Como estão todos, meu nome é Melisa, tenho 19 anos, não sou muito alta, mas já me disseram que tenho um rostinho muito lindo, obviamente sempre soube aproveitar, meu melhor atributo é meu booty, se bem que tenho um bom peito, a bunda com minha cinturinha é o que leva todos os prêmios. Isso que eu quero contar pra vocês foi uma das experiências mais bizarras em que participei, mas também muito interessante.
Minha família tem uma tradição que vem acontecendo ano após ano, que é que, no aniversário da minha avó, nos reunimos todos para homenageá-la, quase sempre em salões ou nas casas maiores de cada família, mas esta última ocasião era especial, já que minha avó completou 95 anos, e pra ser sincera, essas reuniões cada vez tinham menos chances de continuar, porque também ultimamente ela andava ficando muito doente, é por isso que desta vez fizemos em grande estilo numa quinta no campo, por essa condição vieram todos os parentes de diferentes lugares, até do Paraguai. Como não poderia ser diferente, algumas mulheres e eu tivemos que chegar mais cedo pra limpar e arrumar as coisas, entre todas se destacam minha prima Romina, ela tem 21 anos, é um pouco mais alta, mas com mais carninha, ou seja, seu melhor atributo são os peitos, embora de booty também não esteja mal, e minha outra prima, Gisel, ela tem a minha mesma idade, 19 anos, mas é a mais linda das 3, não me incomoda dizer porque é assim mesmo, é de cabelo castanho muito claro e olhos azuis, não tem muitos peitos e booty, mas é muito linda, não nos juntamos muito por causa das distâncias, mas sempre estamos em contato e temos nosso humor que compartilhamos e também nossos jogos, que sempre têm a ver com algo erótico ou coisas assim, embora nunca compartilhamos experiências, já que por alguma razão esse era o limite, perto das 10 da manhã Romina e eu estávamos limpando a cozinha quando Gisel entra quase desesperada, mas muito emocionada
-o tio Fidelino veio com o filho dele – repetia Gisel
Meu tio Fidelino era do Paraguai, se bem que várias vezes veio, nunca tinha traído a seu filho, meu primo Osvaldo, eu acho que pela distância ou porque era jovem, sabia da existência dele e calculava quase a minha idade, mas a verdade nunca o tinha visto. A euforia da Gisel chamou nossa atenção, com a Romina que nos olhamos e rimos, e depois fomos curiosear lá fora... só olhamos pela janela e avistamos um grupo de parentes que estavam se cumprimentando, mas entre todos esses estava um jovenzinho com o cabelo curto em degradê, uns óculos, de longe parecia alto com uma camiseta justa no corpo, se bem que não tinha músculos dava pra ver que estava muito bem. Todas voltamos às nossas tarefas mas sem parar de falar do priminho. Quando terminei minha parte quis relaxar e me sentei com alguns tios que estavam bebendo enquanto faziam o churrasco, entre risadas e zoações vejo que num canto afastado estavam a Gisel e o primo conversando, ela se aproximava e ria, era óbvia a intenção dela. Naquele momento não sei por quê mas senti uma sensação de ciúmes, mas ao ver que ele não correspondia me acalmei um pouco mais. Na hora de servir a mesa me fiz de sonsa e fui tomar banho pra não ter que fazer isso também, me lavei toda e me vesti o mais desleixada possível, com um moletom de academia um pouco folgado e uma camiseta da Argentina, e fui pra fora. Quando saio no pátio vejo o primo sentado sozinho na mesa e minhas primas colocando os pratos e essas coisas, não perdi tempo e fui me sentar do lado dele
- oi primo, como você tá? - o cumprimentei
- oi, tudo bem - me respondeu Osvaldo.
Não é por querer ofender os homens paraguaios mas eles são muito dormidos em comparação com os argentinos que são muito mais atirados, Osvaldo não me respondia com mais de 2 ou 3 palavras ao que eu perguntava, era um pouco frustrante mas eu queria dar mais oportunidades pra ele. De repente se aproxima a Romina pela frente da mesa e diz:
- priminho, não querer sentar aqui? Também vai sentar teu pai e do meu lado - perguntou minha prima quase jogando as tetas na cara dele com o decote dela. Osvaldo levantou a olhar e fiquei vários segundos olhando os peitos dela pra depois responder -não obrigado aqui já tô bem – Instintivamente soltei um leve sorriso e quando olho a romina vejo ela muito séria, logo também apago meu sorriso e olho pro outro lado, o resto do almoço continuou de forma normal, brincadeiras, histórias o feliz aniversário pra minha avó etcétera, a verdade que comi mais do que podia, já que o churrasco tava muito tasty, macio e suculento como eu gosto, mas me deu uma preguiça terrível é por isso que decidi ir me deitar, depois da sobremesa me dirigi ao segundo andar da casa e me deitei, se bem que não dormi completamente consegui descansar bastante e qual foi minha surpresa que ao acordar na cama do lado da minha tava o primo paraguaio também deitado, ele tava de barriga pra cima com o celular no peito, refletindo nos vidros do óculos dele o que parecia ser um jogo de celular Me ajeitei um pouco e falei -ei que você veio se deitar também- Desculpa meli te acordei pensei que tava devagar-me respondeu Osvaldo -não nada disso já tava me levantando – Ele ficou em silêncio e eu não sabia como continuar a conversa até que falei -esses são de aumento ou é pura fachada – -pelos óculos você diz?, têm um pouco mas na verdade é porque me cansa muito a vista nada mais –respondeu Osvaldo -ahh posso experimentar- Sim, não tem problema Aproveitei esse instante enquanto ele tirava e me passava pra me levantar e sentar do lado dele, me deu os óculos e eu coloquei, -que tal ficou em mim?-perguntei enquanto fazia gestos de safada e olhava pra ele -sim ficou super bem em você –me respondeu -sério você gosta- naquele momento só abaixei a cabeça mas mantive o olhar sobre os óculos e olhava pra ele. levantei sutilmente as sobrancelhas mas não disse nada -bom te devolvo porque senão você não vai me ver linda-falei ele não disse nada mas esticou a mão pra pegar naquele momento falei de novo -não, deixa eu coloco em você-acomodei os óculos no rosto dele bem devagar e quando ficou abaixei mais devagar, roçando o rosto dele e ficando no peito dele, a verdade é que já estava me incomodando que esse garoto não reagisse a nada, por isso usei minha última arma
- você sabe que eu quero uma foto com o óculos –
Sem dizer nada, ele simplesmente tirou de novo e me passou, e eu coloquei, peguei o celular e me posicionei bem perto do rosto dele pra tirar uma selfie. Quando tirei, fiquei alguns segundos olhando e esperando, mas de novo não acontecia nada, então eu disse
- essa não, não gostei, vamos tirar outra –
Passei o celular pra ele e eu me deitei de novo perto do rosto dele, mas dessa vez meus lábios praticamente roçavam por baixo do queixo dele. Fiquei olhando pro celular e, quando ele tirou a foto, fechei meus olhos e comecei a beijar o pescoço dele. Ele ficou parado, sem se mexer, então com minhas mãos trouxe o rosto dele na minha frente e finalmente pude beijá-lo. O beijo durou alguns segundos, já que não queria que alguém nos encontrasse. Quando parei de beijá-lo, só disse
- isso tem que continuar mais tarde –
Devolvi os óculos dele e me posicionei sobre ele. Olhei fixamente e dei um selinho, pra depois descer e me levantar do lado da cama. Ajeitei um pouco o cabelo enquanto saía do quarto. O tempo passou sem muitas novidades. A tarde começava a cair e todos estavam se preparando pra noite, onde com certeza faríamos uns bailes e festa. Comecei com um grupo de primos bem mais velhos que eu a beber com eles, eram basicamente os palhaços da família, as risadas estavam garantidas. Em um momento me cruzo com José, ele é outro primo uns 4 anos mais velho que eu. Infelizmente a mãe dele faleceu quando ele era muito pequeno e desde então ficou aos cuidados e criação da minha avó. Ele é o típico parente que não te cai mal, mas não tem aquela conexão ou interesse em compartilhar, não posso dizer confiança, porque ele sim é de falar muito. Foi por ele que fiquei sabendo que, quando eram mais jovens, se viam escondidos com minha prima Romina. Estou falando de quando tinham uns 13 ou 14 anos. Se bem que ele me disse que nunca chegaram a mais do que beijos e amassos, conhecendo a Romina eu tinha essa dúvida, nunca perguntei pra ela pra não meter os pés pelas mãos e evitar problemas, eu tinha entendido que com o tempo isso parou de acontecer, mas o José sempre ficou obcecado por ela, ou seja, muitas vezes ele me perguntava ou falava dela, e digo obsessão porque são primos e depois de tantos anos ele ainda tinha ela na cabeça, tanto que em um momento ele me comentou que viu a Romina e o primo Osvaldo saindo de trás de um depósito, eu fiquei gelada com essa informação e nós dois deduzimos que por que estariam lá os dois sozinhos, tirando um pouco mais de informação eu sabia que tinha que fazer algo a respeito, o assunto sobre o interesse do José pela Romina sempre me pareceu chato, mas foi aí que me veio a grande ideia de descartar uma rival, não sei bem por quê, se foi pra me livrar dele ou liberar o caminho com o Antonio, mas eu disse pra ele que ia falar com a Romina pra que se encontrassem mais tarde na casa da quinta, obviamente mais do que emocionado e não parava de me agradecer e dizer o quanto me ama e blá blá blá… um tempo depois, passeando entre os grupos familiares, avisto a Gisel e a Romina conversando sozinhas, me pareceu pelos gestos e pelos rostos que estavam discutindo, me aproximo e ao me verem as duas se calam e olham pra outro lado, sem titubear olho pra ambas e exclamo
-por que se calam quando eu chego?, o que tá acontecendo aqui- falei quase irritada
Romina olha pra Gisel como se estivesse medindo ela e reclama
-acontece que aqui a mina se pegou com o paraguaio- Romina
O quêêê?- respondi
-ahhh não, eu não me peguei, só nos beijamos- Gisel
-ahh se beijar tá de boa- Romina
Houve um pequeno silêncio mas não consegui me segurar e soltei
-não sei o que te incomoda se você também estava com o Osvaldo atrás daquele depósito- falei olhando séria pra ela
As duas ficam de boca aberta me olhando até que…
-ahhh não, você é uma vacilona, não era porque é um primo, mas porque você queria pegar ele hahaha- respondeu Gisel
A partir desse momento todas nós começamos a rir, como eu comentei compartilhávamos muito o humor, e nos amamos muito, nunca um pau vai fazer a gente brigar, a conversa passou pra um tom muito mais relaxado, fazendo piadas e tal, até que a Romina disse
- e bom, você vai ter que ficar com as ganas porque eu não vou te deixar fácil hahaha-
Aí é que eu ri e disse
- me parece que quem tem difícil são vocês, porque eu também beijei ele na boca no quarto hoje na soneca- respondi eu
- hahah você é uma foxy- Gisel
- olha você sua puta, não perde tempo- Romina
Continuamos com as brincadeiras até que chegamos a um acordo
- é óbvio que aqui as três se jogaram, ele não escolheu ninguém ainda- exclamei eu
- é verdade, eu praticamente obriguei ele haha- Gisel
- viu? então em você ele nem registra- Romina
- haha por que você não cala a boca- Gisel
- bom, não briguem, vamos fazer o seguinte: vemos quem ele escolhe, ele bem sabe o que fez e pra mim ele é meio otário, a gente coloca ele na frente da gente e ele que decida- propus eu
- não sei se é tão otário assim, que beijou as três- Gisel
- e olha, até acho que tive que ensinar ele como fazer- Romina
- na verdade apoio sua ideia, Meli, o gostoso faz tudo o que você quiser, mas pra ficar dando voltas eu não tô não, a verdade- Gisel
- bom, então estamos de acordo? Eu
- sim, e como a gente faz- Gisel
- a gente pergunta de uma vez, na frente de todas, mas as que ficarem de fora não podem se irritar, hein- Romina
Sim, óbvio, eu não tenho problema, como a Gisel disse, até certo ponto se aguenta
- bom, que uma vá buscar ele e a gente se encontra na varanda e aperta ele haha- Gisel
Haha sim, ou ele se decide ou sai correndo- disse eu
A gente começou a rir às gargalhadas e armamos o plano, ficou combinado que a Romina iria buscar ele
Quando a gente se acertou, cada uma, Gisel e eu, fomos pra varanda e depois de uns minutos avistamos a Romina e o Osvaldo se aproximando da casa, mas qual foi minha surpresa que atrás deles vinha o José. Me apressei em descer e me encontrei com a Romina e o paraguaio quase na entrada
- como vai, primo. A Gisel tá na varanda, vai com nós já subimos - eu disse a Osvaldo enquanto olhava para Romina para que esperasse. ele foi em direção às escadas e Romi ficou do meu lado
-que foi? Romina
-não fica brava mas eu. esqueci de te contar uma coisa- respondi
-fala-romina
-jose tá vindo pra cá-eu
-jose? e pra quê? -romina
-ele me disse que queria se encontrar com você. e eu pra me livrar dele falei que ia falar com você pra vocês se verem aqui mas ele já tá vindo-eu
-Queeee!!! Você é burra ou o que te acontece -me respondeu romina muito brava
-sim eu já sei desculpa, mas se a gente não despistar ele não vamos poder falar com Osvaldo-
-não sei o que você me diz. você fez a merda -romina
-mas se ele entrar não vamos poder fazer nada e com certeza vai contar- falei de novo
-ah você é muito idiota melissa. e bom fala pra ele esperar no quarto e depois a gente se resolve -me disse romina
Essa me deu uma ideia. então mandei a romina pra cima e esperei o José. que pouco tempo depois entrou. só expliquei que a gente tinha que falar entre as meninas umas coisas mas que depois romina ia junto com ele. mandei ele pra outro quarto da casa e por sorte ele aceitou ....
