O dia tinha chegado. O dia em que Sergio (o médico com quem transei quando fui ver o vizinho) me faria um "check-up". Nem preciso dizer que, graças ao fato de meu vizinho ter dado a mamãe o telefone do médico, quando ele ligou, ela atendeu com prazer. Eu não ouvi a ligação, pois aconteceu às onze da noite e eu já estava "deitada". Então, na manhã seguinte, mamãe me informou de tudo. E lá estava eu, no hospital, vestida com uma saia de colegial rosa, mini top branco liso e peruca loira presa em dois rabos de cavalo. Isso, junto com meu rostinho infantil, fez com que eu parecesse uma autêntica criança. Alguns garotos até piscaram para mim. Engoli em seco, nervosa, enquanto mamãe sorria maliciosamente. Ela vestia calça jeans, tênis e camisa azul. Chegou a nossa vez e, de mãos dadas com a mamãe, entramos no consultório de Sergio. Mamãe fechou bem a porta e Sergio cumprimentou:
• Boa tarde, senhorita Carmen, princesa — disse olhando diretamente para mim.
Timidamente, retribuí o cumprimento, tentando não pensar que tinha engolido o pau dele umas semanas atrás. Eu tinha certeza de que havia mais jogos me esperando naquele dia. Mas não fazia ideia de quais.
Nos sentamos e depois, após olhar o computador, Sergio cruzou as mãos e me olhou com doçura. Então disse:
• Bom, María, com certeza você se pergunta por que teve que vir.
Eu assenti levemente. Sergio respondeu gentilmente:
• Então, vamos fazer um pequeno check-up em você. Tudo confidencial, claro, dada a sua "condição". Depois, vou avaliar se te internamos alguns dias ou se você vai para casa.
Aquela possibilidade (a de ficar internada) me assustou. Quem sabia o que poderiam me fazer lá. Mas como já estava acostumada, calei a boca e segui as instruções de Sergio.
• Bem, primeiro: tire toda a roupinha. Até ficar absolutamente nua, love.
Eu tinha medo de que me vissem, mas sabia que não tinha escolha. Então, fiz o que ele ordenava.
Comecei pelo top, que entreguei para a mamãe. Depois a saia, deixando ver minhas calcinhas rosa de unicórnio.
• Que fio-dental lindo, querida. Tira ele também.
Fiz o que o doutor mandava. Assim que tirei a fio-dental, fiquei pelada, exibindo minha gaiola rosa.
• A chavezinha da gaiolinha tá aí? — perguntou o doutor pra mamãe —. Vou precisar verificar o estado da sua excitação.
• Sim — mamãe assentiu e tirou uma chavinha da bolsa.
Às vezes, mamãe deixava a chave em casa, mas naquela ocasião ela tinha trazido. Sergio me mandou ficar quieta e, enquanto isso, mamãe abriu a gaiolinha. Meu pauzinho saiu ereto e pingando líquido seminal. Mas como tava trancado há meses, ereto só media cinco ou seis centímetros.
Sergio sorriu de leve e mamãe também. Depois de mexer no meu pauzinho com a mão direita, o doutor me mandou deitar de barriga pra cima na maca. Obedeci. O doutor abriu um pouco mais as minhas pernas pra exibir bem meu pauzinho. Sentir o ar e meu pauzinho tão exposto me deixava nervosa. Com a mão direita, Sergio tocou de leve a glande, liberando mais líquido seminal.
• Quanto tempo faz que você não tem um orgasmo arruinado? — Sergio me perguntou direto.
• Dois meses — respondi humilhada.
Já fazia dois meses. Embora um arruinado não me aliviasse totalmente do tesão, dava uma baixada leve. Mas eu tava muito excitada e o tesão não diminuía. Na verdade, aquilo só aumentava. E parecia que ia aumentar ainda mais. Sergio disse então:
• Assim que eu gosto. Você vai ficar assim por pelo menos mais um mês.
Engoli em seco. Ia protestar, mas sabia que só pioraria a situação e deixei as palavras morrerem na minha garganta.
O doutor passou um dedo pelo meu tronco e depois chegou nas bolinhas. Tive medo que ele apertasse, mas ele só acariciou de leve, o que me deu mais prazer.
• Você gosta disso? — Sergio me perguntou gentilmente.
Meu coração tava a mil quando assenti. Sergio sorriu e disse:
• Bom.
