Abri os olhos ao amanhecer quando o sol entrava pela janela, estava com um pouco de frio e toda suja, pegajosa, queria continuar dormindo mas decidi fazer um esforço e levantar, tomar um banho rápido pra deitar na cama. Não tentei vestir o pijama nem calcinha, só queria deitar e descansar.
Acordei depois de um tempo, tomei café da manhã e comi alguma coisa, voltei pra cama com a intenção de ficar de boa maratonando uma série pra passar o tempo e tirar um cochilo, mas algo rondava minha cabeça e claro que era o que rolou no dia anterior, estava satisfeita não queria sexo, agora queria outra coisa, me relaxar e sentir prazer tranquila pra poder tirar um cochilo, queria começar a semana com todas as pilhas. Sabia pra quem tinha que mandar mensagem pro que eu precisava nesse momento, comecei a conhecê-los aos poucos.
Com o Nico eu podia realizar fantasias, ele era o mais safado dos 3, qualquer coisa que ele ou eu pensasse, com certeza a gente podia fazer. Já o Ale, gostava mais de sexo pesado e sujo ou pelo menos parecia ser o melhor nisso depois do que rolou ontem à noite. Faltava só um pra descobrir, o Dani, e pelo que ele fez das outras vezes parece que sabia o que eu gostava e tava pensando em tirar minha dúvida, bem nesse momento. Mandei mensagem pra ele no Whatsapp.
Eu: Dani, como você tá, gostosa?
D : Oi Maca, tudo bem e você?
Eu: Bem bem, o que você tá fazendo?
Passaram alguns minutos e ele não respondeu a mensagem, achei que ele ia ficar de olho, mas nada. "Esse cara de merda" pensei.
Aqui em casa, fazendo umas bobeiras..
Eu: Que merdas?
De novo ele estava demorando, eu estava impaciente, como toda mimada odeio que me façam esperar e quando quero algo, quero JÁ.
Eu: Se você estiver muito ocupado, a gente conversa em outro momento.
D : Tava ajudando meu pai, e você?
Eu: Ah, tá bom, que pena. Eu queria tirar uma soneca.
D: Por que que pena? Tá lindo o domingo pra uma soneca.
Eu: E eu já tô pronta pra sonequinha. Mandei umas fotos deitada, de fio-dental "Será que ele ficou de pau duro" pensei. Precisava da tua ajuda, mas se tu tá com teu pai, não tem problema.
D: Que linda que você está, que bundão. Em que você quer que eu te ajude?
Eu: Valeu, essas fotos são só pra você, benzinho. Você gostou?
D : Eu amo isso, poderia ficar olhando o dia todo.
Eu: Mmmm… Só de olhar?
D: Pra começar..
Eu: E como você continuaria?
D: Fazendo tudo o que você quiser com você. Você não me disse em que precisava da minha ajuda.
Eu: Justo nisso, em você me fazer o que eu quiser.
D : Quando você quiser.
Eu: Agora.
Tô te avisando quando eu tiver na porta da sua casa.
E sim, pra que ficar dando tantas voltas? Ele queria e eu também. Deu pra ver que ele tava querendo o convite porque poucos minutos depois, recebi uma mensagem avisando que ele tava lá fora. Saí pra abrir pra ele de chinelo, uma camiseta branca grande com algum desenho, tipo de homem e, na real, acho que era do meu ex, mas não tenho certeza, e por último um coque meio bagunçado, é domingo, desculpa a aparência.
Notei ele nervoso, não é a mesma coisa vir sozinho fazer isso com os amigos, além disso ele já tinha uma ideia do que vinha, eu sorria e falava simpática com ele enquanto a gente entrava, queria que ele relaxasse um pouquinho.
Eu: Quer algo pra beber? Tá calor.
D: Bom, vai lá.
Eu: O que você quer? Água, suco, refrigerante?
D : Água, água.
