Procurando relatos para escrevê-los aqui nesta famosa página e trazê-los para vocês, consegui obter este que trata de dois homens que usam a sobrinha deles, Verônica, à vontade, graças ao fato de que a jovem não tem outra opção a não ser ir morar com eles depois de ficar completamente órfã. Sobre esta história, desconheço sua veracidade porque não pude confirmá-la, mas quem me contou me garantiu que é verdadeira. Inclusive tenho que reconhecer que o incidente foi noticiado pelos jornais impressos.
Tudo começou um dia quando nossa amiga Verônica e seus pais vão para umas férias trágicas no campo. Ao chegar ao local escolhido, foram vítimas de um assalto por um par de meliantes que deram três tiros nos adultos após eles resistirem. Seu pai morreu instantaneamente, enquanto sua mãe faleceu depois de cinco dias de agonia no hospital. A partir desse mesmo dia, a vida de Verônica, de apenas 18 anos, mudou totalmente. Houve disputas por ela pela guarda e custódia, mas ela teve que ir morar na casa de uns tios que eram parentes de sua mãe, porque o juiz de menores da localidade deu uma sentença sobre isso, já que os familiares de seu pai não eram aptos para assumir tal responsabilidade. Verônica chegou a esse novo núcleo familiar onde estava seu tio Carlos, de 38 anos, que era casado com Carolina e tinha um filho da mesma idade que sua prima, chamado David. Junto com eles morava seu outro tio Valentin, de 33 anos, que era solteiro mas estava noivo para se casar em breve. O certo é que ela teve dificuldade para se adaptar à sua nova vida sem seus pais. Seus tios a mimavam em tudo o que estava ao alcance deles; mas ao mesmo tempo ela tinha que aguentar em silêncio as birras de sua tia por afinidade, Carolina. Assim transcorreu sua vida entre os estudos e ser uma espécie de governanta da casa de seus tios para pagar de alguma forma por terem lhe dado abrigo.
Um tempo depois, Verónica foi passar férias com os parentes num balneário de praia perto da cidade onde moravam. Lá, ela colocou um biquíni de duas peças que sua tia Carolina tinha dado de presente. Isso foi a chave de toda a mudança radical da vida dela.

Os olhares disfarçados de seus tios Carlos e Valentin sobre seu corpo não pararam, já que Verônica, com apenas 18 anos, estava muito bem formada esculturalmente. Para detalhar, para que vocês tenham uma ideia, ela tinha grandes seios e umas nádegas muito desenvolvidas, sem falar da sua buceta, que se destacava volumosa com seu traje de banho. Valentin entrou para se banhar com ela e a levou para a parte mais profunda, o que fez com que ela se agarrasse ao seu corpo porque a água do mar a ultrapassava. Nesse agarra-agarra entre os dois, Valentin sem querer acariciou seus grandes seios, o que lhe causou uma curta excitação. No mesmo momento, seu tio Valentin continuou disfarçadamente e esfregava seu membro nas suas enormes nádegas desenvolvidas, o que ela aparentemente não notava. Em seguida, saíram da água, mas Valentin ficou marcado pelo constante roçar com sua sobrinha. Chegaram até onde estavam seu tio Carlos, Carolina e seu primo David. Nada de especial aconteceu até que foram para a casa que tinham alugado para passar o fim de semana. Durante o jantar, abriram quatro garrafas de vinho e todos beberam, mas com o resultado de que Valentin, Carlos e Carolina exageraram na bebida, o que os deixou embriagados. David e Verônica só tomaram algumas taças, que lhes causaram quase o mesmo, mas ainda estavam sóbrios. Carlos e Carolina foram para o quarto para fazer o love e depois dormir. David igualmente foi se deitar, enquanto Verônica foi convidada por seu tio Valentin para continuar brindando, embora ela quase não quisesse. Foi fácil para Valentin convencê-la, ligou a televisão e com o controle foi procurando um canal de pornografia privado. Noemí sentiu vergonha com seu tio, mas ao mesmo tempo olhava atônita o filme. De repente, ouviram-se os gemidos de Carolina, que era fornicada por seu marido Carlos. Gritos e alaridos eram ouvidos por toda a casa; além de algumas palavras obscenas. Nisso, seu tio Valentin propôs à sua sobrinha Verônica se ela queria ver a cena ao vivo de seus tios. Ela não disse nada, mas seu tio Valentin insistiu e a levou pela mão até o quarto onde o casal fazia o amor. Conseguiu abrir a porta com o maior silêncio e espionaram a cena de amor.
