Louvor e Submissão - Capítulo 7: A InversãoEle obedeceu, trancando a porta e baixando a placa de "Aberto". Quando se virou para ela, ela já estava esperando, não na área de cabeleireiro, mas no centro da loja, entre araras de roupas e caixas de sapatos.
—Vem —disse ela, e pegou a mão dele—. É a minha vez de guiar.
A surpresa no rosto dele era palpável, uma mistura de incredulidade e um desejo nascente que a excitou mais do que ela admitiria. Ela o guiou não para a poltrona, nem para a cadeira de cabeleireiro. Guiou-o para o pequeno provador de madeira no canto, um espaço íntimo e fechado, com um único espelho e uma cortina grossa.
Entrou primeiro, e ele a seguiu, como em transe. O espaço era pequeno, e a proximidade dos corpos deles era imediata, elétrica. Ela podia sentir o calor dele, sentir o perfume, uma mistura de couro e algo limpo, como o ar depois da chuva.
—Fica quieto —ordenou suavemente, e ele obedeceu, os olhos fixos nela.
Ela não se apressou. Tomou seu tempo. Suas mãos subiram até o pescoço, e com movimentos lentos e deliberados, desabotoou a camiseta preta. Tirou-a e deixou-a cair no chão. Depois, suas mãos foram para as costas, desabotoando o sutiã. Soltou-o e também deixou que caísse.
Seus peitos, libertos, ficaram ao ar. Ela sentiu uma pontada de insegurança, um velho hábito, mas sufocou-a. Manteve-se ereta, deixando que ele a visse, realmente a visse.
Ele inspirou audivelmente, e nos olhos dele não havia julgamento, nem piedade. Havia apenas um desejo tão puro, tão intenso, que a fez tremer.
—Meu Deus, María Elena... —sussurrou, estendendo uma mão para tocá-la.
—Não —disse ela, afastando a mão dele—. Hoje não. Hoje é a sua vez de olhar. Hoje é a sua vez de aprender.
Suas mãos desceram até a cintura do jeans. Desabotoou o botão, baixou o zíper. Deslizou o jeans pelos quadris, deixando-o cair aos pés. Só restava a calcinha, um pedaço simples de renda preta.
Aproximou-se dele, até que seus corpos quase se tocavam. Ele tomou as mãos dela e as levou até a cintura. —Me toca —ordenou—. Mas não como antes. Me toca como se fosse a primeira vez. Me toca como se quisesse memorizar cada centímetro da minha pele. Ele obedeceu. Suas mãos, que antes tinham sido seguras e experientes, agora tremiam levemente. Seus dedos se moveram sobre a pele dela, explorando a curva dos quadris, a suavidade da barriga. Era um toque de reverência, de descoberta. —Isso —murmurou ela, fechando os olhos—. Sente. Sente minha vida sob seus dedos. Suas mãos subiram, lentamente, até os seios dela. Dessa vez, não foi ele quem os pegou. Foi ela quem pegou as mãos dele e as colocou sobre eles. —Sente como pulsam —sussurrou—. Sente como respondem ao seu toque. Ele acariciou os seios dela com uma delicadeza que a fez chorar. Seus polegares roçaram os mamilos, que endureceram instantaneamente, enviando uma onda de calor para a virilha. —Não tenha medo —disse ela, sua voz rouca pela emoção—. Me pega. Faz teu o que é meu. Ele a beijou então, um beijo faminto, desesperado, um beijo que refletia o desejo que ele estava contendo. María Elena correspondeu com a mesma intensidade, suas mãos subindo pelo peito dele, até se entrelaçarem no cabelo. Ela o guiou até o pequeno banquinho que havia no canto do provador. Ele se sentou, e ela se ajoelhou na frente dele. —Agora —disse ela, suas mãos indo para o cinto do jeans dele—. Agora é sua vez. Desabrochou o cinto, o botão, o zíper. Deslizou o jeans e a cueca para baixo, libertando-o. Ele ficou parado, seus olhos fixos nela, sua respiração entrecortada. María Elena olhou para ele, realmente olhou. Viu o desejo dele, sua vulnerabilidade. Viu o homem, não o sedutor. E sentiu um poder que nunca tinha conhecido, um poder que não vinha da força, mas da entrega. Ela se inclinou e o pegou na mão. Sentiu seu peso, seu calor, sua textura. Sentiu como pulsava na palma da mão, como um coração ansioso. —Deus, María Elena... —gemeu ele, sua cabeça caindo para trás. Ela começou a mover a mão, devagar no início, aprendendo o ritmo dele, as