Nós fomos colocados bem perto da pista de dança, na companhia de membros daquela empresa, porque a ideia era que a gente conhecesse o pessoal deles e que eles procurassem fazer dessa atividade uma noite agradável pra nós, os convidados. Éramos oito pessoas naquela mesa, três casais e dois homens sozinhos. Quando a música começou a tocar, todo mundo saiu pra dançar, menos aqueles dois senhores, bem jovens, que foram designados pra nos fazer companhia.
Depois de duas rodadas de dança, achei que aqueles jovens estavam se entediando vendo a gente dançar, então insinuei que, se quisessem, podiam dançar com minha esposa. Outro casal se manifestou no mesmo sentido, então aqueles garotos se atreveram a convidar nossas esposas pra dançar. Elas não recusaram e tanto eu quanto o outro marido ficamos vendo nossas esposas dançarem com aqueles jovens, que, pelo que dava pra ver, estavam gostando delas.
Dava pra ver que havia empatia entre eles e nossas mulheres, então ficaram na pista todo o tempo que a música tocou. E, depois de dançar duas rodadas seguidas, voltaram pra mesa. "Parece que vocês estão gostando da coisa", eu disse, quando elas acabaram de sentar. "Tem que aproveitar", respondeu uma delas. "Vocês gostam de ficar falando de trabalho, então a gente aproveita e dá uma escapadinha. Não é verdade, Laura?" "Claro", respondeu minha esposa. "Isso não se vê todo dia." "Bom, garotos", eu disse, "então se preparem, porque essas senhoras não vão deixar vocês descansarem a noite toda."
Na rodada seguinte ficamos conversando e bebendo uns drinques, dando a todos um respiro. Quando começou a outra rodada, eu, pelo menos, tirei minha esposa pra dançar, e vi que a outra senhora saiu de novo pra dançar com um dos garotos. "E aí, eles dançam super bem?", perguntei pra minha esposa enquanto dançávamos ao lado do outro casal. "Sim, eles dançam bem", disse ela. "Têm ritmo, são respeitosos e conversam de forma agradável."
A rodada de música ainda não tinha acabado e voltamos pra mesa. O outro cara, que tava lá, deve ter feito algum gesto ou sinal que eu não percebi, porque minha mulher nem sentou, só esperou o cara que tinha acabado de levantar e voltaram pra pista de dança. Então, quando me ajeitei ali, vi eles se afastando pra pista e começando a dançar. A música tava bem animada, então justifiquei o fato da minha esposa decidir continuar na atividade, bem na hora que iam começar a servir a comida. O tempo tinha voado e eu tinha me entretido conversando com vários colegas e conhecidos enquanto minha esposa dançava. Aquele cara tava bem atencioso com minha mulher, e eu vi aquilo com bons olhos porque eram os anfitriões e queriam causar, eu dizia, boa impressão. Então continuamos compartilhando durante o jantar. Terminada a comida, a música dançante começou a tocar de novo. Eu tomei a iniciativa e levei ela pra dançar. Quando começou uma nova rodada, nosso anfitrião se adiantou e convidou minha esposa pra dançar que, sem hesitar, aceitou e saiu de novo pra dançar com ele. Parece que nossos anfitriões tinham sido do agrado das nossas esposas. A música ficou lenta e romântica, e nossos casais continuavam na pista de dança, então prestamos atenção pra ver elas. A música, a hora, o ritmo, sei lá, sugeria uma proximidade de corpos durante a dança e, claro, era isso mesmo que a gente tava observando. Os dois casais dançavam bem quente já. Até comentamos com o colega que, no passo que aquelas iam, referindo às nossas esposas, iam acabar na cama com eles, mas longe de imaginar qualquer coisa continuamos falando e observando o que acontecia. Nada fora do normal, só que dançavam bem coladinhos. Era só isso. Era quase duas da manhã quando eles voltaram pra mesa. Minha esposa não chegou a sentar, e disse que ia ao banheiro se arrumar um pouco. O cara sim, fazendo um sinal de despedida pra ela, sentou do meu lado. Gosto da sua senhora, me disse. Olhei um tanto surpreso e ri, mas um tanto curioso perguntei; obrigado, considero isso um elogio. Mas, a que vem isso?, perguntei. Não, é só que gostei de dançar com ela, ela dança muito bem e me passou pela cabeça se ela se mexe igual na cama, respondeu. Ri de novo impulsivamente e, um tanto sério, perguntei, e é que você quer transar com ela? Bom, se vocês me derem a oportunidade, sim, respondeu.