Verônica pela primeira vez viu uma sessão de sexo. Ficou surpresa quando conseguiu ver como o grande membro do seu tio Carlos furava com força o cu de Carolina depois na boca. Quando tudo terminou, tomaram banho para dormir profundamente. Verônica sugeriu ao seu tio Valentin que fossem dormir também, mas ele insistiu que ainda era muito cedo e que ainda tinha uma garrafa de vinho; além disso, o canal pornô estava passando outro filme. Depois de uma hora, Verônica estava totalmente rendida com a cabeça apoiada nas pernas do seu tio. Ele a levantou e a levou para dormir no quarto dele com ele. Na cama, tirou a roupa dela para colocar uma camisola, foi nesse momento que viu bem de perto as grandes tetas que sua sobrinha tinha. Acariciou-as e até chupou-as sem que ela percebesse, por causa da bebedeira. Quase 15 minutos o tio ficou chupando os seios dela. Baixou o short e fez o mesmo com a calcinha.
Valentin ficou extasiado ao ver a bucetinha raspada da sua sobrinha. Acariciou-a e esfregou com os dedos o clitóris, o que fez Verônica, totalmente dormida pelo álcool ingerido, ficar completamente molhada. Chupou-a por um bom tempo, tirou a roupa e se colocou por cima dela para tentar penetrá-la, mas o membro não conseguia entrar na vagina virginal da sua sobrinha.
Ele procurou um óleo de coco que tinha para se bronzear e passou em todo o membro e na buceta da sobrinha. Montou em cima dela de novo e colocou o membro na entrada da buceta. Empurrou com força e aos poucos o hímen foi cedendo até que arrebentou tudo. Verônica reclamou da dor e acordou percebendo a surpresa de que seu tio estava comendo ela. "Tio, o que você tá fazendo comigo, tá doendo", respondeu Verônica. "Nada, querida sobrinha, só estou te fazendo mulher. De agora em diante você vai ser minha mulher", respondeu Valentin. "Tá doendo, tio, tá doendo muito, tira seu pau de dentro da minha buceta, por favor." "Não quero e não posso, então fica tranquila e colabora comigo, mamacita, que agora você vai ser minha puta particular. Que buceta gostosa e apertada você tem, minha querida Verônica, não sabia que você era tão divina. Toma, toma, sua puta, porque é isso que você vai ser de agora em diante", disse Valentin. Valentin continuou consumando o ato sexual e se movia com fogo dentro do corpo da sobrinha, que ainda reclamava, mas cada vez menos, e ao mesmo tempo soltava um gemido de vez em quando. Valentin estava quase gozando e tirou o pau para levar o membro até a boca de Verônica, que sentiu nojo, mas não opôs nenhum tipo de resistência porque estava à mercê do tio Valentin. Em poucos segundos, Verônica sentiu algo quente e grosso se derramar na sua boca. O tio a obrigou a engolir tudo, o que ela fez muito bem. "Bom, sobrinha, agora você é minha mulher, por hoje tá bom, mas quero que você não comente com ninguém isso que aconteceu entre nós dois. OK", ordenou Valentin. Verônica só confirmou com a cabeça. O tio se despediu com um beijo na testa e foi embora. Ela notou que nas pernas estava manchada de sangue, assim como a cama. Soube que era a ruptura do seu virgo. De manhã, quando se levantou para tomar café, descobriu que Carlos, Carolina e David tinham saído bem cedo, segundo um bilhete colado na porta da geladeira, no qual estava escrito que chegariam ao meio-dia. Daqui a pouco Valentin se levantou e sentiu medo, mas ele a pegou pelo braço e perguntou como ela tinha terminado de passar a noite. Ela disse que bem, mas que sentia uma pequena dor na barriga. Valentin respondeu que não se preocupasse porque logo passaria. Em seguida, perguntou pelo irmão, pela cunhada e pelo sobrinho, e Verônica mostrou a ele o bilhete que tinham deixado. Isso deixou Valentin a mil, ele pediu para a sobrinha que fosse até o quarto dele, que precisava falar sério com ela. Ela obedeceu e, ao chegar, Valentin a deitou na cama e pediu que ela tirasse a roupa; mas ela pediu que ele não fizesse aquilo de novo, o que não foi aceito, porque foi ele mesmo quem tirou a roupa dela.