Me virei e peguei um copo no armário, com certeza um pouco da bunda apareceu, mas não importa, fazia só algumas horas que ele me tinha pelada e de quatro, agora não ia ficar me cobrindo tanto. Conversamos um pouco na cozinha, o nervosismo não passava
Eu: ei, relaxa, cara, você é meu amigo.
D : Eu tento, mas é um pouco difícil.
Eu: Por quê?
D: Te olho e me lembro das fotos que você me mandou, como é que você quer que eu fique relaxado?
Eu: Você gostou? Bom, se te deixa tão nervoso, não te mando mais.
D: Não, eu adoro que você faça isso, eu imaginava há muito tempo. Ainda não sei se estou sonhando kkk
Eu: Aaay meu amor, tranquilo kkk.
Enquanto me aproximei dele para abraçá-lo sobre os ombros, minhas tetas serviam de travesseiro e as mãos dele foram direto para a minha bunda. Eu ri, mas não o afastei nem falei nada pelas mãos safadas dele.
D: Desculpa se te incomodam. Disse ele, subindo as mãos para a minha cintura.
Me descolei um pouco dele, olhando nos olhos dele, não respondi, com as duas mãos peguei as dele e voltei a baixá-las até minha bunda, apertei e coloquei meus cotovelos de novo nos ombros dele. Estava prestes a falar, mas o interrompi beijando-o, trazendo o corpo dele pro meu, ficando colados, sentia como o coração dele batia e o pau crescia. Ele buscou minha pele por baixo da blusa, as mãos dele me acariciavam e os dedos ficavam mais brincalhões, mais exploradores, acompanhando o tecido da fio-dental entre minhas nádegas. Parei de beijá-lo só pra soltar algum gemido e nossas línguas se cruzarem de novo, ele entendia que eu gostava do que ele fazia e eu não fingia, o cara beijava melhor que os outros, isso me encantava, não queria que aqueles beijos acabassem, mas tinha outras partes do meu corpo que também mereciam senti-los.
Vamos" eu disse entre beijo e beijo, entre gemido e gemido, entre mão e mão. Fui levando ele devagar pro meu quarto, ele se deixava levar, não tentava ter o controle nem se fazer de machão poderoso, eu gostava e era o que eu precisava hoje. Chegamos do lado da minha cama, enquanto a gente se beijava eu fui me ajeitando deitada e ele entre as minhas pernas, beijou meu pescoço, eu podia ficar um tempão assim mas estava muito molhada e queria que ele provasse outros lábios.
Tirei a camiseta, embaixo eu estava com um conjunto branco de lingerie transparente e ele adorou, pegou meus peitos, mordia devagar meus mamilos que estavam à vista através do tecido, apoiou a mão direita na parte da frente da minha calcinha fio-dental, já molhada.
D : Mmm…
Eu: O que foi?. Perguntei mesmo já sabendo a resposta.
D : Você tá molhadinha.
Eu: Prova, é tudo pra você.
Mordi meu lábio inferior sorrindo enquanto empurrava a cabeça dele pra baixo, pra que chegasse onde eu tinha convidado. Ele não teve problema e se deixou levar, me deu alguns beijos por cima da thong, eu já queria sentir a boca e a língua dele em mim.
Eu: Tira minha calcinha. Pedi, quase gemendo.
D: Fica muito gostosa pra você tirar.
Ele correu e no movimento os dedos tocaram minha pussy, que prazer, ficaram molhados e vi como ele os levou à boca para me provar.
Eu: Vai, chupa.
A desesperada agora era eu, ele mantinha a calma, parecia um expert no assunto, quanto mais demorava mais quente eu ficava, "quando ele me chupa tenho que aguentar" pensei. A ponta da língua dele começou a percorrer minhas partes e uma sensação de arrepio e alívio me invadiu, acompanhado de um "Aaah" que deixei escapar sem pensar.