Já os 4 na varanda começamos o interrogatório
-que foi? Por que tanto mistério primas? - exclamou osvaldo um pouco nervoso
-então você gosta de andar beliscando-romina
-hã? Por que você diz isso? -osvaldo
-não parece andar com todas nós -gisel
-são vocês que me procuram -respondeu osvaldo ainda com incredulidade. mas essas palavras foram um golpe duro pros nossos egos e ficamos em silêncio nos olhando então ele falou de novo
-sério são muito lindas as 3 mas não o que vocês querem-osvaldo
-e bom você diz que nós te procuramos. então escolhe de uma vez -reclamei um pouco já brava. passaram uns segundos em silêncio. nos olhou todas e falou de novo.
-tão certas que querem que eu escolha? -osvaldo
-sim decide de uma vez-gisel
-óbvio-romina
- não é tão difícil-eu
-bom mas aqui não vamos pra dentro
-bom então vamos-respondi gisel e nós dirigimos pra dentro
Quando chegamos num quarto o Osvaldo entrou primeiro, seguido por Romima e depois a Gisel. Quando eu entrei, fiquei na porta e fechei um pouco pra que não acontecesse nada. Já todos lá dentro
Gisel observa o Osvaldo e fazendo gestos com as mãos pra que ele falasse. Osvaldo olha fixamente pra cada uma de nós e diz enquanto dá uns passos pra trás
- bom, eu não vou escolher, vocês vão escolher - diz Osvaldo parando e, sem titubear, tira o calça e com uma mão enfia a mão dentro e tira pra fora o membro dele.
Quando ele saiu, pega a calça com as duas mãos e abaixa deixando o pau dele pendurado e tomando tamanho. Não toca nele nem diz nada... todas nós ficamos de boca aberta e em choque, mas não conseguíamos tirar o olho daquele pau. Ficou tão bizarro em poucos segundos que acho que nenhuma sabia o que fazer. Até que a Romina só se aproxima um pouco, roça a ponta do pau com os dedos e vai direto beijar o primo dela, se deram um beijo muito apaixonado, mas logo em seguida a Romina se ajoelha na frente dele e começa a beijar o corpo do pau. Naquele momento pensei em sair correndo, mas meu corpo fez totalmente o contrário. Fechei a porta de vez e o Osvaldo com gestos e um sorriso me convida pra que eu me aproximasse. Levei 2 segundos pra dar o primeiro passo. Passei na frente da Gisel que ainda estava parada vendo tudo. Quando me aproximei ele estende a mão pra pegar a minha e leva pra trás da cintura dele e ele me pega por baixo das costas e me aproxima pra me beijar também. Ele me beijou um pouco mais do que a Romina, mas também me soltou. Olho pra baixo e vejo minha prima chupando como uma atriz pornô. Era excitante aquela cena. Ele estende a outra mão e chama a Gisel que também sem duvidar se aproxima. Primeiro se dão um beijo ficando a Romina entre os dois. Quando ele solta ela, volta a me beijar levando a mão pro meu rabo e apertando. Isso me deixou ainda mais excitada, comecei a tocar a rola dele sem atrapalhar a Romina. Como a Gisel se moveu um pouco pra colocar as mãos embaixo a camisa dele e tentar tirá-la, aproveitei e também me ajoelhei. deslizei minha mão até os ovos dele e comecei a acariciá-los. já sentia a saliva da romina escorrendo, o que me ajudava muito. ela olhou pra mim e com um sorriso tirou da boca e apontou pra mim. olhei pra cima porque a gisel estava na frente e vi que ela estava beijando os peitos dele e ele olhava pra mim, colocou a mão atrás da minha cabeça e a outra atrás da cabeça da romina que já estava beijando os ovos dele. coloquei minha língua pra fora e passei pela ponta do pau dele e fiz círculos na cabecinha. até que ele me dá um empurrão, o que faz com que a cabeça agora entre toda na minha boca, mas os corpos da gisel e dele me seguraram. fiquei presa ali. enquanto a romina o masturbava e ele empurrava minha cabeça pra que entrasse e saísse da minha boca. o gosto da saliva da romina e o aroma do sexo da gisel era uma sensação de tesão total. até que a gisel desliza a mão e pega o membro e tira de um puxão e se inclina até chegar a chupá-lo. nos olhamos com a romina e como se pensássemos exatamente a mesma coisa, ambas fomos pra baixo pra chupá-lo por baixo do tronco dele e os ovos de cada lado da gente. os fluidos da gisel caíam por esse pau molhando todo o meu rosto. sem contar que nossos lábios e língua se roçavam constantemente com a romina. e acho que em várias ocasiões ela quis me beijar. não ia negar. gisel faz um movimento e começa a se agachar lentamente enquanto ia saboreando todo o pau. quando ela chegou junto de nós, osvaldo abre um pouco mais as pernas dele mas sem se agachar e sacando mais pra fora seus genitais. nos deu mais espaço pras 3 pra que todas pudéssemos chupar os ovos dele, ficamos as três passando a língua por baixo enquanto ele fazia movimentos de vai e vem, o que fazia com que o pau dele se movesse de um lado pro outro roçando o rosto das três primas. ficamos um bom tempo as 3 assim, eu olhava de vez em quando pro meu primo e ele só mordia os lábios e aproveitava com uma cara de sucesso vendo como três mulheres lindas estavam chupando ele -que gostoso que vocês me chupam as bolas –disse Osvaldo em tom sedutor e baixo Todas soltamos um leve suspiro e eu podia perceber porque nossos rostos estavam um do lado do outro, mas Gisel começou a fazer movimentos mais longos passando por todos até que Romina, num movimento se vira ficando de barriga pra cima mas se enfiando atrevida embaixo das bolas de Osvaldo, quase instantaneamente Gisel passa a chupar o pau dele mas se levantando um pouco deixando a Romina tomar posição embaixo dela, quando se ajeitaram eu fiquei um pouco de fora de tudo mas continuei observando a cena em primeira linha, Romina sentada se esticando um pouco pra alcançar e beijar as bolas do meu primo e Gisel chupando aquele pau sentada sobre ela como uma cavaleira, me excitava muito vê-las satisfazendo esse macho, que percebi que já estava começando a ficar molhada, como não queria me meter muito só fiquei observando elas e passava as mãos pelos peitos, até que sinto um carinho terno atrás da minha cabeça, era Osvaldo mas naquele instante senti como todo meu corpo derretia a única coisa que me veio à cabeça foi me aproximar das coxas dele e começar a beijá-lo, tive que me levantar um pouco pra chegar na cintura dele e depois no ventre, podia escutar o som que aquele pau fazia dentro da boca da minha priminha cada vez que entrava, passava a língua pela base e o espaço que Gisel deixava em cada engolida, enquanto isso Osvaldo nunca parou de me acariciar, então queria olhar ele enquanto aproveitava e foi aí que ele me pediu pra me levantar, dei um último beijo na pica dele e me levantei ficando do lado dele, ele pegou a borda da minha blusa e tentou levantar obviamente não conseguiu mas entendi a diretiva, tirei a camiseta e fiquei de sutiã na frente dele, ele desceu pra me beijar entre os peitos passando a língua pelos mamilos, coloquei minhas mãos atrás da nuca dele e comecei a acariciá-lo pressionando ele assim em mim, ele pegou as duas alças do meu sutiã e simplesmente as abaixou pelos meus ombros, isso ajudou com que meu sutiã ficasse por baixo das minhas tetas, ficando livres finalmente. Não perdeu tempo e começou a passar a ponta da língua pelos meus mamilos, que em questão de segundos ficaram duríssimos, e me davam uma sensação de formigamento e prazer. Fechei meus olhos e voava de excitação. Baixei minha mão para acariciar todo o corpo dele, mas cheguei a tocar na Gisel, isso me fez abrir os olhos e olhá-la. Quando abaixei o olhar, a vi ali, concentrada chupando ele, mas me olhando nos olhos, com um olhar sem expressão, mas com esses olhões que ela tem, era divino vê-la assim. Sua boquinha é pequena e de lábios bem finos, podia ver como ela se esforçava só para meter um pouco mais a cabeça, mesmo assim não se dava por vencida, fechava seus olhinhos lentamente saboreando aquele membro viril. Mais abaixo, a Romina cada vez se enfiava mais, mas dessa vez já se ajudava com as mãos. A única coisa que podia ver dela eram seus peitos por baixo da vista da Gisel, que nessa altura estavam todos manchados de umidade da saliva da Gisel. Ele continuava me beijando pelo pescoço, acariciando minhas costas e as tetas. Me sentia a favorita, mas sabia que a qualquer momento ia mudar. Chegamos a nos dar alguns beijos bem gostosos quando, do nada, um pequeno sobressalto e ele vai pra frente. No começo pensei que ele estava pra cair, mas ele para e solta um gemido bem longo.
