Verona e o Trio Antes da Praia

Meu primeiro relato, se quiser deixar pontos.

Verona e o Trio Antes da Viagem pra Praia

Tudo estava pronto pra viagem pra praia naquele fim de semana. No dia seguinte, Mario e um grupo de amigos iam pras praias a oeste da cidade. A saída foi marcada pra no máximo às 6h da manhã, e pra facilitar, todo mundo ia se encontrar num ponto só: a vizinhança do Mario. No grupo que ia na viagem tava a Verona, a mina das tetas dos sonhos, coxas de lamber, rabo astronômico e fogo no sangue. Na casa do Mario, cujos pais tinham viajado no fim de semana, iam passar a noite a Verona e o primo distante dele, Wílfred. Depois de arrumar tudo pra sair cedo, só faltava comer alguma coisa e dormir o suficiente pra acordar na hora certa. — Beleza, na geladeira só tem pão e frango pra fazer sanduíche. Querem isso? — falou Mario enquanto olhava a geladeira, enquanto Verona e Wílfred arrumavam as mochilas. — Tanto faz, tá bom. — disse Verona, e o primo Wílfred concordou com a cabeça porque tava segurando um lençol com os dentes. — Teus sanduíches são muito bons, primo. Acho que você devia ser o chef da viagem. — falou Wílfred enquanto mastigava o último pedaço da janta. Os jovens tinham tudo pronto, e só faltava dormir, mas ninguém parecia com sono. A TV podia ser um bom sonífero, mas naquela noite não tinha nada de bom em nenhum canal. — Que merda! Não tem nada pra ver. — disse Mario enquanto passava os canais com o controle remoto. Ele e Wílfred se levantaram das almofadas no chão na frente da TV. Verona pegou o controle e, depois de passar alguns canais, prendeu a atenção num programa bem especial de um canal a cabo. Uma loira pelada de pernas longas e tetas lindas e saltitantes, com uma perna apoiada na parede, se requebrava no ritmo das estocadas de um negão que metia o pau nela por trás. O volume da TV tava meio baixo, e a cena quente só era observada pela atenta Verona, que não perdia um único detalhe, o som fraquinho dos gemidos e gritos da loira na TV demorou pra chegar nos ouvidos dos caras, que foram atraídos pra televisão feito lobos pra carne. — Essa é a hora dos melhores filmes nesse canal. — Quase esqueci por causa de vocês, que só tavam pensando em ver algum jogo chato. — Disse Verona ao perceber o interesse dos amigos no programa. — Não sabia que passavam filme pornô nesse canal. — Disse Wílfred, surpreso, enquanto a cena terminava com a loira gostosa tomando uma porrada de porra na cara do negão bem dotado. — Do jeito que for, isso é mais interessante que O Clone, a NBA ou outra merda qualquer. — Disse Mario, e os três se acomodaram nos almofadões no chão. A sessão de adulto tava braba, tavam passando um pornô dos bons. Ela começou a gemer baixinho, e nisso o Wílfred tava a mil, mas continuava calado e bem quieto. O primo Wílfred viu quando Mario enfiou a mão por baixo do short de Verona e como ela gemia mais e começou a se remexer um pouco no almofadão. Quando Mario mudou de posição, foi pra tirar a camiseta de Verona e começou a lamber de leve um dos pezões apetitosos da bela Verona. Wílfred se sentiu mais à vontade e, não aguentando mais a emoção, abriu a braguilha do short e puxou a pica, que já tava dura há um tempão e com um líquido lubrificante saindo do único olhinho dela. Wílfred começou a se masturbar enquanto os amigos pareciam ocupados demais pra notar. Entre gemidos e gritos de prazer, a cena de sexo grupal chegava ao fim com a gozada geral dos atores em cima das atrizes pornô alucinadas. Enquanto Verona acariciava a cabeça de Mario, que continuava grudado no peito dela, a garota, toda satisfeita, virava o pescoço de leve, mostrando o tesão, e viu Wílfred com a ferramenta na mão. A mina sorriu pra ele e, com a mão, chamou ele pra participar da festa. Wílfred ainda Incrédulo, mas não imóvel, ele se levanta rápido e agarra o outro mamilo de Verona. Os dois garotos saboreiam os mamilos grandes e suculentos, dando beijos, [ Clique para ampliar ] [ Clique para ampliar ] chupadas e lambidas que são uma delícia para Verona. Mario começa a puxar o short de Verona pra baixo, e ela se ajeita pra facilitar a saída do calção. Por baixo, Verona usava uma calcinha branca enorme, uma peça nada sexy, mas com as curvas de Verona até um hábito de freira ficaria provocante; as mãos dos garotos quase voaram pra pelve dela, o roçar das mãos no tecido macio da