Depois de ver o vídeo onde eu aparecia que, como um nojento tarado, observava babando como um pervertido fodendo minha mãe, me deu um estado de angústia e ansiedade tão grande que eu praticamente subia pelas paredes.
Não podia falar com ninguém sobre o que tinha acontecido porque ninguém podia me ajudar. Não podia contar pra minha mãe porque já era uma vergonha pra ela que fosse infiel ao meu pai e que eu não só soubesse disso, mas também tivesse sido espectador e não tivesse feito nada pra evitar. Também não podia contar pro meu pai porque ele não sabia da infidelidade da mulher e poderia ser motivo de divórcio e de escárnio público. Nem pros meus amigos porque a fofoca se espalharia e todo mundo ficaria sabendo, pra vergonha minha e da minha família. Pros professores também não, nem pra polícia, nem pra ninguém, já que não era um ato criminoso, mas sim um assunto interno da minha família. Tinha que resolver sozinho, mas não sabia como.
O que era evidente pra mim é que eu não podia deixar o vídeo chegar na minha mãe nem no meu pai. Eu estava nas mãos do pervertido que podia fazer comigo o que quisesse.
No meio das minhas divagações, meu celular tocou. Peguei sem pensar e sem olhar quem era.
Sim?Respondi de forma breve e brusca.
Não me diga que desta vez você não viu?Ouvi uma voz grave do outro lado da linha, mas não sabia quem era nem do que estava falando, então respondi com uma pergunta:
Como?Também não vai me dizer que não gostou, porque, pela cara que você estava, quase gozou ali mesmo?Ouvindo ele, de repente percebi quem tinha me ligado, mas, surpreso e apavorado, fiquei em silêncio, o que fez o cara me ameaçar num tom mais seco e violento:
Não tenta me bloquear, moleque, porque eu mando o vídeo não só pra sua mãe, mas pra todos os contatos que ela tem no celular, incluindo o corno do seu pai.Agora sim respondi, apavorado com um monossílabo:
Não!Não é?Não… não… não bloqueio ele.Bom garoto!Não… não é minha mãe!O quê? Quem não é sua mãe? Aquela que você viu transando?Não era ela. Não vi o rosto dela.Mas você bem que viu o cu e a buceta dela enquanto eu comia ela.Após uma breve pausa, continuou:
Você não a reconheceu pela bunda, porque ela tem bem grande e você não parou de olhar pra ela de pau duro?Ela riu depois da pergunta.
Não era ela.Continuei negando a evidência teimosamente, ao que o sujeito me respondeu:
Se você quer ver a cara de safada dela enquanto eu como ela, tá convidado pro próximo fodaço que eu der nela.Fiquei assustado e em silêncio. Foi o cara que continuou:
Você já sabe onde eu moro. Amanhã te espero às treze menos quinze na minha casa e seja pontual se não quiser que eu pegue você, sua mamãezinha doce.Não… não quero!Não quer o quê? Não quer ver como eu me acabo de gozar? Pois ontem você bem que viu, babando como o viciado filho da puta que você é, e quase se acabou ali mesmo, moleque.Como ela continuava sem falar, o cara continuou:
E se você não estiver aqui, na minha casa, amanhã à uma menos um quarto eu mando o vídeo pra sua querida mamãezinha. Tá me entendendo, moleque?Sim… sim… eu vou! Mas não… não quero que ele saiba… não quero que ele me veja!Eita! Você é todo contraditório, garoto! Se não é sua mamãezinha, que diferença faz se ela te vê ou não?Uma breve pausa e continuou:
Eu também não quero que ele te veja. Quero continuar comendo ela e, se ele te vir como espectador, talvez ele se acanhe um pouco. Né, garoto? Ou talvez deixe ela ainda mais excitada e ela queira fazer um ménage, que você meta nela também por essa buceta peluda que ela tem.Como eu continuava em silêncio, ele finalizou com uma ameaça:
Vem sozinho e não bloqueia meu número se não quiser que eu mande o vídeo pra todo mundo.E desligou a ligação, me deixando olhando chocado pro meu celular.
Agora sim eu estava sobrecarregado, mas… também de pau duro. Pensar que eu ia ver como fodia minha mãe tinha deixado meu pau a mil, mas… era minha mãe que eu ia ver transar? Era minha mãe que ele tinha fodido pelo menos em duas ocasiões?
Eu não confiava nada naquele pervertido. Ele estava me chantageando, mas pra quê? O que ele queria? Será que ele também chantageava a minha mãe e por isso comia ela?
E além disso, como ele tinha conseguido meu número de celular? Aí eu percebi o que ele tinha falado, que tinha todos os contatos do celular da minha mãe. Como ele tinha obtido? Ele tinha acessado o celular dela ou ela tinha dado pra ele?
Um monte de perguntas veio à minha mente, mas eu estava preocupado, muito preocupado, e... excitado... de pau duro. Era contraditório, como o pervertido tinha me dito!
