---
Oi, sou a Gaby, de pele branca e corpo magrinho, peitos médios, bunda também média e redonda e cintura marcada. Minha sogra é uma mulher mais velha, imponente, de pele morena, robusta, com uma presença que te obriga a obedecer sem reclamar. Sempre foi uma figura de autoridade pra mim, e tô casada há 4 anos com o filho dela, que vive sob a mesma sombra de respeito que ela impõe. Eles moram numa casa na colônia El Sol, em Nezahualcóyotl, onde as ruas estão sempre cheias de barulho, trânsito e comércio local.
Um dia que fomos visitá-los, meu sogro falou pro meu marido que queria sair pra dar uma volta e resolver uns problemas longe de casa. Meu marido topou e minha sogra viu a oportunidade perfeita. Ela me encarou firme e, com um tom que não aceitava resposta, me ordenou que ficássemos só nós duas em casa. Não tinha como negar.
Quando os homens saíram, a atmosfera na casa mudou completamente. Ela me mandou segui-la até o quarto dela. Durante o tempo que ficamos sozinhas, ela tirou de uma gaveta uma garrafa de tequila e uma bolsa escura. Me ordenou que tirasse a roupa e vestisse o que tinha dentro: umas meias de rede, um arnês minúsculo e uns saltos altos. Fiquei com vergonha no começo, mas o olhar severo dela me paralisou e obedeci na hora. Ela também se trocou, vestindo um body justo e saltos.
Ela me fez ficar de pé na frente do espelho de corpo inteiro. Se posicionou atrás de mim, me agarrou pela cintura com força e cravou os dedos na minha bunda enquanto me dizia com voz rouca e mandona que meu corpo pertencia a ela e que a partir daquele momento eu seria a putinha pessoal dela, escondida do filho dela. Me ordenou que me ajoelhasse na frente dela e lambesse as botas dela antes de beijá-la. Não demorou pra me dominar por completo: abriu minhas pernas, me devorou com uma mistura de grosseria e controle absoluto, exigindo submissão total enquanto me tocava e me levava ao limite do orgasmo sem deixar eu gozar até ela mandar.
A dinâmica de A dominação tomou conta de nós. Ela me obrigou a obedecer cada uma das suas ordens, a implorar enquanto me penetrava com os dedos e me fazia tremer de prazer e medo. Quando finalmente me deixou gozar, caí rendida aos seus pés, babando e completamente entregue. Depois, ela se posicionou por cima de mim, exigindo que fosse eu quem desse prazer a ela com a língua, marcando o ritmo, puxando meu cabelo cada vez que eu hesitava e me lembrando quem mandava naquela casa em Neza.
No final, terminamos abraçadas e exaustas na cama. Ela me ordenou que me vestisse antes que os homens voltassem e guardasse o segredo sob ameaça de me expulsar do lado dela. Agora sou sua amante oficial às escondidas, presa nessa teia de poder, submissão e desejo proibido bem no coração da Colônia El Sol, me perguntando até onde ela será capaz de me controlar.
O eco da porta da frente se abrindo quebrou o transe. As vozes do meu marido e do meu sogro ecoaram no corredor, anunciando que o domingo em família tinha acabado. Ajeitei minha blusa com mãos trêmulas, ainda sentindo a ardência das palmadas e o peso do olhar autoritário dela cravado nas minhas costas. Quando meu marido entrou no quarto pra deixar a jaqueta, ele me viu com uma aparente normalidade que contrastava brutalmente com o segredo que pulsava entre nós. Ela apareceu na soleira da porta, imponente, com aquele sorrisinho de patroa que controla cada segundo do jogo, se despedindo da gente com uma frieza formal que escondia o pacto clandestino que acabávamos de selar.
Os dias seguintes na Colônia El Sol passaram como uma sombra pesada. O trânsito da Avenida Pantitlán e a bagunça dos ambulantes já não me distraíam; minha mente continuava naquele quarto, prisioneira da dinâmica de poder que minha sogra tinha instaurado. Ela começou a me chamar sob qualquer pretexto absurdo: que precisava de ajuda com umas compras no mercado local, que tinha que resolver um assunto pendente da casa. Cada visita virou um ritual de submissão. Mal eu cruzava o portão e fechava a porta, o papel de nora educada desaparecia. Ela me esperava com a testa levemente franzida, ordenando na hora que eu tirasse a calça jeans e vestisse os saltos e a lingerie que ela tinha deixado sob a guarda dela.
