Eu adorava correr pelada pela grama, enquanto os patrões tomavam café da manhã na casa grande. Nós, escravos, éramos só parte da propriedade deles.
Sempre me avisavam pra ter cuidado, porque as tentações dos sinhozinhos não demoravam a aparecer quando viam carne fresca. Mas eu não ligava, minha sensação de liberdade era tão grande que eu desafiava todo mundo. A verdade é que eu sentia uma atração forte por um dos sinhozinhos, e sabia que essa negrinha cor de canela também estava nos sonhos molhados dele.
Naquele dia, acordei de madrugada como sempre. Tínhamos que ir colher nos cafezais, que deixavam o patrão tão orgulhoso. Minhas mãos eram tão calejadas e rachadas que os machucados já faziam parte delas, mas eram fruto do meu suor. E eu sabia que não seria escrava pra sempre.
O sinhozinho tinha uma noiva, tão déspota e arrogante que todo mundo tinha medo da crueldade dela com os escravos. Ela sabia que o noivo lançava olhares lascivos pra Canela — foi assim que me chamaram porque minha pele não era totalmente escura. Ela só esperava o momento certo pra me castigar. A dor já era costume pra mim.
Naquele dia, enquanto eu colhia, o patrão chegou com o filho e mandou ele escolher uma moça pra sentir o que é ser homem antes de casar. Eu esperava ansiosa que ele me escolhesse, mas não podia falar nada. A gente não tinha direito de se expressar.
Naquele instante, ele olhou pra mim e me escolheu. Meu corpo tremeu inteiro de prazer.
Mas ainda assim, eu tinha que continuar trabalhando nos cafezais. A tarde já ia longe quando ela chegou. Sabia da escolha do noivo, sabia que não era só desejo que ele sentia por mim. Ela estava por dentro dos nossos encontros escondidos desde criança. Me odiava pela minha condição, mas eu também aprendi a ter orgulho. Não ia deixar que meus desejos fossem apagados por mais poder que ela tivesse.
Naquele dia, ela usou de desculpa que eu tinha faltado com respeito, que olhava pra ela com desprezo e raiva. Era verdade: eu não gostava dela como ser humano. Só porque eu passei perto do vestido chique dela e sujei com a terra grudada no meu corpo, ela me castigou. Mandou me levarem pros barracos e me amarrou as mãos na viga que segurava nosso teto, mandou me açoitar. O capataz era tão cruel quanto ela, a dor era tão aguda que nem um gemido saía de mim, era interminável.
Naquele instante, chegou o patrãozinho, tão cansado e ofegante pela corrida enorme que tinha dado desde a casa grande. Agarrou com força o braço da noiva dele e deu um tapa na cara dela na minha frente. Me senti protegida pela primeira vez, era meu patrãozinho que me salvava daquela situação tão angustiosa.
Mandou buscar panos limpos e água pra limpar meus ferimentos, mandou todo mundo embora dos barracos, até a noiva dele saiu chorando desconsolada pelo ato infame do noivo.
Enquanto eu ainda estava amarrada, ele começou a lavar meu corpo com ternura, tão sofrido pela vida. As mãos dele eram mais macias que algodão.
Começamos a dar um passeio lindo pelas nuvens, minha respiração já não estava agitada pelo medo. Ele sabia que era por desejo. Me olhou, e os olhos dele percorreram meu torso nu. Pegou meus vestidos rasgados e os tirou, caíram tão suavemente pela minha pele que pareciam de seda.
Os lábios dele começaram a beijar meu rosto e pescoço, eu sentia a respiração dele aumentar cada vez mais. Meu corpo trêmulo se sobressaltou quando a boca dele se fez sentir naquele pedacinho de carne mais escura que se destacava dos meus peitos. Ele os chupou como um bebê na mãe, depois, apaixonadamente, os colocou dentro da boca, como uma fera. Senti os dentes dele mordendo meu desejo. Desceu delicadamente até minha cintura e, sem abrir os olhos, chegou naquele monte tão desejado pelos homens. Meus cabelos crespos e grossos se entregaram tão dóceis aos lábios dele que comecei a agitar minha respiração cada vez mais. Gemidos de fera selvagem saíam da minha boca, tão deliciosos quanto mel na minha língua.