Fugi da minha mãe e depois do meu pai a noite toda e, na cama, tive dificuldade pra dormir, pensando no que fazer, e sonhei que era eu que comia ela na frente de um monte de conhecidos, entre os quais estavam meu pai, meus avós, meus amigos, os professores, …, todo mundo como disse o pervertido.
Na manhã seguinte acordei molhado e não era exatamente que eu tinha mijado, mas sim gozado, porque o cheiro que impregnava a parte da frente da minha cueca e da calça do meu pijama era de esperma.
Tomei o café da manhã na correria pra não cruzar com a minha mãe, que tava ocupada em outra parte da casa.
E era quinze para a uma, eu estava chamando no interfone do pervertido, não sem antes me certificar de que minha mãe não estivesse à vista e pudesse me ver. Fui ao encontro por medo de que o sujeito cumprisse a ameaça e enviasse o vídeo, mas também por tesão de ver de novo transando a gostosa da mulher de tetas grandes e empinadas e bunda grossa e carnuda… minha mãe? Eu também tinha a certeza de que estava me metendo na boca do lobo e que isso me traria ainda mais problemas, mas, inconscientemente, decidi continuar, provavelmente impulsionado pela força do desejo, de ver fuder… minha mãe nua.
Logo em seguida, ouvi o barulho da porta do portão sendo destrancada e, empurrando, consegui entrar no prédio, chamando o elevador dessa vez. Eu estava muito nervoso, com o coração batendo a mil, e até com vergonha de continuar seguindo o jogo perigoso do tarado.
A espera foi curta, embora tenha me dado tempo de ler o nome que estava nas caixas de correio do prédio e não lembro de ter escutado ou ouvido seu nome e sobrenome antes, ou talvez sim, por ser um nome tão comum, o nome mais comum de todo o mundo hispânico, ordinário como ele era, o pervertido.
Assim que cheguei ao andar, encontrei a porta do apartamento do cara fechada e, quando fui apertar a campainha, uma voz grave soou atrás de mim, me surpreendendo e assustando.
Bem-vindo, garoto!Me virei para ele com tanta rapidez que perdi o equilíbrio e quase caí no chão.
Relaxa, garoto!O pervertido me disse, olhando pra mim com um sorriso entre irônico e depravado, e, quando eu, mesmo muito nervoso, estava estabilizado, ele me ordenou:
Tira a roupa!Como… como é?Tira a roupa, garoto, se não quiser que eu arranque na porrada!Fiquei gelado de puro terror, sem mover um único músculo e sem dizer nada. Meu rosto mostrava o grau de agitação que eu tinha e que seguramente fez o cara querer me acalmar, não por piedade, mas pra que eu não fodesse o jogo perverso dele.
Relaxa, garoto, não sou um viado que quer te comer! Só quero ver se você tá escondendo alguma coisa, tipo, por exemplo, um canivete! algo com que você possa me atacar!Não… não tô usando nada!Tira a roupa… e não vou repetir!Aqui?Sim, bem aqui.Fui tirando a roupa e, conforme eu ia tirando, ele ia pegando e examinando.
Parei quando só me restava a calcinha e o interroguei com o olhar, para ver se ele se apiedava da minha vergonha, mas ele, implacável, me respondeu sem parar de sorrir:
Sim, tudo! Fica pelado, deixa eu ver teu pau!Tirando rápido a única peça que ainda me restava, estendi pra ele, enquanto cobria com uma mão o meio das pernas.
Aham! Foda-se sua roupa e pra dentro!Ela me disse depois de uma olhada praticamente instantânea na minha última peça de roupa e, abrindo a porta da casa dela, me indicou com um movimento de cabeça que passasse primeiro.
Abraçando o amontoado em que minha roupa tinha se transformado, entrei, o cara fechando a porta atrás de mim enquanto me indicava, diante das minhas dúvidas:
Lá no fundo! Você já conhece o caminho! Segue o cheiro inconfundível de buceta da sua mamãezinha!Andei pelada com o monte de roupa nos braços, um dos meus tênis caindo no chão. Me abaixei pra pegar, ouvindo o tarado que ria e me dava um chute numa das bundas.
Envergonhado e assustado, entrei no quarto onde o cara tinha se jogado em cima da… minha mãe?, e ele bem que me lembrou disso rindo:
Bem-vindo à cama onde eu como a sua mãezinha!Naquele momento o interfone tocou.
A gostosa da sua mamãe já chegou! Ela vem atrás do seu pó diário delicioso!Disse o pervertido e, após uma breve olhada na tela do aparelho, apertou um botão que devia ser o que abria a porta do portão.
Ela se aproximou rápido de onde eu estava e, abrindo a porta do único armário que tinha no quarto, pegou minhas roupas e jogou tudo lá dentro. Em seguida, me empurrou pra dentro também, enquanto dizia:
Daqui você vai ver tudo, garoto, mas se fizer qualquer barulho, sua mãezinha vai te pegar pelado, e aí vai ter que explicar!Fechando a porta do armário, ela me deixou ali chocado, pisando nas minhas próprias roupas. Embora não houvesse luz lá dentro, eu conseguia ver pelas frestas da porta o lado de fora.