Sobre o que vocês dois falaram enquanto dançavam, posso saber?, perguntei. Bom, nada de especial. O de sempre entre um homem e uma mulher; você sabe. Eu, não vou negar, fiquei dando em cima da sua mulher e tive a impressão de que ela gostou de tudo isso. Falei que o jeito dela de dançar me deixava muito excitado e fiz ela sentir que eu estava bem excitado, mas quero te dizer, sem te faltar com o respeito. Fui direto com ela e disse que queria saber se ela se mexia tão bem na cama quanto na pista de dança. E ela me respondeu que isso eu teria que comprovar pessoalmente. Então respondi que eu gostaria. Entendi isso como um sim.
Depois perguntei como a gente ia fazer. Aí ela me disse que tudo era possível, sem tantas voltas, mas que teríamos que contar com você, porque ela não fazia nada sem o seu consentimento. E por isso é que me atrevi a falar com você do jeito que estou falando. Mas, eu disse, ela não me falou nada. Bom, ela me pediu que eu falasse. E você, perguntei, não tem medo da minha possível reação? Ela me disse, respondeu, que vocês já enfrentaram situações como essas outras vezes, e que pode ser que aconteça. É só que não tínhamos isso em mente essa noite.
Você sabe que horas são?, eu disse. Sim, respondeu, talvez a gente não demore muito. E aonde vamos a essa hora? Eu tenho quarto no hotel, indicou. Lembre que estou de passagem e estou hospedado aqui mesmo. Bem conveniente, observei. É só uma coincidência, replicou ele. Se der, bom. E se não der, também. Bom, vamos esperar que ela venha e decidimos o que fazer, respondi.
Pouco depois ela chegou, toda arrumada. Zero quilômetro e bem gostosa de se ver. Aí o Oscar, que era o nome dele, me contou o plano. Você tá de acordo? Não sei de que plano você tá falando, ela respondeu. Fiquei olhando pra ele, que logo interveio e disse, então, se vocês tão de acordo, a gente pode subir pro meu quarto, porque tô hospedado aqui, e a gente compartilha um tempinho. Por mim tá bom, disse ela, se você não se importa. Ora, por que eu me importaria, se vocês já tinham tudo combinado. Não é assim, disse ela, você já sabe como isso funciona. Se você tá de acordo, a gente faz. E se não, não aconteceu nada, a gente vai pra casa.
Bom, mas tem uma coisa que não ficou clara pra mim, eu disse. Você tá de acordo?, perguntei pra ela na frente do Oscar. Sim, disse ela, eu gostaria. Bom, jovem, falei, então chegou a hora de mostrar serviço e provar do que você é feito. Não se preocupe, disse ele, vou tentar não decepcionar. Nos despedimos dos nossos companheiros de mesa, que também estavam de saída, e fiquei com a dúvida de saber se o outro homem também tava no mesmo plano que o Oscar. E cheguei a fantasiar com a ideia de a gente se encontrar todo mundo, subindo em grupo pros quartos. Mas não foi assim…
Seguimos ele pelo corredor até o elevador. E foi meio estranha a situação, porque o trajeto e a espera foram em total silêncio, ninguém falava nada. Entramos no elevador e fomos pro décimo segundo andar. Chegando lá, nos levaram pro quarto 1208. O Oscar abriu a porta e nos convidou a entrar. Ela entrou primeiro, eu depois e por último o cara da vez dela, que fechou a porta atrás de si. O quarto era amplo, com uma cama de casal grande e umas janelas enormes, com as cortinas abertas, de onde se tinha uma vista magnífica da cidade. Pensei que ele ia fechar as cortinas ou apagar algumas luzes, mas deixou tudo como estava. Eu passei direto pela cama e me acomodei numa poltrona, do lado da janela, ao lado da cama.
