O Pacto da Dor
O amanhecer mal começava a se filtrar entre as cortinas quando Hugo acordou, seu corpo já alerta, sua mente focada na jovem que dormia encolhida no chão como uma vadia submissa. A manta mal cobria suas curvas, deixando à mostra a pele macia das suas costas e as marcas avermelhadas que ele tinha deixado na noite anterior. Vestiu-se com calma, apreciando o espetáculo da sua submissão até mesmo em sonhos.
—Bom dia, vadiazinha —murmurou, acordando-a com chutes suaves mas firmes nas costelas.
Amelia se remexeu, entre o sono e a realidade, até que seus olhos verdes se abriram e encontraram os escuros dele.
—Bom dia, Hugo —respondeu com a voz rouca de sono.
Hugo inclinou o corpo sobre ela, agarrando seu queixo com força.
—Bom dia, meu dono —corrigiu, arrastando as palavras com um tom que não admitia erros.
Ela engoliu em seco, sentindo como a simples troca de palavras a fazia arder.
—Bom dia… meu dono.
Ele sorriu, satisfeito, e se endireitou.
—Prepara o café da manhã. Temos coisas pra conversar.
Amelia se moveu rapidamente, ainda sonolenta mas obediente, preparando o café e os ovos enquanto Hugo se sentava à mesa, observando-a com aquele olhar que a fazia se sentir nua mesmo com roupa. Quando terminou, se ajoelhou ao lado da cadeira dele, esperando sua vez de comer, como ele tinha ensinado.
Hugo tomou um gole de café antes de falar, seus olhos fixos nela.
—Ontem à noite você queria que eu te comesse, né? —perguntou, direto, como uma faca cortando o ar.
Amelia sentiu o rubor subir pelo pescoço até as bochechas. Queria mentir, mas algo no olhar dele dizia que seria inútil.
—Sim… queria que você me fizesse o amor —confessou, quase num sussurro.
Hugo riu, um som baixo e carregado de domínio.
—Sabia que você era uma vadia safada —disse, sem piedade—. Mas vou realizar seu desejo. Com uma condição.
Ela levantou a vista, esperançosa.
—Vai buscar meu chicote.
O coração de Amelia bateu forte, mas ela não hesitou. Levantou-se e foi até o armário onde Hugo guardava os instrumentos de sua submissão, pegando o chicote de couro preto com mãos trêmulas. Quando voltou, Hugo já estava de pé, esperando-a com um sorriso que prometia dor e prazer em partes iguais.
—Se aguentar cem chicotadas, você será minha —anunciou, como se lhe oferecesse um acordo justo.
Ela não pensou duas vezes.
—Sim.
Hugo não perdeu tempo. Pegou-a pelo braço e a levou para o centro do quarto, onde já havia preparado uma corda pendurada. Com movimentos precisos, amarrou seus pulsos e a deixou suspensa, seus pés mal roçando o chão. O ar frio da manhã acariciou sua pele nua, fazendo seus mamilos endurecerem na hora.
—Conte cada uma —ordenou Hugo, passando o chicote pelas costas dela num carinho ameaçador—. E se errar, começamos de novo.
O primeiro golpe veio sem aviso, cortando o ar com um assobio antes de acertar sua bunda. Amelia gritou, um som agudo que se misturou ao estalo do couro.
—Um! —conseguiu dizer, entre arquejos.
O segundo foi mais forte, marcando sua pele com uma linha de fogo.
—Dois! —gritou, sentindo como a dor se transformava numa estranha euforia.
Hugo não tinha pressa. Cada golpe era calculado, alternando entre sua bunda, suas coxas, sua lombar. Às vezes esperava o suficiente para que Amelia começasse a relaxar, só para açoitá-la de novo com mais força.
—Quinze! —chorou, arqueando-se quando o chicote se enrolou ao redor de sua coxa, deixando uma marca que prometia roxo.
—Dói? —perguntou Hugo, acariciando a área avermelhada com os dedos.
—Sim… mas não para —implorou, surpresa com suas próprias palavras.
Hugo sorriu e continuou.
À medida que os golpes aumentavam, Amelia perdia a noção do tempo. Seu corpo estava coberto de marcas, sua pele ardia, mas cada chicotada a ela estava mais perto de algo que não conseguia explicar. Entre os gritos, começou a sentir uma umidade entre as pernas, uma excitação que crescia a cada nova ferida.
—Quarenta e três! —gemeu agora, sua voz já rouca.
Hugo observou como suas pernas tremiam, como seus músculos se tensionavam a cada impacto. Parou por um momento, aproximando-se do ouvido dela.