Em poucos minutos Verónica estava sendo penetrada novamente por seu tio pela segunda vez em menos de 5 horas. Dessa vez ela sentia pouca dor e um leve ardor, mas dava pra notar como ela respondia às estocadas que seu próprio tio dava. Que buceta gostosa você tem, sobrinha, o que eu estava perdendo por tanto tempo. Toda vez que eu puder vou te comer, disse Valentin. Tá bom, tio, serei sua como você diz, mas com a condição de que você tem que cuidar de mim porque não quero engravidar. Isso eu já resolvi porque tenho no meu quarto umas pílulas anticoncepcionais que você vai tomar a partir de hoje. Não, tio, isso não, nunca tomei pílulas, respondeu Verónica. Faça, é uma ordem, replicou seu tio.
Na hora, Verônica sentiu pela primeira vez um esperma quente inundar sua pequena caverna. O resto ela teve que limpar com a boca. Depois de meia hora, o pau do Valentin estava duro, ele se levantou da cama e foi buscar o óleo de coco. Verônica estava inocente de tudo, mas esperava qualquer coisa.
Não se enganou porque seu tio Valentin a levantou e a colocou de quatro para se posicionar atrás dela. Em seguida, sentiu como ele penetrava seu cu, o que a fez soltar um grito enorme que ecoou pela casa toda. "Não, tio, isso não... ahhhhh", foram suas palavras. Mas já não podia fazer nada porque o membro de seu tio estava todo dentro, sem nenhum tipo de consideração, rasgando seu ânus. Valentin se movia intensamente, o que provocou uma rápida ejaculação dentro do ânus de sua sobrinha. Ele se levantou e foi tomar banho, e Verônica fez o mesmo, sentindo uma dor enorme por causa da relação anal que seu tio lhe tinha imposto. À tarde, Valentin repetiu a dose e, apesar das reclamações de sua sobrinha, igualmente culminou com seu sêmen dentro dela.
À noite chegaram Carlos, Carolina, David e tudo ficou em silêncio. Carlos e Valentin eram grandes companheiros e, ao conversarem, Carlos ficou sabendo de tudo o que tinha acontecido com Noemí. O que você fez com a Noemí, perguntou Carlos. Comi ela, é isso mesmo que você ouviu, respondeu Valentin. Quando foi que aconteceu, perguntou Carlos de novo. Ontem à noite e hoje umas duas vezes, arrebentei a virgindade dela. Que gostosa, não deixou nenhuma pra mim. Calma, de qualquer jeito você vai gozar muito quando estiver comendo ela, disse Valentin a Carlos. Me ajuda a fazer isso hoje à noite, respondeu Carlos finalmente. Era mais ou menos uma da manhã, Carolina e David tinham adormecido. Verônica também estava dormindo, enquanto Carlos e Valentin esperavam como hienas famintas atrás da caça. Se certificaram de que todos estavam bem dormindo e foram até o quarto de Verônica, onde ela dormia.
Ao chegar, ela estava deitada com uma pequena pijama de dormir. Seu tio Carlos se escondeu no armário, mas via tudo a poucos metros de distância. Valentin encarregou-se de acordar Verônica, que disse ao tio que estava muito cansada e que doía todo o seu corpo. Mas isso não foi motivo para paralisar a intenção dos tios. Valentin tirou a pijama de dormir dela, montou em cima da cama. Ficou na frente dela e zuas, a penetrou outra vez pela buceta.
Verónica já reagia como uma verdadeira puta privada do seu tio Valentin. Assim que sentiu o membro do seu tio, começou a gemer e a mover os quadris para que a penetração fosse maior. Carlos olhava atônito o acontecimento, excitado, e aguardava pela sua vez. Quando Valentin estava quase a ponto de gozar, disse a Verónica que tinha uma surpresa para ela, a qual ela deveria aceitar. Ela perguntou do que se tratava desta vez, mas Valentin respondeu que ela deveria aceitar e calar a boca. Valentin, para tornar a sessão sexual mais excitante, pediu que ela cobrisse o rosto com uma venda. Ela assim o fez, e Carlos saiu do armário onde estava escondido, se despiu e montou em cima da sua sobrinha. A primeira coisa que fez antes de penetrá-la foi dar uma boa chupada no cu da sua sobrinha e esfregar o clitóris que estava úmido e quente. Depois de cerca de 10 minutos, tirou seu potente membro, o maior dos dois homens, e o colocou na entrada da sua vagina, enquanto Jorge era quem falava por ambos.
