Os peitos da minha irmã SoniaAlém de excitante, achei um tanto engraçada a forma como ele narra... ^^^^^^
Era um daqueles verões passados na casa da minha avó, no norte da Argentina, meu país natal. A reunião dos primos era o melhor daqueles meses sob o calor abafado da província de Jujuy. Oito primos, de várias províncias diferentes, unidos sob o teto da enorme casa perto do centro. Naquela época, eu convivia com as manifestações furiosas da minha libido em desenvolvimento e uma fome por mulheres ainda não satisfeita. Aliviada apenas com os sempre presentes bate-punhetas da Manuela, a namorada que nunca abandonou nenhum homem. Agora que penso, acho que devo ter quebrado algum recorde quantitativo naquela época, porque mantinha uma média constante de três punhetas diárias por semanas. No entanto, nada era suficiente e qualquer revista de nudes que caísse nas minhas mãos, ou fotos quase sugestivas em algum jornal, ou catálogo de lingerie, ou a visão de uma estátua feminina nua no parque San Martín, ou qualquer coisa que lembrasse minimamente uma mulher bastava para me motivar em larga escala.
Não havia realmente limites para minha tesão, e minhas primas e irmã não eram exceção, mas principalmente minha irmã. Sonia sempre me atraiu, desde que seu corpo começou a se desenvolver cedo, aos 12 anos. Devo esclarecer que ela é três anos mais velha que eu, então na época que o relato detalha, ela tinha lindos 18 anos.
Havia motivos de sobra para meu entusiasmo. Sonia tinha uns peitos de tirar o fôlego, uma dianteira que desde pequena sempre atraiu os olhares até do transeunte mais distraído. Assobios, perseguições e convites nada santos foram uma constante durante sua adolescência, porque o que ela carregava na frente não era seu único ponto forte. Sua cintura fina e sua bunda dura e gigantesca completavam o sonho erótico de quase qualquer homem na terra, e de várias mulheres também, claro. Bundão, redondas e bem durinhas, a maior parte do tempo mal cobertas pelos shorts curtinhos de ginástica que ela usava para correr, que, ao suar, grudavam ainda mais, se é que era possível, no seu corpo luxurioso.
Pele branquíssima, altura de 1,70 m, cabelo castanho escuro longo até abaixo da cintura, mãos pequenas e delicadas e boca de lábios grossos, formavam o quadro que fazia de Sonia simplesmente uma realidade patente e expressa de muitos gemidos masculinos noturnos.
Eu era apenas um magricela de quinze anos, que ainda não tinha terminado de se desenvolver. Meu crescimento em altura e volume físico só veio mesmo a partir dos meus 17 anos, então, naquela época, eu mal passava de 1,60. Se a isso acrescentarmos que Sonia arrumava qualquer desculpa, até mesmo as saídas frequentes para o cinema do bairro, para usar salto e plataforma, o comum era que na rua ela me levasse quase uma cabeça de diferença. Sempre, sempre gostei de mulheres mais altas que eu, talvez desde então.
É triste dizer, mas em Jujuy não abundam mulheres atraentes durante o verão, estação em que muitas famílias emigram em busca de praias douradas e águas refrescantes. Por isso, Sonia era uma das poucas oportunidades de ver e analisar com frequência uma mulher feita e direita, com tudo que deve ter. E digo uma das poucas, porque minha prima, de 14 anos, era muito, mas muito magra, como eu aproximadamente, o que não a tornava uma candidata às minhas espionagens de aprendiz de voyeur.
Sim, voyeur, porque sigilosamente comecei a rondar Sonia, para saber dos seus momentos perto do chuveiro ou do quarto, para descobrir os momentos em que ela se trocava e testar se tinha tanta sorte assim para pegá-la com o corpo nu.
A oportunidade chegou, claro. Com tanto tempo livre era inevitável. Um dia à noite, quando nos preparávamos para sair, ficamos nos trocando no andar superior onde todos dormíamos, só eu e Sonia. Enquanto terminava de vestir a camisa, vi pela porta entreaberta como Sonia, do outro quarto, entrava no banheiro só com uma toalha grande. Na hora senti a oportunidade, e também senti meu pau exigente pedindo palma.
Me aproximei devagar da porta do banheiro, aproveitando que estava entreaberta e, sim, obrigado, obrigado Deus, a cortina do box estava um pouco puxada. O espaço que ficava descoberto mostrava o corpo majestoso da minha irmã.
Com risco de parecer exagerado direi que ela é uma das mulheres nuas mais lindas que já conheci. Aos meus quinze anos, além disso, a única que pude ver ao vivo e a cores.
Uma cintura de vespa, barriga chapada, e uns peitos como poucas vezes vi até hoje. Enormes, firmes, como rindo da gravidade, um par de massas de carne que sugeriam pecado e faziam sonhar em descansar a cabeça entre eles para nunca mais levantar. Mamilos pequenos e rosados, como convidando para a degustação. Quando ela se virou, vi o resto. Meu Deus, essa bunda parecia esculpida... nádegas duras, carnudas. O tamanho dessa bunda juvenil é algo que dificilmente pode ser apagado de qualquer memória. Um milagre, algo que uma mente de quinze anos mal conseguia assimilar. Algo que merecia ser agarrado, apalpado, mordido, aproveitado, mas que não podia estar ali, se lavando impunemente, impudicamente, debaixo do chuveiro, sem aproveitar os prazeres sensuais de um corpo masculino. E as pernas de corredora... longas, infinitas, com coxas arredondadas e levemente bronzeadas pelo sol inclemente, como o resto do seu corpo.
Pouco faltou para que, com risco de ser descoberto (e espancado) eu me atirasse sobre ela para tocar aquele corpo no qual eu já sabia que não conseguiria parar de pensar. Um resto de sanidade fez com que eu me afastasse para me trancar no meu quarto, para me masturbar com força, com as duas mãos, lembrando daquele corpo de deusa. Depois do terceiro orgasmo me acalmei um pouco, e desci para percorrer a cidade com meus primos.
Parques, cinemas, coca-Booty e cachorros-quentes foram a constante de aqueles dias, mas eu continuava com uma única ideia fixa: ver de novo o corpo nu da minha irmã.
Poucos dias depois, vi a Sonia voltando da corrida. Ela sempre corre de manhã, bem cedo, para manter a forma, mas naquele dia ela tinha dormido demais, então a corrida teve que esperar até o meio-dia. Eu a vi, com aquele short de algodão branco todo suado, colado no corpo, naquele bumbum maravilhoso, e a camiseta branca, deixando completamente transparente o sutiã gigantesco. Isso foi o suficiente – e ainda sobrou – para fazer meu pau crescer sem controle. Soltei a bola com a qual estava jogando e, com uma desculpa idiota, me afastei dos meus primos, que não deram muita atenção e continuaram jogando entre si.
Discretamente, segui a Sonia escada acima, esperando no patamar até ouvir a água do chuveiro correndo. O calor sufocante fez com que ela deixasse a porta do banheiro entreaberta, o que eu aproveitei para abri-la completamente e espiar lá dentro. Novamente, admirei aquele corpo desenhado para o prazer visual, me entregando às fantasias mais baixas imagináveis: eu apoiando meu pau duro na bunda da Sonia; eu agarrando por trás aqueles globos de carne pulsante e amassando-os como se minha vida dependesse disso, eu… mas o grito me tirou dos meus devaneios, quando abri os olhos, lá estava a Sonia, com os olhos arregalados, os dentes cerrados e com as duas mãos tentando tampar os peitos, sem conseguir, enquanto me olhava com nojo. Eu flutuava entre o terror de ter sido descoberto com o short abaixado, o pau bem duro na mão, e a excitação que me causava ver a luta da minha irmã para tentar, com suas mãozinhas, cobrir aquelas belas e enormes tetas ensaboadas.
