O amor parecia ter florescido entre Esteban e Carolina, já transavam em qualquer canto da casa, se tratavam como namorados, se davam beijos, carícias e conheciam cada parte do corpo um do outro, ele que antes era seu avô estava definitivamente morto, já só restavam algumas lembranças, agora era Carolina, a "namorada" muito putona de Esteban, fanática por sexo, disposta a qualquer coisa, era muito compreensiva, amorosa e feminina, o enchia de beijos, carícias, mimos, abraços, coçava suas costas, fazia cafuné para dormir, adorava chupar o pau dele e receber sua porra e acima de tudo adorava ser fodida pelo pau de Esteban, era exatamente o que ele precisava, um médico muito famoso e trabalhador que vivia uma vida bastante monótona e entediante, com uma vida social praticamente nula, era a pessoa ideal para que Carolina se estabelecesse ali sem que ninguém suspeitasse, parecia que o avô tinha tudo planejado, porque de fato tinha. Quis viver novamente uma vida, agora de outro lado e viver com seu neto, endinheirado, solitário e energético, que além disso precisava dele, viver essa vida sem poder compartilhá-la com ninguém era um pouco duro para ele, era literalmente ganhar por todos os lados, Esteban obtinha a companhia de uma mulher, seu corpo e uma grande satisfação sexual proporcionada por Carolina e ela obtinha, comida, roupa, qualquer coisa que precisasse e pau, muito pau.
Era quase todo dia, depois de dormir juntos, Esteban começava o dia (quando estava) da melhor forma possível, comendo de quatro a Carolina, que aguentava cada uma das potentes investidas de Esteban enquanto gemia e se deixava dominar por ele, seja puxar o cabelo, dar umas palmadas na bunda, apertar os peitos, enforcar, cuspir na boca, o que for que ele quisesse, já que Carolina nesse sentido tinha a mente muito aberta, ela se deixava dominar por completo e estava disposta a realizar as fantasias que Esteban quisesse, já que ele era da velha escola, na qual a mulher tinha que servir ao homem.
Esteban tenta tirar proveito dela, querendo fazer à força, dando ordens do que ela tem que fazer, mostrar os peitos, chupar o pau dele, engolir, ficar de quatro na mesa, como querendo se impor, sendo que Caro não precisava disso, já que ela simplesmente se deixava, só precisava pedir direito.
Então Esteban no dia seguinte voltou com umas orelhinhas de puta, pra Carolina usar enquanto chupava o pau dele, e ela não teve nenhum problema com isso, agora como mulher tinha que cumprir os desejos do seu macho e estar disposta a qualquer coisa, então enquanto Esteban se deitou pra ver um filme ela se deita no sofá e bem devagarzinho começa a chupá-lo enquanto ele relaxa, Caro sabia muito bem como agradar um homem e o que ele gostaria, então chupa bem devagarzinho, sem pressa, toma todo o tempo do mundo pra sugar cada parte do pau de Esteban, enquanto com a mão acompanhava, até que ele acaba gozando, sem tirar a boquinha da boca e se ajudando com a mão engole cada gota de porra que ele solta como uma boa puta, depois olha pra ele com cara lasciva e continua chupando até a ereção baixar.
Mas esse não ia ser o único capricho que ela ia realizar, já que de agora em diante iam dar outra dinâmica ao sexo.
Esteban comprou uma fantasia de cosplay pra transar com Caro disfarçada de otaku, que na sua vida de puta já tinha visto um anime, mas obviamente não ia dizer não, então com um arnês, maquiada e com uma peruca se deixou foder enquanto estava fantasiada de waifu pra ele, que não desperdiçou a ocasião e lhe deu uma boa foda e tirou pra fora pra gozar em cima dela, enquanto Caro abria as pernas e mostrava a língua pra ele, recebendo toda a porra.
Embora esses fossem os fetiches mais estranhos que ele tinha, depois queria experimentar mostrando seu lado mais dominante e misógino, fazendo dela sua submissa, algo que Caro via como a verdadeira personalidade do seu neto.