Tudo afundou completamente, o que fez Noemí reclamar por sentir que era grande demais para sua buceta, mas sem tirar a venda. Carlos metia fundo na buceta de Verónica, aos poucos ela ia se amoldando à magnitude de um membro tão gigantesco. Ele a virou e enfiou no cu, mas dessa vez Verónica, se é verdade que não aguentou mais pela dor profunda. Tirou a venda que a proibia de ver tudo e viu quando Valentin estava na frente dela e percebeu que não era ele quem a penetrava. Que isso, tio?, perguntou assustada Verónica. Calma, sobrinha, que quem está te comendo agora sou eu, seu tio Carlos. Não, você não, tio, por que vocês dois estão fazendo isso comigo? Muito bem, eu te disse, sobrinha, que você ia ser nossa puta pessoal, exclamou Valentin. Tira, tira, tio Carlos, tira, dizia agitada Verónica. Mas Carlos fazia todo o contrário, já que para ele essas palavras pronunciadas por sua sobrinha aumentavam sua excitação. Foi nesse mesmo momento quando Valentin se jogou sobre ela e meteu o membro na boca, coisa que ela se opôs, mas a força de seu tio se impôs totalmente. Enquanto Carlos a comia pelo cu, Valentin metia pela boca simultaneamente. Valentin tirou seu membro da boca e se colocou embaixo dela e pela primeira vez Verónica sentiu como dois membros ao mesmo tempo perfuravam seus orifícios até que derramaram seus leites dentro dela. Saíram sorrindo pelo ato consumado e foram dormir. Verónica se sentia como se o sêmen de ambos estivesse dentro de seu corpo. Tomou banho e foi dormir chorando. Passaram três dias e a mesma cena se repetiu.
Os dois tios comiam ansiosamente a buceta e o cu da Verônica. Voltaram pra casa depois das férias. A vida seguia normalmente.
Verônica continuava em suas aulas e, no momento certo, Carlos ou Valentin, às vezes os dois ao mesmo tempo, a possuíam. Depois de um mês, Valentin convidou sua cunhada Carolina para fazer umas compras no supermercado, enquanto Carlos e seu filho David ficaram com Verônica. David, tenho uma surpresa agradável para você. Quero que a partir de hoje você seja um verdadeiro homem e vai ter uma mulher para você à sua disposição. O que é, papai?, respondeu David. Fica tranquilo que logo você vai saber.
Foi assim que Eduardo levou seu filho David ao quarto onde Verônica estava hospedada e, sem qualquer tipo de consideração, pediu que sua sobrinha se despisse porque David precisava virar homem. Lá estava incrivelmente pronta nossa amiga Verônica com um lindo conjunto de renda cor-de-rosa. Parece mentira, mas Verônica não disse nada e apenas cumpriu a ordem do tio. Deitou-se com as pernas abertas. David, espantado com tudo o que via e obedecendo ao pai, montou em cima dela inexperientemente, mas foi guiado por Verônica, que agarrou o membro do primo e o enfiou dentro da sua buceta.
Não passaram 5 minutos quando Diego gozou pela primeira vez no corpo de uma mulher. O que ele nunca imaginou. Carlos é que sua mulher Carolina e seu irmão Valentin estavam no supermercado, mas com a diferença de que antes tinham ido a um motel para fazer amor.
Pois é, Valentin e Carolina são amantes há um certo tempo, mas ninguém até agora sabia. Valentin comeu ela por todos os lados e, no final, os dois voltaram pra casa como se nada tivesse acontecido. 🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗💕💕💕😁🤗😁
Assim foi a vida de Verónica entre paus ao mesmo tempo, mas teve algo que mudou tudo, porque Valentin a levou até um hotel onde um amigo dele a esperava, que a comeu sem que ela dissesse absolutamente nada.
Essa história eu digo pra vocês que é verdade, também trouxe pra vocês conhecerem a história da nossa amiga Verónica. É o final da história.....
🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗💕🤗🤗💕💕💕💕💕😄😄😄😄✔️✔️✔️👉👉👉👉👉👉👉🔥🔥🔥😍😍😍 Oi!!! Amigos e Amigas Mando pra vocês um abraço apertado 🤗 . Agradeço demais as suas visitas, seus pontos, seus comentários e sugestões... Até a próxima ✨️ 🪄 🥰 ☀️
Tudo começou um dia quando nossa amiga Verônica e seus pais vão para umas férias trágicas no campo. Ao chegar ao local escolhido, foram vítimas de um assalto por um par de meliantes que deram três tiros nos adultos após eles resistirem. Seu pai morreu instantaneamente, enquanto sua mãe faleceu depois de cinco dias de agonia no hospital. A partir desse mesmo dia, a vida de Verônica, de apenas 18 anos, mudou totalmente. Houve disputas por ela pela guarda e custódia, mas ela teve que ir morar na casa de uns tios que eram parentes de sua mãe, porque o juiz de menores da localidade deu uma sentença sobre isso, já que os familiares de seu pai não eram aptos para assumir tal responsabilidade. Verônica chegou a esse novo núcleo familiar onde estava seu tio Carlos, de 38 anos, que era casado com Carolina e tinha um filho da mesma idade que sua prima, chamado David. Junto com eles morava seu outro tio Valentin, de 33 anos, que era solteiro mas estava noivo para se casar em breve. O certo é que ela teve dificuldade para se adaptar à sua nova vida sem seus pais. Seus tios a mimavam em tudo o que estava ao alcance deles; mas ao mesmo tempo ela tinha que aguentar em silêncio as birras de sua tia por afinidade, Carolina. Assim transcorreu sua vida entre os estudos e ser uma espécie de governanta da casa de seus tios para pagar de alguma forma por terem lhe dado abrigo.
Um tempo depois, Verónica foi passar férias com os parentes num balneário de praia perto da cidade onde moravam. Lá, ela colocou um biquíni de duas peças que sua tia Carolina tinha dado de presente. Isso foi a chave de toda a mudança radical da vida dela.

Os olhares disfarçados de seus tios Carlos e Valentin sobre seu corpo não pararam, já que Verônica, com apenas 18 anos, estava muito bem formada esculturalmente. Para detalhar, para que vocês tenham uma ideia, ela tinha grandes seios e umas nádegas muito desenvolvidas, sem falar da sua buceta, que se destacava volumosa com seu traje de banho. Valentin entrou para se banhar com ela e a levou para a parte mais profunda, o que fez com que ela se agarrasse ao seu corpo porque a água do mar a ultrapassava. Nesse agarra-agarra entre os dois, Valentin sem querer acariciou seus grandes seios, o que lhe causou uma curta excitação. No mesmo momento, seu tio Valentin continuou disfarçadamente e esfregava seu membro nas suas enormes nádegas desenvolvidas, o que ela aparentemente não notava. Em seguida, saíram da água, mas Valentin ficou marcado pelo constante roçar com sua sobrinha. Chegaram até onde estavam seu tio Carlos, Carolina e seu primo David. Nada de especial aconteceu até que foram para a casa que tinham alugado para passar o fim de semana. Durante o jantar, abriram quatro garrafas de vinho e todos beberam, mas com o resultado de que Valentin, Carlos e Carolina exageraram na bebida, o que os deixou embriagados. David e Verônica só tomaram algumas taças, que lhes causaram quase o mesmo, mas ainda estavam sóbrios. Carlos e Carolina foram para o quarto para fazer o love e depois dormir. David igualmente foi se deitar, enquanto Verônica foi convidada por seu tio Valentin para continuar brindando, embora ela quase não quisesse. Foi fácil para Valentin convencê-la, ligou a televisão e com o controle foi procurando um canal de pornografia privado. Noemí sentiu vergonha com seu tio, mas ao mesmo tempo olhava atônita o filme. De repente, ouviram-se os gemidos de Carolina, que era fornicada por seu marido Carlos. Gritos e alaridos eram ouvidos por toda a casa; além de algumas palavras obscenas. Nisso, seu tio Valentin propôs à sua sobrinha Verônica se ela queria ver a cena ao vivo de seus tios. Ela não disse nada, mas seu tio Valentin insistiu e a levou pela mão até o quarto onde o casal fazia o amor. Conseguiu abrir a porta com o maior silêncio e espionaram a cena de amor.
