Marlén perde o rumo 2


Anteriorchegamos em casa umas 4 da tarde... tão gostosa que eu tava, saí do consultório e chamei meu namorado pra buscar refúgio, e ele veio me visitar... a gente se trancou no meu quarto e, sem muita conversa, começamos com os beijos... eu tava a milhão, quase devorando ele... tinha a buceta molhadinha e pulsando... comecei a desabotoar a calça dele pra tirar a porra da pica e...
- espera!!
- o quê??[falei impressionada]- tua mãe pode entrar!
- não me importo... vamos fazer hoje, não aguento mais!!!

- já te falei que ainda não!!
- mas por quê??? o que você quer???

- não quero ter o medo de alguém entrar no quarto e nos ver
- isso não importa!!! já estamos um pouco grandinhos... então vamos pra sua casa

- não, meus pais estão lá...
- então um hotel.. ou a casa de um amigo... ou vamos procurar uma casa abandonada... o que for, mas não aguento mais... ou é que você não me quer????

- claro que te quero, mas vamos fazer direito... não vamos agir na pressa
- se não fizermos amor hoje, então acabou... não quero ficar esperando mais... quero fazer com você, mas se você não quer, então vou ter que arrumar outro...

- eu quero sim ficar com você, mas não assim... não sei o que você tem... e se você me impõe condições pra fazer algo tão importante, então é melhor a gente não continuar junto...
- então vai embora!!!!


ele saiu do meu quarto e eu fiquei chorando de raiva... com mais frustração... liguei pra Laura mas ela só me visitou por pouco tempo, era sexta-feira e ela ia dar pra um sugar daddy... mas mesmo assim me animou, me prometeu que ia arrumar um gostoso só pra mim, só pra matar minha vontade, eu disse que podia ser um gigolô ou algo assim, mas eu não fazia ideia de onde... ela disse que ia pensar em algo...


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Depois de uns sorrisos, Laura me beijou e eu comecei a esquentar de novo... ela enfiou a mão por baixo da minha calcinha e me encontrou toda molhada...

- Marlén!!
[com risadinhas]Você está toda molhada!! Tão promíscua!!!

Ainda não tinha contado minha história com o dr... só ri e seguimos... depois de um tempo, o celular dela tocou, o sugar daddy dela estava lá embaixo esperando... já passava das 8 da noite...

Laura foi embora e continuei minha tarefa com o dildo.. estava muito gostoso, quando de repente minha mãe bate na porta com força (eu estava com música no último volume)

- Marlén???... já vou sair... vou sair com minhas amigas, volto tarde pra caralho... seu avô está jantando, por favor fica de olho pra ele comer tudo e faz aquilo de sempre...
- sim, mãe...

- mas desce de uma vez!!!! você sabe que se ninguém ficar em cima, o vô não come...
- ARRGGGG!! já cresci!!! me deixa em paz!!!!


toda sexta-feira minha mãe saía com as amigas dela, com certeza iam se acabar... todas divorciadas, com 3 namorados... mas eu tinha inveja delas... eu queria comer as rolas que elas comiam... em troca eu tinha que ficar de olho no vô...

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meu avô tinha uns 70 anos mas era um trator, bonitão, fortão, fruto do trabalho dele no campo... mas o problema era a bebida... desde que minha avó morreu ele bebia o dia inteiro, desde cedo de manhã começava com cachaça e ao meio-dia já tava igual um maluco, mas não era, era por causa da bebida, era muito estranho conversar com ele, falava umas coisas sem nexo, não coordenava direito, esquecia das pessoas... às vezes passava dias sóbrio e voltava a ficar lúcido, mas de muito mal humor, então era melhor quando tava bêbado...

minha mãe se preocupava muito porque por causa da bebida às vezes ele nem comia... por isso me pediu pra ficar de olho... como toda sexta-feira... era a mesma rotina, ver ele comer tudo, ajudar a escovar os dentes, levar pra cama, fechar a porta, e checar de madrugada se ele ainda tava no quarto... às vezes ele levantava de madrugada pra continuar bebendo...

era um caos... às vezes eu odiava ele, mas dava pena, era meu avô e a morte da vó destruiu ele dessa vez ela comeu muito pouco... mas nem dei importância, eu queria terminar rápido porque tava pensando no dildo, no dr e no pai da Laura... Meu avô foi escovar os dentes e eu ajudei ele... eram quase 9 da noite...

- ai, minha filha, obrigado... mas cadê você, quem é?
- vô... sou eu, Marlén...

