Vou começar a narrar pra vocês minhas aventuras sexuais que tive desde que comecei minha vida universitária, pois me considero uma ninfomaníaca em potencial. Me chamo Cristina Mendoza e sou a terceira filha de um casamento de 5 filhos, sou baixinha (tenho mais ou menos 1,56 m), sou morena clara, uso óculos redondos com sardas no rosto, tenho seios generosos e redondos com aréolas moreninhas. Desde que me inscreveram em aulas de havaiano (um tipo de dança muito sensual) no ensino médio, comecei a sentir muito tesão ao me ver no espelho, como meus quadris se moldavam e se alargavam, como minhas nádegas ficavam mais carnudas e bem torneadas. Embora nunca tenha tido o prazer de ser desvirginada, pois meu tesão me levou a me desvirginar com um pepino italiano. Vou contar pra vocês como o senhor catador de recicláveis que coletava o papelão das lojinhas me fez sua mulher, como me fez gemer de prazer com seu vigor de touro reprimido, e eu nunca tinha sentido isso até aquele momento. Atualmente tenho 35 anos, mas vou contar pra vocês o que aconteceu quando eu cursava meu primeiro ano da faculdade de psicologia. Tudo começou numa sexta-feira de final de mês de julho, duas semanas antes de entrar no novo semestre no Politécnico (um tipo de universidade técnica na Cidade do México) onde estudei psicologia. Estava no meu quarto em plena foda, vendo um vídeo muito safado; e eu, na cama esfregando meu clitóris. Eu adorava me ver no espelho, situado ao lado da porta do meu quarto; olhando meu reflexo, de quatro, como meu creminho escorria e pendia como um catarro viscoso da minha buceta, enquanto eu me dava meus dedinhos, quando a voz da minha mãe me tirou do clímax. —Filha, vou comprar pão na padaria. Suas irmãs não estão e quero que você me acompanhe.— Como se tivessem me enfiado um fósforo no cu, parei em plena foda, e toda frustrada, peguei meu papelzinho pra limpar meus catarrinhos pendurados na buceta. Me levantei da minha posição de puta no cio e, rapidamente acendi um incenso de aroma sândalo pra disfarçar o cheiro da minha pepita no cio, porque como eu tava no período de ovulação, o quarto tava cheirando a uma mistura de bum suado com creminho viscoso de vulva. Respondi com a voz embargada:
—Sim, mãe, deixa eu colocar uma legging e já saio.—Ela respondeu:
—Te espero lá embaixo.—
Coloquei uma calcinha fio-dental, daquelas que a bunda come quando a gente anda, uma camiseta e minha legging preta. Desci pra sala com cara de insatisfação, ainda quente sentia o palpitar dos meus lábios vaginais ao andar. A padaria ficava na unidade habitacional vizinha à que eu moro, e a gente sempre tinha que passar por uma passarela de pedestres que conecta as duas unidades; como na esquina dessa passarela tinha uma lojinha, um entregador de refrigerante não disfarçou e percorreu meu corpo com o olhar, parando na minha bunda, porque se o olhar dele tivesse mãos, tenho certeza, ele teria enfiado as mãos entre minhas nádegas pra tirar minha calcinha do meio do meu cu, e cheirar meu sexo tarado.
Andamos algumas quadras e chegamos na padaria. Esperei minha mãe do lado de fora e com sinais apontei pro pão que eu queria comer, me sentia muito desejada porque meu corpo sentia todos os olhares dos homens querendo me empinar e enfiar todo o pau deles —acho que meu estado de ovulação sempre atrai os verdadeiros males—E então na volta pra casa aconteceu tudo: Ao passar pela mesma lojinha da esquina vi o mesmo senhor catador, coletando papelão, trabalhando como desde três anos atrás que eu o vejo; minhas irmãs e eu tínhamos um pouco de medo porque sempre que ele via gente passando começava a rir sem motivo nenhum.
Mas nesse dia aconteceu algo diferente, um calor interior começou a percorrer minhas costas e um formigamento entre a área da minha xoxota e meu ânus começou a palpitar, então de maneira involuntária comecei a rebolar mais os quadris como pra tentar disfarçar o calorzinho nos meus peitos e o palpitar da minha pussy. Como farejando o ar, o O pepenador olhou de novo pra mim por onde eu passava e começou a rir como de costume, mas dessa vez não me deu medo, só sorri pra ele e minha mãe, que vinha atrás de mim, me apressou pra que a gente evitasse ele.