Verônica pela primeira vez viu uma sessão de sexo. Ficou surpresa quando conseguiu ver como o grande membro do seu tio Carlos furava com força o cu de Carolina depois na boca. Quando tudo terminou, tomaram banho para dormir profundamente. Verônica sugeriu ao seu tio Valentin que fossem dormir também, mas ele insistiu que ainda era muito cedo e que ainda tinha uma garrafa de vinho; além disso, o canal pornô estava passando outro filme. Depois de uma hora, Verônica estava totalmente rendida com a cabeça apoiada nas pernas do seu tio. Ele a levantou e a levou para dormir no quarto dele com ele. Na cama, tirou a roupa dela para colocar uma camisola, foi nesse momento que viu bem de perto as grandes tetas que sua sobrinha tinha. Acariciou-as e até chupou-as sem que ela percebesse, por causa da bebedeira. Quase 15 minutos o tio ficou chupando os seios dela. Baixou o short e fez o mesmo com a calcinha.
Valentin ficou extasiado ao ver a bucetinha raspada da sua sobrinha. Acariciou-a e esfregou com os dedos o clitóris, o que fez Verônica, totalmente dormida pelo álcool ingerido, ficar completamente molhada. Chupou-a por um bom tempo, tirou a roupa e se colocou por cima dela para tentar penetrá-la, mas o membro não conseguia entrar na vagina virginal da sua sobrinha.
Ele procurou um óleo de coco que tinha para se bronzear e passou em todo o membro e na buceta da sobrinha. Montou em cima dela de novo e colocou o membro na entrada da buceta. Empurrou com força e aos poucos o hímen foi cedendo até que arrebentou tudo. Verônica reclamou da dor e acordou percebendo a surpresa de que seu tio estava comendo ela. "Tio, o que você tá fazendo comigo, tá doendo", respondeu Verônica. "Nada, querida sobrinha, só estou te fazendo mulher. De agora em diante você vai ser minha mulher", respondeu Valentin. "Tá doendo, tio, tá doendo muito, tira seu pau de dentro da minha buceta, por favor." "Não quero e não posso, então fica tranquila e colabora comigo, mamacita, que agora você vai ser minha puta particular. Que buceta gostosa e apertada você tem, minha querida Verônica, não sabia que você era tão divina. Toma, toma, sua puta, porque é isso que você vai ser de agora em diante", disse Valentin. Valentin continuou consumando o ato sexual e se movia com fogo dentro do corpo da sobrinha, que ainda reclamava, mas cada vez menos, e ao mesmo tempo soltava um gemido de vez em quando. Valentin estava quase gozando e tirou o pau para levar o membro até a boca de Verônica, que sentiu nojo, mas não opôs nenhum tipo de resistência porque estava à mercê do tio Valentin. Em poucos segundos, Verônica sentiu algo quente e grosso se derramar na sua boca. O tio a obrigou a engolir tudo, o que ela fez muito bem. "Bom, sobrinha, agora você é minha mulher, por hoje tá bom, mas quero que você não comente com ninguém isso que aconteceu entre nós dois. OK", ordenou Valentin. Verônica só confirmou com a cabeça. O tio se despediu com um beijo na testa e foi embora. Ela notou que nas pernas estava manchada de sangue, assim como a cama. Soube que era a ruptura do seu virgo. De manhã, quando se levantou para tomar café, descobriu que Carlos, Carolina e David tinham saído bem cedo, segundo um bilhete colado na porta da geladeira, no qual estava escrito que chegariam ao meio-dia. Daqui a pouco Valentin se levantou e sentiu medo, mas ele a pegou pelo braço e perguntou como ela tinha terminado de passar a noite. Ela disse que bem, mas que sentia uma pequena dor na barriga. Valentin respondeu que não se preocupasse porque logo passaria. Em seguida, perguntou pelo irmão, pela cunhada e pelo sobrinho, e Verônica mostrou a ele o bilhete que tinham deixado. Isso deixou Valentin a mil, ele pediu para a sobrinha que fosse até o quarto dele, que precisava falar sério com ela. Ela obedeceu e, ao chegar, Valentin a deitou na cama e pediu que ela tirasse a roupa; mas ela pediu que ele não fizesse aquilo de novo, o que não foi aceito, porque foi ele mesmo quem tirou a roupa dela.