—Você gosta, sua puta? Gosta que eu te marque? —perguntou, mordendo a orelha dela.
—Sim… —admitiu, envergonhada mas sincera.
—Pede mais.
—Me bate mais! —implorou, sem reconhecer a própria voz.
Hugo cumpriu.
Os golpes finais foram os mais intensos, cada um enviando ondas de dor e prazer que a faziam gritar e gemer ao mesmo tempo. Quando finalmente chegaram aos cem, Amelia estava à beira do colapso, seu corpo brilhava de suor, suas marcas pulsavam, mas seus olhos brilhavam com uma satisfação perversa.
Hugo a soltou das amarras, deixando que caísse em seus braços.
—Agora você é minha —sussurrou, levando uma mão entre as pernas dela para verificar o quão molhada estava—. E esta noite, vou te dar o que você tanto pediu.
Amelia não respondeu, mas seu corpo, marcado e submisso, já era resposta suficiente.
Depois dos cem açoites, Hugo não deixou que Amelia se movesse por conta própria, a tomou nos braços com uma força que contrastava com a delicadeza de seus movimentos, a levou ao banheiro onde havia preparado uma banheira com água morna e espuma que cheirava a lavanda, a mergulhou lentamente enquanto suas mãos grandes percorriam cada marca vermelha na pele dela, cada linha que ele mesmo havia desenhado com o chicote
—Dói —sussurrou Amelia entre dentes apertados quando a água tocou as piores feridas
—Eu sei —respondeu Hugo sem parar de lavá-la com esponjas macias— mas você aguentou bem, minha puta
Ela fechou os olhos sentindo como seus dedos deslizavam por suas costas, seus quadris, evitando apenas onde a dor era intensa demais, o contraste entre a crueldade de antes e esta A ternura quase paternal a fazia se sentir mais vulnerável do que nunca, quando terminou a envolveu numa toalha macia e a levou para o sofá da sala, acomodando-a como se fosse de cristal
—Não se mexa —ordenou antes de ir para a cozinha
Amelia obedeceu, cada músculo do seu corpo protestava ao mínimo movimento, quando Hugo voltou trazia uma bandeja com sopa quente, pedacinhos de frango macio e pão recém-assado, sentou-se na frente dela e começou a alimentá-la como a uma criança, cada colherada era um ritual, seus olhos nunca deixavam os dela
—Abre —dizia cada vez que levava a colher aos seus lábios
E Amelia abria a boca, engolindo cada bocado sob seu olhar atento, havia algo profundamente íntimo nesse ato, como se depois de destruí-la por completo agora tivesse que reconstruí-la à sua imagem, as horas passaram assim, com Hugo alternando entre alimentá-la, dar goles de água e acariciar seu cabelo enquanto ela descansava semiconsciente no sofá
O entardecer pintou o quarto de tons dourados quando Amelia finalmente conseguiu se sentar sozinha, a dor tinha baixado para uma pulsação surda que se misturava com uma estranha sensação de orgulho, tinha aguentado as cem chibatadas, tinha conquistado isso
—Você já está melhor —afirmou Hugo observando-a se espreguiçar com cuidado— é hora de cumprir minha parte do trato
Amelia sentiu um arrepio que nada tinha a ver com a dor, Hugo se levantou e estendeu a mão para ela, sem hesitar aceitou a oferta e se deixou guiar até o quarto, o ambiente estava iluminado apenas por velas que projetavam sombras dançantes nas paredes, a cama grande com lençóis negros parecia esperá-los
—Tira a roupa —ordenou Hugo enquanto trancava a porta
Ela o fez com movimentos lentos, sentindo como o ar frio acariciava sua pele marcada, seus peitos pesados, seus quadris ainda doloridos mas já não tanto como antes, Hugo a observou atentamente antes de tirar sua própria roupa com calma, revelando um corpo musculoso que não parecia de cinquenta e tantos anos, sua ereção imponente fez Amelia conter um gemido —Deita —sussurrou apontando para a cama Amelia obedeceu, deitando-se de barriga para cima e abrindo as pernas instintivamente, mas Hugo negou com a cabeça —Não assim —disse ajudando-a a virar— de bruços não quero machucar suas marcas mais do que o necessário Ela sentiu como ele a colocava sobre os joelhos, seu torso levantado pelas almofadas que Hugo empilhou sob seu ventre, seu traseiro no ar, as marcas das chibatadas completamente expostas, sentiu suas mãos