- Huuuummm, que gostoso! - exclama Osvaldo, e eu, sem entender, só olho atrás dele. O empurrão foi da Romina, que já estava atrás dele, mas ainda por baixo, com a cara enfiada nas nádegas do Osvaldo, lambendo o cu dele. Abri meus olhos enormes porque me assustei, não acreditava até onde isso ia chegar, até que olhei de novo pra ele, que mantinha a posição, mas com os olhos fechados e ofegante. Era óbvio que ele estava gostando. Só sorri pela situação, até que vejo a Gisel, não tinha mais o pau do primo dela na boca porque escorregou um pouco pra baixo, mas assim como dava pra notar a vontade de continuar, aproximei meu dedo e limpei um pouco a boca dela que estava cheia de saliva, com Osvaldo me abraçando e eu passando meus dedos pelos lábios da minha parente, me senti numa posição de poder, então depois de passar suavemente comecei a acariciar, ela se deixou e fechou os olhos e sorria pra mim como uma cachorrinha submissa.. quando parei peguei a cock e comecei a masturbá-la lentamente, Gisel não perdeu tempo e novamente tirou a língua pra passar na pontinha, com a mão que tinha livre pegou a cabeça da Romina que cada vez estava mais pra trás do primo dela, ela metia e tirava a cabeça, pra depois parar e lamber todo o ânus do meu primo, quando passou todo o corpo totalmente por baixo dele se ajeitou de cócoras e começou a subir enquanto o beijava por trás, quando conseguiu se levantar atrás do Osvaldo tirou a camiseta e depois o sutiã ficando totalmente com aqueles peitos grandes de fora, se aproximou dele e apoiou os peitos nas costas dele, Osvaldo se ergueu novamente e ela passou a mão até a cock dele, pra me ajudar a masturbá-lo, com as duas mãos não conseguíamos cobrir totalmente a cock dele o que era excelente, ela o beijava por trás muito excitada, eu passei minha mão por trás dela e continuava masturbando ele, mas Gisel novamente voltou a colocar na boca, dessa vez muito mais confortável, num momento o paraguaio pegou a cabeça da prima, a head master, e empurrou em direção a ele. deixou ela parada e nós também paramos, e com muito esforço a boca da Gisel, e as mãos da Romina e minhas mal conseguíamos cobrir todo aquele membro. continuamos por um bom tempo assim com olhares e sorrisinhos cúmplices até que num momento Gisel diz
- adoro chupar sua cock primo – disse Gisel com um sorriso muito safadinho e seus olhos cheios de ilusão
- chupa tudo o quanto você quiser – respondeu Osvaldo
Gisel voltou a chupar umas vezes e voltou a dizer
- não quer sentar? faz um tempo que você tá de pé - Gisel
Sem dizer nada ninguém tomamos todas a mesma decisão, Rominha e eu deixamos o Osvaldo e ele só deu uns passos pra trás e sentou na beira da cama, se recostando nos cotovelos, deixando o pau dele totalmente duro apontando pra gente. A primeira que se deita à esquerda do Osvaldo é a Romina, que segurando o pau dele vai beijar os peitorais, eu me sento à direita dele e vou direto beijar a boca dele, a Gisel aproveita e também tira a roupa, ficando só de lingerie, antes da Gisel chegar perto da gente, a Romina tira o Osvaldo de mim e começa a beijar ele também, eu não fiquei brava, mas aí eles se deitam totalmente e eu aproveito pra tirar a calça, ficando só com uma calcinha branquinha que já estava toda molhada, a Gisel fica de quatro na frente da gente e começa a lamber as bolas por baixo da mão da Romina, a Gisel empinava o rabo dela que ficava lindo com aquele fio-dental preto entrando nas nádegas, o panorama era mais que excitante, sinto de novo a mão do Osvaldo atrás de mim e pensando que vinha outro carinho, ele me pega com força e me leva até o pau dele, fico cara a cara com a Gisel e a Romina tira a mão dela, deixando o pau pra gente sozinhas, me ajeito bem e começo a chupar da base até a ponta passando os lábios e a Gisel fazia o mesmo, mas desde as bolas, a gente se revezava pra beijar e colocar na boca a ponta do pau dele. Várias vezes nossas línguas se tocavam e na ponta nossos lábios se roçavam. A gente tinha tanto pau pra gente que já não sabia mais o que fazer. Eu seguro pela base pra manter ele bem ereto como um picolé pra ambas poder saborear a cabecinha. Mas como se fôssemos uma só mente, ambas começamos a acariciar com as bochechas, passando pelos lábios até a outra bochecha sem nos atrapalhar. Quando a Romina desceu pra fazer companhia pra gente, eu me afastei um pouco mais pra trás porque estava quase em cima do Osvaldo, mas ao me ajeitar de novo, deixo a bunda um pouco mais perto do meu primo. Eu continuava segurando o pau dele e Romina começa a engolir ele desde a cabeça. Gisel e eu dávamos beijos e carícias com os lábios por todo lado. Quando Romina desceu um pouco, fui eu chupar a ponta por um tempo e depois passou a Gisel, nos revezávamos de vez em quando e em cada roçar, sentia a respiração, os lábios, a saliva e as línguas das minhas primas. Se bem que era grossa e longa, estávamos tão loucas por aquele pedaço que já não conseguíamos evitar. Em um momento, as três começamos a lamber de cima a baixo e novamente coincidimos as três na cabeça. Passávamos tão forte e rápido que sentíamos como ele se retorcia. Ele pôs a mão na minha cintura e levei minha língua bem sobre o orifício da uretra dele e comecei a dar roçadas muito rápidas com a ponta da língua, logo ele me apertou e foi aí que fiz ainda mais rápido. Suas pernas tremiam, seu corpo acelerava, então Romina e Gisel fizeram o mesmo. Nos acomodamos as três e roçávamos todas juntas pelo mesmo ponto o mais rápido que podíamos. Estando assim, nos vendo frente a frente, todas já não aguentávamos, Larisa. Sabíamos que íamos fazer ele explodir. A cabeça do pau dele inchou muito mais. A verdade é que o cansaço chegou muito antes que o orgasmo dele. Fomos diminuindo o ritmo até que meus lábios se tocaram com os de Romina. Primeiro nossas línguas começaram a se entrelaçar, até que simplesmente aconteceu e nos começamos a beijar. Fechei meus olhos e comecei a masturbá-lo bem lentamente, quase sem subir a mão. E é aí quando sinto uns dedos querendo entrar por baixo da minha calcinha perto da minha buceta. Seus dedos não eram grossos, mas sim longos. Rapidamente encontraram minha vulva. Me acariciava suavemente por fora dos lábios vaginais. Infelizmente, quando movia o tecido, esticava parte da minha pele e me incomodava. E como estava me beijando com Romina, não podia dizer nada, então levei minha mão para trás e com um leve movimento me levantei, peguei a parte de trás da minha calcinha e abri toda, deixando-a por cima das minhas nádegas. Parece que ele entendeu que eu dei toda liberdade pra ela fazer o que quiser porque já não passava os dedos pela minha buceta, já chegava até a porta do meu cu. mas pelo jeito não queria meter nada, só tocar e isso era muito gostoso. as pontas dos dedos dela levavam meus fluidos pra todo lado e eu sentia aquele frescor nas minhas partes íntimas que me fazia me acabar com a Romina. os beijos eram cada vez mais fortes, mais apaixonados, comendo a boca uma da outra como se não fôssemos duas primas que se conhecem desde criança.
De tão quente que eu estava, quis masturbar melhor meu primo, mas quando levanto a mão sinto a Gisel. olho pra ela e lá estava ela. admirando o pau do próprio sangue de cima a baixo. desejosa e cheia de luxúria com os olhos arregalados apreciando cada centímetro daquela virilha como se fosse algum tesouro. a Romina parou de me beijar e ficou olhando pra Gisel. pegou ela por baixo do queixo e também beijou. foram poucos segundos mas quando se afastaram dava pra ver um fio de saliva pendurado nas bocas delas. Gisel só observava e rapidamente voltou pro pau. a Romina se levantou e começou a tirar a legging e a calcinha, deitando completamente nua e massageando o clitóris. eu também me levantei pra tirar toda a calcinha mas sentei na beira da cama. olhei por uns instantes pra Gisel e comecei a desabrochar o sutiã dela e acariciar um pouco as costas, ela só fez movimentos com os ombros pra tirar tudo.
- como você gosta de chupar, né, piranha - disse Romina
- uhummm - respondeu Gisel sem parar de mamar
A gente começou a rir, todos, até a Gisel fez uma careta engraçada enquanto tinha o pau na boca
- e ainda chupa bem gostoso - comentou Osvaldo
- ah, e eu não chupei bem? - Romina
- você me comeu o cu muito gostoso - disse Osvaldo com um sorrisinho
- bom, agora você tem que me retribuir - continuou Romina enquanto tentava se ajeitar em cima dele
- esperaaa, ainda não - gritou Gisel
Voltamos a rir todos mas Romina exclamou
- vai logo, sua burra, tô muito quente - Romina
- vou comer todas vocês hoje - Osvaldo -haa haha você aguenta todas? - perguntei com tom desafiador
-claro que sim, ainda nem comecei. tô pensando em quem vou dar toda a minha porra - Osvaldo
Aaai que nojo - Gisel
Nós 3 nos olhamos com cara de "o que essa cutie tá dizendo?" e só rimos. Naquele momento Romina aproveitou que estava se tocando e pegou parte do seu fluido com as mãos e apoiou sobre o pau do Osvaldo enquanto Gisel chupava ele, fez isso várias vezes e até a Gisel esperava que ela passasse pra continuar
-não te incomoda os sucos da sua prima mas o meu esperma não? - disse Osvaldo em tom de deboche. Gisel só mordeu os lábios e com um sorriso nervoso não disse nada. Uns segundos depois Romina não aguentou mais, se aproximou pra beijar o Osvaldo e começou a passar as pernas sobre ele. Quando já estava totalmente posicionada, sem nenhuma hesitação, Gisel levou o pau do Osvaldo direto pra buceta da prima. Quando a ponta entrou, Romina desceu deixando se penetrar até o mais fundo.