Aos poucos chupava, beijava e sugava, "Que delícia você está" escutei ele dizer, depois de me ter um tempo assim ele me fez ficar de lado levantando um pouco a perna esquerda, meu torso também se inclinou e a língua dele entrou no meu ânus diretamente, ele separava minhas nádegas enquanto eu tentava segurar a cabeça dele de onde pudesse para tentar enfiar mais fundo em mim, ele chupava meu cu e a buceta alternando, enquanto eu com minha mão direita massageava meu clitóris, e de vez em quando dava uma mordida no travesseiro.
Ele enfiou um dedo na minha buceta enquanto a língua dele continuava se divertindo no meu rabo, que prazer esse cara estava me dando, senti um alívio incrível quando ele fez isso.
Eu: Me faz gozar, continua com a minha buceta.
Voltamos à posição inicial e, apesar de ela estar fazendo bem, não estava acertando o ponto certo e tive que ensinar como fazer.
Eu: Tá vendo aqui? Isso? — eu disse, descobrindo o clitóris entre os lábios.
D : Sim.
Eu: Disso você tem que cuidar, com cuidado é muito sensível.
Chupo e lambuzo.
D : Assim?
Eu: Ahhh siiim..
Eu estava quase gozando enquanto ele também se masturbava, agarrei o rostinho dele com as duas mãos e movia minha pussy na cara dele como se estivesse montando, molhei ele todo, tudo era uma bagunça. De repente senti uma falange e parei o movimento, freiei no meio da cara dele, ele tinha enfiado no meu cu, nos olhamos ficando parados por alguns segundos, acho que ele pensou que deveria tirar e eu estava prestes a pedir pra ele tirar, mas não, foi um pouco mais fundo. A ousadia dele me deixou com tesão e mudei de ideia, mas só fiz um pedido: "Até aí e devagar". Obviamente na noite anterior, quando estávamos no sofá com os amigos dele, ele tinha ficado com vontade e agora tirou o atraso, ele estava sendo bom comigo, então eu seria boa com ele.
Continuei meu movimento sobre o rosto dele, enquanto ele se masturbava e tinha metade do dedo na minha bunda.
D : É melhor do que eu pensava.
Eu: O quê? Perguntei olhando pra ele no meio do prazer, cada vez que eu abaixava a cintura e conseguia ver o rosto dele.
D : Sua bunda.
Eu: Você gosta da minha bunda? Quis dar uma apimentada.
Tá apertadinha, faz tempo que não…?
Eu: Muitíssimo... Sabe o quê?
D : O quê?
Eu: Se assim te aperta o dedo, imagina a rola..
D : Uff, você me faria doer de tão apertadinho.
Eu: Eu arrebentaria seu pau com a minha bunda.
D: E eu pra você?
Eu: Ai, sim, cara, você arrebentaria meu cu.
Ele se masturbava forte já queria gozar, eu desejava gozar também mas queria algo mais, só um pouquinho mais.
Eu: Já quer gozar?
D : Sim, não aguento mais.
Eu: Vem, vem. Vamos testar uma coisa…
Me ajeitei mais no meio da cama e ele subiu em cima, mas eu o fiz girar para que descesse devagar, o pau dele entrou devagar, bem devagar, até o fundo da minha garganta, começamos a fazer um 69. Ele continuou me chupando, não estava totalmente confortável, acho que ele não estava se deixando levar.
D : Não tô muito confortável assim.
Eu: Por quê?
D : Tô com um pouco de vergonha.
Eu: Do quê?
É que eu fico com vergonha de ter a minha bunda tão perto da sua cara assim.
Eu não tinha prestado atenção, na verdade quase não conseguia vê-lo porque suas bolas batiam às vezes ou quase sempre nos meus olhos, mas quando ele disse isso e eu olhei, pensei "Que bunda linda, mesmo tendo pelos".
Eu: Não me incomoda, continua, vai. Não queria que a tesão passasse, já tava quase lá.
D : Não sei…
Eu: Gosto da sua bunda. Falei pra ela e comecei a chupar.