respostas dele. Seus movimentos eram firmes, deliberados. Não era mais a mulher inexperiente de dois dias atrás. Era a mulher que havia descoberto o próprio prazer e que agora estava determinada a compartilhá-lo. Ela o tomou na boca. Ele gemeu, um som gutural que a encheu de um orgulho selvagem. As mãos dele se enredaram no cabelo dela, não para guiá-la, mas para se agarrar a ela, como se fosse uma âncora em meio a uma tempestade. María Elena fez isso com uma devoção que nunca havia sentido por nada. Não era um dever, nem um sacrifício. Era um ato de poder, um ato de amor, um ato de pura e absoluta entrega. Ela o levou à beira, uma e outra vez, saboreando seu poder sobre ele, sua capacidade de dar prazer a ele. Quando finalmente o libertou, ele estava ofegante, com os olhos fechados, completamente entregue a ela. —Olhe para mim —ordenou ela, e ele abriu os olhos—. Olhe para mim. Ela se levantou e tirou os últimos restos de roupa. Posicionou-se sobre ele, guiando-o para dentro dela. Afundou-se nele lentamente, e ambos gemeram em uníssono. Ficou imóvel por um momento, apenas sentindo-o dentro dela, sentindo-o preenchê-la, completá-la. Era a sensação que estivera buscando, a conexão que estivera ansiando. Não era só físico. Era algo mais profundo, mais espiritual. Começou a se mover, devagar no início, depois com mais confiança. Cada movimento era uma declaração, uma afirmação da própria sexualidade, do próprio poder. Ele a observava, os olhos cheios de uma mistura de espanto e adoração. —Você é incrível —sussurrou ele, as mãos subindo pelas coxas dela, até os quadris—. Você é a mulher mais incrível que já conheci. —Eu sou María Elena —respondeu ela, e seu nome nos lábios dele soou como uma oração, como uma bênção—. E esta é minha tenda, meu corpo, meu prazer. O orgasmo a surpreendeu, uma onda crescente que a arrastou consigo. Não foi um explosão, mas uma inundação, um desabamento que a deixou tremendo e chorando nos braços dele.
Ele a segurou, enquanto ela se recuperava, enquanto o mundo voltava a se focar. A beijou, um beijo longo e carinhoso que não era de paixão, mas de cumplicidade.
—Fica comigo —sussurrou ela, contra o pescoço dele—. Fica esta noite.
Ele não respondeu com palavras. Simplesmente a apertou contra si, e ela soube que ele ficaria. Que a noite não tinha acabado. Que o despertar, apenas começava.continua.....
—Vem —disse ela, e pegou a mão dele—. É a minha vez de guiar.
A surpresa no rosto dele era palpável, uma mistura de incredulidade e um desejo nascente que a excitou mais do que ela admitiria. Ela o guiou não para a poltrona, nem para a cadeira de cabeleireiro. Guiou-o para o pequeno provador de madeira no canto, um espaço íntimo e fechado, com um único espelho e uma cortina grossa.
Entrou primeiro, e ele a seguiu, como em transe. O espaço era pequeno, e a proximidade dos corpos deles era imediata, elétrica. Ela podia sentir o calor dele, sentir o perfume, uma mistura de couro e algo limpo, como o ar depois da chuva.
—Fica quieto —ordenou suavemente, e ele obedeceu, os olhos fixos nela.
Ela não se apressou. Tomou seu tempo. Suas mãos subiram até o pescoço, e com movimentos lentos e deliberados, desabotoou a camiseta preta. Tirou-a e deixou-a cair no chão. Depois, suas mãos foram para as costas, desabotoando o sutiã. Soltou-o e também deixou que caísse.
Seus peitos, libertos, ficaram ao ar. Ela sentiu uma pontada de insegurança, um velho hábito, mas sufocou-a. Manteve-se ereta, deixando que ele a visse, realmente a visse.
Ele inspirou audivelmente, e nos olhos dele não havia julgamento, nem piedade. Havia apenas um desejo tão puro, tão intenso, que a fez tremer.
—Meu Deus, María Elena... —sussurrou, estendendo uma mão para tocá-la.
—Não —disse ela, afastando a mão dele—. Hoje não. Hoje é a sua vez de olhar. Hoje é a sua vez de aprender.
Suas mãos desceram até a cintura do jeans. Desabotoou o botão, baixou o zíper. Deslizou o jeans pelos quadris, deixando-o cair aos pés. Só restava a calcinha, um pedaço simples de renda preta.