Instintivamente, meu tesão tomou conta dos meus pensamentos e eu disse pra minha mãe,
—Ei, mãe, tô com vontade de comer o pãozinho com um copo de porra.—Torcendo pra que não tivesse no refrigerador, ela me deu uma nota de 50 pesos e disse:
—Toma, pra você comprar um litro de porra pra todo mundo.—Nem lenta nem preguiçosa, me dirigi de novo à lojinha, com o coração batendo muito forte, esperando encontrá-lo ainda lá.
De fato, ele ainda estava arrumando o papelão que o dono da loja tinha dado pra ele. Me aproximei, com o coração batendo a mil, e enquanto o dono da loja me atendia, o pepenador começou a rir e me disse:
—"Paisa, paisa… me diz a hora, por favor". —Eu não tinha relógio de pulso, mas tinha meu celular nas mãos. Hesitei um pouco em dizer, mas o tesão e a ousadia puderam mais, então respondi de forma submissa:
—Sim, sim senhor, são 6:25.—O dono da loja me entregou o litro de porra e, quando me virei pra ir embora, o pepenador me disse:
—Como você se chama?, entre risos.—Eu avancei um pouco pra que o dono da loja não percebesse minhas intenções e, como ele se distraiu com outros clientes, parei e disse com voz normal:
—Cristina, como você se chama?—Entre risos ele respondeu:
—"Salinaaaas".—Por um momento, meu tesão baixou, porque me pareceu que o pepenador tinha algum tipo de problema mental. Mas o fetiche se ativou de novo, quando ele, sério, me disse:
—Quando você volta pra comprar pão?—Essa oportunidade eu não ia desperdiçar, naquele fim de semana eu tinha que provar o pau dele de qualquer jeito, pois estava no meu período mais fértil, e respondi:
—Amanhã de manhã, quer me acompanhar? Ou por onde você vai andar?—Perguntava com certa timidez porque não queria que algum vizinho ou conhecido me ouvisse como ou percebesse conta que andava sedenta de macho. Salinas sorriu pela primeira vez, como se tivesse alcançado um grande feito na sua vida medíocre. Enquanto eu passava pela porta do corredor, ele me disse que poderia me esperar na escola que recém-construíram na unidade habitacional vizinha. Fui apressando o passo enquanto chegava à rua sem saída onde morava com meus pais e, bem seca, disse que amanhã nos veríamos por volta das 8:00 da manhã. Ele ficou como criança repreendida e sem entender nada na entrada do corredor, girei levemente e pisquei o olho, mandando um beijinho, rapidamente entrei em casa com o litro de cum e um tesão que precisava ser apagado antes de dormir. Passaram as horas, jantamos eu e minhas duas irmãs com minha mãe, pois meu pai sempre estava ausente. Minha irmã mais velha ligou para minha mãe dizendo que não ia dormir em casa naquele dia, então o tesão tomou conta dos meus pensamentos, o quarto era só meu. Terminando de jantar, aproveitei o descuido da minha mãe e peguei da geladeira a cenoura mais grossa disponível, dessas que mantêm o diâmetro de uma ponta a outra. Assim que subi as escadas para me trancar no quarto, senti de novo aquele formigamento na minha pussy e no cu; então não perdi muito tempo, entrei no quarto e tirei das gavetas uma saia que eu sempre usava no ensino médio, mas agora que meus quadris alargaram e minhas nádegas cresceram em volume, dava pra ver que era a típica saia de puta que, quando você se estica, sobe até a metade do cu esperando alguém chegar pra te apalpar. Apaguei as luzes, só iluminava o quarto a luz do celular, no qual desesperadamente e com minha mão ansiosa estava prestes a sintonizar o vídeo da minha atriz pornô italiana favorita, deixei a reprodução começar, tirei a calcinha e subi um pouco a saia de puta pra iniciar a tarefa pendente. Antes tinha pegado lubrificante que minha irmã escondia entre as coisas dela, e imediatamente assim que vi No vídeo em que a atriz abria as bundas para dar passagem a um pau negro e cabeçudo, minha buceta começou a lubrificar como piscina, já não aguentava tanto calor no meu corpo, minha outra mão beliscava e apertava minhas tetas simulando que Salinas estava me fazendo de mulher dele. Molhei a cenoura com lubrificante e sem pensar fui enfiando entre meus lábios vaginais. Sentia como uma corrente elétrica atravessava meu cóccix, então comecei com o mete-saca no meu ritmo, para que friccionasse do meu jeito a bolinha que se