O Oscar perguntou, Querem algo pra beber? Tem alguma coisa na geladeira?, respondi. Sim, disse ele, tem whisky, rum, vodka, cerveja, refrigerantes. Tá a fim de algo?, perguntou pra ela. Não, respondeu ela, assim tá bom. Bom, eu disse, aceito um whisky, pra me distrair enquanto vocês tão ocupados. Ninguém respondeu o comentário e Oscar me trouxe uma garrafinha de whisky e um copo com gelo. Se quiser mais, sirva-se, fique à vontade. Valeu, respondi. Vou tomar um banho rápido e já tô com vocês, disse ele. Vem comigo?, perguntou pra ela. Te espero aqui, respondeu ela.
Oscar entrou no banheiro e ficamos ela e eu, ali, em silêncio. Quase que imediatamente ouvimos o som da água saindo do chuveiro e vimos vapor saindo por baixo da porta do banheiro. Vai demorar?, perguntei. Acho que não muito. É só um capricho. E, enquanto dizia isso, começou a tirar a blusa, a saia e a calcinha. E, uma vez assim, semidesnuda como estava, se acomodou na cama pra esperar por ele.
Quando ele saiu, quase que instantaneamente, a encontrou de barriga pra cima, com as pernas entreabertas. Ele tinha saído do banheiro, cobrindo só a cintura com uma toalha. Era um homem de estatura média, talvez 1,75 m, mais ou menos, de porte normal. Ao vê-la, deixou a toalha cair, se mostrando totalmente nu, com o membro ereto. Acho que pra ela não houve surpresa alguma. Era um membro normal, comum, nada que a surpreendesse como em outras ocasiões. E, ao vê-lo nu, ao lado da cama, abriu as pernas e disse, vem, ao mesmo tempo em que esticava os braços fazendo o gesto de recebê-lo. Ele não hesitou nem um pouco e, se acomodando no meio das pernas dela, decidiu beijar seu sexo antes de penetrá-la.
Antes de fazê-lo, percorreu com as mãos todo o corpo da minha mulher, acariciando com especial interesse as pernas dela. E, de joelhos, com o rosto na altura dos quadris dela, se inclinou pra atender sua vagina. Chegou até ela com a boca e, uma vez que a provou, deixou cair seu corpo sobre a cama, que estava deitado de bruços. E assim sua língua começou a brincar com o clitóris da minha mulher que, pouquinho a pouquinho, começou a se sentir excitada e a empurrar sua xoxota contra o rosto daquele cara. Este, percebendo, começou também a usar seus dedos para estimulá-la e excitá-la ainda mais. Ela começou a gemer, sinal inequívoco de que aquilo estava lhe agradando. Pouco depois, com ela bastante excitada, aquele cara se levantou, avançou para frente no meio das pernas dela e deixou cair seu corpo sobre o dela, penetrando-a com seu pau. Ela, tomada pela excitação, o recebeu com um aayyy… bem sonoro, ao mesmo tempo que o atraía para si, agarrando-se às suas nádegas, que acariciava com especial intensidade. Ele começou a tirar e meter ritmicamente seu pau, com delicadeza, ao que ela respondeu dizendo, você é muito gostoso. Essas palavras, sem dúvida, estimularam Oscar a bombear com intensidade, fazendo com que ela começasse a gemer, no início como que contida e, depois, cada vez mais forte à medida que ele empurrava dentro dela. Não posso negar que essa cena é excitante. A gente experimenta uma sensação estranha, mistura de excitação, surpresa e medo, quando alguém estranho, recém-conhecido, penetra sua mulher. Esse momento é desafiador, porque uma parte da gente quer parar aquilo, e a gente pensa que talvez não devesse ter chegado a tanto, mas outra parte deseja intensamente que isso aconteça. Eu tentei me distrair olhando a vista da cidade, mas a intensidade dos gemidos dela me fazia voltar o olhar para observar o que estava acontecendo. Aquele cara continuava bombeando enquanto ela contorcia seu corpo embaixo dele e estendia seus braços por cima da cabeça, se rendendo às sensações do momento. De repente ela o interrompe, se levanta, se vira sobre a cama, se coloca na posição de quatro e faz sinais para que ele a penetre de novo. Ela me olha quando faz isso e eu, de onde estava, faço sinais com minhas mãos, incentivando-o a continuar Vai em frente. E ele assim o faz. Começa a empurrar dentro da buceta dela, por trás, e arranca o sutiã que vestia minha esposa, deixando-a agora com os peitos de fora, à mercê das mãos inquietas de Oscar, que não hesita em amassar esses peitos grandes e volumosos. Ele está extasiado. Dá pra ver a emoção, a euforia que ele sente, e assim, aproveitando ao máximo o corpo da minha mulher, ele me olha e mete ainda com mais força, fazendo questão de que os gemidos dele cresçam em intensidade.
