Naquela manhã de outubro acordamos no sul de Madri com um dia ensolarado. Deviam ser umas dez quando entrei na piscina coberta. Fui um dos primeiros a chegar, mas a instrutora, uma loira de rosto simpático e olhos grandes, estava preparando tudo para a aula. Como ainda não tinha chegado ninguém, aproveitei para entrar na água e nadar algumas raias, mas bem a uns metros de alcançar a outra margem, eu a vi. Ela usava uma camiseta sem manga da Hello Kitty e o cabelo solto. Cantarolava uma música que estava ouvindo pelos fones de ouvido sem fio rosa que levava. E o que parecia normal acabou tomando um rumo que eu não esperava. Ao se agachar para pegar um rolo, vi que não usava nada embaixo. Vi o bumbum firme e a bucetinha limpa e brilhante. Ela não tinha percebido minha presença, estava agora de quatro colocando o que usaríamos para brincar... Vi perfeitamente o aninho pequenininho, mas dava pra notar que já tinha sido aberto muitas vezes... E os peitos pequenos, mas firmes.
Ela se movia com suavidade e alegria como se estivesse cheia de felicidade. No entanto, eu ficava cada vez mais excitado dentro da água. Fazia anos que meu membro não ficava tão duro. Loira, com a pele bronzeada do verão, e sozinhos com ela na piscina, tudo parecia maravilhoso, então avancei lentamente como um guepardo na savana lambendo os beiços diante de um cervinho precioso. Ainda de quatro, ela contava os objetos coloridos e de vez em quando se inclinava, ainda mais com seu frágil e desejado corpinho. Devia estar com a música bem alta porque não percebeu que eu saía da piscina sem roupa, com minha barriga caída e o mastro apontando com raiva para ela. Eu me acariciava enquanto caminhava em direção ao seu maravilhoso e firme traseiro que ansiava penetrar com raiva. Já estava a apenas meio metro quando quatro companheiras que também passavam dos sessenta anos entraram e, ao ver a cena, ficaram espantadas; eu com o dedo indiquei que fizessem silêncio. Notei que entendiam a cena e riram, e até me animaram a prosseguir. Estiquei confiante a mão em direção à sua depilada buceta e a acariciei. Ela se assustou no início, mas devia ser tanto o prazer que a inundou que se esticou como se uma descarga tivesse atravessado sua coluna e começou a gemer. Tive certeza. Você é deliciosa. Disse justo antes de introduzir suavemente minha ballesta entre seus delicados lábios vaginais que me esperavam de quatro. Senti uma liberação inexplicável, um prazer cegou meu ser e, atravessando-a, me apoiei sobre ela, deixando minha feia e peluda barriga repousar em suas costas lindas e firmes. Dioxxxxxxx gritei e empurrei, recuei e voltei a investir enquanto ela, com seus simpáticos fones sem fio tocando música de uma cantora espanhola, gemia desesperada, retorcendo seu pequeno corpo buscando meu membro cada vez com mais ânsia. Presa ao prazer do qual não podia escapar, por mais de uma vez que tentou. Mas podia mais o que seu corpo lhe entregava, como uma zumbi sem ser. dona, apenas uma ferramenta como eu daquilo que o sexo estava nos dando de presente. Lembro da maldade nos olhos daquelas mulheres que saboreavam a cena como quem se planta diante de um banquete de fritas e chocolate escorrendo. Acariciavam ela, apertavam os peitos dela, seguravam ela pelas bochechas e observavam com o olhar perdido, tão longe, ali onde o prazer nos absorve.
Ela se movia com suavidade e alegria como se estivesse cheia de felicidade. No entanto, eu ficava cada vez mais excitado dentro da água. Fazia anos que meu membro não ficava tão duro. Loira, com a pele bronzeada do verão, e sozinhos com ela na piscina, tudo parecia maravilhoso, então avancei lentamente como um guepardo na savana lambendo os beiços diante de um cervinho precioso. Ainda de quatro, ela contava os objetos coloridos e de vez em quando se inclinava, ainda mais com seu frágil e desejado corpinho. Devia estar com a música bem alta porque não percebeu que eu saía da piscina sem roupa, com minha barriga caída e o mastro apontando com raiva para ela. Eu me acariciava enquanto caminhava em direção ao seu maravilhoso e firme traseiro que ansiava penetrar com raiva. Já estava a apenas meio metro quando quatro companheiras que também passavam dos sessenta anos entraram e, ao ver a cena, ficaram espantadas; eu com o dedo indiquei que fizessem silêncio. Notei que entendiam a cena e riram, e até me animaram a prosseguir. Estiquei confiante a mão em direção à sua depilada buceta e a acariciei. Ela se assustou no início, mas devia ser tanto o prazer que a inundou que se esticou como se uma descarga tivesse atravessado sua coluna e começou a gemer. Tive certeza. Você é deliciosa. Disse justo antes de introduzir suavemente minha ballesta entre seus delicados lábios vaginais que me esperavam de quatro. Senti uma liberação inexplicável, um prazer cegou meu ser e, atravessando-a, me apoiei sobre ela, deixando minha feia e peluda barriga repousar em suas costas lindas e firmes. Dioxxxxxxx gritei e empurrei, recuei e voltei a investir enquanto ela, com seus simpáticos fones sem fio tocando música de uma cantora espanhola, gemia desesperada, retorcendo seu pequeno corpo buscando meu membro cada vez com mais ânsia. Presa ao prazer do qual não podia escapar, por mais de uma vez que tentou. Mas podia mais o que seu corpo lhe entregava, como uma zumbi sem ser. dona, apenas uma ferramenta como eu daquilo que o sexo estava nos dando de presente. Lembro da maldade nos olhos daquelas mulheres que saboreavam a cena como quem se planta diante de um banquete de fritas e chocolate escorrendo. Acariciavam ela, apertavam os peitos dela, seguravam ela pelas bochechas e observavam com o olhar perdido, tão longe, ali onde o prazer nos absorve.
0 comentários - A salva-vidas gostosa