Não demorei a ouvir o barulho da porta da casa se abrindo e a voz do cara, perguntando:
Tá usando o fio-dental que eu te dei?Sim.Ouvi a resposta em voz baixa de uma mulher que não identifiquei como minha mãe.
Já vamos ver! Entra! Você já sabe onde!Disse o sujeito, ouvindo em seguida uns saltos altos se aproximando.
Meu coração batia a mil e, se eu pudesse, teria saído dali o mais rápido possível.
Alguém entrou no quarto. Eu a vi pelas frestas da porta do armário. Era uma mulher.
Dei uma cheirada no seu perfume e me pareceu familiar, familiar demais.
Eu vi o rosto dela! Era... minha mãe! Minha mãe! Minha mãe!
Recuei assustado ao identificá-la, batendo minhas costas no fundo do armário, embora felizmente não fiz barulho ou foi o que eu achei.
Sem perder tempo, ela tratou de abrir os botões da saia que estava usando e, ao tirá-la pelos pés, vi sua bunda nua. Uma meia-calça preta de renda cobria suas pernas torneadas até praticamente a totalidade das coxas.
Ela colocou a saia sobre a única cadeira que havia no quarto e começou a desabotoar a camisa que estava usando. Vi o sutiã, preto de renda, que cobria seus peitos grandes e empinados.
Ela tirou a camisa e agora sim pude ver aquelas nádegas grossas e uma calcinha fio-dental minúscula, preta e transparente, que sumia na racha do seu rabo carnudo, e que na frente mal cobria a buceta, embora a transparência não deixasse nada para a imaginação.
Depois de colocar a camisa na cadeira, em cima da saia, levou uma das mãos para as costas para soltar o sutiã que mal segurava seus peitos grandes, aparecendo naquele momento o pervertido que lhe disse:
Eu tiro isso de você!O cara deu um empurrãozinho leve nela de um jeito que a colocou de frente pro armário onde eu estava.
Vi o rosto dela de perto, a menos de meio metro de onde eu estava.
Ela estava com os lábios pintados de vermelho berrante e sombra escura nos olhos. Nunca a tinha visto sair assim na rua! Tão…! E uma palavra cruzou naquele momento pela minha mente: vadia! Tão vadia!
O cara soltou o sutiã dela, deixando os peitos redondos e empinados dela à mostra.
Deixando a peça cair no chão, as mãos do pervertido pegaram as tetas da minha mãe, apalpando-as lentamente, enquanto sussurrava no ouvido dela:
Como eu amo suas tetas, Rosi! Tão grandes, tão macias, com esses bicos gordos e duros que nem pedra!Deixando os peitos serem apertados, minha mãe fechou os olhos e os lábios, apertando-os com força com uma sensação de nojo mal contida, enquanto o sujeito agora dava longas lambidas numa lateral do pescoço e numa das orelhas dela.
Diante da falta de reação da minha mãe, o pervertido, soltando os peitos dela, deu um tapa forte e sonoro numa das nádegas nuas dela, e ordenou:
Vem pra cama! Vamos foder!Naquele momento eu percebi que o cara estava completamente pelado e uma forte ereção levantava seu pau grosso e congestionado em direção ao teto.
Os dois se aproximando da cama, o homem, segurando-a por um dos antebraços, a fez virar-se para ele e, empurrando-a levemente, a fez cair de costas na cama.
Minha mãe usava como únicas peças a calcinha fio-dental minúscula, as meias-calças pretas e os sapatos de salto alto.
A calcinha ficou pouco tempo no lugar porque o cara, inclinando-se pra frente, pegou ela pelas laterais, uma mão em cada lado, e, puxando, tirou pelos pés, e ela ajudou levantando as pernas pra facilitar que ele tirasse.
Eu vi então a buceta dela, mal coberta por uma fina faixa de pelos pubianos castanho-claros.
Uma vez com o fio-dental na mão, o cara levou-o ao nariz e, sem desviar o olhar da minha mãe, cheirou-o profundamente por vários segundos, para depois jogá-lo com desdém em direção ao armário onde eu estava escondido.
Em seguida, ele separou as coxas da minha mãe com as mãos, posicionando-se entre elas, e, inclinando-se para frente, colocou as mãos sobre o colchão, uma de cada lado da cabeça da minha mãe.
Ele então dirigiu o pau ereto para a buceta e esfregou insistentemente entre os lábios vaginais, fazendo ela soltar um suspiro profundo e fechar os olhos, penetrando-a em seguida lentamente, aos poucos, e, quanto mais o membro entrava, mais minha mãe suspirava, revirando os olhos e até fechando-os.
Naquele momento não me deu a impressão de que ele a estivesse estuprando, que a estivesse fodendo contra a vontade dela, mas sim que ela gostava que ele a fodesse.