Novamente ela o detém, vira-se de novo, deita na cama e levanta as pernas. Ele se agarra a elas e volta a penetrá-la, e assim, nessa posição, empurra e empurra até que os gemidos dela parecem atingir o auge da intensidade, chegando a um máximo onde ela agita o corpo, recolhe as pernas e diz repetidamente: uyyy… que tasty, que tasty… você tá muito tasty, papi. Sei que aquilo é parte da experiência sexual, mas ouvir ela chamar de papi um perfeito desconhecido parece não me agradar. No entanto, gosto de vê-la submissa debaixo de um macho que a satisfaz e a faz gemer. Ela alcançou o orgasmo, mas ele parece que ainda não.
Ela, então, agitada e rendida, parece detê-lo e sugerir que espere um pouco. Ele se retira com o pau ainda duro. Ela se levanta na beira da cama, fica de pé, inclina o tronco sobre o colchão e oferece a bunda para que Oscar, de pé, atrás dela, a penetre novamente. Ele, decidido, o faz e começa a acelerar o ritmo das estocadas, dando tapas na bunda da minha mulher e acariciando os peitos dela, que balançam de um lado para o outro com as investidas daquele macho até que ele, finalmente, consegue alcançar o ápice do prazer. Tira o pau da buceta da minha mulher e vê como o esperma se espalha pelas costas dela.
Ela fica naquela posição por um tempo, como se recuperando do esforço. Ele, já com o pau mole, vai até a geladeira, pega uma garrafinha de whisky e assim, direto no bico da garrafa toma um gole e me diz, saúde. Isso foi bom. Espero que não se incomode, mas sua mulher é muito gostosa. Assinto com a cabeça, sorrindo enquanto o escuto. Bom, digo, comprovou o que queria comprovar? Absolutamente, disse. A buceta da sua mulher é uma liquidificadora. Me perdoe o que vou dizer, senhora, mas você trepa muito tasty. Obrigada, diz ela, mostrando no rosto um tanto de rubor diante da afirmação daquele. Ela entra no banheiro para se duchAR e se arrumar. Enquanto isso, eu fico com aquele, contemplando-o nu, sentado numa cadeira, conversando. Bom, pergunto, e é assim com todas as damas quando o designam de anfitrião? Não, responde. A verdade é que algo surgiu enquanto dançava com ela e aí se deu tudo, mas de jeito nenhum imaginei que isso ia acontecer esta noite. Esta madrugada dirá você, porque já são quase 4 da manhã. Este foi um trepa matinal, anotei. Sim, é verdade, mas foi muito boa a noitada. Agradeço a vocês. Ela saiu do banheiro, depois de um tempo, já arrumada, como se nada. Bom, já é cedo. Hora de irmos. Obrigada pelas atenções. De nada, senhora, tomara que nos vejamos de novo. Caminho pra casa perguntei, e esse aí o que tinha de especial pra te despertar o desejo de ficar com ele? A verdade, era um cara normal. Só que me provocou fazer isso. Foi só um capricho. E como tal, aproveitei. O que mais posso dizer?