- qual Marlén? a enfermeira?
- sim sim sim... essa mesma
[com vontade de deixá-lo dormindo o mais rápido possível]Levei ele pro quarto e preparei a pijama na cama... ele sentou com um pouco de dificuldade e ajudei ele a tirar os sapatos, enquanto ele desabotoava a calça... nada de novo, era a rotina de toda sexta-feira... tirei a calça dele e ele ficou de cueca... tirei a camisa e quando me inclinei pra pegar a pijama, ele me agarrou uma bunda!!!

Me ergui na hora e olhei pra ele sem dizer nada...

Ele tava com os olhos fechados e sorrindo, parecia feliz, mas meio dormindo... eu continuava chocada e sem falar nada... aí ele me agarrou pelas coxas e com força me puxou pra ele, me sentando no colo dele... eu tava em choque, não conseguia reagir

Ele começou a acariciar minhas pernas e peitos enquanto beijava meus ombros...

Me levantei de repente e me arrepiei... tentei sair do quarto, mas na porta eu parei e fechei ela... comigo dentro

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Fechei a porta e um calor tomou meu corpo... não sabia por que fiz aquilo, não tava pensando, foi tipo instinto

- Seu José, o senhor sabe quem eu sou?
[de propósito não disse "vovô"]- não, mija...[dizia isso sem abrir os olhos, mas com seu sorriso confiante e tranquilo]- sou a enfermeira... aquela que o senhor gosta muito
- desculpa, mocinha, mas esse velho aqui já não lembra
- claro que lembra, seu José... o senhor tem uma coisa que eu gosto muito
[com voz trêmula]- ohhh mija... se não lembro dela, muito menos lembro o que devo pra ela kkkkkk
- fica tranquilo, seu José... é fácil... é só me mostrar essa verga grande, é pra um exame médico
[meu coração ia sair pela boca]- kkkkkk segura?!?
- siiiim, tem que revisar [eu umedecia os lábios]
- tá bom, mocinha, mas não se assusta

ele tirou a cueca sem problema nenhum, parecia recuperar a vitalidade... estava completamente nu, ainda tinha um corpo de homem forte que chamava atenção... o pau dele era cabeçudo, ainda mole, mas grosso com a glande exposta... ele mantinha o sorriso

- muito bem, seu José
[minha voz estava tremendo]tem uma pica bem viril... agora quero que ela fique dura
- hahaha mija, faz anos que não uso ela... você tem que me ajudar... vem cá, chega mais, sem medo...

me aproximei olhando para o outro lado, pra não ver a cara dele, sentia vergonha mas nada me segurava... a primeira coisa que ele fez foi apertar minhas tetas com força enquanto cheirava meu pescoço.... eu fechei os olhos, não queria olhar pra ele, mas já tava excitada há minutos... sentia minha buceta pulsando...

nesse instante ele agarrou minha xereca com as mãos calejadas... minhas pernas fraquejaram e eu me segurei nos ombros dele... ainda bem fortes...

eu olhava de vez em quando pra baixo pra ver a pica dele mas ainda tava mole...

ele começou a lamber meu pescoço de um jeito bem bruto enquanto me dedava com força por cima da calcinha... minha cintura se mexia sozinha no ritmo da mão dele...

depois ele colocou a mão na minha bunda e fazia círculos na entrada do meu cu... eu empurrava a raba pra trás buscando a penetração, mas a calcinha impedia
[um suspiro escapou de mim e eu disse:]ai, seu José, que delícia... mmmmmm
ele tirou minha blusa e sutiã de forma brutal que meus peitos pularam... e começou a chupá-los... o pau dele começou a pulsar, e a cada pulso ia crescendo e eu não resisti... agarrei o pau dele e fiquei batendo uma... apertei as bolas dele, eram grandes e balançavam... ele estava como um touro

- seu José... que pau tão gostoso mmmmmm
[enquanto eu sentia que saía um líquido dele]em sua fúria, ele baixou minha calcinha e enfiou um dedo na minha buceta, sem anestesia... o dedo dele era grosso, duro, grande...
- ohhhhhh isso, isso, seu José, assim.... mmmm aahhhhhh
[enquanto suspirava e gemia e abraçava forte o peito dele]Enquanto isso, ele me pegou pelos ombros e me empurrou pra baixo, me ajoelhou e meteu a pica na minha boca... eu não resisti

comecei a chupar com vontade, com força...

- cuidado com os dentes, mija

tentei relaxar e continuei chupando com mais cuidado... depois de alguns minutos, ele tirou a pica e me jogou na cama... se ajoelhou na minha frente, abriu minhas pernas e começou a me dedar, mas bem forte e rápido...