Aprendi o significado estrito do *femdom* sob as regras implacáveis dela. Ela me ensinou a não mexer um único músculo sem a permissão dela, a pedir as coisas de joelhos e a entender que meu corpo não me pertencia mais, mas era propriedade exclusiva do domínio dela. Ela me obrigava a encarar o rosto dela enquanto me dominava, exigindo que eu reconhecesse a superioridade dela com cada gemido e cada lágrima de frustração e prazer. O mais perverso era a convivência depois: sentar pra comer com meu marido e meu sogro nos fins de semana, passar as tortillas, sorrir pras piadas deles e manter a fachada da família perfeita, enquanto por baixo da mesa ou com um simples sinal dos olhos dela, ela me lembrava que minutos antes eu tinha estado gemendo sob o controle absoluto dela.
Uma tarde, enquanto meu marido tinha ficado no térreo ajudando o pai dele com uns reparos, subi sorrateiramente pro segundo andar procurando um pretexto. A porta do quarto dela estava entreaberta. Entrei sem fazer barulho e a encontrei sentada na beira da cama, fumando um cigarro com o roupão aberto, mostrando o corpo robusto e dominador que me governava. Ela me viu entrar, apagou o cigarro devagar no cinzeiro e, sem dizer uma única palavra, levantou o queixo me indicando o chão.
Me ajoelhei na hora na frente dela, sentindo o frio do piso de cerâmica contra meus joelhos. Ela passou uma mão pesada pelo meu cabelo preto, bagunçando com brutalidade, e me puxou pro colo dela.
— Você achou que podia vir quando quisesse, né, Gaby? — a voz rouca dela percorreu minha espinha como um chicote —. Aqui não se faz o que você quer, se faz o que eu mando. E hoje você vai me mostrar que amante boa você é. quando ninguém nos vê.
Ela me agarrou pelo pescoço com firmeza, sem me sufocar, me obrigando a abrir a boca para receber suas ordens mais perversas, enquanto lá fora, nas ruas barulhentas de Nezahualcóyotl, a vida seguia seu curso ignorando por completo que, atrás daquelas paredes, duas mulheres teciam um segredo do qual já não havia escapatória.
A pressão da mão dela no meu pescoço era firme, me ancorando ao chão do quarto enquanto a fumaça do cigarro ainda flutuava no ar denso. A outra mão percorreu minha mandíbula com aspereza, me forçando a levantar o rosto para não desviar o olhar nem por um segundo. No mundo dela não existiam dúvidas nem olhares baixos; a submissão se praticava com os olhos bem abertos.
—Tira a roupa —ordenou com voz cortante—. Tudo. E quero que você gate até o canto do espelho. Hoje você vai aprender a ficar aí até eu te dizer quando pode respirar fundo.
Engoli seco, sentindo uma mistura de humilhação e um calor intenso subindo do meu estômago. Desabotoei a blusa devagar, depois a calça e a calcinha, deixando tudo cair num monte bagunçado no piso. Com o corpo nu, apoiei as palmas das mãos e os joelhos no chão, sentindo o frio da casa de Neza enquanto avançava com jeito desajeitado até o canto que ela tinha apontado.
De lá, eu a vi se levantar. A figura robusta e imponente dela se movia com uma lentidão deliberada, saboreando cada segundo da minha obediência. Ela se aproximou da penteadeira, pegou um chicote fino de couro que guardava entre suas coisas e deu alguns passos na minha direção. O som seco do couro batendo na própria coxa dela fez minha pele se arrepiar na hora.
—Você achou que isso era brincadeira de uma tarde só, Gaby? —disse, parando bem na minha frente e levantando meu queixo com a ponta do chicote—. Aqui você não é a nora mimada. Você é meu brinquedo, minha posse mais secreta, e vai aguentar cada castigo sem derramar uma única lágrima que não... seja de prazer.
Ele se virou e eu senti o primeiro tapa seco nas nádegas. Não foi um toque suave; ardeu com força, arrancando um gemido abafado que tentei engolir na hora pra não alertar os homens que ainda estavam lá embaixo.
— Mais forte — supliquei quase sem voz, apoiando a testa na parede.
