Ponto de Vista Dela...

Era sexta-feira, 8 de abril, a gente costumava se falar escondido de manhã, quando ele trabalhava e meu parceiro não estava. Devo admitir que eu era muito insistente e ele... bom, ele toda hora queria que a gente terminasse aquelas conversas, estava saindo do controle e as conversas cada vez mais quentes. Mas naquele dia... naquele dia os dois sabíamos que na reunião da tarde/noite íamos sozinhos, eu tinha imaginado mil formas de poder ficar com ele, já que a oportunidade tinha aparecido sem forçar e mesmo sabendo que ele tinha me negado de manhã. Quando nos encontramos na reunião, não conseguia me concentrar, pensava em como cobrar dele que tinha quebrado a promessa, que se coincidíssemos sem forçar ia rolar, imaginava todas as formas que podia dar pra ele e pensava de que jeito podia me enfiar com ele, mas no final da reunião não foi fácil, devo admitir, tive que engolir vários sapos, me conformar e ir sozinha... mas fui pelo caminho que a gente sempre frequentava com a esperança de que se passasse por ali poderia ter mais uma chance. A hora passava voando e ele não aparecia mais, até que meu parceiro me liga pedindo um favor pra ele (devo acrescentar que os quatro éramos amigos íntimos) eu devia levar um item pesado até minha casa... e na minha casa não tinha ninguém... Sabia que ele tinha me negado, então quando ligo pra ele devia deixar claro que não era por mim, mas um pedido do meu parceiro, e ele aceitou, voltei várias quadras pra trás, porque aí sim sabia que de alguma forma ia passar por mim, então aproveitaria o caminho mais longo pra tentar convencê-lo, já que ele sempre negava os encontros, pensei e estava convencida de que se provasse e tivesse ele uma vez na minha cama, ia ser mais fácil deixar pra lá (o que, aliás, me enganei, e muito, cada vez quero mais dele) Quando vejo o carro aparecer e entro, meu coração batia a mil, olho tudo por dentro e analiso as possibilidades... mas a viagem foi tão curta que a três quadras de chegar na minha casa peço que Pare, minha alma, meu corpo, meu rosto, meus desejos gritavam pra que ele me pegasse ali mesmo, mas como não teve jeito, nos abraçamos, eu precisava me acalmar... mas o rosto dele tava perto demais do meu, e nossos lábios se roçaram e não aguentamos mais, nos beijamos tão intensamente que tudo se agitou de novo em mim, eu queria ele ali mesmo e que se foda!!! Mas mesmo assim, ele se continha... e disse pronto e ligou o carro... Eu não sabia mais que truque usar, até que falei: -Você não quer tocar como eu tô molhada? Assim que falei, me deu vergonha, mas como é que eu ia tentar convencer ele. Ele era tão teimoso e eu tava tão excitada que já nem me importava mais a ideia de que nos vissem, tudo tinha se alinhado a nosso favor, eu me sentia como uma menina mimada que não ganha o que quer, mas ainda me restava uma carta... na minha casa não tinha ninguém... então me agarrei à ideia de que lá ele ia me pegar e me fazer dele... Eu tava convencida de que com a última bomba que eu tinha soltado ele ia direto arrancar minha calça, puxar minha calcinha e sentir meus sucos, o quanto eu tava molhada e tesuda...(que ilusa kkk) Sim, ele me pegou, continuou me beijando intensamente, até que quando ele me levanta escapa um gemido meu, ele me apoia contra a porta e eu podia sentir o pau dele me pressionando, então me agarrei com as pernas dizendo que queria mais... Mas quando ele vê que tá perdendo o controle, para, freia, assim de repente e me diz: -Pronto, chega.. eu tenho que ir, tão me esperando. E vai embora... assim sem mais... Fiquei atordoada tentando assimilar o que tinha acabado de acontecer, com o pulso a mil e o coração acelerado, dou um pulo quando ele bate na porta de novo... e lá estava ele, deixo ele entrar, ele continua me beijando e me coloca de frente contra a parede com as mãos apoiadas, entre a roupa eu pude sentir o pau dele na minha bunda, firme pedindo pra sair... e penso, essa é a oportunidade... eu já tava pronta pra que ele tirasse minha calça e minha calcinha toda molhada e me penetrasse com força, assim mesmo...mas ele freia de novo, me vira e me beija mais calmamente, me pede desculpas, diz que não pode e vai embora de novo... Fiquei ali, sozinha no meio da escuridão e fui pro meu quarto, me deitei na beirada da cama e dava pra ouvir a batida do meu coração, a respiração entrecortada... Minha pussy doía, sentia ela pulsando e pedindo mais...podia sentir até como estava molhando até a calça...enfiei minha mão e escorregava com tanta facilidade que enfiei dois dedos até o fundo logo de cara tentando acalmar a vontade que eu tinha...fechei meus olhos e enquanto pensava em tudo que tinha acontecido eu tocava minha pussy enfiando os dedos uma e outra vez imaginando que era o cock dele...forte...e rápido...até que consegui gozar....

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