-aaai meu deus - gemia Romina enquanto descia e subia. Gisel ficou sentada observando o coito, com as mãos nos joelhos e suas pequenas tetas de fora, olhando como quem quer tramar algo.
Foi assim que num momento Romina começou a pular cada vez mais alto até que num momento parece que entrou errado e machucou, deu um grito e o pau saiu. O incrível é que Gisel não perdeu nem um segundo e foi se prender de novo pra chupar ele, me surpreendeu o quão obcecada ela estava com aquele pau. Quando Romina se recuperou, se posicionou novamente levantando a buceta esperando que enfiassem de novo. Gisel tomou seu tempo e depois voltou a introduzir. Agora os movimentos de Romina eram mais como cavalgadas rápidas. Gemia e ofegava como louca. Ficou um bom tempo assim, não sei se Gisel se entediou ou ficou com ciúmes, mas saiu de lá e veio junto de mim com uma carinha de decepção. Se ajoelhou na minha frente entre minhas pernas e me abraçou olhando os dois transando. Eu também a abracei, ela encostou a cabeça nos meus peitos e a minha por cima dela observando toda a ação. apesar de que a Romina fazia todo o trabalho, o Osvaldo era todo um malandro. dava tapas na bunda por causa da Booty. apertava os peitos dela. fazia ela mover mais forte a pelve da prima. Romina a esse ponto já suspirava e olhava pra cima.
- haa que gostosas que vocês são - disse Osvaldo enquanto olhava pra mim e pra Gisel abraçadas
- a gente tá só de espectadora - respondi com um risinho
- vai se preparando que agora é sua vez, já tô me cansando - exclamou Romina enquanto me olhava
Não disse nada mas naquele momento senti uma mão na minha buceta e também senti que a Gisel se mexia. olho pra ela e ela me empurrando com as mãos se agacha diretamente no meu clitóris
- isso aíííí - Osvaldo
- biiinn aaaai queee nãoo oo descaia - Romina
- claro, aí, se prepara bem - terminou Gisel e começou a beijar meus lábios.
senti um leve orgasmo quando ela posou sua boca úmida sobre a minha, até soltei um gemido.. começou fazendo círculos por toda a minha pussy pra depois chupar minhas zonas erógenas. me entreguei totalmente apertando os lençóis com minhas mãos. abriu ainda mais minhas pernas e começou a me comer ainda mais rápido passando a língua de cima a baixo como um cachorro tomando água, segurando minhas pernas abertas. era a primeira vez que sentia que estava prestes a gozar sem penetração ou que eu sequer me tocasse. já tinha esquecido que o Osvaldo estava lá pra isso. levantei ainda mais as pernas deixando meus dois buracos em todo seu esplendor. ao ter as pernas apertando o ventre tudo se sentia ainda mais tasty. Sinto que Romina segura minha perna e então Gisel começa a meter os dedos na minha pussy enquanto sua língua estimulava meu clitóris. já começava a sentir espasmos. apertava forte meus lábios e começava a me retorcer. estava prestes a chegar a um orgasmo graças à minha prima. queria gozar vendo ela, é assim que abro meus olhos e no final do meu pubis ali estavam aqueles lindos olhos verdes me olhando fixamente enquanto todo o resto do rostinho dela estava dentro de mim. a sensação foi incrível
- aaaai gis.. me você está me deixando louca - eu disse enquanto relaxava. Foi tudo tão intenso que, pouco antes de chegar, Romina diz
- uuufff cansei, sua vez - me diz enquanto dava tapinhas na minha perna.
Naquele mesmo instante Gisel larga tudo o que estava fazendo e eu fiquei praticamente tremendo, não podia acreditar no que fizeram comigo. Mas quando eu estava prestes a dizer algo, Romina desce de Osvaldo e passa minha perna por cima dele. Osvaldo pega meu braço e tenta me subir, eu ainda atônita faço o esforço de me mover sobre ele. Ele me ajuda e eu me ponho sobre sua pelve, mas quando me sento, essa enorme e grossa cock entra abrindo caminho pela minha já sensível pussy. Me deixei cair tão brusco que quando entrou senti o orgasmo que tinham me arrancado. Meu corpo se quebrou. Minhas pernas tremeram e meu gemido de prazer não consegui conter. Queria tirar ela mas não tinha controle sobre mim e Osvaldo me apertava junto a ele, só podia fechar as pernas por instinto, mas com esse pedaço de carne dentro das minhas entranhas só sentia uma dor com êxtase. Meus sucos começaram a escapar pelos espaços que essa cock deixava em mim. Fiquei sem voz. Meus olhos se desorbitaram, precisava de clemência. Mas longe disso, Osvaldo começou a me comer. Já nesse momento não aguentava mais e com meu último esforço dei um salto, tirando a cock e enchendo de fluidos por todas as partes.
Depois do meu espetáculo caí deitada e exausta sobre Osvaldo. Ele passou suas mãos pelos meus peitos e começou a apertá-los. Já nesse ponto estava satisfeita e lhe disse
- fuaa, já não dou mais, faz comigo o que quiser, primo -
Sem dizer nada, só me introduziu de novo na posição que estávamos e começou a me comer bem tasty. Ainda sentia tudo sensível, mas já era um pouco mais suportável. Tão forte me penetrava que rapidamente voltava a me excitar. Ele se agarrava a mim com seus braços para pegar impulso e não perder o ritmo. Podia escutar como nosso sexo fazia ruídos como chapinhados. Passaram alguns segundos para que Osvaldo parasse e me deitasse de lado. até a buceta. primeiro ele enfiou de conchinha. tenho que dizer que essa foi a parte que mais gostei da noite toda, ele enfiava devagarzinho mas bem fundo enquanto me abraçava e beijava meu pescoço. voltei a me sentir a favorita, queria beijá-lo mas não alcançava. me deixei penetrar um bom tempo pensando que na primeira oportunidade eu compensaria dando o melhor blow job da vida dele... imaginando tudo o que eu faria... meu sorriso safado se desenhava no meu rosto enquanto minha buceta não tinha trégua. em seguida voltamos a mudar de posição. dessa vez ele me colocou de bruços e subiu em cima de mim. mais uma vez enfiou o pau mas já não foi terno nem devagar. entrava tão fundo que eu escutava a pelve dele fazendo barulho ao bater na minha bunda. as estocadas eram tantas que eu já não conseguia me conter e comecei a gemer. colocando um braço pra trás pra me segurar e o outro mais pra frente pra também me deter. ele ia subindo cada vez mais, levando o membro cada vez mais pra dentro de mim mas nunca deixando de fazer forte e rápido. com tudo isso começo a escutar cochichos. mas não conseguia entender pelo movimento e pela dor que sentia. quando ele abaixa o ritmo sinto que alguém sobe em cima de mim..... quando viro um pouco a cabeça pra ver, vejo o rosto da Gisel sorrindo pra mim e se aproximando pra me beijar. não perdi tempo e comi a boca dela. ela se deixa cair sobre mim sentindo os peitos nas minhas costas mas arqueando pra que o cuzinho dela ficasse sobre o meu de frente pro Osvaldo. era a vez dela.. Osvaldo tirou de mim e uns segundos depois minha prima solta um gemido, uma respiração longa e começa a se mover. nos beijamos por mais alguns instantes, até que já foi impossível. e só deixei que ela se deitasse sobre mim. a respiração agitada e os gemidos dela eram uma orquestra pros meus ouvidos, ainda mais acompanhados de beijos na minha bochecha e onde Osvaldo a deixava chegar. ele não a fodia tão rápido como a mim, isso na verdade me deixou contente e relaxada... Até que do nada voltei a ser alvo do meu primo .me voltou a meter o que me fez gritar, meio umas quantas estocadas e me tirou pra voltar a meter na Gisel e depois de algumas fodas novamente em mim, ficou brincando com nossas bucetas por um bom tempo. ela e eu ficávamos impacientes pela nossa vez cada vez que ele fazia isso. Ter ela dentro era gostoso mas o jogo dele nos fazia desejar mais e mais. Romina voltou a aparecer em cena se deitando do lado da gente em posição de 4. sem nos olhar sem dizer nada só esperando com a cabeça pra baixo levantando o quadril chamando o macho dela. Osvaldo já só nos metia de maneira intercalada ou seja uma vez na Gisel, uma vez em mim pelo menos umas 3 ou 4 vezes mais. então foi junto da Romina. e começou a penetrar ela também. Gisel e eu ficamos assim um bom tempo enquanto víamos como maltratavam nossa prima. ele agarrou ela pelo cabelo e puxando pra trás furava muito rápido e fundo. os gemidos da Romina eram diferentes eu notei quase na hora.
A primeira que se levantou foi a Gisel. aproveitei pra me virar e vi ela. tava com a thong cruzada dava pra ver os vincos da buceta dela e a bunda dela nem se incomodou em se ajeitar e foi atrás do Osvaldo pra abraçar e beijar ele pelas costas e vejo que ela abre bem grande os olhos e olha pra mim pra depois voltar a olhar. a curiosidade me venceu e me ajeitei pra ver o que era e aí entendi porque o gemido da Romi era diferente... o primo tava dando pelo cu na prima dele... não podia acreditar como mais da metade do pau dele entrava sem nenhum problema dentro da Romina. o cu dela tava exageradamente aberto apertando a circunferência daquele pau. da buceta dela se esticavam pequenos fios de fluido. olhava o rosto da Romina e era os gestos de uma guerreira que tava perdendo a pior das suas batalhas tentando aguentar a fodida anal bestial que Osvaldo tava dando nela. com as duas mãos pela cintura dela e uma perna subida na cama amassava ela como se fosse um castigo. cada vez queria introduzir mais e mais. os olhos da Romina já estavam revirados e suas mãos já tinham perdido as forças, podia ver como começava a tremer, mas não se movia, nem rejeitava o que seu primo fazia com ela. foi então que soltou um longo gemido até ficar sem voz... e os fios da sua buceta se tornaram pequenos jatos que saíam quando Osvaldo entrava. Eu me aproximei para ver melhor tudo e Osvaldo cada vez fazia mais rápido e também sua respiração se fazia notar. era realmente imponente ver esse garoto fodendo com essa segurança, quem diria que há apenas alguns minutos atrás pensávamos que ele era um otário. quisemos nos fazer de espertas e terminamos todas usadas por ele. Fez o que quis com cada uma... e todas nos entregamos aos seus mais baixos instintos.
