Esta é a última coisa que aconteceu com a minha mãe, se acontecer mais alguma coisa eu atualizo. Com quem já rolou e continua rolando mais coisas é com a minha tia, que basicamente é minha amante kkk, e com a minha avó. De alguma forma, eu trouxe de volta pra minha família parte da minha vida sexual e incestuosa, já que tive experiências com elas; tanto com a minha mãe, minha tia, minha avó e minha irmã mais nova, embora com essa última menos do que com as outras kkk. Tenho mais experiências que posso contar, tanto com familiares quanto com namoradas ou colegas de trabalho. Já contei uma num post anterior e em breve vou contar como fui demitido por ficar com uma colega grávida. Também vou começar a postar os relatos da minha família. Dias depois de a minha mãe tentar me masturbar e eu, por nervosismo, gozar só com ela encostando no meu pau, ela decidiu conversar comigo sobre o assunto. Lembro que ela estava vestindo uma calça jeans apertada que deixava a bunda dela uma delícia e uma blusa com um decote gostoso que era impossível ignorar. Ela sentou na minha frente, na mesa da cozinha.
Ela não me disse aquela coisa típica de que meu pai a negligenciava ou não dava sexo pra ela. Pelo contrário, me contou que ela e meu pai transavam com frequência e que ele cuidava dela e a atendia nesse aspecto. Foi uma conversa difícil, porque ouvir sua mãe dizer isso é algo complicado e desconfortável até certo ponto, embora enquanto ela falava eu não conseguisse parar de olhar pro decote dela. Ela me disse que sentia a relação dela com meu pai muito monótona, que estavam buscando coisas novas e mais diversão. Me contou que os dois viraram swingers, que abriram a relação pra transar com outras pessoas, então minha mãe podia se deitar com outros caras assim como meu pai também podia, desde que um avisasse o outro. Ouvir isso foi um choque pra mim, pensar no meu pai fodendo com outra mulher na frente da minha mãe e vice-versa foi algo que eu não esperava, e muito menos ouvir da boca dela. Aí ela soltou a bomba: me disse que a primeira vez que me mostrou as tetas tinha sido porque fez videochamada com um desconhecido, e os dois se masturbavam na câmera, mas aquele cara gozou rápido demais, deixando minha mãe muito puta da vida.
Aí ela, tentando aliviar o tesão, me mostrou as tetas achando que isso faria a mente dela parar de pensar em sexo, mas quando viu minha reação, ficou ainda mais excitada e foi se masturbar até gozar tremendo, colocando um travesseiro no rosto pra abafar os gemidos.
Naquela altura eu já estava com uma ereção embaixo da mesa, perguntei se ela tinha se masturbado por tesão ou por mim, ela ficou em silêncio e poucos segundos depois continuou falando, disse que quando se mostrou nua pra mim no banheiro era porque precisava sentir um homem com ela porque fazia semanas que não transava e que no mínimo precisava de uma rola na boca, as palavras dela me excitavam cada vez mais, ela me contou que foi errado o que fez e se sentia culpada por me meter naquele jogo sujo, eu disse pra ela não se preocupar e que me desculpasse por ter sujado ela de porra quando ela mal tocou no meu pau, ela sorriu e me disse que não tinha problema pra depois começar a chorar me dizendo que tudo aquilo foi errado, que aquilo beirava o incesto, que eu nunca deveria ter olhado ela daquele jeito nem ela pra mim, eu disse que era compreensível que no fim das contas ela era mulher e eu homem e que ela não se preocupasse que aquilo era segredo e que a relação liberal dela com meu pai ninguém ficaria sabendo, ela sorriu e me abraçou, eu não consegui evitar esfregar minha ereção na perna dela enquanto ela me abraçava, ela soltou uma risada e me disse ainda com um pouco de lágrimas nos olhos se dessa vez eu não ia gozar tão rápido, eu neguei com a cabeça, ela me acariciou por cima da calça fazendo um arrepio percorrer meu corpo inteiro, eu não era virgem nem nada, já tinha transado e inclusive tinha namorada naquela época (isso aconteceu há dois anos) mas talvez pelo tesão de ser minha mãe parecia que era minha primeira vez, eu segurei a cintura dela enquanto ela acariciava devagar por cima da minha calça até eu beijar o pescoço dela, ela suspirou devagar no meu ouvido, meus beijos subiram pra bochecha dela e depois pros lábios onde ela se afastou de mim negando com a cabeça pra depois desabotoar minha calça, meu pau saiu dela na hora completamente duro, 18 centímetros e grosso, tronco cor de chocolate e ponta avermelhada, cheio de veias e pronto pra ela, ela sussurrou no meu ouvido pra eu não beijar ela na boca e depois com a mão dela Ela envolveu meu pau e começou a me masturbar devagar, fechei os olhos aproveitando, ela beijou meu pescoço enquanto eu me segurava na mesa pra não cair no chão de prazer, enquanto com uma mão ela me masturbava e com a outra me acariciava e me beijava o pescoço e a bochecha, ela me perguntava com uma voz de puta se eu tava gostando, eu com pouco fôlego dizia que sim, uns segundos depois foi ela quem me beijou na boca, parecia desesperada, não consegui segurar e gozei na mão dela, sujando a roupa dela com meu semen, ela sorriu e me disse que eu fui muito rápido de novo, eu sorri envergonhado com meu pau ainda pulsando, ela me disse que aquela era a última vez que a gente fazia algo assim, depois de nos limparmos nos despedimos como se nada tivesse acontecido e voltamos a ser mãe e filho de novo, pelo menos até a noite.
