Nasci num povoado no sul da província de Buenos Aires, que não vou dar detalhes pra não ter algum conterrâneo por aqui.
Tinha uma vida normal, minha família era de posição abastada e, junto com meu irmão Fernando, tivemos uma infância sem faltar nada.
Ia pro colégio e, embora nunca tivesse tido namorado nem nada do tipo, sabia que era uma das minas mais olhadas pelos caras. Mais de um me deu em cima e mais de um eu fiz comer poeira. Meu velho não curtia muito a ideia de eu ter namorado e, ao contrário, torcia pra Fernando sair com quem quisesse, bem machista que era meu pai.
Aos quinze, eu era a grande promessa do povoado. Bom sobrenome, que vou pular, um corpão se desenvolvendo, uma carinha de anjo, tinha um futuro promissor. Mesmo assim, sabia que no povoado minha vida era curta. Tinha decidido ir pra La Plata estudar.
Não sei por quê, mas meu velho me levava pra todo canto com ele, talvez fosse o jeito dele de me proteger, além disso, admito, eu era a preferida dele, era a luz dos olhos dele.
Devo confessar que curtia essa vida, gostava muito.
Um dia, como tantos outros, fui com meu pai pro campo.
O ritual era, geralmente, ir acompanhar ele, andar um pouco a cavalo, comer um churrasquinho com os peões e, depois da sobremesa, voltar pra casa.
Enquanto meu velho se preparava pra fazer as tarefas dele, eu fui pro lado das cavalariças pra dar um passeio no Byron, um alazão que meus pais tinham me dado de presente pros 15.
Tava nessa quando entrei e, preparando meu cavalo, vi ele.
Um cara, não tão novo, 24 anos, que não posso descrever como bonito, mas sim como muito interessante.
Alto, moreno, corpo trabalhado no campo, não em academia. As feições dele eram duras, as mãos grandes, as costas largas, o conjunto era, sim, lindo.
— Oi, quem é você?
— Oi, sou Ramón.
— É novo?
— Sim.
Percebi que ele era calado, falava sem me olhar, concentrado em selar o Byron.
Tava em dezembro e ele tava com uma camisa aberta que deixava ver O brilho do corpo suado dele. O peito largo, a barriga chapada.
Ele pegou o cavalo pelas rédeas e levou pra fora do estábulo pra eu poder dar um passeio.
Mesmo sabendo montar, pedi pra ele me ajudar a subir, só pra ter um contato com ele.
Coloquei meu pé no estribo e me abaixei pra pegar impulso, ele me segurou pela cintura firme, mas com cuidado, e num movimento só me colocou em cima do lombo do animal.
Juro que senti as mãos dele na minha cintura por um bom tempo.
Não sei por quê, mas a imagem do Ramão, instantânea, passava pela minha cabeça. Acostumada a ser o centro do mundo em todo lugar, a frieza dele me pegou de surpresa.
Sem me entender direito, eu tinha me proposto a descobrir quem era o Ramão.
Terminei meu passeio e fui até a sede da fazenda, onde o pessoal já tava reunido pro churrasco.
Notei que o Ramão não tava.
— Ei, não falta o novato? — perguntei, meio que investigando...
— Ah, o Ramão, deixa ele, esse aí é mais estranho, se quiser vir, que venha — disse o Sérgio, o capataz.
Não falei mais nada, mas o "estranho" ficou martelando na minha cabeça.
Ansiosa, comecei a contar os dias até o próximo fim de semana. Em vão, percorri as ruas da cidade tentando esbarrar com ele, mas nada. Num lugar onde todo mundo se vê todo santo dia, não ter nenhum sinal dele só aumentava o mistério.
No sábado seguinte, o mesmo ritual rural com o pai, e lá estava o Ramão junto com o Byron, e dessa vez uma regata branca emoldurava a perfeição daquele corpo.