calcinha estimulava Verona a ponto dela mesma tirar a calcinha pra mostrar seus atributos pros caras cada vez mais excitados; a buceta carnuda e depilada, as nádegas lisas e duras, sem falar no par de peitos que Wílfred e Mario já estavam curtindo. Os dois garotos levaram uns segundos pra se despir, assim dava pra ver o parentesco entre Mario e Wílfred, ambos com corpos e alturas parecidas, Verona não deixou de notar. — Caramba, vocês são família mesmo, até os paus são iguais. — Os dois magros, as pirocas do mesmo tamanho e circuncidadas. — Bom, o importante é que a sensação seja a mesma, né, garotos? — disse Verona, enquanto Mario soltava uma risada e Wílfred parecia perplexo, mas os dois não demoraram pra voltar a ocupar os mamilos de Verona, agora mais soltos e mais excitados. Mario brincava com a bunda de Verona, acariciava as nádegas e enfiava a mão entre elas pra achar o cu e foder com os dedos, o cu de Verona relaxava rápido e Mario conseguiu enfiar primeiro um e depois dois dedos. Wílfred fazia trabalhos manuais na buceta de Verona, a xota gostosa da garota já estava bem molhada e os dedos de Wílfred entravam sem problema, o garoto com grande habilidade conseguia cutucar a vagina de Verona e ao mesmo tempo estimular o clitóris, fazendo a garota se sentir explodir de prazer. Verona sussurrou algo no ouvido de Mario. — Mario, a dupla. A dupla. — Entre os gemidos de Verona, Mario quase não entende, mas captou a mensagem e respondeu. — Sabia que você ia querer fazer de novo, sabia que ficou com vontade, né? — Tá bom, eu pego o cú dessa vez, deixa meu primo provar as delícias da sua buceta galopante. — Disse Mario enquanto se levantava, Verona o seguia enquanto ele ia até Wílfred. — W&i com sua linguinha. — Verona olha com malícia para Mario e diz. — Tenho uma ideia melhor. — Verona se vira de costas para Mario e com a buceta procura o pau dele, Mario consegue penetrá-la, mas Verona só sobe e desce na pica do Mario uma, duas e três vezes, o suficiente pra ferramenta do Mario ficar molhada, o pau ereto do Mario ficou brilhando por causa das secreções abundantes da buceta suculenta da Verona. Os dois caras ficaram com o dobro de tesão, se é que isso era possível, com a sacanagem da Verona que agora finalmente ia se deixar penetrar pelo Wílfred, ele estava deitado em umas almofadas com as pernas abertas e o pau esperando, mas não esperou muito, Verona se deixou cair devagar no cacete do Wílfred, a sensação daquela buceta molhada, quente e rebolando era uma delícia pro pau do Wílfred, enquanto Mario ainda não tinha penetrado o cú da Verona, em vez disso ele se dedicava a beijar e lamber as belas nádegas da garota, com uma mão ele separou os dois glúteos e começou a beijar e lamber os arredores do ânus, a língua molhada do Mario dava carícias elétricas na intimidade traseira enrugada de uma Verona fascinada, na real a Verona adorava quando Mario lambia o cú dela, mas isso era algo que ele não fazia há muito tempo e agora ela curtia isso junto com a pica do Wílfred enfiada até o fundo na buceta dela. Mario disse que agora sim estava pronto e se ajeitou pra poder sodomizar a Verona, se virou como deu com as pernas esticadas do primo Wílfred, mas no fim conseguiu encaixar a posição e com o pau ainda molhado pela própria buceta da Verona, Mario começou a meter a pica no cú dela. pinga no seu cu apertado. Com muita suavidade, Mario encaixou o pau até o fundo do rabo de Verona, que já estava no limite com as entranhas cheias pelas rolas dos dois caras. Ao mesmo tempo, na TV, um sujeito corpulento e peludo enfiava a pinga numa garota de cabelos bem pretos e lisos, que estava de quatro enquanto chupava a buceta de uma ruiva deitada na cama. Enquanto isso, nos almofadões do chão, Verona rebolava a cintura no ritmo da música de fundo da cena, que tinha um inconfundível sabor caribenho. Os deliciosos movimentos de Verona, pra cima, pra baixo, de um lado pro outro, com os paus dos dois caras no cu e na buceta, acabaram levando a própria Verona a um violento e descomunal orgasmo. Wílfred e Mario usaram toda a sua compostura pra não gozar ali mesmo e acompanhar Verona no seu clímax convulso. Ela segurava a cabeça com as duas mãos, gemia e gritava, a respiração trêmula e os fluidos que molhavam a pélvis de Wílfred eram prova do orgasmo brutal que Verona sentia ao ter um pene comendo ela pela buceta