grandes separando suas nádegas suavemente antes que a ponta de seu membro buscasse sua entrada já molhada —Isso é o que você queria, né safadinha? —perguntou Hugo se aproximando do seu ouvido enquanto empurrava lentamente Amelia gemeu ao senti-lo preenchendo-a pela primeira vez, cada centímetro que avançava dentro dela a fazia arder de um jeito completamente diferente da dor das chibatadas, quando ele estava completamente dentro Hugo parou, permitindo que ela se adaptasse —Sim… meu dono —respondeu ofegante Hugo começou a se mover então com investidas profundas e calculadas, cada empurrão fazia Amelia gritar, não de dor mas de prazer, suas mãos se agarravam aos lençóis enquanto ele a pegava pelos quadris para meter mais forte, o som de suas peles se chocando se misturava com os gemidos dela e os grunhidos dele —Você é minha —rugiu Hugo acelerando o ritmo— cada marca na sua pele prova isso Amelia não conseguia responder, o prazer a inundava por completo, sentiu como se aproximava do orgasmo com uma velocidade que a assustou, quando chegou gritou o nome dele como uma prece, seu corpo convulsionando ao redor dele, Hugo não parou, continuou se movendo até que seu próprio clímax chegou, preenchendo-a por dentro com grunhidos animalescos Ficaram assim por um momento, ambos ofegantes, até que Hugo se retirou e a ajudou a se acomodar de lado —Não temos terminado —avisou enquanto seus dedos traçavam círculos na parte interna da coxa dela— mal começamos
A segunda vez foi mais lenta, mais deliberada, Hugo a fez sentar sobre ele, guiando seus quadris para que aprendesse o ritmo que ele gostava, Amelia cavalgou com os olhos fechados, sentindo cada centímetro dele dentro de si, quando ambos chegaram ao orgasmo desta vez foi com gemidos abafados e mordidas nos ombros
Depois Hugo a acomodou no chão ao lado da cama, cobrindo-a com a mesma manta de antes, Amelia não protestou, seu corpo estava exausto mas satisfeito, sentiu como os fluidos dele escorriam entre suas pernas enquanto adormecia, naquela noite sonhou com coleiras de couro e cem chicotadas que valeram cada segundo de prazer
Continua...
— Quer mais capítulos assim? Deixa sua opinião aí embaixo. Todo o meu conteúdo também está em...@natiguardia10
O amanhecer mal começava a se filtrar entre as cortinas quando Hugo acordou, seu corpo já alerta, sua mente focada na jovem que dormia encolhida no chão como uma vadia submissa. A manta mal cobria suas curvas, deixando à mostra a pele macia das suas costas e as marcas avermelhadas que ele tinha deixado na noite anterior. Vestiu-se com calma, apreciando o espetáculo da sua submissão até mesmo em sonhos.
—Bom dia, vadiazinha —murmurou, acordando-a com chutes suaves mas firmes nas costelas.
Amelia se remexeu, entre o sono e a realidade, até que seus olhos verdes se abriram e encontraram os escuros dele.
—Bom dia, Hugo —respondeu com a voz rouca de sono.
Hugo inclinou o corpo sobre ela, agarrando seu queixo com força.
—Bom dia, meu dono —corrigiu, arrastando as palavras com um tom que não admitia erros.
Ela engoliu em seco, sentindo como a simples troca de palavras a fazia arder.
—Bom dia… meu dono.
Ele sorriu, satisfeito, e se endireitou.
—Prepara o café da manhã. Temos coisas pra conversar.
Amelia se moveu rapidamente, ainda sonolenta mas obediente, preparando o café e os ovos enquanto Hugo se sentava à mesa, observando-a com aquele olhar que a fazia se sentir nua mesmo com roupa. Quando terminou, se ajoelhou ao lado da cadeira dele, esperando sua vez de comer, como ele tinha ensinado.
Hugo tomou um gole de café antes de falar, seus olhos fixos nela.
—Ontem à noite você queria que eu te comesse, né? —perguntou, direto, como uma faca cortando o ar.
Amelia sentiu o rubor subir pelo pescoço até as bochechas. Queria mentir, mas algo no olhar dele dizia que seria inútil.
—Sim… queria que você me fizesse o amor —confessou, quase num sussurro.
Hugo riu, um som baixo e carregado de domínio.
—Sabia que você era uma vadia safada —disse, sem piedade—. Mas vou realizar seu desejo. Com uma condição.
Ela levantou a vista, esperançosa.
—Vai buscar meu chicote.