Dito isso, se afastou de mim por um momento. Vi mamãe me olhando orgulhosa e com olhos gulosos. Aquilo tava ficando quente pra ela também. Só que ela podia se masturbar e gozar quando quisesse e eu não (às vezes ela se masturbava e gozava na minha cara).
Então Sergio voltou com um pau de madeira. Daqueles que enfiavam na boca quando era criança. Só que esse não ia terminar só na minha boca. Levantou minhas pernas e começou a introduzir o pau no meu ânus. Engoli seco enquanto sentia o pau de madeira entrando no meu cu.
• Que aberto que você tá, princesa — me disse o doutor.
Meu rosto ficou muito vermelho. Ficou mais vermelho ainda quando ele perguntou:
• Você fodeu com algum cara ultimamente?
• Sim — respondi com um fio de voz.
• Ela fez com um desconhecido na praia — entregou a mamãe.
Sergio me olhou com aprovação e terminou de introduzir o pau no meu interior. Enfiou até o fundo e deixou lá dentro.
• Como você se sente com esse pau dentro de você?
• Me sinto estranha — admiti.
• Você gosta dessa sensação?
• Sim — admiti.
Era uma sensação estranha, mas era gostoso ter o pau no cu. Me sentia cheia. Embora não fosse tão delicioso quanto ter um pau de verdade dentro. Sergio trouxe outro pau que introduziu na minha boca. Inspecionou a língua e depois ordenou que eu chupasse o pau como chupava as rolas. Então fiz isso mesmo: pra dentro, pra fora. Enquanto isso, gemia. Tentei tocar minha bunda por instinto, mas um tapa de Sergio me parou. Depois de terminar de chupar o pau, Sergio me ordenou ficar deitada de bruços na maca e ele foi se sentar. Escrevia algo no computador que eu não cheguei a ver, ao mesmo tempo que dizia pra mamãe como se eu não estivesse ali:
• Tenho o prazer de dizer que ela está cada vez mais gostosa. Preciso terminar de examiná-la pra verificar se deve ficar aqui, mas os resultados são promissores.
Dito isso, se levantou e foi até a maca. Com um par de dedos, pegou o pau que estava dentro do meu cu e foi tirando lentamente. Enquanto fazia isso, um turbilhão de prazer e vazio foi me inundando. Ao tirar, me senti totalmente vazia. Apoiando o pau cheio de sujeira de lado, Sergio mandou eu deitar no colo dele e foi o que fiz, sentindo o volume das calças dele no meu bracinho esquerdo e a textura da calça preta no meu rabinho. Tapa. Foi sonora e esperada, mas doeu como se eu não esperasse. Depois, outro tapa. E mais outro. E depois mais outro. Ele me dava vários tapas enquanto a mamãe olhava sorridente. Ela estava ficando com tesão, eu percebia. Depois de mais alguns tapas, ele me virou e, de barriga pra cima, abriu minhas pernas. Deu um tapa na minha coisinha, especificamente nas bolinhas. Soltei um gritinho. Depois deu outro tapa. E outro. Líquido seminal saiu do meu pintinho. Depois disso, ele me colocou de pé e se levantou também. Foi quando disse: • Sim, definitivamente, vou interná-la. Amanhã dou alta. E assim, em menos de meia hora, eu estava montada numa maca, de novo vestida, e me levaram para um quarto só pra mim. Eu sabia que isso era pra facilitar fazerem coisinhas comigo. Já sozinha, me trouxeram comida pro almoço: sopa e banana. A mamãe, claro, quando o médico saiu (não o Sergio, outro), encheu a banana de esperma e assim eu comi, como tantas outras vezes. Depois, veio o Sergio e disse: • Dei ordem pra não te incomodarem. Eu vou te supervisionar pessoalmente. Quero que toda a sua estadia você passe nua. Pra isso, a mamãe vai levar sua roupa. Quero te ver nua. E com a jaulinha de volta. E foi o que a mamãe fez. Guardou a roupa na bolsa e colocou a jaula de volta em mim. Depois, antes de ir, me levou ao banheiro do quarto. Era hora do meu banho. A mamãe fechou a porta, encheu a banheira e ela também se despiu, deixando ver uns peitos lindos e uma buceta depilada. Entramos na banheira e, passando sabão nas mãos, ela começou a me ensaboar os braços, o pescoço, as costas e as pernas. Fazia com suavidade