(. . . CONTINUAÇÃO . . .)
Tinha certeza de que os vizinhos ouviram aquilo, depois de deixá-los, quando me mandaram comprar material, esperei alguns minutos... E não demorou para se ouvirem aqueles gemidos na rua, um suave e fraco: "Sim, sim, sim, papai, sim..." que poderia passar despercebido se não prestassem atenção, mas poderia jurar que mais de um vizinho tinha ouvido alto e claro; não podia fazer mais do que escutar e logo ir embora, pois no segundo andar só dava pra ver de uma varanda que eu não conseguia alcançar. Quando finalmente voltei das compras umas duas horas depois com o porta-malas cheio, respirei e entrei devagar na casa com algumas coisas, tentando não fazer barulho. Só ouvia balbucios no quintal enquanto se misturavam com o som da pá trabalhando; pareciam cúmplices. Amantes que, com aqueles meses, sabiam mais deles dois do que eu, enquanto via que não tinham me ouvido entrar, colei na parede da saída pro quintal pra vê-los e ouvi-los com mais clareza. Foi aí que pude vê-la, aquele par enorme de bundas cobertas com um shortinho apertado de desenhos animados combinando com uma blusa do mesmo estampado que ela não usava há anos, como se ainda estivesse naquele estado sexy mesmo sem sexo. Estava tão linda e tão puta fazendo as tarefas com aquela roupa enquanto eu poderia jurar que Seu Joel não tirava os olhos.
Don Joel.⸻ Você me deixou com os ovos secos, bebê, eles doem, hahaha.
Escutei Don Joel atrás do muro onde eu estava prestes a terminar de reformar aquele banheiro externo e a pia de lavar, devagar por tudo o que faziam quando eu não estava.
Sandra.⸻ Shhhh... Don Joel! Não fala isso tão alto que os vizinhos podem ouvir.
Pude ver como ele ficava envergonhado e dava um chute no chão, enquanto continuava com o que estava fazendo, mas com um sorriso no rosto, feliz como se mais do que raiva fosse entrar no jogo sujo de velho tarado.
Sandra.⸻ Mas eu também gostei, Don Joel.
Don Joel.⸻ Uma pena que a gente não saiba a que hora chega seu namorado, não deve demorar, já tem duas horas que ele foi... Queria continuar chupando esse cuzão mais um pouco.
Sandra.⸻ Ele não responde as mensagens, deve estar vindo já.
Sandra mexeu o rabo de forma brincalhona, algo que não tinha feito comigo, pois era mais que sexo normal quando a gente fazia, uma nova cara que eu não sabia que ela podia ter.
Sandra.⸻ Já ficou de pau duro, Don Joel... Eu te digo que você é um safado fodão...
Don Joel.⸻ Meu pau ainda te quer, Sandrinha.
Ele falava de um jeito novo pra mim, desconhecido, eu sabia que ela era recatada, mas ouvir ela dizer isso pro velho do pedreiro me dava ciúmes e tesão por igual. Deixei as coisas na mesa tentando não fazer barulho, pra poder entrar na cozinha e ver onde Don Joel estava trabalhando, só espiando um pouco pra poder vê-los de outro ângulo; foi minha surpresa quando minha namorada estava puxando aquele short tão apertado pro lado, deixando ver aquela buceta com um fio dos fluidos pegajosos no tecido com um sorriso na boca, até esfregava o dedo médio entre os lábios vaginais fazendo um som aguado e obsceno enquanto os dois se masturbavam, pois Don Joel se masturbava, tão grande aquele pau moreno que já tinha profanado minha namorada.
