Acordei com o som de vibração do meu celular. Minha mulher estava me ligando pra perguntar como tinha sido com a minha mãe. Não cheguei a atender, mas já estava acordado. Estava sozinho e pelado na cama. Minha mãe não estava. Espreguicei e levantei. Procurei minha cueca, que estava amassada no chão. A cama era um desastre, produto da paixão incestuosa entre mim e minha mãe. Tomei coragem e saí do quarto só de cueca. Fui pro living e lá estava minha mãe, sentada, coberta por um roupão que ela costumava usar de meia-estação. Estava tomando um chá, tranquilamente, em silêncio. Ela olhou pra mim e sorriu. Não disse nada, nem eu também. Era tudo muito desconfortável. Só perguntei onde estava minha roupa e ela apontou pro sofá. Tinha arrumado minha roupa sobre o sofá, igualzinho como fazia quando eu era criança. Me vesti sem emitir uma única palavra e já estava pronto pra ir embora. Minha mãe finalmente falou comigo e perguntou se eu queria um chá ou um café. Falei que não. Já era tarde, eu precisava voltar pra casa. Ela disse que tava tudo bem e me acompanhou até a porta. Na hora de me despedir, dei um beijo no rosto dela e fui direto pro carro. Estava com pressa de chegar em casa e processar tudo o que tinha acontecido. Assim que cheguei, falei um pouco com minha mulher por telefone, já que ela ia ficar até quinta na cidade dela. Deixei o celular carregando e fui tomar banho. Me toquei e ainda tinha o aroma dos fluidos da minha mãe na rola. Me ensaboei bem. Estava me sentindo com um puta remorso, não só porque tinha comido minha mãe, mas porque também tinha sido infiel à minha mulher. Algo que eu nunca tinha feito. No dia seguinte eu tinha que trabalhar, mas não consegui pregar o olho a noite toda, lembrando de tudo o que eu tinha feito com minha mãe naquele dia. Quando consegui cochilar um pouco, o despertador tocou e me preparei pra ir pro trabalho. Chequei o celular e vi que minha mãe tinha me mandado mensagem lá pelas quatro da manhã. Ela me mandava um recado agradecendo o dia que a gente tinha passado e me dizendo que, se ela quisesse falar sobre o que aconteceu, estava disponível. Não soube o que responder, então deixei no vácuo. Já perto do meio-dia, quando parei pra almoçar, decidi responder. Não queria que ela se sentisse mal. Me sentia culpado se não desse uma resposta. Ela estava numa situação muito frágil pra eu ignorar. Falei que não tinha acontecido nada demais. Que também tinha sido bom pra mim naquele dia e que, se ela quisesse conversar sobre isso, não tinha problema nenhum. Que naquela semana eu estaria sozinho em casa, caso ela quisesse passar. Não demorou nem cinco minutos pra responder: —Obrigada, filho. Adoraria passar hoje pra conversar. Falei que saía do trabalho às quinze e que chegaria em casa uma hora depois. Ela mandou um emoji sorridente e um coração. Quase não consegui me concentrar no resto do turno. Não sabia o que ia acontecer naquela tarde com a minha mãe, o que a gente ia dizer, o que faríamos depois de ter quebrado aquela barreira entre nós. A ansiedade me corroía. Quando cheguei em casa, comecei a arrumar um pouco. Meia hora depois, o interfone tocou. O estômago embrulhou. Finalmente tinha chegado a hora: eu ia ver minha mãe cara a cara depois do que aconteceu. Passei um pouco de perfume e fui abrir a porta. Lá estava ela, de óculos escuros, toda de preto, com uma calça high e um suéter da mesma cor. Abri a porta e convidei pra entrar. Ela me cumprimentou com um beijo no rosto e a gente sentou na sala de jantar. Ofereci algo pra beber e ela disse que com mate tava bom. Nenhum dos dois sabia como abordar o assunto. A gente falou de banalidades, mas a tensão no ar dava pra sentir. O elefante na sala era grande demais pra ignorar. Eu preparei o mate enquanto ela tirava os óculos escuros e deixava em cima da mesa. A luz da tarde entrava de lado e batia na cara dela. Parecia cansada, mas arrumada. O suéter preto marcava os peitos dela com naturalidade e a calça high apertava os quadris de um jeito que me custou não olhar.