— Isso se pede de joelhos e pedindo permissão — respondeu com um sorriso frio, antes de soltar o segundo açoite, seguido de um terceiro que deixou meu corpo tremendo e o desejo completamente descontrolado, presa pra sempre nas garras do poder dele.
O segundo açoite deixou um rastro de fogo puro na minha pele, seguido na hora pelo terceiro, que sacudiu meu corpo inteiro e arrancou um gemido que mal consegui abafar contra a parede fria. A dor se misturava com uma descarga elétrica que subia pela minha espinha, me acendendo por dentro de um jeito que nenhuma relação com meu marido tinha conseguido nunca.
Ele se inclinou pra mim, respirando perto do meu ouvido, e eu senti a textura áspera da pele dele contra meu ombro quando me envolveu com um braço pra me forçar a endireitar.
— Vira — ordenou com autoridade —. E abre as pernas. Quero ver como você tá escorrendo por mim, putinha. Obedece.
Ele girou meu corpo com um movimento firme só e me deixou sentada no chão, encostada na parede, com as pernas abertas de par em par sob o olhar implacável dele. Ele se ajoelhou na minha frente, passando uma mão pesada pela minha coxa até apertar minha virilha com força, conferindo a bagunça molhada em que eu tinha virado só com as palavras e os castigos dele.
—Tão obediente quando te convém —murmurou com um sorriso de superioridade, antes de enterrar dois dedos dentro de mim sem aviso prévio.
Gritei o nome dela abafado, arqueando as costas na hora, buscando o contato da boca dela enquanto ela aumentava o ritmo dos dedos com uma precisão cruel e perfeita. Cada investida manual me arrancava pedaços de sanidade. Ela me agarrou pelo cabelo com a outra mão, puxando para trás pra me obrigar a sustentar o olhar, exigindo que eu visse o prazer sádico refletido nos olhos dela enquanto me destruía por dentro.
—Não fecha os olhos, Gaby. Me olha. De quem é essa buceta? —exigiu com a voz rouca.
—Sua... é sua, mãe... —balbuciei entre gemidos e lágrimas de pura excitação.
—Isso. Nunca esquece.
O orgasmo me atingiu de repente, violento e sem piedade, me contraindo em volta dos dedos dela enquanto as pernas tremiam e o eco das vozes dos homens no térreo parecia pertencer a outra realidade bem distante. Ela me deixou cair exausta sobre os azulejos, com a respiração ofegante e o corpo marcado, sabendo que não havia mais volta naquela casa da colônia El Sol.
Ela me deixou jogada no chão por um momento, recuperando o fôlego enquanto o frio do azulejo de Neza contrastava com o fogo que ainda me queimava por dentro. A sombra dela pairava sobre mim, imponente e dominadora, me lembrando que o castigo era só uma fração do controle absoluto dela.
—Levanta —ordenou com a voz seca e cortante—. Ainda não terminamos. Vai pro banheiro, lava o rosto e me espera na cama. E nem pensa em demorar.
Obedeci na hora, cambaleando um pouco sobre as pernas fracas e doloridas. Lavei o rosto com água fria na pia, tentando apagar as marcas do choro e o rastro do esforço, consciente de que lá embaixo meu marido continuava consertando as coisas com o pai dele sem a menor suspeita da vida dupla que eu levava naquele quarto.
Quando saí do banheiro, ela já estava me esperando na... Na beira da cama, fumando outro cigarro com uma paciência infinita. Me aproximei de cabeça baixa, esperando sua próxima instrução, e com um leve movimento de dedos me indicou que subisse na cama e ficasse de quatro, de costas para ele.
— Você vai receber o que merece por ficar se fazendo de provocante — disse soltando a fumaça para o lado —. Hoje você vai aprender a implorar por cada carícia, Gaby.
Senti suas mãos grandes e calejadas ajustando meu quadril, abrindo meu espaço sem delicadeza nenhuma, enquanto sua voz sussurrava no meu ouvido promessas de que me manteria presa à vontade dele pelo resto dos nossos dias, transformando cada visita em família num ritual eterno de submissão e prazer proibido bem no meio da vila El Sol.
O calor da fumaça do cigarro se misturava com o hálito pesado que roçava minha nuca, me lembrando que cada centímetro da minha pele estava sob a estrita jurisdição dele. Senti os dedos dele deslizando com força pelas minhas costas, traçando o caminho exato que minutos antes a chibata tinha marcado, até pararem na base da minha coluna pra me forçar a arquear ainda mais.