Ao cair da noite, comecei a ouvir os gemidos da minha mãe. Minha irmã tampou os ouvidos com os travesseiros e os lençóis, já que eu e ela dividíamos o quarto. Antes, eu já tinha ouvido meus pais transando, mas dessa vez era diferente: os gemidos da minha mãe pareciam mais exagerados, como se ela quisesse avisar o mundo inteiro de que estava dando. Enquanto ouvia, lembrava das tetas dela, da bunda dela e da mão dela envolvendo meu pau, que já estava duro de novo. Olhei para a cama da minha irmã pra garantir que ela não tava me olhando e comecei a me masturbar ouvindo meus pais transando. A cena era meio bizarra, porque enquanto eu me batia uma, ficava de olho na minha irmã pra garantir que ela não tava me encarando. De repente, ouvi um gemido mais forte e um grito rouco, claramente do meu pai gozando. Parei de me masturbar, mas meu pau continuava duro. Alguns minutos depois, em silêncio, saí do quarto pra beber água. Ouvi a porta dos meus pais abrir e passos quase silenciosos indo pra cozinha. Era a minha mãe, completamente pelada. O gozo do meu pai escorria um pouco pelas coxas dela e a saliva ainda estava nas tetas. Ela disse que não esperava me ver ali, mas não cobriu o corpo. Entre risadas, falei que ela tinha dado um belo show de áudio. Ela riu baixinho, tipo um sussurro, dizendo que já tinha percebido.
Eu disse a ela que tínhamos combinado que nunca mais ia rolar nada entre a gente, mas que ela não podia me deixar assim, todo duro apontando pra ela. Ela sorriu, concordou com a cabeça e disse que também precisava aliviar porque não tinha gozado. Ela me puxou pro banheiro e lá dentro eu tirei a rola pra fora. Ela sentou na privada e começou a se masturbar, espalhando na buceta dela todo o esperma do meu pai, enquanto eu me masturbava olhando pra ela. Depois ela disse que não aguentava mais, se levantou, eu cheguei perto e beijei ela. Aí comecei a lamber os bicos dos peitos dela e minha mão desceu até a buceta dela. A gente se masturbou um ao outro por uns segundos, até ela se encostar na parede. Sem penetração, ela me disse, só queria que eu me esfregasse nela, que precisava sentir como era a minha rola. Foi o que fiz: coloquei a ponta do meu pau na entrada da buceta dela, ela soltou um gemido que eu tapei com a mão. Incesto não, ela sussurrou. Pelo cu não é incesto, continuou. Então coloquei a ponta do meu pau no cu dela e comecei a esfregar. Depois comecei a deslizar entre as nádegas grandes dela, enquanto ela se masturbava com a mão, até que ela começou a tremer e caiu de joelhos no chão.

Aproveitei e aproximei meu pau da cara dela, ela olhou com devoção e desejo, depois colocou na boca, me chupou com uma maestria, delicadeza e amor que só uma mãe pode dar. Não demorei muito, tirei meu pau da boca dela e gozei nas tetas dela.