Passei o mate. Ela deu um gole longo e devolveu. —Obrigada por me receber… Eu não sabia se você queria me ver tão cedo —disse finalmente. —Eu também não sabia se queria —respondi—. Mas te ignorar me parecia pior. Houve um silêncio. Só se ouvia o barulho da água quando voltei a preparar. —Ontem à noite não consegui dormir —continuou ela, olhando a erva—. Fiquei pensando em tudo. No seu irmão… e na gente. —Eu também não dormi. Toda vez que fechava os olhos voltava a te ver na cama. Ela levantou o olhar. Os olhos se encheram de água por um segundo, mas ela não chorou. —Você se arrepende? A pergunta me acertou em cheio. Deixei o mate sobre a mesa e passei a mão pelo rosto. —Não sei se é arrependimento. É confusão. E culpa. Principalmente pela minha mulher. Nunca tinha sido infiel. Nunca pensei que a primeira vez fosse ser… com você. Minha mãe assentiu devagar. —Eu também sinto culpa. Muita. Mas ao mesmo tempo não posso dizer que me arrependo de tudo. Por um tempo deixei de sentir aquele vazio. E isso… me assusta. Voltei a preparar. As mãos tremiam um pouco. O clima estava carregado. Toda vez que nossos olhares se cruzavam, a lembrança da noite anterior se metia no meio: o gosto da boca dela, o calor do corpo dela, o jeito que ela tinha gozado em silêncio me apertando. —Não sei o que a gente deveria fazer agora —falei. —Eu também não. Por isso vim. Precisava ver seu rosto. Precisava saber se você ia me olhar diferente. —Te olho diferente —admiti—. Mas não do jeito que você pensa. Te olho e tudo se mistura. O carinho, o desejo, a culpa… e vontade de te tocar de novo. Ela deixou o mate. Ficou parada vários segundos. Depois se levantou devagar, contornou a mesa e parou do meu lado. Eu continuava sentado. Ela me olhou de cima, com uma expressão que não consegui decifrar por completo. —Levanta —pediu baixinho. Obedeci. Ficamos frente a frente, a menos de um metro. O cheiro do perfume dela me atingiu igual ao dia anterior. Ela levantou uma mão e tocou minha bochecha com a ponta dos dedos, igual a quando a gente estava no sofá. —Se eu te beijar agora… —ela sussurrou—, você vai me impedir? Não respondi com palavras. Me inclinei e a beijei. A paixão desmedida tomou conta dos dois. Os beijos foram mais intensos que da vez anterior. Entre carícias e toques, levei ela pro quarto. Lá, tirei o suéter e a calça dela. Pra minha surpresa, ela estava com um conjunto de lingerie vermelha. Veio com mais intenção do que só conversar. Não culpo ela. Eu também estava ansioso pra que isso acontecesse. Apertei os peitos e a bunda dela com as mãos. Não sabia por onde começar com aquela mulher que estava na minha frente.
Eu a sentei na cama enquanto nossas bocas não queriam se separar. Perguntei se era isso que ela queria. Ela assentiu com a cabeça, me olhando com os olhos cheios de desejo, mordendo o lábio inferior. Me afastei alguns passos, tirei a camiseta e a calça, abaixei o boxer e meu pau saltou na frente dela. Ela não parou de me olhar em momento nenhum. Peguei meu pau e balancei um pouco enquanto me aproximava do rosto dela. Ela, ansiosa, segurou ele suavemente com uma mão, me punhetou um pouco e depois engoliu com desespero, enquanto eu apertava as tetas dela.