Me aproximei o máximo que pude e comecei a beijar a pele dela e acariciava por baixo das suas coxas... sentia essa necessidade de fazer isso. pouco tempo depois Gisel também se deitou do outro lado, mas ela acariciava o Osvaldo e olhava para cima admirando ele. Cheguei a passar meus dedos pela vagina da Romina e comecei a massagear ela suavemente até que já com movimentos erráticos e pausados soltando vários gemidos Osvaldo acabou. via como seu pau pulsava dentro do ânus da minha prima até que tirou e continuou cuspindo porra pelo bum e pelas nádegas da Romina. se ajudou se masturbando para as últimas gotas que não paravam de sair lambuzando toda essa área... quando finalmente parou mais uma vez a priminha head master se ligou no pau dele. dessa vez só deu mais lambidas por todos os lados como limpando ele, ele ficou sensível e fazia gestos como de desconforto mas não parou a Gisel... eu simplesmente e sem pensar fui direto no ânus da Romina e sem perceber já estava lambendo a porra do cu. passando a língua por todos os lugares onde via gotas. foi muito gostoso ir engolindo esse sêmen pensando que tinha saído de alguém que me fez gozar como nunca tinha pensado...
Gisel continuou chupando ele sentada na cama e ele em pé... ambos gostavam quando Romina se recompôs ficamos alguns minutos conversando enquanto nos limpávamos e nos vestíamos. Romina fica bem exausta, quase não dizia palavras e se movia bem devagar, eu por minha parte estava mais que feliz e satisfeita. Antes de irmos embora, Osvaldo nos pediu uma foto todos juntos, primeiro tiramos uma ao lado da Gisel que saiu segurando o pau dele. Romina com uma cara de sono e Osvaldo e eu com uma alegria imensa. Depois, obviamente, uma mais familiar... Depois disso, Romina se retirou da sala com passos curtos, alguns momentos depois saí eu, antes de fechar a porta só via que Gisel parava de chupar para se virar e ser penetrada novamente...
- oi primo, como você tá? - o cumprimentei
- oi, tudo bem - me respondeu Osvaldo.
Não é por querer ofender os homens paraguaios mas eles são muito dormidos em comparação com os argentinos que são muito mais atirados, Osvaldo não me respondia com mais de 2 ou 3 palavras ao que eu perguntava, era um pouco frustrante mas eu queria dar mais oportunidades pra ele. De repente se aproxima a Romina pela frente da mesa e diz:
- priminho, não querer sentar aqui? Também vai sentar teu pai e do meu lado - perguntou minha prima quase jogando as tetas na cara dele com o decote dela. Osvaldo levantou a olhar e fiquei vários segundos olhando os peitos dela pra depois responder -não obrigado aqui já tô bem – Instintivamente soltei um leve sorriso e quando olho a romina vejo ela muito séria, logo também apago meu sorriso e olho pro outro lado, o resto do almoço continuou de forma normal, brincadeiras, histórias o feliz aniversário pra minha avó etcétera, a verdade que comi mais do que podia, já que o churrasco tava muito tasty, macio e suculento como eu gosto, mas me deu uma preguiça terrível é por isso que decidi ir me deitar, depois da sobremesa me dirigi ao segundo andar da casa e me deitei, se bem que não dormi completamente consegui descansar bastante e qual foi minha surpresa que ao acordar na cama do lado da minha tava o primo paraguaio também deitado, ele tava de barriga pra cima com o celular no peito, refletindo nos vidros do óculos dele o que parecia ser um jogo de celular Me ajeitei um pouco e falei -ei que você veio se deitar também- Desculpa meli te acordei pensei que tava devagar-me respondeu Osvaldo -não nada disso já tava me levantando – Ele ficou em silêncio e eu não sabia como continuar a conversa até que falei -esses são de aumento ou é pura fachada – -pelos óculos você diz?, têm um pouco mas na verdade é porque me cansa muito a vista nada mais –respondeu Osvaldo -ahh posso experimentar- Sim, não tem problema Aproveitei esse instante enquanto ele tirava e me passava pra me levantar e sentar do lado dele, me deu os óculos e eu coloquei, -que tal ficou em mim?-perguntei enquanto fazia gestos de safada e olhava pra ele -sim ficou super bem em você –me respondeu -sério você gosta- naquele momento só abaixei a cabeça mas mantive o olhar sobre os óculos e olhava pra ele. levantei sutilmente as sobrancelhas mas não disse nada -bom te devolvo porque senão você não vai me ver linda-falei ele não disse nada mas esticou a mão pra pegar naquele momento falei de novo -não, deixa eu coloco em você-acomodei os óculos no rosto dele bem devagar e quando ficou abaixei mais devagar, roçando o rosto dele e ficando no peito dele, a verdade é que já estava me incomodando que esse garoto não reagisse a nada, por isso usei minha última arma
- você sabe que eu quero uma foto com o óculos –
Sem dizer nada, ele simplesmente tirou de novo e me passou, e eu coloquei, peguei o celular e me posicionei bem perto do rosto dele pra tirar uma selfie. Quando tirei, fiquei alguns segundos olhando e esperando, mas de novo não acontecia nada, então eu disse
- essa não, não gostei, vamos tirar outra –
Passei o celular pra ele e eu me deitei de novo perto do rosto dele, mas dessa vez meus lábios praticamente roçavam por baixo do queixo dele. Fiquei olhando pro celular e, quando ele tirou a foto, fechei meus olhos e comecei a beijar o pescoço dele. Ele ficou parado, sem se mexer, então com minhas mãos trouxe o rosto dele na minha frente e finalmente pude beijá-lo. O beijo durou alguns segundos, já que não queria que alguém nos encontrasse. Quando parei de beijá-lo, só disse
- isso tem que continuar mais tarde –
Devolvi os óculos dele e me posicionei sobre ele. Olhei fixamente e dei um selinho, pra depois descer e me levantar do lado da cama. Ajeitei um pouco o cabelo enquanto saía do quarto. O tempo passou sem muitas novidades. A tarde começava a cair e todos estavam se preparando pra noite, onde com certeza faríamos uns bailes e festa. Comecei com um grupo de primos bem mais velhos que eu a beber com eles, eram basicamente os palhaços da família, as risadas estavam garantidas. Em um momento me cruzo com José, ele é outro primo uns 4 anos mais velho que eu. Infelizmente a mãe dele faleceu quando ele era muito pequeno e desde então ficou aos cuidados e criação da minha avó. Ele é o típico parente que não te cai mal, mas não tem aquela conexão ou interesse em compartilhar, não posso dizer confiança, porque ele sim é de falar muito. Foi por ele que fiquei sabendo que, quando eram mais jovens, se viam escondidos com minha prima Romina. Estou falando de quando tinham uns 13 ou 14 anos. Se bem que ele me disse que nunca chegaram a mais do que beijos e amassos, conhecendo a Romina eu tinha essa dúvida, nunca perguntei pra ela pra não meter os pés pelas mãos e evitar problemas, eu tinha entendido que com o tempo isso parou de acontecer, mas o José sempre ficou obcecado por ela, ou seja, muitas vezes ele me perguntava ou falava dela, e digo obsessão porque são primos e depois de tantos anos ele ainda tinha ela na cabeça, tanto que em um momento ele me comentou que viu a Romina e o primo Osvaldo saindo de trás de um depósito, eu fiquei gelada com essa informação e nós dois deduzimos que por que estariam lá os dois sozinhos, tirando um pouco mais de informação eu sabia que tinha que fazer algo a respeito, o assunto sobre o interesse do José pela Romina sempre me pareceu chato, mas foi aí que me veio a grande ideia de descartar uma rival, não sei bem por quê, se foi pra me livrar dele ou liberar o caminho com o Antonio, mas eu disse pra ele que ia falar com a Romina pra que se encontrassem mais tarde na casa da quinta, obviamente mais do que emocionado e não parava de me agradecer e dizer o quanto me ama e blá blá blá… um tempo depois, passeando entre os grupos familiares, avisto a Gisel e a Romina conversando sozinhas, me pareceu pelos gestos e pelos rostos que estavam discutindo, me aproximo e ao me verem as duas se calam e olham pra outro lado, sem titubear olho pra ambas e exclamo
-por que se calam quando eu chego?, o que tá acontecendo aqui- falei quase irritada
Romina olha pra Gisel como se estivesse medindo ela e reclama
-acontece que aqui a mina se pegou com o paraguaio- Romina
O quêêê?- respondi
-ahhh não, eu não me peguei, só nos beijamos- Gisel
-ahh se beijar tá de boa- Romina
Houve um pequeno silêncio mas não consegui me segurar e soltei
-não sei o que te incomoda se você também estava com o Osvaldo atrás daquele depósito- falei olhando séria pra ela
As duas ficam de boca aberta me olhando até que…
-ahhh não, você é uma vacilona, não era porque é um primo, mas porque você queria pegar ele hahaha- respondeu Gisel
A partir desse momento todas nós começamos a rir, como eu comentei compartilhávamos muito o humor, e nos amamos muito, nunca um pau vai fazer a gente brigar, a conversa passou pra um tom muito mais relaxado, fazendo piadas e tal, até que a Romina disse
- e bom, você vai ter que ficar com as ganas porque eu não vou te deixar fácil hahaha-
Aí é que eu ri e disse
- me parece que quem tem difícil são vocês, porque eu também beijei ele na boca no quarto hoje na soneca- respondi eu
- hahah você é uma foxy- Gisel
- olha você sua puta, não perde tempo- Romina
Continuamos com as brincadeiras até que chegamos a um acordo
- é óbvio que aqui as três se jogaram, ele não escolheu ninguém ainda- exclamei eu
- é verdade, eu praticamente obriguei ele haha- Gisel
- viu? então em você ele nem registra- Romina
- haha por que você não cala a boca- Gisel
- bom, não briguem, vamos fazer o seguinte: vemos quem ele escolhe, ele bem sabe o que fez e pra mim ele é meio otário, a gente coloca ele na frente da gente e ele que decida- propus eu
- não sei se é tão otário assim, que beijou as três- Gisel
- e olha, até acho que tive que ensinar ele como fazer- Romina
- na verdade apoio sua ideia, Meli, o gostoso faz tudo o que você quiser, mas pra ficar dando voltas eu não tô não, a verdade- Gisel
- bom, então estamos de acordo? Eu
- sim, e como a gente faz- Gisel
- a gente pergunta de uma vez, na frente de todas, mas as que ficarem de fora não podem se irritar, hein- Romina
Sim, óbvio, eu não tenho problema, como a Gisel disse, até certo ponto se aguenta
- bom, que uma vá buscar ele e a gente se encontra na varanda e aperta ele haha- Gisel
Haha sim, ou ele se decide ou sai correndo- disse eu
A gente começou a rir às gargalhadas e armamos o plano, ficou combinado que a Romina iria buscar ele
Quando a gente se acertou, cada uma, Gisel e eu, fomos pra varanda e depois de uns minutos avistamos a Romina e o Osvaldo se aproximando da casa, mas qual foi minha surpresa que atrás deles vinha o José. Me apressei em descer e me encontrei com a Romina e o paraguaio quase na entrada
- como vai, primo. A Gisel tá na varanda, vai com nós já subimos - eu disse a Osvaldo enquanto olhava para Romina para que esperasse. ele foi em direção às escadas e Romi ficou do meu lado
-que foi? Romina
-não fica brava mas eu. esqueci de te contar uma coisa- respondi
-fala-romina
-jose tá vindo pra cá-eu
-jose? e pra quê? -romina
-ele me disse que queria se encontrar com você. e eu pra me livrar dele falei que ia falar com você pra vocês se verem aqui mas ele já tá vindo-eu
-Queeee!!! Você é burra ou o que te acontece -me respondeu romina muito brava
-sim eu já sei desculpa, mas se a gente não despistar ele não vamos poder falar com Osvaldo-
-não sei o que você me diz. você fez a merda -romina
-mas se ele entrar não vamos poder fazer nada e com certeza vai contar- falei de novo
-ah você é muito idiota melissa. e bom fala pra ele esperar no quarto e depois a gente se resolve -me disse romina
Essa me deu uma ideia. então mandei a romina pra cima e esperei o José. que pouco tempo depois entrou. só expliquei que a gente tinha que falar entre as meninas umas coisas mas que depois romina ia junto com ele. mandei ele pra outro quarto da casa e por sorte ele aceitou ....
