Me chamo Ro. Engenheira, morena, casada… infiel… e cada vez menos a mulher que todos pensam que sou. Naquele dia coloquei um vestido florido, sabia que ele amava.







Pensando nele, me deu vontade de tirar a calcinha e a lingerie, então fiquei só com o vestidinho florido. Desde de manhã eu sentia o ar frio entre as pernas toda vez que andava. Eu sabia que ele ia notar. Aquele vestido com flores deixava ele louco.
No meio da manhã mandei uma mensagem: "Tô sem nada. Tô com a buceta cheia de vontade." A resposta chegou em menos de um minuto: "Banheiro dos homens do fundo. Em dez. Não se lava." O coração batia forte quando desci as escadas. A fábrica estava a todo vapor: máquinas, gritos, gente cruzando. Ninguém olhava para a engenheira que caminhava rápido para o fundo. Entrei no banheiro dos homens. Estava vazio. Me apoiei na pia e esperei. Ele entrou dois minutos depois, me olhou de cima a baixo e me levou para um cubículo. —Tira a saia. Obedeci. Deixei cair no chão. Fiquei nua da cintura para baixo, com a blusa florida ainda vestida. Escutei o som do zíper da calça dele. Passei uma camisinha e ele me penetrou de uma vez. Estava tão molhada que entrou sem resistência. Me agarrou pelo pescoço e pela cintura com a outra mão e começou a me foder forte, seco, sem cuidado. —É assim que você gosta, né? —me disse no ouvido—. Vir trabalhar sem calcinha como uma puta e ser fodida no banheiro dos operários. Só consegui gemer. Cada estocada me fazia bater contra a pia. O barulho da água pingando se misturava com o som do corpo dele batendo no meu. —Meto sem camisinha? —Sim! —sussurrei quase babando, estava muito excitada. —E se seu marido descobrir? —Não se preocupa, eu disse...enquanto aberta de pernas na pia jogava a camisinha usada fora
De repente se ouviram passos lá fora. A gente entrou num cubículo. Ele não parou. Ele sentou no vaso, me virou e me empurrou contra as pernas dele. Tapou minha boca com a mão e continuou me metendo até o fundo, mais devagar mas mais fundo. Os passos pararam um segundo na frente da porta… e depois seguiram em frente.
Quando eles foram embora, ele soltou minha boca e me disse: —Agora sim. Me pegou mais forte. Me fez arquear as costas e gozou dentro de mim, me segurando firme pelos quadris pra não me deixar me mexer. Senti como me enchia o útero. Como ficava latejando dentro de mim mais um segundo. Depois ele se retirou. Meu útero ficou pulsando de sangue. Ele me virou, olhou nos meus olhos e me roubou um beijo longo e molhado. Eu apaixonada, não era só infiel com a pussy, também com o coração. Isso me fazia sentir mais slut —Volta pro teu escritório assim. Quero que você sinta meu cum escorrendo em você o dia todo.
Levantei a saia com as mãos tremendo. Não me limpei direito. Voltei andando pelo escritório sentindo escorregar entre as coxas a cada passo. Quando cheguei na minha mesa, sentei devagar. Abri o computador como se nada tivesse acontecido. Mas toda vez que cruzava as pernas, sentia o calor e o líquido ainda morno. E sorri sozinha.








Pensando nele, me deu vontade de tirar a calcinha e a lingerie, então fiquei só com o vestidinho florido. Desde de manhã eu sentia o ar frio entre as pernas toda vez que andava. Eu sabia que ele ia notar. Aquele vestido com flores deixava ele louco.
No meio da manhã mandei uma mensagem: "Tô sem nada. Tô com a buceta cheia de vontade." A resposta chegou em menos de um minuto: "Banheiro dos homens do fundo. Em dez. Não se lava." O coração batia forte quando desci as escadas. A fábrica estava a todo vapor: máquinas, gritos, gente cruzando. Ninguém olhava para a engenheira que caminhava rápido para o fundo. Entrei no banheiro dos homens. Estava vazio. Me apoiei na pia e esperei. Ele entrou dois minutos depois, me olhou de cima a baixo e me levou para um cubículo. —Tira a saia. Obedeci. Deixei cair no chão. Fiquei nua da cintura para baixo, com a blusa florida ainda vestida. Escutei o som do zíper da calça dele. Passei uma camisinha e ele me penetrou de uma vez. Estava tão molhada que entrou sem resistência. Me agarrou pelo pescoço e pela cintura com a outra mão e começou a me foder forte, seco, sem cuidado. —É assim que você gosta, né? —me disse no ouvido—. Vir trabalhar sem calcinha como uma puta e ser fodida no banheiro dos operários. Só consegui gemer. Cada estocada me fazia bater contra a pia. O barulho da água pingando se misturava com o som do corpo dele batendo no meu. —Meto sem camisinha? —Sim! —sussurrei quase babando, estava muito excitada. —E se seu marido descobrir? —Não se preocupa, eu disse...enquanto aberta de pernas na pia jogava a camisinha usada fora
De repente se ouviram passos lá fora. A gente entrou num cubículo. Ele não parou. Ele sentou no vaso, me virou e me empurrou contra as pernas dele. Tapou minha boca com a mão e continuou me metendo até o fundo, mais devagar mas mais fundo. Os passos pararam um segundo na frente da porta… e depois seguiram em frente.
Quando eles foram embora, ele soltou minha boca e me disse: —Agora sim. Me pegou mais forte. Me fez arquear as costas e gozou dentro de mim, me segurando firme pelos quadris pra não me deixar me mexer. Senti como me enchia o útero. Como ficava latejando dentro de mim mais um segundo. Depois ele se retirou. Meu útero ficou pulsando de sangue. Ele me virou, olhou nos meus olhos e me roubou um beijo longo e molhado. Eu apaixonada, não era só infiel com a pussy, também com o coração. Isso me fazia sentir mais slut —Volta pro teu escritório assim. Quero que você sinta meu cum escorrendo em você o dia todo.
Levantei a saia com as mãos tremendo. Não me limpei direito. Voltei andando pelo escritório sentindo escorregar entre as coxas a cada passo. Quando cheguei na minha mesa, sentei devagar. Abri o computador como se nada tivesse acontecido. Mas toda vez que cruzava as pernas, sentia o calor e o líquido ainda morno. E sorri sozinha.
5 comentários - Virei a puta do trabalho