—Você gosta de estar aqui, exposta, esperando eu decidir o que fazer com você? —murmurou com um sorriso debochado na voz, pressionando com mais força—. Responde quando eu falar com você, vadia.
—Sim… eu gosto, mamãe… —respondi com a voz trêmula de desejo e submissão, sentindo o eco das minhas próprias palavras reverberar pelas quatro paredes do quarto.
—Foi o que pensei. Mas palavra fácil não vale nada se não tiver castigo por trás.
Sem aviso nenhum, senti o baque seco da mão aberta dela na minha bunda direita. A ardência explodiu na hora, seguida por outro impacto ainda mais forte na esquerda que sacudiu meu corpo inteiro e arrancou um gemido agudo de mim. Cada palmada aumentava o atrito, me incendiando por dentro até um ponto insustentável enquanto ela controlava milimetricamente o ritmo da dor e do prazer.
Ela me agarrou pelo cabelo com uma mão, puxando pra trás pra me obrigar a levantar o rosto, enquanto com a outra se ajeitava entre minhas pernas com uma destreza implacável.
—Abre mais as pernas. Não quero que te falte espaço pra receber o que é seu por direito —ordenou, antes de cravar os lábios diretamente em mim num movimento faminto que me fez soltar um grito abafado contra os lençóis.
A língua dela se movia com uma precisão de quem sabe o que faz, me devorando sem pressa, sabendo exatamente como me levar à beira do colapso toda vez que sentia que eu começava a me recuperar. Minhas mãos tremiam apoiadas no colchão e meus joelhos doíam com o peso, mas a ideia de me rebelar nem passou pela minha cabeça; naquele canto da vila El Sol, sob a sombra e o domínio absoluto da minha sogra, eu já não era mais nada além do reflexo dela, seu brinquedo e sua possessão mais sombria, presa sem escapatória numa espiral de vício da qual eu jamais iria querer fugir.
A intensidade da língua dela sugava minha alma, me forçando a arquear as costas com desespero enquanto o gosto dos fluidos dela e os meus se misturavam num ciclo sem fim. interminável de vício. Cada investida oral era uma ordem silenciosa para que eu me rendesse por completo, e eu respondia com gemidos cada vez mais altos, esquecendo totalmente do mundo exterior, da rua barulhenta e do marido que nos esperava lá embaixo.
— Você não vai gozar ainda, Gaby — me avisou com voz rouca, se afastando por um momento para me olhar com os olhos escuros de excitação e controle —. Você vai segurar a vontade até eu te dar permissão.
Ela me agarrou pelos quadris com força desumana, impedindo meus impulsos de buscar atrito contra os lençóis. Me obrigou a ficar de joelhos, com o torso completamente inclinado para frente e as mãos apoiadas no colchão, exposta por completo ao seu domínio. Sua mão pesada caiu de novo sobre minha bunda, deixando uma marca vermelha e ardente que se somava ao mapa de castigos com que ela já tinha assinado meu corpo.
— Você vai me implorar pra te deixar terminar — exigiu, passando os dedos frios pela minha coluna suada —. Fala. Me pede pra te deixar gozar, sua cachorra maldita.
— Por favor… me deixa gozar, mamãe… eu te imploro… — balbuciei com o rosto enterrado nos lençóis, sentindo o corpo tremer de um jeito incontrolável pelo esforço de segurar o orgasmo.
Um sorriso de satisfação absoluta cruzou seus lábios. Ela acariciou meu cabelo com uma mistura estranha de rudeza e afeto perverso, antes de voltar a abaixar a cabeça pra me devorar com uma fúria renovada que acabou por destruir o pouco que me restava de autocontrole, me arrastando sem piedade até a beira do precipício.
O clímax explodiu dentro de mim como uma descarga elétrica incontrolável, varrendo o último vestígio de resistência que me restava. Gritei o nome dela contra o travesseiro enquanto meu corpo inteiro se contraía em espasmos violentos, apertando os lençóis com as unhas enquanto ela me segurava com firmeza, garantindo que eu não perdesse nem um segundo sequer da sua vitória.
—Isso mesmo, se entregue por completo —sussurrou perto do meu ouvido com uma satisfação fria e absoluta, enquanto eu ficava completamente rendida, com a respiração ofegante e o corpo encharcado de suor sobre a cama.