Não reagi direito, corri com passos de pinguim, com o short ainda abaixado, percorri os poucos metros que me separavam do meu quarto, me trancando com uma porta batida. Fiquei escondido lá até a hora do jantar, quando desci depois do terceiro chamado da minha avó. Envergonhado e cheio de medo de encontrar uma mesa cheia de olhares acusadores, me surpreendi ao comprovar que tudo parecia normal. Era evidente que a Sonia não tinha dito nada, embora na mesa ela tivesse evitado me olhar o tempo todo.
Depois da sobremesa saímos para a rua para ver como, da parte elevada de uma ponte que fica a poucos metros da casa da minha avó, um grupo de moleques jogava balões cheios de água nos carros que passavam por baixo, causando grandes xingamentos dos motoristas, impotentes para evitar a chuva de bombas. Me aproximei da Sonia, que estava um pouco afastada, para tentar explicar, fazer as pazes, mas ela cortou o começo do meu discurso de modo taxativo:
— Sou sua irmã, não pode me espiar como se eu fosse uma qualquer. É errado, é uma porcaria. Se espia as mulheres assim você é um porco de merda, e muito mais se essa mulher é sua própria irmã.
Eu sentia meu rosto pegar fogo de vergonha, e senti o pau encolher tanto que pensei que ia se transformar numa buceta. As palavras da minha irmã soaram tão duras como um tapa, aliás, teria preferido uns bons socos a ouvir ela dizer aquilo.
Por isso me surpreendi tanto quando, à noite, senti a porta se abrir. Era a Sonia, vestida com um camisolão minúsculo, branco, etéreo, que parecia se mover ao ritmo da brisa que conseguia se infiltrar na velha mansão e que mal cobria a metade de suas coxas douradas. Não poderia tê-la imaginado mais sexy nem nas minhas mais furiosas aventuras mentais. Com um gesto conciliador, sentou-se discretamente na beirada da cama e começou a falar.
— Não quis ser má com você, Dany, mas entenda que você me assustou e me deu muita raiva que você me visse pelada. Nenhum homem me viu assim antes, entende? E me deu tanta vergonha que tive vontade de chorar.
— Mas… vergonha por quê? Não entendo isso. E nenhum homem te viu pelada antes? Como? Quer dizer que… mas eu pensei que você já… - Não, não, não, eu nada, ainda não fiz nada com ninguém. E tenho vergonha porque tenho um corpo horrível, tarado, ou você não percebeu... acontece que você tem um gosto atrofiado. Ou nunca viu uma mulher pelada antes e qualquer coisa te serve.
Não sei de onde tirei coragem para dizer:
Sônia, me perdoa, mas eu vi muitas, muitas revistas com mulheres peladas, e nenhuma tem um corpo tão, tão... tão lindo quanto o seu... - as palavras travavam na minha garganta.
Os olhos da Sônia se encheram de interrogações.
Você tá me zoando, viu o tamanho dessa bunda? – disse, levantando-se e dando uma palmada sonora na bunda que ecoou no quarto - Não é normal!
Mas sua bunda é maravilhosa! Por que você não gosta? Os homens ficam loucos com uma bunda enorme e uma cintura como a sua.
Sério?
Sim! Sim! E, se ainda por cima tiver uns peitões como os seus, é tipo um combo perfeito, o que todo mundo quer, o que eu... - parei quando vi a expressão da Sônia. Percebi que tinha passado do limite.
Não tá certo você falar assim, não tá certo, somos irmãos – mas, embora estivesse muito séria, parecia dizer mais para si mesma do que para mim. Isso me encorajou.
Claro que tá certo, porque é a verdade, e porque seu corpo é a fantasia de qualquer um. Por isso eu tava te espiando, por isso eu tava assim quando você me pegou.
Você tava assim por minha causa?
Claro, por quem mais?
Chega, não vamos falar mais disso.
Como quiser, mas se vou ser sincero, eu adoraria te espiar no banho de novo, mas como sei que você vai ficar brava, não vou fazer.
Mas Daniel, você é meu irmão, isso é errado!
Quem disse? Eu sei que te vejo sem roupa e fico louco... olha como eu tô agora, e olha que você tá vestida. - Com ar de fanfarrão, me destapei para mostrar o volume no meu pijama, desabotoei a parte da braguilha e mostrei meu pau totalmente duro. Eu não aguentava mais, a conversa tinha me deixado com a cabeça a mil e, sem pensar, puxei a pele que cobriu a glande, deixando a cabeça lustrosa à vista da minha irmãzinha.
Sonia olhou, suspirou fundo e foi apressadamente para o seu quarto, sem dizer palavra. Bah, quase. Só consegui dizer:
Você, você é um porco, você é...
Eu estava exultante. Não tinha conseguido nem tocar na mão dela, mas sabia que tinha causado uma impressão profunda. Essa mão tinha sido toda minha, e sem querer.
O dia seguinte transcorreu com toda normalidade, exceto por um pequeno detalhe. No meio do almoço, tive que ir buscar na enorme cozinha da minha avó uma refrigerante. Quando tinha fechado a porta da geladeira com a garrafa na mão, vejo que Sonia entrava na cozinha.
Vim buscar a maionese. – disse.
Eu não respondi, mas como o espaço perto da geladeira é pouco, por causa das mesas próximas, me encostei contra uma delas para que Sonia passasse. Quando vi que ela me dava as costas para passar, não pude evitar a tentação, me adiantei um pouco e apoiei minha virilha contra a bunda dela. Já estava duro de só tê-la visto entrar na cozinha (na verdade, naquela época vivia de pau duro o dia todo) então ela pôde sentir meu desejo esfregando contra suas nádegas. Vendo que ela passava lentamente, apoiei com força contra seu corpo e, com o braço livre de refrigerantes, a segurei pela cintura, rodeando-a. Estranhamente, ela não disse nada, nem emitiu som algum. Abriu a geladeira e começou a procurar a maionese. Quando a encontrou, a soltei e ela se separou de mim.
Eu não cabia em mim de contente. O complicado foi passar o resto do almoço com o pau feito uma estaca, até que terminamos e pude ir raspar o boneco tranquilo no banheiro.
Essa noite tive, como é lógico, um sonho completamente molhado. Nele, tinha as longas pernas de Sonia enroscadas na minha cintura, enquanto eu, sobre ela, bombava sem descanso. Até pude sentir a transpiração dos dois, se misturando, e os dentes de Sonia me mordendo com fúria o ombro na explosão do seu orgasmo, orgasmo mútuo, e o líquido vital afundando-se em suas profundezas. O descanso posterior começava com minha cabeça apoiada nos macios travesseiros de seus seios.
Mas os seios eram apenas travesseiros reais. Quando acordei, com a angústia natural na garganta de constatar que tudo tinha sido apenas um sonho, decidi fazer algo a respeito. Poderia ganhar a inimizade da minha irmã para a vida toda, mas tinha que descobrir se o que pressenti na cozinha no dia anterior era verdade. Não queria mais conversas, eu queria contato, mais contato.
Nos dias seguintes, aproveitei cada oportunidade para tocar a Sônia de alguma forma. Se coincidíamos ao sair da casa grande, corria até ela, fingia tropeçar e apoiava minha virilha contra sua bunda. Tentava sentar ao lado dela sempre na mesa e, derrubando algo inofensivo (sal, açúcar, etc.) a ajudava a se limpar… como ela frequentemente usava minissaias curtas ou shorts curtos, minhas mãos rapidamente iam para a carne nua de suas coxas.
Se a encontrava lendo na cama, jogava travesseiros nela, para simular brincadeiras, passando rapidamente para jogos de mão e lutas de brincadeira, tentando tocar seus peitos, roçar sua cintura, apoiar-me em sua bunda fabulosa, apalpar suas coxas…
Descobri que sua resistência era cada vez menor. Qualquer idiota teria percebido que minhas brincadeiras não eram brincadeiras, mas ela só conseguia ficar corada e, nos casos mais evidentes, afastar minha mão. Mas não parava de sorrir, e isso me dava mais e mais coragem.