alarga por dentro, bem acima da entrada da minha caverna. A cenoura estava encharcada com meu creminho e minha excitação aumentou ao sentir como o moco da minha pussy escorria pelo meu ânus, aproveitei esse suquinho promíscuo para mijar a cenoura e enfiar no meu cu, está muito quente e sem pensar comecei a gemer só de imaginar como Salinas abria meu ânus de par em par, tentei fazer giros com a cenoura dentro do meu cu e sem querer encontrei uma forma única de gozar. Os giros da cenoura estimulavam minhas paredes vaginais, que já por si só estavam muito encharcadas, comecei a me contorcer de prazer pois sentia esse formigamento na ponte do meu ânus e pussy, então explodi como nunca deixando encharcados os lençóis com a minha gozada. Como pude tirei do meu bum a cenoura, enrolei no papel e joguei no lixo, imediatamente caí dormida. Na manhã seguinte, minha pussy estava muito pegajosa e os lençóis encharcados com meus fluidos, antes que todas acordassem em casa, me apressei a colocar na máquina de lavar os lençóis. Depois que estendi para secar, coloquei minha roupa de academia: uma top que mostrava o umbigo, meus halteres, uma fio-dental deliciosa que se comia meu cu e minhas leggings do dia anterior--Cheirei o entrepernas das minhas leggings e me embriaguei com o cheiro de bum combinado com minha pussy suadinha.--Com muita ansiedade me dirigi para o colégio; porém, uma sensação de insatisfação agarrou meus pensamentos,—E se ele fosse me dar bolo e eu toda excitada?, E se algum conhecido me visse com o Salinas?, E se a gente fosse pego no meio da transa?—Quando percebi, já estava chegando ao lugar, meu coração batia muito forte, mas não o vi por perto. Continuei andando muito triste com uma esperança de que ele aparecesse do nada.
De repente, lembrei que em frente à entrada da nova escola tinha uma lojinha, me apressei a chegar e assim que virei a esquina, lá estava ele, com seu carrinho cheio de papelão e ele, de pé contando umas moedas que tirou dos bolsos da calça, que aliás era marrom e meio encardida daquelas que minha mãe diz que se levantam sozinhas kkkk. Usava uns sapatos também sujos e uma camisa amarelada com as mangas dobradas até os cotovelos. Com o coração virado me aproximei e disse:
—Vem comigo, gostoso.—(piscando pra ele e molhando meu lábio inferior). Ele jamais esperou que eu fosse procurá-lo pessoalmente e me disse com sua típica risada involuntária:
—"Aonde a senhora quer que eu a acompanhe?"—Caminhei na direção oposta, onde fica a unidade esportiva da região. Quando virei meu olhar, nem lento nem preguiçoso pegou seu carrinho e começou a me seguir.
Estava com um pouco de medo pois as poucas pessoas que passavam ficavam olhando como uma garota bonita estava acompanhada de um velho maltrapilho e estranho pois não parava de rir, mas meu tesão pôde mais; sentia que seus olhos comiam todo o meu corpo, um pensamento voltou a surgir, pressentia que teria que lhe ensinar como estar com uma mulher, como um menino pequeno e inexperiente. Finalmente chegamos à entrada da unidade esportiva, continuei avançando, atravessando os campos de futebol abandonados cheios de pedras e lama. Virei minha cabeça de novo e imediatamente ele me disse:
—"Salinas, aonde você quer que eu vá? O que você quer? Tenho que continuar trabalhando.—Como aquela área da unidade esportiva estava sozinha sem uma alma para incomodar, deslizei minhas leggings mostrando minhas nalgonas, inclinei minhas costas, abri minhas nádegas para que Salinas visse como meu cu engolia minha tanga.
Subi minhas leggings de novo, virei minha cabeça novamente para ver sua expressão, e a primeira coisa que notei foi um mastro que queria estourar a calça dele, seus olhos já eram de luxúria, sentia que suas mãos queriam arrancar minhas roupas ali mesmo, por isso continuei caminhando justamente atrás de uma construção que aos domingos usavam para jogar torneios de vôlei. Essa área foi minha escolha porque naquele momento não teria ninguém, também porque naquele momento eram umas 9:00 da manhã. Ao continuar caminhando minha excitação e tesão iam aumentando, sentia minha bucetinha completamente encharcada, com aquela coceirinha deliciosa entre a ponte da minha vulva e o ânus.