— Oi, Ramão, como cê tá? — falei com meu melhor sorriso.
Ele fez um gesto com a cabeça sem abrir a boca.
— Me ajuda a subir, por favor.
De novo o pé no estribo, e lá estavam as mãos dele na minha cintura. Me deixei ficar uns segundos a mais do que devia pra sentir ele, pareceu uma eternidade. Fingi que ia subir e, de propósito, me deixei cair contra o corpo dele. Ele me segurou firme pra não me deixar cair. Era sólido, firme, o peito dele foi minha proteção. Me apoiei nele e, não sei se de propósito ou não, encostei minha bunda. contra ele e pela primeira vez senti a dureza masculina. Um volume entre as pernas dele estacionou por um momento na minha carne, nunca tinha sentido aquilo, foi pura eletricidade.
Saí pra andar com o Byron, mas não tirava o Ramón da cabeça.
No melhor do meu passeio, vejo ele atrás do galpão grande cortando lenha. Me aproximei devagar.
— Ramón, me ajuda a descer —
De novo as mãos dele na minha cintura e agora eram meus peitinhos que endureciam e eu não entendia nada.
Comecei a conversar, ou pelo menos tentar arrancar algum papo dele, mas não teve jeito, perguntei um monte de coisas e no máximo ele respondeu duas com monossílabos. Ninguém me tratava assim, tava acostumada a todo mundo morrer de vontade de ficar comigo, todo mundo fazia o que eu mandava e esse cara parecia que eu era indiferente pra ele, e isso me deixava histérica.
Já perdida pela indiferença dele, fui pro Byron, até porque já tava chegando a hora do churrasco.
— Me ajuda, por favor —
Ele se aproximou, me pegou pela cintura, me virou e me apoiou contra o corpo do cavalo e, sem dizer nada, me deu um beijo enorme. Abri minha boca e senti a língua dele entrar, molhada, percorrendo minha boca. Ele apertou o corpo dele contra o meu e de novo aquele volume, agora na minha barriga, não sei quanto tempo durou o beijo, mas foram instantes de andar no ar.
Sem dizer nada, terminou de me beijar, virou as costas e continuou o trabalho dele.
Subi no cavalo como deu e fui embora.
Naquela noite, na minha cama, não consegui parar de pensar naquele beijo. Sentia o gosto dele na minha boca, a umidade da língua dele, de repente sentia meus peitinhos, ainda pequenos, ficarem durinhos e minha buceta começava a ficar molhada. Levei as mãos pra dentro da calcinha pra conferir a umidade e rocei meu clitóris, senti um choque nas pernas, me toquei de novo e a mesma sensação. Não sabia o que fazer, ainda não conhecia o lado sexual do meu corpo, tava assustada, o Ramón, a dureza dele na minha bunda, meus peitinhos e agora isso. Me virei de bruços na cama pra tentar me segurar, mas as dobras do lençol foram as responsáveis por continuar as carícias, minha calcinha tinha ficado de lado. Agarrei firme o lençol e a tensão do tecido se apoiou direto no meu clitóris, instintivamente talvez comecei a me esfregar nele. O calor do meu corpo aumentava, assim como as batidas do meu coração, de repente como em flashes apareciam imagens do Ramón com a regata branca em cima do Byron, a língua dele na minha boca, ele pelado cortando lenha. Eu me contorcia recebendo um fogo interno que não conhecia, Ramón ia e voltava nos meus pensamentos. Queria gritar, mas não queria acordar meus pais, então comecei a morder o travesseiro pra abafar os gemidos, me esfregava devagar, mas num ritmo bom até que de repente senti uma explosão interna que vinha do fundo da minha barriga e percorria cada um dos meus membros me tensionando, levando cada parte do meu corpo a um estado de rigidez total. Com essa sensação, nunca tão bem usado o termo, me levantei e fui pro banheiro tentando ser silenciosa. Me olhei no espelho, tinha o cabelo bagunçado, minhas bochechas estavam vermelhas, tinha suor na testa. Continuei investigando, tirei a calcinha e senti ela molhada, estava manchada, uma mancha cor de âmbar, cheirei, era um cheiro forte diferente dos meus cheiros naturais. Não entendia nada. No outro dia sem falar nada fui pro sítio, sozinha. Procurei o Ramón, ele estava arrumando o telhado do galpão pequeno. Se me perguntam por que fui, a verdade é que não saberia o que responder, talvez instinto. Me ver chegar o surpreendeu, o desconcertou. —Já trago o Byron— ele disse —Não, não, não vim pelo Byron. Vim te ver, ontem sonhei com você, não consigo parar de pensar no seu beijo. Contei em poucas palavras a agitação da minha noite. Sem palavras ele me pegou pela mão e me meteu no galpão. Me jogou no chão, com violência, não pra me machucar, mas me jogou. Se ajoelhou na minha frente, levantou minha saia, abriu minhas pernas. pernas e arrancou minha calcinha.