Uma tarde em que a família estava passeando e Sônia estudando para seu próximo ingresso na Universidade, fingi estar doente para ficar sozinho com ela. Quando me certifiquei que todos tinham ido embora, preparei um lanche completo e o levei numa bandeja para o quarto da Sônia que, ao me ver, ficou muito feliz com o gesto.
Ela estava encantadora, com um shorts de jeans curtinho, daqueles que terminam logo abaixo da bunda, e uma regata leve de malha que Algodão branco, de alças bem finas, bem decotada, tanto que era perfeitamente visível a junção daqueles peitos que não me deixavam dormir.
Comemos juntos e, depois de deixar a bandeja no chão, começamos a conversar sobre tudo: família, a enorme mansão que parecia mais um castelo medieval do que uma casa, os primos... Eu comecei a soltar uma piada atrás da outra, meu humor realmente causava e ainda causa um grande efeito na Sonia. Quando comecei a contar piadas de duplo sentido, ela riu ainda mais e começou a me jogar travesseiros enquanto me chamava de "porco", "nojento" e coisas do tipo. Mas não falava sério.
Eu comecei a revidar jogando travesseiros de volta. Em poucos segundos, segurei as mãos dela para fazê-la parar de brincar, e com uma das minhas pernas imobilizei as duas dela. Ela, brincalhona, fazia muita força para se soltar, mas com tanto movimento, entre escapes das mãos dela e minha reconquista posterior, só conseguiu que uma das alças da sua regata branca escorregasse, me deixando ver grande parte do seu seio direito. Quando vi o mamilo rosa apontando direto para a minha cara, a menos de dez centímetros, não me contive. Ainda segurando as mãos da Sonia, aproximei minha boca do mamilo e o prendi com meus lábios, saboreando pela primeira vez na vida o corpo de uma mulher, e, meu Deus, que mulher.
Sonia começou a se debater mais forte, já não ria, e em vez disso gritava:
"Me solta, Daniel, me solta, não seja animal, me solta!"
Eu não conseguia ouvi-la, não queria ouvi-la, então fiz ouvidos moucos às suas queixas e continuei trabalhando no seu mamilo, enquanto com minha mão direita livre (só com a esquerda segurava seus bracinhos magros), comecei a apalpar aquele bumbum incrível.
"Por favor, me deixa, me deixa" – chorava Sonia – "não quero, não gosto."
Eu estava como um louco, agora estava mordendo leve, delicadamente cada parte do peito da Sonia, não podia acreditar no tamanho daquela bola, que já estava completamente exposta. Mas eu queria mais, muito mais.
Com a mão direita, segurei a alça do top e rasguei completamente sua camiseta, deixando os dois peitos ao ar livre. Não conseguia acreditar na beleza daquele espetáculo. Olhei para o rosto dela naquele momento, e Sônia me encarava, entre assustada e surpresa, mas já não chorava. Também não estava com cara de raiva, parecia mais expectante, aguardando meu próximo movimento. Este não demorou, mergulhei minha língua naqueles globos sonhados, enfiei meu rosto entre eles e lambi a pele entre os seios, mordi cada pedaço deles, chupei seus mamilos com fúria, até começar a ouvir uns gemidos fracos. Era minha vitória, era Sônia, acusando sensações de prazer. Sem soltar suas mãos, comecei a beijar sua barriguinha, percorri com minha língua seu pequeno umbigo, lambi suas costelas, realmente adorei todo seu torso.
Agora que me lembro, naquele momento eu já tinha parado de prender suas pernas com as minhas, então ela poderia facilmente ter me dado um joelhada bem na cara, com aquelas pernas de corredora que tinha, e me nocautear quase sem esforço. Mas ela não fez isso. Depois da exploração do corpo dela, levantei o olhar para encará-la, e ela tinha os olhos semicerrados, e os lábios entreabertos. Não pude evitar, me levantei um pouco e me joguei sobre seus lábios rosados, beijei-a com paixão, com força, e ela, que abriu os olhos surpresa, não conseguia reagir ao meu beijo. Mas minha boca não admitia discussão, pressionava, mordia aqueles lábios carnudos, enfiei minha língua até o fundo, até começar a encontrar a língua dela também, e vi seus olhos, já novamente fechados. E ouvi seus gemidos, acentuados pelas carícias de minhas duas mãos em seus seios. Era minha, não conseguia acreditar, Sônia era minha, e eu estava completamente louco de prazer, de orgulho, de adrenalina, de excitação furiosa. Apertei com muita força aqueles peitos, até sentir que estava amassando, mas incrivelmente Sônia nunca reclamou.
Senti uma enorme dor na minha pelve: era meu membro, totalmente duro, pedindo para ser liberado. Me Tirei a calça sem parar de beijá-la e, pegando uma de suas mãos, apoiei no meu pau suculento. Sonia continuava de olhos fechados, evidentemente queria imaginar que tudo era contra a vontade dela. Ela começou a mover ritmicamente a mão sobre meu pau, então tive que parar de beijá-la para começar a gemer. Beijei seu pescoço, lambi suas orelhas, numa sequência de atos que nem consigo lembrar direito, porque minha libido era tão grande que não entendo como não acabei naqueles primeiros instantes. Parei de pensar, me afastei do pescoço dela e fui direto para seu shorts de jeans. Quando tentei desabotoar, senti as duas mãos de Sonia me impedindo "não, não, não… não", ela dizia, mas não era pra mim. A recusa era tão fraca que ignorei desde o primeiro instante, afastei as mãos dela e desabotoei o shorts. Puxei pra baixo com força, arranquei rasgando sua calcinha delicada cor-de-rosa e em poucos segundos estava diante da buceta mais linda que me lembro… de lábios grossos e rosados… perfeitamente depilada. Quando comecei a beijar suas coxas novamente, senti as mãos dela, dessa vez na minha cabeça, me empurrando, querendo me afastar.
Coloquei dois dedos na boca e os levei até sua vagina. Penetrei com um dedo primeiro, acariciando os lábios com o outro. A resistência dela desapareceu como por mágica. Enfiei dois dedos, três dedos, entrando e saindo, enquanto mordia seus joelhos, a parte interna das coxas, até começar a lamber seus lábios vaginais sem tirar os dedos de dentro. O gosto me fascinou, tirei os dedos e comecei a enfiar a língua mais profundamente em sua caverna. Encontrei seu clitóris (na época nem sabia como se chamava) e, ao lambê-lo, ouvi a explosão de Sonia.
Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh……………. Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Sonia tinha tido seu primeiro orgasmo, pelo menos o primeiro com um homem, e eu estava sentindo isso ao notar a intensa umidade de sua buquinha. O que eu suspeitava estava certo: eu tinha feito algo muito bem feito. Redobrei meus lambeços no seu clitóris, enquanto enfiava três dedos de novo na sua vagina já dilatada. Sonia explodiu em cinco orgasmos seguidos na hora. Eu não aguentava mais. Do jeito que estava, levantei meu torso, fazendo com que as pernas dela, apoiadas nos meus ombros, acompanhassem meu movimento. Quando me incorporei sobre o corpo dela, ela ficou totalmente exposta, com os calcanhares nos meus ombros e meu pau duro, melado, a poucos centímetros da sua buceta. Não olhei, não perguntei, não pensei. Penetrei, apoiando a cabeça na entrada da sua vagina e pressionando com força. A dilatação era completa, minha cabeçona larga passou apertado pela entrada, e apertei muito mais para tentar enterrar até o fim, mas fui barrado pelo hímen dela. Até aquele momento eu realmente não tinha acreditado que ela era virgem, porque conheci vários namoradinhos dela, mas ali estava a prova, e eu só queria romper essa prova. Sonia gemia mais alto a cada instante, mas quando cheguei na metade, tive que parar, porque estava custando muito, e minha irmã reclamava de dor. Recuei um pouco, e bombei de novo, rasgando sua telinha virginal para sempre. Outra recuada, e um duro ataque em seguida. Em poucas bombadas, tinha meus 18 centímetros dentro, mas já nessa hora eu sentia que ia gozar e acelerei os movimentos. Não tinha ideia se ela tomava pílula ou não, mas não era hora de considerar isso. Me derramei inteiro dentro dela, enquanto sentia as mordidinhas dela no meu ombro. Era meu sonho, era como nos meus sonhos molhados, e eu simplesmente estava vivendo aquilo.
