A história que vou contar aconteceu quando eu tinha 13 anos. Então, tenho uma prima que naquela época já era do jeito que eu gostava, e hoje em dia está ainda mais. Uns peitos nota 9 e uma bunda nota 10,5.
Como todo mundo deve saber, nessa idade a gente tá no auge do despertar sexual. Eu já tinha tido uns contatos com outras meninas, mas só ficava nos beijos e essas coisas, nada além.
Mas o que rolou naquela vez foi algo que eu não tinha planejado. Foi numa manhã. Minha prima morava na casa dos meus avós porque os pais dela tinham se separado por causa de problemas. Minha casa ficava a meia quadra da dela.
A gente já tinha tentado alguma coisa antes, mas nunca tinha ido tão longe. Naquele dia, todo mundo na casa dela tinha saído, e na minha, como quase sempre, eu tava sozinho. Então ela me ligou porque tinha deixado uma tarefa de fazer algo na cozinha e tava com problema no botijão de gás. Eu saí na hora.
Quando cheguei, ela abriu a porta e falou:
— Entra, Pier. Olha, tô tentando acender o fogão, mas não consigo. Dá uma olhada pra ver o que é?
Aí fomos pra cozinha, e eu acendi o fogão na hora. Falei:
— Sinceramente, não sei por que você me chamou, não tem nada de errado. Então vou indo.
Mas, verdade seja dita, dava pra ver que eu tava morrendo de vontade de ficar, só que tentava disfarçar. E ela, sem saber o que responder, disse:
— Por acaso você tá muito ocupado na sua casa?
Aí eu respondi:
— Nada disso, tava deitado vendo uma revista pornô, e já viu o resto, né?
Ela ficou surpresa.
— Faz tempo que a gente não brinca daquelas coisinhas que a gente fazia antes.
E ela respondeu:
— Não, isso não, porque agora a gente tá crescendo e nossos corpos tão mudando.
Aí eu falei:
— Pois é, muito melhor, porque nossos desejos também tão.
Ela não disse nada, parecia assustada e meio confusa, e foi pro quintal dos fundos. Eu segui ela, agarrei ela por trás e beijei.
Ela respondeu com um beijo tão gostoso quanto o meu, e a gente começou a se pegar e, aos poucos... Pouco a pouco fui deitando ela no chão e comecei a acariciar o pescoço dela e beijá-lo, isso deixava ela louca.
No entanto, no momento em que fui tocar as partes íntimas dela, ela reagiu e me empurrou pra longe, com um movimento rápido e violento.
Ela começou a correr pela casa e dizia pra eu não fazer nada de mal com ela. Eu a segui e falei que não tinha problema, que se ela não quisesse, não ia rolar nada.
Ela entrou num quarto que não era o dela, mas não se trancou, porque deixou a porta semiaberta. Eu entrei atrás dela e falei: então vou embora.
Me aproximei dela e, sem mais nem menos, beijei ela de novo e disse:
— Pois é, acho que você tem um pouco de razão nessa história de que é errado o que a gente vai fazer, então vou nessa.
Tentei me virar, mas ela não deixou, me puxou pra perto dela e começou a me beijar, e pedia pra eu beijar o pescoço dela, coisa que eu não recusei.
Na hora, meu pau ficou duro pra caralho. Ela percebeu e começou a passar a mão por cima da calça e depois por cima do short dela, que por sinal era bem curto e destacava a bunda bem torneada dela. Ela gemia e gemia.
Depois eu tirei ele pra fora, e quando ela viu, disse:
— Você tem ele bem grande, maior do que da última vez que eu vi.
Eu respondi que era pequeno, que conforme fosse crescendo, ele também ia crescer.
Ela ficou acariciando ele e me apertava por trás, me colando mais nela. Aí eu, vendo aquilo, baixei a calcinha dela, e começamos a nos esfregar, meu pau na buceta dela, os dois com pouco pelo pubiano.