Me deixou descansar por alguns minutos, presa naquele estado de exaustão e êxtase, antes de me dar um último tapa leve nas costas, sinal inequívoco de que o tempo tinha acabado.
—Se arruma, Gaby —ordenou com voz firme, levantando-se para retocar o penteado na frente do espelho—. Os homens já estão quase subindo. Mais te vale ter aquela cara de nora exemplar quando eles cruzarem a porta.
Vesti minhas roupas com mãos trêmulas, sentindo cada músculo dolorido e a marca invisível do domínio dele gravada a fogo na minha pele. Quando ouvi os passos do meu marido e do meu sogro se aproximando pelas escadas, saí do quarto com o coração a mil por hora. Sentamos na sala para nos despedir deles como se nada tivesse acontecido, compartilhando risadas fingidas e a calma habitual de um domingo em família na colônia El Sol.
No entanto, enquanto meu marido dirigia de volta para casa e eu olhava pela janela o caos das ruas de Neza, soube que minha vida já não era a mesma. O segredo, o medo e a submissão absoluta à minha sogra tinham se tornado meu verdadeiro lar, e a única coisa em que eu conseguia pensar era na chegada do próximo fim de semana para me ajoelhar de novo aos pés dela.
No final, terminamos abraçadas e exaustas na cama. Ela me ordenou que me vestisse antes que os homens voltassem e guardasse o segredo sob ameaça de me expulsar do lado dela. Agora sou sua amante oficial às escondidas, presa nessa teia de poder, submissão e desejo proibido bem no coração da Colônia El Sol, me perguntando até onde ela será capaz de me controlar.
O eco da porta da frente se abrindo quebrou o transe. As vozes do meu marido e do meu sogro ecoaram no corredor, anunciando que o domingo em família tinha acabado. Ajeitei minha blusa com mãos trêmulas, ainda sentindo a ardência das palmadas e o peso do olhar autoritário dela cravado nas minhas costas. Quando meu marido entrou no quarto pra deixar a jaqueta, ele me viu com uma aparente normalidade que contrastava brutalmente com o segredo que pulsava entre nós. Ela apareceu na soleira da porta, imponente, com aquele sorrisinho de patroa que controla cada segundo do jogo, se despedindo da gente com uma frieza formal que escondia o pacto clandestino que acabávamos de selar.
Os dias seguintes na Colônia El Sol passaram como uma sombra pesada. O trânsito da Avenida Pantitlán e a bagunça dos ambulantes já não me distraíam; minha mente continuava naquele quarto, prisioneira da dinâmica de poder que minha sogra tinha instaurado. Ela começou a me chamar sob qualquer pretexto absurdo: que precisava de ajuda com umas compras no mercado local, que tinha que resolver um assunto pendente da casa. Cada visita virou um ritual de submissão. Mal eu cruzava o portão e fechava a porta, o papel de nora educada desaparecia. Ela me esperava com a testa levemente franzida, ordenando na hora que eu tirasse a calça jeans e vestisse os saltos e a lingerie que ela tinha deixado sob a guarda dela.
Aprendi o significado estrito do *femdom* sob as regras implacáveis dela. Ela me ensinou a não mexer um único músculo sem a permissão dela, a pedir as coisas de joelhos e a entender que meu corpo não me pertencia mais, mas era propriedade exclusiva do domínio dela. Ela me obrigava a encarar o rosto dela enquanto me dominava, exigindo que eu reconhecesse a superioridade dela com cada gemido e cada lágrima de frustração e prazer. O mais perverso era a convivência depois: sentar pra comer com meu marido e meu sogro nos fins de semana, passar as tortillas, sorrir pras piadas deles e manter a fachada da família perfeita, enquanto por baixo da mesa ou com um simples sinal dos olhos dela, ela me lembrava que minutos antes eu tinha estado gemendo sob o controle absoluto dela.
Uma tarde, enquanto meu marido tinha ficado no térreo ajudando o pai dele com uns reparos, subi sorrateiramente pro segundo andar procurando um pretexto. A porta do quarto dela estava entreaberta. Entrei sem fazer barulho e a encontrei sentada na beira da cama, fumando um cigarro com o roupão aberto, mostrando o corpo robusto e dominador que me governava. Ela me viu entrar, apagou o cigarro devagar no cinzeiro e, sem dizer uma única palavra, levantou o queixo me indicando o chão.