Meu pau não baixou nem um centímetro, quase que imediatamente comecei a bombar de novo, e ela a gemer alto, alto.
Nessa hora ela já estava com os braços em volta do meu pescoço e me beijando desesperadamente. Eu tinha minhas mãos na sua bunda e a penetrava com autoridade, com força, agora me sentindo muito mais seguro de não gozar rápido, com o pene duro como pedra…
Quis mudar de posição, e tê-la por cima. Rolamos, e ela, agora Como uma amazona sobre mim, ela afastou o cabelo do rosto e pude ver seu rosto… ela sorria, tinha os olhos semiabertos como quem acorda de um longo sono, o suor banhando suas bochechas e testa, seus dentes brancos e, mais abaixo, aquelas duas obras de arte, aqueles peitos enormes, duros, gigantescos, convidando para serem apalpados. Quando começou o sobe e desce, me agarrei aos seus peitos como quem se segura a um salva-vidas no meio de uma tempestade no mar. A dança começou e Sonia se movia maravilhosamente, de forma circular, para cima e para baixo, mas rapidamente, com uma agilidade incrível. Eu não conseguia acreditar que aquela leoa tinha sido virgem como eu, minutos atrás. Sentia meu pau chegando até o fundo, batendo no limite, e saindo quase completamente para desaparecer dentro dela novamente.
Em poucos minutos, eu gozei de novo, depois de vários outros orgasmos dela.
Quando sentiu minha porra dentro dela, ela desabou sobre mim, exausta.
"Você é um filho da puta, você gozou duas vezes dentro de mim. Você tinha que me avisar, eu não tomo nada…"
"Perdão, perdão", eu dizia, entre suspiros… "não sabia, eu nunca…"
"Sério? Essa foi sua primeira vez?" – Ela se apoiou um pouco e, embora sorrisse, me olhava com uma expressão estranha.
"Sim… deu para perceber muito?"
"Não, nada disso", admitiu – "eu gostei. Gostei muito."
Ela se deixou cair na cama, ao meu lado. Nossas pernas se entrelaçavam, se acariciavam, como se não pudéssemos perder o contato por muito tempo. Apoiei-me em um cotovelo para vê-la melhor. Era melhor assim, sem falarmos, sem questionarmos nada. Beijei-a, e ela respondeu ao meu beijo com doçura, acariciando meu peito com a mão.
Ela se levantou, indo ao banheiro. Ouvi o barulho do chuveiro. Lembrei das vezes que a espiei tomando banho e me parecia um sonho ter gozado duas vezes dentro dela há poucos instantes. A lembrança do passado imediato fez meu pau ficar duro de novo, então, levantando-me, fui até a porta do banheiro, que estava aberta. Lá estava ela, molhada, com o cabelo… esmagado pela água, e seu corpo de mulher totalmente novo, sem vestígios do que havia acontecido, exceto pela cor vermelha intensa de seus mamilos, aos quais eu havia dedicado muita atenção.
Senti uma excitação enorme quando ela se virou e vi aquele bumbum de fantasia como me convidando... entrei com ela no chuveiro e pressionei meu pau contra sua bunda, fazendo força, enquanto com um braço segurava seus peitos enormes e com a outra mão agarrava suas mãos. Mordi seu pescoço, ela ria.
Meu Deus, Daniel, você nunca cansa, hein?
Não, nunca canso, nunca vou cansar de você.
A pressão sobre sua bunda aumentou, eu estava cutucando como procurando um lugar para entrar.
Não, nem pense que vou deixar você entrar por aí, não quero, que nojeira - Mas eu não estava para considerações morais e continuei empurrando com vontade.
Empurrei mais forte, ela começou a se debater um pouco, como querendo se virar, mas, mesmo magro, sempre fui mais forte que ela. Senti que a ponta do meu pau tinha encontrado seu buraco traseiro, mas estava tão seco que não conseguia avançar nem meio centímetro.
Vi o frasco de shampoo ao lado e, sem soltar suas mãos, derramei metade do frasco no meu pau e o resto na bunda da Sonia. Me lambuzei de shampoo e lambuzei o buraco da Sonia, enfiando um dedo com dificuldade, porque ela se mexia muito dentro do chuveiro.
Me deixa, tarado, não quero, pela bunda não quero!
Ok, deixa eu tentar, se doer eu tiro, hein? Só a cabecinha! (a frase mais velha do mundo na boca de um quase virgem)
Mas tira se doer ou juro que corto suas bolas!
Tá bom, tá bom, deixa comigo.
Apertei, encontrando novamente seu buraco traseiro, e fiz força. Senti o milagre da pressão ceder, mas sem perder tensão. Senti a ponta do meu pau presa por anéis rígidos, que me davam mais prazer do que imaginava. Quando tive toda a cabeça dentro, não me contive e, segurando firme os peitos da minha irmã, comecei a empurrar como um enlouquecido, com os gritos de dor da Sonia. Empurrei, empurrei, agarrei-a pela cintura por um momento para fazer mais força, ela arranhava meus braços com a dor que sentia, mas em poucos minutos tinha todo o meu comprimento completamente dentro de sua bunda, dentro daquela bunda incrível, que pressionava suas nádegas macias contra minha virilha. Não parei, comecei a bombar rapidamente. Uma vez aberto o canal, tudo parecia mais fácil, e comecei a entrar e sair rapidamente, enquanto com uma mão apertava seus peitos e com a outra a segurava pela cintura, porque parecia que ela ia cair.
Depois de um tempo, uns dez minutos bombando furiosamente, ouvi um gemido rouco da boca da Sonia. Ela estava gozando, não podia acreditar! Ao primeiro gemido seguiram outros, mais fortes cada vez, mais sonoros, e suas unhas cravaram-se com força em meus braços.
Eu estava no paraíso, com um empurrão final jorrei uma quantidade enorme de porra na sua bunda, e fiquei ali até que meu pau encolhesse tanto que fisicamente era impossível mantê-lo dentro. Ela continuou de costas para mim, o chuveiro ainda nos molhando a ambos.
Te amo, Sonia – disse.
Ela não respondeu.
Me ouviu? Te amo, te amo muito, Sony.
Eu também te amo, Daniel.
Ela virou-se lentamente, abriu aqueles olhos verdes encantadores e nos fundimos em um forte abraço.
Durante os anos seguintes nossa paixão só cresceu, aproveitando o sexo proibido de todas as formas possíveis. Nunca vou amar alguém tanto quanto minha irmã, e nunca desfrutei tanto do sexo com mais ninguém.
Mas aquele verão só tinha começado. Havia muito mais coisas para descobrir…
Continua?
