..Olá, meu nome é Andrés e tenho 31 anos. Essa história aconteceu uns meses atrás, depois de uns 5 meses desempregado, arrumei um trampo numa empresa de produtos químicos na zona industrial da minha cidade. O serviço era bem pesado, porque eu tinha que carregar os caminhões com esses produtos químicos que falei. Meus colegas não eram muito legais, mas como eu não precisava ter muito contato com eles, não era algo que importasse tanto.
..Eles estavam insistindo pra eu levar uma caixa de latinhas de cerveja. Segundo eles, era um ritual que todo novato fazia quando começava a trabalhar. Eu ia enrolando, falava que esquecia, etc. etc. Não tinha a menor intenção de gastar dinheiro com cerveja pros meus 8 colegas de trabalho, que eu não curtia muito.
..Cada vez eles ficavam mais chatos, mas como o trampo não me agradava muito, tinha decidido pedir as contas no fim do mês, então não teria que aturá-los por muito mais tempo.
..Todo dia, minha esposa Carolina, de 23 anos, vinha me buscar no trabalho. Ela é realmente gostosa, loira, olhos azuis, uns peitos firmes e uma bunda dura e apertada. Eles devoravam ela com os olhos toda vez que ela vinha me pegar, e depois faziam comentários sobre como ela devia chupar bem, que tinha cara de puta, e outras merdas desagradáveis que eu tentava ignorar.
..Carolina se tornou o alvo da vingança deles, como um trote por eu não ter levado as cervejas. Meu último DIA de trabalho era sexta-feira. Falei pra Carolina não vir me buscar, porque o Rodrigo e o Fuentes, uns amigos, iam passar pra me pegar. No fim do expediente, depois de aturar eles me lembrando mais uma vez das cervejas, eu ia vazar quando três deles me agarraram e me enrolaram com o plástico que a gente usava pra embalar os paletes. Deram várias voltas até eu ficar completamente imobilizado. Falei pra me soltarem, que não tinha tempo pra essas merdas, mas eles riram e disseram que eu tinha que esperar até eles cobrarem o pagamento pelas Cervejas que eu não tinha trazido.
...Os 8 se pelaram, as idades iam de 20 a 35 anos, ficaram completamente nus. Eu não entendia a piada de vê-los pelados até que a campainha do depósito tocou, abriram a porta e apareceu a Carolina. Como descobri depois, ligaram pra ela fingindo ser meus amigos, dizendo que eu passaria pra buscá-la. Minha surpresa foi imensa e não demorei a entender o que ia rolar: iam foder minha esposa por causa das malditas cervejas.
Carolina ficou muito surpresa ao ver todos eles pelados ali, mas como nosso trampo era bem pesado, todos tinham corpos bem definidos e, pra minha surpresa, Carolina não parava de olhar pros 8 canos de carne pulsando ao redor dela.
Gritei pra nos soltarem, mas não deram a mínima. Explicaram pra Carolina a parada das cervejas e disseram que tinham decidido cobrar na carne, que iam foder ela na MINHA FRENTE pra eu aprender a respeitar as tradições.
Carolina parecia assustada, mas menos do que uma mulher decente deveria estar prestes a ser estuprada por 8 caras na frente do marido.
Disseram pra ela não gritar, que ninguém podia ajudar a gente porque não tinha mais ninguém no depósito, e que se ela se comportasse bem, não ia acontecer nada conosco.
Eu não fazia ideia do quanto minha recatada e linda esposa ia se comportar bem com aqueles 8 sem-vergonhas e estupradores. Eram uns verdadeiros filhos da puta.
Mandaram ela se pelar. Ela tirou o suéter e a minissaia, depois o sutiã, mostrando os peitos lindos dela. Depois, foi descendo lentamente a calcinha fio-dental, mostrando a bucetinha depilada. Mandaram ela colocar a calcinha na minha cabeça. Tavam me humilhando e isso era só o começo.