Me ajoelhei na hora na frente dela, sentindo o frio do piso de cerâmica contra meus joelhos. Ela passou uma mão pesada pelo meu cabelo preto, bagunçando com brutalidade, e me puxou pro colo dela.
— Você achou que podia vir quando quisesse, né, Gaby? — a voz rouca dela percorreu minha espinha como um chicote —. Aqui não se faz o que você quer, se faz o que eu mando. E hoje você vai me mostrar que amante boa você é. quando ninguém nos vê.
Ela me agarrou pelo pescoço com firmeza, sem me sufocar, me obrigando a abrir a boca para receber suas ordens mais perversas, enquanto lá fora, nas ruas barulhentas de Nezahualcóyotl, a vida seguia seu curso ignorando por completo que, atrás daquelas paredes, duas mulheres teciam um segredo do qual já não havia escapatória.
A pressão da mão dela no meu pescoço era firme, me ancorando ao chão do quarto enquanto a fumaça do cigarro ainda flutuava no ar denso. A outra mão percorreu minha mandíbula com aspereza, me forçando a levantar o rosto para não desviar o olhar nem por um segundo. No mundo dela não existiam dúvidas nem olhares baixos; a submissão se praticava com os olhos bem abertos.
—Tira a roupa —ordenou com voz cortante—. Tudo. E quero que você gate até o canto do espelho. Hoje você vai aprender a ficar aí até eu te dizer quando pode respirar fundo.
Engoli seco, sentindo uma mistura de humilhação e um calor intenso subindo do meu estômago. Desabotoei a blusa devagar, depois a calça e a calcinha, deixando tudo cair num monte bagunçado no piso. Com o corpo nu, apoiei as palmas das mãos e os joelhos no chão, sentindo o frio da casa de Neza enquanto avançava com jeito desajeitado até o canto que ela tinha apontado.
De lá, eu a vi se levantar. A figura robusta e imponente dela se movia com uma lentidão deliberada, saboreando cada segundo da minha obediência. Ela se aproximou da penteadeira, pegou um chicote fino de couro que guardava entre suas coisas e deu alguns passos na minha direção. O som seco do couro batendo na própria coxa dela fez minha pele se arrepiar na hora.
—Você achou que isso era brincadeira de uma tarde só, Gaby? —disse, parando bem na minha frente e levantando meu queixo com a ponta do chicote—. Aqui você não é a nora mimada. Você é meu brinquedo, minha posse mais secreta, e vai aguentar cada castigo sem derramar uma única lágrima que não... seja de prazer.
Ele se virou e eu senti o primeiro tapa seco nas nádegas. Não foi um toque suave; ardeu com força, arrancando um gemido abafado que tentei engolir na hora pra não alertar os homens que ainda estavam lá embaixo.
— Mais forte — supliquei quase sem voz, apoiando a testa na parede.
— Isso se pede de joelhos e pedindo permissão — respondeu com um sorriso frio, antes de soltar o segundo açoite, seguido de um terceiro que deixou meu corpo tremendo e o desejo completamente descontrolado, presa pra sempre nas garras do poder dele.
O segundo açoite deixou um rastro de fogo puro na minha pele, seguido na hora pelo terceiro, que sacudiu meu corpo inteiro e arrancou um gemido que mal consegui abafar contra a parede fria. A dor se misturava com uma descarga elétrica que subia pela minha espinha, me acendendo por dentro de um jeito que nenhuma relação com meu marido tinha conseguido nunca.
Ele se inclinou pra mim, respirando perto do meu ouvido, e eu senti a textura áspera da pele dele contra meu ombro quando me envolveu com um braço pra me forçar a endireitar.
— Vira — ordenou com autoridade —. E abre as pernas. Quero ver como você tá escorrendo por mim, putinha. Obedece.
Ele girou meu corpo com um movimento firme só e me deixou sentada no chão, encostada na parede, com as pernas abertas de par em par sob o olhar implacável dele. Ele se ajoelhou na minha frente, passando uma mão pesada pela minha coxa até apertar minha virilha com força, conferindo a bagunça molhada em que eu tinha virado só com as palavras e os castigos dele.