Era um daqueles verões passados na casa da minha avó, no norte da Argentina, meu país natal. A reunião dos primos era o melhor daqueles meses sob o calor abafado da província de Jujuy. Oito primos, de várias províncias diferentes, unidos sob o teto da enorme casa perto do centro. Naquela época, eu convivia com as manifestações furiosas da minha libido em desenvolvimento e uma fome por mulheres ainda não satisfeita. Aliviada apenas com os sempre presentes bate-punhetas da Manuela, a namorada que nunca abandonou nenhum homem. Agora que penso, acho que devo ter quebrado algum recorde quantitativo naquela época, porque mantinha uma média constante de três punhetas diárias por semanas. No entanto, nada era suficiente e qualquer revista de nudes que caísse nas minhas mãos, ou fotos quase sugestivas em algum jornal, ou catálogo de lingerie, ou a visão de uma estátua feminina nua no parque San Martín, ou qualquer coisa que lembrasse minimamente uma mulher bastava para me motivar em larga escala.
Não havia realmente limites para minha tesão, e minhas primas e irmã não eram exceção, mas principalmente minha irmã. Sonia sempre me atraiu, desde que seu corpo começou a se desenvolver cedo, aos 12 anos. Devo esclarecer que ela é três anos mais velha que eu, então na época que o relato detalha, ela tinha lindos 18 anos.
Havia motivos de sobra para meu entusiasmo. Sonia tinha uns peitos de tirar o fôlego, uma dianteira que desde pequena sempre atraiu os olhares até do transeunte mais distraído. Assobios, perseguições e convites nada santos foram uma constante durante sua adolescência, porque o que ela carregava na frente não era seu único ponto forte. Sua cintura fina e sua bunda dura e gigantesca completavam o sonho erótico de quase qualquer homem na terra, e de várias mulheres também, claro. Bundão, redondas e bem durinhas, a maior parte do tempo mal cobertas pelos shorts curtinhos de ginástica que ela usava para correr, que, ao suar, grudavam ainda mais, se é que era possível, no seu corpo luxurioso.
Pele branquíssima, altura de 1,70 m, cabelo castanho escuro longo até abaixo da cintura, mãos pequenas e delicadas e boca de lábios grossos, formavam o quadro que fazia de Sonia simplesmente uma realidade patente e expressa de muitos gemidos masculinos noturnos.
Eu era apenas um magricela de quinze anos, que ainda não tinha terminado de se desenvolver. Meu crescimento em altura e volume físico só veio mesmo a partir dos meus 17 anos, então, naquela época, eu mal passava de 1,60. Se a isso acrescentarmos que Sonia arrumava qualquer desculpa, até mesmo as saídas frequentes para o cinema do bairro, para usar salto e plataforma, o comum era que na rua ela me levasse quase uma cabeça de diferença. Sempre, sempre gostei de mulheres mais altas que eu, talvez desde então.
É triste dizer, mas em Jujuy não abundam mulheres atraentes durante o verão, estação em que muitas famílias emigram em busca de praias douradas e águas refrescantes. Por isso, Sonia era uma das poucas oportunidades de ver e analisar com frequência uma mulher feita e direita, com tudo que deve ter. E digo uma das poucas, porque minha prima, de 14 anos, era muito, mas muito magra, como eu aproximadamente, o que não a tornava uma candidata às minhas espionagens de aprendiz de voyeur.
Sim, voyeur, porque sigilosamente comecei a rondar Sonia, para saber dos seus momentos perto do chuveiro ou do quarto, para descobrir os momentos em que ela se trocava e testar se tinha tanta sorte assim para pegá-la com o corpo nu.
A oportunidade chegou, claro. Com tanto tempo livre era inevitável. Um dia à noite, quando nos preparávamos para sair, ficamos nos trocando no andar superior onde todos dormíamos, só eu e Sonia. Enquanto terminava de vestir a camisa, vi pela porta entreaberta como Sonia, do outro quarto, entrava no banheiro só com uma toalha grande. Na hora senti a oportunidade, e também senti meu pau exigente pedindo palma.
Me aproximei devagar da porta do banheiro, aproveitando que estava entreaberta e, sim, obrigado, obrigado Deus, a cortina do box estava um pouco puxada. O espaço que ficava descoberto mostrava o corpo majestoso da minha irmã.
Com risco de parecer exagerado direi que ela é uma das mulheres nuas mais lindas que já conheci. Aos meus quinze anos, além disso, a única que pude ver ao vivo e a cores.
Uma cintura de vespa, barriga chapada, e uns peitos como poucas vezes vi até hoje. Enormes, firmes, como rindo da gravidade, um par de massas de carne que sugeriam pecado e faziam sonhar em descansar a cabeça entre eles para nunca mais levantar. Mamilos pequenos e rosados, como convidando para a degustação. Quando ela se virou, vi o resto. Meu Deus, essa bunda parecia esculpida... nádegas duras, carnudas. O tamanho dessa bunda juvenil é algo que dificilmente pode ser apagado de qualquer memória. Um milagre, algo que uma mente de quinze anos mal conseguia assimilar. Algo que merecia ser agarrado, apalpado, mordido, aproveitado, mas que não podia estar ali, se lavando impunemente, impudicamente, debaixo do chuveiro, sem aproveitar os prazeres sensuais de um corpo masculino. E as pernas de corredora... longas, infinitas, com coxas arredondadas e levemente bronzeadas pelo sol inclemente, como o resto do seu corpo.
Pouco faltou para que, com risco de ser descoberto (e espancado) eu me atirasse sobre ela para tocar aquele corpo no qual eu já sabia que não conseguiria parar de pensar. Um resto de sanidade fez com que eu me afastasse para me trancar no meu quarto, para me masturbar com força, com as duas mãos, lembrando daquele corpo de deusa. Depois do terceiro orgasmo me acalmei um pouco, e desci para percorrer a cidade com meus primos.
Parques, cinemas, coca-Booty e cachorros-quentes foram a constante de aqueles dias, mas eu continuava com uma única ideia fixa: ver de novo o corpo nu da minha irmã.
Poucos dias depois, vi a Sonia voltando da corrida. Ela sempre corre de manhã, bem cedo, para manter a forma, mas naquele dia ela tinha dormido demais, então a corrida teve que esperar até o meio-dia. Eu a vi, com aquele short de algodão branco todo suado, colado no corpo, naquele bumbum maravilhoso, e a camiseta branca, deixando completamente transparente o sutiã gigantesco. Isso foi o suficiente – e ainda sobrou – para fazer meu pau crescer sem controle. Soltei a bola com a qual estava jogando e, com uma desculpa idiota, me afastei dos meus primos, que não deram muita atenção e continuaram jogando entre si.
Discretamente, segui a Sonia escada acima, esperando no patamar até ouvir a água do chuveiro correndo. O calor sufocante fez com que ela deixasse a porta do banheiro entreaberta, o que eu aproveitei para abri-la completamente e espiar lá dentro. Novamente, admirei aquele corpo desenhado para o prazer visual, me entregando às fantasias mais baixas imagináveis: eu apoiando meu pau duro na bunda da Sonia; eu agarrando por trás aqueles globos de carne pulsante e amassando-os como se minha vida dependesse disso, eu… mas o grito me tirou dos meus devaneios, quando abri os olhos, lá estava a Sonia, com os olhos arregalados, os dentes cerrados e com as duas mãos tentando tampar os peitos, sem conseguir, enquanto me olhava com nojo. Eu flutuava entre o terror de ter sido descoberto com o short abaixado, o pau bem duro na mão, e a excitação que me causava ver a luta da minha irmã para tentar, com suas mãozinhas, cobrir aquelas belas e enormes tetas ensaboadas.
Não reagi direito, corri com passos de pinguim, com o short ainda abaixado, percorri os poucos metros que me separavam do meu quarto, me trancando com uma porta batida. Fiquei escondido lá até a hora do jantar, quando desci depois do terceiro chamado da minha avó. Envergonhado e cheio de medo de encontrar uma mesa cheia de olhares acusadores, me surpreendi ao comprovar que tudo parecia normal. Era evidente que a Sonia não tinha dito nada, embora na mesa ela tivesse evitado me olhar o tempo todo.
