Lei nude 8: Com meu melhor amigo

Era de manhã, por volta das dez, quando mamãe e Isa me mostraram o plano que tinham pra mim. Algo que fez meu coração dar um reviravolta. Como sempre, elas encontravam novas maneiras de me fazer sentir humilhada, envergonhada e desconfortável, quando eu pensava que não conseguiriam. Papai tinha saído com uns amigos e só voltaria no dia seguinte, então naquele dia eu ficaria com mamãe e Isa. E com mais alguém que eu conhecia muito bem e, pelo título deste capítulo, vocês já imaginam. Mas vamos ver como cheguei até aí.
• Oi, bebê — me disse mamãe.
Eu estava, pra variar, pelada no meu quarto. Isa acompanhava mamãe. Mamãe estava vestida com camiseta branca e calça jeans, e Isa usava calça jeans preta e camiseta vermelha. As duas se sentaram aos pés da cama e mamãe disse:
• Você lembra do Pedro, céu?
Pedro. É o nome do meu melhor amigo.
Eu assenti, com medo. Sentia minhas perninhas tremendo como gelatina e meu coração batendo forte. Não sabia bem o que iam me dizer, mas intuía. Mamãe disse:
• Pois bem. Como você sabe, a gente tentou te afastar da sua antiga vida. Fora da escola, adeus amigos…
Aquilo me entristeceu um pouco. Não tive tempo de continuar me lamentando, pois mamãe continuou falando:
• Pois bem, como você sabe, o Pedro, seu melhor amigo, insistiu muito pra saber como você está.
• Então a gente contou pra ele o que você é — disse Isa.
Silêncio. Depois de assimilar por um momento (meu melhor amigo sabia que eu era Sissy), mamãe disse:
• Ele sabe de tudo, céu. O que você é, o que você fez. Apesar de estar chocado, ele decidiu te ver hoje. Quer conhecer a menina que você se tornou.
• E a gente quer te exibir pra ele.
Depois de outro momento pra assimilar, levantei a mão, pedindo permissão pra falar. Mamãe me concedeu e eu disse:
• E quando eu vou ver ele?
• Hoje à tarde — disse Isa —. Você vai receber ele completamente pelada e vocês vão ficar sozinhos um tempo. Depois você vai fazer o que ele mandar. Não sei se vocês vão foder, mas tomara.
Dito isso, ela soltou uma risadinha.
Aquilo não me fazia a menor graça. Mas eu sabia que não tinha escolha. Durante as duas horas seguintes (que era o tempo que Pedro levaria para vir me ver), ficaram me "preparando". Claro, eu não tinha roupinha nenhuma, só minha jaulinha rosa. Me obrigaram a beber xixi das duas num biberão e depois água. Tudo pra aumentar minha vontade de mijar. E conseguiram. Quando faltavam dez minutos, eu estava com muita vontade de mijar.
• Ele vai chegar a qualquer momento — disse mamãe emocionada.
• Vamos terminar de te preparar — acrescentou Isa.
E dito isso, aplicaram perfume de love, love no meu pescoço, cabelo e jaulinha. Feito isso, colocaram brincos em forma de coração, mas não peruca.
• Queremos que ele veja o quanto você virou viadinho — disse Isa, segurando o riso.
Estava claro que ela adorava isso.
Mas a preparação não terminou aí. Me colocaram de quatro e mamãe tratou de enfiar um buttplug no meu cu. Por último, colocaram uma chupeta rosa em mim.
• Assim ele vai ver o quanto você é bebê — disse mamãe.
E eu já estava pronta pra ele.