O coração de Amelia bateu forte, mas ela não hesitou. Levantou-se e foi até o armário onde Hugo guardava os instrumentos de sua submissão, pegando o chicote de couro preto com mãos trêmulas. Quando voltou, Hugo já estava de pé, esperando-a com um sorriso que prometia dor e prazer em partes iguais.
—Se aguentar cem chicotadas, você será minha —anunciou, como se lhe oferecesse um acordo justo.
Ela não pensou duas vezes.
—Sim.
Hugo não perdeu tempo. Pegou-a pelo braço e a levou para o centro do quarto, onde já havia preparado uma corda pendurada. Com movimentos precisos, amarrou seus pulsos e a deixou suspensa, seus pés mal roçando o chão. O ar frio da manhã acariciou sua pele nua, fazendo seus mamilos endurecerem na hora.
—Conte cada uma —ordenou Hugo, passando o chicote pelas costas dela num carinho ameaçador—. E se errar, começamos de novo.
O primeiro golpe veio sem aviso, cortando o ar com um assobio antes de acertar sua bunda. Amelia gritou, um som agudo que se misturou ao estalo do couro.
—Um! —conseguiu dizer, entre arquejos.
O segundo foi mais forte, marcando sua pele com uma linha de fogo.
—Dois! —gritou, sentindo como a dor se transformava numa estranha euforia.
Hugo não tinha pressa. Cada golpe era calculado, alternando entre sua bunda, suas coxas, sua lombar. Às vezes esperava o suficiente para que Amelia começasse a relaxar, só para açoitá-la de novo com mais força.
—Quinze! —chorou, arqueando-se quando o chicote se enrolou ao redor de sua coxa, deixando uma marca que prometia roxo.
—Dói? —perguntou Hugo, acariciando a área avermelhada com os dedos.
—Sim… mas não para —implorou, surpresa com suas próprias palavras.
Hugo sorriu e continuou.
À medida que os golpes aumentavam, Amelia perdia a noção do tempo. Seu corpo estava coberto de marcas, sua pele ardia, mas cada chicotada a ela estava mais perto de algo que não conseguia explicar. Entre os gritos, começou a sentir uma umidade entre as pernas, uma excitação que crescia a cada nova ferida.
—Quarenta e três! —gemeu agora, sua voz já rouca.
Hugo observou como suas pernas tremiam, como seus músculos se tensionavam a cada impacto. Parou por um momento, aproximando-se do ouvido dela.
—Você gosta, sua puta? Gosta que eu te marque? —perguntou, mordendo a orelha dela.
—Sim… —admitiu, envergonhada mas sincera.
—Pede mais.
—Me bate mais! —implorou, sem reconhecer a própria voz.
Hugo cumpriu.
Os golpes finais foram os mais intensos, cada um enviando ondas de dor e prazer que a faziam gritar e gemer ao mesmo tempo. Quando finalmente chegaram aos cem, Amelia estava à beira do colapso, seu corpo brilhava de suor, suas marcas pulsavam, mas seus olhos brilhavam com uma satisfação perversa.
Hugo a soltou das amarras, deixando que caísse em seus braços.
—Agora você é minha —sussurrou, levando uma mão entre as pernas dela para verificar o quão molhada estava—. E esta noite, vou te dar o que você tanto pediu.
Amelia não respondeu, mas seu corpo, marcado e submisso, já era resposta suficiente.
