No sábado seguinte, na casa, teve algo novo. Sofía tinha comprado um brinquedo, um vibrador pequeno, rosa, desses que se controlam com controle remoto. Tinha visto numa vitrine e comprado sem pensar. Mostrou pro Mateo na cozinha, antes do Lucas chegar.
—E isso?
—Pra testar.
—Com ele?
—Com ele e com você.
Mateo olhou pra ela e riu.
—Você é pior que eu.
—Aprendi.
Quando Lucas chegou, não falaram nada. Jantaram, beberam, sentaram no sofá. Sofía estava no meio, de novo. Mas dessa vez, num momento, Mateo colocou o vibrador na mão dela e passou pro Lucas por baixo da manta.
—Um presentinho —disse Mateo.
Lucas olhou o aparelhinho, depois pra Sofía, depois pro Mateo. Riu.
—Sério?
—Sério.
Sofía ficou vermelha, mas deixou. Lucas levantou o vestido dela, abaixou a calcinha, e colocou o vibrador. Ligou devagar, na primeira velocidade. Sofía se arqueou.
—Uff —disse.
—Tá bom?
—Sim.
Lucas começou a mover, devagar, sobre o clitóris. Mateo, do outro lado, beijava o pescoço dela. Sofía fechou os olhos e se deixou levar. Os dois a tocavam, um com o vibrador, o outro com a boca. E ela, no meio, com as mãos apoiadas nas pernas dos dois, gozou em alguns minutos, com um gemido agudo que fez os dois rirem.
—Já? —perguntou Lucas.
—Já. Tava quente de antes.
—Ah, olha só.
—Desde que você entrou.
Lucas riu e desligou o vibrador. Sofía ficou jogada, sem ar. Mas a noite não terminou aí. Aos poucos, os três foram tirando a roupa, e terminaram na cama, enroscados. Dessa vez, Sofía ficou com os dois, alternando, primeiro um, depois o outro. E depois, quando já não aguentava mais, os dois a comeram ao mesmo tempo. Lucas na pussy, Mateo na boca. Sofía, entre os dois, se sentia completa, cheia, rodeada. Gozou pela terceira vez, com os dois ainda dentro, e depois se deixou cair, exausta, entre os dois.
—Não consigo mais —disse.
—Descansa —disse Mateo.
—Já era —disse Lucas.
Se Ficaram os três na cama, com Sofia no meio, respirando fundo. E no silêncio, ela falou:
—Sabe de uma coisa?
—O quê? —perguntaram os dois.
—Que eu amo vocês dois.
Mateo riu.
—Pois é.
Lucas também.
—Pois é.
—Não é a mesma coisa —disse Sofia—. Eu amo vocês de jeitos diferentes. Mas amo os dois.
—Os dois —disse Mateo.
—Os dois —disse Lucas.
E ficaram assim, abraçados, sem dizer mais nada. Porque não precisava.
—E isso?
—Pra testar.
—Com ele?
—Com ele e com você.
Mateo olhou pra ela e riu.
—Você é pior que eu.
—Aprendi.
Quando Lucas chegou, não falaram nada. Jantaram, beberam, sentaram no sofá. Sofía estava no meio, de novo. Mas dessa vez, num momento, Mateo colocou o vibrador na mão dela e passou pro Lucas por baixo da manta.
—Um presentinho —disse Mateo.
Lucas olhou o aparelhinho, depois pra Sofía, depois pro Mateo. Riu.
—Sério?
—Sério.
Sofía ficou vermelha, mas deixou. Lucas levantou o vestido dela, abaixou a calcinha, e colocou o vibrador. Ligou devagar, na primeira velocidade. Sofía se arqueou.
—Uff —disse.
—Tá bom?
—Sim.
Lucas começou a mover, devagar, sobre o clitóris. Mateo, do outro lado, beijava o pescoço dela. Sofía fechou os olhos e se deixou levar. Os dois a tocavam, um com o vibrador, o outro com a boca. E ela, no meio, com as mãos apoiadas nas pernas dos dois, gozou em alguns minutos, com um gemido agudo que fez os dois rirem.
—Já? —perguntou Lucas.
—Já. Tava quente de antes.
—Ah, olha só.
—Desde que você entrou.
Lucas riu e desligou o vibrador. Sofía ficou jogada, sem ar. Mas a noite não terminou aí. Aos poucos, os três foram tirando a roupa, e terminaram na cama, enroscados. Dessa vez, Sofía ficou com os dois, alternando, primeiro um, depois o outro. E depois, quando já não aguentava mais, os dois a comeram ao mesmo tempo. Lucas na pussy, Mateo na boca. Sofía, entre os dois, se sentia completa, cheia, rodeada. Gozou pela terceira vez, com os dois ainda dentro, e depois se deixou cair, exausta, entre os dois.
—Não consigo mais —disse.
—Descansa —disse Mateo.
—Já era —disse Lucas.
Se Ficaram os três na cama, com Sofia no meio, respirando fundo. E no silêncio, ela falou:
—Sabe de uma coisa?
—O quê? —perguntaram os dois.
—Que eu amo vocês dois.
Mateo riu.
—Pois é.
Lucas também.
—Pois é.
—Não é a mesma coisa —disse Sofia—. Eu amo vocês de jeitos diferentes. Mas amo os dois.
—Os dois —disse Mateo.
—Os dois —disse Lucas.
E ficaram assim, abraçados, sem dizer mais nada. Porque não precisava.
0 comentários - Capítulo Oito: Um Sábado Diferente