Eu estava muito nervosa. Iria ver aquele que foi meu melhor amigo pela primeira vez em meses. E agora ele sabia a verdade. Como ele ia reagir? Será que ele também ia me usar? Tomara que não. Talvez ele pudesse me tirar dessa situação e me devolver à minha outra vida, longe disso. Embora eu não tivesse muitas esperanças. A única coisa que tornava essa situação suportável era a excitação permanente que eu sentia. Era por isso que mamãe e Isa faziam isso. Assim eu não me rebelava. Além disso, elas tinham a chave da minha castidade, o que significava que, um gesto errado, uma tentativa de fuga, e elas jogariam a chave fora, me deixando permanentemente excitada (embora isso já acontecesse, claro, mas a esperança de um orgasmo completo permanecia, mesmo que eu nunca fosse conseguir). Foi então que a campainha tocou. Eu fiquei muito nervosa. Sentia as pernas moles e a vontade de mijar aumentou. Engoli em seco. Eu estava louca pra mijar. Me imaginava correndo pro banheiro e fazendo xixi sentadinha. Mas não podia. Essa permissão devia conceder-mo Pedro.     • Ele já chegou — disse mamãe piscando pra mim —. Vai abrir pra ele. Deixa ele ver o que você é. Assenti, envergonhada, e desci as escadas sob o olhar atento das minhas duas donas. Elas me seguiram, sussurrando entre si, divertidas. Depois, pararam no pé da escada e eu me posicionei na porta. Hesitei um segundo. Mas decidi que, já que eu tinha que ser humilhada, melhor fazer de uma vez, como quando você tira um band-aid. Afinal de contas, eu já estava acostumada. Embora as coisas fossem ser bem diferentes com meu amigo. Abri a porta. Pedro era um garoto um pouco mais alto que eu. Tinha 1,68, cabelo cheio de cachos, olhos azuis. Gostava de ir à academia, então era meio musculoso, mas não demais. Estava vestindo uns jeans, tênis e camisa verde. Fiquei em choque quando o vi. Não sabia se era o tesão, mas o achava muito gato e atraente. Ele também ficou em choque por um momento, me olhando com a boca aberta. Trazia na mão direita uma flor branca. Me deu ela e disse:     • Oi Man… Maria. Eu, envergonhada, aceitei a flor e falei:     • Oi. Ob… obrigada pela flor.     • De nada. Você está… incrível.     • Obrigada. Atrás de mim, Isa e mamãe seguravam o riso como podiam. Se aproximaram de mim depois que convidei Pedro pra entrar e disse primeiro mamãe e depois Isa:     • Oi Pedro.     • Bem-vindo.     • Obrigado — respondeu ele. Todas fomos pra sala, onde Pedro e eu nos sentamos no sofá, um do lado do outro, bem pertinho. Nossas mãos quase se roçavam. Mamãe e Isa não se sentaram, ficaram de pé. Conversamos por pelo menos uma hora. Bom, eles falaram, porque eu só falava quando me exigiam. Finalmente, combinaram que Pedro e eu daríamos uma volta pra nos conhecermos melhor. Pra isso, aceitaram me colocar uma saia vermelha e um top rosa. Feito isso, saímos.  Já estávamos fora de casa, na rua. Pedro me ofereceu a mão e eu, submissa, aceitei. Senti ela quente e reconfortante. Ele sorriu pra mim e eu retribuí a sorriso, apesar de estar com a chupeta.     • A chupeta fica bem em você — me disse gentil.     • Obrigada — respondi. Começamos a andar. Enquanto caminhávamos (pelas ruas do bairro não se via ninguém), ele me fez muitas perguntas. Com a mamãe e a Isa respondeu algumas como, por exemplo, quando comecei nisso, se já tinha transado com caras, se eu gostava daquilo. Mas o Pedro me fez algumas a mais:     • Desde quando você sabe que é Sissy? Então ele também conhecia o termo. Apesar de não ter decidido exatamente, sabia que não podia revelar nada. A mamãe me tinha bem agarrada pelas minhas bolinhas. Então respondi:     • Desde o verão. Via vídeos e me sentia menina. Gostava de me sentir no lugar dela.     • Ah, entendi. E eu te pareço bonito?     • Muito — respondi sem hesitar. Não sabia se era pela tesão, mas o certo é que o Pedro estava muito gostoso. Estava, uma parte de mim, louca pra vê-lo sem roupa. Ele pareceu gostar daquilo, porque sorriu. Continuávamos andando tranquilamente. Pedro me disse:     • Você também é linda. Gosto mais de você do que quando era criança. Tenho que confessar, que sempre me atraíram um pouco as Sissy.       • Ah.  Engoli em seco. Já sabia pra onde a coisa ia. Mas era a primeira vez que não me incomodava tanto. Talvez por costume já.      • Estamos a caminho do carro — me informou ele —. Vamos entrar e ir pra minha casa. Meus pais estão numa viagem romântica durante a semana.     • Que bom. Perguntei sobre os pais dele e disse que estavam muito bem. continuamos passeando. Ele me fazendo perguntas sobre o que eu gostava de fazer na cama e dúvidas sobre se eu tinha namorado. Claro, essa parte não tinha sido contada.     • Sim, tenho — confessei, envergonhada —. Apesar de ser uma relação liberal.     • Bom, bom. Talvez eu o conheça algum dia.     • Sim, pode ser. Se soubesse quem é, ficaria mais surpreso do que já estava, disso eu tinha absoluta certeza. Finalmente chegamos a uma rua onde estava o carro dele: um Peugeot 308 branco. Abriu o carro e me disse que me colocasse como copiloto. Foi o que fiz. Aquele bairro era uma maravilha, pensei. Ninguém tinha nos visto e estava tudo em paz, já que só havia casas no lugar.