Depois de duas rodadas de dança, achei que aqueles jovens estavam se entediando vendo a gente dançar, então insinuei que, se quisessem, podiam dançar com minha esposa. Outro casal se manifestou no mesmo sentido, então aqueles garotos se atreveram a convidar nossas esposas pra dançar. Elas não recusaram e tanto eu quanto o outro marido ficamos vendo nossas esposas dançarem com aqueles jovens, que, pelo que dava pra ver, estavam gostando delas.
Dava pra ver que havia empatia entre eles e nossas mulheres, então ficaram na pista todo o tempo que a música tocou. E, depois de dançar duas rodadas seguidas, voltaram pra mesa. "Parece que vocês estão gostando da coisa", eu disse, quando elas acabaram de sentar. "Tem que aproveitar", respondeu uma delas. "Vocês gostam de ficar falando de trabalho, então a gente aproveita e dá uma escapadinha. Não é verdade, Laura?" "Claro", respondeu minha esposa. "Isso não se vê todo dia." "Bom, garotos", eu disse, "então se preparem, porque essas senhoras não vão deixar vocês descansarem a noite toda."
Na rodada seguinte ficamos conversando e bebendo uns drinques, dando a todos um respiro. Quando começou a outra rodada, eu, pelo menos, tirei minha esposa pra dançar, e vi que a outra senhora saiu de novo pra dançar com um dos garotos. "E aí, eles dançam super bem?", perguntei pra minha esposa enquanto dançávamos ao lado do outro casal. "Sim, eles dançam bem", disse ela. "Têm ritmo, são respeitosos e conversam de forma agradável."
A rodada de música ainda não tinha acabado e voltamos pra mesa. O outro cara, que tava lá, deve ter feito algum gesto ou sinal que eu não percebi, porque minha mulher nem sentou, só esperou o cara que tinha acabado de levantar e voltaram pra pista de dança. Então, quando me ajeitei ali, vi eles se afastando pra pista e começando a dançar. A música tava bem animada, então justifiquei o fato da minha esposa decidir continuar na atividade, bem na hora que iam começar a servir a comida. O tempo tinha voado e eu tinha me entretido conversando com vários colegas e conhecidos enquanto minha esposa dançava. Aquele cara tava bem atencioso com minha mulher, e eu vi aquilo com bons olhos porque eram os anfitriões e queriam causar, eu dizia, boa impressão. Então continuamos compartilhando durante o jantar. Terminada a comida, a música dançante começou a tocar de novo. Eu tomei a iniciativa e levei ela pra dançar. Quando começou uma nova rodada, nosso anfitrião se adiantou e convidou minha esposa pra dançar que, sem hesitar, aceitou e saiu de novo pra dançar com ele. Parece que nossos anfitriões tinham sido do agrado das nossas esposas. A música ficou lenta e romântica, e nossos casais continuavam na pista de dança, então prestamos atenção pra ver elas. A música, a hora, o ritmo, sei lá, sugeria uma proximidade de corpos durante a dança e, claro, era isso mesmo que a gente tava observando. Os dois casais dançavam bem quente já. Até comentamos com o colega que, no passo que aquelas iam, referindo às nossas esposas, iam acabar na cama com eles, mas longe de imaginar qualquer coisa continuamos falando e observando o que acontecia. Nada fora do normal, só que dançavam bem coladinhos. Era só isso. Era quase duas da manhã quando eles voltaram pra mesa. Minha esposa não chegou a sentar, e disse que ia ao banheiro se arrumar um pouco. O cara sim, fazendo um sinal de despedida pra ela, sentou do meu lado. Gosto da sua senhora, me disse. Olhei um tanto surpreso e ri, mas um tanto curioso perguntei; obrigado, considero isso um elogio. Mas, a que vem isso?, perguntei. Não, é só que gostei de dançar com ela, ela dança muito bem e me passou pela cabeça se ela se mexe igual na cama, respondeu. Ri de novo impulsivamente e, um tanto sério, perguntei, e é que você quer transar com ela? Bom, se vocês me derem a oportunidade, sim, respondeu.