O mundo desabou sobre mim, paralisei de medo, o corpo todo dele se jogou em cima de mim, tampei o rosto com as mãos e, talvez por instinto de sobrevivência, gritei...
—Sou virgem, não me machuca!!!!!!
Parece que essas palavras foram um estalo na situação.
Ramón parou de repente, me olhou, sorriu, pela primeira vez sorriu, e aquele riso iluminou o galpão. Ele se aproximou devagar e me beijou, de novo a língua dele entrava triunfante na minha boca e se mexia procurando a minha.
Começou a beijar meu pescoço, minhas orelhas, meu rosto, passava a língua em mim com paixão, chegou no meu decote, pegou meus peitinhos com as mãos, massageou, abriu minha camisa e tirou meu sutiã, meus mamilos, rosados e durinhos, pareciam antenas, ele começou a lamber, morder, chupar, eu me contorcia de prazer. Era silencioso, como em tudo, só a respiração dele era o que eu ouvia, eu gemia, me afogava em gemidos abafados.
De repente, a mão dele enfiou entre minhas pernas e senti um dedo, acho que era um dedo, começou a passear pela minha buceta.
—Viu— e enquanto me mostrava o dedo indicador todo molhado com um líquido meio branco que tinha na minha pussy— Isso quer dizer que você tá gostando, então fica tranquila que não vou te machucar.
Ele saiu de cima de mim e se jogou de costas no chão, do jeito que estava tirou a calça e a cueca e ficou na minha frente um pau do caralho. Duro, escuro, grande, muito grande, com uma cabeça gigante, nessa altura o único pau que eu conhecia era o do Fernando, que tinha visto por acaso, e sinceramente não pareciam nada um com o outro, esse do lado do do meu irmão parecia o irmão mais velho.
Talvez por um reflexo, peguei nele e vi como minha mão ficava pequena e minha pele branca contrastava com aquele pedaço de carne escura.
Ramón continuava sem dizer nada e observava cada movimento meu.
—Senta em cima, devagar, com calma.
Obedeci, apoiei os lábios da minha vulva naquela cabeça, temendo o pior. Tava tensa, ele empurrou um Um pouquinho e a cabeça dele entrou toda. Senti um ardor no corpo inteiro. Com as mãos, ele me levava pra cima e pra baixo, com suavidade, uma suavidade estranha pra alguém como ele.
—Tem um limite, cuidado, relaxa e não força—ele disse.
Eu sentia esse limite.
—Quando você se acostumar com ele dentro, me avisa.
Concordei com a cabeça, mordia os lábios e apoiava a mão na perna dele pra me segurar.
Me mexi mais algumas vezes, tentando não mudar o ritmo, lembrava dos meus lençóis, queria aquela sensação.
—Já foi—falei—E agora?
—Bom, agora você vai sentir uma picadinha, não se assusta, é uma vez só.