Depois da sobremesa saímos para a rua para ver como, da parte elevada de uma ponte que fica a poucos metros da casa da minha avó, um grupo de moleques jogava balões cheios de água nos carros que passavam por baixo, causando grandes xingamentos dos motoristas, impotentes para evitar a chuva de bombas. Me aproximei da Sonia, que estava um pouco afastada, para tentar explicar, fazer as pazes, mas ela cortou o começo do meu discurso de modo taxativo:
— Sou sua irmã, não pode me espiar como se eu fosse uma qualquer. É errado, é uma porcaria. Se espia as mulheres assim você é um porco de merda, e muito mais se essa mulher é sua própria irmã.
Eu sentia meu rosto pegar fogo de vergonha, e senti o pau encolher tanto que pensei que ia se transformar numa buceta. As palavras da minha irmã soaram tão duras como um tapa, aliás, teria preferido uns bons socos a ouvir ela dizer aquilo.
Por isso me surpreendi tanto quando, à noite, senti a porta se abrir. Era a Sonia, vestida com um camisolão minúsculo, branco, etéreo, que parecia se mover ao ritmo da brisa que conseguia se infiltrar na velha mansão e que mal cobria a metade de suas coxas douradas. Não poderia tê-la imaginado mais sexy nem nas minhas mais furiosas aventuras mentais. Com um gesto conciliador, sentou-se discretamente na beirada da cama e começou a falar.
— Não quis ser má com você, Dany, mas entenda que você me assustou e me deu muita raiva que você me visse pelada. Nenhum homem me viu assim antes, entende? E me deu tanta vergonha que tive vontade de chorar.
— Mas… vergonha por quê? Não entendo isso. E nenhum homem te viu pelada antes? Como? Quer dizer que… mas eu pensei que você já… - Não, não, não, eu nada, ainda não fiz nada com ninguém. E tenho vergonha porque tenho um corpo horrível, tarado, ou você não percebeu... acontece que você tem um gosto atrofiado. Ou nunca viu uma mulher pelada antes e qualquer coisa te serve.
Não sei de onde tirei coragem para dizer:
Sônia, me perdoa, mas eu vi muitas, muitas revistas com mulheres peladas, e nenhuma tem um corpo tão, tão... tão lindo quanto o seu... - as palavras travavam na minha garganta.
Os olhos da Sônia se encheram de interrogações.
Você tá me zoando, viu o tamanho dessa bunda? – disse, levantando-se e dando uma palmada sonora na bunda que ecoou no quarto - Não é normal!
Mas sua bunda é maravilhosa! Por que você não gosta? Os homens ficam loucos com uma bunda enorme e uma cintura como a sua.
Sério?
Sim! Sim! E, se ainda por cima tiver uns peitões como os seus, é tipo um combo perfeito, o que todo mundo quer, o que eu... - parei quando vi a expressão da Sônia. Percebi que tinha passado do limite.
Não tá certo você falar assim, não tá certo, somos irmãos – mas, embora estivesse muito séria, parecia dizer mais para si mesma do que para mim. Isso me encorajou.
Claro que tá certo, porque é a verdade, e porque seu corpo é a fantasia de qualquer um. Por isso eu tava te espiando, por isso eu tava assim quando você me pegou.
Você tava assim por minha causa?
Claro, por quem mais?
Chega, não vamos falar mais disso.
Como quiser, mas se vou ser sincero, eu adoraria te espiar no banho de novo, mas como sei que você vai ficar brava, não vou fazer.
Mas Daniel, você é meu irmão, isso é errado!
Quem disse? Eu sei que te vejo sem roupa e fico louco... olha como eu tô agora, e olha que você tá vestida. - Com ar de fanfarrão, me destapei para mostrar o volume no meu pijama, desabotoei a parte da braguilha e mostrei meu pau totalmente duro. Eu não aguentava mais, a conversa tinha me deixado com a cabeça a mil e, sem pensar, puxei a pele que cobriu a glande, deixando a cabeça lustrosa à vista da minha irmãzinha.
Sonia olhou, suspirou fundo e foi apressadamente para o seu quarto, sem dizer palavra. Bah, quase. Só consegui dizer:
Você, você é um porco, você é...
Eu estava exultante. Não tinha conseguido nem tocar na mão dela, mas sabia que tinha causado uma impressão profunda. Essa mão tinha sido toda minha, e sem querer.
O dia seguinte transcorreu com toda normalidade, exceto por um pequeno detalhe. No meio do almoço, tive que ir buscar na enorme cozinha da minha avó uma refrigerante. Quando tinha fechado a porta da geladeira com a garrafa na mão, vejo que Sonia entrava na cozinha.
Vim buscar a maionese. – disse.
Eu não respondi, mas como o espaço perto da geladeira é pouco, por causa das mesas próximas, me encostei contra uma delas para que Sonia passasse. Quando vi que ela me dava as costas para passar, não pude evitar a tentação, me adiantei um pouco e apoiei minha virilha contra a bunda dela. Já estava duro de só tê-la visto entrar na cozinha (na verdade, naquela época vivia de pau duro o dia todo) então ela pôde sentir meu desejo esfregando contra suas nádegas. Vendo que ela passava lentamente, apoiei com força contra seu corpo e, com o braço livre de refrigerantes, a segurei pela cintura, rodeando-a. Estranhamente, ela não disse nada, nem emitiu som algum. Abriu a geladeira e começou a procurar a maionese. Quando a encontrou, a soltei e ela se separou de mim.
Eu não cabia em mim de contente. O complicado foi passar o resto do almoço com o pau feito uma estaca, até que terminamos e pude ir raspar o boneco tranquilo no banheiro.
Essa noite tive, como é lógico, um sonho completamente molhado. Nele, tinha as longas pernas de Sonia enroscadas na minha cintura, enquanto eu, sobre ela, bombava sem descanso. Até pude sentir a transpiração dos dois, se misturando, e os dentes de Sonia me mordendo com fúria o ombro na explosão do seu orgasmo, orgasmo mútuo, e o líquido vital afundando-se em suas profundezas. O descanso posterior começava com minha cabeça apoiada nos macios travesseiros de seus seios.
Mas os seios eram apenas travesseiros reais. Quando acordei, com a angústia natural na garganta de constatar que tudo tinha sido apenas um sonho, decidi fazer algo a respeito. Poderia ganhar a inimizade da minha irmã para a vida toda, mas tinha que descobrir se o que pressenti na cozinha no dia anterior era verdade. Não queria mais conversas, eu queria contato, mais contato.
Nos dias seguintes, aproveitei cada oportunidade para tocar a Sônia de alguma forma. Se coincidíamos ao sair da casa grande, corria até ela, fingia tropeçar e apoiava minha virilha contra sua bunda. Tentava sentar ao lado dela sempre na mesa e, derrubando algo inofensivo (sal, açúcar, etc.) a ajudava a se limpar… como ela frequentemente usava minissaias curtas ou shorts curtos, minhas mãos rapidamente iam para a carne nua de suas coxas.
Se a encontrava lendo na cama, jogava travesseiros nela, para simular brincadeiras, passando rapidamente para jogos de mão e lutas de brincadeira, tentando tocar seus peitos, roçar sua cintura, apoiar-me em sua bunda fabulosa, apalpar suas coxas…
Descobri que sua resistência era cada vez menor. Qualquer idiota teria percebido que minhas brincadeiras não eram brincadeiras, mas ela só conseguia ficar corada e, nos casos mais evidentes, afastar minha mão. Mas não parava de sorrir, e isso me dava mais e mais coragem.
Uma tarde em que a família estava passeando e Sônia estudando para seu próximo ingresso na Universidade, fingi estar doente para ficar sozinho com ela. Quando me certifiquei que todos tinham ido embora, preparei um lanche completo e o levei numa bandeja para o quarto da Sônia que, ao me ver, ficou muito feliz com o gesto.
