Sou uma garota argentina. Gosto de nudismo e de me masturbar em lugares onde tem chance real de alguém me ver. Esse risco não é por acaso: é o que faz o orgasmo ser mais forte e mais completo.
Numa tarde de calor, num parque de Buenos Aires, me enfiei entre umas árvores. Tirei toda a roupa. Sentei na grama, abri as pernas e comecei a me tocar com calma, sem pressa, procurando o ponto exato.
Apareceram duas garotas. Me viram. Ficaram olhando. Riram. Uma delas se aproximou, se agachou e cuspiu direto na minha pussy. O cuspe caiu quente nos meus lábios e no clitóris. As duas se cagaram de rir. Me apontavam, zombavam, falavam merda em voz alta enquanto eu continuava mexendo a mão.
Não parei.
A saliva, as risadas, a zoação escancarada… tudo isso empurrou mais forte. Apertei, acelerei e gozei ali mesmo, com a pussy molhada de saliva alheia e elas rindo de mim até o final. Continuei me tocando até o corpo terminar de se contrair.
Quando acabei, me vesti sem pressa. Elas foram embora ainda rindo. Eu saí com a certeza de ter chegado até o fim sob observação e zoação. É isso que eu busco.
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