Na penumbra do meu quarto, meus filhos já dormiram e meu marido já tinha me dito que chegaria muito tarde, com as luzes apagadas me deito na cama completamente nua. Minhas pernas se abrem instintivamente, expondo minha buceta já molhada e pulsante. Começo com meus dedos, deslizando-os diretamente sobre os lábios inchados, separando-os para chegar ao clitóris que late como um botão endurecido. Esfrego em círculos rápidos, pressionando com a ponta do dedo médio, sentindo o prazer subir como uma corrente elétrica direto pro cérebro. Meu melaço molha os dedos, escorregadio e quente, e enfio dois pra dentro, curvando-os pra acertar aquele ponto rugoso na parede frontal. Cada movimento me faz gemer, o calor se acumula no meu baixo ventre, e me contorço contra os lençóis, curtindo essa autossatisfação crua, sabendo que sou eu quem controla cada onda de prazer sem pedir permissão a ninguém. Mas não é suficiente; quero me sentir cheia. Pego o consolo de borracha, aquele pau falso grosso e realista, com veias marcadas que o fazem parecer vivo. Sua textura é macia ao toque, mas firme, como silicone quente que esquenta com meu corpo. Passo minha saliva e minha própria umidade nele, até que brilhe, e o posiciono na entrada da minha buceta, roçando a ponta contra o buraco aberto. Roço acidentalmente com a ponta do consolo, e um raio de prazer agudo me percorre, como se o metal vibrasse contra minha carne exposta, amplificando cada roçar até ficar insuportável. Empurro devagar no começo, sentindo como a cabeça larga me estica, me abrindo centímetro por centímetro, e o piercing puxa levemente com o movimento, estimulando o clitóris por dentro e por fora numa fricção deliciosa que me faz morder o lábio. É uma pressão exquisita, quase dolorosa no início, mas depois desliza pra dentro com um pop molhado, me enchendo até o fundo. A textura rugosa das veias raspa bem nos nervos sensíveis, roçando o piercing com cada centímetro, enviando faíscas de prazer que me fazem cerrar os dentes. O calor do meu interior o envolve, como se minha buceta o estivesse chupando, e fico parada um segundo, sentindo como ele lateja contra minhas paredes, estimulando cada cantinho com sua grossura enquanto o piercing pulsa com o ritmo da minha excitação, conectando tudo num circuito de fogo líquido. Agora movo os quadris, subindo e descendo sobre ele como se estivesse montando num homem de verdade. Enfio fundo a cada descida, girando um pouco pra que ele roçar aquele ponto G que me faz gemer alto, e o piercing se move com o vai e vem, puxando a pele do capuz e esfregando o clitóris exposto contra a base do consolo, multiplicando as sensações até eu sentir que vou enlouquecer. Meus peitos deliciosos e macios balançam no ritmo, Meus mamilos duros roçam o ar fresco, o mamilo ereto, que puxa e estimula a cada balanço, conectando o formigamento dos meus peitos diretamente com o fogo na minha buceta e o puxão ardente do piercing lá embaixo. O suor me cobre a pele, e não resisto: libero uma mão pra apertar um peito, beliscando o mamilo, Cada estocada interna é uma pancada de prazer puro: a fricção me esquenta a buceta inteira, fazendo meus sucos escorrerem pelo consolo e molharem minhas coxas, me satisfazendo ao máximo, fodendo meu próprio brinquedo sem vergonha, imaginando como seria minha buceta engolindo ele inteiro enquanto meus peitos tremem O ritmo acelera; já não tem delicadeza. Só meto e tiro rápido, estocando com força, o som da minha umidade chapinhando enchendo o quarto. Sai quase todo e entra de uma vez, com um prazer que beira a dor, mas que eu adoro, e o piercing sacode selvagem, esfregando contra a pele inchada e enviando descargas elétricas que me fazem gritar. Meu clitóris pulsa ignorado, então libero a outra mão e ataco ele direto: três dedos esfregando em círculos furiosos, beliscando, pressionando contra a base do consolo enquanto eu bombo ele pra dentro, roçando no metal do piercing que deixa tudo ainda mais intenso, como se estivesse vibrando. A dupla estimulação é brutal – o preenchimento profundo combinado com o roçar externo e o puxão do piercing me deixa no limite, meus quadris tremendo incontroláveis, meus gemidos virando gritos abafados, e minhas tetas quicando selvagens, com cada pulo multiplicando as sensações até eu sentir que vou me acabar. Sinto a pressão se acumulando, um nó apertado na uretra e na buceta, como se fosse explodir. E explodo. O orgasmo me atinge como um soco, minhas paredes se contraindo ao redor do consolo em espasmos violentos, enquanto eu mantenho ele enterrado, e o piercing amplifica tudo, vibrando com as contrações e prolongando as ondas de prazer. No auge, não consigo segurar: um jato quente de squirt sai disparado, molhando meus dedos, o brinquedo e os lençóis num jato abundante e libertador, como se meu corpo estivesse gozando todo o prazer acumulado. Eu gozo tremendo, exausta, com a buceta ainda pulsando ao redor dele e minhas tetas subindo e descendo com a respiração ofegante, meus bicos ainda sensíveis e duros, réplicas de prazer. Fico ali, ofegante, saboreando a bagunça molhada que deixei, fui tomar banho e esperar que meu marido volte.
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