Olá... Quando eu era muito jovem, sempre tinha uma fraqueza por conhecer e experimentar. Nos meus últimos anos de colégio, eu procurava provocar meus professores e sempre sonhava em ser obrigada por eles para passar nas matérias. Talvez isso tenha me levado, aos meus 17 anos, a tentar entrar numa balada com duas amigas mais velhas e olhar com desejo para todo homem que cruzava comigo. Uma vez, junto com Luisa e Mariel, Horácio, um homem bem arrumado, se aproximou da gente pra puxar conversa e perguntar se eu aceitava a companhia dele e de dois amigos. Horácio parecia ter uns 30 e poucos anos, mas Pedro e Luciano eram um pouco mais velhos que ele. Claro, as três éramos muito extrovertidas e tanto Luisa quanto Mariel, com seus jovens mas ardentes 20 anos, entravam fácil na conversa, na verdade, animadas com Horácio e Luciano, puxavam um bom papo e eu tive que aceitar deixar o Pedro sentar do meu lado. Talvez por ser a menos experiente, ele não era o melhor dos três partidos, mas isso ao mesmo tempo me colocava numa posição de me achar uma deusa inalcançável pra ele. Pedro na verdade tinha 35 anos, dobrava minha idade e não posso dizer mais do que triplicava meu peso, mas era divertido, falava muito solto e com piadas contínuas. Passada a noite, as meninas foram se afastando e, ao mesmo tempo, entre álcool e vai saber mais o quê, eu fui ficando mais sozinha com Pedro, que não parava de elogiar minhas pernas e tocá-las, já que o vestido curto era fácil de subir continuamente. Numa noite que parecia acelerar, um Pedro cada momento mais safado e mão-boba, me agarrou aos poucos da realidade e perdi de vista Lu e Mariel... Tanto foi assim que passamos de insinuar a me obrigar a acariciar o Pedro, muito brusco às vezes e outras insistente. Já tão sozinha queria ir embora e de modo gentil ele pediu desculpas e me acompanhou até a porta de saída, como se tanto ele quanto eu esperássemos os outros casais. Aí eu, mas mais desorientada do que na foto, mas pra vocês verem essa fase da minha vida como eu estava. Claro, ainda era uma menina e nem sabia as intenções de Pedro, que sempre me elogiando, se ofereceu para me levar para casa ou para onde eu quisesse ficar, era tarde e a noite ia ficando complicada. Fomos para o carro dele e eu indiquei para onde ele deveria ir, ele sempre se mostrava gentil, mas cada vez mais distante, até que parou atrás de uma praça e me pediu um beijo, como prêmio, dizia ele, mas de carinho... Muito longe disso, eu dei e ele começou a me apalpar os peitos e a meter a mão por baixo do meu vestido justo, deixando à vista minha pequena thong que ele insistia para eu dar de presente. Como era de esperar, me neguei, tentei me soltar, mas ele me agarrou forte e ficou furioso, fiquei com medo, senti que ele ia se descontrolar e decidi me deixar usar... Só sentia a respiração ofegante dele enquanto metia a mão dentro da minha pussy, puxando a thong até quase rasgá-la. Introduziu os dedos e pediu para eu tirar o suspensório que já estava muito duro e chupasse. De medo, comecei a fazer, mas quase irritado, ele decidiu abaixar o banco onde eu estava sentada e subiu... abria minha pussy com os dedos e começou a me penetrar bruscamente, doía e eu empurrava, mas ele fazia mais força. Tentando me livrar com o membro dele dentro e com medo, com o corpo todo, tirei o pau dele de dentro da minha pussy e rasguei minha tanga, ficando quase de costas. Esse momento foi o maior erro, ele agarrou minhas mãos, empurrou o banco para trás e me jogou sobre a parte de trás, deixando meu booty à mercê dele. Penetrou com força meu ânus, virgem até então, e me insultando como se eu fosse prostituta, me forçou por um bom tempo até gozar toda a porra dele no meu booty, bem fundo, me enchendo com o líquido dele e deixando uma dor dilacerante... Ameaçando, disse que me levaria e que eu nunca contaria, senão ele me submeteria de novo por ser uma slut barata, fácil de foder, coisa que contarei no próximo relato. Um desejo que saiu do porta-malas não tão ruim, ainda lembro e continuo me masturbando lembrando da vez que abusaram de mim...
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