Me abaixei pra ver entre minhas pernas e ainda mais de três quartos do pau estavam pra fora de mim. Intuí o que vinha, mas não falei nada.
Ele segurou minha cintura com força e, num movimento, me puxou pra baixo e enfiou tudo inteiro dentro. Senti um rasgo, uma queimação, fogo, minhas pernas amoleceram e eu me endureci de novo, gritei, gritei bem alto.
Me levantei como se fosse tirar aquilo de dentro, e ele me segurou, me virei pra olhar e vi sangue, entrei em pânico, queria chorar, olhei pra ele como quem busca uma resposta.
—Fica tranquila, isso quer dizer que você não é mais virgem, o pior já passou.
Ele se sentou e eu fiquei montada nele, me abraçou e me beijou com doçura, até diria com amor.
Devagar, ele começou a se mexer, ia e vinha, e aos poucos foi girando a posição até que eu fiquei de costas no chão.
Começou a me bombar, suave mas com força. Ia e vinha, a respiração dele acelerava. Separou o corpo sem tirar de dentro, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, minha bunda ficou ainda mais pra cima e agora entrava toda. Sentia as bolas dele batendo no meu cu. De repente, a suavidade virou velocidade e num ritmo constante ele começou a me bombar mais forte, lágrimas escorriam dos meus olhos, eu gritava, gritava como uma gostosa no cio, comecei a cravar as unhas nas costas dele, senti o sangue dele nos meus dedos, ele tava concentrado, o pau grosso dele roçava meu clitóris e depois de umas Bombadas, lá estava de novo aquela sensação dos lençóis em mim, meus gritos de dor viraram gemidos de prazer, eu segurava a bunda dele, agora queria ele mais fundo, mordia a orelha dele, o pescoço, e ele continuava na dele, em silêncio.
De repente, ele tirou. Eu não sabia o que tava rolando, mas quando vi a pica dele, parecia que tinha vida própria, pulsava e pulsava...
— Pega ela e continua o movimento — ele ordenou
Eu obedeci, e um minuto depois o líquido dele jorrou direto no meu pescoço, o segundo jato nos meus peitos e o terceiro na minha barriga.
Ele se segurou, não gritou.
Levantou, pegou a cueca dele e se limpou. Me olhou, eu tava no chão, pelada, e de novo sem a sensação dos lençóis. Ele se ajoelhou de novo, chegou perto de mim, usou a língua na minha buceta, aquela língua que eu tinha tido na minha boca, senti tipo um choque elétrico descendo pelas costas, de novo a língua, e de novo, e minhas sensações voltavam a ser de prazer. Ele enfiou o dedo indicador enquanto continuava me chupando, e eu, nas nuvens, me sentia montada, pelada, no Bayron, cavalgando no céu. Não entendi direito, mas de repente um jato forte de mijo, fluxo, sangue e sei lá mais o que acertou em cheio a cara do Ramón. Gritei de novo pra tirar a eletricidade de cima de mim, da cintura pra baixo eu não sentia meu corpo. Ramón, estoico, recebeu todos os meus fluidos. Quando voltei a mim e olhei pra ele, lá estava, a cara toda ensopada.
— Desculpa, Ramón — me defendi
— Shhhh, não fala nada, só aproveita —
Ele levantou e começou a se vestir.
Tentei me levantar, mas minhas pernas não obedeceram, caí de novo. Prestativo, ele me ajudou e me pôs de pé. Me deu a roupa, menos a calcinha, que tava toda rasgada.
— Gostou? — ele perguntou, inocente
— Muito — eu disse, e acho que fiquei vermelha.
Ele me beijou, um beijo longo e profundo.
Combinamos que ninguém saberia do que tinha rolado.
— Você tem que aprender muita coisa — ele falou e arrematou...
— E eu vou te ensinar....
Continua...
