Testando a raba do senhor que coleta papelão

Vou começar a narrar minhas aventuras sexuais que tive desde que iniciei minha vida universitária, pois me considero uma ninfomaníaca em potencial.

Me chamo Cristina Mendoza e sou a terceira filha de um casamento de 5 filhos, sou baixinha (meço 1,56 m aprox.), sou de pele morena clara, uso óculos redondos com sardas no rosto, tenho uns seios generosos e redondos com auréolas moreninhas. Desde que me matricularam nas aulas de havaiano (um tipo de dança bem sensual) no ensino médio, comecei a sentir muito tesão ao me ver no espelho, vendo como meus quadris se moldavam e alargavam, como minha bunda ficava mais carnuda e bem torneada. Embora nunca tenha tido o prazer de ser desvirginada, pois meu tesão me levou a me desvirginar com um pepino italiano. Vou contar como o senhor catador que recolhia o papelão das lojinhas me fez sua mulher, como me fez gemer de prazer com seu vigor de touro reprimido, e eu nunca tinha sentido aquilo até aquele momento.

Atualmente tenho 35 anos, mas vou contar o que aconteceu quando cursava meu primeiro ano da faculdade de psicologia.

Tudo começou numa sexta-feira no fim de julho, duas semanas antes de entrar no novo semestre no Politécnico (um tipo de universidade técnica na Cidade do México) onde estudei psicologia. Eu estava no meu quarto no meio da bronha, vendo um vídeo bem safado; e eu, na cama, me esfregando a pepita. Adorava me ver no espelho, posicionado ao lado da porta do meu quarto; olhando meu reflexo, de quatro, vendo como minha creminha escorria e pendia como um catarro viscoso da minha buceta, enquanto eu me dedava com meus dedinhos, quando a voz da minha mãe me tirou do clímax.

— Filha, vou comprar pão na padaria. Suas irmãs não estão e quero que você me acompanhe. —

Como se tivessem colocado um fósforo aceso na minha bunda, parei no meio da bronha, e toda frustrada, peguei meu papelzinho para limpar meus catarros pendurados na buceta. Me levantei da minha posição de puta no cio e, rapidamente, acendi um incenso de aroma sândalo pra disfarçar o cheiro da minha pepita no cio, porque como eu tava no meu período de ovulação, o quarto cheirava a uma mistura de bumbum suado com creminha viscosa de buceta. Respondi com a voz embargada:

—Sim, mãe, deixa eu vestir uma legging e já desço.—Ela respondeu:

—Te espero lá embaixo.—

Vesti uma calcinha em formato de V, daquelas que minhas nádegas engolem quando eu ando, uma camiseta e minha legging preta. Desci pra sala com cara de insatisfeita, ainda sentindo o calor e a pulsação dos meus lábios vaginais a cada passo. A padaria ficava no condomínio vizinho ao meu, e a gente sempre tinha que passar por uma passarela de pedestres que liga os dois condomínios; como na esquina dessa passarela tinha uma vendinha, um entregador de refrigerante nem disfarçou ao percorrer meu corpo com o olhar, parando nas minhas nádegas — porque se o olhar dele tivesse mãos, tenho certeza que ele teria metido elas entre minhas nádegas pra puxar minha calcinha pra fora do meu cu e cheirar minha xereca no cio.

Caminhamos algumas quadras e chegamos na padaria. Esperei minha mãe lá fora e, por gestos, apontei o pão que queria comer. Me senti muito desejada, porque meu corpo sentia todos os olhares dos homens querendo me encurvar e meter o rabo inteiro — acho que meu estado de ovulação sempre atrai os verdadeiros tarados—E então, na volta pra casa, aconteceu tudo: Ao passar pela mesma vendinha da esquina, vi o mesmo catador de lixo, juntando papelão, trabalhando como faz três anos desde que o conheço; minhas irmãs e eu tínhamos um pouco de medo dele porque sempre que via gente passando, começava a rir sem motivo nenhum.

Mas naquele dia algo diferente aconteceu, um calor interno começou a subir pelas minhas costas e uma cócega entre minha buceta e meu cu começou a pulsar, então, sem querer, comecei a reboladear mais os quadris como se tentasse disfarçar o calorzinho nos meus peitos e a pulsação da minha ppk. Como se tivesse farejando o ar, o O catador de lixo virou pra me olhar enquanto passava e começou a rir como de costume, mas dessa vez não me deu medo, só sorri pra ele e minha mãe, que vinha atrás de mim, me apressou pra gente evitá-lo.

Instintivamente, minha putaria tomou conta dos meus pensamentos e falei pra minha mãe:

—Ô mãe, tô com vontade de comer o pãozinho com um copo de porra.—Rezando pra que não tivesse na geladeira, ela me deu uma nota de 50 e falou:

—Toma, pra comprar um litro de porra pra todo mundo.—Sem pensar duas vezes, voltei pra lojinha, com o coração batendo forte, esperando ainda encontrar ele lá.