Em poucos minutos Verónica estava sendo penetrada novamente por seu tio pela segunda vez em menos de 5 horas. Dessa vez ela sentia pouca dor e um leve ardor, mas dava pra notar como ela respondia às estocadas que seu próprio tio dava. Que buceta gostosa você tem, sobrinha, o que eu estava perdendo por tanto tempo. Toda vez que eu puder vou te comer, disse Valentin. Tá bom, tio, serei sua como você diz, mas com a condição de que você tem que cuidar de mim porque não quero engravidar. Isso eu já resolvi porque tenho no meu quarto umas pílulas anticoncepcionais que você vai tomar a partir de hoje. Não, tio, isso não, nunca tomei pílulas, respondeu Verónica. Faça, é uma ordem, replicou seu tio.
Na hora, Verônica sentiu pela primeira vez um esperma quente inundar sua pequena caverna. O resto ela teve que limpar com a boca. Depois de meia hora, o pau do Valentin estava duro, ele se levantou da cama e foi buscar o óleo de coco. Verônica estava inocente de tudo, mas esperava qualquer coisa.
Não se enganou porque seu tio Valentin a levantou e a colocou de quatro para se posicionar atrás dela. Em seguida, sentiu como ele penetrava seu cu, o que a fez soltar um grito enorme que ecoou pela casa toda. "Não, tio, isso não... ahhhhh", foram suas palavras. Mas já não podia fazer nada porque o membro de seu tio estava todo dentro, sem nenhum tipo de consideração, rasgando seu ânus. Valentin se movia intensamente, o que provocou uma rápida ejaculação dentro do ânus de sua sobrinha. Ele se levantou e foi tomar banho, e Verônica fez o mesmo, sentindo uma dor enorme por causa da relação anal que seu tio lhe tinha imposto. À tarde, Valentin repetiu a dose e, apesar das reclamações de sua sobrinha, igualmente culminou com seu sêmen dentro dela.
À noite chegaram Carlos, Carolina, David e tudo ficou em silêncio. Carlos e Valentin eram grandes companheiros e, ao conversarem, Carlos ficou sabendo de tudo o que tinha acontecido com Noemí. O que você fez com a Noemí, perguntou Carlos. Comi ela, é isso mesmo que você ouviu, respondeu Valentin. Quando foi que aconteceu, perguntou Carlos de novo. Ontem à noite e hoje umas duas vezes, arrebentei a virgindade dela. Que gostosa, não deixou nenhuma pra mim. Calma, de qualquer jeito você vai gozar muito quando estiver comendo ela, disse Valentin a Carlos. Me ajuda a fazer isso hoje à noite, respondeu Carlos finalmente. Era mais ou menos uma da manhã, Carolina e David tinham adormecido. Verônica também estava dormindo, enquanto Carlos e Valentin esperavam como hienas famintas atrás da caça. Se certificaram de que todos estavam bem dormindo e foram até o quarto de Verônica, onde ela dormia.
Ao chegar, ela estava deitada com uma pequena pijama de dormir. Seu tio Carlos se escondeu no armário, mas via tudo a poucos metros de distância. Valentin encarregou-se de acordar Verônica, que disse ao tio que estava muito cansada e que doía todo o seu corpo. Mas isso não foi motivo para paralisar a intenção dos tios. Valentin tirou a pijama de dormir dela, montou em cima da cama. Ficou na frente dela e zuas, a penetrou outra vez pela buceta.
Verónica já reagia como uma verdadeira puta privada do seu tio Valentin. Assim que sentiu o membro do seu tio, começou a gemer e a mover os quadris para que a penetração fosse maior. Carlos olhava atônito o acontecimento, excitado, e aguardava pela sua vez. Quando Valentin estava quase a ponto de gozar, disse a Verónica que tinha uma surpresa para ela, a qual ela deveria aceitar. Ela perguntou do que se tratava desta vez, mas Valentin respondeu que ela deveria aceitar e calar a boca. Valentin, para tornar a sessão sexual mais excitante, pediu que ela cobrisse o rosto com uma venda. Ela assim o fez, e Carlos saiu do armário onde estava escondido, se despiu e montou em cima da sua sobrinha. A primeira coisa que fez antes de penetrá-la foi dar uma boa chupada no cu da sua sobrinha e esfregar o clitóris que estava úmido e quente. Depois de cerca de 10 minutos, tirou seu potente membro, o maior dos dois homens, e o colocou na entrada da sua vagina, enquanto Jorge era quem falava por ambos.