A partir daí é nosso segredo, a gente se masturba se olhando, eu encosto em ela, ela me chupa e deixa eu esfregar meu pau no cu dela, ela até me conta as experiências sexuais dela com os amantes. Espero poder penetrar ela logo, tô trabalhando nisso. Logo antes de começar a postar meus contos no poringa foi a última vez que esfreguei meu pau na bunda dela e enchi as nádegas dela de porra. Me deixa feliz e excitado saber que minha mãe é uma puta, não só com meu pai ou comigo, mas também com os outros. Me dá tesão saber que eu como uma das minhas amigas e pensar que ela também pode ter comido algum de vocês e, principalmente, desse segredo.
Ela não me disse aquela coisa típica de que meu pai a negligenciava ou não dava sexo pra ela. Pelo contrário, me contou que ela e meu pai transavam com frequência e que ele cuidava dela e a atendia nesse aspecto. Foi uma conversa difícil, porque ouvir sua mãe dizer isso é algo complicado e desconfortável até certo ponto, embora enquanto ela falava eu não conseguisse parar de olhar pro decote dela. Ela me disse que sentia a relação dela com meu pai muito monótona, que estavam buscando coisas novas e mais diversão. Me contou que os dois viraram swingers, que abriram a relação pra transar com outras pessoas, então minha mãe podia se deitar com outros caras assim como meu pai também podia, desde que um avisasse o outro. Ouvir isso foi um choque pra mim, pensar no meu pai fodendo com outra mulher na frente da minha mãe e vice-versa foi algo que eu não esperava, e muito menos ouvir da boca dela. Aí ela soltou a bomba: me disse que a primeira vez que me mostrou as tetas tinha sido porque fez videochamada com um desconhecido, e os dois se masturbavam na câmera, mas aquele cara gozou rápido demais, deixando minha mãe muito puta da vida.
Aí ela, tentando aliviar o tesão, me mostrou as tetas achando que isso faria a mente dela parar de pensar em sexo, mas quando viu minha reação, ficou ainda mais excitada e foi se masturbar até gozar tremendo, colocando um travesseiro no rosto pra abafar os gemidos.
Naquela altura eu já estava com uma ereção embaixo da mesa, perguntei se ela tinha se masturbado por tesão ou por mim, ela ficou em silêncio e poucos segundos depois continuou falando, disse que quando se mostrou nua pra mim no banheiro era porque precisava sentir um homem com ela porque fazia semanas que não transava e que no mínimo precisava de uma rola na boca, as palavras dela me excitavam cada vez mais, ela me contou que foi errado o que fez e se sentia culpada por me meter naquele jogo sujo, eu disse pra ela não se preocupar e que me desculpasse por ter sujado ela de porra quando ela mal tocou no meu pau, ela sorriu e me disse que não tinha problema pra depois começar a chorar me dizendo que tudo aquilo foi errado, que aquilo beirava o incesto, que eu nunca deveria ter olhado ela daquele jeito nem ela pra mim, eu disse que era compreensível que no fim das contas ela era mulher e eu homem e que ela não se preocupasse que aquilo era segredo e que a relação liberal dela com meu pai ninguém ficaria sabendo, ela sorriu e me abraçou, eu não consegui evitar esfregar minha ereção na perna dela enquanto ela me abraçava, ela soltou uma risada e me disse ainda com um pouco de lágrimas nos olhos se dessa vez eu não ia gozar tão rápido, eu neguei com a cabeça, ela me acariciou por cima da calça fazendo um arrepio percorrer meu corpo inteiro, eu não era virgem nem nada, já tinha transado e inclusive tinha namorada naquela época (isso aconteceu há dois anos) mas talvez pelo tesão de ser minha mãe parecia que era minha primeira vez, eu segurei a cintura dela enquanto ela acariciava devagar por cima da minha calça até eu beijar o pescoço dela, ela suspirou devagar no meu ouvido, meus beijos subiram pra bochecha dela e depois pros lábios onde ela se afastou de mim negando com a cabeça pra depois desabotoar minha calça, meu pau saiu dela na hora completamente duro, 18 centímetros e grosso, tronco cor de chocolate e ponta avermelhada, cheio de veias e pronto pra ela, ela sussurrou no meu ouvido pra eu não beijar ela na boca e depois com a mão dela Ela envolveu meu pau e começou a me masturbar devagar, fechei os olhos aproveitando, ela beijou meu pescoço enquanto eu me segurava na mesa pra não cair no chão de prazer, enquanto com uma mão ela me masturbava e com a outra me acariciava e me beijava o pescoço e a bochecha, ela me perguntava com uma voz de puta se eu tava gostando, eu com pouco fôlego dizia que sim, uns segundos depois foi ela quem me beijou na boca, parecia desesperada, não consegui segurar e gozei na mão dela, sujando a roupa dela com meu semen, ela sorriu e me disse que eu fui muito rápido de novo, eu sorri envergonhado com meu pau ainda pulsando, ela me disse que aquela era a última vez que a gente fazia algo assim, depois de nos limparmos nos despedimos como se nada tivesse acontecido e voltamos a ser mãe e filho de novo, pelo menos até a noite.