De fato, ele ainda tava arrumando o papelão que o dono da loja tinha dado. Me aproximei, com o coração a mil, e enquanto o dono me atendia, o catador começou a rir e me disse:

—"Moça, moça... me diz as horas, por favor."—Eu não tinha relógio de pulso, mas tava com meu celular na mão. Hesitei um pouco em responder, mas a putaria e a ousadia falaram mais alto, e respondi de forma submissa:

—Sim, sim, senhor, são 6:25.—O dono me entregou o litro de porra e quando me virei pra ir embora, o catador me disse:

—Qual é seu nome?, entre risadas.—Eu andei um pouco pra que o dono não percebesse minhas intenções e, como ele se distraiu com outros clientes, parei e falei com tom normal:

—Cristina, e o senhor, como se chama?—Entre risadas ele respondeu:

—"Salinaaaas".—Por um momento, a putaria baixou, porque me pareceu que o catador tinha algum tipo de problema mental. Mas o tesão voltou a ativar quando ele me disse, sério:

—Quando você volta pra comprar pão?—Essa oportunidade eu não ia desperdiçar, naquele fim de semana eu tinha que provar o rabo dele de qualquer jeito, já que tava no meu período mais fértil, e respondi:

—Amanhã de manhã, quer me acompanhar? Ou por onde o senhor vai andar?—Perguntei com certa timidez, porque não queria que algum vizinho ou conhecido me ouvisse como ou o que conta que andava sedenta de macho. Salinas sorriu pela primeira vez, como se tivesse conseguido uma grande façanha na sua vida medíocre. Enquanto passava pela porta do portão, me disse que poderia me esperar na escola que acabaram de construir no conjunto habitacional vizinho. Fui apressando o passo enquanto chegava na rua sem saída onde morava com meus pais e, bem seca, disse que amanhã a gente se veria umas 8h da manhã.

Ele ficou feito criança repreendida e sem entender nada na entrada do portão, virei levemente e pisquei o olho mandando um beijinho, rapidamente entrei em casa com o litro de porra e um tesão que precisava ser apagado antes de eu ir dormir.

Passaram as horas, jantamos minhas duas irmãs e eu com minha mãe, porque meu pai sempre estava ausente. Minha irmã mais velha ligou pra minha mãe dizendo que não ia chegar pra dormir naquele dia, então o tesão tomou conta dos meus pensamentos, o quarto era só meu. Terminando de jantar, aproveitei a distração da minha mãe e peguei da geladeira a cenoura mais grossa disponível, daquelas que mantêm o diâmetro de uma ponta à outra. Assim que subi as escadas pra me trancar no quarto, senti de novo aquele formigamento na minha pussy e no meu cu; então não perdi muito tempo, entrei no quarto e tirei da gaveta uma saia curta que eu sempre usava na escola, mas agora que meus quadris alargaram e minha bunda cresceu de volume, ficava parecendo aquela saia de puta típica que quando você se estica sobe até o meio do rabo esperando alguém chegar pra te apalpar. Apaguei as luzes, só iluminava o quarto a luz do celular, no qual desesperadamente e com minha mão ansiosa estava prestes a sintonizar o vídeo da minha atriz pornô italiana favorita, deixei a reprodução começar, tirei a calcinha e levantei um pouco a saia de puta pra iniciar a tarefa pendente.