Tudo afundou completamente, o que fez Noemí reclamar por sentir que era grande demais para sua buceta, mas sem tirar a venda. Carlos metia fundo na buceta de Verónica, aos poucos ela ia se amoldando à magnitude de um membro tão gigantesco. Ele a virou e enfiou no cu, mas dessa vez Verónica, se é verdade que não aguentou mais pela dor profunda. Tirou a venda que a proibia de ver tudo e viu quando Valentin estava na frente dela e percebeu que não era ele quem a penetrava. Que isso, tio?, perguntou assustada Verónica. Calma, sobrinha, que quem está te comendo agora sou eu, seu tio Carlos. Não, você não, tio, por que vocês dois estão fazendo isso comigo? Muito bem, eu te disse, sobrinha, que você ia ser nossa puta pessoal, exclamou Valentin. Tira, tira, tio Carlos, tira, dizia agitada Verónica. Mas Carlos fazia todo o contrário, já que para ele essas palavras pronunciadas por sua sobrinha aumentavam sua excitação. Foi nesse mesmo momento quando Valentin se jogou sobre ela e meteu o membro na boca, coisa que ela se opôs, mas a força de seu tio se impôs totalmente. Enquanto Carlos a comia pelo cu, Valentin metia pela boca simultaneamente. Valentin tirou seu membro da boca e se colocou embaixo dela e pela primeira vez Verónica sentiu como dois membros ao mesmo tempo perfuravam seus orifícios até que derramaram seus leites dentro dela. Saíram sorrindo pelo ato consumado e foram dormir. Verónica se sentia como se o sêmen de ambos estivesse dentro de seu corpo. Tomou banho e foi dormir chorando. Passaram três dias e a mesma cena se repetiu.
Os dois tios comiam ansiosamente a buceta e o cu da Verônica. Voltaram pra casa depois das férias. A vida seguia normalmente.
Verônica continuava em suas aulas e, no momento certo, Carlos ou Valentin, às vezes os dois ao mesmo tempo, a possuíam. Depois de um mês, Valentin convidou sua cunhada Carolina para fazer umas compras no supermercado, enquanto Carlos e seu filho David ficaram com Verônica. David, tenho uma surpresa agradável para você. Quero que a partir de hoje você seja um verdadeiro homem e vai ter uma mulher para você à sua disposição. O que é, papai?, respondeu David. Fica tranquilo que logo você vai saber.
Foi assim que Eduardo levou seu filho David ao quarto onde Verônica estava hospedada e, sem qualquer tipo de consideração, pediu que sua sobrinha se despisse porque David precisava virar homem. Lá estava incrivelmente pronta nossa amiga Verônica com um lindo conjunto de renda cor-de-rosa. Parece mentira, mas Verônica não disse nada e apenas cumpriu a ordem do tio. Deitou-se com as pernas abertas. David, espantado com tudo o que via e obedecendo ao pai, montou em cima dela inexperientemente, mas foi guiado por Verônica, que agarrou o membro do primo e o enfiou dentro da sua buceta.
Não passaram 5 minutos quando Diego gozou pela primeira vez no corpo de uma mulher. O que ele nunca imaginou. Carlos é que sua mulher Carolina e seu irmão Valentin estavam no supermercado, mas com a diferença de que antes tinham ido a um motel para fazer amor.
Pois é, Valentin e Carolina são amantes há um certo tempo, mas ninguém até agora sabia. Valentin comeu ela por todos os lados e, no final, os dois voltaram pra casa como se nada tivesse acontecido. 🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗🤗💕💕💕😁🤗😁
Assim foi a vida de Verónica entre paus ao mesmo tempo, mas teve algo que mudou tudo, porque Valentin a levou até um hotel onde um amigo dele a esperava, que a comeu sem que ela dissesse absolutamente nada.
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1 comentários - Verônica, a sobrinha gostosa (contos)
Espero que te haga gustado este relato