Lentamente, ele começou a me desamarrar. As mãos dele, tão ternas e suaves, me deixavam em êxtase. Nós Nós nos olhamos com luxúria, e eu, liberta, começava uma nova amarra da qual jamais poderia me libertar. Meus dedos, longos e frios, começaram a ferver quando peguei sua camisa com selvageria e a rasguei. Senti medo, achei que ele fosse ficar bravo, mas não. Ele pediu que eu continuasse, tão instintivamente como tinha nascido. Então me entreguei à paixão desenfreada por ter o que sempre quis. Deslizei entre suas pernas como uma cobra, peguei seu cinto e lentamente comecei a tirá-lo. Ao tê-lo em minhas mãos, peguei as dele e as amarrei tão suavemente que seus olhos se perderam no tempo. Entrei com minhas mãos na direção daquele apêndice de carne com que aquele macho desejado havia sido provido. Abaixei suas calças e sua cueca, peguei ternamente suas pernas e as abri para mim, enquanto subia com meus lábios até aquela área intrincada de luxúria. Aquela carne que endurecia só para mim se deixou sentir na minha boca. Beijei, senti e subi meu corpo quente até ficar de frente, cara a cara. Sabia que feriria minha carne com dor, mas o desejo era máximo e não hesitei. Ele sabia que essa escrava estava pura e a pegou nos braços, deitando-a no chão cheio de grama seca para amaciar o lugar onde dormíamos. Sem tirar os olhos de mim, ternamente com a mão começou a abrir minhas pernas, deslizou até ficar entre meu corpo. Nossa respiração tão ofegante se confundia com o vento forte lá fora.
As folhas caíam dentro da barraca e formavam um colchão verde de luxúria. Naquele momento, comecei a sentir com dor como ele entrava em minhas carnes trêmulas, que se apertavam de tanto desejo. Estávamos unidos em corpo e alma, nossas peles úmidas grudavam uma na outra ao ritmo do nosso coração. Éramos uma só pessoa, amo e escrava, tempo e vida.
Gemidos saíam de nossas bocas enquanto nos esfregávamos com desejo e suavidade, até que nossas carnes explodiram de prazer incontrolável. Senti que algo deixava dentro do meu corpo, um Um pedaço de ti não queria sair, e eu não deixava ele me abandonar, apertava inconscientemente minha buceta pra te manter dentro.
Caímos num sonho tão lindo que você me fez esquecer que fui escrava, mas se fosse nessa condição, sempre, sempre seria sua escrava.
Sempre me avisavam pra ter cuidado, porque as tentações dos sinhozinhos não demoravam a aparecer quando viam carne fresca. Mas eu não ligava, minha sensação de liberdade era tão grande que eu desafiava todo mundo. A verdade é que eu sentia uma atração forte por um dos sinhozinhos, e sabia que essa negrinha cor de canela também estava nos sonhos molhados dele.
Naquele dia, acordei de madrugada como sempre. Tínhamos que ir colher nos cafezais, que deixavam o patrão tão orgulhoso. Minhas mãos eram tão calejadas e rachadas que os machucados já faziam parte delas, mas eram fruto do meu suor. E eu sabia que não seria escrava pra sempre.
O sinhozinho tinha uma noiva, tão déspota e arrogante que todo mundo tinha medo da crueldade dela com os escravos. Ela sabia que o noivo lançava olhares lascivos pra Canela — foi assim que me chamaram porque minha pele não era totalmente escura. Ela só esperava o momento certo pra me castigar. A dor já era costume pra mim.
Naquele dia, enquanto eu colhia, o patrão chegou com o filho e mandou ele escolher uma moça pra sentir o que é ser homem antes de casar. Eu esperava ansiosa que ele me escolhesse, mas não podia falar nada. A gente não tinha direito de se expressar.
Naquele instante, ele olhou pra mim e me escolheu. Meu corpo tremeu inteiro de prazer.
Mas ainda assim, eu tinha que continuar trabalhando nos cafezais. A tarde já ia longe quando ela chegou. Sabia da escolha do noivo, sabia que não era só desejo que ele sentia por mim. Ela estava por dentro dos nossos encontros escondidos desde criança. Me odiava pela minha condição, mas eu também aprendi a ter orgulho. Não ia deixar que meus desejos fossem apagados por mais poder que ela tivesse.
Naquele dia, ela usou de desculpa que eu tinha faltado com respeito, que olhava pra ela com desprezo e raiva. Era verdade: eu não gostava dela como ser humano. Só porque eu passei perto do vestido chique dela e sujei com a terra grudada no meu corpo, ela me castigou. Mandou me levarem pros barracos e me amarrou as mãos na viga que segurava nosso teto, mandou me açoitar. O capataz era tão cruel quanto ela, a dor era tão aguda que nem um gemido saía de mim, era interminável.