Sandra não disse mais nada, só se ajoelhou na frente dele pra começar a chupá-lo. Eu não conseguia ver direito por causa do ângulo, mesmo me esticando um pouco, mas dava pra intuir como ela lambia aquelas bolas peludas e a base do pau dele pra subir e enfiar na boca aquela glande morena pulsante, com aquelas veias marcadas — Don Joel. — Assim que eu gosto, que você chupe meu pau no quintal, que os vizinhos te vejam como no outro dia. Meu coração parou e logo depois acelerou de ciúmes, raiva e surpresa, mas mais que tudo luxúria e tesão; não era só aquele pedreiro gordo que tinha comido ela, quantos outros já tinham feito o mesmo? Eu sabia que era fácil intuir o que rolava pelos gemidos altos que ela soltava, mas nunca imaginei quem mais, com o quintal quase cercado de casas... E sem ninguém pra me contar nada, um segredo que pelo jeito todo mundo guardava muito bem. Don Joel. — E quando vieram te ver, você recebeu eles de fio-dental, Sandrinha? Chupou o pau deles? Sandra. — Sim, papai... Os vizinhos que vieram depois de me ver pelada estendendo roupa e os que reclamavam do barulho.
Sandra chupava aquela rola enquanto Don Joel puxava a cabeça dela pra perto e às vezes empurrava aquela cabeça contra o pau dele, pra ouvir os sons da garganta dela e da vontade de vomitar por ir tão fundo de repente; ela fazia o trabalho dela abaixando o short e se tocando com o dedo médio, caindo algumas gotas dos fluidos dela no chão.
Don Joel.⸻ Ufff, sandrita, não sabia que você era tão puta, apesar de não me surpreender que seja com esse bundão e essas nalgas tão pesadas.
Parou um pouco pra nalgueá-la forte deixando a mão calejada marcada naquela pele branca, enquanto não parava de chupá-la, garganta profunda até onde a boca alcançava, e enquanto meu pau doía da ereção que eu tinha pude ver como ele enfiava aquele dedo médio moreno no cu dela em forma de gancho de um jeito libidinoso e obsceno.
Sandra.⸻ Sim, a rua toda me olha, gosta de ver minha bunda ou as tetas e eu gosto de usar roupa curtinha pra que possam me ver, mas não tinha me atrevido a transar com mais ninguém até você me comer... Agora a rua sabe que a bunda mais gostosa é a minha; sou a bunduda da rua.
Don Joel.⸻ Caralho, uma boa puta que sabe que armas tem... Mas já estou quase gozando, você me deixou sensível, bundão, de te deixar todo o meu leite na cara e na sua buceta.
Don Joel não a deixou falar, só começou a mover os quadris contra aquela boca numa cena cheia de tesão, cada batida daquelas bolas peludas pra enfiar até o fundo e afogá-la, enchendo-a de lágrimas e então empurrá-la pra tirar o pau da boca e começar a ejacular alguns jatos na cara e nas tetas dela, enquanto podia ver que ainda saía bastante embora seguramente já tinha ordenhado antes quando eu não estava.
Jatinho, seu jatinho pequeno, ofegantes enquanto ela se dedava pra tirar um pequeno jato no chão antes de gemer alto e arfar cansada; enquanto riam como cúmplices e tentavam se arrumar. Foi aí quando, excitado por tudo o que vi, gritei e bati algumas coisas na mesa.
Eu.⸻ Amor, já cheguei, fala pro Don Joel descer as coisas.
Os dois se olharam preocupados, tentando se arrumar, mas Joel a impede antes de lavar o rosto, enquanto sussurra algo no ouvido dela. Não ouvi direito, só voltei para a porta para abrir e fechar, enquanto Joel, com um sorriso, saía rápido para descer as coisas e assim ver minha namorada entrar descalça se espalhando porra como creme, no rosto todo e no cabelo, além dos peitos dela, pois a pele brilhava e fedia a cloro enquanto ela se penteava, mesmo com esses grumos de porra, pois dava pra notar alguns pedaços no cabelo e na bochecha.
Sandra.⸻ Oi, amor, como você tá?... Eu terminei de lavar roupa.. e passei um pouco de protetor solar enquanto conversava com ele.
Passou direto enquanto arrumava o cabelo num rabo de cavalo, rebolando a bunda e com a perna ainda melada, além dos joelhos vermelhos.
Foi aí que eu soube que minha namorada era uma puta, tinha virado mais vadia ainda, a bunduda da quadra...