Realmente, os peitos da minha mulher eram material pra capa da Playboy. Eram montanhas gigantescas de carne firme, perfeitamente redondas e apontando pra cima. Diante do meu olhar horrorizado, cada um dos meus colegas de trabalho foi pegando um deles nas mãos. espremendo-as e puxando-as, torcendo os mamilos dela.
David e Marcos foram os primeiros a se aproximar da minha esposa, colocaram ela de joelhos e mandaram ela começar a chupar como uma puta experiente.
Ela pegou os dois paus, aproximando-os, pesando aquelas estacas grossas de carne. As duas veias de carne pulsaram nas mãos dela, se sacudindo e se contraindo obscenamente. Minha mulher virou para David, que estava à esquerda, e pegando o pau dele, meteu na boca.
Carolina chupou... chupou de verdade, engolindo aquele pau enorme na garganta, igual fazia comigo, e pressionou pra frente forçando a cabeça bulbosa através do aperto da garganta dela... engolindo... deslizando os lábios ao longo do tronco, sentindo ele escorregar pelos lábios até os lábios dela pressionarem contra os pelos pubianos, deixando a língua estalar pra acariciar as bolas antes de recuar... devagar... sedutoramente...
"Uh, cara..." disse David me olhando
"Sua mulher sabe mesmo como chupar um pau"
"Uhmmmm..." gorgolejou Carol enquanto tirava o pau duro da boca dela.
Um fio de saliva ligava os lábios dela com a ponta do pau de David. Sem uma palavra, Carolina virou e engoliu vorazmente o pau de Marcos, balançando a cabeça, os lábios dela fazendo barulhos obscenos de sucção molhada.
"Andrés, olha a sua mina. Ela tá engolindo nossos paus como uma puta do caralho."
Os outros 6 se aproximaram de Marcos e David, e minha esposa começou a engolir todos os paus um por um.
Ela tinha um problema, porque eram tão grossos que ela precisava fazer um esforço enorme pra abrir a boca ao máximo e conseguir engolir. Já tava há mais de 10 minutos chupando, quando Marcos encheu a garganta dela de porra. Foi no momento em que Carol tava enfiando o pau dele até o fundo da garganta pra ver até onde chegava. A primeira descarga foi direto na campainha dela. Depois ela puxou o pau um pouquinho pra fora, e uma segunda A descarga mais violenta se espatifou no paladar dela. Minha esposa engoliu tudo, sem deixar cair uma gota pra fora.
Eu nunca deixava ela gozar na minha boca, mas ela não fez questão nenhuma de engolir a porra daquele cara.
Carol deu um tapa na bunda dele e disse que já tava vendo que o tanque tava cheio, todo mundo riu, minha esposa era cúmplice do que tinha começado como um suposto estupro, mas que agora não passava de uma puta orgia comigo de corno humilhado.
Todo mundo, um por um, foi gozando na boca da minha mulher, gozaram na cara dela, no cabelo, nos peitos, encheram ela de porra por completo, depois que todos gozaram, mandaram ela entrar no vestiário pra se limpar, enquanto ela tomava banho, eles riam de mim.
— Como sua esposa engole, mano, é uma puta.
— Essa rabuda sabe como chupar um bom pau, hahaha.
— Você é um corno filho da puta por não ter trazido umas cervejas, e agora vem o melhor, vamos comer ela todinha, em todos os buracos.
Carolina saiu do vestiário se secando com uma toalha, perguntou se agora iam foder ela, vários concordaram com a cabeça.
— Então vamos, rapazes, que tô pronta pros seus paus.
Eu não podia acreditar, minha esposa era uma puta, tava sendo infiel, me humilhava e fodia feliz da vida com meus colegas de trabalho na minha frente.
Naquela hora, tocaram a campainha sem parar, eram José e Rodrigo, tinham vindo me buscar, deixaram eles entrar e quando chegaram ficaram de cara, me viram amarrado a um poste, enquanto minha esposa tava de quatro na frente deles, chupando o pau do Alberto, enquanto Miguel metia no lindo cuzinho dela.