Tinha uma vida normal, minha família era de posição abastada e, junto com meu irmão Fernando, tivemos uma infância sem faltar nada.
Ia pro colégio e, embora nunca tivesse tido namorado nem nada do tipo, sabia que era uma das minas mais olhadas pelos caras. Mais de um me deu em cima e mais de um eu fiz comer poeira. Meu velho não curtia muito a ideia de eu ter namorado e, ao contrário, torcia pra Fernando sair com quem quisesse, bem machista que era meu pai.
Aos quinze, eu era a grande promessa do povoado. Bom sobrenome, que vou pular, um corpão se desenvolvendo, uma carinha de anjo, tinha um futuro promissor. Mesmo assim, sabia que no povoado minha vida era curta. Tinha decidido ir pra La Plata estudar.
Não sei por quê, mas meu velho me levava pra todo canto com ele, talvez fosse o jeito dele de me proteger, além disso, admito, eu era a preferida dele, era a luz dos olhos dele.
Devo confessar que curtia essa vida, gostava muito.
Um dia, como tantos outros, fui com meu pai pro campo.
O ritual era, geralmente, ir acompanhar ele, andar um pouco a cavalo, comer um churrasquinho com os peões e, depois da sobremesa, voltar pra casa.
Enquanto meu velho se preparava pra fazer as tarefas dele, eu fui pro lado das cavalariças pra dar um passeio no Byron, um alazão que meus pais tinham me dado de presente pros 15.
Tava nessa quando entrei e, preparando meu cavalo, vi ele.
Um cara, não tão novo, 24 anos, que não posso descrever como bonito, mas sim como muito interessante.
Alto, moreno, corpo trabalhado no campo, não em academia. As feições dele eram duras, as mãos grandes, as costas largas, o conjunto era, sim, lindo.
— Oi, quem é você?
— Oi, sou Ramón.
— É novo?
— Sim.
Percebi que ele era calado, falava sem me olhar, concentrado em selar o Byron.
Tava em dezembro e ele tava com uma camisa aberta que deixava ver O brilho do corpo suado dele. O peito largo, a barriga chapada.
Ele pegou o cavalo pelas rédeas e levou pra fora do estábulo pra eu poder dar um passeio.
Mesmo sabendo montar, pedi pra ele me ajudar a subir, só pra ter um contato com ele.
Coloquei meu pé no estribo e me abaixei pra pegar impulso, ele me segurou pela cintura firme, mas com cuidado, e num movimento só me colocou em cima do lombo do animal.
Juro que senti as mãos dele na minha cintura por um bom tempo.
Não sei por quê, mas a imagem do Ramão, instantânea, passava pela minha cabeça. Acostumada a ser o centro do mundo em todo lugar, a frieza dele me pegou de surpresa.
Sem me entender direito, eu tinha me proposto a descobrir quem era o Ramão.
Terminei meu passeio e fui até a sede da fazenda, onde o pessoal já tava reunido pro churrasco.
Notei que o Ramão não tava.
— Ei, não falta o novato? — perguntei, meio que investigando...
— Ah, o Ramão, deixa ele, esse aí é mais estranho, se quiser vir, que venha — disse o Sérgio, o capataz.
Não falei mais nada, mas o "estranho" ficou martelando na minha cabeça.
Ansiosa, comecei a contar os dias até o próximo fim de semana. Em vão, percorri as ruas da cidade tentando esbarrar com ele, mas nada. Num lugar onde todo mundo se vê todo santo dia, não ter nenhum sinal dele só aumentava o mistério.
No sábado seguinte, o mesmo ritual rural com o pai, e lá estava o Ramão junto com o Byron, e dessa vez uma regata branca emoldurava a perfeição daquele corpo.
— Oi, Ramão, como cê tá? — falei com meu melhor sorriso.
Ele fez um gesto com a cabeça sem abrir a boca.
— Me ajuda a subir, por favor.