enquanto dizia: • Você vai ver como vai se divertir aqui, bebê. Eu agora preciso ir. Mas amanhã venho te buscar. Você vai ficar sozinha com o doutor. Depois de umas risadinhas doces, a mamãe começou a ensaboar minha bunda pequena. Esfregou tudo bem na glande, no pau e nas bolinhas, que ainda estavam doendo das palmadas do Sergio. Eu engoli seco enquanto a mamãe acariciava meu pauzinho. Quase parecia que ela estava me masturbando. Fazia devagar e com a única desculpa de espalhar mais o sabonete. Não gostei muito de ficar sozinha ali. Sabia que não podia sair do quarto e também sabia que ninguém ia me incomodar, exceto o doutor, que vai saber que intenções tinha (além da óbvia, claro). Mesmo assim, fiquei nervosa com a ideia de ficar sozinha e pelada no hospital. A mamãe então me olhou com carinho e, sem aviso prévio, me deu um beijo. Um beijo que durou um minuto. Nossos lábios se encontraram e ela até usou a língua pra brincar com a minha. Terminado o beijo, olhei pra ela estupefata e ela respondeu: • Te fiz uma promessa, sua putinha. Era verdade, lembrei. A mamãe prometeu me dar um beijo no primeiro dia que me feminizou. Acho que ela não tinha lembrado ou achado adequado fazer isso até agora. Terminado o banho, saímos, ela me secou e depois passou umas gotinhas de perfume no pescoço. Aí, passou perfume no meu cabelo e no pescoço e me levou pelada pra cama, onde me deitei, exibindo meu corpitcho e cheirando a menina. • Bom, bebê, eu já vou. O doutor vem depois ver como você tá. Dito isso, ela foi embora. Depois de mais ou menos uma hora, apareceu o doutor com o jantar: pão, um pouco de sopa e uma maçã. Enquanto eu comia, o doutor disse: • Você tá linda. • Obrigada — respondi submissa. O doutor acariciou meu cabelo com carinho. Foi então que, meia hora depois, já terminado o prato (o doutor me deu a sopinha ele mesmo. Usava a colher pra me dar de comer), o doutor tirou a bandeja e me ordenou ficar de quatro na maca. • Vamos ver como tá minha menininha — disse. Dito isso, começou a inspecionar meu cu. Passou um dedo pela racha da minha bunda e ocasionalmente roçava meu ânus. Depois, começou a enfiar um dedo no meu cu até chegar no fundo. Gemi um pouco porque sabia que isso ia agradá-lo.
• Mmm sim, vejo que você está cada vez mais putinha. Assim que eu gosto.
Foi então que ele começou a se despir. Tirou o jaleco, a camisa e depois ordenou que eu tirasse o cinto dele. Desabrochei, estando eu sentada na maca, e depois comecei a lamber o pau dele ainda sem desabrochar o cinto. Lambi de baixo pra cima, sentindo a textura da calça e da cueca quando percorria as bolas, o tronco e a glande do doutor. Depois, desabrochei a calça dele e abaixei a cueca, deixando aparecer seu lindo pau ereto, de pelo menos dezoito centímetros. Era grosso e pingava líquido seminal.
• Manda ver, amor, princesa — ordenou o doutor.
Assim fiz. Lambi o líquido seminal, dei um beijinho na glande dele e depois comecei a enfiar o pau dele na minha boquinha. Comecei o boquete enquanto olhava nos olhos dele. Pra dentro, pra fora, e engolindo até as bolas. Já tinha prática, então foi mais fácil que outras vezes. Continuei chupando enquanto ele gozava e acariciava meu cabelo e dizia:
• Como você chupa bem, sua puta.
Continuei chupando. O pau dele tinha gosto de sal e de salsicha.
Foi então que voltei a ficar de quatro e o doutor enfiou o pau lindo dele no meu cu. Gemi. Foi introduzindo o membro lentamente até bater as bolas no meu cuzinho em castidade. Começou a meter. Pra dentro, pra fora. As bolas dele batiam na minha jaulinha e isso me deixava mais excitada. Comecei a gemer e a maca a tremer. Tive medo de que caísse pelo peso dos dois. Mas não chegou a cair. Ninguém entrou no quarto também, embora não saiba se meus gemidos foram ouvidos lá fora ou não. Só sei que sentia o pau dele duro e cheio de porra dentro do meu cu e me sentia cheia, feliz e envergonhada.
