Minhas aventuras putas 1

Continuando de onde parei. Depois de perder minha virgindade anal com o Eduardo, pensei que finalmente ia decidir se fuck ou ser comido, mas não foi assim, me tornei bissexual, fiquei com ainda mais vontade de comer a dona Rosa, e ver o rosto lindo dela e os peitos enquanto eu a penetrava sendo o dominante, mas também queria estar no lugar dela e me sentir gostoso e fazer o Eduardo gozar e fazer caras eróticas pra ele e excitá-lo. Entrei num dilema, andei distraído nas aulas na segunda-feira, terminei o dia e voltei pra casa. Já em casa tomei um banho pra me esfriar e saindo preparei meu iPhone, coloquei meu número e essas coisas, já encontrei o papel com o número do Eduardo e adicionei, mandei mensagem pra ver o que ele dizia mas não respondeu. Já à tarde, umas 6, estava fazendo lição quando o telefone toca, era o Eduardo. Fiquei nervoso pra ver o que ele ia dizer, meu cu ainda doía e minhas pernas ainda estavam cansadas, não acreditava que conseguiria aguentar 2 paus naquele dia. EDUARDO: Oi, como você está, desculpa por não ter respondido, estava ocupado. EU: Oi, não se preocupa, entendo, estou bem embora um pouco cansado e dolorido (falei de forma safada) EDUARDO: Desculpa se te machuquei, não era minha intenção, entendo se você não quiser saber mais de mim. EU: não se preocupa, você não fez nada que eu não tenha permitido, só que foi minha primeira vez. EDUARDO: Ainda bem, como você se sente, eu adorei, também foi a primeira vez que, você sabe, te fodi sendo homem. EU: Então você gostou? EDUARDO: sim, você me encantou. Vai ser uma boa amante. EU: Vou ser? Quer continuar com isso? EDUARDO: Sim, bom, não sei o que você acha. EU: será melhor falar pessoalmente, não acha? EDUARDO: claro, adoro a ideia, onde te encontro? EU: Na frente da bodega assim que você chegar? EDUARDO: levo uns 10 minutos. Eu: chego em 20 minutos, ok. Desligamos o telefone e rapidinho entrei no banho, coloquei um short curto e uma camiseta, dessa vez não coloquei cueca pra que o short entrasse na bunda e ele ficasse excitado. Parei um táxi e fui, demorei uns 25 minutos pra chegar, ele já estava lá. Descendo do táxi, subi na caminhonete e fomos jantar. Depois do jantar, agora sim o que importa. EDUARDO: Eu adoraria que você fosse minha namorada, mas não sei o que você acha. EU: Qual será o meu lugar, te lembro que você tem esposa e filhos. Não haverá problema. Como nos veríamos e o mais importante, o que você quer de mim. EDUARDO: Sinto muito, mas você será minha amante, ninguém vai saber, eles estão fora por 3 meses e quando voltarem nos veremos escondidos. E sobre o que eu quero de você é que seja minha amante, pra você sabe, foder. EU: Mais que sua namorada, eu seria sua puta, é isso que você tá me dizendo. EDUARDO: Vê como ajuda mútua, pra experimentar os dois, será que você não gostou do que rolou ontem à noite. EU: sim, eu curti. EDUARDO: Então o que você diz, podemos tentar 1 mês e se você não gostar a gente termina. EU: tá bom. Colocamos condições. 1: faríamos testes de DST antes e depois do mês 2: Ele me pagaria 5 mil pesos por semana. 3: Ele alugaria uma casa nos arredores da cidade pra nos vermos e ninguém nos incomodar. 3. Tudo deveria ser consensual. 4: Os horários. Segunda a quinta de 5pm às 4am Sexta e sábado depois das 3am às 11am (por causa do meu trabalho) Domingo na hora que ele quisesse. Ele tinha que me ligar e já passava me pegar em algum lugar ou eu via ele na casa. 5: tudo com proteção (a menos que eu quisesse sem camisinha) 6: Nada de ciúmes (podíamos ter mais parceiros) 7: Acabava quando uma das partes dissesse chega. Esse foi o acordo, eu seria a puta pessoal dele e ele meu sugar daddy e meu homem. Na volta pra casa, ele dirigindo, me tocava as pernas e eu acariciava o pau dele por cima da calça, chegamos e falei no ouvido dele antes de descer. EU: Domingo começa o mês. E vai ser mais que uma passada de mão nas pernas. Desci e caminhei até minha casa, óbvio que desci umas 3 quadras antes. Passaram os dias e chegou a sexta, dia de trabalho, fui trabalhar e finalmente Dona Rosa começou a se aproximar mais de mim, o dia de trabalho acabou e sem medo de perder, falei pra Dona Rosa se ela queria ir tomar umas cervejas, só ela e eu, aí No começo ela se fez de difícil, mas aceitou, sabia que a gente ia acabar transando e ela precisa tanto quanto eu. Falei direto que era melhor a gente ir pra casa dela, já que tava frio na rua, ela aceitou sabendo da minha intenção. Chegamos na casa dela e assim que fechamos a porta, dei um aperto naquele cuzão gordo dela. ROSA: Espera, o que você tá fazendo? EU: Não se faz de sonsa, você sabia que isso ia acontecer. ROSA: Pelo menos deixa eu ir no banheiro. EU: Claro, mamacita. Eu tava com tesão, ela foi pro banheiro e eu fiquei