Antes tinha pego o lubrificante que minha irmã escondia entre as coisas dela, e imediatamente quando vi no vídeo em que a atriz abria os glúteos pra dar passagem a um pau preto e cabeçudo, minha bucetinha começou a lubrificar igual piscina, já não aguentava tanto calor no meu corpo, minha outra mão beliscava e amassava meus peitos simulando que o Salinas tava me fazendo de mulher dele. Molhei a cenoura com lubrificante e sem pensar fui enfiando entre meus lábios vaginais. Sentia uma corrente elétrica atravessando meu cóccix, então comecei com o vai-e-vem no meu ritmo, pra friccionar do meu jeito a bolinha que incha por dentro, bem acima da entrada da minha caverna. A cenoura tava encharcada com minha creminha e minha excitação aumentou ao sentir como o muco da minha pussy escorria pelo meu cu, aproveitei esse suquinho promíscuo pra mijar a cenoura e enfiar no meu rabo, tá muito quente e sem pensar comecei a gemer só de imaginar o Salinas abrindo meu cu de par em par, tentei fazer giros com a cenoura dentro do meu cu e sem querer encontrei um jeito único de gozar. Os giros da cenoura estimulavam minhas paredes vaginais, que já tavam bem encharcadas, comecei a me contorcer de prazer porque sentia aquele formigamento na ponte entre meu cu e minha pussy, então explodi como nunca deixando os lençóis encharcados da minha gozada. Como pude tirei do meu bum a cenoura, enrolei no papel e joguei no lixo, e caí no sono na hora. Na manhã seguinte, minha pussy tava bem pegajosa e os lençóis encharcados com meus fluidos, antes que todo mundo acordasse em casa, me apressei em colocar os lençóis na máquina de lavar. Quando pendurei pra secar, vesti minha roupa de treino: uma cropped, minhas pesinhas, uma calcinha fio dental deliciosa que comia meu cu e minha legging do dia anterior—Cheirei a entreperna da minha legging e me embriaguei com o cheiro de bum misturado com minha pussy suadinha.—Com muita ansiedade fui pro colégio; porém, uma sensação de insatisfação tomou conta das minhas Pensamentos,—E se ele fosse me dar o bolo e eu toda excitada?, E se algum conhecido me visse com o Salinas?, E se fôssemos pegos no meio da foda?—Quando me dei conta, já estava chegando ao lugar, meu coração batia forte, mas não o vi por perto. Continuei andando bem triste, com uma esperança de que ele aparecesse do nada. De repente, lembrei que em frente à entrada da nova escola tinha uma vendinha, me apressei pra chegar e, assim que virei a esquina, lá estava ele, com o carrinho cheio de papelão e ele, em pé, contando umas moedas que tirou dos bolsos da calça, que por sinal era marrom e meio encardida, daquelas que minha mãe diz que se levantam sozinhas kkkk. Ele usava uns sapatos também sujos e uma camisa amarelada com as mangas dobradas até os cotovelos. Com o coração virado, me aproximei e disse: —Me acompanha, gostoso.—(piscando o olho e molhando meu lábio inferior). Ele nunca esperou que eu fosse buscá-lo pessoalmente e me falou com a risada involuntária típica dele: —"Pra onde a senhorita quer que eu a acompanhe?"—Caminhei na direção oposta, onde fica o centro esportivo da região. Quando virei o olhar, sem pestanejar, ele pegou o carrinho e começou a me seguir. Eu tava com um pouco de medo, porque as poucas pessoas que passavam ficavam olhando como uma garota bonita estava de acompanhante de um velho maltrapilho e esquisito, já que ele não parava de rir, mas minha tesão falou mais alto; sentia que os olhos dele devoravam meu corpo inteiro, um pensamento voltou a surgir, eu pressentia que teria que ensinar ele como ficar com uma mulher, como um garotinho inexperiente. Finalmente chegamos na entrada do centro esportivo, continuei andando, atravessando os campos de futebol abandonados, cheios de pedra e lama. Virei a cabeça de novo e ele imediatamente me disse: —"Salinas, pra onde você quer que eu vá? O que você quer? Tenho que continuar trabalhando.—Como aquela área do centro esportivo estava vazia, sem uma alma pra incomodar, deslizei minha legging pra baixo mostrando minha bunda grande, Inclinei minhas costas, abri minha bunda toda para que o Salinas visse como meu cu comia minha calcinha fio dental.

Subi minha leggings de novo, virei a cabeça para ver a expressão dele, e a primeira coisa que notei foi um pau que queria estourar a calça dele, os olhos dele já estavam cheios de luxúria, sentia que as mãos dele queriam arrancar minha roupa ali mesmo, por isso continuei andando até atrás de uma construção que aos domingos usavam para jogar torneios de vôlei. Escolhi aquela área porque naquele momento não teria ninguém, e também porque eram umas 9h da manhã. Continuando a andar, minha excitação e tesão só aumentavam, sentia minha buceta completamente encharcada, com aquela coceira deliciosa entre a ponte da minha vulva e o cu.

Finalmente chegamos, era um cantinho ao lado da construção que mencionei, sem teto, mas totalmente cercado; dava para ver que tinham queimado uns móveis velhos recentemente, nenhum de nós dois ligou, falei para ele se podia descer alguns dos papelões que eu levava no carrinho, e ele só assentiu (dava para ver que ele também estava bem nervoso, mas a ereção dele não baixava), peguei três folhas grandes de papelão e coloquei no chão de um jeito que, ao tirar a leggings e me ajoelhar, eu não me machucasse nas irregularidades do chão.

Ao ver o estado de choque dele, falei: — Você não gostou do que viu? Quero te oferecer meu cu, apaga meu tesão por favor, meu corpo inteiro é só seu. — O olhar dele mudou completamente e ele abaixou o zíper da calça, deixando aparecer uma pica veiuda, bem morena e de bom tamanho. Falei para ele se aproximar de onde coloquei os papelões, aproximei meu nariz da pica dele e notei que ela era meio cabeçuda, desabotoei a calça dele e ela caiu até os tornozelos.

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