• Diz que você é gay, sua puta.
• Sou gay, senhor. Adoro pau.
• Assim que eu gosto.
Aumentou a velocidade. Pra dentro e pra fora enquanto toda a maca tremia. Finalmente parou quando quase gozou e tirou lentamente o pau dele de meu cu. Meu corpinho tremia com as investidas. Mas o doutor ainda não tinha terminado. Ele se deitou na maca e me obrigou a subir em cima dele. Meteu seu pau grosso dentro do meu cu, até o fundo. Apoiei minhas mãozinhas nos peitorais dele e ele começou a penetrar meu cu enquanto eu gemia e minha jaulinha se movia pra cima e pra baixo. Comecei a pular. Sentia seu pau duro e cheio de porra me preenchendo todo enquanto olhava o rosto dele. Ele estava curtindo pra caralho. Me segurava pelas bundas e me dava uns tapas de vez em quando. Aproximou minha boquinha da dele e nos beijamos. De língua. A língua dele brincava com a minha. Se procuravam, e brincavam entre elas. Depois, me deu um beijo sem língua. Vários na verdade. Tirou então o pau do meu cu. Me virou então e, deitada como estava, abriu bem minhas pernas e voltou a introduzir seu pau dentro de mim. Me investiu. Pra dentro, pra fora. A maca tremia de novo. Seu pau entrava e saía do meu interior, mas nunca totalmente. Ficava sempre a glande no mínimo. Voltou a se aproximar de mim e me deu outro beijo. Tudo enquanto me fodia inteira. Escutava seus gemidos e me perguntei como ninguém nos escutava. Só me ocorria (embora não pudesse pensar com clareza naquele momento), que meu quarto fosse meio isolado do resto. Então aconteceu. O doutor tirou o pau do meu cu e começou a se masturbar. Logo, jatos de porra caíram sobre meu rosto, barriga e parte da minha coisinha enjaulada. Brotou muita porra que me inundou toda. Por ordem dele, abri a boquinha e engoli um pouco do seu esperma, que acabou na minha língua. Ele ficou respirando por uns dois minutos. Ao me ver toda cheia de porra, sorriu e disse: • Você me encanta, princesa. Vou te tirar umas fotos. Depois que tirou com o celular, usei um dedo pra me limpar toda, engolindo com uns dois dedos as gozadas dele. Depois disso, limpei com a língua o pau dele, lambendo saco, tronco e glande, como fiz anteriormente. Percorrendo-a lentamente e dando um beijo suave e carinhoso na glande no final. Satisfeito, o doutor foi embora e no dia seguinte fui liberada pela mamãe, que disse estar muito orgulhosa da sua princesinha.
• Boa tarde, senhorita Carmen, princesa — disse olhando diretamente para mim.
Timidamente, retribuí o cumprimento, tentando não pensar que tinha engolido o pau dele umas semanas atrás. Eu tinha certeza de que havia mais jogos me esperando naquele dia. Mas não fazia ideia de quais.
Nos sentamos e depois, após olhar o computador, Sergio cruzou as mãos e me olhou com doçura. Então disse:
• Bom, María, com certeza você se pergunta por que teve que vir.
Eu assenti levemente. Sergio respondeu gentilmente:
• Então, vamos fazer um pequeno check-up em você. Tudo confidencial, claro, dada a sua "condição". Depois, vou avaliar se te internamos alguns dias ou se você vai para casa.
Aquela possibilidade (a de ficar internada) me assustou. Quem sabia o que poderiam me fazer lá. Mas como já estava acostumada, calei a boca e segui as instruções de Sergio.
• Bem, primeiro: tire toda a roupinha. Até ficar absolutamente nua, love.
Eu tinha medo de que me vissem, mas sabia que não tinha escolha. Então, fiz o que ele ordenava.
Comecei pelo top, que entreguei para a mamãe. Depois a saia, deixando ver minhas calcinhas rosa de unicórnio.
• Que fio-dental lindo, querida. Tira ele também.
Fiz o que o doutor mandava. Assim que tirei a fio-dental, fiquei pelada, exibindo minha gaiola rosa.
• A chavezinha da gaiolinha tá aí? — perguntou o doutor pra mamãe —. Vou precisar verificar o estado da sua excitação.
• Sim — mamãe assentiu e tirou uma chavinha da bolsa.