De novo o pé no estribo, e lá estavam as mãos dele na minha cintura. Me deixei ficar uns segundos a mais do que devia pra sentir ele, pareceu uma eternidade. Fingi que ia subir e, de propósito, me deixei cair contra o corpo dele. Ele me segurou firme pra não me deixar cair. Era sólido, firme, o peito dele foi minha proteção. Me apoiei nele e, não sei se de propósito ou não, encostei minha bunda. contra ele e pela primeira vez senti a dureza masculina. Um volume entre as pernas dele estacionou por um momento na minha carne, nunca tinha sentido aquilo, foi pura eletricidade.
Saí pra andar com o Byron, mas não tirava o Ramón da cabeça.
No melhor do meu passeio, vejo ele atrás do galpão grande cortando lenha. Me aproximei devagar.
— Ramón, me ajuda a descer —
De novo as mãos dele na minha cintura e agora eram meus peitinhos que endureciam e eu não entendia nada.
Comecei a conversar, ou pelo menos tentar arrancar algum papo dele, mas não teve jeito, perguntei um monte de coisas e no máximo ele respondeu duas com monossílabos. Ninguém me tratava assim, tava acostumada a todo mundo morrer de vontade de ficar comigo, todo mundo fazia o que eu mandava e esse cara parecia que eu era indiferente pra ele, e isso me deixava histérica.
Já perdida pela indiferença dele, fui pro Byron, até porque já tava chegando a hora do churrasco.
— Me ajuda, por favor —
Ele se aproximou, me pegou pela cintura, me virou e me apoiou contra o corpo do cavalo e, sem dizer nada, me deu um beijo enorme. Abri minha boca e senti a língua dele entrar, molhada, percorrendo minha boca. Ele apertou o corpo dele contra o meu e de novo aquele volume, agora na minha barriga, não sei quanto tempo durou o beijo, mas foram instantes de andar no ar.
Sem dizer nada, terminou de me beijar, virou as costas e continuou o trabalho dele.
Subi no cavalo como deu e fui embora.
Naquela noite, na minha cama, não consegui parar de pensar naquele beijo. Sentia o gosto dele na minha boca, a umidade da língua dele, de repente sentia meus peitinhos, ainda pequenos, ficarem durinhos e minha buceta começava a ficar molhada. Levei as mãos pra dentro da calcinha pra conferir a umidade e rocei meu clitóris, senti um choque nas pernas, me toquei de novo e a mesma sensação. Não sabia o que fazer, ainda não conhecia o lado sexual do meu corpo, tava assustada, o Ramón, a dureza dele na minha bunda, meus peitinhos e agora isso. Me virei de bruços na cama pra tentar me segurar, mas as dobras do lençol foram as responsáveis por continuar as carícias, minha calcinha tinha ficado de lado. Agarrei firme o lençol e a tensão do tecido se apoiou direto no meu clitóris, instintivamente talvez comecei a me esfregar nele. O calor do meu corpo aumentava, assim como as batidas do meu coração, de repente como em flashes apareciam imagens do Ramón com a regata branca em cima do Byron, a língua dele na minha boca, ele pelado cortando lenha. Eu me contorcia recebendo um fogo interno que não conhecia, Ramón ia e voltava nos meus pensamentos. Queria gritar, mas não queria acordar meus pais, então comecei a morder o travesseiro pra abafar os gemidos, me esfregava devagar, mas num ritmo bom até que de repente senti uma explosão interna que vinha do fundo da minha barriga e percorria cada um dos meus membros me tensionando, levando cada parte do meu corpo a um estado de rigidez total. Com essa sensação, nunca tão bem usado o termo, me levantei e fui pro banheiro tentando ser silenciosa. Me olhei no espelho, tinha o cabelo bagunçado, minhas bochechas estavam vermelhas, tinha suor na testa. Continuei investigando, tirei a calcinha e senti ela molhada, estava manchada, uma mancha cor de âmbar, cheirei, era um cheiro forte diferente dos meus cheiros naturais. Não entendia nada. No outro dia sem falar nada fui pro sítio, sozinha. Procurei o Ramón, ele estava arrumando o telhado do galpão pequeno. Se me perguntam por que fui, a verdade é que não saberia o que responder, talvez instinto. Me ver chegar o surpreendeu, o desconcertou. —Já trago o Byron— ele disse —Não, não, não vim pelo Byron. Vim te ver, ontem sonhei com você, não consigo parar de pensar no seu beijo. Contei em poucas palavras a agitação da minha noite. Sem palavras ele me pegou pela mão e me meteu no galpão. Me jogou no chão, com violência, não pra me machucar, mas me jogou. Se ajoelhou na minha frente, levantou minha saia, abriu minhas pernas. pernas e arrancou minha calcinha.