Colocou uma focinheira, uma coleira e uma guia numa Caro que olhava com medo o que estava acontecendo, mas é claro que ela se prestava à situação que ia ocorrer, sendo literalmente a putinha do Esteban, ele que ia experimentar pela primeira vez o que era ser um macho dominante tendo uma submissa que se deixa dominar à vontade, pegando ela pela coleira começa a comer ela de papai e mamãe, enquanto arrebenta a buceta dela e os peitos pulam no ritmo das metidas que ele estava dando, Caro mal conseguia gemer um pouco com a focinheira, a única coisa que ela fazia era babar, sem conseguir se concentrar estava experimentando o que era se entregar completamente a um homem pra ele fazer o que quiser, mas pra surpresa, ela gostou muito. Nesse dia eles transaram a noite toda, Caro e Esteban estavam os dois mais excitados do que nunca, era a primeira vez que ele se mostrava tão dominante, se sentia com poder e ao contrário era a primeira vez que ela estava sob o controle de outro, mas como os valores dela são muito marcados, ela não recusou, o que o homem quiser se faz, foi assim que ela foi criada, antes ela teve a sorte e agora bom, tinha que obedecer.
Esteban começou a entrar no BDSM e levou a Caro pra lá. Depois de provar o que era foder ela como se fosse uma cadela, ele queria um controle e um impacto mais direto no corpo, mais domínio sobre ela. O que melhor pra isso do que umas palmadas? Venda os olhos dela, apoiou ela sobre as pernas e começou a dar palmadas, deixando a bunda toda marcada. Caro tentou aguentar, mas não conseguiu e os gritos de dor escapavam. Já estava começando a arder, mas isso não ia parar, porque ele só estava preparando o terreno. Depois dessa sessão, ele ia ficar com o pau bem duro e uma foda muito significativa esperava por ela, mas com uma particularidade: ia ser anal. Caro se assustou e meio que recuou, mas não podia negar. Ela, como homem, nunca tinha feito por ali. Seu primeiro anal ia ser como mulher e ela ia estar recebendo. Não teve outra opção a não ser juntar coragem e aguentar.
Esteban foi devagar no começo, Caro sentiu uma fisgada, estavam abrindo o nó do balão dela, estavam desvirginando o cu dela, mas ela não reclamou, só aguentou, enquanto Esteban atrás dela levantava a perna dela pra entrar melhor e com a outra mão apertava forte as tetas dela, ele estava se acabando de gozar, Caro só aguentava, não gemia, de vez em quando escapava algum queixume, era estranho, aquele lugar antes era sagrado e agora estava sendo aberto pelo próprio neto dela, que ia começar a subir o ritmo e comer ela mais forte, Caro aí já não conseguiu aguentar e começou a se queixar, pediu pra ele parar, pra não ser tão brusco, mas Esteban ignorou e continuou comendo ela, arrebentando o cu dela.
Até que chegou ao limite, era muito apertadinho, não aguentou, logo tirou do cu, não ia gozar ali e se arrastou pela cama com o pau na mão chegando ao rosto da Caro, onde aí sim começou a gozar, a Caro se surpreendeu, o jato saiu em cheio acertando o olho dela, a única coisa que pôde fazer foi fechar todos os orifícios da boca enquanto Esteban gozava por toda a cara dela, sua primeira experiência com sexo anal não foi nada gratificante.
Ela fez questão de deixar isso claro para Esteban, que depois disso se sentiu um pouco mal, já que mais do que como "namorada" ele a tinha tratado como puta alguns dias antes, um sexo muito bruto e tarado, Caro se deixava, mas ele se aproveitava um pouco, então nos dias seguintes ele lhe deu um sexo mais normal, como nos primeiros dias, por mais que continuasse sendo mais dominante que ela, não como nas primeiras vezes, mas agora focando no prazer dela, lhe deu uns bons passeios e comprou algumas gostosuras, embora isso não significasse que não voltaria a ter um sexo mais bruto e físico, onde a tratava como boneca de pano.
Uma semana depois disso, e depois de muito sexo romântico, chegou a vez de Caro aguentar, já que Esteban queria apenas o próprio prazer, empurrando ela contra a mesa, Caro ficou fraca e indefesa com o cu de fora, chegando por trás, o mala dele ia dar cock de forma muito intensa, entrando direto no cu, começou a foder ela a seco bem forte e rápido, enquanto segurava ela pelo ombro e pelo quadril, Caro começou a receber, aguentando as investidas gemendo como uma slut, dessa vez não doeu tanto, era brusco e estava destruindo ela, mas já tinha o cu aberto, então agora um pouco ela estava curtindo.