Às vezes, mamãe deixava a chave em casa, mas naquela ocasião ela tinha trazido. Sergio me mandou ficar quieta e, enquanto isso, mamãe abriu a gaiolinha. Meu pauzinho saiu ereto e pingando líquido seminal. Mas como tava trancado há meses, ereto só media cinco ou seis centímetros.
Sergio sorriu de leve e mamãe também. Depois de mexer no meu pauzinho com a mão direita, o doutor me mandou deitar de barriga pra cima na maca. Obedeci. O doutor abriu um pouco mais as minhas pernas pra exibir bem meu pauzinho. Sentir o ar e meu pauzinho tão exposto me deixava nervosa. Com a mão direita, Sergio tocou de leve a glande, liberando mais líquido seminal.
• Quanto tempo faz que você não tem um orgasmo arruinado? — Sergio me perguntou direto.
• Dois meses — respondi humilhada.
Já fazia dois meses. Embora um arruinado não me aliviasse totalmente do tesão, dava uma baixada leve. Mas eu tava muito excitada e o tesão não diminuía. Na verdade, aquilo só aumentava. E parecia que ia aumentar ainda mais. Sergio disse então:
• Assim que eu gosto. Você vai ficar assim por pelo menos mais um mês.
Engoli em seco. Ia protestar, mas sabia que só pioraria a situação e deixei as palavras morrerem na minha garganta.
O doutor passou um dedo pelo meu tronco e depois chegou nas bolinhas. Tive medo que ele apertasse, mas ele só acariciou de leve, o que me deu mais prazer.
• Você gosta disso? — Sergio me perguntou gentilmente.
Meu coração tava a mil quando assenti. Sergio sorriu e disse:
• Bom.
Dito isso, se afastou de mim por um momento. Vi mamãe me olhando orgulhosa e com olhos gulosos. Aquilo tava ficando quente pra ela também. Só que ela podia se masturbar e gozar quando quisesse e eu não (às vezes ela se masturbava e gozava na minha cara).
Então Sergio voltou com um pau de madeira. Daqueles que enfiavam na boca quando era criança. Só que esse não ia terminar só na minha boca. Levantou minhas pernas e começou a introduzir o pau no meu ânus. Engoli seco enquanto sentia o pau de madeira entrando no meu cu.
• Que aberto que você tá, princesa — me disse o doutor.
Meu rosto ficou muito vermelho. Ficou mais vermelho ainda quando ele perguntou:
• Você fodeu com algum cara ultimamente?
• Sim — respondi com um fio de voz.
• Ela fez com um desconhecido na praia — entregou a mamãe.
Sergio me olhou com aprovação e terminou de introduzir o pau no meu interior. Enfiou até o fundo e deixou lá dentro.
• Como você se sente com esse pau dentro de você?
• Me sinto estranha — admiti.
• Você gosta dessa sensação?
• Sim — admiti.
Era uma sensação estranha, mas era gostoso ter o pau no cu. Me sentia cheia. Embora não fosse tão delicioso quanto ter um pau de verdade dentro. Sergio trouxe outro pau que introduziu na minha boca. Inspecionou a língua e depois ordenou que eu chupasse o pau como chupava as rolas. Então fiz isso mesmo: pra dentro, pra fora. Enquanto isso, gemia. Tentei tocar minha bunda por instinto, mas um tapa de Sergio me parou. Depois de terminar de chupar o pau, Sergio me ordenou ficar deitada de bruços na maca e ele foi se sentar. Escrevia algo no computador que eu não cheguei a ver, ao mesmo tempo que dizia pra mamãe como se eu não estivesse ali:
• Tenho o prazer de dizer que ela está cada vez mais gostosa. Preciso terminar de examiná-la pra verificar se deve ficar aqui, mas os resultados são promissores.