Ela estava encantadora, com um shorts de jeans curtinho, daqueles que terminam logo abaixo da bunda, e uma regata leve de malha que Algodão branco, de alças bem finas, bem decotada, tanto que era perfeitamente visível a junção daqueles peitos que não me deixavam dormir.
Comemos juntos e, depois de deixar a bandeja no chão, começamos a conversar sobre tudo: família, a enorme mansão que parecia mais um castelo medieval do que uma casa, os primos... Eu comecei a soltar uma piada atrás da outra, meu humor realmente causava e ainda causa um grande efeito na Sonia. Quando comecei a contar piadas de duplo sentido, ela riu ainda mais e começou a me jogar travesseiros enquanto me chamava de "porco", "nojento" e coisas do tipo. Mas não falava sério.
Eu comecei a revidar jogando travesseiros de volta. Em poucos segundos, segurei as mãos dela para fazê-la parar de brincar, e com uma das minhas pernas imobilizei as duas dela. Ela, brincalhona, fazia muita força para se soltar, mas com tanto movimento, entre escapes das mãos dela e minha reconquista posterior, só conseguiu que uma das alças da sua regata branca escorregasse, me deixando ver grande parte do seu seio direito. Quando vi o mamilo rosa apontando direto para a minha cara, a menos de dez centímetros, não me contive. Ainda segurando as mãos da Sonia, aproximei minha boca do mamilo e o prendi com meus lábios, saboreando pela primeira vez na vida o corpo de uma mulher, e, meu Deus, que mulher.
Sonia começou a se debater mais forte, já não ria, e em vez disso gritava:
"Me solta, Daniel, me solta, não seja animal, me solta!"
Eu não conseguia ouvi-la, não queria ouvi-la, então fiz ouvidos moucos às suas queixas e continuei trabalhando no seu mamilo, enquanto com minha mão direita livre (só com a esquerda segurava seus bracinhos magros), comecei a apalpar aquele bumbum incrível.
"Por favor, me deixa, me deixa" – chorava Sonia – "não quero, não gosto."
Eu estava como um louco, agora estava mordendo leve, delicadamente cada parte do peito da Sonia, não podia acreditar no tamanho daquela bola, que já estava completamente exposta. Mas eu queria mais, muito mais.
Com a mão direita, segurei a alça do top e rasguei completamente sua camiseta, deixando os dois peitos ao ar livre. Não conseguia acreditar na beleza daquele espetáculo. Olhei para o rosto dela naquele momento, e Sônia me encarava, entre assustada e surpresa, mas já não chorava. Também não estava com cara de raiva, parecia mais expectante, aguardando meu próximo movimento. Este não demorou, mergulhei minha língua naqueles globos sonhados, enfiei meu rosto entre eles e lambi a pele entre os seios, mordi cada pedaço deles, chupei seus mamilos com fúria, até começar a ouvir uns gemidos fracos. Era minha vitória, era Sônia, acusando sensações de prazer. Sem soltar suas mãos, comecei a beijar sua barriguinha, percorri com minha língua seu pequeno umbigo, lambi suas costelas, realmente adorei todo seu torso.
Agora que me lembro, naquele momento eu já tinha parado de prender suas pernas com as minhas, então ela poderia facilmente ter me dado um joelhada bem na cara, com aquelas pernas de corredora que tinha, e me nocautear quase sem esforço. Mas ela não fez isso. Depois da exploração do corpo dela, levantei o olhar para encará-la, e ela tinha os olhos semicerrados, e os lábios entreabertos. Não pude evitar, me levantei um pouco e me joguei sobre seus lábios rosados, beijei-a com paixão, com força, e ela, que abriu os olhos surpresa, não conseguia reagir ao meu beijo. Mas minha boca não admitia discussão, pressionava, mordia aqueles lábios carnudos, enfiei minha língua até o fundo, até começar a encontrar a língua dela também, e vi seus olhos, já novamente fechados. E ouvi seus gemidos, acentuados pelas carícias de minhas duas mãos em seus seios. Era minha, não conseguia acreditar, Sônia era minha, e eu estava completamente louco de prazer, de orgulho, de adrenalina, de excitação furiosa. Apertei com muita força aqueles peitos, até sentir que estava amassando, mas incrivelmente Sônia nunca reclamou.
Senti uma enorme dor na minha pelve: era meu membro, totalmente duro, pedindo para ser liberado. Me Tirei a calça sem parar de beijá-la e, pegando uma de suas mãos, apoiei no meu pau suculento. Sonia continuava de olhos fechados, evidentemente queria imaginar que tudo era contra a vontade dela. Ela começou a mover ritmicamente a mão sobre meu pau, então tive que parar de beijá-la para começar a gemer. Beijei seu pescoço, lambi suas orelhas, numa sequência de atos que nem consigo lembrar direito, porque minha libido era tão grande que não entendo como não acabei naqueles primeiros instantes. Parei de pensar, me afastei do pescoço dela e fui direto para seu shorts de jeans. Quando tentei desabotoar, senti as duas mãos de Sonia me impedindo "não, não, não… não", ela dizia, mas não era pra mim. A recusa era tão fraca que ignorei desde o primeiro instante, afastei as mãos dela e desabotoei o shorts. Puxei pra baixo com força, arranquei rasgando sua calcinha delicada cor-de-rosa e em poucos segundos estava diante da buceta mais linda que me lembro… de lábios grossos e rosados… perfeitamente depilada. Quando comecei a beijar suas coxas novamente, senti as mãos dela, dessa vez na minha cabeça, me empurrando, querendo me afastar.
Coloquei dois dedos na boca e os levei até sua vagina. Penetrei com um dedo primeiro, acariciando os lábios com o outro. A resistência dela desapareceu como por mágica. Enfiei dois dedos, três dedos, entrando e saindo, enquanto mordia seus joelhos, a parte interna das coxas, até começar a lamber seus lábios vaginais sem tirar os dedos de dentro. O gosto me fascinou, tirei os dedos e comecei a enfiar a língua mais profundamente em sua caverna. Encontrei seu clitóris (na época nem sabia como se chamava) e, ao lambê-lo, ouvi a explosão de Sonia.
Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh……………. Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Sonia tinha tido seu primeiro orgasmo, pelo menos o primeiro com um homem, e eu estava sentindo isso ao notar a intensa umidade de sua buquinha. O que eu suspeitava estava certo: eu tinha feito algo muito bem feito. Redobrei meus lambeços no seu clitóris, enquanto enfiava três dedos de novo na sua vagina já dilatada. Sonia explodiu em cinco orgasmos seguidos na hora. Eu não aguentava mais. Do jeito que estava, levantei meu torso, fazendo com que as pernas dela, apoiadas nos meus ombros, acompanhassem meu movimento. Quando me incorporei sobre o corpo dela, ela ficou totalmente exposta, com os calcanhares nos meus ombros e meu pau duro, melado, a poucos centímetros da sua buceta. Não olhei, não perguntei, não pensei. Penetrei, apoiando a cabeça na entrada da sua vagina e pressionando com força. A dilatação era completa, minha cabeçona larga passou apertado pela entrada, e apertei muito mais para tentar enterrar até o fim, mas fui barrado pelo hímen dela. Até aquele momento eu realmente não tinha acreditado que ela era virgem, porque conheci vários namoradinhos dela, mas ali estava a prova, e eu só queria romper essa prova. Sonia gemia mais alto a cada instante, mas quando cheguei na metade, tive que parar, porque estava custando muito, e minha irmã reclamava de dor. Recuei um pouco, e bombei de novo, rasgando sua telinha virginal para sempre. Outra recuada, e um duro ataque em seguida. Em poucas bombadas, tinha meus 18 centímetros dentro, mas já nessa hora eu sentia que ia gozar e acelerei os movimentos. Não tinha ideia se ela tomava pílula ou não, mas não era hora de considerar isso. Me derramei inteiro dentro dela, enquanto sentia as mordidinhas dela no meu ombro. Era meu sonho, era como nos meus sonhos molhados, e eu simplesmente estava vivendo aquilo.