Nunca tinha feito isso, mas era estranho, gostoso, excitante, ela apertou o cu.
Eu: Relaxa, gostoso, deixa rolar.
Soltava e apertava, soltava e apertava, mas eu já tinha pegado o gosto, não queria parar. Abri as pernas, apoiei a planta dos pés no colchão e deixei os joelhos levantados como se fossem duas montanhas, pra quem não entendeu.
Eu: Se você me deixar me divertir com a sua bunda, eu deixo você se divertir com a minha.
Ela não pensou duas vezes, chupou e chupou, inconscientemente relaxou enquanto fazia isso e tentava enfiar de novo uma parte do dedo na minha bunda. Eu continuei entretida com o dela, com uma mão eu separava uma das nádegas dele pra ter espaço e com a outra eu batia uma pra ele, forte e desajeitado, era excitante tudo aquilo mas eu queria que a gente gozasse de uma vez, não queria que ele se empolgasse demais no meu ânus.
Eu pensava e olhava tudo o que acontecia na minha cama, mesmo sem estar se divertindo com ela, minha buceta não parava de molhar.
Eu: Chupa minha buceta, vai… quero gozar.
Ela deixou o dedo no meu cu e continuou chupando a buceta, que sensação gostosa, quase lá, quase lá.
Eu: Ai, continua, por favor, continua.
…
Eu: Mais forte, chupa mais forte.
Segundos depois, gozei na boca dele, ele não fez nojo e engoliu tudo, além de limpar. Eu também queria que ele gozasse, mas chupando o cu dele não ia rolar, além de continuar na mesma posição, ele não tirou o dedo do meu rabo e já era o suficiente.
Eu: Coloca o pau na minha boca.
Não, continua assim, tô curtindo.
“Não senhor, tem que gozar agora” pensei.
Eu: Deixa o dedo onde você tá segurando, e mete o pau na minha boca. Quero que você pense que minha boquinha é meu cu.
D: Ah é? Gostei dessa ideia.
Eu: Fode minha boca, como se estivesse fodendo minha bunda.
Ela levantou o quadril pra que eu pudesse encaixar o pau dela na minha boca e enquanto dizia "Vou arrebentar sua buceta, sua puta" abaixou o quadril de uma vez, quase vomitei pelo nariz de tão fundo que foi, não conseguia respirar e ele não parava de meter na minha boca com força.
Vou arrebentar o seu cu.
…
Essa bunda vai ser minha, toda minha.
…
D: Eu vou abrir ela pra você, antes dos meus amigos.
...
D : Quero ser o primeiro, você vai me deixar?
Eu: Ajaa… consegui dizer.
D: Eu quero ser o primeiro dos 3 a te comer. Você promete?
Eu: Aham….
D: Sua puta, que rabo mais apertado você tem, até eu te pegar.
Ele enfiou o dedo inteiro de propósito e, mesmo estando molhada, doeu. Eu reclamei, levantando um pouco a cintura e apertando a bunda.
D: Isso, sua puta, aperta a bunda, pra doer mais, pra você sentir bem.
Ele mexeu o dedo, estava me dedando o cu e era isso que eu não queria, mas por sorte ele gritou "Aí vem a porra, vou encher seu cu de porra" na imaginação dele era meu cu, na realidade era minha boca, me engasgou e até acho que saiu um pouco pelo nariz. Momentos depois ele tirou o dedo do meu cu e um alívio voltou pra mim.
Depois que nos recuperamos, ele já sabia que aquilo era tudo o que precisava e que seu trabalho tinha acabado. Ele se trocou, conversamos dois minutos e eu o acompanhei até a porta, só com a camisola posta, nua embaixo.