Dito isso, se levantou e foi até a maca. Com um par de dedos, pegou o pau que estava dentro do meu cu e foi tirando lentamente. Enquanto fazia isso, um turbilhão de prazer e vazio foi me inundando. Ao tirar, me senti totalmente vazia. Apoiando o pau cheio de sujeira de lado, Sergio mandou eu deitar no colo dele e foi o que fiz, sentindo o volume das calças dele no meu bracinho esquerdo e a textura da calça preta no meu rabinho. Tapa. Foi sonora e esperada, mas doeu como se eu não esperasse. Depois, outro tapa. E mais outro. E depois mais outro. Ele me dava vários tapas enquanto a mamãe olhava sorridente. Ela estava ficando com tesão, eu percebia. Depois de mais alguns tapas, ele me virou e, de barriga pra cima, abriu minhas pernas. Deu um tapa na minha coisinha, especificamente nas bolinhas. Soltei um gritinho. Depois deu outro tapa. E outro. Líquido seminal saiu do meu pintinho. Depois disso, ele me colocou de pé e se levantou também. Foi quando disse: • Sim, definitivamente, vou interná-la. Amanhã dou alta. E assim, em menos de meia hora, eu estava montada numa maca, de novo vestida, e me levaram para um quarto só pra mim. Eu sabia que isso era pra facilitar fazerem coisinhas comigo. Já sozinha, me trouxeram comida pro almoço: sopa e banana. A mamãe, claro, quando o médico saiu (não o Sergio, outro), encheu a banana de esperma e assim eu comi, como tantas outras vezes. Depois, veio o Sergio e disse: • Dei ordem pra não te incomodarem. Eu vou te supervisionar pessoalmente. Quero que toda a sua estadia você passe nua. Pra isso, a mamãe vai levar sua roupa. Quero te ver nua. E com a jaulinha de volta. E foi o que a mamãe fez. Guardou a roupa na bolsa e colocou a jaula de volta em mim. Depois, antes de ir, me levou ao banheiro do quarto. Era hora do meu banho. A mamãe fechou a porta, encheu a banheira e ela também se despiu, deixando ver uns peitos lindos e uma buceta depilada. Entramos na banheira e, passando sabão nas mãos, ela começou a me ensaboar os braços, o pescoço, as costas e as pernas. Fazia com suavidade enquanto dizia: • Você vai ver como vai se divertir aqui, bebê. Eu agora preciso ir. Mas amanhã venho te buscar. Você vai ficar sozinha com o doutor. Depois de umas risadinhas doces, a mamãe começou a ensaboar minha bunda pequena. Esfregou tudo bem na glande, no pau e nas bolinhas, que ainda estavam doendo das palmadas do Sergio. Eu engoli seco enquanto a mamãe acariciava meu pauzinho. Quase parecia que ela estava me masturbando. Fazia devagar e com a única desculpa de espalhar mais o sabonete. Não gostei muito de ficar sozinha ali. Sabia que não podia sair do quarto e também sabia que ninguém ia me incomodar, exceto o doutor, que vai saber que intenções tinha (além da óbvia, claro). Mesmo assim, fiquei nervosa com a ideia de ficar sozinha e pelada no hospital. A mamãe então me olhou com carinho e, sem aviso prévio, me deu um beijo. Um beijo que durou um minuto. Nossos lábios se encontraram e ela até usou a língua pra brincar com a minha. Terminado o beijo, olhei pra ela estupefata e ela respondeu: • Te fiz uma promessa, sua putinha. Era verdade, lembrei. A mamãe prometeu me dar um beijo no primeiro dia que me feminizou. Acho que ela não tinha lembrado ou achado adequado fazer isso até agora. Terminado o banho, saímos, ela me secou e depois passou umas gotinhas de perfume no pescoço. Aí, passou perfume no meu cabelo e no pescoço e me levou pelada pra cama, onde me deitei, exibindo meu corpitcho e cheirando a menina. • Bom, bebê, eu já vou. O doutor vem depois ver como você tá. Dito isso, ela foi embora. Depois de mais ou menos uma hora, apareceu o doutor com o jantar: pão, um pouco de sopa e uma maçã. Enquanto eu comia, o doutor disse: • Você tá linda. • Obrigada — respondi submissa. O doutor acariciou meu cabelo com carinho. Foi então que, meia hora depois, já terminado o prato (o doutor me deu a sopinha ele mesmo. Usava a colher pra me dar de comer), o doutor tirou a bandeja e me ordenou ficar de quatro na maca. • Vamos ver como tá minha menininha — disse. Dito isso, começou a inspecionar meu cu. Passou um dedo pela racha da minha bunda e ocasionalmente roçava meu ânus. Depois, começou a enfiar um dedo no meu cu até chegar no fundo. Gemi um pouco porque sabia que isso ia agradá-lo.
• Mmm sim, vejo que você está cada vez mais putinha. Assim que eu gosto.