Já os 4 na varanda começamos o interrogatório
-que foi? Por que tanto mistério primas? - exclamou osvaldo um pouco nervoso
-então você gosta de andar beliscando-romina
-hã? Por que você diz isso? -osvaldo
-não parece andar com todas nós -gisel
-são vocês que me procuram -respondeu osvaldo ainda com incredulidade. mas essas palavras foram um golpe duro pros nossos egos e ficamos em silêncio nos olhando então ele falou de novo
-sério são muito lindas as 3 mas não o que vocês querem-osvaldo
-e bom você diz que nós te procuramos. então escolhe de uma vez -reclamei um pouco já brava. passaram uns segundos em silêncio. nos olhou todas e falou de novo.
-tão certas que querem que eu escolha? -osvaldo
-sim decide de uma vez-gisel
-óbvio-romina
- não é tão difícil-eu
-bom mas aqui não vamos pra dentro
-bom então vamos-respondi gisel e nós dirigimos pra dentro
Quando chegamos num quarto o Osvaldo entrou primeiro, seguido por Romima e depois a Gisel. Quando eu entrei, fiquei na porta e fechei um pouco pra que não acontecesse nada. Já todos lá dentro
Gisel observa o Osvaldo e fazendo gestos com as mãos pra que ele falasse. Osvaldo olha fixamente pra cada uma de nós e diz enquanto dá uns passos pra trás
- bom, eu não vou escolher, vocês vão escolher - diz Osvaldo parando e, sem titubear, tira o calça e com uma mão enfia a mão dentro e tira pra fora o membro dele.
Quando ele saiu, pega a calça com as duas mãos e abaixa deixando o pau dele pendurado e tomando tamanho. Não toca nele nem diz nada... todas nós ficamos de boca aberta e em choque, mas não conseguíamos tirar o olho daquele pau. Ficou tão bizarro em poucos segundos que acho que nenhuma sabia o que fazer. Até que a Romina só se aproxima um pouco, roça a ponta do pau com os dedos e vai direto beijar o primo dela, se deram um beijo muito apaixonado, mas logo em seguida a Romina se ajoelha na frente dele e começa a beijar o corpo do pau. Naquele momento pensei em sair correndo, mas meu corpo fez totalmente o contrário. Fechei a porta de vez e o Osvaldo com gestos e um sorriso me convida pra que eu me aproximasse. Levei 2 segundos pra dar o primeiro passo. Passei na frente da Gisel que ainda estava parada vendo tudo. Quando me aproximei ele estende a mão pra pegar a minha e leva pra trás da cintura dele e ele me pega por baixo das costas e me aproxima pra me beijar também. Ele me beijou um pouco mais do que a Romina, mas também me soltou. Olho pra baixo e vejo minha prima chupando como uma atriz pornô. Era excitante aquela cena. Ele estende a outra mão e chama a Gisel que também sem duvidar se aproxima. Primeiro se dão um beijo ficando a Romina entre os dois. Quando ele solta ela, volta a me beijar levando a mão pro meu rabo e apertando. Isso me deixou ainda mais excitada, comecei a tocar a rola dele sem atrapalhar a Romina. Como a Gisel se moveu um pouco pra colocar as mãos embaixo a camisa dele e tentar tirá-la, aproveitei e também me ajoelhei. deslizei minha mão até os ovos dele e comecei a acariciá-los. já sentia a saliva da romina escorrendo, o que me ajudava muito. ela olhou pra mim e com um sorriso tirou da boca e apontou pra mim. olhei pra cima porque a gisel estava na frente e vi que ela estava beijando os peitos dele e ele olhava pra mim, colocou a mão atrás da minha cabeça e a outra atrás da cabeça da romina que já estava beijando os ovos dele. coloquei minha língua pra fora e passei pela ponta do pau dele e fiz círculos na cabecinha. até que ele me dá um empurrão, o que faz com que a cabeça agora entre toda na minha boca, mas os corpos da gisel e dele me seguraram. fiquei presa ali. enquanto a romina o masturbava e ele empurrava minha cabeça pra que entrasse e saísse da minha boca. o gosto da saliva da romina e o aroma do sexo da gisel era uma sensação de tesão total. até que a gisel desliza a mão e pega o membro e tira de um puxão e se inclina até chegar a chupá-lo. nos olhamos com a romina e como se pensássemos exatamente a mesma coisa, ambas fomos pra baixo pra chupá-lo por baixo do tronco dele e os ovos de cada lado da gente. os fluidos da gisel caíam por esse pau molhando todo o meu rosto. sem contar que nossos lábios e língua se roçavam constantemente com a romina. e acho que em várias ocasiões ela quis me beijar. não ia negar. gisel faz um movimento e começa a se agachar lentamente enquanto ia saboreando todo o pau. quando ela chegou junto de nós, osvaldo abre um pouco mais as pernas dele mas sem se agachar e sacando mais pra fora seus genitais. nos deu mais espaço pras 3 pra que todas pudéssemos chupar os ovos dele, ficamos as três passando a língua por baixo enquanto ele fazia movimentos de vai e vem, o que fazia com que o pau dele se movesse de um lado pro outro roçando o rosto das três primas. ficamos um bom tempo as 3 assim, eu olhava de vez em quando pro meu primo e ele só mordia os lábios e aproveitava com uma cara de sucesso vendo como três mulheres lindas estavam chupando ele -que gostoso que vocês me chupam as bolas –disse Osvaldo em tom sedutor e baixo Todas soltamos um leve suspiro e eu podia perceber porque nossos rostos estavam um do lado do outro, mas Gisel começou a fazer movimentos mais longos passando por todos até que Romina, num movimento se vira ficando de barriga pra cima mas se enfiando atrevida embaixo das bolas de Osvaldo, quase instantaneamente Gisel passa a chupar o pau dele mas se levantando um pouco deixando a Romina tomar posição embaixo dela, quando se ajeitaram eu fiquei um pouco de fora de tudo mas continuei observando a cena em primeira linha, Romina sentada se esticando um pouco pra alcançar e beijar as bolas do meu primo e Gisel chupando aquele pau sentada sobre ela como uma cavaleira, me excitava muito vê-las satisfazendo esse macho, que percebi que já estava começando a ficar molhada, como não queria me meter muito só fiquei observando elas e passava as mãos pelos peitos, até que sinto um carinho terno atrás da minha cabeça, era Osvaldo mas naquele instante senti como todo meu corpo derretia a única coisa que me veio à cabeça foi me aproximar das coxas dele e começar a beijá-lo, tive que me levantar um pouco pra chegar na cintura dele e depois no ventre, podia escutar o som que aquele pau fazia dentro da boca da minha priminha cada vez que entrava, passava a língua pela base e o espaço que Gisel deixava em cada engolida, enquanto isso Osvaldo nunca parou de me acariciar, então queria olhar ele enquanto aproveitava e foi aí que ele me pediu pra me levantar, dei um último beijo na pica dele e me levantei ficando do lado dele, ele pegou a borda da minha blusa e tentou levantar obviamente não conseguiu mas entendi a diretiva, tirei a camiseta e fiquei de sutiã na frente dele, ele desceu pra me beijar entre os peitos passando a língua pelos mamilos, coloquei minhas mãos atrás da nuca dele e comecei a acariciá-lo pressionando ele assim em mim, ele pegou as duas alças do meu sutiã e simplesmente as abaixou pelos meus ombros, isso ajudou com que meu sutiã ficasse por baixo das minhas tetas, ficando livres finalmente. Não perdeu tempo e começou a passar a ponta da língua pelos meus mamilos, que em questão de segundos ficaram duríssimos, e me davam uma sensação de formigamento e prazer. Fechei meus olhos e voava de excitação. Baixei minha mão para acariciar todo o corpo dele, mas cheguei a tocar na Gisel, isso me fez abrir os olhos e olhá-la. Quando abaixei o olhar, a vi ali, concentrada chupando ele, mas me olhando nos olhos, com um olhar sem expressão, mas com esses olhões que ela tem, era divino vê-la assim. Sua boquinha é pequena e de lábios bem finos, podia ver como ela se esforçava só para meter um pouco mais a cabeça, mesmo assim não se dava por vencida, fechava seus olhinhos lentamente saboreando aquele membro viril. Mais abaixo, a Romina cada vez se enfiava mais, mas dessa vez já se ajudava com as mãos. A única coisa que podia ver dela eram seus peitos por baixo da vista da Gisel, que nessa altura estavam todos manchados de umidade da saliva da Gisel. Ele continuava me beijando pelo pescoço, acariciando minhas costas e as tetas. Me sentia a favorita, mas sabia que a qualquer momento ia mudar. Chegamos a nos dar alguns beijos bem gostosos quando, do nada, um pequeno sobressalto e ele vai pra frente. No começo pensei que ele estava pra cair, mas ele para e solta um gemido bem longo.