Depois dos cem açoites, Hugo não deixou que Amelia se movesse por conta própria, a tomou nos braços com uma força que contrastava com a delicadeza de seus movimentos, a levou ao banheiro onde havia preparado uma banheira com água morna e espuma que cheirava a lavanda, a mergulhou lentamente enquanto suas mãos grandes percorriam cada marca vermelha na pele dela, cada linha que ele mesmo havia desenhado com o chicote
—Dói —sussurrou Amelia entre dentes apertados quando a água tocou as piores feridas
—Eu sei —respondeu Hugo sem parar de lavá-la com esponjas macias— mas você aguentou bem, minha puta
Ela fechou os olhos sentindo como seus dedos deslizavam por suas costas, seus quadris, evitando apenas onde a dor era intensa demais, o contraste entre a crueldade de antes e esta A ternura quase paternal a fazia se sentir mais vulnerável do que nunca, quando terminou a envolveu numa toalha macia e a levou para o sofá da sala, acomodando-a como se fosse de cristal
—Não se mexa —ordenou antes de ir para a cozinha
Amelia obedeceu, cada músculo do seu corpo protestava ao mínimo movimento, quando Hugo voltou trazia uma bandeja com sopa quente, pedacinhos de frango macio e pão recém-assado, sentou-se na frente dela e começou a alimentá-la como a uma criança, cada colherada era um ritual, seus olhos nunca deixavam os dela
—Abre —dizia cada vez que levava a colher aos seus lábios
E Amelia abria a boca, engolindo cada bocado sob seu olhar atento, havia algo profundamente íntimo nesse ato, como se depois de destruí-la por completo agora tivesse que reconstruí-la à sua imagem, as horas passaram assim, com Hugo alternando entre alimentá-la, dar goles de água e acariciar seu cabelo enquanto ela descansava semiconsciente no sofá
O entardecer pintou o quarto de tons dourados quando Amelia finalmente conseguiu se sentar sozinha, a dor tinha baixado para uma pulsação surda que se misturava com uma estranha sensação de orgulho, tinha aguentado as cem chibatadas, tinha conquistado isso
—Você já está melhor —afirmou Hugo observando-a se espreguiçar com cuidado— é hora de cumprir minha parte do trato
Amelia sentiu um arrepio que nada tinha a ver com a dor, Hugo se levantou e estendeu a mão para ela, sem hesitar aceitou a oferta e se deixou guiar até o quarto, o ambiente estava iluminado apenas por velas que projetavam sombras dançantes nas paredes, a cama grande com lençóis negros parecia esperá-los
—Tira a roupa —ordenou Hugo enquanto trancava a porta
Ela o fez com movimentos lentos, sentindo como o ar frio acariciava sua pele marcada, seus peitos pesados, seus quadris ainda doloridos mas já não tanto como antes, Hugo a observou atentamente antes de tirar sua própria roupa com calma, revelando um corpo musculoso que não parecia de cinquenta e tantos anos, sua ereção imponente fez Amelia conter um gemido —Deita —sussurrou apontando para a cama Amelia obedeceu, deitando-se de barriga para cima e abrindo as pernas instintivamente, mas Hugo negou com a cabeça —Não assim —disse ajudando-a a virar— de bruços não quero machucar suas marcas mais do que o necessário Ela sentiu como ele a colocava sobre os joelhos, seu torso levantado pelas almofadas que Hugo empilhou sob seu ventre, seu traseiro no ar, as marcas das chibatadas completamente expostas, sentiu suas mãos grandes separando suas nádegas suavemente antes que a ponta de seu membro buscasse sua entrada já molhada —Isso é o que você queria, né safadinha? —perguntou Hugo se aproximando do seu ouvido enquanto empurrava lentamente Amelia gemeu ao senti-lo preenchendo-a pela primeira vez, cada centímetro que avançava dentro dela a fazia arder de um jeito completamente diferente da dor das chibatadas, quando ele estava completamente dentro Hugo parou, permitindo que ela se adaptasse —Sim… meu dono —respondeu ofegante Hugo começou a se mover então com investidas profundas e calculadas, cada empurrão fazia Amelia gritar, não de dor mas de prazer, suas mãos se agarravam aos lençóis enquanto ele a pegava pelos quadris para meter mais forte, o som de suas peles se chocando se misturava com os gemidos dela e os grunhidos dele —Você é minha —rugiu Hugo acelerando o ritmo— cada marca na sua pele prova isso Amelia não conseguia responder, o prazer a inundava por completo, sentiu como se aproximava do orgasmo com uma velocidade que a assustou, quando chegou gritou o nome dele como uma prece, seu corpo convulsionando ao redor dele, Hugo não parou, continuou se movendo até que seu próprio clímax chegou, preenchendo-a por dentro com grunhidos animalescos Ficaram assim por um momento, ambos ofegantes, até que Hugo se retirou e a ajudou a se acomodar de lado —Não temos terminado —avisou enquanto seus dedos traçavam círculos na parte interna da coxa dela— mal começamos
A segunda vez foi mais lenta, mais deliberada, Hugo a fez sentar sobre ele, guiando seus quadris para que aprendesse o ritmo que ele gostava, Amelia cavalgou com os olhos fechados, sentindo cada centímetro dele dentro de si, quando ambos chegaram ao orgasmo desta vez foi com gemidos abafados e mordidas nos ombros
Depois Hugo a acomodou no chão ao lado da cama, cobrindo-a com a mesma manta de antes, Amelia não protestou, seu corpo estava exausto mas satisfeito, sentiu como os fluidos dele escorriam entre suas pernas enquanto adormecia, naquela noite sonhou com coleiras de couro e cem chicotadas que valeram cada segundo de prazer
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