Sobre o que vocês dois falaram enquanto dançavam, posso saber?, perguntei. Bom, nada de especial. O de sempre entre um homem e uma mulher; você sabe. Eu, não vou negar, fiquei dando em cima da sua mulher e tive a impressão de que ela gostou de tudo isso. Falei que o jeito dela de dançar me deixava muito excitado e fiz ela sentir que eu estava bem excitado, mas quero te dizer, sem te faltar com o respeito. Fui direto com ela e disse que queria saber se ela se mexia tão bem na cama quanto na pista de dança. E ela me respondeu que isso eu teria que comprovar pessoalmente. Então respondi que eu gostaria. Entendi isso como um sim.
Depois perguntei como a gente ia fazer. Aí ela me disse que tudo era possível, sem tantas voltas, mas que teríamos que contar com você, porque ela não fazia nada sem o seu consentimento. E por isso é que me atrevi a falar com você do jeito que estou falando. Mas, eu disse, ela não me falou nada. Bom, ela me pediu que eu falasse. E você, perguntei, não tem medo da minha possível reação? Ela me disse, respondeu, que vocês já enfrentaram situações como essas outras vezes, e que pode ser que aconteça. É só que não tínhamos isso em mente essa noite.
Você sabe que horas são?, eu disse. Sim, respondeu, talvez a gente não demore muito. E aonde vamos a essa hora? Eu tenho quarto no hotel, indicou. Lembre que estou de passagem e estou hospedado aqui mesmo. Bem conveniente, observei. É só uma coincidência, replicou ele. Se der, bom. E se não der, também. Bom, vamos esperar que ela venha e decidimos o que fazer, respondi.
Pouco depois ela chegou, toda arrumada. Zero quilômetro e bem gostosa de se ver. Aí o Oscar, que era o nome dele, me contou o plano. Você tá de acordo? Não sei de que plano você tá falando, ela respondeu. Fiquei olhando pra ele, que logo interveio e disse, então, se vocês tão de acordo, a gente pode subir pro meu quarto, porque tô hospedado aqui, e a gente compartilha um tempinho. Por mim tá bom, disse ela, se você não se importa. Ora, por que eu me importaria, se vocês já tinham tudo combinado. Não é assim, disse ela, você já sabe como isso funciona. Se você tá de acordo, a gente faz. E se não, não aconteceu nada, a gente vai pra casa.
Bom, mas tem uma coisa que não ficou clara pra mim, eu disse. Você tá de acordo?, perguntei pra ela na frente do Oscar. Sim, disse ela, eu gostaria. Bom, jovem, falei, então chegou a hora de mostrar serviço e provar do que você é feito. Não se preocupe, disse ele, vou tentar não decepcionar. Nos despedimos dos nossos companheiros de mesa, que também estavam de saída, e fiquei com a dúvida de saber se o outro homem também tava no mesmo plano que o Oscar. E cheguei a fantasiar com a ideia de a gente se encontrar todo mundo, subindo em grupo pros quartos. Mas não foi assim…
Seguimos ele pelo corredor até o elevador. E foi meio estranha a situação, porque o trajeto e a espera foram em total silêncio, ninguém falava nada. Entramos no elevador e fomos pro décimo segundo andar. Chegando lá, nos levaram pro quarto 1208. O Oscar abriu a porta e nos convidou a entrar. Ela entrou primeiro, eu depois e por último o cara da vez dela, que fechou a porta atrás de si. O quarto era amplo, com uma cama de casal grande e umas janelas enormes, com as cortinas abertas, de onde se tinha uma vista magnífica da cidade. Pensei que ele ia fechar as cortinas ou apagar algumas luzes, mas deixou tudo como estava. Eu passei direto pela cama e me acomodei numa poltrona, do lado da janela, ao lado da cama.