Tinha certeza de que os vizinhos ouviram aquilo, depois de deixá-los, quando me mandaram comprar material, esperei alguns minutos... E não demorou para se ouvirem aqueles gemidos na rua, um suave e fraco: "Sim, sim, sim, papai, sim..." que poderia passar despercebido se não prestassem atenção, mas poderia jurar que mais de um vizinho tinha ouvido alto e claro; não podia fazer mais do que escutar e logo ir embora, pois no segundo andar só dava pra ver de uma varanda que eu não conseguia alcançar. Quando finalmente voltei das compras umas duas horas depois com o porta-malas cheio, respirei e entrei devagar na casa com algumas coisas, tentando não fazer barulho. Só ouvia balbucios no quintal enquanto se misturavam com o som da pá trabalhando; pareciam cúmplices. Amantes que, com aqueles meses, sabiam mais deles dois do que eu, enquanto via que não tinham me ouvido entrar, colei na parede da saída pro quintal pra vê-los e ouvi-los com mais clareza. Foi aí que pude vê-la, aquele par enorme de bundas cobertas com um shortinho apertado de desenhos animados combinando com uma blusa do mesmo estampado que ela não usava há anos, como se ainda estivesse naquele estado sexy mesmo sem sexo. Estava tão linda e tão puta fazendo as tarefas com aquela roupa enquanto eu poderia jurar que Seu Joel não tirava os olhos.
Don Joel.⸻ Você me deixou com os ovos secos, bebê, eles doem, hahaha.Escutei Don Joel atrás do muro onde eu estava prestes a terminar de reformar aquele banheiro externo e a pia de lavar, devagar por tudo o que faziam quando eu não estava.
Sandra.⸻ Shhhh... Don Joel! Não fala isso tão alto que os vizinhos podem ouvir.
Pude ver como ele ficava envergonhado e dava um chute no chão, enquanto continuava com o que estava fazendo, mas com um sorriso no rosto, feliz como se mais do que raiva fosse entrar no jogo sujo de velho tarado.
Sandra.⸻ Mas eu também gostei, Don Joel.
Don Joel.⸻ Uma pena que a gente não saiba a que hora chega seu namorado, não deve demorar, já tem duas horas que ele foi... Queria continuar chupando esse cuzão mais um pouco.
Sandra.⸻ Ele não responde as mensagens, deve estar vindo já.
Sandra mexeu o rabo de forma brincalhona, algo que não tinha feito comigo, pois era mais que sexo normal quando a gente fazia, uma nova cara que eu não sabia que ela podia ter.
Sandra.⸻ Já ficou de pau duro, Don Joel... Eu te digo que você é um safado fodão...
Don Joel.⸻ Meu pau ainda te quer, Sandrinha.
Ele falava de um jeito novo pra mim, desconhecido, eu sabia que ela era recatada, mas ouvir ela dizer isso pro velho do pedreiro me dava ciúmes e tesão por igual. Deixei as coisas na mesa tentando não fazer barulho, pra poder entrar na cozinha e ver onde Don Joel estava trabalhando, só espiando um pouco pra poder vê-los de outro ângulo; foi minha surpresa quando minha namorada estava puxando aquele short tão apertado pro lado, deixando ver aquela buceta com um fio dos fluidos pegajosos no tecido com um sorriso na boca, até esfregava o dedo médio entre os lábios vaginais fazendo um som aguado e obsceno enquanto os dois se masturbavam, pois Don Joel se masturbava, tão grande aquele pau moreno que já tinha profanado minha namorada.