—Tão obediente quando te convém —murmurou com um sorriso de superioridade, antes de enterrar dois dedos dentro de mim sem aviso prévio.Gritei o nome dela abafado, arqueando as costas na hora, buscando o contato da boca dela enquanto ela aumentava o ritmo dos dedos com uma precisão cruel e perfeita. Cada investida manual me arrancava pedaços de sanidade. Ela me agarrou pelo cabelo com a outra mão, puxando para trás pra me obrigar a sustentar o olhar, exigindo que eu visse o prazer sádico refletido nos olhos dela enquanto me destruía por dentro.
—Não fecha os olhos, Gaby. Me olha. De quem é essa buceta? —exigiu com a voz rouca.
—Sua... é sua, mãe... —balbuciei entre gemidos e lágrimas de pura excitação.
—Isso. Nunca esquece.
O orgasmo me atingiu de repente, violento e sem piedade, me contraindo em volta dos dedos dela enquanto as pernas tremiam e o eco das vozes dos homens no térreo parecia pertencer a outra realidade bem distante. Ela me deixou cair exausta sobre os azulejos, com a respiração ofegante e o corpo marcado, sabendo que não havia mais volta naquela casa da colônia El Sol.
Ela me deixou jogada no chão por um momento, recuperando o fôlego enquanto o frio do azulejo de Neza contrastava com o fogo que ainda me queimava por dentro. A sombra dela pairava sobre mim, imponente e dominadora, me lembrando que o castigo era só uma fração do controle absoluto dela.
—Levanta —ordenou com a voz seca e cortante—. Ainda não terminamos. Vai pro banheiro, lava o rosto e me espera na cama. E nem pensa em demorar.
Obedeci na hora, cambaleando um pouco sobre as pernas fracas e doloridas. Lavei o rosto com água fria na pia, tentando apagar as marcas do choro e o rastro do esforço, consciente de que lá embaixo meu marido continuava consertando as coisas com o pai dele sem a menor suspeita da vida dupla que eu levava naquele quarto.
Quando saí do banheiro, ela já estava me esperando na... Na beira da cama, fumando outro cigarro com uma paciência infinita. Me aproximei de cabeça baixa, esperando sua próxima instrução, e com um leve movimento de dedos me indicou que subisse na cama e ficasse de quatro, de costas para ele.
— Você vai receber o que merece por ficar se fazendo de provocante — disse soltando a fumaça para o lado —. Hoje você vai aprender a implorar por cada carícia, Gaby.
Senti suas mãos grandes e calejadas ajustando meu quadril, abrindo meu espaço sem delicadeza nenhuma, enquanto sua voz sussurrava no meu ouvido promessas de que me manteria presa à vontade dele pelo resto dos nossos dias, transformando cada visita em família num ritual eterno de submissão e prazer proibido bem no meio da vila El Sol.
O calor da fumaça do cigarro se misturava com o hálito pesado que roçava minha nuca, me lembrando que cada centímetro da minha pele estava sob a estrita jurisdição dele. Senti os dedos dele deslizando com força pelas minhas costas, traçando o caminho exato que minutos antes a chibata tinha marcado, até pararem na base da minha coluna pra me forçar a arquear ainda mais.
—Você gosta de estar aqui, exposta, esperando eu decidir o que fazer com você? —murmurou com um sorriso debochado na voz, pressionando com mais força—. Responde quando eu falar com você, vadia.—Sim… eu gosto, mamãe… —respondi com a voz trêmula de desejo e submissão, sentindo o eco das minhas próprias palavras reverberar pelas quatro paredes do quarto.
—Foi o que pensei. Mas palavra fácil não vale nada se não tiver castigo por trás.
Sem aviso nenhum, senti o baque seco da mão aberta dela na minha bunda direita. A ardência explodiu na hora, seguida por outro impacto ainda mais forte na esquerda que sacudiu meu corpo inteiro e arrancou um gemido agudo de mim. Cada palmada aumentava o atrito, me incendiando por dentro até um ponto insustentável enquanto ela controlava milimetricamente o ritmo da dor e do prazer.
Ela me agarrou pelo cabelo com uma mão, puxando pra trás pra me obrigar a levantar o rosto, enquanto com a outra se ajeitava entre minhas pernas com uma destreza implacável.
—Abre mais as pernas. Não quero que te falte espaço pra receber o que é seu por direito —ordenou, antes de cravar os lábios diretamente em mim num movimento faminto que me fez soltar um grito abafado contra os lençóis.