- Huuuummm, que gostoso! - exclama Osvaldo, e eu, sem entender, só olho atrás dele. O empurrão foi da Romina, que já estava atrás dele, mas ainda por baixo, com a cara enfiada nas nádegas do Osvaldo, lambendo o cu dele. Abri meus olhos enormes porque me assustei, não acreditava até onde isso ia chegar, até que olhei de novo pra ele, que mantinha a posição, mas com os olhos fechados e ofegante. Era óbvio que ele estava gostando. Só sorri pela situação, até que vejo a Gisel, não tinha mais o pau do primo dela na boca porque escorregou um pouco pra baixo, mas assim como dava pra notar a vontade de continuar, aproximei meu dedo e limpei um pouco a boca dela que estava cheia de saliva, com Osvaldo me abraçando e eu passando meus dedos pelos lábios da minha parente, me senti numa posição de poder, então depois de passar suavemente comecei a acariciar, ela se deixou e fechou os olhos e sorria pra mim como uma cachorrinha submissa.. quando parei peguei a cock e comecei a masturbá-la lentamente, Gisel não perdeu tempo e novamente tirou a língua pra passar na pontinha, com a mão que tinha livre pegou a cabeça da Romina que cada vez estava mais pra trás do primo dela, ela metia e tirava a cabeça, pra depois parar e lamber todo o ânus do meu primo, quando passou todo o corpo totalmente por baixo dele se ajeitou de cócoras e começou a subir enquanto o beijava por trás, quando conseguiu se levantar atrás do Osvaldo tirou a camiseta e depois o sutiã ficando totalmente com aqueles peitos grandes de fora, se aproximou dele e apoiou os peitos nas costas dele, Osvaldo se ergueu novamente e ela passou a mão até a cock dele, pra me ajudar a masturbá-lo, com as duas mãos não conseguíamos cobrir totalmente a cock dele o que era excelente, ela o beijava por trás muito excitada, eu passei minha mão por trás dela e continuava masturbando ele, mas Gisel novamente voltou a colocar na boca, dessa vez muito mais confortável, num momento o paraguaio pegou a cabeça da prima, a head master, e empurrou em direção a ele. deixou ela parada e nós também paramos, e com muito esforço a boca da Gisel, e as mãos da Romina e minhas mal conseguíamos cobrir todo aquele membro. continuamos por um bom tempo assim com olhares e sorrisinhos cúmplices até que num momento Gisel diz
- adoro chupar sua cock primo – disse Gisel com um sorriso muito safadinho e seus olhos cheios de ilusão
- chupa tudo o quanto você quiser – respondeu Osvaldo
Gisel voltou a chupar umas vezes e voltou a dizer
- não quer sentar? faz um tempo que você tá de pé - Gisel
Sem dizer nada ninguém tomamos todas a mesma decisão, Rominha e eu deixamos o Osvaldo e ele só deu uns passos pra trás e sentou na beira da cama, se recostando nos cotovelos, deixando o pau dele totalmente duro apontando pra gente. A primeira que se deita à esquerda do Osvaldo é a Romina, que segurando o pau dele vai beijar os peitorais, eu me sento à direita dele e vou direto beijar a boca dele, a Gisel aproveita e também tira a roupa, ficando só de lingerie, antes da Gisel chegar perto da gente, a Romina tira o Osvaldo de mim e começa a beijar ele também, eu não fiquei brava, mas aí eles se deitam totalmente e eu aproveito pra tirar a calça, ficando só com uma calcinha branquinha que já estava toda molhada, a Gisel fica de quatro na frente da gente e começa a lamber as bolas por baixo da mão da Romina, a Gisel empinava o rabo dela que ficava lindo com aquele fio-dental preto entrando nas nádegas, o panorama era mais que excitante, sinto de novo a mão do Osvaldo atrás de mim e pensando que vinha outro carinho, ele me pega com força e me leva até o pau dele, fico cara a cara com a Gisel e a Romina tira a mão dela, deixando o pau pra gente sozinhas, me ajeito bem e começo a chupar da base até a ponta passando os lábios e a Gisel fazia o mesmo, mas desde as bolas, a gente se revezava pra beijar e colocar na boca a ponta do pau dele. Várias vezes nossas línguas se tocavam e na ponta nossos lábios se roçavam. A gente tinha tanto pau pra gente que já não sabia mais o que fazer. Eu seguro pela base pra manter ele bem ereto como um picolé pra ambas poder saborear a cabecinha. Mas como se fôssemos uma só mente, ambas começamos a acariciar com as bochechas, passando pelos lábios até a outra bochecha sem nos atrapalhar. Quando a Romina desceu pra fazer companhia pra gente, eu me afastei um pouco mais pra trás porque estava quase em cima do Osvaldo, mas ao me ajeitar de novo, deixo a bunda um pouco mais perto do meu primo. Eu continuava segurando o pau dele e Romina começa a engolir ele desde a cabeça. Gisel e eu dávamos beijos e carícias com os lábios por todo lado. Quando Romina desceu um pouco, fui eu chupar a ponta por um tempo e depois passou a Gisel, nos revezávamos de vez em quando e em cada roçar, sentia a respiração, os lábios, a saliva e as línguas das minhas primas. Se bem que era grossa e longa, estávamos tão loucas por aquele pedaço que já não conseguíamos evitar. Em um momento, as três começamos a lamber de cima a baixo e novamente coincidimos as três na cabeça. Passávamos tão forte e rápido que sentíamos como ele se retorcia. Ele pôs a mão na minha cintura e levei minha língua bem sobre o orifício da uretra dele e comecei a dar roçadas muito rápidas com a ponta da língua, logo ele me apertou e foi aí que fiz ainda mais rápido. Suas pernas tremiam, seu corpo acelerava, então Romina e Gisel fizeram o mesmo. Nos acomodamos as três e roçávamos todas juntas pelo mesmo ponto o mais rápido que podíamos. Estando assim, nos vendo frente a frente, todas já não aguentávamos, Larisa. Sabíamos que íamos fazer ele explodir. A cabeça do pau dele inchou muito mais. A verdade é que o cansaço chegou muito antes que o orgasmo dele. Fomos diminuindo o ritmo até que meus lábios se tocaram com os de Romina. Primeiro nossas línguas começaram a se entrelaçar, até que simplesmente aconteceu e nos começamos a beijar. Fechei meus olhos e comecei a masturbá-lo bem lentamente, quase sem subir a mão. E é aí quando sinto uns dedos querendo entrar por baixo da minha calcinha perto da minha buceta. Seus dedos não eram grossos, mas sim longos. Rapidamente encontraram minha vulva. Me acariciava suavemente por fora dos lábios vaginais. Infelizmente, quando movia o tecido, esticava parte da minha pele e me incomodava. E como estava me beijando com Romina, não podia dizer nada, então levei minha mão para trás e com um leve movimento me levantei, peguei a parte de trás da minha calcinha e abri toda, deixando-a por cima das minhas nádegas. Parece que ele entendeu que eu dei toda liberdade pra ela fazer o que quiser porque já não passava os dedos pela minha buceta, já chegava até a porta do meu cu. mas pelo jeito não queria meter nada, só tocar e isso era muito gostoso. as pontas dos dedos dela levavam meus fluidos pra todo lado e eu sentia aquele frescor nas minhas partes íntimas que me fazia me acabar com a Romina. os beijos eram cada vez mais fortes, mais apaixonados, comendo a boca uma da outra como se não fôssemos duas primas que se conhecem desde criança.
De tão quente que eu estava, quis masturbar melhor meu primo, mas quando levanto a mão sinto a Gisel. olho pra ela e lá estava ela. admirando o pau do próprio sangue de cima a baixo. desejosa e cheia de luxúria com os olhos arregalados apreciando cada centímetro daquela virilha como se fosse algum tesouro. a Romina parou de me beijar e ficou olhando pra Gisel. pegou ela por baixo do queixo e também beijou. foram poucos segundos mas quando se afastaram dava pra ver um fio de saliva pendurado nas bocas delas. Gisel só observava e rapidamente voltou pro pau. a Romina se levantou e começou a tirar a legging e a calcinha, deitando completamente nua e massageando o clitóris. eu também me levantei pra tirar toda a calcinha mas sentei na beira da cama. olhei por uns instantes pra Gisel e comecei a desabrochar o sutiã dela e acariciar um pouco as costas, ela só fez movimentos com os ombros pra tirar tudo.
- como você gosta de chupar, né, piranha - disse Romina
- uhummm - respondeu Gisel sem parar de mamar
A gente começou a rir, todos, até a Gisel fez uma careta engraçada enquanto tinha o pau na boca
- e ainda chupa bem gostoso - comentou Osvaldo
- ah, e eu não chupei bem? - Romina
- você me comeu o cu muito gostoso - disse Osvaldo com um sorrisinho
- bom, agora você tem que me retribuir - continuou Romina enquanto tentava se ajeitar em cima dele
- esperaaa, ainda não - gritou Gisel
Voltamos a rir todos mas Romina exclamou
- vai logo, sua burra, tô muito quente - Romina
- vou comer todas vocês hoje - Osvaldo -haa haha você aguenta todas? - perguntei com tom desafiador
-claro que sim, ainda nem comecei. tô pensando em quem vou dar toda a minha porra - Osvaldo
Aaai que nojo - Gisel
Nós 3 nos olhamos com cara de "o que essa cutie tá dizendo?" e só rimos. Naquele momento Romina aproveitou que estava se tocando e pegou parte do seu fluido com as mãos e apoiou sobre o pau do Osvaldo enquanto Gisel chupava ele, fez isso várias vezes e até a Gisel esperava que ela passasse pra continuar
-não te incomoda os sucos da sua prima mas o meu esperma não? - disse Osvaldo em tom de deboche. Gisel só mordeu os lábios e com um sorriso nervoso não disse nada. Uns segundos depois Romina não aguentou mais, se aproximou pra beijar o Osvaldo e começou a passar as pernas sobre ele. Quando já estava totalmente posicionada, sem nenhuma hesitação, Gisel levou o pau do Osvaldo direto pra buceta da prima. Quando a ponta entrou, Romina desceu deixando se penetrar até o mais fundo.
-aaai meu deus - gemia Romina enquanto descia e subia. Gisel ficou sentada observando o coito, com as mãos nos joelhos e suas pequenas tetas de fora, olhando como quem quer tramar algo.
Foi assim que num momento Romina começou a pular cada vez mais alto até que num momento parece que entrou errado e machucou, deu um grito e o pau saiu. O incrível é que Gisel não perdeu nem um segundo e foi se prender de novo pra chupar ele, me surpreendeu o quão obcecada ela estava com aquele pau. Quando Romina se recuperou, se posicionou novamente levantando a buceta esperando que enfiassem de novo. Gisel tomou seu tempo e depois voltou a introduzir. Agora os movimentos de Romina eram mais como cavalgadas rápidas. Gemia e ofegava como louca. Ficou um bom tempo assim, não sei se Gisel se entediou ou ficou com ciúmes, mas saiu de lá e veio junto de mim com uma carinha de decepção. Se ajoelhou na minha frente entre minhas pernas e me abraçou olhando os dois transando. Eu também a abracei, ela encostou a cabeça nos meus peitos e a minha por cima dela observando toda a ação. apesar de que a Romina fazia todo o trabalho, o Osvaldo era todo um malandro. dava tapas na bunda por causa da Booty. apertava os peitos dela. fazia ela mover mais forte a pelve da prima. Romina a esse ponto já suspirava e olhava pra cima.