Ao cair da noite, comecei a ouvir os gemidos da minha mãe. Minha irmã tampou os ouvidos com os travesseiros e os lençóis, já que eu e ela dividíamos o quarto. Antes, eu já tinha ouvido meus pais transando, mas dessa vez era diferente: os gemidos da minha mãe pareciam mais exagerados, como se ela quisesse avisar o mundo inteiro de que estava dando. Enquanto ouvia, lembrava das tetas dela, da bunda dela e da mão dela envolvendo meu pau, que já estava duro de novo. Olhei para a cama da minha irmã pra garantir que ela não tava me olhando e comecei a me masturbar ouvindo meus pais transando. A cena era meio bizarra, porque enquanto eu me batia uma, ficava de olho na minha irmã pra garantir que ela não tava me encarando. De repente, ouvi um gemido mais forte e um grito rouco, claramente do meu pai gozando. Parei de me masturbar, mas meu pau continuava duro. Alguns minutos depois, em silêncio, saí do quarto pra beber água. Ouvi a porta dos meus pais abrir e passos quase silenciosos indo pra cozinha. Era a minha mãe, completamente pelada. O gozo do meu pai escorria um pouco pelas coxas dela e a saliva ainda estava nas tetas. Ela disse que não esperava me ver ali, mas não cobriu o corpo. Entre risadas, falei que ela tinha dado um belo show de áudio. Ela riu baixinho, tipo um sussurro, dizendo que já tinha percebido.
Eu disse a ela que tínhamos combinado que nunca mais ia rolar nada entre a gente, mas que ela não podia me deixar assim, todo duro apontando pra ela. Ela sorriu, concordou com a cabeça e disse que também precisava aliviar porque não tinha gozado. Ela me puxou pro banheiro e lá dentro eu tirei a rola pra fora. Ela sentou na privada e começou a se masturbar, espalhando na buceta dela todo o esperma do meu pai, enquanto eu me masturbava olhando pra ela. Depois ela disse que não aguentava mais, se levantou, eu cheguei perto e beijei ela. Aí comecei a lamber os bicos dos peitos dela e minha mão desceu até a buceta dela. A gente se masturbou um ao outro por uns segundos, até ela se encostar na parede. Sem penetração, ela me disse, só queria que eu me esfregasse nela, que precisava sentir como era a minha rola. Foi o que fiz: coloquei a ponta do meu pau na entrada da buceta dela, ela soltou um gemido que eu tapei com a mão. Incesto não, ela sussurrou. Pelo cu não é incesto, continuou. Então coloquei a ponta do meu pau no cu dela e comecei a esfregar. Depois comecei a deslizar entre as nádegas grandes dela, enquanto ela se masturbava com a mão, até que ela começou a tremer e caiu de joelhos no chão.

Aproveitei e aproximei meu pau da cara dela, ela olhou com devoção e desejo, depois colocou na boca, me chupou com uma maestria, delicadeza e amor que só uma mãe pode dar. Não demorei muito, tirei meu pau da boca dela e gozei nas tetas dela.
A partir daí é nosso segredo, a gente se masturba se olhando, eu encosto em ela, ela me chupa e deixa eu esfregar meu pau no cu dela, ela até me conta as experiências sexuais dela com os amantes. Espero poder penetrar ela logo, tô trabalhando nisso. Logo antes de começar a postar meus contos no poringa foi a última vez que esfreguei meu pau na bunda dela e enchi as nádegas dela de porra. Me deixa feliz e excitado saber que minha mãe é uma puta, não só com meu pai ou comigo, mas também com os outros. Me dá tesão saber que eu como uma das minhas amigas e pensar que ela também pode ter comido algum de vocês e, principalmente, desse segredo.
0 comentários - Minha História com a Mamãe Parte III