Assim que o cipote inteiro desapareceu lá dentro, ele o manteve ali, nas profundezas da buceta da minha mãe, por alguns segundos que pareceram eternos, olhando para o rosto dela o tempo todo, o pervertido, sorrindo de forma mórbida para ela, sabendo que a tinha em seu poder, tanto ela quanto o filho dela, e que podia fazer com eles tudo o que quisesse.
Abrindo os olhos, minha mãe viu a cara de superioridade e perversão dele, e uma careta de medo contraiu seu rosto.
Foi então que o cara, sem parar de olhá-la sorridente, começou, com a força dos quadris e das nádegas, a tirar lentamente o pau e, quando estava quase fora, enfiou de novo devagar, sem pressa.
Repetiu o mete-saca várias vezes, aumentando aos poucos o ritmo da foda, assim como os gemidos e suspiros da minha mãe iam aumentando.
O ritmo era frenético, montando na minha mãe, e ela gritava de prazer prestes a alcançar o orgasmo, quando… tocou um celular!
Era o meu! Meu coração disparou! Não, eu não tinha desligado e agora ele troava pelo quarto inteiro!
Fiquei petrificado! E quando reagi, me agachei pra pegar, fazendo um estrondo, e quase caí pra fora do armário, derrubando a porta.
Tateando desesperado nos bolsos, encontrei e, pegando com a mão, me levantei no exato momento em que a porta do armário se abriu, aparecendo o pervertido com cara de quem gozou muito mal e arrancou de mim num instante da mão, fechando de novo a porta do armário.
Quem porra é você, filho da puta, que me fode uma transa do caralho?Eu ovi ele gritar furioso pelo celular que tinha me ligado.
Espiando pelas frestas da porta, vi que ele fazia um gesto pra minha mãe, que continuava deitada de barriga pra cima na cama e com as pernas bem abertas. Ele sinalizava pra ela não levantar da cama.
Com o celular na mão, ele deve ter saído do quarto porque deixei de vê-lo, embora tenha ouvido ele gritando ao telefone, até que seus gritos abafaram quando fechou a porta, deixando minha mãe e eu sozinhas dentro do quarto.
Mesmo assim, eu ainda podia ouvi-la gritando:
Quem sou eu? Sou o cara que tá comendo a gostosa da sua mulher!O que? Onde está seu filho? Agora ele tá ocupado! Tá se acabando na punheta vendo como eu como a mãezinha dele!Claro que sei quem você é! É óbvio que sei! Você é o marido corno da gostosa que eu como todos os dias!Embora a ouvisse, não lhe dava atenção, observando pelas frestas da porta que ela continuava deitada de barriga pra cima na cama, completamente nua e com as coxas bem afastadas, mostrando bem aberta sua suculenta e brilhante sorriso vertical.
Apoiando-se nos antebraços, dirigiu, com desconfiança, o olhar para o armário onde eu estava. Não acreditava que pudesse me ver através das frestas da porta, mas o que ela suspeitava era que tinha uma puta trancada ali, que tinha alguém espiando dentro do armário enquanto comiam ela.
Meu coração batia a mil e eu suava copiosamente de puro medo de que minha mãe me descobrisse pelado vendo como um desconhecido comia ela.
A vi por um momento hesitar sobre o que fazer, até que, finalmente, sem parar de olhar o armário, ela se levantou devagar da cama e foi na direção de onde eu estava. Esticou o braço em direção à maçaneta da porta e, quando eu estava prestes a gritar e ter um infarto, a porta do quarto se abriu, aparecendo o pervertido que, ao vê-la de pé, gritou furioso com ela, jogando o celular num canto do quarto:
Que porra você tá fazendo? Eu te disse pra levantar? Não! Né? Volta pra cama! A foder!Num salto, minha mãe se afastou do armário, se aproximando de novo da cama, mas o cara, segurando ela pelo antebraço, a deteve gritando de novo:
Calma! Você não foi obediente e precisa ser castigada!Ela se sentou em seguida no colchão e, puxando minha mãe, a colocou de bruços sobre as coxas, e começou a dar tapas fortes e sonoros na bunda dela, fazendo com que ela gritasse de dor e tentasse bloquear inutilmente os tapas com um dos braços, enquanto chutava no ar.
Ai, ai, não, não, por favor, não!Ela gemia soluçando e chutava no ar, enquanto o pervertido, sem parar de açoitá-la com força nas nádegas, gritava pra ela:
Você foi malvada, muito malvada, e toda garota má tem que ser castigada!Durou pouco tempo a surra, mas o suficiente pra meu pau pulsar e começar a soltar porra. Ver como açoitavam a bunda da minha mãe pelada tinha me deixado muito excitado e meu pau reagiu da forma mais natural.
Me acabei sem fazer o menor barulho ou, pelo menos, foi o que supus, segurando com uma das mãos o membro pulsando e com a outra tapando a saída do fluido prazeroso.
Quando voltei a olhar pelas frestas, vi o cara sentado no colchão com as pernas abertas e minha mãe de joelhos entre as pernas dele. Ela estava de costas pra onde eu estava, e eu só conseguia ver aquela bunda gostosa e um movimento de cabeça e braços mais do que suspeito.