- haa que gostosas que vocês são - disse Osvaldo enquanto olhava pra mim e pra Gisel abraçadas
- a gente tá só de espectadora - respondi com um risinho
- vai se preparando que agora é sua vez, já tô me cansando - exclamou Romina enquanto me olhava
Não disse nada mas naquele momento senti uma mão na minha buceta e também senti que a Gisel se mexia. olho pra ela e ela me empurrando com as mãos se agacha diretamente no meu clitóris
- isso aíííí - Osvaldo
- biiinn aaaai queee nãoo oo descaia - Romina
- claro, aí, se prepara bem - terminou Gisel e começou a beijar meus lábios.
senti um leve orgasmo quando ela posou sua boca úmida sobre a minha, até soltei um gemido.. começou fazendo círculos por toda a minha pussy pra depois chupar minhas zonas erógenas. me entreguei totalmente apertando os lençóis com minhas mãos. abriu ainda mais minhas pernas e começou a me comer ainda mais rápido passando a língua de cima a baixo como um cachorro tomando água, segurando minhas pernas abertas. era a primeira vez que sentia que estava prestes a gozar sem penetração ou que eu sequer me tocasse. já tinha esquecido que o Osvaldo estava lá pra isso. levantei ainda mais as pernas deixando meus dois buracos em todo seu esplendor. ao ter as pernas apertando o ventre tudo se sentia ainda mais tasty. Sinto que Romina segura minha perna e então Gisel começa a meter os dedos na minha pussy enquanto sua língua estimulava meu clitóris. já começava a sentir espasmos. apertava forte meus lábios e começava a me retorcer. estava prestes a chegar a um orgasmo graças à minha prima. queria gozar vendo ela, é assim que abro meus olhos e no final do meu pubis ali estavam aqueles lindos olhos verdes me olhando fixamente enquanto todo o resto do rostinho dela estava dentro de mim. a sensação foi incrível
- aaaai gis.. me você está me deixando louca - eu disse enquanto relaxava. Foi tudo tão intenso que, pouco antes de chegar, Romina diz
- uuufff cansei, sua vez - me diz enquanto dava tapinhas na minha perna.
Naquele mesmo instante Gisel larga tudo o que estava fazendo e eu fiquei praticamente tremendo, não podia acreditar no que fizeram comigo. Mas quando eu estava prestes a dizer algo, Romina desce de Osvaldo e passa minha perna por cima dele. Osvaldo pega meu braço e tenta me subir, eu ainda atônita faço o esforço de me mover sobre ele. Ele me ajuda e eu me ponho sobre sua pelve, mas quando me sento, essa enorme e grossa cock entra abrindo caminho pela minha já sensível pussy. Me deixei cair tão brusco que quando entrou senti o orgasmo que tinham me arrancado. Meu corpo se quebrou. Minhas pernas tremeram e meu gemido de prazer não consegui conter. Queria tirar ela mas não tinha controle sobre mim e Osvaldo me apertava junto a ele, só podia fechar as pernas por instinto, mas com esse pedaço de carne dentro das minhas entranhas só sentia uma dor com êxtase. Meus sucos começaram a escapar pelos espaços que essa cock deixava em mim. Fiquei sem voz. Meus olhos se desorbitaram, precisava de clemência. Mas longe disso, Osvaldo começou a me comer. Já nesse momento não aguentava mais e com meu último esforço dei um salto, tirando a cock e enchendo de fluidos por todas as partes.
Depois do meu espetáculo caí deitada e exausta sobre Osvaldo. Ele passou suas mãos pelos meus peitos e começou a apertá-los. Já nesse ponto estava satisfeita e lhe disse
- fuaa, já não dou mais, faz comigo o que quiser, primo -
Sem dizer nada, só me introduziu de novo na posição que estávamos e começou a me comer bem tasty. Ainda sentia tudo sensível, mas já era um pouco mais suportável. Tão forte me penetrava que rapidamente voltava a me excitar. Ele se agarrava a mim com seus braços para pegar impulso e não perder o ritmo. Podia escutar como nosso sexo fazia ruídos como chapinhados. Passaram alguns segundos para que Osvaldo parasse e me deitasse de lado. até a buceta. primeiro ele enfiou de conchinha. tenho que dizer que essa foi a parte que mais gostei da noite toda, ele enfiava devagarzinho mas bem fundo enquanto me abraçava e beijava meu pescoço. voltei a me sentir a favorita, queria beijá-lo mas não alcançava. me deixei penetrar um bom tempo pensando que na primeira oportunidade eu compensaria dando o melhor blow job da vida dele... imaginando tudo o que eu faria... meu sorriso safado se desenhava no meu rosto enquanto minha buceta não tinha trégua. em seguida voltamos a mudar de posição. dessa vez ele me colocou de bruços e subiu em cima de mim. mais uma vez enfiou o pau mas já não foi terno nem devagar. entrava tão fundo que eu escutava a pelve dele fazendo barulho ao bater na minha bunda. as estocadas eram tantas que eu já não conseguia me conter e comecei a gemer. colocando um braço pra trás pra me segurar e o outro mais pra frente pra também me deter. ele ia subindo cada vez mais, levando o membro cada vez mais pra dentro de mim mas nunca deixando de fazer forte e rápido. com tudo isso começo a escutar cochichos. mas não conseguia entender pelo movimento e pela dor que sentia. quando ele abaixa o ritmo sinto que alguém sobe em cima de mim..... quando viro um pouco a cabeça pra ver, vejo o rosto da Gisel sorrindo pra mim e se aproximando pra me beijar. não perdi tempo e comi a boca dela. ela se deixa cair sobre mim sentindo os peitos nas minhas costas mas arqueando pra que o cuzinho dela ficasse sobre o meu de frente pro Osvaldo. era a vez dela.. Osvaldo tirou de mim e uns segundos depois minha prima solta um gemido, uma respiração longa e começa a se mover. nos beijamos por mais alguns instantes, até que já foi impossível. e só deixei que ela se deitasse sobre mim. a respiração agitada e os gemidos dela eram uma orquestra pros meus ouvidos, ainda mais acompanhados de beijos na minha bochecha e onde Osvaldo a deixava chegar. ele não a fodia tão rápido como a mim, isso na verdade me deixou contente e relaxada... Até que do nada voltei a ser alvo do meu primo .me voltou a meter o que me fez gritar, meio umas quantas estocadas e me tirou pra voltar a meter na Gisel e depois de algumas fodas novamente em mim, ficou brincando com nossas bucetas por um bom tempo. ela e eu ficávamos impacientes pela nossa vez cada vez que ele fazia isso. Ter ela dentro era gostoso mas o jogo dele nos fazia desejar mais e mais. Romina voltou a aparecer em cena se deitando do lado da gente em posição de 4. sem nos olhar sem dizer nada só esperando com a cabeça pra baixo levantando o quadril chamando o macho dela. Osvaldo já só nos metia de maneira intercalada ou seja uma vez na Gisel, uma vez em mim pelo menos umas 3 ou 4 vezes mais. então foi junto da Romina. e começou a penetrar ela também. Gisel e eu ficamos assim um bom tempo enquanto víamos como maltratavam nossa prima. ele agarrou ela pelo cabelo e puxando pra trás furava muito rápido e fundo. os gemidos da Romina eram diferentes eu notei quase na hora.
A primeira que se levantou foi a Gisel. aproveitei pra me virar e vi ela. tava com a thong cruzada dava pra ver os vincos da buceta dela e a bunda dela nem se incomodou em se ajeitar e foi atrás do Osvaldo pra abraçar e beijar ele pelas costas e vejo que ela abre bem grande os olhos e olha pra mim pra depois voltar a olhar. a curiosidade me venceu e me ajeitei pra ver o que era e aí entendi porque o gemido da Romi era diferente... o primo tava dando pelo cu na prima dele... não podia acreditar como mais da metade do pau dele entrava sem nenhum problema dentro da Romina. o cu dela tava exageradamente aberto apertando a circunferência daquele pau. da buceta dela se esticavam pequenos fios de fluido. olhava o rosto da Romina e era os gestos de uma guerreira que tava perdendo a pior das suas batalhas tentando aguentar a fodida anal bestial que Osvaldo tava dando nela. com as duas mãos pela cintura dela e uma perna subida na cama amassava ela como se fosse um castigo. cada vez queria introduzir mais e mais. os olhos da Romina já estavam revirados e suas mãos já tinham perdido as forças, podia ver como começava a tremer, mas não se movia, nem rejeitava o que seu primo fazia com ela. foi então que soltou um longo gemido até ficar sem voz... e os fios da sua buceta se tornaram pequenos jatos que saíam quando Osvaldo entrava. Eu me aproximei para ver melhor tudo e Osvaldo cada vez fazia mais rápido e também sua respiração se fazia notar. era realmente imponente ver esse garoto fodendo com essa segurança, quem diria que há apenas alguns minutos atrás pensávamos que ele era um otário. quisemos nos fazer de espertas e terminamos todas usadas por ele. Fez o que quis com cada uma... e todas nos entregamos aos seus mais baixos instintos.
Me aproximei o máximo que pude e comecei a beijar a pele dela e acariciava por baixo das suas coxas... sentia essa necessidade de fazer isso. pouco tempo depois Gisel também se deitou do outro lado, mas ela acariciava o Osvaldo e olhava para cima admirando ele. Cheguei a passar meus dedos pela vagina da Romina e comecei a massagear ela suavemente até que já com movimentos erráticos e pausados soltando vários gemidos Osvaldo acabou. via como seu pau pulsava dentro do ânus da minha prima até que tirou e continuou cuspindo porra pelo bum e pelas nádegas da Romina. se ajudou se masturbando para as últimas gotas que não paravam de sair lambuzando toda essa área... quando finalmente parou mais uma vez a priminha head master se ligou no pau dele. dessa vez só deu mais lambidas por todos os lados como limpando ele, ele ficou sensível e fazia gestos como de desconforto mas não parou a Gisel... eu simplesmente e sem pensar fui direto no ânus da Romina e sem perceber já estava lambendo a porra do cu. passando a língua por todos os lugares onde via gotas. foi muito gostoso ir engolindo esse sêmen pensando que tinha saído de alguém que me fez gozar como nunca tinha pensado...
Gisel continuou chupando ele sentada na cama e ele em pé... ambos gostavam quando Romina se recompôs ficamos alguns minutos conversando enquanto nos limpávamos e nos vestíamos. Romina fica bem exausta, quase não dizia palavras e se movia bem devagar, eu por minha parte estava mais que feliz e satisfeita. Antes de irmos embora, Osvaldo nos pediu uma foto todos juntos, primeiro tiramos uma ao lado da Gisel que saiu segurando o pau dele. Romina com uma cara de sono e Osvaldo e eu com uma alegria imensa. Depois, obviamente, uma mais familiar... Depois disso, Romina se retirou da sala com passos curtos, alguns momentos depois saí eu, antes de fechar a porta só via que Gisel parava de chupar para se virar e ser penetrada novamente...
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