Eu pedi pra eles me ajudarem, me soltarem e tirarem a gente dali, Panceta me deu um soco, disse pros meus amigos que eles tinham três opções:
— Ir embora por onde vieram.
— Se meter na porrada com a gente, que somos seis.
— Ou ficar e comer a Carolina junto com a gente.
Nunca imaginei que meus dois melhores amigos fariam o que fizeram naquele momento. fizeram, se viraram e foram até a porta, trancaram ela e se pelaram em 1 minuto, depois se aproximaram da Carol e mandaram ela engolir as picas deles.
Eu chamei eles de filhos da puta, o Fuentes me olhou e disse que sentia muito, mas que eles iam se foder numa briga, então entre isso e comer minha esposa, preferiam foder ela mesmo que fosse pra me humilhar. Carol pegou as 2 picas e, como tinha feito com meus colegas, engoliu de uma vez. Minha esposa era uma puta e meus amigos uns bastardos.
Não demoraram pra encher a boca dela de porra, esvaziaram as bolas na garganta da minha mulher.
Depois comeram ela de todas as maneiras possíveis, meteram nela de frente pra mim, de quatro, ela montou nas picas deles como uma verdadeira leoa. Miguel Ángel chegou por trás dela enquanto ela chupava a pica do Fuentes e tinha o Rodrigo por baixo furando a buceta dela, de uma estocada só enfiou no cu dela até as bolas. Minha esposa gritou, mas logo começou a gozar igual uma louca com 3 picas dentro dela.
— Mais, mais, arrebenta meu cu, filho da puta, você é meu dono.
— Vai, Fuentes, goza de novo, tô com sede e quero engolir sua porra.
— Deus, como vocês comem, seus putos, podem me comer no cu sempre que quiserem, é só me chamar que eu venho pra ser empalada.
Minha mulher era uma puta sem-vergonha, chupou as picas deles, lambeu as bolas, engoliu os ovos deles, massageou os sacos enquanto os outros estavam ocupados comendo ela. Penetraram todos os buracos dela de todas as formas possíveis por mais de uma hora.
Depois colocaram ela na minha frente, me encarando, e passaram um por um no cu dela até gozarem dentro. A cada estocada, os peitos dela balançavam na minha cara. Eu já não tinha mais vontade de lutar nem de gritar, só via minha esposa sendo comida por 10 homens, como eles furaram a bunda dela uma, outra e outra vez.
Quando todos tinham gozado e a festa parecia ter acabado, minha mulher Carolina disse que tinha uma surpresa preparada pra Por serem tão bons de cama, ela pegou uma garrafa de espumante da geladeira do depósito e abriu, derramou sobre si mesma e pediu que bebessem dela. Aproveitaram para chupar os peitos dela, beijar sua boca e comer a buceta dela.
Depois, pediu que gozassem dentro da garrafa. Começaram a rir. Eu não sabia como a mulher recatada com quem eu tinha me casado há 4 anos podia ser aquela puta gostosa que estava na minha frente.
Encheram a garrafa até a metade. Ela se aproximou de mim e, me encarando, bebeu toda a porra que estava na garrafa. Deixou a garrafa vazia, um pouco de sêmen escorrendo pelos lábios dela. Ela sorriu e me disse que a porra era muito melhor que a cerveja, que estava feliz por eu não ter trazido aquelas cervejas, porque assim ela tinha descoberto como a porra de macho era boa.
Me soltaram e me deixaram ir, totalmente humilhado. Minha esposa pediu o divórcio. Não tive mais contato com meus dois amigos. No dia em que fui embora de casa, encontrei todos eles de novo na sala. Estavam comendo a Carolina, que tinha as picas do David e do Rodrigo na boca. Meus amigos agora eram amigos dela, e mais dois outros machos. Meus colegas de trabalho comiam minha esposa quando queriam. Por umas cervejas, fiquei sem amigos, sem mulher e sem emprego.