Ele estava chupando o pau dela! Estava mamando! Fim do primeiro capítulo
Não podia falar com ninguém sobre o que tinha acontecido porque ninguém podia me ajudar. Não podia contar pra minha mãe porque já era uma vergonha pra ela que fosse infiel ao meu pai e que eu não só soubesse disso, mas também tivesse sido espectador e não tivesse feito nada pra evitar. Também não podia contar pro meu pai porque ele não sabia da infidelidade da mulher e poderia ser motivo de divórcio e de escárnio público. Nem pros meus amigos porque a fofoca se espalharia e todo mundo ficaria sabendo, pra vergonha minha e da minha família. Pros professores também não, nem pra polícia, nem pra ninguém, já que não era um ato criminoso, mas sim um assunto interno da minha família. Tinha que resolver sozinho, mas não sabia como.
O que era evidente pra mim é que eu não podia deixar o vídeo chegar na minha mãe nem no meu pai. Eu estava nas mãos do pervertido que podia fazer comigo o que quisesse.
No meio das minhas divagações, meu celular tocou. Peguei sem pensar e sem olhar quem era.
Sim?Respondi de forma breve e brusca.
Não me diga que desta vez você não viu?Ouvi uma voz grave do outro lado da linha, mas não sabia quem era nem do que estava falando, então respondi com uma pergunta:
Como?Também não vai me dizer que não gostou, porque, pela cara que você estava, quase gozou ali mesmo?Ouvindo ele, de repente percebi quem tinha me ligado, mas, surpreso e apavorado, fiquei em silêncio, o que fez o cara me ameaçar num tom mais seco e violento:
Não tenta me bloquear, moleque, porque eu mando o vídeo não só pra sua mãe, mas pra todos os contatos que ela tem no celular, incluindo o corno do seu pai.Agora sim respondi, apavorado com um monossílabo:
Não!Não é?Não… não… não bloqueio ele.Bom garoto!Não… não é minha mãe!O quê? Quem não é sua mãe? Aquela que você viu transando?Não era ela. Não vi o rosto dela.Mas você bem que viu o cu e a buceta dela enquanto eu comia ela.Após uma breve pausa, continuou:
Você não a reconheceu pela bunda, porque ela tem bem grande e você não parou de olhar pra ela de pau duro?Ela riu depois da pergunta.
Não era ela.Continuei negando a evidência teimosamente, ao que o sujeito me respondeu:
Se você quer ver a cara de safada dela enquanto eu como ela, tá convidado pro próximo fodaço que eu der nela.Fiquei assustado e em silêncio. Foi o cara que continuou:
Você já sabe onde eu moro. Amanhã te espero às treze menos quinze na minha casa e seja pontual se não quiser que eu pegue você, sua mamãezinha doce.Não… não quero!Não quer o quê? Não quer ver como eu me acabo de gozar? Pois ontem você bem que viu, babando como o viciado filho da puta que você é, e quase se acabou ali mesmo, moleque.Como ela continuava sem falar, o cara continuou:
E se você não estiver aqui, na minha casa, amanhã à uma menos um quarto eu mando o vídeo pra sua querida mamãezinha. Tá me entendendo, moleque?Sim… sim… eu vou! Mas não… não quero que ele saiba… não quero que ele me veja!Eita! Você é todo contraditório, garoto! Se não é sua mamãezinha, que diferença faz se ela te vê ou não?Uma breve pausa e continuou:
Eu também não quero que ele te veja. Quero continuar comendo ela e, se ele te vir como espectador, talvez ele se acanhe um pouco. Né, garoto? Ou talvez deixe ela ainda mais excitada e ela queira fazer um ménage, que você meta nela também por essa buceta peluda que ela tem.Como eu continuava em silêncio, ele finalizou com uma ameaça:
Vem sozinho e não bloqueia meu número se não quiser que eu mande o vídeo pra todo mundo.E desligou a ligação, me deixando olhando chocado pro meu celular.
Agora sim eu estava sobrecarregado, mas… também de pau duro. Pensar que eu ia ver como fodia minha mãe tinha deixado meu pau a mil, mas… era minha mãe que eu ia ver transar? Era minha mãe que ele tinha fodido pelo menos em duas ocasiões?
Eu não confiava nada naquele pervertido. Ele estava me chantageando, mas pra quê? O que ele queria? Será que ele também chantageava a minha mãe e por isso comia ela?
E além disso, como ele tinha conseguido meu número de celular? Aí eu percebi o que ele tinha falado, que tinha todos os contatos do celular da minha mãe. Como ele tinha obtido? Ele tinha acessado o celular dela ou ela tinha dado pra ele?
Um monte de perguntas veio à minha mente, mas eu estava preocupado, muito preocupado, e... excitado... de pau duro. Era contraditório, como o pervertido tinha me dito!
Fugi da minha mãe e depois do meu pai a noite toda e, na cama, tive dificuldade pra dormir, pensando no que fazer, e sonhei que era eu que comia ela na frente de um monte de conhecidos, entre os quais estavam meu pai, meus avós, meus amigos, os professores, …, todo mundo como disse o pervertido.