O mundo desabou sobre mim, paralisei de medo, o corpo todo dele se jogou em cima de mim, tampei o rosto com as mãos e, talvez por instinto de sobrevivência, gritei...
—Sou virgem, não me machuca!!!!!!
Parece que essas palavras foram um estalo na situação.
Ramón parou de repente, me olhou, sorriu, pela primeira vez sorriu, e aquele riso iluminou o galpão. Ele se aproximou devagar e me beijou, de novo a língua dele entrava triunfante na minha boca e se mexia procurando a minha.
Começou a beijar meu pescoço, minhas orelhas, meu rosto, passava a língua em mim com paixão, chegou no meu decote, pegou meus peitinhos com as mãos, massageou, abriu minha camisa e tirou meu sutiã, meus mamilos, rosados e durinhos, pareciam antenas, ele começou a lamber, morder, chupar, eu me contorcia de prazer. Era silencioso, como em tudo, só a respiração dele era o que eu ouvia, eu gemia, me afogava em gemidos abafados.
De repente, a mão dele enfiou entre minhas pernas e senti um dedo, acho que era um dedo, começou a passear pela minha buceta.
—Viu— e enquanto me mostrava o dedo indicador todo molhado com um líquido meio branco que tinha na minha pussy— Isso quer dizer que você tá gostando, então fica tranquila que não vou te machucar.
Ele saiu de cima de mim e se jogou de costas no chão, do jeito que estava tirou a calça e a cueca e ficou na minha frente um pau do caralho. Duro, escuro, grande, muito grande, com uma cabeça gigante, nessa altura o único pau que eu conhecia era o do Fernando, que tinha visto por acaso, e sinceramente não pareciam nada um com o outro, esse do lado do do meu irmão parecia o irmão mais velho.
Talvez por um reflexo, peguei nele e vi como minha mão ficava pequena e minha pele branca contrastava com aquele pedaço de carne escura.
Ramón continuava sem dizer nada e observava cada movimento meu.
—Senta em cima, devagar, com calma.
Obedeci, apoiei os lábios da minha vulva naquela cabeça, temendo o pior. Tava tensa, ele empurrou um Um pouquinho e a cabeça dele entrou toda. Senti um ardor no corpo inteiro. Com as mãos, ele me levava pra cima e pra baixo, com suavidade, uma suavidade estranha pra alguém como ele.
—Tem um limite, cuidado, relaxa e não força—ele disse.
Eu sentia esse limite.
—Quando você se acostumar com ele dentro, me avisa.
Concordei com a cabeça, mordia os lábios e apoiava a mão na perna dele pra me segurar.
Me mexi mais algumas vezes, tentando não mudar o ritmo, lembrava dos meus lençóis, queria aquela sensação.
—Já foi—falei—E agora?
—Bom, agora você vai sentir uma picadinha, não se assusta, é uma vez só.
Me abaixei pra ver entre minhas pernas e ainda mais de três quartos do pau estavam pra fora de mim. Intuí o que vinha, mas não falei nada.