Naquele instante, chegou o patrãozinho, tão cansado e ofegante pela corrida enorme que tinha dado desde a casa grande. Agarrou com força o braço da noiva dele e deu um tapa na cara dela na minha frente. Me senti protegida pela primeira vez, era meu patrãozinho que me salvava daquela situação tão angustiosa.
Mandou buscar panos limpos e água pra limpar meus ferimentos, mandou todo mundo embora dos barracos, até a noiva dele saiu chorando desconsolada pelo ato infame do noivo.
Enquanto eu ainda estava amarrada, ele começou a lavar meu corpo com ternura, tão sofrido pela vida. As mãos dele eram mais macias que algodão.
Começamos a dar um passeio lindo pelas nuvens, minha respiração já não estava agitada pelo medo. Ele sabia que era por desejo. Me olhou, e os olhos dele percorreram meu torso nu. Pegou meus vestidos rasgados e os tirou, caíram tão suavemente pela minha pele que pareciam de seda.
Os lábios dele começaram a beijar meu rosto e pescoço, eu sentia a respiração dele aumentar cada vez mais. Meu corpo trêmulo se sobressaltou quando a boca dele se fez sentir naquele pedacinho de carne mais escura que se destacava dos meus peitos. Ele os chupou como um bebê na mãe, depois, apaixonadamente, os colocou dentro da boca, como uma fera. Senti os dentes dele mordendo meu desejo. Desceu delicadamente até minha cintura e, sem abrir os olhos, chegou naquele monte tão desejado pelos homens. Meus cabelos crespos e grossos se entregaram tão dóceis aos lábios dele que comecei a agitar minha respiração cada vez mais. Gemidos de fera selvagem saíam da minha boca, tão deliciosos quanto mel na minha língua.
Lentamente, ele começou a me desamarrar. As mãos dele, tão ternas e suaves, me deixavam em êxtase. Nós Nós nos olhamos com luxúria, e eu, liberta, começava uma nova amarra da qual jamais poderia me libertar. Meus dedos, longos e frios, começaram a ferver quando peguei sua camisa com selvageria e a rasguei. Senti medo, achei que ele fosse ficar bravo, mas não. Ele pediu que eu continuasse, tão instintivamente como tinha nascido. Então me entreguei à paixão desenfreada por ter o que sempre quis. Deslizei entre suas pernas como uma cobra, peguei seu cinto e lentamente comecei a tirá-lo. Ao tê-lo em minhas mãos, peguei as dele e as amarrei tão suavemente que seus olhos se perderam no tempo. Entrei com minhas mãos na direção daquele apêndice de carne com que aquele macho desejado havia sido provido. Abaixei suas calças e sua cueca, peguei ternamente suas pernas e as abri para mim, enquanto subia com meus lábios até aquela área intrincada de luxúria. Aquela carne que endurecia só para mim se deixou sentir na minha boca. Beijei, senti e subi meu corpo quente até ficar de frente, cara a cara. Sabia que feriria minha carne com dor, mas o desejo era máximo e não hesitei. Ele sabia que essa escrava estava pura e a pegou nos braços, deitando-a no chão cheio de grama seca para amaciar o lugar onde dormíamos. Sem tirar os olhos de mim, ternamente com a mão começou a abrir minhas pernas, deslizou até ficar entre meu corpo. Nossa respiração tão ofegante se confundia com o vento forte lá fora.
As folhas caíam dentro da barraca e formavam um colchão verde de luxúria. Naquele momento, comecei a sentir com dor como ele entrava em minhas carnes trêmulas, que se apertavam de tanto desejo. Estávamos unidos em corpo e alma, nossas peles úmidas grudavam uma na outra ao ritmo do nosso coração. Éramos uma só pessoa, amo e escrava, tempo e vida.
Gemidos saíam de nossas bocas enquanto nos esfregávamos com desejo e suavidade, até que nossas carnes explodiram de prazer incontrolável. Senti que algo deixava dentro do meu corpo, um Um pedaço de ti não queria sair, e eu não deixava ele me abandonar, apertava inconscientemente minha buceta pra te manter dentro.
Caímos num sonho tão lindo que você me fez esquecer que fui escrava, mas se fosse nessa condição, sempre, sempre seria sua escrava.
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