Na manhã seguinte acordei molhado e não era exatamente que eu tinha mijado, mas sim gozado, porque o cheiro que impregnava a parte da frente da minha cueca e da calça do meu pijama era de esperma.
Tomei o café da manhã na correria pra não cruzar com a minha mãe, que tava ocupada em outra parte da casa.
E era quinze para a uma, eu estava chamando no interfone do pervertido, não sem antes me certificar de que minha mãe não estivesse à vista e pudesse me ver. Fui ao encontro por medo de que o sujeito cumprisse a ameaça e enviasse o vídeo, mas também por tesão de ver de novo transando a gostosa da mulher de tetas grandes e empinadas e bunda grossa e carnuda… minha mãe? Eu também tinha a certeza de que estava me metendo na boca do lobo e que isso me traria ainda mais problemas, mas, inconscientemente, decidi continuar, provavelmente impulsionado pela força do desejo, de ver fuder… minha mãe nua.
Logo em seguida, ouvi o barulho da porta do portão sendo destrancada e, empurrando, consegui entrar no prédio, chamando o elevador dessa vez. Eu estava muito nervoso, com o coração batendo a mil, e até com vergonha de continuar seguindo o jogo perigoso do tarado.
A espera foi curta, embora tenha me dado tempo de ler o nome que estava nas caixas de correio do prédio e não lembro de ter escutado ou ouvido seu nome e sobrenome antes, ou talvez sim, por ser um nome tão comum, o nome mais comum de todo o mundo hispânico, ordinário como ele era, o pervertido.
Assim que cheguei ao andar, encontrei a porta do apartamento do cara fechada e, quando fui apertar a campainha, uma voz grave soou atrás de mim, me surpreendendo e assustando.
Bem-vindo, garoto!Me virei para ele com tanta rapidez que perdi o equilíbrio e quase caí no chão.
Relaxa, garoto!O pervertido me disse, olhando pra mim com um sorriso entre irônico e depravado, e, quando eu, mesmo muito nervoso, estava estabilizado, ele me ordenou:
Tira a roupa!Como… como é?Tira a roupa, garoto, se não quiser que eu arranque na porrada!Fiquei gelado de puro terror, sem mover um único músculo e sem dizer nada. Meu rosto mostrava o grau de agitação que eu tinha e que seguramente fez o cara querer me acalmar, não por piedade, mas pra que eu não fodesse o jogo perverso dele.
Relaxa, garoto, não sou um viado que quer te comer! Só quero ver se você tá escondendo alguma coisa, tipo, por exemplo, um canivete! algo com que você possa me atacar!Não… não tô usando nada!Tira a roupa… e não vou repetir!Aqui?Sim, bem aqui.Fui tirando a roupa e, conforme eu ia tirando, ele ia pegando e examinando.
Parei quando só me restava a calcinha e o interroguei com o olhar, para ver se ele se apiedava da minha vergonha, mas ele, implacável, me respondeu sem parar de sorrir:
Sim, tudo! Fica pelado, deixa eu ver teu pau!Tirando rápido a única peça que ainda me restava, estendi pra ele, enquanto cobria com uma mão o meio das pernas.
Aham! Foda-se sua roupa e pra dentro!Ela me disse depois de uma olhada praticamente instantânea na minha última peça de roupa e, abrindo a porta da casa dela, me indicou com um movimento de cabeça que passasse primeiro.
Abraçando o amontoado em que minha roupa tinha se transformado, entrei, o cara fechando a porta atrás de mim enquanto me indicava, diante das minhas dúvidas:
Lá no fundo! Você já conhece o caminho! Segue o cheiro inconfundível de buceta da sua mamãezinha!Andei pelada com o monte de roupa nos braços, um dos meus tênis caindo no chão. Me abaixei pra pegar, ouvindo o tarado que ria e me dava um chute numa das bundas.
Envergonhado e assustado, entrei no quarto onde o cara tinha se jogado em cima da… minha mãe?, e ele bem que me lembrou disso rindo:
Bem-vindo à cama onde eu como a sua mãezinha!Naquele momento o interfone tocou.
A gostosa da sua mamãe já chegou! Ela vem atrás do seu pó diário delicioso!Disse o pervertido e, após uma breve olhada na tela do aparelho, apertou um botão que devia ser o que abria a porta do portão.
Ela se aproximou rápido de onde eu estava e, abrindo a porta do único armário que tinha no quarto, pegou minhas roupas e jogou tudo lá dentro. Em seguida, me empurrou pra dentro também, enquanto dizia:
Daqui você vai ver tudo, garoto, mas se fizer qualquer barulho, sua mãezinha vai te pegar pelado, e aí vai ter que explicar!Fechando a porta do armário, ela me deixou ali chocado, pisando nas minhas próprias roupas. Embora não houvesse luz lá dentro, eu conseguia ver pelas frestas da porta o lado de fora.