Ele segurou minha cintura com força e, num movimento, me puxou pra baixo e enfiou tudo inteiro dentro. Senti um rasgo, uma queimação, fogo, minhas pernas amoleceram e eu me endureci de novo, gritei, gritei bem alto.
Me levantei como se fosse tirar aquilo de dentro, e ele me segurou, me virei pra olhar e vi sangue, entrei em pânico, queria chorar, olhei pra ele como quem busca uma resposta.
—Fica tranquila, isso quer dizer que você não é mais virgem, o pior já passou.
Ele se sentou e eu fiquei montada nele, me abraçou e me beijou com doçura, até diria com amor.
Devagar, ele começou a se mexer, ia e vinha, e aos poucos foi girando a posição até que eu fiquei de costas no chão.
Começou a me bombar, suave mas com força. Ia e vinha, a respiração dele acelerava. Separou o corpo sem tirar de dentro, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, minha bunda ficou ainda mais pra cima e agora entrava toda. Sentia as bolas dele batendo no meu cu. De repente, a suavidade virou velocidade e num ritmo constante ele começou a me bombar mais forte, lágrimas escorriam dos meus olhos, eu gritava, gritava como uma gostosa no cio, comecei a cravar as unhas nas costas dele, senti o sangue dele nos meus dedos, ele tava concentrado, o pau grosso dele roçava meu clitóris e depois de umas Bombadas, lá estava de novo aquela sensação dos lençóis em mim, meus gritos de dor viraram gemidos de prazer, eu segurava a bunda dele, agora queria ele mais fundo, mordia a orelha dele, o pescoço, e ele continuava na dele, em silêncio.
De repente, ele tirou. Eu não sabia o que tava rolando, mas quando vi a pica dele, parecia que tinha vida própria, pulsava e pulsava...
— Pega ela e continua o movimento — ele ordenou
Eu obedeci, e um minuto depois o líquido dele jorrou direto no meu pescoço, o segundo jato nos meus peitos e o terceiro na minha barriga.
Ele se segurou, não gritou.
Levantou, pegou a cueca dele e se limpou. Me olhou, eu tava no chão, pelada, e de novo sem a sensação dos lençóis. Ele se ajoelhou de novo, chegou perto de mim, usou a língua na minha buceta, aquela língua que eu tinha tido na minha boca, senti tipo um choque elétrico descendo pelas costas, de novo a língua, e de novo, e minhas sensações voltavam a ser de prazer. Ele enfiou o dedo indicador enquanto continuava me chupando, e eu, nas nuvens, me sentia montada, pelada, no Bayron, cavalgando no céu. Não entendi direito, mas de repente um jato forte de mijo, fluxo, sangue e sei lá mais o que acertou em cheio a cara do Ramón. Gritei de novo pra tirar a eletricidade de cima de mim, da cintura pra baixo eu não sentia meu corpo. Ramón, estoico, recebeu todos os meus fluidos. Quando voltei a mim e olhei pra ele, lá estava, a cara toda ensopada.
— Desculpa, Ramón — me defendi
— Shhhh, não fala nada, só aproveita —
Ele levantou e começou a se vestir.
Tentei me levantar, mas minhas pernas não obedeceram, caí de novo. Prestativo, ele me ajudou e me pôs de pé. Me deu a roupa, menos a calcinha, que tava toda rasgada.
— Gostou? — ele perguntou, inocente
— Muito — eu disse, e acho que fiquei vermelha.
Ele me beijou, um beijo longo e profundo.
Combinamos que ninguém saberia do que tinha rolado.
— Você tem que aprender muita coisa — ele falou e arrematou...
— E eu vou te ensinar....
Continua...
8 comentários - Tudo tem um começo...
podridas poner la edad q tenias ?
solo eso
muy buen post 🤤
mac no desespere ya seguirá la historia.
gracias becket.
fache a usted sin palabras ya le he dicho demasiado.