Meu pau não baixou nem um centímetro, quase que imediatamente comecei a bombar de novo, e ela a gemer alto, alto.
Nessa hora ela já estava com os braços em volta do meu pescoço e me beijando desesperadamente. Eu tinha minhas mãos na sua bunda e a penetrava com autoridade, com força, agora me sentindo muito mais seguro de não gozar rápido, com o pene duro como pedra…
Quis mudar de posição, e tê-la por cima. Rolamos, e ela, agora Como uma amazona sobre mim, ela afastou o cabelo do rosto e pude ver seu rosto… ela sorria, tinha os olhos semiabertos como quem acorda de um longo sono, o suor banhando suas bochechas e testa, seus dentes brancos e, mais abaixo, aquelas duas obras de arte, aqueles peitos enormes, duros, gigantescos, convidando para serem apalpados. Quando começou o sobe e desce, me agarrei aos seus peitos como quem se segura a um salva-vidas no meio de uma tempestade no mar. A dança começou e Sonia se movia maravilhosamente, de forma circular, para cima e para baixo, mas rapidamente, com uma agilidade incrível. Eu não conseguia acreditar que aquela leoa tinha sido virgem como eu, minutos atrás. Sentia meu pau chegando até o fundo, batendo no limite, e saindo quase completamente para desaparecer dentro dela novamente.
Em poucos minutos, eu gozei de novo, depois de vários outros orgasmos dela.
Quando sentiu minha porra dentro dela, ela desabou sobre mim, exausta.
"Você é um filho da puta, você gozou duas vezes dentro de mim. Você tinha que me avisar, eu não tomo nada…"
"Perdão, perdão", eu dizia, entre suspiros… "não sabia, eu nunca…"
"Sério? Essa foi sua primeira vez?" – Ela se apoiou um pouco e, embora sorrisse, me olhava com uma expressão estranha.
"Sim… deu para perceber muito?"
"Não, nada disso", admitiu – "eu gostei. Gostei muito."
Ela se deixou cair na cama, ao meu lado. Nossas pernas se entrelaçavam, se acariciavam, como se não pudéssemos perder o contato por muito tempo. Apoiei-me em um cotovelo para vê-la melhor. Era melhor assim, sem falarmos, sem questionarmos nada. Beijei-a, e ela respondeu ao meu beijo com doçura, acariciando meu peito com a mão.
Ela se levantou, indo ao banheiro. Ouvi o barulho do chuveiro. Lembrei das vezes que a espiei tomando banho e me parecia um sonho ter gozado duas vezes dentro dela há poucos instantes. A lembrança do passado imediato fez meu pau ficar duro de novo, então, levantando-me, fui até a porta do banheiro, que estava aberta. Lá estava ela, molhada, com o cabelo… esmagado pela água, e seu corpo de mulher totalmente novo, sem vestígios do que havia acontecido, exceto pela cor vermelha intensa de seus mamilos, aos quais eu havia dedicado muita atenção.
Senti uma excitação enorme quando ela se virou e vi aquele bumbum de fantasia como me convidando... entrei com ela no chuveiro e pressionei meu pau contra sua bunda, fazendo força, enquanto com um braço segurava seus peitos enormes e com a outra mão agarrava suas mãos. Mordi seu pescoço, ela ria.
Meu Deus, Daniel, você nunca cansa, hein?
Não, nunca canso, nunca vou cansar de você.
A pressão sobre sua bunda aumentou, eu estava cutucando como procurando um lugar para entrar.
Não, nem pense que vou deixar você entrar por aí, não quero, que nojeira - Mas eu não estava para considerações morais e continuei empurrando com vontade.
Empurrei mais forte, ela começou a se debater um pouco, como querendo se virar, mas, mesmo magro, sempre fui mais forte que ela. Senti que a ponta do meu pau tinha encontrado seu buraco traseiro, mas estava tão seco que não conseguia avançar nem meio centímetro.
Vi o frasco de shampoo ao lado e, sem soltar suas mãos, derramei metade do frasco no meu pau e o resto na bunda da Sonia. Me lambuzei de shampoo e lambuzei o buraco da Sonia, enfiando um dedo com dificuldade, porque ela se mexia muito dentro do chuveiro.
Me deixa, tarado, não quero, pela bunda não quero!
Ok, deixa eu tentar, se doer eu tiro, hein? Só a cabecinha! (a frase mais velha do mundo na boca de um quase virgem)
Mas tira se doer ou juro que corto suas bolas!
Tá bom, tá bom, deixa comigo.
Apertei, encontrando novamente seu buraco traseiro, e fiz força. Senti o milagre da pressão ceder, mas sem perder tensão. Senti a ponta do meu pau presa por anéis rígidos, que me davam mais prazer do que imaginava. Quando tive toda a cabeça dentro, não me contive e, segurando firme os peitos da minha irmã, comecei a empurrar como um enlouquecido, com os gritos de dor da Sonia. Empurrei, empurrei, agarrei-a pela cintura por um momento para fazer mais força, ela arranhava meus braços com a dor que sentia, mas em poucos minutos tinha todo o meu comprimento completamente dentro de sua bunda, dentro daquela bunda incrível, que pressionava suas nádegas macias contra minha virilha. Não parei, comecei a bombar rapidamente. Uma vez aberto o canal, tudo parecia mais fácil, e comecei a entrar e sair rapidamente, enquanto com uma mão apertava seus peitos e com a outra a segurava pela cintura, porque parecia que ela ia cair.
Depois de um tempo, uns dez minutos bombando furiosamente, ouvi um gemido rouco da boca da Sonia. Ela estava gozando, não podia acreditar! Ao primeiro gemido seguiram outros, mais fortes cada vez, mais sonoros, e suas unhas cravaram-se com força em meus braços.
Eu estava no paraíso, com um empurrão final jorrei uma quantidade enorme de porra na sua bunda, e fiquei ali até que meu pau encolhesse tanto que fisicamente era impossível mantê-lo dentro. Ela continuou de costas para mim, o chuveiro ainda nos molhando a ambos.
Te amo, Sonia – disse.
Ela não respondeu.
Me ouviu? Te amo, te amo muito, Sony.
Eu também te amo, Daniel.
Ela virou-se lentamente, abriu aqueles olhos verdes encantadores e nos fundimos em um forte abraço.
Durante os anos seguintes nossa paixão só cresceu, aproveitando o sexo proibido de todas as formas possíveis. Nunca vou amar alguém tanto quanto minha irmã, e nunca desfrutei tanto do sexo com mais ninguém.
Mas aquele verão só tinha começado. Havia muito mais coisas para descobrir…
Continua?
Comentarios Destacados
jajajajajaja 😀 q genio el q escribio esto me re gague de risa jajajaja
26 comentários - Las tetas de mi hermana Sonia
saludos, y cuidate
darle a la hna? jaja
van +5 mui buena la historia!
Van 10. sos un kpo.
oye y la hermana no quedo preñada por el incesto de su hermano?
...sentí el pito encogerse tanto que pensé que se me iba a transformar en vagina.\'\' ,\'\'Lo complicado fue pasar el resto del almuerzo con la pija como una estaca,hasta que terminamos y me pude ir a raspar el muñeco tranquilo en el baño.\'\' EEsas partes estan buenisimas jajaja
😀 😀 😀
Buenisimo el relato +5 q me quedan!
MAGNIFICO!!!!!!
+ 10 De Una!!
y saber q tengo una amiga q depronto sirve para eso..................... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