que era a despedida, então me enfiei de novo na cama e, de puro cansaço, acabei dormindo.

Na manhã seguinte, a primeira coisa que pensei foi que tudo aquilo tinha sido um sonho gostoso e delicioso; mas, na beira da cama, vi um cartão de algum lugar “a rosa negra”, pelo visto, um sex shop… Virei ele pra ver se tinha algo escrito do outro lado que explicasse tudo aquilo e vi umas palavras: “hoje às 10 da noite. Te espero, José.”

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