A língua dela se movia com uma precisão de quem sabe o que faz, me devorando sem pressa, sabendo exatamente como me levar à beira do colapso toda vez que sentia que eu começava a me recuperar. Minhas mãos tremiam apoiadas no colchão e meus joelhos doíam com o peso, mas a ideia de me rebelar nem passou pela minha cabeça; naquele canto da vila El Sol, sob a sombra e o domínio absoluto da minha sogra, eu já não era mais nada além do reflexo dela, seu brinquedo e sua possessão mais sombria, presa sem escapatória numa espiral de vício da qual eu jamais iria querer fugir.
A intensidade da língua dela sugava minha alma, me forçando a arquear as costas com desespero enquanto o gosto dos fluidos dela e os meus se misturavam num ciclo sem fim. interminável de vício. Cada investida oral era uma ordem silenciosa para que eu me rendesse por completo, e eu respondia com gemidos cada vez mais altos, esquecendo totalmente do mundo exterior, da rua barulhenta e do marido que nos esperava lá embaixo.
— Você não vai gozar ainda, Gaby — me avisou com voz rouca, se afastando por um momento para me olhar com os olhos escuros de excitação e controle —. Você vai segurar a vontade até eu te dar permissão.
Ela me agarrou pelos quadris com força desumana, impedindo meus impulsos de buscar atrito contra os lençóis. Me obrigou a ficar de joelhos, com o torso completamente inclinado para frente e as mãos apoiadas no colchão, exposta por completo ao seu domínio. Sua mão pesada caiu de novo sobre minha bunda, deixando uma marca vermelha e ardente que se somava ao mapa de castigos com que ela já tinha assinado meu corpo.
— Você vai me implorar pra te deixar terminar — exigiu, passando os dedos frios pela minha coluna suada —. Fala. Me pede pra te deixar gozar, sua cachorra maldita.
— Por favor… me deixa gozar, mamãe… eu te imploro… — balbuciei com o rosto enterrado nos lençóis, sentindo o corpo tremer de um jeito incontrolável pelo esforço de segurar o orgasmo.
Um sorriso de satisfação absoluta cruzou seus lábios. Ela acariciou meu cabelo com uma mistura estranha de rudeza e afeto perverso, antes de voltar a abaixar a cabeça pra me devorar com uma fúria renovada que acabou por destruir o pouco que me restava de autocontrole, me arrastando sem piedade até a beira do precipício.
O clímax explodiu dentro de mim como uma descarga elétrica incontrolável, varrendo o último vestígio de resistência que me restava. Gritei o nome dela contra o travesseiro enquanto meu corpo inteiro se contraía em espasmos violentos, apertando os lençóis com as unhas enquanto ela me segurava com firmeza, garantindo que eu não perdesse nem um segundo sequer da sua vitória.
—Isso mesmo, se entregue por completo —sussurrou perto do meu ouvido com uma satisfação fria e absoluta, enquanto eu ficava completamente rendida, com a respiração ofegante e o corpo encharcado de suor sobre a cama. Me deixou descansar por alguns minutos, presa naquele estado de exaustão e êxtase, antes de me dar um último tapa leve nas costas, sinal inequívoco de que o tempo tinha acabado.
—Se arruma, Gaby —ordenou com voz firme, levantando-se para retocar o penteado na frente do espelho—. Os homens já estão quase subindo. Mais te vale ter aquela cara de nora exemplar quando eles cruzarem a porta.
Vesti minhas roupas com mãos trêmulas, sentindo cada músculo dolorido e a marca invisível do domínio dele gravada a fogo na minha pele. Quando ouvi os passos do meu marido e do meu sogro se aproximando pelas escadas, saí do quarto com o coração a mil por hora. Sentamos na sala para nos despedir deles como se nada tivesse acontecido, compartilhando risadas fingidas e a calma habitual de um domingo em família na colônia El Sol.
No entanto, enquanto meu marido dirigia de volta para casa e eu olhava pela janela o caos das ruas de Neza, soube que minha vida já não era a mesma. O segredo, o medo e a submissão absoluta à minha sogra tinham se tornado meu verdadeiro lar, e a única coisa em que eu conseguia pensar era na chegada do próximo fim de semana para me ajoelhar de novo aos pés dela.
1 comentários - Minha sogra lésbica