Só gemia e acariciava a cabeça dela enquanto ela fazia o seu trabalho. Dessa vez não tinha álcool nem nenhuma desculpa. Era minha mãe, o verdadeiro ser dela. Uma profissional do oral. Fazia com tanta paixão e dedicação que quase gozei na boca dela só pra satisfazê-la. Não parou nem um segundo. Chupou até eu gozar, mas continuou chupando até ficar duro de novo. —Ahhh isso, mãe… que delícia que você chupa, pelo amor de Deus… —Vem, deita… Me disse enquanto me empurrava suavemente para a cama matrimonial que compartilhava com minha mulher há anos, e que fazia tempo não testemunhava tanta paixão. Deitei como ela tinha pedido e ela continuou me chupando até eu recuperar uma ereção completamente firme.


Quando a tive bem dura, minha mãe parou e tirou a calcinha. Seus lábios maduros ficaram à vista. Não conseguia parar de olhar pra ela enquanto tocava meu pau. Ela subiu em cima de mim e se deixou cair sobre meu pau, como tinha feito apenas algumas horas atrás. Montou em mim e gemeu como nunca tinha ouvido. Estava livre. Se sentia amada e atendida como merecia. Já não havia medo nem timidez. Isso tinha ficado pra trás. Estava solta. Montava em mim com desespero, movendo o quadril num vaivém incessante, enquanto seus peitos dançavam nus fora do sutiã. Eu acariciava os peitos, as pernas e a bunda dela, curtindo a maciez do seu corpo maduro. Estava com os olhos fechados e o rosto refletia o prazer que sentia com meu pau dentro dela.

Depois de um tempo em que ela tomou o controle, foi a minha vez. Eu a virei e a coloquei de quatro na beira da cama. Olhei para a bunda dela naquela posição e não consegui me conter: dei uma boa lambida no cuzinho dela e usei a palavra: buceta, o que a fez gritar de prazer. —Aiiii sim! Ahhhh sim! Deusss! Depois de um tempo saboreando os orifícios dela, me levantei atrás dela e perguntei se alguma vez já tinham feito o cu dela. Ela me disse que não, mas que se eu quisesse, estava disposta a tudo comigo. Meus olhos se encheram de fogo. O cu da minha velha era virgem. Eu não podia acreditar. Não perdi tempo. Cuspi no meu pau e deixei cair mais um pouco de saliva no ânus da minha mãe. Acomodei a ponta na entrada e ela me parou. —Por favor, filho… devagar, com carinho. —Calma, mãe… você vai gostar. Eu disse enquanto enfiava a cabeça. Ela soltou um leve gemido de dor. Se agarrou aos lençóis com força e mordeu um pouco o tecido enquanto eu abria caminho no ânus dela completamente fechado. Deixei até a metade para que ela se acostumasse com a grossura e, aos poucos, continuei até chegar ao fundo. Comecei com movimentos suaves, lentos e controlados para que passasse o incômodo. Mas quando notei que a dor se transformava em prazer, o mete e tira ficou mais frenético e intenso. O ânus dela se dilatou com facilidade e engolia meu pau até as bolas.
—Ahhh sim… que bunda, mamãe… ahhh, você gosta de como eu te fodo pelo cu? —Mmm… mmm… ahhhh siiim, bebê, siiim… ahhhh… —Sua bunda é minha… ahhh… —Sempre… sua, filho… usa quando quiser, filhinho… Depois de um bom tempo tirando meu tesão com essa bunda linda, eu saí, me masturbei sobre as nádegas dela e pintei o ânus com meu gozo. Batizei a bunda da minha própria mãe. Caímos exaustos na cama, nos olhando e rindo daquele momento compartilhado que tinha fortalecido nosso vínculo. Naquela noite nenhum dos dois conseguiu pregar o olho, mas foi diferente do que a gente tinha vivido antes. Simplesmente demos rédea solta ao prazer e transamos como animais pelo quarto inteiro. Até tomamos banho e fizemos amor debaixo d'água. Nunca acreditei que veria esse lado da minha mãe, mas foi a melhor coisa que me aconteceu. E espero repetir várias vezes mais.