Não demorei a ouvir o barulho da porta da casa se abrindo e a voz do cara, perguntando:
Tá usando o fio-dental que eu te dei?Sim.Ouvi a resposta em voz baixa de uma mulher que não identifiquei como minha mãe.
Já vamos ver! Entra! Você já sabe onde!Disse o sujeito, ouvindo em seguida uns saltos altos se aproximando.
Meu coração batia a mil e, se eu pudesse, teria saído dali o mais rápido possível.
Alguém entrou no quarto. Eu a vi pelas frestas da porta do armário. Era uma mulher.
Dei uma cheirada no seu perfume e me pareceu familiar, familiar demais.
Eu vi o rosto dela! Era... minha mãe! Minha mãe! Minha mãe!
Recuei assustado ao identificá-la, batendo minhas costas no fundo do armário, embora felizmente não fiz barulho ou foi o que eu achei.
Sem perder tempo, ela tratou de abrir os botões da saia que estava usando e, ao tirá-la pelos pés, vi sua bunda nua. Uma meia-calça preta de renda cobria suas pernas torneadas até praticamente a totalidade das coxas.
Ela colocou a saia sobre a única cadeira que havia no quarto e começou a desabotoar a camisa que estava usando. Vi o sutiã, preto de renda, que cobria seus peitos grandes e empinados.
Ela tirou a camisa e agora sim pude ver aquelas nádegas grossas e uma calcinha fio-dental minúscula, preta e transparente, que sumia na racha do seu rabo carnudo, e que na frente mal cobria a buceta, embora a transparência não deixasse nada para a imaginação.
Depois de colocar a camisa na cadeira, em cima da saia, levou uma das mãos para as costas para soltar o sutiã que mal segurava seus peitos grandes, aparecendo naquele momento o pervertido que lhe disse:
Eu tiro isso de você!O cara deu um empurrãozinho leve nela de um jeito que a colocou de frente pro armário onde eu estava.
Vi o rosto dela de perto, a menos de meio metro de onde eu estava.
Ela estava com os lábios pintados de vermelho berrante e sombra escura nos olhos. Nunca a tinha visto sair assim na rua! Tão…! E uma palavra cruzou naquele momento pela minha mente: vadia! Tão vadia!
O cara soltou o sutiã dela, deixando os peitos redondos e empinados dela à mostra.
Deixando a peça cair no chão, as mãos do pervertido pegaram as tetas da minha mãe, apalpando-as lentamente, enquanto sussurrava no ouvido dela:
Como eu amo suas tetas, Rosi! Tão grandes, tão macias, com esses bicos gordos e duros que nem pedra!Deixando os peitos serem apertados, minha mãe fechou os olhos e os lábios, apertando-os com força com uma sensação de nojo mal contida, enquanto o sujeito agora dava longas lambidas numa lateral do pescoço e numa das orelhas dela.
Diante da falta de reação da minha mãe, o pervertido, soltando os peitos dela, deu um tapa forte e sonoro numa das nádegas nuas dela, e ordenou:
Vem pra cama! Vamos foder!Naquele momento eu percebi que o cara estava completamente pelado e uma forte ereção levantava seu pau grosso e congestionado em direção ao teto.
Os dois se aproximando da cama, o homem, segurando-a por um dos antebraços, a fez virar-se para ele e, empurrando-a levemente, a fez cair de costas na cama.
Minha mãe usava como únicas peças a calcinha fio-dental minúscula, as meias-calças pretas e os sapatos de salto alto.
A calcinha ficou pouco tempo no lugar porque o cara, inclinando-se pra frente, pegou ela pelas laterais, uma mão em cada lado, e, puxando, tirou pelos pés, e ela ajudou levantando as pernas pra facilitar que ele tirasse.
Eu vi então a buceta dela, mal coberta por uma fina faixa de pelos pubianos castanho-claros.
Uma vez com o fio-dental na mão, o cara levou-o ao nariz e, sem desviar o olhar da minha mãe, cheirou-o profundamente por vários segundos, para depois jogá-lo com desdém em direção ao armário onde eu estava escondido.
Em seguida, ele separou as coxas da minha mãe com as mãos, posicionando-se entre elas, e, inclinando-se para frente, colocou as mãos sobre o colchão, uma de cada lado da cabeça da minha mãe.
Ele então dirigiu o pau ereto para a buceta e esfregou insistentemente entre os lábios vaginais, fazendo ela soltar um suspiro profundo e fechar os olhos, penetrando-a em seguida lentamente, aos poucos, e, quanto mais o membro entrava, mais minha mãe suspirava, revirando os olhos e até fechando-os.
Naquele momento não me deu a impressão de que ele a estivesse estuprando, que a estivesse fodendo contra a vontade dela, mas sim que ela gostava que ele a fodesse.
Assim que o cipote inteiro desapareceu lá dentro, ele o manteve ali, nas profundezas da buceta da minha mãe, por alguns segundos que pareceram eternos, olhando para o rosto dela o tempo todo, o pervertido, sorrindo de forma mórbida para ela, sabendo que a tinha em seu poder, tanto ela quanto o filho dela, e que podia fazer com eles tudo o que quisesse.