..Eles estavam insistindo pra eu levar uma caixa de latinhas de cerveja. Segundo eles, era um ritual que todo novato fazia quando começava a trabalhar. Eu ia enrolando, falava que esquecia, etc. etc. Não tinha a menor intenção de gastar dinheiro com cerveja pros meus 8 colegas de trabalho, que eu não curtia muito.
..Cada vez eles ficavam mais chatos, mas como o trampo não me agradava muito, tinha decidido pedir as contas no fim do mês, então não teria que aturá-los por muito mais tempo.
..Todo dia, minha esposa Carolina, de 23 anos, vinha me buscar no trabalho. Ela é realmente gostosa, loira, olhos azuis, uns peitos firmes e uma bunda dura e apertada. Eles devoravam ela com os olhos toda vez que ela vinha me pegar, e depois faziam comentários sobre como ela devia chupar bem, que tinha cara de puta, e outras merdas desagradáveis que eu tentava ignorar.
..Carolina se tornou o alvo da vingança deles, como um trote por eu não ter levado as cervejas. Meu último DIA de trabalho era sexta-feira. Falei pra Carolina não vir me buscar, porque o Rodrigo e o Fuentes, uns amigos, iam passar pra me pegar. No fim do expediente, depois de aturar eles me lembrando mais uma vez das cervejas, eu ia vazar quando três deles me agarraram e me enrolaram com o plástico que a gente usava pra embalar os paletes. Deram várias voltas até eu ficar completamente imobilizado. Falei pra me soltarem, que não tinha tempo pra essas merdas, mas eles riram e disseram que eu tinha que esperar até eles cobrarem o pagamento pelas Cervejas que eu não tinha trazido.
...Os 8 se pelaram, as idades iam de 20 a 35 anos, ficaram completamente nus. Eu não entendia a piada de vê-los pelados até que a campainha do depósito tocou, abriram a porta e apareceu a Carolina. Como descobri depois, ligaram pra ela fingindo ser meus amigos, dizendo que eu passaria pra buscá-la. Minha surpresa foi imensa e não demorei a entender o que ia rolar: iam foder minha esposa por causa das malditas cervejas.
Carolina ficou muito surpresa ao ver todos eles pelados ali, mas como nosso trampo era bem pesado, todos tinham corpos bem definidos e, pra minha surpresa, Carolina não parava de olhar pros 8 canos de carne pulsando ao redor dela.
Gritei pra nos soltarem, mas não deram a mínima. Explicaram pra Carolina a parada das cervejas e disseram que tinham decidido cobrar na carne, que iam foder ela na MINHA FRENTE pra eu aprender a respeitar as tradições.
Carolina parecia assustada, mas menos do que uma mulher decente deveria estar prestes a ser estuprada por 8 caras na frente do marido.
Disseram pra ela não gritar, que ninguém podia ajudar a gente porque não tinha mais ninguém no depósito, e que se ela se comportasse bem, não ia acontecer nada conosco.
Eu não fazia ideia do quanto minha recatada e linda esposa ia se comportar bem com aqueles 8 sem-vergonhas e estupradores. Eram uns verdadeiros filhos da puta.
Mandaram ela se pelar. Ela tirou o suéter e a minissaia, depois o sutiã, mostrando os peitos lindos dela. Depois, foi descendo lentamente a calcinha fio-dental, mostrando a bucetinha depilada. Mandaram ela colocar a calcinha na minha cabeça. Tavam me humilhando e isso era só o começo.
Realmente, os peitos da minha mulher eram material pra capa da Playboy. Eram montanhas gigantescas de carne firme, perfeitamente redondas e apontando pra cima. Diante do meu olhar horrorizado, cada um dos meus colegas de trabalho foi pegando um deles nas mãos. espremendo-as e puxando-as, torcendo os mamilos dela.
David e Marcos foram os primeiros a se aproximar da minha esposa, colocaram ela de joelhos e mandaram ela começar a chupar como uma puta experiente.