na sala esperando, ela tava demorando então decidi ir ver o que tava acontecendo, mas antes de conseguir chegar, Dona Rosa saiu com uma thong vermelha e sem sutiã, saiu toda banhada e pronta pra fuder. Dessa vez ela que tava intensa, pegou minha mão e me levou pro quarto dela. EU: Você tá linda. ROSA: Obrigada, filho. Não aguentei e comecei a apalpar a bunda dela. ROSA: Espera até chegar no quarto, filho. EU: Tá bom, mamãe. Chegamos no quarto e ela me jogou na cama, eu obediente me deitei, ela se aproximou devagar e começou a tirar meus sapatos, depois a calça e por último o boxer. Quando tirou meu boxer, apareceu meu pau duro, ela se ajoelhou e começou a cuspir e massagear as bolas até que finalmente abriu a boca, começou a chupar como só uma solteira ou divorciada sabe fazer, pra cima e pra baixo tirava e lambia minhas bolas e depois subia pelo pau todo até chegar na cabeça e de novo enfiava na boca, a mamãe chupava muito bem, mas ela não me deixou gozar. Ela me soltou depois de um tempo e eu aproveitei pra me levantar e pegá-la de surpresa, segurei ela pelos ombros e comecei a beijar, nem me importei que ela tinha acabado de chupar meu pau. Desci minhas mãos devagar pelas costas dela até chegar naquela bunda gorda, apertei, e continuei assim, até que dessa vez eu joguei ela na cama, falei pra ela ficar de quatro como uma puta, ela obedeceu e eu não conseguia parar de olhar aquelas nalgonas e como aquela thong sumia no meio da buceta dela, comecei a dar tapas na bunda e então puxei a thong pro lado e comecei a chupar a buceta dela, lambi o cu e depois desci pra buceta, continuei assim ela gemendo e depois de um tempo eu abaixei a thong dela e enfiei meu pau, entrou como água de tão molhada que estava, comecei a dar devagar, não queria gozar rápido, apertava as nádegas dela com força. ROSA: isso filhinho, mete mais forte na mamãe. EU: sim, mamãe. Comecei a aumentar o ritmo, comecei a dar tapas na bunda dela com uma mão e com a outra puxei o cabelo dela, ela gemendo e eu encantado com a vista, senti que ia gozar, então parei, tirei, ela se jogou como vaca gorda na cama, a nádega direita está vermelha de tanto tapa. Virei ela, peguei as pernas dela, separei e desci pra chupar mais a buceta dela, enfiei 1 dedo e comecei a mover forte, senti como algo me apertava por dentro, levantei o olhar e a cara dela não tinha preço, uma cara de prazer, de inocência, como se fosse chorar, mas de felicidade, parei e enfiei o pau, nessa posição pedi que ela se abrisse e que segurasse as pernas, senti como chegava mais fundo assim, ela gemia e me olhava com amor. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a dar tapas na cara dela, ela gostava, me pediu que batesse nas tetas, então comecei a bater nos peitos, senti a descarga chegando e tirei bem na hora, gozei nas pernas dela. Pouco, mas imediatamente limpei com o lençol. Ela também gozou e se levantou pra não molhar o colchão e pude ver como Dona Rosa se mijava num canto do quarto. Depois ela se aproximou de mim e começou a me beijar, isso bastou pra que meu pau ficasse ereto de novo. Joguei ela na cama e coloquei de 4, mirei no ânus dela, comecei a chupar o ânus e a enfiar 1 dedo, no início ela não queria, mas convenci, baba e mais baba, até que meu dedo entrou, tirei e procedi a enfiar meu pau, au. Lembro dos gritos de dor de dona Rosa e como ela empinava a bunda enquanto sua cara ficava submissa no colchão, entrou depois de várias tentativas, comecei a mover devagar, ela foi se acostumando e então comecei a me mover mais rápido, ela gemendo de dor e de prazer, o anal é algo que eu amo, sem aviso eu Dei uma estocada forte e ela caiu na cama quase desmaiada de dor e prazer, virei ela de lado e coloquei de novo, continuei metendo enquanto dava uns tapas na bunda dela. Depois de um tempo gozei de novo, dessa vez os dois mais exaustos, deitei do lado dela, abracei e coloquei a mão na bunda dela e dei um beijo na testa e é isso porque o sono nos pegou. Quando acordei, a Dona Rosa estava tomando banho, quis entrar com ela mas melhor esperei, quando ela saiu, vê-la de toalha me excitou mais, meu pau subiu, tirei a toalha dela e deitei na cama, ela entendeu o que eu queria, chegou perto e começou a chupar, (imagina, esse pau tinha entrado no cu dela e ela lambia como se nunca tivesse feito isso) já bem lubrificado, subiu no colchão e montou em mim, uma bunda enorme, cavalgando, queria ter gravado pra ver essa bunda em ação, não aguentei muito e gozei dentro, ela levantou e se lavou de novo, eu fui tomar banho, terminei, me troquei e fui pra casa, na verdade não cheguei a dormir mas nem perceberam, deitei e o sono me pegou. ROSA OU EDUARDO não sabia escolher, os dois tinham seus prazeres.

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