Finalmente chegamos, era um reduto ao lado da construção que mencionei, sem teto, mas completamente murado; dava para ver que recentemente tinham queimado alguns móveis velhos, nenhum de nós dois se importou, eu disse que, se ele me permitisse baixar alguns dos papelões que levava na carriola, ao que ele só assentiu (dava para ver também que estava muito nervoso, mas sua ereção não baixava), peguei três folhas grandes de papelão e as coloquei no chão de modo que ao tirar minhas leggings e me ajoelhar não machucasse as irregularidades do chão.
Ao ver seu estado de petrificação eu disse:--Não gostou do que viu? Quero te oferecer meu cu, apaga meu tesão por favor, todo meu corpo é para você sozinho.--Seu olhar mudou completamente e ele abaixou o zíper da calça, deixando ver um pau venoso, bem moreno e de bom tamanho. Eu disse para ele se aproximar de onde coloquei os papelões, aproximei meu nariz do seu pauzão e notei que estava um tanto cabeçudo, desabotoei a calça dele e ela caiu nos tornozelos. fim do primeiro capítulo, parte 2 aqui na rede social do autor original:https://x.com/leonelly777/status/2096998637549019278
Todos os direitos reservados ao seu criador original
—Sim, mãe, deixa eu colocar uma legging e já saio.—Ela respondeu:
—Te espero lá embaixo.—
Coloquei uma calcinha fio-dental, daquelas que a bunda come quando a gente anda, uma camiseta e minha legging preta. Desci pra sala com cara de insatisfação, ainda quente sentia o palpitar dos meus lábios vaginais ao andar. A padaria ficava na unidade habitacional vizinha à que eu moro, e a gente sempre tinha que passar por uma passarela de pedestres que conecta as duas unidades; como na esquina dessa passarela tinha uma lojinha, um entregador de refrigerante não disfarçou e percorreu meu corpo com o olhar, parando na minha bunda, porque se o olhar dele tivesse mãos, tenho certeza, ele teria enfiado as mãos entre minhas nádegas pra tirar minha calcinha do meio do meu cu, e cheirar meu sexo tarado.
Andamos algumas quadras e chegamos na padaria. Esperei minha mãe do lado de fora e com sinais apontei pro pão que eu queria comer, me sentia muito desejada porque meu corpo sentia todos os olhares dos homens querendo me empinar e enfiar todo o pau deles —acho que meu estado de ovulação sempre atrai os verdadeiros males—E então na volta pra casa aconteceu tudo: Ao passar pela mesma lojinha da esquina vi o mesmo senhor catador, coletando papelão, trabalhando como desde três anos atrás que eu o vejo; minhas irmãs e eu tínhamos um pouco de medo porque sempre que ele via gente passando começava a rir sem motivo nenhum.
Mas nesse dia aconteceu algo diferente, um calor interior começou a percorrer minhas costas e um formigamento entre a área da minha xoxota e meu ânus começou a palpitar, então de maneira involuntária comecei a rebolar mais os quadris como pra tentar disfarçar o calorzinho nos meus peitos e o palpitar da minha pussy. Como farejando o ar, o O pepenador olhou de novo pra mim por onde eu passava e começou a rir como de costume, mas dessa vez não me deu medo, só sorri pra ele e minha mãe, que vinha atrás de mim, me apressou pra que a gente evitasse ele.
Instintivamente, meu tesão tomou conta dos meus pensamentos e eu disse pra minha mãe,
—Ei, mãe, tô com vontade de comer o pãozinho com um copo de porra.—Torcendo pra que não tivesse no refrigerador, ela me deu uma nota de 50 pesos e disse:
—Toma, pra você comprar um litro de porra pra todo mundo.—Nem lenta nem preguiçosa, me dirigi de novo à lojinha, com o coração batendo muito forte, esperando encontrá-lo ainda lá.