Ficamos assim um bom tempo. Subimos na cama, e eu falei: você por cima. Ela topou, e quando ela começou a descer, eu sentia meu pau entrando dentro dela. Eu puxava ela pra baixo, mas ela desistiu e disse:
— Tô com medo, e além disso dói.
Eu respondi que era normal, mas ela falou pra gente descer da cama e fazer o que a gente tinha feito antes, ou seja, nos esfregar na beirada da cama. Aceitei de má vontade, porque o que eu queria mesmo era penetrar ela, mas por causa da minha inexperiência, não sabia como.
Então Optei por começar a falar pra ela se deixar penetrar, e ela disse que não tinha certeza de como fazia. Falei pra ela só se deixar levar, que eu faria do jeito que ela tinha visto os pais dela fazerem. Isso excitou ela ainda mais, e na hora ela topou.
Comecei a beijar os peitinhos dela com muito cuidado, e fiquei surpreso porque ela gostou pra caralho. Ela pegou no meu pau e começou a beijar, queria enfiar na boca dela, mas por inexperiência, acabava mordendo — mesmo assim, eu adorava ver meu pau dentro da boca dela.
Ela disse: "É assim que vejo minha mãe fazer". Mas também falou que o amigo dela beijava a buceta da mãe dela. Entendi na hora, me meti entre as pernas dela e lambi aquela bucetinha apertada e gostosa. Juro que nunca vou esquecer daquela buceta virgem, porque era de dia e dava pra ver tudo clarinho.
Deitei por cima dela e comecei a esfregar mais o pau, com mais força. Me afastava um pouco, apontava pra buceta dela e empurrava. Isso ia dar resultado, porque a gente tava tão excitado que tava tudo molhado — a buceta dela encharcada e o meu pau também.
De repente, senti meu pau abrindo caminho entre aqueles lábios deliciosos e enfiei quase tudo. Era a primeira vez que meu pau entrava numa buceta, e era uma delícia.
Olhei nos olhos dela, e ela não sabia o que tava acontecendo. Tava gostando, mas ao mesmo tempo doía — ela mesma me falou.
Não sei quantas metidas e tiradas foram. Quando senti que ia gozar, ela me empurrou, mas eu abracei ela mais forte, olhei pra ela, e ela derramou umas lágrimas. Disse:
— O que a gente fez?
Tinha uns fiozinhos de sangue com gozo escorrendo pelas pernas dela. A gente chorou junto, tava assustado. Eu tinha desvirginado ela. Tentei acalmar, mas era impossível. Peguei uma toalha e limpei ela. Ela deitou, mas já não chorava mais, e ficou me perguntando várias vezes o que a gente tinha feito.
Os lençóis da cama eram testemunhas do nosso ato incestuoso — ficaram manchados de sangue e com cheiro de sexo.
Depois ela falou:
— Vaza, porque minha avó não demora pra chegar. Não se preocupa, eu lavo o lençol e a toalha pra não deixar nenhum vestígio.
Antes de ir embora, fiz ela prometer que não contaria pra ninguém, mas ela não cumpriu a promessa, porque contou, sem fazer escândalo, depois pra minha tia, que é um ano mais nova que eu, e pra quem eu também já estava de olho, mas isso é outra história.
Nunca mais tive nada com a minha prima até recentemente, porque ela foi morar em outra cidade, e na última vez que trocamos uma palavra por alto, ela me disse que teve problemas com o namorado porque, quando ele comeu ela, ela já não era mais virgem.
Espero comentários, senão não teria graça a gente contar as próprias experiências.😛
Como todo mundo deve saber, nessa idade a gente tá no auge do despertar sexual. Eu já tinha tido uns contatos com outras meninas, mas só ficava nos beijos e essas coisas, nada além.
Mas o que rolou naquela vez foi algo que eu não tinha planejado. Foi numa manhã. Minha prima morava na casa dos meus avós porque os pais dela tinham se separado por causa de problemas. Minha casa ficava a meia quadra da dela.