Voltei pra cama, queria tirar um cochilo tranquila, mas a buceta tava latejando, parecia desconfortável, acariciei meu ânus e senti, tava dilatado, ainda molhado. Virei e olhei pra minha mesinha de cabeceira, abri a gaveta, encontrei o que procurava "E se antes de dormir o cochilo?" Pensei…
Acordei depois de um tempo, tomei café da manhã e comi alguma coisa, voltei pra cama com a intenção de ficar de boa maratonando uma série pra passar o tempo e tirar um cochilo, mas algo rondava minha cabeça e claro que era o que rolou no dia anterior, estava satisfeita não queria sexo, agora queria outra coisa, me relaxar e sentir prazer tranquila pra poder tirar um cochilo, queria começar a semana com todas as pilhas. Sabia pra quem tinha que mandar mensagem pro que eu precisava nesse momento, comecei a conhecê-los aos poucos.
Com o Nico eu podia realizar fantasias, ele era o mais safado dos 3, qualquer coisa que ele ou eu pensasse, com certeza a gente podia fazer. Já o Ale, gostava mais de sexo pesado e sujo ou pelo menos parecia ser o melhor nisso depois do que rolou ontem à noite. Faltava só um pra descobrir, o Dani, e pelo que ele fez das outras vezes parece que sabia o que eu gostava e tava pensando em tirar minha dúvida, bem nesse momento. Mandei mensagem pra ele no Whatsapp.
Eu: Dani, como você tá, gostosa?
D : Oi Maca, tudo bem e você?
Eu: Bem bem, o que você tá fazendo?
Passaram alguns minutos e ele não respondeu a mensagem, achei que ele ia ficar de olho, mas nada. "Esse cara de merda" pensei.
Aqui em casa, fazendo umas bobeiras..
Eu: Que merdas?
De novo ele estava demorando, eu estava impaciente, como toda mimada odeio que me façam esperar e quando quero algo, quero JÁ.
Eu: Se você estiver muito ocupado, a gente conversa em outro momento.
D : Tava ajudando meu pai, e você?
Eu: Ah, tá bom, que pena. Eu queria tirar uma soneca.
D: Por que que pena? Tá lindo o domingo pra uma soneca.
Eu: E eu já tô pronta pra sonequinha. Mandei umas fotos deitada, de fio-dental "Será que ele ficou de pau duro" pensei. Precisava da tua ajuda, mas se tu tá com teu pai, não tem problema.
D: Que linda que você está, que bundão. Em que você quer que eu te ajude?
Eu: Valeu, essas fotos são só pra você, benzinho. Você gostou?
D : Eu amo isso, poderia ficar olhando o dia todo.
Eu: Mmmm… Só de olhar?
D: Pra começar..
Eu: E como você continuaria?
D: Fazendo tudo o que você quiser com você. Você não me disse em que precisava da minha ajuda.
Eu: Justo nisso, em você me fazer o que eu quiser.
D : Quando você quiser.
Eu: Agora.
Tô te avisando quando eu tiver na porta da sua casa.
E sim, pra que ficar dando tantas voltas? Ele queria e eu também. Deu pra ver que ele tava querendo o convite porque poucos minutos depois, recebi uma mensagem avisando que ele tava lá fora. Saí pra abrir pra ele de chinelo, uma camiseta branca grande com algum desenho, tipo de homem e, na real, acho que era do meu ex, mas não tenho certeza, e por último um coque meio bagunçado, é domingo, desculpa a aparência.
Notei ele nervoso, não é a mesma coisa vir sozinho fazer isso com os amigos, além disso ele já tinha uma ideia do que vinha, eu sorria e falava simpática com ele enquanto a gente entrava, queria que ele relaxasse um pouquinho.
Eu: Quer algo pra beber? Tá calor.
D: Bom, vai lá.
Eu: O que você quer? Água, suco, refrigerante?
D : Água, água.
Me virei e peguei um copo no armário, com certeza um pouco da bunda apareceu, mas não importa, fazia só algumas horas que ele me tinha pelada e de quatro, agora não ia ficar me cobrindo tanto. Conversamos um pouco na cozinha, o nervosismo não passava
Eu: ei, relaxa, cara, você é meu amigo.