Ela pegou os dois paus, aproximando-os, pesando aquelas estacas grossas de carne. As duas veias de carne pulsaram nas mãos dela, se sacudindo e se contraindo obscenamente. Minha mulher virou para David, que estava à esquerda, e pegando o pau dele, meteu na boca.
Carolina chupou... chupou de verdade, engolindo aquele pau enorme na garganta, igual fazia comigo, e pressionou pra frente forçando a cabeça bulbosa através do aperto da garganta dela... engolindo... deslizando os lábios ao longo do tronco, sentindo ele escorregar pelos lábios até os lábios dela pressionarem contra os pelos pubianos, deixando a língua estalar pra acariciar as bolas antes de recuar... devagar... sedutoramente...
"Uh, cara..." disse David me olhando
"Sua mulher sabe mesmo como chupar um pau"
"Uhmmmm..." gorgolejou Carol enquanto tirava o pau duro da boca dela.
Um fio de saliva ligava os lábios dela com a ponta do pau de David. Sem uma palavra, Carolina virou e engoliu vorazmente o pau de Marcos, balançando a cabeça, os lábios dela fazendo barulhos obscenos de sucção molhada.
"Andrés, olha a sua mina. Ela tá engolindo nossos paus como uma puta do caralho."
Os outros 6 se aproximaram de Marcos e David, e minha esposa começou a engolir todos os paus um por um.
Ela tinha um problema, porque eram tão grossos que ela precisava fazer um esforço enorme pra abrir a boca ao máximo e conseguir engolir. Já tava há mais de 10 minutos chupando, quando Marcos encheu a garganta dela de porra. Foi no momento em que Carol tava enfiando o pau dele até o fundo da garganta pra ver até onde chegava. A primeira descarga foi direto na campainha dela. Depois ela puxou o pau um pouquinho pra fora, e uma segunda A descarga mais violenta se espatifou no paladar dela. Minha esposa engoliu tudo, sem deixar cair uma gota pra fora.
Eu nunca deixava ela gozar na minha boca, mas ela não fez questão nenhuma de engolir a porra daquele cara.
Carol deu um tapa na bunda dele e disse que já tava vendo que o tanque tava cheio, todo mundo riu, minha esposa era cúmplice do que tinha começado como um suposto estupro, mas que agora não passava de uma puta orgia comigo de corno humilhado.
Todo mundo, um por um, foi gozando na boca da minha mulher, gozaram na cara dela, no cabelo, nos peitos, encheram ela de porra por completo, depois que todos gozaram, mandaram ela entrar no vestiário pra se limpar, enquanto ela tomava banho, eles riam de mim.
— Como sua esposa engole, mano, é uma puta.
— Essa rabuda sabe como chupar um bom pau, hahaha.
— Você é um corno filho da puta por não ter trazido umas cervejas, e agora vem o melhor, vamos comer ela todinha, em todos os buracos.
Carolina saiu do vestiário se secando com uma toalha, perguntou se agora iam foder ela, vários concordaram com a cabeça.
— Então vamos, rapazes, que tô pronta pros seus paus.
Eu não podia acreditar, minha esposa era uma puta, tava sendo infiel, me humilhava e fodia feliz da vida com meus colegas de trabalho na minha frente.
Naquela hora, tocaram a campainha sem parar, eram José e Rodrigo, tinham vindo me buscar, deixaram eles entrar e quando chegaram ficaram de cara, me viram amarrado a um poste, enquanto minha esposa tava de quatro na frente deles, chupando o pau do Alberto, enquanto Miguel metia no lindo cuzinho dela.
Eu pedi pra eles me ajudarem, me soltarem e tirarem a gente dali, Panceta me deu um soco, disse pros meus amigos que eles tinham três opções:
— Ir embora por onde vieram.
— Se meter na porrada com a gente, que somos seis.
— Ou ficar e comer a Carolina junto com a gente.