A gente já tinha tentado alguma coisa antes, mas nunca tinha ido tão longe. Naquele dia, todo mundo na casa dela tinha saído, e na minha, como quase sempre, eu tava sozinho. Então ela me ligou porque tinha deixado uma tarefa de fazer algo na cozinha e tava com problema no botijão de gás. Eu saí na hora.
Quando cheguei, ela abriu a porta e falou:
— Entra, Pier. Olha, tô tentando acender o fogão, mas não consigo. Dá uma olhada pra ver o que é?
Aí fomos pra cozinha, e eu acendi o fogão na hora. Falei:
— Sinceramente, não sei por que você me chamou, não tem nada de errado. Então vou indo.
Mas, verdade seja dita, dava pra ver que eu tava morrendo de vontade de ficar, só que tentava disfarçar. E ela, sem saber o que responder, disse:
— Por acaso você tá muito ocupado na sua casa?
Aí eu respondi:
— Nada disso, tava deitado vendo uma revista pornô, e já viu o resto, né?
Ela ficou surpresa.
— Faz tempo que a gente não brinca daquelas coisinhas que a gente fazia antes.
E ela respondeu:
— Não, isso não, porque agora a gente tá crescendo e nossos corpos tão mudando.
Aí eu falei:
— Pois é, muito melhor, porque nossos desejos também tão.
Ela não disse nada, parecia assustada e meio confusa, e foi pro quintal dos fundos. Eu segui ela, agarrei ela por trás e beijei.
Ela respondeu com um beijo tão gostoso quanto o meu, e a gente começou a se pegar e, aos poucos... Pouco a pouco fui deitando ela no chão e comecei a acariciar o pescoço dela e beijá-lo, isso deixava ela louca.
No entanto, no momento em que fui tocar as partes íntimas dela, ela reagiu e me empurrou pra longe, com um movimento rápido e violento.
Ela começou a correr pela casa e dizia pra eu não fazer nada de mal com ela. Eu a segui e falei que não tinha problema, que se ela não quisesse, não ia rolar nada.
Ela entrou num quarto que não era o dela, mas não se trancou, porque deixou a porta semiaberta. Eu entrei atrás dela e falei: então vou embora.
Me aproximei dela e, sem mais nem menos, beijei ela de novo e disse:
— Pois é, acho que você tem um pouco de razão nessa história de que é errado o que a gente vai fazer, então vou nessa.
Tentei me virar, mas ela não deixou, me puxou pra perto dela e começou a me beijar, e pedia pra eu beijar o pescoço dela, coisa que eu não recusei.
Na hora, meu pau ficou duro pra caralho. Ela percebeu e começou a passar a mão por cima da calça e depois por cima do short dela, que por sinal era bem curto e destacava a bunda bem torneada dela. Ela gemia e gemia.
Depois eu tirei ele pra fora, e quando ela viu, disse:
— Você tem ele bem grande, maior do que da última vez que eu vi.
Eu respondi que era pequeno, que conforme fosse crescendo, ele também ia crescer.
Ela ficou acariciando ele e me apertava por trás, me colando mais nela. Aí eu, vendo aquilo, baixei a calcinha dela, e começamos a nos esfregar, meu pau na buceta dela, os dois com pouco pelo pubiano.
Ficamos assim um bom tempo. Subimos na cama, e eu falei: você por cima. Ela topou, e quando ela começou a descer, eu sentia meu pau entrando dentro dela. Eu puxava ela pra baixo, mas ela desistiu e disse:
— Tô com medo, e além disso dói.
Eu respondi que era normal, mas ela falou pra gente descer da cama e fazer o que a gente tinha feito antes, ou seja, nos esfregar na beirada da cama. Aceitei de má vontade, porque o que eu queria mesmo era penetrar ela, mas por causa da minha inexperiência, não sabia como.