Passei o mate. Ela deu um gole longo e devolveu. —Obrigada por me receber… Eu não sabia se você queria me ver tão cedo —disse finalmente. —Eu também não sabia se queria —respondi—. Mas te ignorar me parecia pior. Houve um silêncio. Só se ouvia o barulho da água quando voltei a preparar. —Ontem à noite não consegui dormir —continuou ela, olhando a erva—. Fiquei pensando em tudo. No seu irmão… e na gente. —Eu também não dormi. Toda vez que fechava os olhos voltava a te ver na cama. Ela levantou o olhar. Os olhos se encheram de água por um segundo, mas ela não chorou. —Você se arrepende? A pergunta me acertou em cheio. Deixei o mate sobre a mesa e passei a mão pelo rosto. —Não sei se é arrependimento. É confusão. E culpa. Principalmente pela minha mulher. Nunca tinha sido infiel. Nunca pensei que a primeira vez fosse ser… com você. Minha mãe assentiu devagar. —Eu também sinto culpa. Muita. Mas ao mesmo tempo não posso dizer que me arrependo de tudo. Por um tempo deixei de sentir aquele vazio. E isso… me assusta. Voltei a preparar. As mãos tremiam um pouco. O clima estava carregado. Toda vez que nossos olhares se cruzavam, a lembrança da noite anterior se metia no meio: o gosto da boca dela, o calor do corpo dela, o jeito que ela tinha gozado em silêncio me apertando. —Não sei o que a gente deveria fazer agora —falei. —Eu também não. Por isso vim. Precisava ver seu rosto. Precisava saber se você ia me olhar diferente. —Te olho diferente —admiti—. Mas não do jeito que você pensa. Te olho e tudo se mistura. O carinho, o desejo, a culpa… e vontade de te tocar de novo. Ela deixou o mate. Ficou parada vários segundos. Depois se levantou devagar, contornou a mesa e parou do meu lado. Eu continuava sentado. Ela me olhou de cima, com uma expressão que não consegui decifrar por completo. —Levanta —pediu baixinho. Obedeci. Ficamos frente a frente, a menos de um metro. O cheiro do perfume dela me atingiu igual ao dia anterior. Ela levantou uma mão e tocou minha bochecha com a ponta dos dedos, igual a quando a gente estava no sofá. —Se eu te beijar agora… —ela sussurrou—, você vai me impedir? Não respondi com palavras. Me inclinei e a beijei. A paixão desmedida tomou conta dos dois. Os beijos foram mais intensos que da vez anterior. Entre carícias e toques, levei ela pro quarto. Lá, tirei o suéter e a calça dela. Pra minha surpresa, ela estava com um conjunto de lingerie vermelha. Veio com mais intenção do que só conversar. Não culpo ela. Eu também estava ansioso pra que isso acontecesse. Apertei os peitos e a bunda dela com as mãos. Não sabia por onde começar com aquela mulher que estava na minha frente.
Eu a sentei na cama enquanto nossas bocas não queriam se separar. Perguntei se era isso que ela queria. Ela assentiu com a cabeça, me olhando com os olhos cheios de desejo, mordendo o lábio inferior. Me afastei alguns passos, tirei a camiseta e a calça, abaixei o boxer e meu pau saltou na frente dela. Ela não parou de me olhar em momento nenhum. Peguei meu pau e balancei um pouco enquanto me aproximava do rosto dela. Ela, ansiosa, segurou ele suavemente com uma mão, me punhetou um pouco e depois engoliu com desespero, enquanto eu apertava as tetas dela.