D : Eu tento, mas é um pouco difícil.
Eu: Por quê?
D: Te olho e me lembro das fotos que você me mandou, como é que você quer que eu fique relaxado?
Eu: Você gostou? Bom, se te deixa tão nervoso, não te mando mais.
D: Não, eu adoro que você faça isso, eu imaginava há muito tempo. Ainda não sei se estou sonhando kkk
Eu: Aaay meu amor, tranquilo kkk.
Enquanto me aproximei dele para abraçá-lo sobre os ombros, minhas tetas serviam de travesseiro e as mãos dele foram direto para a minha bunda. Eu ri, mas não o afastei nem falei nada pelas mãos safadas dele.
D: Desculpa se te incomodam. Disse ele, subindo as mãos para a minha cintura.
Me descolei um pouco dele, olhando nos olhos dele, não respondi, com as duas mãos peguei as dele e voltei a baixá-las até minha bunda, apertei e coloquei meus cotovelos de novo nos ombros dele. Estava prestes a falar, mas o interrompi beijando-o, trazendo o corpo dele pro meu, ficando colados, sentia como o coração dele batia e o pau crescia. Ele buscou minha pele por baixo da blusa, as mãos dele me acariciavam e os dedos ficavam mais brincalhões, mais exploradores, acompanhando o tecido da fio-dental entre minhas nádegas. Parei de beijá-lo só pra soltar algum gemido e nossas línguas se cruzarem de novo, ele entendia que eu gostava do que ele fazia e eu não fingia, o cara beijava melhor que os outros, isso me encantava, não queria que aqueles beijos acabassem, mas tinha outras partes do meu corpo que também mereciam senti-los.
Vamos" eu disse entre beijo e beijo, entre gemido e gemido, entre mão e mão. Fui levando ele devagar pro meu quarto, ele se deixava levar, não tentava ter o controle nem se fazer de machão poderoso, eu gostava e era o que eu precisava hoje. Chegamos do lado da minha cama, enquanto a gente se beijava eu fui me ajeitando deitada e ele entre as minhas pernas, beijou meu pescoço, eu podia ficar um tempão assim mas estava muito molhada e queria que ele provasse outros lábios.
Tirei a camiseta, embaixo eu estava com um conjunto branco de lingerie transparente e ele adorou, pegou meus peitos, mordia devagar meus mamilos que estavam à vista através do tecido, apoiou a mão direita na parte da frente da minha calcinha fio-dental, já molhada.
D : Mmm…
Eu: O que foi?. Perguntei mesmo já sabendo a resposta.
D : Você tá molhadinha.
Eu: Prova, é tudo pra você.
Mordi meu lábio inferior sorrindo enquanto empurrava a cabeça dele pra baixo, pra que chegasse onde eu tinha convidado. Ele não teve problema e se deixou levar, me deu alguns beijos por cima da thong, eu já queria sentir a boca e a língua dele em mim.
Eu: Tira minha calcinha. Pedi, quase gemendo.
D: Fica muito gostosa pra você tirar.
Ele correu e no movimento os dedos tocaram minha pussy, que prazer, ficaram molhados e vi como ele os levou à boca para me provar.
Eu: Vai, chupa.
A desesperada agora era eu, ele mantinha a calma, parecia um expert no assunto, quanto mais demorava mais quente eu ficava, "quando ele me chupa tenho que aguentar" pensei. A ponta da língua dele começou a percorrer minhas partes e uma sensação de arrepio e alívio me invadiu, acompanhado de um "Aaah" que deixei escapar sem pensar.
Aos poucos chupava, beijava e sugava, "Que delícia você está" escutei ele dizer, depois de me ter um tempo assim ele me fez ficar de lado levantando um pouco a perna esquerda, meu torso também se inclinou e a língua dele entrou no meu ânus diretamente, ele separava minhas nádegas enquanto eu tentava segurar a cabeça dele de onde pudesse para tentar enfiar mais fundo em mim, ele chupava meu cu e a buceta alternando, enquanto eu com minha mão direita massageava meu clitóris, e de vez em quando dava uma mordida no travesseiro.