Então Optei por começar a falar pra ela se deixar penetrar, e ela disse que não tinha certeza de como fazia. Falei pra ela só se deixar levar, que eu faria do jeito que ela tinha visto os pais dela fazerem. Isso excitou ela ainda mais, e na hora ela topou.
Comecei a beijar os peitinhos dela com muito cuidado, e fiquei surpreso porque ela gostou pra caralho. Ela pegou no meu pau e começou a beijar, queria enfiar na boca dela, mas por inexperiência, acabava mordendo — mesmo assim, eu adorava ver meu pau dentro da boca dela.
Ela disse: "É assim que vejo minha mãe fazer". Mas também falou que o amigo dela beijava a buceta da mãe dela. Entendi na hora, me meti entre as pernas dela e lambi aquela bucetinha apertada e gostosa. Juro que nunca vou esquecer daquela buceta virgem, porque era de dia e dava pra ver tudo clarinho.
Deitei por cima dela e comecei a esfregar mais o pau, com mais força. Me afastava um pouco, apontava pra buceta dela e empurrava. Isso ia dar resultado, porque a gente tava tão excitado que tava tudo molhado — a buceta dela encharcada e o meu pau também.
De repente, senti meu pau abrindo caminho entre aqueles lábios deliciosos e enfiei quase tudo. Era a primeira vez que meu pau entrava numa buceta, e era uma delícia.
Olhei nos olhos dela, e ela não sabia o que tava acontecendo. Tava gostando, mas ao mesmo tempo doía — ela mesma me falou.
Não sei quantas metidas e tiradas foram. Quando senti que ia gozar, ela me empurrou, mas eu abracei ela mais forte, olhei pra ela, e ela derramou umas lágrimas. Disse:
— O que a gente fez?
Tinha uns fiozinhos de sangue com gozo escorrendo pelas pernas dela. A gente chorou junto, tava assustado. Eu tinha desvirginado ela. Tentei acalmar, mas era impossível. Peguei uma toalha e limpei ela. Ela deitou, mas já não chorava mais, e ficou me perguntando várias vezes o que a gente tinha feito.
Os lençóis da cama eram testemunhas do nosso ato incestuoso — ficaram manchados de sangue e com cheiro de sexo.
Depois ela falou:
— Vaza, porque minha avó não demora pra chegar. Não se preocupa, eu lavo o lençol e a toalha pra não deixar nenhum vestígio.
Antes de ir embora, fiz ela prometer que não contaria pra ninguém, mas ela não cumpriu a promessa, porque contou, sem fazer escândalo, depois pra minha tia, que é um ano mais nova que eu, e pra quem eu também já estava de olho, mas isso é outra história.
Nunca mais tive nada com a minha prima até recentemente, porque ela foi morar em outra cidade, e na última vez que trocamos uma palavra por alto, ela me disse que teve problemas com o namorado porque, quando ele comeu ela, ela já não era mais virgem.
Espero comentários, senão não teria graça a gente contar as próprias experiências.😛
16 comentários - Nuestra 1era vez, con mi prima, real real
pero amis 10 años yo ya tocaba a mi primita en las noches mientras dormia
y semojaba todita
tambien m beso el tintin
SEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!
Totalmente de acuerdo y a alguna tia tb 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🆒
le digo bueno pues tu k has estado haciendo. La unica salida de la man es decir k se estaba masturbando
y se le paso la mano si no huyyyy 😩
y yo tenia mi pija dura y mi ptima la tanga abajo y nos vio luego se fue mi prima me la chupo para que se me parara y me la coji devuelta asta que llego la madre y acabe dentro de su ano.... si se pudiera repetir eso la verdad que me moriria por volverme a cojer a mi prima yo ahora tengo 17 años y ella 18 y tiene un bebe pero es muy sexi cuando viene a casa de la madre nos refregamos mientra lo cambia o cunado le da la teta yo le toco la otra si estamos solos pero nada mas que eso pero me encantaria cojerla denuevo 😃