- aahh ah ah ah seu José!!! isso!!!

eu apertava o cu e a buceta... era uma delícia... o ritmo que ele tava levando quase me fazia gozar

depois de um tempo, ele tirou os dedos e começou a lamber minha cara, mas eu já tava em transe e nem liguei, comecei a chupar a língua dele e olhava pra ele, olhava a cara de safado dele...

aí ele se levantou e cuspiu na própria pica... abriu minhas pernas e, sem muita cerimônia, me penetrou...

- aahhh aahhhh ahhh

não foi nada romântico nem delicado... foi brusco, animal...

pá pá pá batiam as bolas e os líquidos na minha pele

- isso!!! seu José!!! assim!!! aahhh aahhhh mmmmmm
[não sabia de onde saíam as palavras... talvez porque soubesse que meu avô "não estava ali"]estava me penetrando bem forte, bem gostoso!!! fazia sons de animal... eu tentava abrir as pernas o máximo que podia pra ele entrar mais fundo!!
em poucos minutos meu avô gozou e deitou do meu lado respirando bem ofegante... eu esperava que ele não tivesse um infarto...
limpei a bagunça do quarto, coloquei o pijama nele como dava e corri pra tomar banho... toda a putaria não durou nem 20 minutos.. ainda era bem cedo... me tranquei no meu quarto pra chorar e escrever tudo o que tinha acontecido... desci pra pegar a garrafa de cachaça e me certifiquei de que o vovô ainda estava dormindo
depois de beber e escrever, acabei dormindo
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por volta das 2 da manhã acordei pra fazer xixi... vi que saiu porra, muita porra e me assustei, eu não tinha pensado nisso... a calcinha tava cheia de porra, minha cama cheirava a porra... então lembrei da "pílula do dia seguinte", tinha que comprar cedo de manhã pra evitar problema... troquei os lençóis e me deitei de novo...
depois de alguns minutos tentando esvaziar a mente, tive uma ideia maluca "se amanhã vou tomar a pílula, devia aproveitar e dar de novo"... minha cara ficou vermelha de novo e corri pro quarto do vovô...
fui pelada... o vovô tava de barriga pra cima... comecei a apertar a pica dele por cima do pijama mas ele não acordava, nem ele nem a pica... puxei a calça dele o máximo que deu e comecei a passar a mão na pica dele... percebi que tava melada, o pijama também, mas não liguei muito...
peguei a mão dele e coloquei na minha buceta enquanto eu tava de pé... peguei um dos dedos dele e enfiei, eu tava muito molhada, entrou fácil... e assim eu me comia no dedo dele... já tava cansando as pernas, então deitei do lado dele numa posição bem desconfortável, me esfregava no corpo dele e com o dedo dentro da minha buceta... era excitante mas ao mesmo tempo perturbador... enquanto isso apertava a pica dele, mas não funcionava
lembrei que uma vez a Laura me disse que o sugar daddy dela às vezes tinha problema de perder a ereção, ou demorava pra ter uma, e o que ela fazia era chupar bem forte a pica...

então eu me ajoelhei na frente da pica dele e comecei a chupar sem parar...

em questão de segundos ele começou a ficar durinho, tipo pegando o ritmo... eu fiquei mais excitada... continuei chupando e chupando... o vovô continuava dormindo...

quando a pica já tava de pé, apertei com uma mão e comecei a enfiar na minha buceta... eu não tinha experiência de montar, mas sentia a pica dele abrindo caminho na minha barriga...

pus as mãos dele nas minhas coxas e me mexia do jeito que dava... num momento meu vovô acordou e me agarrou forte pelos quadris e começou a me comer com força, do jeito que eu queria... então parei de me mexer... o vovô me comia com força e eu acariciava o rosto dele...

ele tava de olhos fechados mas concentrado... e senti uma vontade de beijar ele, o nojo e a vergonha já não existiam... me entreguei e chupei a língua dele, ele também... eu tava com a cara molhada...

enquanto me comia, ele abriu minhas nádegas com as mãos e senti umas cócegas no cu... peguei uma das mãos dele e levei até meu rosto... cuspi no dedo dele, enchi de bastante saliva e levei de volta pra minhas nádegas... ele de forma intuitiva começou a enfiar o dedo no meu cu... eu tentava jogar a raba pra trás, pra ver se o dedo entrava...

até que ele afundou com força... eu senti como se fosse me cagar e tirei o dedo dele do meu cu... ele enfiou de novo mas só uns centímetros... aí já tava melhor

o vovô continuou me comendo com força até gozar...

dessa vez não teve palavras, não teve joguinhos, não teve enrolação... eu me meti na cama dele pra ele me pegar... e dessa vez não foi no improviso, dessa vez foi com intenção e eu sabia o que tava fazendo...

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