Pedro entrou no carro, deu a partida e dirigiu.
Durante o trajeto, ele começou a acariciar minha perna, com a mão perto da minha bucetinha. Me acariciou por um tempo. Suas carícias eram suaves e eu estava gostando de onde as coisas estavam indo. Finalmente, e como era de se esperar, tocou minha bucetinha.
• Então agora você anda com ela trancada.
• Sim. Pra evitar de gozar e aproveitar mais.
Era em parte verdade. Mas vocês já sabem a verdade. Pedro disse então:
• E faz quanto tempo que você não goza?
• Ah, não tenho orgasmos desde o verão. Só arruinado.
• Nossa! — ele parecia realmente chocado —. Eu pesquisei um pouco sobre isso. Então você tá constantemente excitada, né?
• Sim, isso mesmo — respondi envergonhada.
Ter esses assuntos de conversa com quem um dia foi meu melhor amigo era vergonhoso, mas também me aliviava. Acho que era a primeira vez que eu podia conversar assim tão tranquila. Embora com cuidado, claro.
Ele continuou acariciando minha gaiolinha. Suas mãos masculinas e suaves no meu pintinho de bebê.
• Eu gosto que você use chupeta — ele me disse de repente —. Te deixa tão infantil.
• O... obrigada.
Pedro não disse mais nada. Depois de alguns minutos, finalmente chegamos na casa dele. Diferente de mim, Pedro morava num prédio de apartamentos. Pedro estacionou na garagem e depois saímos. Não tinha ninguém na garagem, só alguns carros. Fomos direto pro elevador. Pedro me pegou pela mão ao chegar. Sentir o toque dele de novo me agradou. Entramos no elevador e Pedro apertou o terceiro. Enquanto o elevador continuava subindo, nos olhamos nos olhos. Então, sem aviso prévio, Pedro aproximou rapidamente seus lábios dos meus e me deu um beijo carinhoso, me deixando pasma. Seus lábios eram doces e quentes, como suas mãos. Nada a ver com os beijos do papai, rudes e dominantes. Os dele estavam carregados de doçura. Envolvi o pescoço dele com minhas mãozinhas e colei meu corpo no dele. Senti sua língua brincar com a minha e fechei os olhos, me deixando levar por aquela sensação gostosa. Só separou os lábios dos meus quando o elevador chegou ao andar. Ainda sem dizer nada, me pegou pela mão de novo e saímos do elevador, atravessando um corredorzinho com carpete, que tinha portas dos dois lados. A quarta porta à direita era a casa do Pedro. Ele, com a mão livre, tirou as chaves e abriu. Me deixou passar primeiro, como todo um cavalheiro. Ao entrar, vi o que era a casa dele: um corredor, com banheiro à esquerda, uma sala em frente, e um quarto à direita. Ah, e a cozinha ficava à esquerda também, depois do banheiro. A cozinha era um corredor meio estreito.     • Bem-vinda, princesa — me disse Pedro. Passei a mão no cabelo, sem graça, e agradeci. Aí, Pedro me disse:     • Bom, María, agora estamos sozinhos em casa. Já não precisa da roupinha. Tira ela. Apesar de ser uma ordem, ele falou de um jeito carinhoso. Ele era assim, gentil, atencioso. Como eu lembrava. Obedeci. Tirei o top e a saia, ficando totalmente pelada na frente dele, de novo. Isso não tirou minha vergonha. Ainda me sentia estranha de ficar sem roupinha na frente dele. Pedro me olhava maravilhado. Estava claro que, apesar de ter tido suas dúvidas no começo, eu era gostosa pra ele. E isso me agradou. Ele se aproximou de mim, acariciou meu queixo e me beijou de novo. Seus lábios doces agora me beijavam com calma, em vez de paixão, como um momento atrás. Não tinha que se preocupar se alguém ia nos ver, estávamos sozinhos. E eu só conseguia pensar, enquanto sentia seus lábios nos meus e sua língua brincar com a minha, que eu ia transar com meu melhor amigo. Ia sentir o pau dele na minha boca, dentro de mim. Ia sentir a porra dele. E pela primeira vez, eu queria me entregar. Naquela noite eu ia transar com um cara. E naquela noite eu ia gostar. Algo ia mudar em mim pra sempre. Pedro terminou de me beijar. Então me disse:     • Bom, gostosa, vamos direto ao ponto, quer? Tenho muita vontade. Começa tirando minha roupa.