Só gemia e acariciava a cabeça dela enquanto ela fazia o seu trabalho. Dessa vez não tinha álcool nem nenhuma desculpa. Era minha mãe, o verdadeiro ser dela. Uma profissional do oral. Fazia com tanta paixão e dedicação que quase gozei na boca dela só pra satisfazê-la. Não parou nem um segundo. Chupou até eu gozar, mas continuou chupando até ficar duro de novo. —Ahhh isso, mãe… que delícia que você chupa, pelo amor de Deus… —Vem, deita… Me disse enquanto me empurrava suavemente para a cama matrimonial que compartilhava com minha mulher há anos, e que fazia tempo não testemunhava tanta paixão. Deitei como ela tinha pedido e ela continuou me chupando até eu recuperar uma ereção completamente firme.


Quando a tive bem dura, minha mãe parou e tirou a calcinha. Seus lábios maduros ficaram à vista. Não conseguia parar de olhar pra ela enquanto tocava meu pau. Ela subiu em cima de mim e se deixou cair sobre meu pau, como tinha feito apenas algumas horas atrás. Montou em mim e gemeu como nunca tinha ouvido. Estava livre. Se sentia amada e atendida como merecia. Já não havia medo nem timidez. Isso tinha ficado pra trás. Estava solta. Montava em mim com desespero, movendo o quadril num vaivém incessante, enquanto seus peitos dançavam nus fora do sutiã. Eu acariciava os peitos, as pernas e a bunda dela, curtindo a maciez do seu corpo maduro. Estava com os olhos fechados e o rosto refletia o prazer que sentia com meu pau dentro dela.

Depois de um tempo em que ela tomou o controle, foi a minha vez. Eu a virei e a coloquei de quatro na beira da cama. Olhei para a bunda dela naquela posição e não consegui me conter: dei uma boa lambida no cuzinho dela e usei a palavra: buceta, o que a fez gritar de prazer. —Aiiii sim! Ahhhh sim! Deusss! Depois de um tempo saboreando os orifícios dela, me levantei atrás dela e perguntei se alguma vez já tinham feito o cu dela. Ela me disse que não, mas que se eu quisesse, estava disposta a tudo comigo. Meus olhos se encheram de fogo. O cu da minha velha era virgem. Eu não podia acreditar. Não perdi tempo. Cuspi no meu pau e deixei cair mais um pouco de saliva no ânus da minha mãe. Acomodei a ponta na entrada e ela me parou. —Por favor, filho… devagar, com carinho. —Calma, mãe… você vai gostar. Eu disse enquanto enfiava a cabeça. Ela soltou um leve gemido de dor. Se agarrou aos lençóis com força e mordeu um pouco o tecido enquanto eu abria caminho no ânus dela completamente fechado. Deixei até a metade para que ela se acostumasse com a grossura e, aos poucos, continuei até chegar ao fundo. Comecei com movimentos suaves, lentos e controlados para que passasse o incômodo. Mas quando notei que a dor se transformava em prazer, o mete e tira ficou mais frenético e intenso. O ânus dela se dilatou com facilidade e engolia meu pau até as bolas.
—Ahhh sim… que bunda, mamãe… ahhh, você gosta de como eu te fodo pelo cu? —Mmm… mmm… ahhhh siiim, bebê, siiim… ahhhh… —Sua bunda é minha… ahhh… —Sempre… sua, filho… usa quando quiser, filhinho… Depois de um bom tempo tirando meu tesão com essa bunda linda, eu saí, me masturbei sobre as nádegas dela e pintei o ânus com meu gozo. Batizei a bunda da minha própria mãe. Caímos exaustos na cama, nos olhando e rindo daquele momento compartilhado que tinha fortalecido nosso vínculo. Naquela noite nenhum dos dois conseguiu pregar o olho, mas foi diferente do que a gente tinha vivido antes. Simplesmente demos rédea solta ao prazer e transamos como animais pelo quarto inteiro. Até tomamos banho e fizemos amor debaixo d'água. Nunca acreditei que veria esse lado da minha mãe, mas foi a melhor coisa que me aconteceu. E espero repetir várias vezes mais.
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