Sandra não disse mais nada, só se ajoelhou na frente dele pra começar a chupá-lo. Eu não conseguia ver direito por causa do ângulo, mesmo me esticando um pouco, mas dava pra intuir como ela lambia aquelas bolas peludas e a base do pau dele pra subir e enfiar na boca aquela glande morena pulsante, com aquelas veias marcadas — Don Joel. — Assim que eu gosto, que você chupe meu pau no quintal, que os vizinhos te vejam como no outro dia. Meu coração parou e logo depois acelerou de ciúmes, raiva e surpresa, mas mais que tudo luxúria e tesão; não era só aquele pedreiro gordo que tinha comido ela, quantos outros já tinham feito o mesmo? Eu sabia que era fácil intuir o que rolava pelos gemidos altos que ela soltava, mas nunca imaginei quem mais, com o quintal quase cercado de casas... E sem ninguém pra me contar nada, um segredo que pelo jeito todo mundo guardava muito bem. Don Joel. — E quando vieram te ver, você recebeu eles de fio-dental, Sandrinha? Chupou o pau deles? Sandra. — Sim, papai... Os vizinhos que vieram depois de me ver pelada estendendo roupa e os que reclamavam do barulho.
Sandra chupava aquela rola enquanto Don Joel puxava a cabeça dela pra perto e às vezes empurrava aquela cabeça contra o pau dele, pra ouvir os sons da garganta dela e da vontade de vomitar por ir tão fundo de repente; ela fazia o trabalho dela abaixando o short e se tocando com o dedo médio, caindo algumas gotas dos fluidos dela no chão.
Don Joel.⸻ Ufff, sandrita, não sabia que você era tão puta, apesar de não me surpreender que seja com esse bundão e essas nalgas tão pesadas.Parou um pouco pra nalgueá-la forte deixando a mão calejada marcada naquela pele branca, enquanto não parava de chupá-la, garganta profunda até onde a boca alcançava, e enquanto meu pau doía da ereção que eu tinha pude ver como ele enfiava aquele dedo médio moreno no cu dela em forma de gancho de um jeito libidinoso e obsceno.
Sandra.⸻ Sim, a rua toda me olha, gosta de ver minha bunda ou as tetas e eu gosto de usar roupa curtinha pra que possam me ver, mas não tinha me atrevido a transar com mais ninguém até você me comer... Agora a rua sabe que a bunda mais gostosa é a minha; sou a bunduda da rua.
Don Joel.⸻ Caralho, uma boa puta que sabe que armas tem... Mas já estou quase gozando, você me deixou sensível, bundão, de te deixar todo o meu leite na cara e na sua buceta.
Don Joel não a deixou falar, só começou a mover os quadris contra aquela boca numa cena cheia de tesão, cada batida daquelas bolas peludas pra enfiar até o fundo e afogá-la, enchendo-a de lágrimas e então empurrá-la pra tirar o pau da boca e começar a ejacular alguns jatos na cara e nas tetas dela, enquanto podia ver que ainda saía bastante embora seguramente já tinha ordenhado antes quando eu não estava.
Jatinho, seu jatinho pequeno, ofegantes enquanto ela se dedava pra tirar um pequeno jato no chão antes de gemer alto e arfar cansada; enquanto riam como cúmplices e tentavam se arrumar. Foi aí quando, excitado por tudo o que vi, gritei e bati algumas coisas na mesa.
Eu.⸻ Amor, já cheguei, fala pro Don Joel descer as coisas.
Os dois se olharam preocupados, tentando se arrumar, mas Joel a impede antes de lavar o rosto, enquanto sussurra algo no ouvido dela. Não ouvi direito, só voltei para a porta para abrir e fechar, enquanto Joel, com um sorriso, saía rápido para descer as coisas e assim ver minha namorada entrar descalça se espalhando porra como creme, no rosto todo e no cabelo, além dos peitos dela, pois a pele brilhava e fedia a cloro enquanto ela se penteava, mesmo com esses grumos de porra, pois dava pra notar alguns pedaços no cabelo e na bochecha.
Sandra.⸻ Oi, amor, como você tá?... Eu terminei de lavar roupa.. e passei um pouco de protetor solar enquanto conversava com ele.Passou direto enquanto arrumava o cabelo num rabo de cavalo, rebolando a bunda e com a perna ainda melada, além dos joelhos vermelhos.
Foi aí que eu soube que minha namorada era uma puta, tinha virado mais vadia ainda, a bunduda da quadra...
3 comentários - O pedreiro rouba e faz minha namorada virar puta (Pt. 3)