De fato, ele ainda estava arrumando o papelão que o dono da loja tinha dado pra ele. Me aproximei, com o coração batendo a mil, e enquanto o dono da loja me atendia, o pepenador começou a rir e me disse:
—"Paisa, paisa… me diz a hora, por favor". —Eu não tinha relógio de pulso, mas tinha meu celular nas mãos. Hesitei um pouco em dizer, mas o tesão e a ousadia puderam mais, então respondi de forma submissa:
—Sim, sim senhor, são 6:25.—O dono da loja me entregou o litro de porra e, quando me virei pra ir embora, o pepenador me disse:
—Como você se chama?, entre risos.—Eu avancei um pouco pra que o dono da loja não percebesse minhas intenções e, como ele se distraiu com outros clientes, parei e disse com voz normal:
—Cristina, como você se chama?—Entre risos ele respondeu:
—"Salinaaaas".—Por um momento, meu tesão baixou, porque me pareceu que o pepenador tinha algum tipo de problema mental. Mas o fetiche se ativou de novo, quando ele, sério, me disse:
—Quando você volta pra comprar pão?—Essa oportunidade eu não ia desperdiçar, naquele fim de semana eu tinha que provar o pau dele de qualquer jeito, pois estava no meu período mais fértil, e respondi:
—Amanhã de manhã, quer me acompanhar? Ou por onde você vai andar?—Perguntava com certa timidez porque não queria que algum vizinho ou conhecido me ouvisse como ou percebesse conta que andava sedenta de macho. Salinas sorriu pela primeira vez, como se tivesse alcançado um grande feito na sua vida medíocre. Enquanto eu passava pela porta do corredor, ele me disse que poderia me esperar na escola que recém-construíram na unidade habitacional vizinha. Fui apressando o passo enquanto chegava à rua sem saída onde morava com meus pais e, bem seca, disse que amanhã nos veríamos por volta das 8:00 da manhã. Ele ficou como criança repreendida e sem entender nada na entrada do corredor, girei levemente e pisquei o olho, mandando um beijinho, rapidamente entrei em casa com o litro de cum e um tesão que precisava ser apagado antes de dormir. Passaram as horas, jantamos eu e minhas duas irmãs com minha mãe, pois meu pai sempre estava ausente. Minha irmã mais velha ligou para minha mãe dizendo que não ia dormir em casa naquele dia, então o tesão tomou conta dos meus pensamentos, o quarto era só meu. Terminando de jantar, aproveitei o descuido da minha mãe e peguei da geladeira a cenoura mais grossa disponível, dessas que mantêm o diâmetro de uma ponta a outra. Assim que subi as escadas para me trancar no quarto, senti de novo aquele formigamento na minha pussy e no cu; então não perdi muito tempo, entrei no quarto e tirei das gavetas uma saia que eu sempre usava no ensino médio, mas agora que meus quadris alargaram e minhas nádegas cresceram em volume, dava pra ver que era a típica saia de puta que, quando você se estica, sobe até a metade do cu esperando alguém chegar pra te apalpar. Apaguei as luzes, só iluminava o quarto a luz do celular, no qual desesperadamente e com minha mão ansiosa estava prestes a sintonizar o vídeo da minha atriz pornô italiana favorita, deixei a reprodução começar, tirei a calcinha e subi um pouco a saia de puta pra iniciar a tarefa pendente. Antes tinha pegado lubrificante que minha irmã escondia entre as coisas dela, e imediatamente assim que vi No vídeo em que a atriz abria as bundas para dar passagem a um pau negro e cabeçudo, minha buceta começou a lubrificar como piscina, já não aguentava tanto calor no meu corpo, minha outra mão beliscava e apertava minhas tetas simulando que Salinas estava me fazendo de mulher dele. Molhei a cenoura com lubrificante e sem pensar fui enfiando entre meus lábios vaginais. Sentia como uma corrente elétrica atravessava meu cóccix, então comecei com o mete-saca no meu ritmo, para que friccionasse do meu jeito a bolinha que se alarga por dentro, bem acima da entrada da minha caverna. A cenoura estava encharcada com meu creminho e minha excitação aumentou ao sentir como o moco da minha pussy escorria pelo meu ânus, aproveitei esse suquinho promíscuo para mijar a cenoura e enfiar no meu cu, está muito quente e sem pensar comecei a gemer só de imaginar como Salinas abria meu ânus de par em par, tentei fazer giros com a cenoura dentro do meu cu e sem querer encontrei uma forma única de gozar. Os giros da cenoura estimulavam minhas paredes vaginais, que já por si só estavam muito encharcadas, comecei a me contorcer de prazer pois sentia esse formigamento na ponte do meu ânus e pussy, então explodi como nunca deixando encharcados os lençóis com a minha gozada. Como pude tirei do meu bum a cenoura, enrolei no papel e joguei no lixo, imediatamente caí dormida. Na manhã seguinte, minha pussy estava muito pegajosa e os lençóis encharcados com meus fluidos, antes que todas acordassem em casa, me apressei a colocar na máquina de lavar os lençóis. Depois que estendi para secar, coloquei minha roupa de academia: uma top que mostrava o umbigo, meus halteres, uma fio-dental deliciosa que se comia meu cu e minhas leggings do dia anterior--Cheirei o entrepernas das minhas leggings e me embriaguei com o cheiro de bum combinado com minha pussy suadinha.--Com muita ansiedade me dirigi para o colégio; porém, uma sensação de insatisfação agarrou meus pensamentos,—E se ele fosse me dar bolo e eu toda excitada?, E se algum conhecido me visse com o Salinas?, E se a gente fosse pego no meio da transa?—Quando percebi, já estava chegando ao lugar, meu coração batia muito forte, mas não o vi por perto. Continuei andando muito triste com uma esperança de que ele aparecesse do nada.