Abrindo os olhos, minha mãe viu a cara de superioridade e perversão dele, e uma careta de medo contraiu seu rosto.
Foi então que o cara, sem parar de olhá-la sorridente, começou, com a força dos quadris e das nádegas, a tirar lentamente o pau e, quando estava quase fora, enfiou de novo devagar, sem pressa.
Repetiu o mete-saca várias vezes, aumentando aos poucos o ritmo da foda, assim como os gemidos e suspiros da minha mãe iam aumentando.
O ritmo era frenético, montando na minha mãe, e ela gritava de prazer prestes a alcançar o orgasmo, quando… tocou um celular!
Era o meu! Meu coração disparou! Não, eu não tinha desligado e agora ele troava pelo quarto inteiro!
Fiquei petrificado! E quando reagi, me agachei pra pegar, fazendo um estrondo, e quase caí pra fora do armário, derrubando a porta.
Tateando desesperado nos bolsos, encontrei e, pegando com a mão, me levantei no exato momento em que a porta do armário se abriu, aparecendo o pervertido com cara de quem gozou muito mal e arrancou de mim num instante da mão, fechando de novo a porta do armário.
Quem porra é você, filho da puta, que me fode uma transa do caralho?Eu ovi ele gritar furioso pelo celular que tinha me ligado.
Espiando pelas frestas da porta, vi que ele fazia um gesto pra minha mãe, que continuava deitada de barriga pra cima na cama e com as pernas bem abertas. Ele sinalizava pra ela não levantar da cama.
Com o celular na mão, ele deve ter saído do quarto porque deixei de vê-lo, embora tenha ouvido ele gritando ao telefone, até que seus gritos abafaram quando fechou a porta, deixando minha mãe e eu sozinhas dentro do quarto.
Mesmo assim, eu ainda podia ouvi-la gritando:
Quem sou eu? Sou o cara que tá comendo a gostosa da sua mulher!O que? Onde está seu filho? Agora ele tá ocupado! Tá se acabando na punheta vendo como eu como a mãezinha dele!Claro que sei quem você é! É óbvio que sei! Você é o marido corno da gostosa que eu como todos os dias!Embora a ouvisse, não lhe dava atenção, observando pelas frestas da porta que ela continuava deitada de barriga pra cima na cama, completamente nua e com as coxas bem afastadas, mostrando bem aberta sua suculenta e brilhante sorriso vertical.
Apoiando-se nos antebraços, dirigiu, com desconfiança, o olhar para o armário onde eu estava. Não acreditava que pudesse me ver através das frestas da porta, mas o que ela suspeitava era que tinha uma puta trancada ali, que tinha alguém espiando dentro do armário enquanto comiam ela.
Meu coração batia a mil e eu suava copiosamente de puro medo de que minha mãe me descobrisse pelado vendo como um desconhecido comia ela.
A vi por um momento hesitar sobre o que fazer, até que, finalmente, sem parar de olhar o armário, ela se levantou devagar da cama e foi na direção de onde eu estava. Esticou o braço em direção à maçaneta da porta e, quando eu estava prestes a gritar e ter um infarto, a porta do quarto se abriu, aparecendo o pervertido que, ao vê-la de pé, gritou furioso com ela, jogando o celular num canto do quarto:
Que porra você tá fazendo? Eu te disse pra levantar? Não! Né? Volta pra cama! A foder!Num salto, minha mãe se afastou do armário, se aproximando de novo da cama, mas o cara, segurando ela pelo antebraço, a deteve gritando de novo:
Calma! Você não foi obediente e precisa ser castigada!Ela se sentou em seguida no colchão e, puxando minha mãe, a colocou de bruços sobre as coxas, e começou a dar tapas fortes e sonoros na bunda dela, fazendo com que ela gritasse de dor e tentasse bloquear inutilmente os tapas com um dos braços, enquanto chutava no ar.
Ai, ai, não, não, por favor, não!Ela gemia soluçando e chutava no ar, enquanto o pervertido, sem parar de açoitá-la com força nas nádegas, gritava pra ela:
Você foi malvada, muito malvada, e toda garota má tem que ser castigada!Durou pouco tempo a surra, mas o suficiente pra meu pau pulsar e começar a soltar porra. Ver como açoitavam a bunda da minha mãe pelada tinha me deixado muito excitado e meu pau reagiu da forma mais natural.
Me acabei sem fazer o menor barulho ou, pelo menos, foi o que supus, segurando com uma das mãos o membro pulsando e com a outra tapando a saída do fluido prazeroso.
Quando voltei a olhar pelas frestas, vi o cara sentado no colchão com as pernas abertas e minha mãe de joelhos entre as pernas dele. Ela estava de costas pra onde eu estava, e eu só conseguia ver aquela bunda gostosa e um movimento de cabeça e braços mais do que suspeito.
Ele estava chupando o pau dela! Estava mamando! Fim do primeiro capítulo
0 comentários - Por que você fode a mamãe e quer que eu veja?