Ela aguentou todas as penetradas como uma campeã, já que Esteban foi muito selvagem, não só deixou o cu bem arrombado, mas dessa vez encheu de porra, quando estava quase gozando parou de repente, Caro sentiu as pulsações dentro do seu reto, e soltou uns gemidos, sentindo como jorravam a porra quente no seu cu, Esteban parou e deixou pulsar tudo bem lá dentro antes de tirar e deixar o cu escorrendo porra, essa foi a primeira vez que lhe deram um anal completo. A primeira de várias que viriam. Fim. Continuará???
Era quase todo dia, depois de dormir juntos, Esteban começava o dia (quando estava) da melhor forma possível, comendo de quatro a Carolina, que aguentava cada uma das potentes investidas de Esteban enquanto gemia e se deixava dominar por ele, seja puxar o cabelo, dar umas palmadas na bunda, apertar os peitos, enforcar, cuspir na boca, o que for que ele quisesse, já que Carolina nesse sentido tinha a mente muito aberta, ela se deixava dominar por completo e estava disposta a realizar as fantasias que Esteban quisesse, já que ele era da velha escola, na qual a mulher tinha que servir ao homem.Esteban tenta tirar proveito dela, querendo fazer à força, dando ordens do que ela tem que fazer, mostrar os peitos, chupar o pau dele, engolir, ficar de quatro na mesa, como querendo se impor, sendo que Caro não precisava disso, já que ela simplesmente se deixava, só precisava pedir direito.
Então Esteban no dia seguinte voltou com umas orelhinhas de puta, pra Carolina usar enquanto chupava o pau dele, e ela não teve nenhum problema com isso, agora como mulher tinha que cumprir os desejos do seu macho e estar disposta a qualquer coisa, então enquanto Esteban se deitou pra ver um filme ela se deita no sofá e bem devagarzinho começa a chupá-lo enquanto ele relaxa, Caro sabia muito bem como agradar um homem e o que ele gostaria, então chupa bem devagarzinho, sem pressa, toma todo o tempo do mundo pra sugar cada parte do pau de Esteban, enquanto com a mão acompanhava, até que ele acaba gozando, sem tirar a boquinha da boca e se ajudando com a mão engole cada gota de porra que ele solta como uma boa puta, depois olha pra ele com cara lasciva e continua chupando até a ereção baixar.Mas esse não ia ser o único capricho que ela ia realizar, já que de agora em diante iam dar outra dinâmica ao sexo.
Esteban comprou uma fantasia de cosplay pra transar com Caro disfarçada de otaku, que na sua vida de puta já tinha visto um anime, mas obviamente não ia dizer não, então com um arnês, maquiada e com uma peruca se deixou foder enquanto estava fantasiada de waifu pra ele, que não desperdiçou a ocasião e lhe deu uma boa foda e tirou pra fora pra gozar em cima dela, enquanto Caro abria as pernas e mostrava a língua pra ele, recebendo toda a porra.Embora esses fossem os fetiches mais estranhos que ele tinha, depois queria experimentar mostrando seu lado mais dominante e misógino, fazendo dela sua submissa, algo que Caro via como a verdadeira personalidade do seu neto.
Colocou uma focinheira, uma coleira e uma guia numa Caro que olhava com medo o que estava acontecendo, mas é claro que ela se prestava à situação que ia ocorrer, sendo literalmente a putinha do Esteban, ele que ia experimentar pela primeira vez o que era ser um macho dominante tendo uma submissa que se deixa dominar à vontade, pegando ela pela coleira começa a comer ela de papai e mamãe, enquanto arrebenta a buceta dela e os peitos pulam no ritmo das metidas que ele estava dando, Caro mal conseguia gemer um pouco com a focinheira, a única coisa que ela fazia era babar, sem conseguir se concentrar estava experimentando o que era se entregar completamente a um homem pra ele fazer o que quiser, mas pra surpresa, ela gostou muito. Nesse dia eles transaram a noite toda, Caro e Esteban estavam os dois mais excitados do que nunca, era a primeira vez que ele se mostrava tão dominante, se sentia com poder e ao contrário era a primeira vez que ela estava sob o controle de outro, mas como os valores dela são muito marcados, ela não recusou, o que o homem quiser se faz, foi assim que ela foi criada, antes ela teve a sorte e agora bom, tinha que obedecer.