Foi então que ele começou a se despir. Tirou o jaleco, a camisa e depois ordenou que eu tirasse o cinto dele. Desabrochei, estando eu sentada na maca, e depois comecei a lamber o pau dele ainda sem desabrochar o cinto. Lambi de baixo pra cima, sentindo a textura da calça e da cueca quando percorria as bolas, o tronco e a glande do doutor. Depois, desabrochei a calça dele e abaixei a cueca, deixando aparecer seu lindo pau ereto, de pelo menos dezoito centímetros. Era grosso e pingava líquido seminal.
• Manda ver, amor, princesa — ordenou o doutor.
Assim fiz. Lambi o líquido seminal, dei um beijinho na glande dele e depois comecei a enfiar o pau dele na minha boquinha. Comecei o boquete enquanto olhava nos olhos dele. Pra dentro, pra fora, e engolindo até as bolas. Já tinha prática, então foi mais fácil que outras vezes. Continuei chupando enquanto ele gozava e acariciava meu cabelo e dizia:
• Como você chupa bem, sua puta.
Continuei chupando. O pau dele tinha gosto de sal e de salsicha.
Foi então que voltei a ficar de quatro e o doutor enfiou o pau lindo dele no meu cu. Gemi. Foi introduzindo o membro lentamente até bater as bolas no meu cuzinho em castidade. Começou a meter. Pra dentro, pra fora. As bolas dele batiam na minha jaulinha e isso me deixava mais excitada. Comecei a gemer e a maca a tremer. Tive medo de que caísse pelo peso dos dois. Mas não chegou a cair. Ninguém entrou no quarto também, embora não saiba se meus gemidos foram ouvidos lá fora ou não. Só sei que sentia o pau dele duro e cheio de porra dentro do meu cu e me sentia cheia, feliz e envergonhada.
• Diz que você é gay, sua puta.
• Sou gay, senhor. Adoro pau.
• Assim que eu gosto.
Aumentou a velocidade. Pra dentro e pra fora enquanto toda a maca tremia. Finalmente parou quando quase gozou e tirou lentamente o pau dele de meu cu. Meu corpinho tremia com as investidas. Mas o doutor ainda não tinha terminado. Ele se deitou na maca e me obrigou a subir em cima dele. Meteu seu pau grosso dentro do meu cu, até o fundo. Apoiei minhas mãozinhas nos peitorais dele e ele começou a penetrar meu cu enquanto eu gemia e minha jaulinha se movia pra cima e pra baixo. Comecei a pular. Sentia seu pau duro e cheio de porra me preenchendo todo enquanto olhava o rosto dele. Ele estava curtindo pra caralho. Me segurava pelas bundas e me dava uns tapas de vez em quando. Aproximou minha boquinha da dele e nos beijamos. De língua. A língua dele brincava com a minha. Se procuravam, e brincavam entre elas. Depois, me deu um beijo sem língua. Vários na verdade. Tirou então o pau do meu cu. Me virou então e, deitada como estava, abriu bem minhas pernas e voltou a introduzir seu pau dentro de mim. Me investiu. Pra dentro, pra fora. A maca tremia de novo. Seu pau entrava e saía do meu interior, mas nunca totalmente. Ficava sempre a glande no mínimo. Voltou a se aproximar de mim e me deu outro beijo. Tudo enquanto me fodia inteira. Escutava seus gemidos e me perguntei como ninguém nos escutava. Só me ocorria (embora não pudesse pensar com clareza naquele momento), que meu quarto fosse meio isolado do resto. Então aconteceu. O doutor tirou o pau do meu cu e começou a se masturbar. Logo, jatos de porra caíram sobre meu rosto, barriga e parte da minha coisinha enjaulada. Brotou muita porra que me inundou toda. Por ordem dele, abri a boquinha e engoli um pouco do seu esperma, que acabou na minha língua. Ele ficou respirando por uns dois minutos. Ao me ver toda cheia de porra, sorriu e disse: • Você me encanta, princesa. Vou te tirar umas fotos. Depois que tirou com o celular, usei um dedo pra me limpar toda, engolindo com uns dois dedos as gozadas dele. Depois disso, limpei com a língua o pau dele, lambendo saco, tronco e glande, como fiz anteriormente. Percorrendo-a lentamente e dando um beijo suave e carinhoso na glande no final. Satisfeito, o doutor foi embora e no dia seguinte fui liberada pela mamãe, que disse estar muito orgulhosa da sua princesinha.
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