De repente, lembrei que em frente à entrada da nova escola tinha uma lojinha, me apressei a chegar e assim que virei a esquina, lá estava ele, com seu carrinho cheio de papelão e ele, de pé contando umas moedas que tirou dos bolsos da calça, que aliás era marrom e meio encardida daquelas que minha mãe diz que se levantam sozinhas kkkk. Usava uns sapatos também sujos e uma camisa amarelada com as mangas dobradas até os cotovelos. Com o coração virado me aproximei e disse:
—Vem comigo, gostoso.—(piscando pra ele e molhando meu lábio inferior). Ele jamais esperou que eu fosse procurá-lo pessoalmente e me disse com sua típica risada involuntária:
—"Aonde a senhora quer que eu a acompanhe?"—Caminhei na direção oposta, onde fica a unidade esportiva da região. Quando virei meu olhar, nem lento nem preguiçoso pegou seu carrinho e começou a me seguir.
Estava com um pouco de medo pois as poucas pessoas que passavam ficavam olhando como uma garota bonita estava acompanhada de um velho maltrapilho e estranho pois não parava de rir, mas meu tesão pôde mais; sentia que seus olhos comiam todo o meu corpo, um pensamento voltou a surgir, pressentia que teria que lhe ensinar como estar com uma mulher, como um menino pequeno e inexperiente. Finalmente chegamos à entrada da unidade esportiva, continuei avançando, atravessando os campos de futebol abandonados cheios de pedras e lama. Virei minha cabeça de novo e imediatamente ele me disse:
—"Salinas, aonde você quer que eu vá? O que você quer? Tenho que continuar trabalhando.—Como aquela área da unidade esportiva estava sozinha sem uma alma para incomodar, deslizei minhas leggings mostrando minhas nalgonas, inclinei minhas costas, abri minhas nádegas para que Salinas visse como meu cu engolia minha tanga.
Subi minhas leggings de novo, virei minha cabeça novamente para ver sua expressão, e a primeira coisa que notei foi um mastro que queria estourar a calça dele, seus olhos já eram de luxúria, sentia que suas mãos queriam arrancar minhas roupas ali mesmo, por isso continuei caminhando justamente atrás de uma construção que aos domingos usavam para jogar torneios de vôlei. Essa área foi minha escolha porque naquele momento não teria ninguém, também porque naquele momento eram umas 9:00 da manhã. Ao continuar caminhando minha excitação e tesão iam aumentando, sentia minha bucetinha completamente encharcada, com aquela coceirinha deliciosa entre a ponte da minha vulva e o ânus.
Finalmente chegamos, era um reduto ao lado da construção que mencionei, sem teto, mas completamente murado; dava para ver que recentemente tinham queimado alguns móveis velhos, nenhum de nós dois se importou, eu disse que, se ele me permitisse baixar alguns dos papelões que levava na carriola, ao que ele só assentiu (dava para ver também que estava muito nervoso, mas sua ereção não baixava), peguei três folhas grandes de papelão e as coloquei no chão de modo que ao tirar minhas leggings e me ajoelhar não machucasse as irregularidades do chão.
Ao ver seu estado de petrificação eu disse:--Não gostou do que viu? Quero te oferecer meu cu, apaga meu tesão por favor, todo meu corpo é para você sozinho.--Seu olhar mudou completamente e ele abaixou o zíper da calça, deixando ver um pau venoso, bem moreno e de bom tamanho. Eu disse para ele se aproximar de onde coloquei os papelões, aproximei meu nariz do seu pauzão e notei que estava um tanto cabeçudo, desabotoei a calça dele e ela caiu nos tornozelos. fim do primeiro capítulo, parte 2 aqui na rede social do autor original:https://x.com/leonelly777/status/2096998637549019278
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