Esteban começou a entrar no BDSM e levou a Caro pra lá. Depois de provar o que era foder ela como se fosse uma cadela, ele queria um controle e um impacto mais direto no corpo, mais domínio sobre ela. O que melhor pra isso do que umas palmadas? Venda os olhos dela, apoiou ela sobre as pernas e começou a dar palmadas, deixando a bunda toda marcada. Caro tentou aguentar, mas não conseguiu e os gritos de dor escapavam. Já estava começando a arder, mas isso não ia parar, porque ele só estava preparando o terreno. Depois dessa sessão, ele ia ficar com o pau bem duro e uma foda muito significativa esperava por ela, mas com uma particularidade: ia ser anal. Caro se assustou e meio que recuou, mas não podia negar. Ela, como homem, nunca tinha feito por ali. Seu primeiro anal ia ser como mulher e ela ia estar recebendo. Não teve outra opção a não ser juntar coragem e aguentar.
Esteban foi devagar no começo, Caro sentiu uma fisgada, estavam abrindo o nó do balão dela, estavam desvirginando o cu dela, mas ela não reclamou, só aguentou, enquanto Esteban atrás dela levantava a perna dela pra entrar melhor e com a outra mão apertava forte as tetas dela, ele estava se acabando de gozar, Caro só aguentava, não gemia, de vez em quando escapava algum queixume, era estranho, aquele lugar antes era sagrado e agora estava sendo aberto pelo próprio neto dela, que ia começar a subir o ritmo e comer ela mais forte, Caro aí já não conseguiu aguentar e começou a se queixar, pediu pra ele parar, pra não ser tão brusco, mas Esteban ignorou e continuou comendo ela, arrebentando o cu dela.
Até que chegou ao limite, era muito apertadinho, não aguentou, logo tirou do cu, não ia gozar ali e se arrastou pela cama com o pau na mão chegando ao rosto da Caro, onde aí sim começou a gozar, a Caro se surpreendeu, o jato saiu em cheio acertando o olho dela, a única coisa que pôde fazer foi fechar todos os orifícios da boca enquanto Esteban gozava por toda a cara dela, sua primeira experiência com sexo anal não foi nada gratificante.Ela fez questão de deixar isso claro para Esteban, que depois disso se sentiu um pouco mal, já que mais do que como "namorada" ele a tinha tratado como puta alguns dias antes, um sexo muito bruto e tarado, Caro se deixava, mas ele se aproveitava um pouco, então nos dias seguintes ele lhe deu um sexo mais normal, como nos primeiros dias, por mais que continuasse sendo mais dominante que ela, não como nas primeiras vezes, mas agora focando no prazer dela, lhe deu uns bons passeios e comprou algumas gostosuras, embora isso não significasse que não voltaria a ter um sexo mais bruto e físico, onde a tratava como boneca de pano.
Uma semana depois disso, e depois de muito sexo romântico, chegou a vez de Caro aguentar, já que Esteban queria apenas o próprio prazer, empurrando ela contra a mesa, Caro ficou fraca e indefesa com o cu de fora, chegando por trás, o mala dele ia dar cock de forma muito intensa, entrando direto no cu, começou a foder ela a seco bem forte e rápido, enquanto segurava ela pelo ombro e pelo quadril, Caro começou a receber, aguentando as investidas gemendo como uma slut, dessa vez não doeu tanto, era brusco e estava destruindo ela, mas já tinha o cu aberto, então agora um pouco ela estava curtindo.
Ela aguentou todas as penetradas como uma campeã, já que Esteban foi muito selvagem, não só deixou o cu bem arrombado, mas dessa vez encheu de porra, quando estava quase gozando parou de repente, Caro sentiu as pulsações dentro do seu reto, e soltou uns gemidos, sentindo como jorravam a porra quente no seu cu, Esteban parou e deixou pulsar tudo bem lá dentro antes de tirar e deixar o cu escorrendo porra, essa foi a primeira vez que lhe deram um anal completo. A primeira de várias que viriam. Fim. Continuará???
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