O Oscar perguntou, Querem algo pra beber? Tem alguma coisa na geladeira?, respondi. Sim, disse ele, tem whisky, rum, vodka, cerveja, refrigerantes. Tá a fim de algo?, perguntou pra ela. Não, respondeu ela, assim tá bom. Bom, eu disse, aceito um whisky, pra me distrair enquanto vocês tão ocupados. Ninguém respondeu o comentário e Oscar me trouxe uma garrafinha de whisky e um copo com gelo. Se quiser mais, sirva-se, fique à vontade. Valeu, respondi. Vou tomar um banho rápido e já tô com vocês, disse ele. Vem comigo?, perguntou pra ela. Te espero aqui, respondeu ela.
Oscar entrou no banheiro e ficamos ela e eu, ali, em silêncio. Quase que imediatamente ouvimos o som da água saindo do chuveiro e vimos vapor saindo por baixo da porta do banheiro. Vai demorar?, perguntei. Acho que não muito. É só um capricho. E, enquanto dizia isso, começou a tirar a blusa, a saia e a calcinha. E, uma vez assim, semidesnuda como estava, se acomodou na cama pra esperar por ele.
Quando ele saiu, quase que instantaneamente, a encontrou de barriga pra cima, com as pernas entreabertas. Ele tinha saído do banheiro, cobrindo só a cintura com uma toalha. Era um homem de estatura média, talvez 1,75 m, mais ou menos, de porte normal. Ao vê-la, deixou a toalha cair, se mostrando totalmente nu, com o membro ereto. Acho que pra ela não houve surpresa alguma. Era um membro normal, comum, nada que a surpreendesse como em outras ocasiões. E, ao vê-lo nu, ao lado da cama, abriu as pernas e disse, vem, ao mesmo tempo em que esticava os braços fazendo o gesto de recebê-lo. Ele não hesitou nem um pouco e, se acomodando no meio das pernas dela, decidiu beijar seu sexo antes de penetrá-la.
Antes de fazê-lo, percorreu com as mãos todo o corpo da minha mulher, acariciando com especial interesse as pernas dela. E, de joelhos, com o rosto na altura dos quadris dela, se inclinou pra atender sua vagina. Chegou até ela com a boca e, uma vez que a provou, deixou cair seu corpo sobre a cama, que estava deitado de bruços. E assim sua língua começou a brincar com o clitóris da minha mulher que, pouquinho a pouquinho, começou a se sentir excitada e a empurrar sua xoxota contra o rosto daquele cara. Este, percebendo, começou também a usar seus dedos para estimulá-la e excitá-la ainda mais. Ela começou a gemer, sinal inequívoco de que aquilo estava lhe agradando. Pouco depois, com ela bastante excitada, aquele cara se levantou, avançou para frente no meio das pernas dela e deixou cair seu corpo sobre o dela, penetrando-a com seu pau. Ela, tomada pela excitação, o recebeu com um aayyy… bem sonoro, ao mesmo tempo que o atraía para si, agarrando-se às suas nádegas, que acariciava com especial intensidade. Ele começou a tirar e meter ritmicamente seu pau, com delicadeza, ao que ela respondeu dizendo, você é muito gostoso. Essas palavras, sem dúvida, estimularam Oscar a bombear com intensidade, fazendo com que ela começasse a gemer, no início como que contida e, depois, cada vez mais forte à medida que ele empurrava dentro dela. Não posso negar que essa cena é excitante. A gente experimenta uma sensação estranha, mistura de excitação, surpresa e medo, quando alguém estranho, recém-conhecido, penetra sua mulher. Esse momento é desafiador, porque uma parte da gente quer parar aquilo, e a gente pensa que talvez não devesse ter chegado a tanto, mas outra parte deseja intensamente que isso aconteça. Eu tentei me distrair olhando a vista da cidade, mas a intensidade dos gemidos dela me fazia voltar o olhar para observar o que estava acontecendo. Aquele cara continuava bombeando enquanto ela contorcia seu corpo embaixo dele e estendia seus braços por cima da cabeça, se rendendo às sensações do momento. De repente ela o interrompe, se levanta, se vira sobre a cama, se coloca na posição de quatro e faz sinais para que ele a penetre de novo. Ela me olha quando faz isso e eu, de onde estava, faço sinais com minhas mãos, incentivando-o a continuar Vai em frente. E ele assim o faz. Começa a empurrar dentro da buceta dela, por trás, e arranca o sutiã que vestia minha esposa, deixando-a agora com os peitos de fora, à mercê das mãos inquietas de Oscar, que não hesita em amassar esses peitos grandes e volumosos. Ele está extasiado. Dá pra ver a emoção, a euforia que ele sente, e assim, aproveitando ao máximo o corpo da minha mulher, ele me olha e mete ainda com mais força, fazendo questão de que os gemidos dele cresçam em intensidade.