Nunca imaginei que meus dois melhores amigos fariam o que fizeram naquele momento. fizeram, se viraram e foram até a porta, trancaram ela e se pelaram em 1 minuto, depois se aproximaram da Carol e mandaram ela engolir as picas deles.
Eu chamei eles de filhos da puta, o Fuentes me olhou e disse que sentia muito, mas que eles iam se foder numa briga, então entre isso e comer minha esposa, preferiam foder ela mesmo que fosse pra me humilhar. Carol pegou as 2 picas e, como tinha feito com meus colegas, engoliu de uma vez. Minha esposa era uma puta e meus amigos uns bastardos.
Não demoraram pra encher a boca dela de porra, esvaziaram as bolas na garganta da minha mulher.
Depois comeram ela de todas as maneiras possíveis, meteram nela de frente pra mim, de quatro, ela montou nas picas deles como uma verdadeira leoa. Miguel Ángel chegou por trás dela enquanto ela chupava a pica do Fuentes e tinha o Rodrigo por baixo furando a buceta dela, de uma estocada só enfiou no cu dela até as bolas. Minha esposa gritou, mas logo começou a gozar igual uma louca com 3 picas dentro dela.
— Mais, mais, arrebenta meu cu, filho da puta, você é meu dono.
— Vai, Fuentes, goza de novo, tô com sede e quero engolir sua porra.
— Deus, como vocês comem, seus putos, podem me comer no cu sempre que quiserem, é só me chamar que eu venho pra ser empalada.
Minha mulher era uma puta sem-vergonha, chupou as picas deles, lambeu as bolas, engoliu os ovos deles, massageou os sacos enquanto os outros estavam ocupados comendo ela. Penetraram todos os buracos dela de todas as formas possíveis por mais de uma hora.
Depois colocaram ela na minha frente, me encarando, e passaram um por um no cu dela até gozarem dentro. A cada estocada, os peitos dela balançavam na minha cara. Eu já não tinha mais vontade de lutar nem de gritar, só via minha esposa sendo comida por 10 homens, como eles furaram a bunda dela uma, outra e outra vez.
Quando todos tinham gozado e a festa parecia ter acabado, minha mulher Carolina disse que tinha uma surpresa preparada pra Por serem tão bons de cama, ela pegou uma garrafa de espumante da geladeira do depósito e abriu, derramou sobre si mesma e pediu que bebessem dela. Aproveitaram para chupar os peitos dela, beijar sua boca e comer a buceta dela.
Depois, pediu que gozassem dentro da garrafa. Começaram a rir. Eu não sabia como a mulher recatada com quem eu tinha me casado há 4 anos podia ser aquela puta gostosa que estava na minha frente.
Encheram a garrafa até a metade. Ela se aproximou de mim e, me encarando, bebeu toda a porra que estava na garrafa. Deixou a garrafa vazia, um pouco de sêmen escorrendo pelos lábios dela. Ela sorriu e me disse que a porra era muito melhor que a cerveja, que estava feliz por eu não ter trazido aquelas cervejas, porque assim ela tinha descoberto como a porra de macho era boa.
Me soltaram e me deixaram ir, totalmente humilhado. Minha esposa pediu o divórcio. Não tive mais contato com meus dois amigos. No dia em que fui embora de casa, encontrei todos eles de novo na sala. Estavam comendo a Carolina, que tinha as picas do David e do Rodrigo na boca. Meus amigos agora eram amigos dela, e mais dois outros machos. Meus colegas de trabalho comiam minha esposa quando queriam. Por umas cervejas, fiquei sem amigos, sem mulher e sem emprego.
16 comentários - Deram pra minha mulher por umas cervejas
Yo, en cambio, si tengo varias historias reales, aunque más normalitas y no muy extremas. Pero si las llego a postear mi jermu me mata! (en un universo con infinitas combinaciones y permutaciones, no se excluye el hipotético y poco probable evento de que mi jermu entre a poringuear)
JEJE 🙎♂️ 🙎♂️