e outro fodendo ela pelo cu. Mais de uma vez, no pico da excitação, Verona arranhou e rasgou o peito de Wílfred, que via com prazer os olhos virados pra cima e a pele suada de Verona, enquanto ela não só gozava, mas voltava e ia embora de novo. Verona se esbaldava sozinha. Mario voltou a ficar atrás dela e levantou com força a glande dele, e o cara sentiu como se a vida estivesse escapando pela pinga, mas não gozou. Mas na hora ele disse: "Ah!! agora sim, vou gozar, vou gozar." Rapidamente, Verona tirou a pinga da boca, apontou pra baixo e começou a bater uma punheta até Wílfred derramar o esperma no chão, e olha que aquele cara tinha cum guardado. — Que desperdício, Verona, podia ter recebido o cum na boca também — disse Wílfred com humor, enquanto olhava a mancha de esperma no chão. — Verona nunca provou sêmen, e muito menos vai engolido. — Disse Mario enquanto se revirava sobre uma almofada. — É verdade isso, uma garota como você que faz todas essas loucuras nunca engoliu uma porra? — Perguntou Wílfred, muito surpreso. — Isso mesmo — ela deixou cair sobre Wílfred, que a recebeu com um abraço, e ela lhe deu um beijo que mais parecia uma fodida de línguas. — Ainda não terminamos com você, Veronita, minha pica quer mais e tenho certeza que a dele também. — Fica de quatro que ainda falta mais. — Disse Mario enquanto esfregava a dura e brilhosa rola depois de ter furado o cu de Verona, ela obedeceu, não por submissão, mas porque sabia que faltava a surpresa. Bem, essa tem sido a noite das surpresas, porque eu jamais suspeitei que vocês fossem namorados e ainda por cima "liberais". — Falou Wílfred, e ambos, Verona e Mario, soltaram uma gargalhada, com Verona dando esta resposta: — Liberais somos, namorados, não, que nada. — Eu não faria essa maldade com o Mario e ele não faria comigo. — Disse Verona. — Sim, sim, a gente pode foder e gozar, não precisamos de mais nada. — Mas, Verona, sabe, o Wílfred tem razão, como é que você até uma buceta já comeu, e gostou, e como é que não vai querer nem tocar no sêmen? — Indagou Mario, olhando fixamente para a garota, enquanto Wílfred permanecia estupefato ao ouvir que Verona tinha comido uma buceta. — Acho que agora é a hora, hoje você prova a porra. — Disse Mario, levantando-se e indo em direção a Verona, que dizia: — Eu não sei, isso me dá nojo, é quente e viscoso. — Não, não, que nada, eu não provo e muito menos engulo, que nada. — Você me disse uma vez que tinha a fantasia de comer duas picas, OK, aqui estão as duas picas, realiza sua fantasia e no gosto você vai e a gente goza na sua boquinha bonita, sim? — Disse Mario, erguendo o pênis que ia ficando duro mais uma vez, Wílfred o imitou e ambos se colocaram na frente da nervosa Verona, que não conseguia resistir à tentação de tocar e esfregar os dois paus. Efetivamente, entre toques e carícias, Verona foi beijando e lambendo as duas picas e aos poucos começou a chupar os caralhos, enquanto a fantasia dela ia tomando forma. Ela estava de joelhos e curtia pra caralho chupando duas rolas ao mesmo tempo. Quando olhou pra baixo, viu que o Mario, com o dedão do pé, esfregava a buceta dela, dando uma sensação deliciosa. Verona só gemia baixinho, já que não conseguia falar nem gritar. As picas ficaram mais duras, e dessa vez os caras não iam segurar a onda. Verona sabia que era questão de segundos até eles gozarem, e ela precisava decidir se fazia o de sempre — apontar pra baixo e pronto — ou deixar o esperma de dois paus duros e quentes espirrar na cara dela, ou talvez na boca, e quem sabe até engolir um pouco. Como sempre acontece, o momento chega sem avisar. A primeira rola a gozar foi a do Wílfred, e poucos segundos depois o Mario seguiu o mesmo caminho, mas Verona não teve tempo de reagir: o leite jorrou na cara dela, e boa parte foi parar na boca dela. A porra escorria pelo rosto, quase fazendo ela se engasgar. No reflexo de abrir a boca pra respirar, uma boa quantidade desse sêmen entrou na boca de Verona. A sensação do líquido quente e grosso escorrendo pelas bochechas, entre os dentes e sobre a língua fez Verona se sentir de um jeito estranho. O sabor indescritível... eles se juntariam ao Mario, Verona e Wílfred pra ir pra praia. Esse grupo peculiar, numa casa de praia o fim de semana inteiro, seria difícil prever o que poderia rolar.

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