Novamente ela o detém, vira-se de novo, deita na cama e levanta as pernas. Ele se agarra a elas e volta a penetrá-la, e assim, nessa posição, empurra e empurra até que os gemidos dela parecem atingir o auge da intensidade, chegando a um máximo onde ela agita o corpo, recolhe as pernas e diz repetidamente: uyyy… que tasty, que tasty… você tá muito tasty, papi. Sei que aquilo é parte da experiência sexual, mas ouvir ela chamar de papi um perfeito desconhecido parece não me agradar. No entanto, gosto de vê-la submissa debaixo de um macho que a satisfaz e a faz gemer. Ela alcançou o orgasmo, mas ele parece que ainda não.
Ela, então, agitada e rendida, parece detê-lo e sugerir que espere um pouco. Ele se retira com o pau ainda duro. Ela se levanta na beira da cama, fica de pé, inclina o tronco sobre o colchão e oferece a bunda para que Oscar, de pé, atrás dela, a penetre novamente. Ele, decidido, o faz e começa a acelerar o ritmo das estocadas, dando tapas na bunda da minha mulher e acariciando os peitos dela, que balançam de um lado para o outro com as investidas daquele macho até que ele, finalmente, consegue alcançar o ápice do prazer. Tira o pau da buceta da minha mulher e vê como o esperma se espalha pelas costas dela.
Ela fica naquela posição por um tempo, como se recuperando do esforço. Ele, já com o pau mole, vai até a geladeira, pega uma garrafinha de whisky e assim, direto no bico da garrafa toma um gole e me diz, saúde. Isso foi bom. Espero que não se incomode, mas sua mulher é muito gostosa. Assinto com a cabeça, sorrindo enquanto o escuto. Bom, digo, comprovou o que queria comprovar? Absolutamente, disse. A buceta da sua mulher é uma liquidificadora. Me perdoe o que vou dizer, senhora, mas você trepa muito tasty. Obrigada, diz ela, mostrando no rosto um tanto de rubor diante da afirmação daquele. Ela entra no banheiro para se duchAR e se arrumar. Enquanto isso, eu fico com aquele, contemplando-o nu, sentado numa cadeira, conversando. Bom, pergunto, e é assim com todas as damas quando o designam de anfitrião? Não, responde. A verdade é que algo surgiu enquanto dançava com ela e aí se deu tudo, mas de jeito nenhum imaginei que isso ia acontecer esta noite. Esta madrugada dirá você, porque já são quase 4 da manhã. Este foi um trepa matinal, anotei. Sim, é verdade, mas foi muito boa a noitada. Agradeço a vocês. Ela saiu do banheiro, depois de um tempo, já arrumada, como se nada. Bom, já é cedo. Hora de irmos. Obrigada pelas atenções. De nada, senhora, tomara que nos vejamos de novo. Caminho pra casa perguntei, e esse aí o que tinha de especial pra te despertar o desejo de ficar com ele? A verdade, era um cara normal. Só que me provocou fazer isso. Foi só um capricho. E como tal, aproveitei. O que mais posso dizer?
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