• Sim, amor — eu disse, submissa.
Comecei a despi-lo. Primeiro desabotoei a camisa dele, deixando ver seu lindo corpo musculoso. Fiquei sem ar por um instante. Depois, desabotoei o jeans. Puxei para baixo. Agora ele estava quase nu, deixando aparecer só uma cueca branca. Seu pau já dava para ver que estava duro por baixo da cueca.
• Ainda não tira minha cueca, bebê — Pedro me disse com doçura —. Vai, amor.
• Sim, senhor — eu disse.
Com minha língua, lambi o pau dele como ele me mandou. Lambi as bolas primeiro. Devagar, enquanto olhava nos olhos dele. Ele me olhava maravilhado. Estava claro que, embora tivesse ficado surpreso no começo, tinha criado expectativas com nosso primeiro encontro. Estava disposto a me foder e curtir.
Percorri o tronco do pau dele e depois cheguei na glande, onde dei um beijinho carinhoso. Depois disso, ele me deu permissão para baixar a cueca. Baixei e seu lindo pauzão apontou para mim, pingando líquido seminal.
Sem dizer palavra, lambi o líquido seminal da glande dele.
• Ah, como você faz bem, sua putinha. Chupa ele.
Coloquei minha boquinha no pau dele. Primeiro a glande e depois fui percorrendo devagar o tronco até chegar nas bolas. O pau dele estava depilado, ao contrário da maioria dos homens. O corpo também. Comecei a chupar. Pra cima, pra baixo. O pau dele era delicioso. Eu amava o gostinho salgado que o esperma deixava. Cuspi na glande e no tronco e continuei chupando. Ele gemia um pouco. Apoiei minhas mãozinhas nas coxas dele e continuei chupando. Não podia acreditar, estava fazendo um boquete no meu melhor amigo! Aquela era uma sensação parecida com quando transei com papai, embora nem de longe tão chocante.
Continuei no meu ritmo. Pra dentro, e pra fora. Foi então que as coisas mudaram. Ele começou a foder minha boquinha e segurou minha cabecinha com suas mãos fortes. Pra dentro, pra fora. Me fodia com vontade, enfiando até as bolas. O pau dele tinha gosto de esperma, saliva e estava meio salgadinho. Seus as estocadas eram fortes e quase não me deixavam respirar. Enquanto ele fazia, eu gemia.     • Toma, sua puta — ele me disse. Ele continuou. Depois de alguns minutos e, tomado pela tesão, ele me pegou no colo. Apoiei minhas mãozinhas nos ombros dele e então ele me deu um beijo doce e carinhoso. Enquanto seus lábios se colavam aos meus, senti como seu pau duro ia entrando lentamente no meu cu até bater nas bolas. Agora, com seu pau completamente enfiado no meu cu, ele usou novamente sua língua para brincar com a minha. Nos beijávamos muito e eu acariciava com carinho seu cabelo lindo. Daquela posição. Minha gaiolinha batia na barriga dele e eu sentia seus peitorais. Podia, além disso, sentir o cheiro do perfume dele, que reconheci ser Hugo Boss.  Ele começou a me estocar com seu pau lindo. Pra dentro, pra fora. Apoiei então minhas mãozinhas nos ombros dele e senti "voar". Pra cima, pra baixo. A cada estocada. Eu gemia enquanto ele me olhava orgulhoso. Orgulhoso de estar comendo sua melhor amiga, que agora era sua puta. Continuamos assim um bom tempo. Eu sentindo o pau dele no meu interior enquanto pulava. Finalmente, ele parou, me deu outro beijo e depois me levou assim mesmo, até o quarto, onde me jogou contra a cama.     • De quatro — ordenou. Fiz o que ele ordenava e logo senti novamente seu pau, depois de ter me sentido vazia. Pra dentro. Lentamente, ele foi introduzindo seu membro duro. Senti o líquido seminal no meu interior e o pau grosso. Pra dentro, pra fora. Cada vez mais rápido. Ele agarrou minha cintura e começou a me foder rapidamente enquanto eu gemia como a puta que eu era. Pra dentro, pra fora. O pau dele estava cheio de saliva e de esperma. A cama inteira tremia com as fortes estocadas. Sem aviso prévio, ele me virou bruscamente (tirando antes o pau de mim) e depois voltou a inserir o pau, estando ambos frente a frente. Ele se aproximou de mim ao mesmo tempo que me fodía mais devagar. Seus lábios perto dos meus. Seu perfume me preenchendo toda. Ele aproximou seus lábios e me deu outro beijo suave e doce. Enquanto me beijava, continuava introduzindo o pau na minha bunda. Era uma delícia. Nos beijamos mais várias vezes. Depois, ele tirou o pau da minha bunda e se deitou de comprido na cama.     • Me dá uns beijinhos, princesa — ele me disse. Encantada, dei alguns beijos nos lábios dele. Depois, por ordem dele, fui descendo. Vários beijos presenteei no pescoço dele, onde aspirava forte o cheiro. Depois, dei beijinhos nos peitorais, no umbigo e finalmente cheguei no pau dele. Comecei a beijar. As bolas primeiro. Dei um beijo em cada testículo e depois dei vários beijinhos no tronco até chegar na glande, onde dei mais dois, engolindo de passagem um pouco de porra. Lambi o líquido seminal e comecei um novo boquete. Pra dentro e pra fora, como sempre e até chegar nas bolas. Ele gemeu. Eu olhei direto nos olhos dele enquanto fazia. Depois, terminei o boquete e subi no pau dele, enfiei na minha bunda e apoiei minhas mãozinhas nos peitorais lindos dele. Dava pra ver que estavam duros. Olhei pra ele. Pedro era lindíssimo e pensar nisso me deixou toda vermelha. Comecei a cavalgar. Pra cima, pra baixo. Pulava no pau dele enquanto minhas mãos se apoiavam nos peitorais e eu gemia como uma foxy. Bom, eu sou uma foxy. Ele apoiou as mãos nos meus quadris e de vez em quando me dava uns tapas.     • Continua assim, foxy — ele me disse. Nós dois éramos vítimas do tesão. Continuei cavalgando. Podia sentir que ele estava prestes a gozar. Continuei cavalgando. E finalmente aconteceu. Um jato enorme de porra masculina saiu do pau dele e encheu minha bunda. Ele soltou um gemido brutal e eu mordi o lábio, com um tesão do caralho. Ver litros e litros de porra brotando do pau dele e gozando dentro de mim me deixou a mil. Principalmente porque eu ainda estava com tesão, já que não tinha me tocado nem nada. Só ele tinha recebido prazer e orgasmo (meu único prazer era satisfazer ele). Apoiei minha cabecinha nos peitorais dele e ele acariciou meu cabelo com suavidade. Engoli saliva.     • Como você fode bem, María — me disse Pedro —. Espero que a gente repita logo, bebê.     • O…obrigada. Eu também. Ele sorriu pra mim e a gente se deu outro beijinho. Aí, da mesinha de cabeceira que tinha do lado da cama, Pedro abriu uma gaveta e tirou um buttplug. Então não tinha me levado pro quarto só pra foder. Além disso, ele já tinha planejado gozar no meu cu. Depois de um bom tempo abraçados, com o pau dele cheio de porra no meu cu, Pedro tirou o pau gostoso dele de mim e rapidamente enfiou o buttplug pra porra ficar dentro de mim.     • Sua mãe ou a Isa vão tirar pra você quando voltar — disse Pedro —. Agora, me limpa. De joelhos no chão e Pedro sentado na cama, comecei a obedecer. Lambi as bolas dele. Ou melhor, a porra delas. Depois, o tronco, onde lentamente engoli cada vestígio de porra e, depois, a glande, que eu dei uma chupadinha. Chupei todo o pau dele e, depois disso, deixei ele impecável. Pedro estava maravilhado.     • Como você faz bem, princesa. Depois disso, Pedro me levou de volta pra casa, onde a mamãe ficou maravilhada de ouvir que tudo foi ótimo. Quando Pedro foi embora, ela exigiu detalhes junto com a Isa. Enquanto eu contava, as duas mulheres se tocaram na buceta na minha frente e finalmente, quando acabei, elas gozaram na minha boca (Isa) e na cara (mamãe), riram e finalmente me deixaram mijar. Já tranquila, jantei umas frutas e fui dormir, ainda com a porra de Pedro e a gozada da mamãe e da Isa.

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