Aproximou-se dele, até que seus corpos quase se tocavam. Ele tomou as mãos dela e as levou até a cintura. —Me toca —ordenou—. Mas não como antes. Me toca como se fosse a primeira vez. Me toca como se quisesse memorizar cada centímetro da minha pele. Ele obedeceu. Suas mãos, que antes tinham sido seguras e experientes, agora tremiam levemente. Seus dedos se moveram sobre a pele dela, explorando a curva dos quadris, a suavidade da barriga. Era um toque de reverência, de descoberta. —Isso —murmurou ela, fechando os olhos—. Sente. Sente minha vida sob seus dedos. Suas mãos subiram, lentamente, até os seios dela. Dessa vez, não foi ele quem os pegou. Foi ela quem pegou as mãos dele e as colocou sobre eles. —Sente como pulsam —sussurrou—. Sente como respondem ao seu toque. Ele acariciou os seios dela com uma delicadeza que a fez chorar. Seus polegares roçaram os mamilos, que endureceram instantaneamente, enviando uma onda de calor para a virilha. —Não tenha medo —disse ela, sua voz rouca pela emoção—. Me pega. Faz teu o que é meu. Ele a beijou então, um beijo faminto, desesperado, um beijo que refletia o desejo que ele estava contendo. María Elena correspondeu com a mesma intensidade, suas mãos subindo pelo peito dele, até se entrelaçarem no cabelo. Ela o guiou até o pequeno banquinho que havia no canto do provador. Ele se sentou, e ela se ajoelhou na frente dele. —Agora —disse ela, suas mãos indo para o cinto do jeans dele—. Agora é sua vez. Desabrochou o cinto, o botão, o zíper. Deslizou o jeans e a cueca para baixo, libertando-o. Ele ficou parado, seus olhos fixos nela, sua respiração entrecortada. María Elena olhou para ele, realmente olhou. Viu o desejo dele, sua vulnerabilidade. Viu o homem, não o sedutor. E sentiu um poder que nunca tinha conhecido, um poder que não vinha da força, mas da entrega. Ela se inclinou e o pegou na mão. Sentiu seu peso, seu calor, sua textura. Sentiu como pulsava na palma da mão, como um coração ansioso. —Deus, María Elena... —gemeu ele, sua cabeça caindo para trás. Ela começou a mover a mão, devagar no início, aprendendo o ritmo dele, as respostas dele. Seus movimentos eram firmes, deliberados. Não era mais a mulher inexperiente de dois dias atrás. Era a mulher que havia descoberto o próprio prazer e que agora estava determinada a compartilhá-lo. Ela o tomou na boca. Ele gemeu, um som gutural que a encheu de um orgulho selvagem. As mãos dele se enredaram no cabelo dela, não para guiá-la, mas para se agarrar a ela, como se fosse uma âncora em meio a uma tempestade. María Elena fez isso com uma devoção que nunca havia sentido por nada. Não era um dever, nem um sacrifício. Era um ato de poder, um ato de amor, um ato de pura e absoluta entrega. Ela o levou à beira, uma e outra vez, saboreando seu poder sobre ele, sua capacidade de dar prazer a ele. Quando finalmente o libertou, ele estava ofegante, com os olhos fechados, completamente entregue a ela. —Olhe para mim —ordenou ela, e ele abriu os olhos—. Olhe para mim. Ela se levantou e tirou os últimos restos de roupa. Posicionou-se sobre ele, guiando-o para dentro dela. Afundou-se nele lentamente, e ambos gemeram em uníssono. Ficou imóvel por um momento, apenas sentindo-o dentro dela, sentindo-o preenchê-la, completá-la. Era a sensação que estivera buscando, a conexão que estivera ansiando. Não era só físico. Era algo mais profundo, mais espiritual. Começou a se mover, devagar no início, depois com mais confiança. Cada movimento era uma declaração, uma afirmação da própria sexualidade, do próprio poder. Ele a observava, os olhos cheios de uma mistura de espanto e adoração. —Você é incrível —sussurrou ele, as mãos subindo pelas coxas dela, até os quadris—. Você é a mulher mais incrível que já conheci. —Eu sou María Elena —respondeu ela, e seu nome nos lábios dele soou como uma oração, como uma bênção—. E esta é minha tenda, meu corpo, meu prazer. O orgasmo a surpreendeu, uma onda crescente que a arrastou consigo. Não foi um explosão, mas uma inundação, um desabamento que a deixou tremendo e chorando nos braços dele.
Ele a segurou, enquanto ela se recuperava, enquanto o mundo voltava a se focar. A beijou, um beijo longo e carinhoso que não era de paixão, mas de cumplicidade.
—Fica comigo —sussurrou ela, contra o pescoço dele—. Fica esta noite.
Ele não respondeu com palavras. Simplesmente a apertou contra si, e ela soube que ele ficaria. Que a noite não tinha acabado. Que o despertar, apenas começava.continua.....
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