Ele enfiou um dedo na minha buceta enquanto a língua dele continuava se divertindo no meu rabo, que prazer esse cara estava me dando, senti um alívio incrível quando ele fez isso.
Eu: Me faz gozar, continua com a minha buceta.
Voltamos à posição inicial e, apesar de ela estar fazendo bem, não estava acertando o ponto certo e tive que ensinar como fazer.
Eu: Tá vendo aqui? Isso? — eu disse, descobrindo o clitóris entre os lábios.
D : Sim.
Eu: Disso você tem que cuidar, com cuidado é muito sensível.
Chupo e lambuzo.
D : Assim?
Eu: Ahhh siiim..
Eu estava quase gozando enquanto ele também se masturbava, agarrei o rostinho dele com as duas mãos e movia minha pussy na cara dele como se estivesse montando, molhei ele todo, tudo era uma bagunça. De repente senti uma falange e parei o movimento, freiei no meio da cara dele, ele tinha enfiado no meu cu, nos olhamos ficando parados por alguns segundos, acho que ele pensou que deveria tirar e eu estava prestes a pedir pra ele tirar, mas não, foi um pouco mais fundo. A ousadia dele me deixou com tesão e mudei de ideia, mas só fiz um pedido: "Até aí e devagar". Obviamente na noite anterior, quando estávamos no sofá com os amigos dele, ele tinha ficado com vontade e agora tirou o atraso, ele estava sendo bom comigo, então eu seria boa com ele.
Continuei meu movimento sobre o rosto dele, enquanto ele se masturbava e tinha metade do dedo na minha bunda.
D : É melhor do que eu pensava.
Eu: O quê? Perguntei olhando pra ele no meio do prazer, cada vez que eu abaixava a cintura e conseguia ver o rosto dele.
D : Sua bunda.
Eu: Você gosta da minha bunda? Quis dar uma apimentada.
Tá apertadinha, faz tempo que não…?
Eu: Muitíssimo... Sabe o quê?
D : O quê?
Eu: Se assim te aperta o dedo, imagina a rola..
D : Uff, você me faria doer de tão apertadinho.
Eu: Eu arrebentaria seu pau com a minha bunda.
D: E eu pra você?
Eu: Ai, sim, cara, você arrebentaria meu cu.
Ele se masturbava forte já queria gozar, eu desejava gozar também mas queria algo mais, só um pouquinho mais.
Eu: Já quer gozar?
D : Sim, não aguento mais.
Eu: Vem, vem. Vamos testar uma coisa…
Me ajeitei mais no meio da cama e ele subiu em cima, mas eu o fiz girar para que descesse devagar, o pau dele entrou devagar, bem devagar, até o fundo da minha garganta, começamos a fazer um 69. Ele continuou me chupando, não estava totalmente confortável, acho que ele não estava se deixando levar.
D : Não tô muito confortável assim.
Eu: Por quê?
D : Tô com um pouco de vergonha.
Eu: Do quê?
É que eu fico com vergonha de ter a minha bunda tão perto da sua cara assim.
Eu não tinha prestado atenção, na verdade quase não conseguia vê-lo porque suas bolas batiam às vezes ou quase sempre nos meus olhos, mas quando ele disse isso e eu olhei, pensei "Que bunda linda, mesmo tendo pelos".
Eu: Não me incomoda, continua, vai. Não queria que a tesão passasse, já tava quase lá.
D : Não sei…
Eu: Gosto da sua bunda. Falei pra ela e comecei a chupar.
Nunca tinha feito isso, mas era estranho, gostoso, excitante, ela apertou o cu.
Eu: Relaxa, gostoso, deixa rolar.
Soltava e apertava, soltava e apertava, mas eu já tinha pegado o gosto, não queria parar. Abri as pernas, apoiei a planta dos pés no colchão e deixei os joelhos levantados como se fossem duas montanhas, pra quem não entendeu.
Eu: Se você me deixar me divertir com a sua bunda, eu deixo você se divertir com a minha.
Ela não pensou duas vezes, chupou e chupou, inconscientemente relaxou enquanto fazia isso e tentava enfiar de novo uma parte do dedo na minha bunda. Eu continuei entretida com o dela, com uma mão eu separava uma das nádegas dele pra ter espaço e com a outra eu batia uma pra ele, forte e desajeitado, era excitante tudo aquilo mas eu queria que a gente gozasse de uma vez, não queria que ele se empolgasse demais no meu ânus.
Eu pensava e olhava tudo o que acontecia na minha cama, mesmo sem estar se divertindo com ela, minha buceta não parava de molhar.
Eu: Chupa minha buceta, vai… quero gozar.
Ela deixou o dedo no meu cu e continuou chupando a buceta, que sensação gostosa, quase lá, quase lá.
Eu: Ai, continua, por favor, continua.
…
Eu: Mais forte, chupa mais forte.
Segundos depois, gozei na boca dele, ele não fez nojo e engoliu tudo, além de limpar. Eu também queria que ele gozasse, mas chupando o cu dele não ia rolar, além de continuar na mesma posição, ele não tirou o dedo do meu rabo e já era o suficiente.
Eu: Coloca o pau na minha boca.
Não, continua assim, tô curtindo.
“Não senhor, tem que gozar agora” pensei.
Eu: Deixa o dedo onde você tá segurando, e mete o pau na minha boca. Quero que você pense que minha boquinha é meu cu.
D: Ah é? Gostei dessa ideia.
Eu: Fode minha boca, como se estivesse fodendo minha bunda.
Ela levantou o quadril pra que eu pudesse encaixar o pau dela na minha boca e enquanto dizia "Vou arrebentar sua buceta, sua puta" abaixou o quadril de uma vez, quase vomitei pelo nariz de tão fundo que foi, não conseguia respirar e ele não parava de meter na minha boca com força.
Vou arrebentar o seu cu.
…
Essa bunda vai ser minha, toda minha.
…
D: Eu vou abrir ela pra você, antes dos meus amigos.
...
D : Quero ser o primeiro, você vai me deixar?
Eu: Ajaa… consegui dizer.
D: Eu quero ser o primeiro dos 3 a te comer. Você promete?
Eu: Aham….
D: Sua puta, que rabo mais apertado você tem, até eu te pegar.
Ele enfiou o dedo inteiro de propósito e, mesmo estando molhada, doeu. Eu reclamei, levantando um pouco a cintura e apertando a bunda.
D: Isso, sua puta, aperta a bunda, pra doer mais, pra você sentir bem.
Ele mexeu o dedo, estava me dedando o cu e era isso que eu não queria, mas por sorte ele gritou "Aí vem a porra, vou encher seu cu de porra" na imaginação dele era meu cu, na realidade era minha boca, me engasgou e até acho que saiu um pouco pelo nariz. Momentos depois ele tirou o dedo do meu cu e um alívio voltou pra mim.
Depois que nos recuperamos, ele já sabia que aquilo era tudo o que precisava e que seu trabalho tinha acabado. Ele se trocou, conversamos dois minutos e eu o acompanhei até a porta, só com a camisola posta, nua embaixo.
Voltei pra cama, queria tirar um cochilo tranquila, mas a buceta tava latejando, parecia desconfortável, acariciei meu ânus e senti, tava dilatado, ainda molhado. Virei e olhei pra minha mesinha de cabeceira, abri a gaveta, encontrei o que procurava "E se antes de dormir o cochilo?" Pensei…
Comentários em Destaque
11 comentários - Vizinha gostosa 25